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Guia Completo do Motor Diesel LeTourneau

O manual da LeTourneau aborda o funcionamento e manutenção de motores diesel, destacando a importância de seguir as diretrizes de segurança e os procedimentos de manutenção para garantir a validade da garantia. Ele inclui informações sobre o sistema de combustível, contaminação, mistura de combustíveis e cuidados na operação e manutenção. O documento também enfatiza a necessidade de consultar manuais e especialistas para evitar problemas relacionados ao combustível e à operação do motor.

Enviado por

Elielder Roque
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Guia Completo do Motor Diesel LeTourneau

O manual da LeTourneau aborda o funcionamento e manutenção de motores diesel, destacando a importância de seguir as diretrizes de segurança e os procedimentos de manutenção para garantir a validade da garantia. Ele inclui informações sobre o sistema de combustível, contaminação, mistura de combustíveis e cuidados na operação e manutenção. O documento também enfatiza a necessidade de consultar manuais e especialistas para evitar problemas relacionados ao combustível e à operação do motor.

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IR PARA QUADRO DE SERVIÇO MANUAL DE CONTEÚDO IR PARA QUADRO DE SEÇÃO 3 ÍNDICE

MOTOR DIESEL
SEÇÃO 03-09

A LeTourneau fez todos os esforços para tornar este manual o mais preciso possível, com base nas
informações disponíveis à época de sua publicação e impressão. A melhoria e o avanço contínuos no projeto
de produtos poderão causar alterações às máquinas que talvez não tenham sido incluídas nesta publicação.
A LeTourneau reserva-se o direito de fazer alterações e melhorias a qualquer momento. Para garantir a
obtenção das informações mais atualizadas, entre em contato com o representante de vendas.
ÍNDICE

RESPONSABILIDADES DOS CLIENTES E INFORMES DE GARANTIA ................................................... 3


SEGURANÇA ................................................................................................................................................. 3
SEGURANÇA, AVISOS E CUIDADOS ......................................................................................................... 3
ESCOPO DESTA PUBLICAÇÃO .................................................................................................................. 6
TEORIA DE OPERAÇÃO............................................................................................................................... 6
DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES ............................................................................................................ 7
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL ................................................................................................................... 7
SELEÇÃO DO GRAU DE COMBUSTÍVEL ........................................................................................... 7
GRAU 1-D .............................................................................................................................................. 7
GRAU 2-D .............................................................................................................................................. 7
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DA QUALIDADE DO COMBUSTÍVEL ...................................................... 7
ÍNDICE DE CETANO ............................................................................................................................. 7
TEOR DE ENXOFRE DO COMBUSTÍVEL ........................................................................................... 7
TEMPERATURA DE OPERAÇÃO E VISCOSIDADE DO COMBUSTÍVEL .......................................... 8
DESTILAÇÃO......................................................................................................................................... 8
PONTO DE EBULIÇÃO ......................................................................................................................... 8
OUTROS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO ................................................................................................... 8
COMBUSTÍVEIS DE EMERGÊNCIA ..................................................................................................... 9
MISTURA DE COMBUSTÍVEIS ............................................................................................................. 9
PROBLEMAS COM COMBUSTÍVEIS NO INVERNO ........................................................................... 9
PERDA DE POTÊNCIA DO MOTOR DIESEL ....................................................................................... 9
CERA NO COMBUSTÍVEL (PONTO DE NÉVOA) ................................................................................ 9
CONTAMINAÇÃO COM ÁGUA ........................................................................................................... 10
MOTOR DIESEL EM MARCHA LENTA .............................................................................................. 10
ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL ........................................................................................... 10
CONTAMINAÇÃO COM ÁGUA ........................................................................................................... 10
MANUTENÇÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO ..................................................................... 10
CONSTRUÇÃO DO TANQUE DE ESTOCAGEM ............................................................................... 11
CONTAMINAÇÃO DO COMBUSTÍVEL POR MICRORGANISMOS .................................................. 11
ADITIVOS DE COMBUSTÍVEL............................................................................................................ 12
SEGURANÇA EM OPERAÇÕES DE ABASTECIMENTO .................................................................. 13
ABASTECIMENTO DA MÁQUINA....................................................................................................... 14
FILTROS DE COMBUSTÍVEL E PROCESSADOR DE COMBUSTÍVEL ................................................ 14
ARREFECEDOR DE COMBUSTÍVEL - SOMENTE MOTORES CUMMINS .......................................... 16
VÁLVULA DE RETENÇÃO DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL ............................................................... 17
SISTEMA DE ARREFECIMENTO ........................................................................................................... 25
SEGURANÇA NA MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO ............................................ 25
DIAGNÓSTICO DE FALHA ......................................................................................................................... 26
SISTEMA DE ARREFECIMENTO ........................................................................................................... 26
CORROSÃO ........................................................................................................................................ 26
REFRIGERANTES, ANTICONGELANTES E INIBIDORES DE FERRUGEM .................................... 26
ADITIVOS DE REFRIGERANTE SUPLEMENTARES (SCA OU DCA) .............................................. 27
INSPEÇÃO DO RADIADOR E LIMPEZA EXTERNA .......................................................................... 28
TAMPA DO RADIADOR ...................................................................................................................... 28
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L-1150/1350/1850/2350 T1 03-09-1
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VAZAMENTOS E CONTAMINAÇÃO................................................................................................... 28
TERMOSTATOS .................................................................................................................................. 30
MANGUEIRAS (MANGOTES) ............................................................................................................. 30
BOMBA D'ÁGUA .................................................................................................................................. 31
FILTROS .............................................................................................................................................. 31
MANUTENÇÃO DAS CORREIAS DE ACIONAMENTO DE ACESSÓRIOS E DO VENTILADOR .... 31
AERAÇÃO ............................................................................................................................................ 31
VAZAMENTO DO GÁS DE EXAUSTÃO ............................................................................................. 32
LAVAGEM E ENXÁGUE DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO ........................................................ 32
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM E ENXÁGUE ............................................................................... 32
MONITORAMENTO EXTERNO DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO............................................. 33

ÍNDICE DE FIGURAS
FIGURA 1. LOCAL DO NÚMERO DE SÉRIE DO MOTOR DIESEL .................................................................. 6
FIGURA 2. LOCAL TÍPICO DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL ......................................................................... 13
FIGURA 3. CENTRAL DE ABASTECIMENTO TÍPICA (OPCIONAL) .............................................................. 14
FIGURA 4. PROCESSADORES DE COMBUSTÍVEL TÍPICOS (1 DE 3) ........................................................ 15
FIGURA 5. PROCESSADORES DE COMBUSTÍVEL TÍPICOS (2 DE 3) ........................................................ 15
FIGURA 6. PROCESSADORES DE COMBUSTÍVEL TÍPICOS (3 DE 3) ........................................................ 16
FIGURA 7. ARREFECEDOR DE COMBUSTÍVEL – SOMENTE MOTORES CUMMINS ............................... 16
FIGURA 8. INSTALAÇÃO DO KIT DA VÁLVULA DE RETENÇÃO DE COMBUSTÍVEL NOS MODELOS L/D-
950 .................................................................................................................................................... 17
FIGURA 9. INSTALAÇÃO TÍPICA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L/D-950/L-1150
(DETROIT DIESEL/MTU) ................................................................................................................. 18
FIGURA 10. LAYOUT TÍPICO DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L/D-950/L-1150
(CUMMINS)....................................................................................................................................... 19
FIGURA 11. CONEXÕES TÍPICAS DAS MANGUEIRAS DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L/D-950/L-
1150 (DETROIT DIESEL/MTU) ........................................................................................................ 20
FIGURA 12. INSTALAÇÃO TÍPICA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DO MODELO L-1350 (MOTOR
DIESEL DETROIT) ........................................................................................................................... 21
FIGURA 13. INSTALAÇÃO TÍPICA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DO MODELO L-1350 (CUMMINS) .. 22
FIGURA 14. LAYOUT TÍPICO DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L-1850/L-2350 (DETROIT
DIESEL/MTU) ................................................................................................................................... 23
FIGURA 15. INSTALAÇÃO TÍPICA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L-1850/L-2350
(CUMMINS)....................................................................................................................................... 24
FIGURA 16. VÁLVULA ESFERA DE ALÍVIO DO TANQUE DE EXPANSÃO .................................................. 25
FIGURA 17. CONEXÃO DO ENGATE RÁPIDO PARA AMOSTRAGEM DO REFRIGERANTE DO MOTOR
DIESEL ............................................................................................................................................. 28
FIGURA 18. TANQUE DE EXPANSÃO DO RADIADOR (VISUALIZAÇÃO TÍPICA) ....................................... 29
FIGURA 19. INSTALAÇÃO DA MANGUEIRA (OU MANGOTE) NA TUBULAÇÃO DO RADIADOR (TÍPICA)30
FIGURA 20. FILTROS TÍPICOS DO LÍQUIDO REFRIGERANTE ................................................................... 31

COPYRIGHT 2012
03-09-2 SECTION [Link] r01
LeTourneau L-1150/1350/1850/2350 T1
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RESPONSABILIDADES DOS CLIENTES E INFORMES DE GARANTIA


As carregadeiras LeTourneau são garantidas de acordo com a política de garantia fornecida com a máquina.
Os procedimentos operacionais e de manutenção estabelecidos e recomendados deverão ser seguidos para
assegurar que a cobertura da garantia não seja comprometida. Se os procedimentos operacionais e de
manutenção recomendados não forem seguidos, a garantia da máquina poderá ser invalidada.
As dúvidas ou problemas relacionados à política ou à administração de garantia devem ser direcionados à
LeTourneau , P.O. Box 2307, Longview, Texas 75601, Attention: Warranty Manager. Inclua o modelo e o
número de série, a data da entrega técnica da máquina e a leitura do horômetro. Chamamos sua atenção
especificamente para os seguintes informes:
SEGURANÇA
Esta publicação contém instruções especiais relativas a segurança, operação, manutenção e reparos da
máquina. A listagem abaixo contém as palavras e os símbolos de sinalização que precedem essas
instruções e seus significados:

• A etiqueta de perigo indica uma situação de risco que, se não evitada, irá resultar em morte ou
em ferimentos graves.

• A etiqueta de advertência indica uma situação de risco que, se não for evitada, poderá resultar
em morte ou em ferimentos graves.

