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Bula do Inseticida Trinca Caps

O documento apresenta informações sobre o produto Trinca Caps, um inseticida registrado no MAPA, contendo lambda-cialotrina como ingrediente ativo. O documento detalha a composição, fabricante, formulador, instruções de uso e recomendações de aplicação para diversas culturas e pragas. Além disso, destaca a toxicidade e a necessidade de equipamentos de proteção ao manusear o produto.

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Bula do Inseticida Trinca Caps

O documento apresenta informações sobre o produto Trinca Caps, um inseticida registrado no MAPA, contendo lambda-cialotrina como ingrediente ativo. O documento detalha a composição, fabricante, formulador, instruções de uso e recomendações de aplicação para diversas culturas e pragas. Além disso, destaca a toxicidade e a necessidade de equipamentos de proteção ao manusear o produto.

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V2023 06 19

UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

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t: (19) 3794-5600

TRINCA CAPS

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o nº 4110.

COMPOSIÇÃO:
Reaction product comprising equal quantities of (R)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1S,3S) -3-[(Z)-2-chloro-
3,3,3-trifluoropropenyl] -2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (S)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1R,3R)
-3-[(Z)-2-chloro-3,3,3-trifluoropropenyl] -2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate
(LAMBDA CIALOTRINA) ................................................................................ 250,0 g/L (25%m/v)
Solvente Nafta, aromático leve (petróleo)...................................................<194 g/L (<19,4% m/v)
Outros Ingredientes ................................................................................ 823,5 g/L (82,35%m/v)

GRUPO 3A INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.


CLASSE: Inseticida de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Piretroide (lambda-cialotrina); hidrocarboneto aromático (nafta leve do petróleo)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão de Cápsulas (CS).

TITULAR DO REGISTRO (*):


UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial, CEP: 14500-000 – Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


LAMBDA CYHALOTHRIN TÉCNICO UPL - REGISTRO Nº 07807
UPL Limited.
Nº 11, G.I.D.C., Vapi – 396195, District – Vapi, State – Gujarat – Índia

LAMBDA CYHALOTHRIN TÉCNICO UPL AGRO BR – REGISTRO Nº 15308


Jiangsu Yangnong Chemical Co., Ltd.
39 Wenfeng Road - Yangzhou, Jiangsu 225009 - China

LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO IHARA - REGISTRO Nº 02713


Jiangsu Agrochem Laboratory Co., Ltd.
Nº 1218, North Changjiang Road, Hi-Tech Development Zone, Changzhou, Jiangsu, 213034 – China

Nanjing Red Sun Co., Ltd.


Nº 8 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County 211303 Nanjing, Jiangsu – China

Adama Huifeng (Jiangsu) Ltd.


Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone Dafeng, Jiangsu 224145 – China

LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO MEGA - REGISTRO Nº TC18422


Meghmani Organics Limited
Plot Nº 5001/B, 5027-5034, 4707/B & 4707/P G.I.D.C. Industrial Estate, Ankleshwar, District Bharuch,
393002, Gujarat – India

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FORMULADOR:
AGM Argentina S.A.
Nº 692, Calle 11, Parcela 3, Cp B1630CFA, Parque Industrial de Pilar, Buenos Aires – Argentina

Agro Pack
Plot n° 905, G.I.D.C. Estate, Ankleshwar 393002, Bharuch, Gujarat – Índia

Anhui Huaxing Chemical Industry Co., Ltd.


Wujiang Town, Hexian County, 238251 Maanshan, Anhui – China

Cerexagri B.V.
Tankhoofd 10 – 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam – Holanda

Cerexagri S.A.S
Nº14, Avenue Manon Cornier F-33530 Bassens – França

FMC Química do Brasil Ltda.


Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25, Distrito Industrial III – CEP: 38044-760 – Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 – Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 210

GAT Microencapsulation GmbH.


A-2490 Ebenfurth, Gewerbezone 1 – Áustria

GSP Crop Science Private Ltd.


551 Phase-II, G.I.D.C, Kathwada - 382430, O/s. Odhav Octroi Naka, Ahmedabad, Gujarat – India

Jiangxi Tianyu Chemical Co., Ltd.


Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industrial Park 331300, Xingan County, Jiangxi Province – China

Shandong Jingbo Agrochemicals Technology Co., Ltd.


Economic Development Zone Boxing County, Binzhou City, Shandong Province, 256500 – China

Lanxess Indústria de Poliuretanos e Lubrificantes Ltda.