• A etiqueta de precaução, usada com o símbolo de alerta de segurança, indica uma situação de
risco que, se não for evitada, poderá resultar em ferimentos leves ou moderados (inclui o símbolo
de alerta de segurança ).

• A etiqueta de precaução (sem o símbolo de alerta de segurança) é utilizada para tratar das
práticas não relacionadas a ferimentos pessoais – somente danos ao equipamento.

O elemento gráfico OBSERVAÇÃO serve para indicar ao leitor as áreas de importância, que não estão
relacionadas nem a ferimentos pessoais nem a danos à máquina.

SEGURANÇA, AVISOS E CUIDADOS

MISTURA DE COMBUSTÍVEIS
• NUNCA misture gasolina, álcool (etanol ou metanol), ou mistura de ambos, com combustível
diesel. Essa prática cria um risco extremo de incêndios e, sob certas condições, risco de
explosão.
CONTATO COM MICRORGANISMOS
• Deve-se evitar o contato físico com microrganismos ou fungos de um tanque de combustível.
Quando um tanque de combustível estiver contaminado e for necessário fazer uma limpeza, os
funcionários devem estar protegidos por aparelhos respiratórios. O problema mais comum
associado à exposição a esses microrganismos é a dermatite, que pode ser muito séria. Qualquer
pele exposta deve ser lavada completamente com água morna e sabão. Evite comer, beber e
fumar enquanto trabalha com tanques contaminados. Qualquer ingestão de microrganismos ou
exposição a peles com ferimentos deve ser considerada séria. É recomendável que, caso isso
aconteça, o funcionário seja levado a um médico junto com uma amostra dos microrganismos.
SECTION [Link] r01 COPYRIGHT 2012
L-1150/1350/1850/2350 T1 03-09-3
5/11/2012 LeTourneau
GENERATION2 MOTOR DIESEL

• NUNCA coloque os contaminantes removidos em sistemas de esgoto, pois os microrganismos


podem matar bactérias usadas no tratamento de esgoto. NUNCA coloque esses contaminantes
em bueiros ou cursos de água na superfície, pois podem matar peixes e outros animais
aquáticos.
AUXÍLIOS PARA A PARTIDA DO MOTOR DIESEL
• NUNCA espirre éter na entrada de ar do sistema de filtragem da LeTourneau ™ (sistema KLENZ)
como auxílio para a partida do motor. Podem ocorrer danos a componentes ou ferimentos
pessoais. O uso de éter NÃO é recomendado pela LeTourneau como auxilio de partida do motor
diesel.
BLOQUEIO ELÉTRICO
• Bloqueie a função de partida da máquina com a Chave de Isolamento da Bateria ou a Chave de
Isolamento do Motor de Partida, se houver. Coloque um aviso de NÃO OPERAR nos controles da
máquina antes de realizar QUALQUER operação de manutenção ou de reparo. Ferimentos sérios
ou morte podem ocorrer se a máquina for ligada ou movimentada enquanto operações de
manutenção ou reparo são conduzidas.
LÍQUIDO REFRIGERANTE QUENTE
• NUNCA remova a tampa do radiador quando ele estiver quente. Ferimentos sérios podem resultar
da saída de vapor e de refrigerante quente. Em máquinas que usam tanques de expansão, abra a
válvula esfera para liberar a pressão antes de remover a tampa do tanque de expansão.

ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL
• Não encha o tanque até o topo. O combustível expande ao aquecer e pode haver
transbordamento. Isso representa um risco potencial de incêndios.

MISTURA DE COMBUSTÍVEIS
• Consulte os manuais e boletins técnicos do fabricante do motor diesel e consulte o distribuidor
autorizado, assim como o fornecedor de combustível antes de misturar qualquer combustível
para uso na máquina.
• Alguns fabricantes especificamente NÃO recomendam misturar óleos lubrificantes USADOS com
combustível diesel e outros têm especificações para a permissão. Consulte os manuais e boletins
técnicos do fabricante do motor diesel ou consulte os distribuidores autorizados antes de
misturar óleo lubrificante usado com combustível diesel para uso na máquina.
ESTOCAGEM DE COMBUSTÍVEL
• A importância da estocagem adequada de combustível não pode ser muito enfatizada nesse
documento. Muitas dificuldades do motor diesel podem ser relacionadas a combustível
contaminado ou combustível que ficou estocado por tempo excessivo.
• Tanques de aço galvanizado NUNCA devem ser usados para estocagem, pois o combustível
reage quimicamente com o revestimento de zinco, formando flocos que podem entupir
rapidamente a tela de combustível, o filtro e danificar a bomba de combustível e os injetores.
CONTAMINAÇÃO POR MICRORGANISMOS
• Há muitos aditivos microbicidas disponíveis comercialmente e é IMPORTANTE consultar os
manuais e boletins técnicos do fabricante e consultar distribuidores autorizados e fornecedores
de combustível antes de tratar o combustível contra a contaminação por microrganismos.
• NUNCA coloque os contaminantes removidos em sistemas de esgoto, pois os microrganismos
podem matar bactérias usadas no tratamento de esgoto. NUNCA coloque esses contaminantes
em bueiros ou cursos de água na superfície, pois podem matar peixes e outros animais
aquáticos.
ADITIVOS DE COMBUSTÍVEL
• Aditivos de combustível NÃO devem ser usados a não ser que tenha sido especificamente
recomendado pelo fabricante do motor diesel.
• Caso esteja contaminado com sujeira ou com água, o melhor combustível pode danificar um
motor diesel. Consulte ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL, nesta seção, para obter
informações adicionais sobre a contaminação do combustível diesel.

COPYRIGHT 2012
03-09-4 SECTION [Link] r01
LeTourneau L-1150/1350/1850/2350 T1
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ADITIVOS/LIMPADORES DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO


• NÃO use limpadores cáusticos em radiadores de alumínio, pois as superfícies de transferência de
calor serão danificadas. ASSEGURE-SE de verificar se qualquer solução para limpeza usada
tenha sido aprovada tanto pelo fabricante do motor diesel quanto pelo fabricante do radiador.
• NÃO use soluções de vedação de radiador, para reparar pequenos vazamentos, sem antes
confirmar se são aprovadas pelos fabricantes do motor diesel e do radiador para uso nesse
sistema. Essas soluções podem não ser compatíveis com filtros de água e ligas usadas nos
componentes do motor diesel, do radiador e de outras partes. Podem resultar no entupimento do
sistema de arrefecimento e em fluxo inadequado do refrigerante, o que causará
superaquecimento.
• A concentração insuficiente dos aditivos refrigerantes resultarão na corrosão das camisas dos
cilindros e falha no motor diesel.
• NÃO use óleos solúveis em sistemas de arrefecimento. O uso de óleos solúveis causará corrosão
de cilindros, corroerá materiais de bronze e de cobre e danificará as superfícies de transferência
de calor, vedações e mangueiras.
REFRIGERANTE DO MOTOR DIESEL/ENCHIMENTO DO RADIADOR
• NUNCA ponha água quente em um motor frio ou água fria em um motor diesel quente. Isso pode
trincar o cabeçote ou o bloco.
• SEMPRE use o termostato recomendado pelo fabricante do motor. NUNCA opere um motor sem
proteção do termostato (alguns motores possuem dois ou mais).
• O abastecimento do radiador com mais de 5 galões (20 litros) por minuto poderá causar formação
de bolsas de ar no sistema de arrefecimento.
• É ESSENCIAL usar somente a quantidade de anticongelante necessária para proteger o sistema
das temperaturas mais baixas esperadas, pois uma mistura anticongelante com base de
etilenoglicol muito forte pode, na verdade, reduzir a proteção contra o congelamento. O conteúdo
ou a mistura anticongelante puro, não diluído, congelará a -10ºF (-23ºC). Acima de 70% de
conteúdo ou mistura anticongelante, o ponto de congelamento muda para o ponto da água pura.
AMBIENTAL
• O descarte de óleo usado, fluido hidráulico e líquido refrigerante do motor está sujeito às
regulamentações ambientais federais, estaduais e locais. Realize o descarte desses itens de
forma adequada através de instalações de coleta aprovadas pelas regulamentações aplicáveis.
NÃO enxágue nem derrame esses itens em riachos ou sistemas de esgoto.

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ESCOPO DESTA PUBLICAÇÃO


A seleção, a manutenção e o armazenamento adequados do combustível têm grande importância para a
vida útil das máquinas movidas a diesel. Seguir essas recomendações ajudará a aumentar a produção,
reduzir gastos com manutenção e aumentar a vida do motor.
A manutenção adequada do sistema de arrefecimento é crucial para a vida útil de máquinas movidas a
diesel.

Além destas instruções gerais, é IMPORTANTE consultar as recomendações do fabricante do motor


sobre combustível, armazenamento, intervalos de troca de óleo e filtro adequados e manutenção
geral do motor.

TEORIA DE OPERAÇÃO
As máquinas LeTourneau usam motor diesel para girar o gerador que alimenta os motores elétricos e
também girar a caixa de engrenagens (PTO) de acionamento das bombas hidráulicas (HPD). O motor diesel
é operado a velocidades de aceleração definidas. O sistema de combustível é crucial para a operação
adequada do motor diesel. O motor diesel é arrefecido a água, bombeando o refrigerante através de um
radiador que tem um ventilador controlado por termostato.

Informações sobre serviços, reparos, manutenção preventiva e peças relacionadas ao seu motor específico
não são mais fornecidas para a LeTourneau pelos fabricantes de motores. Essas informações só estão
disponíveis com seu revendedor local de motores Cummins ou Detroit.
Forneça o número de série de seu motor ao distribuidor local de motores para determinar as opções para
acesso online ou cópias em papel.

Normalmente, o número de série fica localizado nos motores conforme mostrado abaixo.

MOTOR DIESEL DETROIT: O número de série MOTOR CUMMINS: O número de série geralmente
geralmente fica localizado do lado ESQUERDO do fica localizado do lado ESQUERDO do motor, no
motor, no lado do gerador, conforme mostrado abaixo. lado do ventilador, conforme mostrado abaixo.

LOCAL TÍPICO DA IDENTIFICAÇÃO NO MOTOR O LOCAL TÍPICO DA IDENTIFICAÇÃO NO


DETROIT DIESEL (MTU) MOTOR CUMMINS ESTÁ DESTACADO EM
VERMELHO NA FOTO
FIGURA 1. LOCAL DO NÚMERO DE SÉRIE DO MOTOR DIESEL

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A LeTourneau também possui o NÚMERO DE SÉRIE disponível após a instalação de um motor diesel novo
na máquina.

DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES


SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
SELEÇÃO DO GRAU DE COMBUSTÍVEL
Motores diesel aceitam uma grande variedade de combustíveis, mas o recomendado é o uso de combustível
limpo e a escolha do tipo correto é importante. Os dois maiores graus de combustível diesel são 1-D e 2-D.
GRAU 1-D
O grau 1-D é mais volátil e é recomendado para motores diesel modernos de alta velocidade, com cargas e
velocidades variáveis, bem como para operação em climas extremamente frios ou em altitudes acima de
5.000 pés.
GRAU 2-D
O grau 2-D é recomendado para motores diesel de alta velocidade, com cargas relativamente altas e
velocidades mais uniformes, bem como para motores que não precisam da maior volatilidade do 1-D. O grau
2-D é mais barato do que o 1-D e mais amplamente usado.
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DA QUALIDADE DO COMBUSTÍVEL
Ao avaliar o combustível diesel para usar em uma máquina, considere os seguintes itens e quaisquer outros
que possam ser observados nos manuais ou boletins de serviço dos fabricantes de motores.
Alguns combustíveis oferecerão melhor performance, maior eficiência, confiabilidade aprimorada ou custos
de manutenção menores do que outros. O combustível deve ser selecionado com base em custos gerais de
operação, não apenas no preço por litro.
A maioria das especificações dos fabricantes de motores diesel se referem aos testes realizados pela
Sociedade Americana de Materiais e Testes (The American Society for Testing and Materials - ASTM). Os
resultados de seus testes são publicados em seu livro anual de padrões. É IMPORTANTE verificar os testes
aos quais se refere o fabricante, pois diversos critérios de classificação são comparáveis aos dados do teste
no combustível fornecido por seu vendedor.
Insista para que o fornecedor de combustível forneça periodicamente a documentação adequada para ter
certeza de que o combustível atenda às recomendações do fabricante e às necessidades de sua aplicação
específica. A qualidade do combustível pode variar em cada carga entregue.
ÍNDICE DE CETANO
A qualidade da ignição de combustíveis diesel é medida pelo número de cetano, que é grosseiramente
comparável ao índice de octanagem da gasolina. Índices de cetano são usados erroneamente para indicar a
qualidade do combustível. Um número de cetano alto não deve ser considerado sozinho ao avaliar a
qualidade do combustível. Índices de cetano variam de 33 a 64. Combustíveis com alto índice de cetano
permitem que os motores deem partida em temperaturas do ar mais baixas e altitudes maiores, oferecem
aquecimento mais rápido ao motor sem partidas falsas, reduzem a borra de óleo e resíduos de carbono e
ajudam a eliminar pancadas causadas por partidas lentas. Combustíveis com índice de cetano muito alto
podem causar combustão incompleta, que pode rapidamente diluir e contaminar o óleo do motor.
TEOR DE ENXOFRE DO COMBUSTÍVEL
Combustíveis com alto teor de enxofre causam a deterioração rápida dos óleos lubrificantes, que protegem e
resfriam as peças dos motores, levando à necessidade de trocas de óleo mais frequentes. Os fabricantes de
motores diesel fornecem recomendações para o teor de enxofre permitido no combustível e os intervalos
normais de troca de óleo nos manuais do operador e nos manuais de serviço. Esses intervalos podem variar
de duração, dependendo da operação do motor e da qualidade do combustível e do lubrificante. O intervalo
adequado para troca de óleo, para uma aplicação específica, pode ser estabelecido pelas recomendações
de um programa contínuo de análise de óleo, fornecido pelo fabricante. Como o programa de análise de óleo
indica a condição do motor diesel, ele não deve ser usado para estender os intervalos de troca de óleo. O
óleo deve ser trocado se houver qualquer contaminação nas concentrações acima das recomendações do

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fabricante. Se o programa de análise indicar que o combustível é uma fonte de contaminação, sua escolha
deve ser substituída por outra, para permanecer dentro dessas diretrizes.
TEMPERATURA DE OPERAÇÃO E VISCOSIDADE DO COMBUSTÍVEL
O combustível diesel fornece arrefecimento para o sistema de injeção. A temperatura do combustível pode
variar consideravelmente devido à temperatura ambiente, à temperatura do motor e à quantidade de
combustível restante no tanque. Conforme a temperatura do combustível aumenta, a viscosidade do
combustível diminui e, com ela, a capacidade de lubrificação do combustível. Manter as temperaturas
adequadas do combustível, em combinação com a seleção de combustíveis com os índices de viscosidade
recomendados pelo fabricante, garantirá o funcionamento adequado do sistema de injeção. Alguns sistemas
possuem um sistema de resfriamento de combustível externo.
DESTILAÇÃO
O ponto de ebulição é muito importante para se considerar a qualidade do combustível diesel. Muitas
especificações contêm uma listagem parcial dos resultados do teste de destilação (ou seja, Temperatura da
Destilação a 90%, etc.). Muitos combustíveis diesel são misturas de produtos que contêm constituintes com
pontos de ebulição muito diferentes da maioria da composição do combustível. O ponto de ebulição total
conforme recomendado pelo fabricante do motor diesel no manual do operador ou no manual de serviço
deve ser seguido de perto.
PONTO DE EBULIÇÃO
O combustível pode ser queimado em um motor diesel somente após ter sido completamente vaporizado. A
temperatura em que o combustível está completamente vaporizado é descrita como temperatura de ponto
final. Essa temperatura deve ser baixa o suficiente para permitir a vaporização completa nas temperaturas
da câmara de combustão. A temperatura da câmara de combustão depende da temperatura ambiente, da
rotação do motor e da carga. Pouca vaporização tende a ocorrer durante tempos severamente frios,
ociosidade prolongada e operação leve. Os motores diesel que operam nessas condições devem usar
combustíveis com temperaturas mais baixas de ponto final para a destilação.
OUTROS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
Há muitos outros itens para considerar na seleção do combustível, que estão listadas na maioria dos
requisitos dos fabricantes de motores diesel. Isso inclui:
Água e sedimentos: A quantidade de água e detritos sólidos no combustível geralmente é classificada
como água e sedimento. É uma boa prática filtrar o combustível enquanto ele está sendo colocado no
tanque.
Há mais condensação de vapor de água em tanques parcialmente cheios, devido ao respiro causado pelas
mudanças de temperatura. Filtros, telas na bomba de combustível e conexões de entrada de combustível
nos injetores devem ser limpos ou substituídos sempre que ficarem sujos. Essas telas e filtros, executando
suas funções pretendidas, entupirão com o uso de combustível ruim ou sujo e será necessário trocá-los com
maior frequência.
Densidade: A gravidade é um indicativo do conteúdo de energia de alta densidade do combustível.
Combustíveis com alta densidade (baixa gravidade API) contém mais BTUs por litro do que combustíveis
com baixa densidade (gravidade API mais alta).
Resíduos de carbono: A tendência de um combustível diesel formar resíduos de carbono em um motor
pode ser estimada ao determinar o resíduo de carbono Ramsbottom ou Conradson do combustível após 90
por cento do mesmo ter sido vaporizado.
Ponto de névoa: O ponto de névoa do combustível é a temperatura em que cristais de parafina começam a
aparecer. Os cristais podem ser detectados pela névoa do combustível. Esses cristais podem causar a
obstrução dos filtros.
Cinzas: A pequena quantidade de material metálico não combustível encontrado em quase todos os
produtos derivados do petróleo é normalmente chamada de cinzas.
Número ácido: Usar combustíveis com números de acidez mais altos pode levar a níveis de desgaste
maiores do que o desejado.

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COMBUSTÍVEIS DE EMERGÊNCIA
A maioria dos fabricantes fornecem especificações e tolerâncias para o combustível que deve ser usado em
uma situação de emergência em que o combustível recomendado não estiver disponível. O uso desses
combustíveis pode ter efeitos adversos no desempenho e na durabilidade do motor diesel. Eles devem ser
usados por curtos períodos de tempo quando nenhum outro combustível estiver disponível. Consulte os
manuais do fabricante do motor diesel, os boletins de serviço técnico, os distribuidores autorizados e o
fornecedor de combustível para obter informações sobre os combustíveis de emergência.
MISTURA DE COMBUSTÍVEIS

Consulte os manuais e boletins técnicos do fabricante do motor diesel e consulte o distribuidor


autorizado e o seu fornecedor de combustível antes de misturar qualquer combustível para uso na
máquina.
Três práticas comuns de mistura de combustíveis são:
A primeira é a mistura de combustíveis mais pesados com combustíveis mais leves para diminuir o
conteúdo de cera, o ponto de névoa e o ponto de solidificação, e assim melhorar a operação em tempo frio.
A segunda é a mistura de óleo lubrificante NOVO do motor com o combustível para aumentar a viscosidade.
A terceira é a mistura de óleo lubrificante USADO do motor para reduzir os custos do combustível e ajudar a
descartar o óleo usado do motor diesel.

Alguns fabricantes especificamente NÃO recomendam misturar óleos lubrificantes USADOS com
combustível diesel e outros têm especificações para a permissão. Consulte os manuais e boletins
técnicos do fabricante do motor diesel ou consulte os distribuidores autorizados antes de misturar
óleo lubrificante usado com combustível diesel para uso na máquina.