Avenida Brasil, 5333, Distrito Industrial – CEP: 13505-600 – Rio Claro/SP
CNPJ: 68.392.844/0001-69 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 235

Laoting Yoloo Bio-Technology Corporation Ltd.


Nº A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province, 063600 – China

Meghmani Organics Limited.


Unit Nº IV, Plot Nº 22/2, G.I.D.C. Industrial Estate, Village, Panoli, 394 116, Ankleshwar, District
Bharuch, Gujarat – Índia

Micro Service Indústria Química Ltda.


Rua Minas Gerais, 310 – CEP: 09941-760 – Diadema/SP
CNPJ: 43.352.558/0001-49 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 079

Nanjing Red Sun Co., Ltd.


Nº 8 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County 211303 Nanjing, Jiangsu – China

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Ningbo Sunjoy Agroscience Co., Ltd.


Binhai Road, nº 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Zhenhai District Ningbo Zhejiang Province,
31540 – China

Ouro Fino Química S.A


Av. Filomena Cartafina, nº 22335, Quadra 14, lote 5, Distrito Industrial III – CEP: 38044-750 – Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 8.764

Prentiss Química Ltda.


Rodovia PR 423, km 24,5 s/nº, Jardim das Acácias – CEP: 83603-000 – Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Cadastro no Estado (ADAPAR/PR) nº 002669

Servatis S.A.
Rodovia Presidente Dutra, km 300,5, Parque Embaixador – CEP: 27537-000 – Resende/RJ
CNPJ: 06.697.008/0001-35 – Cadastro no Estado (INEA/RJ) nº 15

Sipcam Nichino Brasil S.A.


Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III – CEP: 38044-755 – Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 2.972

SML Limited.
Plot Nº 1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli Industrial Area, District Bharuch Ankleshwar, State Gujarat –
Índia

SML Limited.
M.I.D.C Plot. Nº 8, Turbhe Naka, Thane Bepalur Road, New Bombay 400613, District Thane, State
Maharashtra – Índia

SML Limited.
Plot Nº 1904, A-18/18, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State, Gujarat – Índia

SML Limited.
Plot Nº 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, Distric Bharuch, State Gujarat – Índia

Suzhou Jiahui Chemical Co., Ltd.


Nº 45, Chunqiu Road, Huangdai Town, Xiang Cheng District 215152, Suzhou City, Jiangsu Province –
China

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.


Avenida Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Pássaros – CEP: 13148-030 – Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 477

Uniphos Colombia Plant Limited.


Via 40, Nº 85-85, Barranquilla City – Colômbia

UPL Argentina S.A.


San Martin Y Craig, Ruta 3, Km 92.5, Abbott, Província de Buenos Aires – Argentina

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A


Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial – CEP: 14500-000 – Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049

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UPL Limited.
Nº 750, G.I.D.C., Jhagadia - 393110, District – Bharuch, State – Gujarat – Índia

UPL Limited. (Unit 0)


Plot Nº 3-11, G.I.D.C., Vapi – 396195, District – Vapi, State – Gujarat – Índia

UPL Limited. (Unit 1)


Plot Nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District – Bharuch, State – Gujarat – Índia

UPL Limited. (Unit 2)


Plot Nº 3405/3406, G.I.D.C., Ankleshwar – 393002, District – Bharuch, State – Gujarat – Índia

UPL Limited. (Unit 3)


Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar – 393002, District – Bharuch, State – Gujarat – Índia

UPL Limited. (Unit 8)


Industrial Growth Centre (I.G.C.), SIDCO, Sambha – 184121, District – Sambha, State – Jammu &
Kashmir – Índia

Zelam Limited.
Hudson Road, New Plymouth 4341, New Zealand à New Plymouth 4.630 (P. Box 7142) – Nova Zelândia

MANIPULADOR:
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000
CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA


E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

AGITE ANTES DE USAR

Indústria Brasileira
(Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto
Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I – PRODUTO
ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C


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INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

PRAGAS DOSE
VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO
CULTURAS Nome comum Produto
DE CALDA DE APLICAÇÕES
(Nome científico) Comercial