NUNCA misture gasolina, álcool (etanol ou metanol), ou mistura de ambos, com combustível diesel.
Essa prática cria um risco extremo de incêndios e, sob certas condições, risco de explosão.
PROBLEMAS COM COMBUSTÍVEIS NO INVERNO
Os dois maiores problemas com combustíveis no inverno, enfrentados por donos e operadores de
equipamentos movidos a diesel, são a cera e o gelo. Não há uma solução para esses problemas que seja a
ideal em todas as situações. As seguintes informações sobre diagnóstico de falhas devem ajudar nesses
problemas.
PERDA DE POTÊNCIA DO MOTOR DIESEL
Determinar se uma situação de baixa potência se deve a um problema de entupimento de filtro de
combustível é consideravelmente simples. Substitua o filtro de combustível por um novo. Caso isso permita
que a máquina opere normalmente, mesmo que por um breve período de tempo, então obviamente algo no
combustível está entupindo o filtro e causando o problema.
Uma maneira simples de determinar se o entupimento do filtro é causado por cera ou gelo é levar o filtro
entupido a uma oficina aquecida, drenar o combustível líquido, colocar o filtro na posição invertida (com a
boca para baixo) sobre um pedaço de papel ou uma vasilha rasa e deixar o filtro aquecer à temperatura
ambiente. Se o problema for gelo, ele derreterá para fora do filtro e a água no papel ou na vasilha será óbvia.
A maioria da cera de petróleo não derrete na temperatura da oficina. Para acelerar o processo, o filtro pode
ser aberto e espalhado. Assim que a causa do problema tiver sido determinada, uma solução lógica pode ser
escolhida.
CERA NO COMBUSTÍVEL (PONTO DE NÉVOA)
Todo combustível diesel contém cera de parafina. Essa parafina ocorre naturalmente no óleo bruto de onde
o combustível diesel é destilado. O conteúdo de cera do combustível diesel varia de acordo com o óleo bruto
do qual foi produzido e com o seu processamento. Devido à forte relação entre a temperatura e a

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solubilidade da cera, a separação da cera é um problema no manuseio e no uso do óleo diesel durante o
tempo frio.
Conforme o combustível esfria, chega-se a uma temperatura em que o combustível se torna saturado com
cera e qualquer esfriamento maior fará com que a cera se separe da solução. A temperatura em que a
solução fica saturada é o ponto de névoa. Se o combustível é esfriado abaixo do ponto de névoa, ele se
torna espesso demais para fluir. Essa temperatura é o Ponto de Solidificação. No Ponto de Solidificação, a
maioria do combustível ainda está líquida, mas está muito espessa ou viscosa e presa em uma rede de
cristais de cera, semelhante a uma colmeia de abelhas.
A cera no combustível se depositará em qualquer restrição ou dobra aguda no sistema de tubulação do
combustível. Se ocorrer falta de combustível durante uma operação em tempo frio e o problema não
aparentar ser os filtros de combustível entupidos, procure por entupimento nas telas do tanque, nas curvas
da tubulação do combustível, nas conexões, etc.
CONTAMINAÇÃO COM ÁGUA
Água livre (não dissolvida) no combustível pode congelar a baixas temperaturas e os cristais de gelo
resultantes podem entupir os filtros gerando falta de combustível.
A água pode entrar no sistema de combustível de um motor a diesel de duas maneiras:
1. Pode haver água no tanque de estocagem e ser inserida no abastecimento do tanque de combustível da
máquina. Deve-se tomar cuidado para manter os tanques de estocagem de combustível livres de
condensação.
2. A água ou a umidade no ar acima do combustível pode condensar nas paredes do tanque de
combustível. A condensação no tanque de combustível da máquina ocorre quando o ar no tanque
resfria, durante um período de desligamento da máquina.

Consulte ESTOCAGEM DE COMBUSTÍVEL e ADITIVOS DE COMBUSTÍVEL, localizados nesta seção,


para obter informações IMPORTANTES sobre a estocagem e os aditivos de combustível adequados
relacionados à contaminação com água.
MOTOR DIESEL EM MARCHA LENTA
Evite deixar o motor diesel em marcha lenta sem necessidade. Durante longos períodos em marcha
lenta (10 minutos ou mais), a temperatura do refrigerante do motor cairá abaixo da faixa operacional normal.
A combustão incompleta do combustível em um motor diesel frio causará a diluição no cárter, formação de
laca ou depósitos grudentos nas válvulas, pistões e anéis, e um acúmulo rápido de lodo no motor.
ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL

A estocagem adequada de combustível é extremamente importante. Muitas dificuldades do motor


diesel podem ser relacionadas a combustível contaminado ou combustível que ficou estocado por
tempo excessivo.
CONTAMINAÇÃO COM ÁGUA
O combustível diesel oxida na presença de ar e de água. A oxidação do combustível pode resultar na
formação de gomas e sedimentos indesejáveis. Tais resíduos indesejáveis podem causar o entupimento dos
filtros, a formação de depósitos de resíduos na câmara de combustão e o emperramento ou a lacagem dos
componentes do sistema de injeção que resultam em emperramento ou desgaste.
MANUTENÇÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO
Os tanques de armazenamento e o combustível armazenado devem ser inspecionados regularmente em
busca de sujeira, água, crostas, lodo e outros materiais estranhos, e devem ser limpos, caso necessário.
Drene e lave os tanques de estocagem periodicamente. A água irá condensar em tanques parcialmente
cheios.

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Os tanques de armazenamento devem ser testados com frequência com pasta detectora de água
(normalmente obtida com fornecedores de combustível) para ter certeza de que estão secos. Se for
detectada água, ela deve ser bombeada para fora e o restante deve ser tratado com álcool
isopropílico anídrico ou metoxietanol para evitar o congelamento. É IMPORTANTE consultar os
manuais do fabricante do motor diesel, os boletins técnicos ou consultar os distribuidores
autorizados para determinar a abordagem correta antes do tratamento do combustível com esses
aditivos.
CONSTRUÇÃO DO TANQUE DE ESTOCAGEM
Tanques de estocagem de diesel podem ser construídos com alumínio, monel (liga de níquel-cobre), aço
inoxidável, ferro fundido, aço soldado ou plástico reforçado (não reativo). Os tanques de estocagem devem
ter saídas para drenar a água que se acomoda no fundo.

Tanques de aço galvanizado NUNCA devem ser usados para armazenamento, pois o combustível
reage quimicamente com o revestimento de zinco, formando flocos que podem entupir rapidamente a
tela de combustível, o filtro e danificar a bomba de combustível e os injetores.

Se manter a água fora dos tanques de estocagem for um problema persistente, um secador
(separador de água/combustível) deverá ser instalado no sistema de saída da carga de combustível.
CONTAMINAÇÃO DO COMBUSTÍVEL POR MICRORGANISMOS
A contaminação do combustível por microrganismos ocorre principalmente em instalações de
armazenamento. Normalmente ela é passada ao sistema de combustível das máquinas durante o processo
de abastecimento. Esses microrganismos, principalmente bactérias e fungos, existem quase
inofensivamente em combustíveis sem mistura, passando pelos sistemas de combustível sem causar
problemas. No entanto, na presença de água, esses microrganismos começam a crescer e se reproduzirem.
A taxa de crescimento depende de quão bem o ambiente atende às necessidades específicas de um
organismo. Um tanque de combustível mantido de forma inadequada em uma máquina é o local ideal para
esses microrganismos se desenvolverem.
A contaminação de um sistema de combustível por microrganismos pode causar sérios problemas.
O primeiro e normalmente o mais óbvio é o entupimento do filtro de combustível com limo preto-esverdeado
ou marrom, frequentemente acompanhado de um odor desagradável. Essa colônia limosa, em forma de
linha também pode entupir dobras agudas na tubulação de combustível, medidores de combustível e outras
restrições.
O segundo problema que esses microrganismos causam é a corrosão devido a produtos ácidos que eles
geram.
O terceiro problema é que, se os microrganismos passarem através do filtro de combustível, causarão
danos à bomba e aos injetores de combustível.
A melhor maneira de se verificar a presença de contaminação por microrganismos é usar, com uma
certa frequência, o kit de teste, disponível comercialmente. Esses kits de teste podem detectar
microrganismos antes que haja alguma evidência de problema.

Há muitos aditivos microbicidas disponíveis comercialmente e é IMPORTANTE consultar os manuais


e boletins técnicos do fabricante e consultar distribuidores autorizados e seu fornecedor de
combustível antes de tratar o combustível contra a contaminação por microrganismos.

Deve-se evitar o contato físico com microrganismos ou fungos de um tanque de combustível.


Quando um tanque de combustível estiver contaminado e for necessário fazer uma limpeza, os
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funcionários devem estar protegidos por aparelhos respiratórios. O problema mais comum associado
à exposição a esses microrganismos é a dermatite, que pode ser muito séria. Qualquer pele exposta
deve ser lavada completamente com água morna e sabão. Evite comer, beber e fumar enquanto
trabalha com tanques contaminados. Qualquer ingestão de microrganismos ou exposição a peles
com ferimentos deve ser considerada séria. É recomendável que, caso isso aconteça, o funcionário
seja levado a um médico junto com uma amostra dos microrganismos.

NUNCA coloque os contaminantes removidos em sistemas de esgoto, pois os microrganismos


podem matar bactérias usadas no tratamento de esgoto. NUNCA coloque esses contaminantes em
bueiros ou cursos de água na superfície, pois podem matar peixes e outros animais aquáticos.
ADITIVOS DE COMBUSTÍVEL
Deve-se ter muito cuidado na escolha e no uso de aditivos. Alguns aditivos de combustível podem
ser prejudiciais ao motor diesel. A maioria dos aditivos de combustível legítimos executam somente uma
função. Aditivos de combustível multifuncionais são misturas de diversos aditivos. Todos os aditivos
funcionam diferentemente em combustíveis diferentes; assim sendo, o aditivo usado deve ser aquele para o
qual o combustível irá responder favoravelmente.

Não há aditivos conhecidos que possam aumentar a potência ou melhorar a eficiência de um motor
diesel adequadamente mantido.

Aditivos de combustível NÃO devem ser usados a não ser que tenha sido especificamente
recomendado pelo fabricante do motor diesel.
Alguns aditivos de combustível fornecem benefícios temporários, mas não substituem as boas práticas de
manuseio de combustível. Tais aditivos são úteis quando há a suspeita de contaminação com água ou por
microrganismos:
Álcool isopropílico e metoxietanol são utilizados para o tratamento da contaminação com água e a
prevenção da formação de cristais de gelo. Consulte as diretrizes do fabricante do motor diesel para saber a
quantidade a ser misturada com o combustível. Consulte "ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL", nesta
seção, para obter informações adicionais sobre o uso desses aditivos.
Aditivos microbicidas - para o tratamento do crescimento de microrganismos ou de "limo" preto. Siga as
instruções do fabricante para o tratamento. Consulte "CONTAMINAÇÃO DO COMBUSTÍVEL POR
MICRORGANISMOS", nesta seção, para obter informações adicionais sobre o uso de aditivos microbicidas.

NUNCA misture gasolina, álcool (etanol ou metanol), ou mistura de ambos, com combustível diesel.
Essa prática cria um risco extremo de incêndios e, sob certas condições, risco de explosão.

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Consulte MISTURA DE COMBUSTÍVEIS, nesta seção, para obter informações adicionais e precauções
em relação à mistura do combustível diesel.

NUNCA espirre éter na entrada de ar do sistema de filtragem da LeTourneau ™ (sistema KLENZ)


como auxílio para a partida do motor. Podem ocorrer danos a componentes ou ferimentos pessoais.
O uso de éter NÃO é recomendado pela LeTourneau como auxilio de partida do motor diesel.

SEGURANÇA EM OPERAÇÕES DE ABASTECIMENTO


Estas diretrizes devem ser seguidas no abastecimento de combustível rotineiro da máquina para garantir
operações seguras:
Vazamentos e derramamentos de combustível apresentam risco de incêndios. Devem ser observados e
relatados durante as inspeções de rotina. Se um vazamento ou derramamento for descoberto, corrija o
problema e limpe a área afetada antes de operar a máquina.

a. NUNCA fume ao verificar o nível de combustível ou durante o reabastecimento. Luzes de


emergência sem proteção, chamas ou dispositivos que produzam faíscas devem ser mantidos a uma
distância segura durante o abastecimento.
b. NUNCA use uma chama aberta para verificar o nível de combustível ou um vazamento na máquina.
Use uma fonte de luz que não gere faíscas.
c. SEMPRE desligue o motor diesel enquanto estiver abastecendo a máquina.
d. A instalação de abastecimento de combustível deve ser um local bem ventilado e bem iluminado.

e. Conheça o local e a operação do extintor de incêndios mais próximo à instalação de abastecimento.

1. BOCAL DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL (PADRÃO)


2. SISTEMA DE SERVIÇO CENTRAL (OPCIONAL)

FIGURA 2. LOCAL TÍPICO DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL

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(LADO ESQUERDO DO CHASSI TRASEIRO)


FIGURA 3. CENTRAL DE ABASTECIMENTO TÍPICA (OPCIONAL)

ABASTECIMENTO DA MÁQUINA
A máquina possui um bocal de abastecimento de combustível no lado esquerdo do chassi traseiro. Um
sistema central de abastecimento opcional está disponível, oferecendo um engate rápido para o
abastecimento de combustível na máquina. A central de abastecimento também está localizada no lado
esquerdo do chassi traseiro.

Caso esteja contaminado com sujeira ou com água, o melhor combustível pode danificar um motor
diesel. Consulte “ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL”, nesta seção, para obter informações
adicionais sobre a contaminação do combustível diesel.
f. O abastecimento de combustível nunca deverá ocorrer em um local em que poeira, sujeira ou água
poderão entrar no tanque de combustível aberto.
g. Poeira, sujeira e água deverão ser retiradas do tanque de combustível e da tampa do combustível da
máquina antes da abertura.
h. O tanque de combustível da máquina deverá ser drenado periodicamente para eliminar a água que
se condensa no tanque e acumula no fundo.

A máquina deverá ser reabastecida após cada turno para evitar que a condensação se acumule no
tanque e contamine o combustível.

Não encha o tanque até o topo. O combustível expande ao aquecer e pode haver transbordamento.
Isso representa um risco potencial de incêndios.
FILTROS DE COMBUSTÍVEL E PROCESSADOR DE COMBUSTÍVEL
É essencial substituir os filtros de combustível de acordo com as recomendações do fabricante do motor
diesel destacadas no manual do proprietário do motor. A localização dos filtros de combustível varia de
acordo com o fabricante do motor diesel. O manual do proprietário está disponível no site do fabricante do
motor diesel.
Máquinas com motores Detroit Diesel (MTU) podem opcionalmente ser equipadas com um sistema de
filtro/separador de combustível, que consiste em um processador de combustível permanentemente
instalado e em um filtro rosqueável substituível. A unidade está instalada no lado direito do chassi traseiro na
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maioria das aplicações (consulte a ilustração "PROCESSADOR DE COMBUSTÍVEL - DETROIT DIESEL -


MTU" abaixo). O filtro deverá ser substituído a cada 500 horas de operação. As instruções para substituição
do filtro estão incluídas nas informações de produto do fabricante.

1. FILTROS DE COMBUSTÍVEL SECUNDÁRIOS


2. FILTROS DE ÓLEO
3. FILTRO DE COMBUSTÍVEL PRIMÁRIO

FIGURA 4. PROCESSADORES DE COMBUSTÍVEL TÍPICOS (1 DE 3)

1. FILTRO ROSQUEÁVEL SOMENTE MOTORES DETROIT (MTU)


2. PROCESSADOR TIER II
(INSTALADOS NO LADO DIREITO DO RADIADOR)
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(INSTALAÇÃO TÍPICA - OPCIONAL)
FIGURA 5. PROCESSADORES DE COMBUSTÍVEL TÍPICOS (2 DE 3)

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ALGUNS MODELOS POSSUEM PROCESSADORES LOCALIZADOS EM UM LADO DA CARREGADEIRA


EM ALGUNS MODELOS POSSUEM PROCESSADORES EM AMBOS OS LADOS.
FIGURA 6. PROCESSADORES DE COMBUSTÍVEL TÍPICOS (3 DE 3)
ARREFECEDOR DE COMBUSTÍVEL - SOMENTE MOTORES CUMMINS
Máquinas equipadas com motores Cummins possuem um arrefecedor de combustível que resfria o
combustível devolvido ao tanque de combustível. O arrefecedor é instalado atrás do radiador do motor
(consulte a ilustração "ARREFECEDOR DE COMBUSTÍVEL – SOMENTE MOTORES CUMMINS"). Quando
o nível de viscosidade do combustível indica a necessidade de resfriamento, o combustível é conduzido
através do resfriador por uma válvula de retenção de 4 psi e, em seguida, para o tanque de combustível.
Verifique o arrefecedor de combustível frequentemente em busca de acúmulo de poeira e de sujeira. Limpe
com um lavador de alta pressão ou com limpeza a vapor, conforme necessário.

FIGURA 7. ARREFECEDOR DE COMBUSTÍVEL – SOMENTE MOTORES CUMMINS

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VÁLVULA DE RETENÇÃO DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL


A máquina está equipada com uma válvula de retenção da linha de combustível localizada no tanque de
combustível, na parte traseira direita da máquina. As máquinas equipadas com motor Detroit Diesel (MTU)
possuem uma válvula de retenção e as equipadas com motor Cummins possuem duas válvulas de retenção.
A cada 1.000 horas de operação, remova, inspecione e limpe a(s) válvula(s), se necessário.

A) LINHA DE RETORNO DE COMBUSTÍVEL B) TANQUE DE COMBUSTÍVEL C) SOMENTE A


APLICAÇÃO CUMMINS POSSUI DUAS NESSA LOCALIZAÇÃO D) A APLICAÇÃO DETROIT POSSUI UMA
NESSA LOCALIZAÇÃO E) CAIXA DAS BATERIAS F) TRASEIRA DIREITA DA CARREGADEIRA G)
MOSTRADO COM OS ITENS 7 E 8 H) USE OS ITENS 7 E 8 COM CONEXÕES DO TANQUE DE 1,0
POLEGADA, USE OS ITENS 9 E 10 COM CONEXÕES DO TANQUE DE 1,5 POLEGADA
1. VÁLVULA DE RETENÇÃO DE COMBUSTÍVEL 4. MOLA DE COMPRESSÃO
2. ARRUELA LISA 5. BUCHA DO TUBO
3. ARRUELA LISA 6. NIPLE DO TUBO
4. SUCÇÃO DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL 7. TUBO VERMELHO
5. ANEL-O 8. NIPLE DO TUBO HIDRÁULICO

FIGURA 8. INSTALAÇÃO DO KIT DA VÁLVULA DE RETENÇÃO DE COMBUSTÍVEL NOS MODELOS


L/D-950

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1 CONJUNTO DA TAMPA DE 19 PARAFUSO 35 RESPIRO


ACESSO AO TANQUE DE 20 SEPARADOR DO FILTRO DE 36 KIT DO CONJUNTO DA
COMBUSTÍVEL COMBUSTÍVEL TAMPA DE COMBUSTÍVEL
2 GRAMPO DA TAMPA 21 PARAFUSO 37 CONJUNTO DA TAMPA DE
3 ANEL-O 22 ARRUELA DE PRESSÃO COMBUSTÍVEL
4 TAMPA 23 ARRUELA LISA 38 TRAVA DO BOCAL DE
5 PARAFUSO 24 SENSOR DO NÍVEL DE ABASTECIMENTO
6 BUJÃO COMBUSTÍVEL 39 CONTRAPORCA
7 ADAPTADOR 25 PARAFUSO 40 ARRUELA LISA
8 MANGUEIRA 26 ARRUELA LISA 41 PARAFUSO
9 REDUTOR 27 ESTRUTURA DO MANÔMETRO, 42 ESTRUTURA DO BOCAL DE
10 NIPLE - 1" COMBUSTÍVEL ABASTECIMENTO DE
11 VÁLVULA DE RETENÇÃO 28 JUNTA DO MANÔMETRO DE COMBUSTÍVEL
12 JOELHO COMBUSTÍVEL 43 JUNTA DO BOCAL DE
13 MANGUEIRA 29 ADAPTADOR ABASTECIMENTO DO
14 JOELHO 30 ADAPTADOR COMBUSTÍVEL
15 LUVA DE 1" 31 JOELHO 44 ARRUELA DE PRESSÃO
16 NIPLE 32 MANGUEIRA, #16 X 40" 45 PARAFUSO
17 REDUTOR 33 MANGUEIRA DO RESPIRO 46 PARAFUSO
18 SUPORTE DE MONTAGEM DO 34 ABRAÇADEIRA DE METAL 47 ESTRUTURA DO CHASSI
FILTRO DE COMBUSTÍVEL TRASEIRO
FIGURA 9. INSTALAÇÃO TÍPICA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L/D-950/L-1150
(DETROIT DIESEL/MTU)
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FIGURA 10. LAYOUT TÍPICO DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L/D-950/L-1150 (CUMMINS)

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MÁQUINAS SÉRIE 50 MOTOR DIESEL