Aplicar quando forem constatadas 2


Curuquerê lagartas/planta ou 25% de desfolha.
20 mL/ha
(Alabama argillacea) Terrestre: Realizar no máximo 3 aplicações por
50 – 200 ciclo da cultura.
L/ha Iniciar as aplicações quando o nível
de botões florais atacados atingir no
Algodão
máximo 5%, e repetir as aplicações
Bicudo Aérea: a cada 8 dias ou toda vez que o
60 mL/ha
(Anthonomus grandis) 20 – 50 ataque atingir o limiar de 5% de
L/ha botões danificados.
Realizar no máximo 3 aplicações por
ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações quando for
constatada a infestação da praga.
Lagarta-do-pescoço-
Reaplicar se necessário em intervalo
vermelho 80 mL/ha
Terrestre: de 7 dias.
(Stegasta bosquella)
100 – 300 Realizar no máximo 3 aplicações por
L/ha ciclo da cultura.
Realizar a aplicação no início da
Amendoim
Vaquinha-verde-amarela 30 a 40 infestação na área ou conforme
(Diabrotica speciosa) mL/ha Aérea: nível de dano na cultura reaplicando
20 – 50 se necessário em intervalos de 5 a 7
L/ha dias. Utilizar a maior dose nas
Tripes-do-bronzeamento, maiores infestações, não excedendo
Tripes-do-amendoim 20 mL/ha o número máximo de 3 aplicações
(Enneothrips flavens) por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações quando for
Terrestre:
constatada a presença de 10
200 – 300
lagartas maiores que 2 cm/m² pós
L/ha
Lagarta-do-trigo 20 a 25 perfilhamento. Antes do
Aveia
(Pseudaletia sequax) mL/ha perfilhamento mais que 5 lagartas
Aérea:
maiores que 2 cm/m².
20 – 50
Realizar no máximo 2 aplicações por
L/ha
ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações quando for
constatada a infestação da praga.
Terrestre: Utilizar a maior dose em altas
Vaquinha-verde-amarela 60 a 80
Batata 300 – 600 infestações da praga. Reaplicar se
(Diabrotica speciosa) mL/ha
L/ha necessário em intervalo de 7 dias.
Realizar no máximo 5 aplicações por
ciclo da cultura.