FIGURA 11. CONEXÕES TÍPICAS DAS MANGUEIRAS DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L/D-950/L-1150 (DETROIT DIESEL/MTU)

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1 CONJUNTO DO FILTRO 13 BUJÃO 26 PARAFUSO


2 FILTRO DE COMBUSTÍVEL 14 PARAFUSO 27 ARRUELA DE PRESSÃO
3 PLACA DE SUPORTE 15 TAMPA 28 RESPIRO
4 MANGUEIRA 16 ANEL-O 29 ABRAÇADEIRA
5 MANGUEIRA 17 GRAMPO DA TAMPA 30 MANGUEIRA
6 MANGUEIRA 18 SENSOR DO NÍVEL DE COMBUSTÍVEL 31 JOELHO
7 MANGUEIRA 19 PARAFUSO 32 BUJÃO
8 JOELHO 20 ARRUELA LISA 33 VÁLVULA DE RETENÇÃO
9 SUPORTE DO FILTRO 21 ESTRUTURA DE SUPORTE 34 JOELHO
10 FILTRO DE COMBUSTÍVEL 22 JUNTA
11 JOELHO 24 BOCAL DE ABASTECIMENTO
12 CONJUNTO DA TAMPA 25 JUNTA
FIGURA 12. INSTALAÇÃO TÍPICA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DO MODELO L-1350 (MOTOR DIESEL DETROIT)
O TANQUE DE COMBUSTÍVEL É UMA PARTE INTEGRANTE DO CHASSI TRASEIRO DA CARREGADEIRA MODELO L-1350

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1) MANGUEIRA 2) CONEXÃO HIDRÁULICA 3) CONEXÃO HIDRÁULICA 4) MANGUEIRA 5) CONEXÃO HIDRÁULICA 6) CONEXÃO HIDRÁULICA
7 KIT DA VÁLVULA DE RETENÇÃO DE COMBUSTÍVEL 9) ARREFECEDOR DE COMBUSTÍVEL 10) SUPORTE DO ARREFECEDOR DE ÓLEO 11)
PARAFUSO SEXTAVADO 12) ARRUELA LISA
13) ARRUELA DE PRESSÃO 14) PORCA SEXTAVADA 15) MANGUEIRA 16) CONEXÃO HIDRÁULICA 17) BARRA DE MONTAGEM DO
ARREFECEDOR DE ÓLEO
FIGURA 13. INSTALAÇÃO TÍPICA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DO MODELO L-1350 (CUMMINS)
O TANQUE DE COMBUSTÍVEL É UMA PARTE INTEGRANTE DO CHASSI TRASEIRO DA CARREGADEIRA MODELO L-1350
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1 CONJUNTO DO FILTRO, DAVCO 16 CONJUNTO DA TAMPA, 26 BUCHA


2 FILTRO, COMBUSTÍVEL COMBUSTÍVEL 27 BARRA ESPAÇADORA, SUPORTE
3 PLACA DE SUPORTE, CONJUNTO 17 ESTRUTURA DO BOCAL DE DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL
DO FILTRO ABASTECIMENTO, TANQUE DE 28 ARRUELA DE PRESSÃO
4 MANGUEIRA COMBUSTÍVEL 29 PARAFUSO
5 MANGUEIRA 18 JUNTA, BOCAL DE 30 NIPLE, TUBO
6 MANGUEIRA ABASTECIMENTO 31 KIT DA VÁLVULA DE RETENÇÃO
7 MANGUEIRA 19 ARRUELA DE PRESSÃO DE COMBUSTÍVEL
8 JOELHO - GIRATÓRIO 20 PARAFUSO 32 ADAPTADOR
9 SUPORTE DO FILTRO 21 CONJUNTO DO RESPIRO 33 CONJUNTO DA TAMPA, ACESSO -
10 FILTRO, COMBUSTÍVEL 22 ABRAÇADEIRA DE METAL TANQUE DE COMBUSTÍVEL
11 JOELHO - GIRATÓRIO 23 MANGUEIRA (MANGOTE) 34 ESTRUTURA DA ABRAÇADEIRA
12 PARAFUSO 24 ESTRUTURA DO TANQUE DE 35 ANEL EM "O"
13 ARRUELA DE PRESSÃO COMBUSTÍVEL 36 TAMPA
14 SENSOR, NÍVEL DE COMBUSTÍVEL 25 JOELHO 37 PARAFUSO
15 JUNTA, SENSOR DE 38 BUJÃO SEXTAVADO
COMBUSTÍVEL
FIGURA 14. LAYOUT TÍPICO DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L-1850/L-2350
(DETROIT DIESEL/MTU)
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FIGURA 15. INSTALAÇÃO TÍPICA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DOS MODELOS L-1850/L-2350 (CUMMINS)

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SISTEMA DE ARREFECIMENTO

Além dessas instruções gerais, é ESSENCIAL consultar as recomendações dos fabricantes do


radiador e do motor diesel com relação à manutenção adequada do sistema de arrefecimento e a
quaisquer instruções especiais fornecidas nos manuais do operador ou nos manuais de serviço.
SEGURANÇA NA MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO
As seguintes diretrizes deverão ser seguidas para garantir a segurança ao realizar operações de
manutenção ou de reparo em sistemas de arrefecimento:

Bloqueie a função de partida da máquina com a Chave de Isolamento da Bateria ou a Chave de


Isolamento do Motor de Partida, conforme for adequado. Coloque um aviso de NÃO OPERAR nos
controles da máquina antes de realizar QUALQUER operação de manutenção ou de reparo.
Ferimentos sérios ou morte podem ocorrer se a máquina for ligada ou movimentada enquanto
operações de manutenção ou reparo são conduzidas.
a. Utilize capacete, óculos de segurança e outros equipamentos de proteção individual conforme exigido
pelas condições do trabalho.

Tenha cuidado ao trabalhar sobre ou ao redor de sistemas de arrefecimento quentes. Os sistemas de


arrefecimento a líquido acumulam pressão à medida que o motor diesel aquece. Antes de remover a tampa
do radiador, pare o motor diesel e deixe o sistema esfriar. Remova a tampa do radiador ou a tampa do
tanque de expansão somente após o resfriamento do refrigerante.

1) MOSTRADO NA POSIÇÃO
ABERTA
2) FECHAR
(LOCALIZADA NO TOPO DO CHASSI TRASEIRO)

FIGURA 16. VÁLVULA ESFERA DE ALÍVIO DO TANQUE DE EXPANSÃO

Gire a válvula esfera para liberar a pressão antes de remover a tampa do tanque de expansão.
b. Refrigerante e componentes quentes podem causar ferimentos pessoais. Não deixe que refrigerante ou
componentes quentes entrem em contato com a pele.
c. Certifique-se de que todos os dispositivos e tampas de proteção estejam em seus lugares e bem fixados.

d. NÃO trabalhe na máquina com o motor diesel em operação, a menos que haja instruções em contrário
no manual do operador ou no manual de serviço do fabricante, para reparos ou manutenção específicos
que precisem ser concluídos.

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DIAGNÓSTICO DE FALHA
SISTEMA DE ARREFECIMENTO
O superaquecimento é o problema mais comum em sistemas de arrefecimento e pode ser evitado
com manutenção adequada. As causas mais comuns de superaquecimento são sistemas obstruídos, nível
baixo de refrigerante e bombas d'água e termostatos defeituosos.
O efeito mais sério do superaquecimento é a interrupção da lubrificação do motor diesel. O
superaquecimento do motor diesel causa queda acelerada das propriedades lubrificantes do óleo e causa a
formação de verniz. O empenamento e a trinca dos principais componentes do motor diesel, como
cabeçote(s) do(s) cilindro(s) e o bloco, são comuns em motores superaquecidos e isto é piorado quando
seguido de resfriamento rápido.
CORROSÃO
A restrição do fluxo de refrigerante como resultado da obstrução do radiador com ferrugem e crostas é a
causa mais comum de superaquecimento. Esse problema pode ser evitado com proteção contra ferrugem e
limpeza quando necessários.
Conforme há formação de ferrugem e crostas nas paredes das galerias do motor diesel e em outras partes
de metal, ocorre desprendimento e acúmulo nas passagens dentro das galerias e nos tubos do radiador. Isso
interrompe a transferência de calor e o resultado é o superaquecimento do motor diesel. O
superaquecimento contínuo causa a formação de mais ferrugem no sistema, resultando eventualmente na
total obstrução do radiador.
Ferrugem, crostas e graxa podem ser removidas com uso de limpadores de dupla ação, que não danificarão
o sistema se usados de acordo com as instruções. Caso ferrugem e graxa não sejam completamente
neutralizadas e enxaguadas, poderão destruir os inibidores de corrosão nos próximos abastecimentos com
soluções anticongelantes e antiferrugem.

NÃO use limpadores cáusticos em radiadores de alumínio, pois as superfícies de transferência de


calor serão danificadas. ASSEGURE-SE de verificar se qualquer solução para limpeza usada tenha
sido aprovada tanto pelo fabricante do motor diesel quanto pelo fabricante do radiador.
O sistema inteiro deverá ser drenado ao menos uma vez por ano. Caso o refrigerante esteja com uma
aparência cor de ferrugem, deve-se usar uma solução de limpeza de sistema de arrefecimento. Caso não
seja observado um acúmulo de ferrugem, use uma solução de enxágue de radiador ou água pura para
enxaguar o sistema inteiro, incluindo o bloco. Os inibidores de corrosão não limparão a ferrugem e as crostas
já formadas. Reabasteça com uma solução anticongelante contendo inibidores de ferrugem suficiente para
proteger o sistema nas temperaturas mais frias esperadas.

O manuseio e o descarte de refrigerante usado poderá estar sujeito a leis e regulamentações


federais, estaduais e locais. Use instalações autorizadas de descarte de rejeitos para descartar o
refrigerante usado. NÃO descarregue em sistemas de esgoto municipais ou cursos d'água.
REFRIGERANTES, ANTICONGELANTES E INIBIDORES DE FERRUGEM
Os minerais contidos na água da maioria dos sistemas de tratamentos municipais não são desejáveis em
sistemas de arrefecimento do motor diesel. Recomenda-se água destilada, mas esta ainda causará ferrugem
sem um inibidor de ferrugem.
A maioria dos radiadores possuem um tanque de expansão integrado e podem ser abastecidos até a parte
inferior do bocal de abastecimento. Consulte os manuais dos fabricantes do motor diesel e do radiador para
recomendações de capacidade e de abastecimento. Um visor de líquido é fornecido com o tanque de
expansão para monitorar o nível de refrigerante.
O uso de um anticongelante baseado em baixo silicato de etilenoglicol é recomendado, pois a maioria dos
motores a diesel desenvolvem temperaturas que ultrapassam o ponto de ebulição do álcool. O inibidor de
ferrugem deverá ser adicionado caso o anticongelante já não o contenha.

Um refratômetro DEVERÁ ser usado para medir com precisão o ponto de congelamento do
refrigerante. NÃO use um densímetro esférico. Densímetros esféricos flutuantes fornecem leituras
incorretas.
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É ESSENCIAL usar somente a quantidade de anticongelante necessária para proteger o sistema das
temperaturas mais baixas esperadas, pois uma mistura anticongelante com base de etilenoglicol
muito forte pode, na verdade, reduzir a proteção contra o congelamento. O conteúdo ou a mistura
anticongelante puro, não diluído, congelará a -10ºF (-23ºC). Acima de 70% de conteúdo ou mistura
anticongelante, o ponto de congelamento muda para o ponto da água pura.

NUNCA ponha água quente em um motor frio ou água fria em um motor diesel quente. Isso pode
trincar o cabeçote ou o bloco.
Repare os vazamentos do radiador e dos outros pontos do sistema de arrefecimento antes de adicionar
refrigerante anticongelante.

NÃO use soluções de vedação de radiador, para reparar pequenos vazamentos, sem antes confirmar
se são aprovadas pelos fabricantes do motor diesel e do radiador para uso nesse sistema. Essas
soluções podem não ser compatíveis com filtros de água e ligas usadas nos componentes do motor
diesel, do radiador e de outras partes. Podem resultar no entupimento do sistema de arrefecimento e
em fluxo inadequado do refrigerante, o que causará superaquecimento.
ADITIVOS DE REFRIGERANTE SUPLEMENTARES (SCA OU DCA)
Motores a diesel de serviço pesado necessitam de um refrigerante para serviço pesado. Um refrigerante de
serviço pesado é definido como a mistura correta de água de boa qualidade, anticongelante de baixo silicato
e aditivos refrigerantes suplementares (SCA ou DCA). Aditivos refrigerantes suplementares (ou equivalentes)
são necessários para proteger o sistema de arrefecimento de entupimento, acúmulo nas soldas e corrosão
em geral. Um filtro para sistema de arrefecimento é necessário para proteger o sistema de arrefecimento de
materiais abrasivos, detritos e aditivos de refrigerante precipitados. Os fabricantes de motores diesel
oferecem instruções detalhadas a respeito do teste, concentrações, mistura, filtros e intervalos de troca
necessários para SCA ou DCA em seus manuais do operador. Alguns filtros contêm SCA ou DCA em um
número unitário especificado pelo fabricante do motor diesel. Esses aditivos se dissolvem completamente no
refrigerante após duas horas de operação. É ESSENCIAL consultar os manuais dos fabricantes de motores
diesel ou distribuidores autorizados e seguir suas instruções.

Uma conexão de engate rápido é fornecida opcionalmente na lateral do cabeçote do cilindro do motor
diesel para coleta de amostras e verificação dos níveis de DCA e SCA (consulte a figura "Error!
Reference source not found." abaixo).

A concentração insuficiente dos aditivos refrigerantes resultarão na corrosão das camisas dos
cilindros e falha no motor diesel.

NÃO use óleos solúveis em sistemas de arrefecimento. O uso de óleos solúveis causará corrosão
dos cilindros, corroerá materiais de bronze e de cobre e danificará as superfícies de transferência de
calor, vedações e mangueiras.

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LOCALIZAÇÃO TÍPICA NO CABEÇOTE DO CILINDRO - MOTOR CUMMINS MOSTRADO


FIGURA 17. CONEXÃO DO ENGATE RÁPIDO PARA AMOSTRAGEM DO REFRIGERANTE DO MOTOR
DIESEL

INSPEÇÃO DO RADIADOR E LIMPEZA EXTERNA


O sistema de arrefecimento inteiro deverá ser verificado antes do início de qualquer operação de
manutenção.
• Procure vazamentos no radiador, na bomba d'água, nas mangueiras, nos pontos de drenagem, no
bloco e no(s) cabeçote(s) do(s) cilindro(s). Preste bastante atenção ao procurar aletas tortas e
tubos com trincas, torções, amassados e junções soltas.
• O exterior do radiador e do radiador de óleo deverão ser inspecionados em busca de acúmulo de
poeira e de sujeira como parte da inspeção diária do operador ao redor da máquina. O radiador e
o radiador de óleo deverão ser limpos com um lavador de alta pressão com água quente, sempre
que necessário. A falha na manutenção do radiador e das serpentinas do radiador de óleo poderá
resultar no superaquecimento do motor diesel e do sistema hidráulico.
• O radiador deverá ser testado sob pressão periodicamente, de acordo com as especificações do
fabricante. Qualquer queda mensurável na pressão pode indicar um vazamento interno ou
externo, que deverá ser totalmente investigado e corrigido.

Apenas técnicos de reparo de radiador experientes deverão efetuar reparos no radiador.


TAMPA DO RADIADOR

NUNCA remova a tampa do radiador quando ele estiver quente. Ferimentos sérios podem resultar da
saída de vapor e de refrigerante quente. Em máquinas que usam tanques de expansão, abra a válvula
esfera para liberar a pressão antes de remover a tampa do tanque de expansão.
A maioria das tampas de radiador possuem uma válvula de pressão para liberar o refrigerante ou o vapor
caso a pressão atinja um determinado ponto e uma válvula de vácuo será aberta para evitar vácuo no
sistema de arrefecimento. A tampa do radiador deverá ser verificada periodicamente com um verificador de
pressão, para garantir que ambas as válvulas sejam abertas devidamente, e nas pressões desejadas pelo
fabricante. Caso qualquer das válvulas apresente problemas, a tampa deverá ser substituída.
VAZAMENTOS E CONTAMINAÇÃO
Há dois tipos de vazamentos, externo e interno. Ambos podem causar superaquecimento no motor diesel e
contaminação no sistema de lubrificação e de arrefecimento, resultando em reparos caros e em máquina
parada. É essencial verificar o nível do refrigerante do radiador e sua aparência durante a inspeção diária do
operador ao redor da máquina. Isso é feito através do visor de líquido no tanque superior do radiador ou do
tanque de expansão, conforme aplicável. A tampa do tanque de expansão não deverá ser removida para
verificação do nível de refrigerante.
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Vazamentos externos: A maioria dos vazamentos no radiador é resultado de falha mecânica nas juntas
soldadas causada pela pressão do sistema de arrefecimento ou pela vibração do motor diesel ou do chassi.
Outras localizações comuns para vazamentos externos são em mangueiras (ou mangotes) e suas conexões,
plugues de expansão ou de "congelamento", juntas e parafusos. Verifique o bloco dos cilindros em busca de
vazamentos antes e depois do aquecimento e enquanto o motor diesel estiver funcionando.

1) TAMPA DO RADIADOR 2) VÁLVULA DE ALÍVIO DE PRESSÃO 3) VISOR DE NÍVEL DE FLUIDO


FIGURA 18. TANQUE DE EXPANSÃO DO RADIADOR (VISUALIZAÇÃO TÍPICA)
Testar o sistema com um testador de pressão é um bom método de localizar um vazamento externo.
Vazamentos internos de refrigerante: Vazamentos internos podem ocorrer por diversos motivos.
Vazamentos internos normalmente ocorrem por conta de cabeçotes de cilindros soltos, junções de luvas
soltas, juntas defeituosas, trincas nas peças fundidas ou mau funcionamento do compartimento do comando
de válvulas. Água ou anticongelante formam sedimento quando misturados com óleo de motor diesel. Isso
causa falha de lubrificação, anéis de pistão e pinos prendendo, válvulas e levantadores de válvulas
prendendo e grandes danos ao motor diesel. Uma aparência leitosa no óleo do cárter indica vazamento
interno de refrigerante.

Sempre que um motor diesel estiver superaquecendo, recomenda-se o teste do sistema de


arrefecimento em busca de vazamentos.
Se um vazamento interno de refrigerante for detectado, o motor diesel terá que ser desmontado e o
vazamento deverá ser reparado devidamente antes de retornar a máquina ao serviço. Caso esteja
substituindo as juntas dos cabeçotes dos cilindros, certifique-se de procurar trincas no cabeçote e no bloco e
de verificar se as superfícies de contato estão ajustadas, limpas e lisas. Siga as especificações de torque do
fabricante e a sequência de aperto dos parafusos dos cabeçotes dos cilindros.
Vazamentos internos de óleo: Também é possível ocorrer contaminação do sistema de arrefecimento por
conta de um vazamento interno de óleo. Uma causa possível dessa contaminação em alguns motores é o
radiador de óleo com trincas em seu interior.

É ESSENCIAL seguir as instruções do fabricante do motor (disponíveis no site do fabricante) a


respeito da lavagem e enxágue do sistema de arrefecimento para eliminar a contaminação resultante
de um vazamento interno de refrigerante ou de óleo.

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TERMOSTATOS
Termostatos inadequados ou com falhas podem fazer com que motores aqueçam muito lentamente ou com
que operem em temperaturas erradas.

SEMPRE use o termostato recomendado pelo fabricante do motor. NUNCA opere um motor sem
proteção do termostato (alguns motores possuem dois ou mais).
Descarte termostatos quebrados, com falhas ou corroídos. Não use termostatos de tipo inferior em sistemas
de arrefecimento de alta pressão.
Para verificar um termostato, introduza-o com um termômetro em um contêiner de água, agitando, enquanto
a água é aquecida gradualmente. O termostato deverá começar a abrir na temperatura gravada nele, com
uma variação de 10° a mais ou a menos, e estar totalmente aberto a 22° acima da temperatura especificada.
Após remover o termostato da água quente, observe sua ação de fechamento.
Ao instalar um termostato, limpe as superfícies da junta e use uma nova junta. Posicione o termostato com o
elemento de expansão virado para o motor (o chassi não deve bloquear o fluxo de água).
MANGUEIRAS (MANGOTES)
Todas as mangueiras (ou mangotes) na máquina deverão ser verificadas(os) a cada 500 horas de operação
em busca de endurecimento, trincas, amolecimentos e inchaços. Caso as mangueiras (ou mangotes)
precisem ser removidas(os), verifique quaisquer tramas de reforço internas em busca de corrosão.
Substitua as mangueiras (ou mangotes) com frequência para certificar-se de que estão sempre flexíveis e
capazes de passar refrigerante sem vazamento e sem soltar pequenas partículas de borracha, que poderiam
obstruir o radiador. Ao instalar, use apenas as melhores conexões de mangueiras (mangotes) e de
revestimentos disponíveis com composto de vedação que não endurece. Prenda bem as abraçadeiras da
mangueira (ou mangote). Um sistema de arrefecimento pressurizado pode eliminar uma mangueira instalada
da maneira incorreta.

1. ABRAÇADEIRA
2. MANGUEIRA
3. TUBULAÇÃO DO
RADIADOR

INSTALAÇÃO TÍPICA DE MANGUEIRA (OU MANGOTE) NA TUBULAÇÃO


DO RADIADOR
FIGURA 19. INSTALAÇÃO DA MANGUEIRA (OU MANGOTE) NA TUBULAÇÃO DO RADIADOR (TÍPICA)

As fotografias na ilustração acima mostram instalações típicas de mangueiras (ou mangotes) na


tubulação do radiador. Essas instalações de mangueiras (ou mangotes) aparecem em múltiplas
localizações. É essencial inspecionar as instalações das mangueiras (ou mangotes) a cada 500 horas
de operação em busca de endurecimento, inchaço, trinca ou amolecimento. Inspecione as
abraçadeiras para certificar-se de que estão presas e posicionadas adequadamente. Uma ilustração
da tubulação do radiador para máquinas específicas é fornecida no CATÁLOGO DE PEÇAS.

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BOMBA D'ÁGUA
O superaquecimento poderá ocorrer rapidamente caso haja mau funcionamento da bomba d'água. O mau
funcionamento da bomba pode ser causado por vazamentos na carcaça, palhetas quebradas ou tortas no
rotor e vedações ou rolamentos danificados.

Caso uma bomba tenha que ser removida e desmontada para inspeção, substitua todas as peças
danificadas ou desgastadas e use novas vedações e juntas durante a remontagem. Siga as
instruções do fabricante.
FILTROS
Alguns motores possuem filtros no sistema de arrefecimento. O elemento do filtro e as placas do resistor
podem contar componentes químicos que removem ou neutralizam corrosivos. Esses químicos alcalinizam o
refrigerante o suficiente para evitar corrosão de peças de metal e para formar filmes à prova de ferrugem nas
superfícies de metal.

Caso o motor esteja equipado com um sistema de filtragem de refrigerante, é ESSENCIAL seguir as
instruções do fabricante para substituição dos filtros de água e para drenar a água do reservatório
inferior do sistema de filtragem.

1) FILTROS DO LÍQUIDO REFRIGERANTE


(INSTALADO NO TOPO - DIANTEIRA DO MOTOR - MOTOR CUMMINS EXIBIDO)
FIGURA 20. FILTROS TÍPICOS DO LÍQUIDO REFRIGERANTE

MANUTENÇÃO DAS CORREIAS DE ACIONAMENTO DE ACESSÓRIOS E DO VENTILADOR


As correias de acionamento devem ser periodicamente verificadas em busca de sinais iniciais de falhas,
como trincas, cortes, tensão excessiva e desgaste. Substitua as correias quando esses sinais estiverem
presentes. Ajuste a tensão da correia conforme especificado pelo fabricante do motor. Tensão excessiva
pode causar falha prematura da correia e dos rolamentos. Pouca tensão permite que a correia escorregue e
causa resfriamento insuficiente e desgaste excessivo da correia. Polias gastas deverão ser substituídas
quando os limites estabelecidos pelos fabricantes tiverem sido atingidos.
A manutenção do ventilador geralmente consiste na verificação de que as pás não estejam amassadas e
que estejam afastadas do radiador o suficiente para não o atingirem.
AERAÇÃO

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A aeração é causada pela mistura do ar com o refrigerante no interior do sistema de arrefecimento. Ela pode
acelerar a formação de ferrugem e a corrosão, causando borbulhamento, superaquecimento e perda de
refrigerante pelo tubo de transbordamento. A aeração pode resultar em vazamento no sistema, turbulência
no tanque superior e nível de refrigerante excessivamente baixo.
Siga as seguintes etapas para verificar se há aeração no sistema de arrefecimento:

a. Ajuste o refrigerante para o nível adequado.


b. Substitua a tampa de pressão por uma tampa comum, mas hermética.
c. Coloque um tubo de borracha na extremidade inferior do tubo de transbordamento.
d. Com a máquina estacionada, opere o motor diesel em alta aceleração até que o termômetro pare de
subir e estabilize.
e. Sem alterar a rotação ou a temperatura do motor, coloque a ponta do tubo de borracha em um contêiner
de água.
f. Um fluxo contínuo de bolhas saindo do tubo mostrará que o ar está sendo introduzido no sistema de
arrefecimento.

Todos os trens de força instalados da LeTourneau ™ são aprovadas em relação a recursos


adequados de desaeração. Os flanges das mangueiras e seu roteamento nunca deverão ser alterados
sem aprovação da fábrica.
VAZAMENTO DO GÁS DE EXAUSTÃO
Os gases de exaustão (ou de escape) podem entrar no sistema de arrefecimento através de uma trinca no
cabeçote ou por uma junta do cabeçote bamba, ainda que a junta esteja apertada o suficiente para impedir
que vaze líquido para o interior do cilindro. Os gases de exaustão dissolvidos no refrigerante destruirão os
inibidores de ferrugem e formarão ácidos que causam corrosão, ferrugem e obstrução. As juntas dos
cabeçotes poderão queimar ou serem corroídas por causa de gases e de pressão excessiva, que podem
forçar o refrigerante para fora do tubo de transbordamento.
O vazamento do gás de exaustão poderá fazer com que o refrigerante se torne enferrujado ou poderá causar
sérias obstruções por ferrugem, corrosão ou perdas por transbordamento. Existe um testador químico para
detectar a presença de gás de exaustão no sistema de arrefecimento. O testador deverá ser usado apenas
por pessoal experiente, uma vez que há necessidade de abertura do radiador.
LAVAGEM E ENXÁGUE DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO
O sistema de arrefecimento deverá ser lavado, enxaguado e totalmente verificado ao menos uma vez
por ano e sempre antes de colocar um anticongelante novo. O enxágue incompleto, através da
passagem de água pelo radiador, fechará o termostato e evitará o enxágue total do bloco.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM E ENXÁGUE
a. Drene o refrigerante do radiador e do motor diesel.
b. Reabasteça com água limpa e desmineralizada. Caso haja presença de ferrugem, poderá ser necessário
usar uma solução de limpeza química para atingir os resultados desejados. Consulte os manuais do
proprietário do motor diesel e do radiador para as soluções de limpeza recomendadas. Caso o motor
esteja quente, abasteça lentamente para evitar o resfriamento rápido e o empeno dos fundidos do motor
diesel.
c. Dê partida no motor diesel e opere-o por quinze minutos para circular a água totalmente.
d. A seguir, enxágue totalmente o motor diesel, abrindo todos os pontos de drenagem para esvaziar o
sistema.
e. Limpe o tubo de transbordamento; remova insetos, sujeira e quaisquer outros materiais estranhos das
passagens do radiador, da grade do radiador e das telas.
f. Verifique o termostato, a tampa de pressão do radiador e o assento da tampa em busca de sujeira e de
corrosão.

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g. Reabasteça com a mistura adequada de anticongelante para proteger o sistema na mais baixa
temperatura esperada.

O abastecimento do radiador com mais de 5 galões (20 litros) por minuto poderá causar formação de
bolsas de ar no sistema de arrefecimento.

O reabastecimento do sistema de arrefecimento pode ser realizado usando a central de


abastecimento opcional (consulte a ilustração CENTRAL DE ABASTECIMENTO (OPC.)", abaixo).

Figura 20. CENTRAL DE ABASTECIMENTO (OPC.)


h. Após drenagem e reabastecimento do sistema de arrefecimento, SEMPRE opere o motor diesel com a
tampa do radiador removida até que o nível de refrigerante estabilize.
i. Verifique novamente o nível do refrigerante e adicione tanto refrigerante quanto necessário para
abastecer o sistema. O sistema deverá ser abastecido até um ponto intermediário entre a colmeia do
radiador e o fundo do bocal de abastecimento para permitir expansão.
Sistemas de arrefecimento também podem ser enxaguados sob pressão ou no sentido inverso. Consulte o
manual do operador e o manual de serviço do fabricante do motor diesel para obter recomendações e
instruções sobre como realizar esses procedimentos.
Caso o radiador não possa ser satisfatoriamente limpo com um enxágue normal, com a ajuda de
componentes químicos e com o enxágue pressurizado ou reverso, poderá ser necessário remover o tanque
superior e retirar os tubos do radiador. Apenas pessoal qualificado e experiente deverá realizar essa
operação.
MONITORAMENTO EXTERNO DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO
O sistema de arrefecimento é monitorado pelo sistema computadorizado LINCS. Caso haja
superaquecimento do motor, uma luz de alarme VERMELHA acenderá, um alarme sonoro soará e uma tela
ALARM (ALARME) indicando o superaquecimento do motor diesel aparecerá no monitor do computador. A
tração será inibida e haverá atuação do freio dinâmico, que parará a máquina. Caso ocorra uma situação
de alarme, DESLIGUE IMEDIATAMENTE O MOTOR DIESEL. Sérios danos ao motor diesel poderão
ocorrer durante uma situação de alarme, caso o motor não seja desligado imediatamente.
O operador poderá silenciar o alarme sonoro e remover a mensagem de ALARM (ALARME) do monitor do
computador. No entanto, a luz de alarme VERMELHA continuará acesa e a falha será registrada na opção
VIEW ACTIVE ALARMS (VISUALIZAR ALARMES ATIVOS) no Maintenance Menu (Menu de Manutenção).
A luz poderá ser desligada e a falha removida do registro apenas por pessoal de manutenção com acesso à
função de manutenção do sistema computadorizado LINCS.

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