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As pulverizações devem ser


realizadas visando a redução da
Terrestre: população de insetos adultos.
Larva-minadora
20 mL/ha 100 – 400 Reaplicar se necessário em
(Lyriomyza huidobrensis)
L/ha intervalos de 7 dias.
Realizar até 5 aplicações por ciclo
da cultura.
Iniciar as aplicações quando for
constatada a infestação da praga
Terrestre: com no máximo 3 a 5% das folhas
Bicho-mineiro-do-café
Café 20 mL/ha 300 – 600 minadas. Reaplicar se necessário
(Leucoptera coffeella)
L/ha em intervalo de 20 dias. Realizar no
máximo 2 aplicações por ciclo da
cultura.
Iniciar as aplicações quando for
Terrestre:
constatada a presença de 10
100 – 300
lagartas maiores que 2 cm/m² pós
L/ha
Lagarta-do-trigo 20 a 25 perfilhamento. Antes do
Centeio
(Pseudaletia sequax) mL/ha perfilhamento mais que 5 lagartas
Aérea:
maiores que 2 cm/m².
20 – 50
Realizar no máximo 2 aplicações por
L/ha
ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações quando for
Terrestre:
constatada a presença de 10
100 – 300
lagartas maiores que 2 cm/m² pós
L/ha
Lagarta-do-trigo 20 a 25 perfilhamento. Antes do
Cevada
(Pseudaletia sequax) mL/ha perfilhamento mais que 5 lagartas
Aérea:
maiores que 2 cm/m².
20 – 50
Realizar no máximo 2 aplicações por
L/ha
ciclo da cultura.
Realizar as aplicações no início da
infestação da praga quando for
Terrestre:
constatado a presença de no
100 – 300
mínimo 10 insetos por metro linear
L/ha
Vaquinha-verde-amarela 60 a 80 da cultura. Utilizar a maior dose em
Feijão
(Diabrotica speciosa) mL/ha altas infestações da praga.
Aérea:
Reaplicar se necessário em intervalo
20 – 50
de 10 dias.
L/ha
Realizar no máximo 2 aplicações por
ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações quando for
constatada a praga antes ou após o
florescimento, porém antes das
larvas penetrarem nos frutos. As
pulverizações deverão ser realizadas
Terrestre:
Broca-das-cucurbitáceas 60 a 100 durante à tarde principalmente no
Melancia 300 – 600
(Diaphania nitidalis) mL/ha período do florescimento. Realizar
L/ha
até 4 pulverizações por ciclo da
cultura com intervalo de 7 dias,
intercalando com outros inseticidas
com modo de ação distintos. Utilizar
a maior dose em caso de altas
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infestações.
Iniciar as aplicações quando for
constatada a praga antes ou após o
florescimento, porém antes das
larvas penetrarem nos frutos. As
pulverizações deverão ser realizadas
Terrestre: durante à tarde principalmente no
Broca-das-cucurbitáceas 60 a 100
Melão 300 – 600 período do florescimento. Realizar
(Diaphania nitidalis) mL/ha
L/ha até 4 pulverizações por ciclo da
cultura com intervalo de 7 dias,
intercalando com outros inseticidas
com modo de ação distintos. Utilizar
a maior dose em caso de altas
infestações.
Iniciar as aplicações quando
aparecer os primeiros sintomas
Lagarta-do-cartucho (folha raspada). Geralmente com 3
30 mL/ha Terrestre:
(Spodoptera frugiperda) a 5 folhas definitivas do milho.
100 – 300
Realizar no máximo 2 aplicações por
L/ha
ciclo da cultura.
Milho
Aplicar o produto quando da
Aérea:
ocorrência da praga, em alternância
20 – 50
Percevejo-barriga-verde com outros produtos de outros
60 mL/ha L/ha
(Dichelops melacanthus) grupos químicos.
Realizar uma única aplicação por
ciclo da cultura.
Aplicar quando houver 40 lagartas
por batidas de pano, ou 30% de
desfolha (antes do florescimento) ou
Lagarta-da-soja
15 mL/ha 15% de desfolha após o
(Anticarsia gemmatalis)
Terrestre: florescimento.
100 – 300 Realizar no máximo 2 aplicações do
L/ha produto por ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações quando o nível
Aérea: de percevejos por pano de batida
20 – 50 atingir 2 percevejos/pano para
Percevejo-da-soja L/ha áreas de produção de sementes e 4
30 mL/ha
(Nezara viridula) percevejos/pano de batida para
Soja
áreas de produção de grãos.
Realizar no máximo 2 aplicações do
produto por ciclo.
Aplicar Trinca Caps no manejo em
plantio direto, em pré-plantio da
Terrestre:
cultura da soja, no momento da
200 L/ha
dessecação da cultura, utilizar a
Lagarta-falsa-medideira (1) 60 a 80
maior dose quando encontrar
(Pseudoplusia includens) mL/ha Aérea:
lagartas maiores que 2,0 cm.
20 – 50
Realizar no máximo 2 aplicações
L/ha
durante o ciclo da cultura com
intervalo mínimo de 15 dias.

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Iniciar as aplicações quando for


constatada a infestação da praga
após o florescimento da cultura com
Broca-pequena-do-fruto 10 mL/100 a formação dos primeiros frutos.
(Neoleucinodes elegantalis) Litros água Reaplicar se necessário em intervalo
de 7 dias.
Realizar no máximo 5 aplicações por
Terrestre: ciclo da cultura.
Tomate 200 – 800 Iniciar as aplicações quando for
L/ha constatada a infestação da praga no
início da frutificação. Reaplicar se
8 a 10 mL/ necessário no intervalo de 10 a 14
Broca-grande-do-fruto
100 Litros dias. Utilizar a maior dose em
(Helicoverpa zea)
água períodos de maior infestação da
praga.
Realizar até 3 aplicações por ciclo
da cultura.
Iniciar as aplicações quando for
Terrestre:
constatada a presença de 10
100 – 300
lagartas maiores que 2 cm/m² pós
L/ha
Lagarta-do-trigo 20 a 25 perfilhamento. Antes do
Trigo
(Pseudaletia sequax) mL/ha perfilhamento mais que 5 lagartas
Aérea:
maiores que 2 cm/m².
20 – 50
Realizar no máximo 2 aplicações por
L/ha
ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações quando for
Terrestre:
constatada a presença de 10
100 – 300
lagartas maiores que 2 cm/m² pós
L/ha
Lagarta-do-trigo 20 a 25 perfilhamento. Antes do
Triticale
(Pseudaletia sequax) mL/ha perfilhamento mais que 5 lagartas
Aérea:
maiores que 2 cm/m².
20 – 50
Realizar no máximo 2 aplicações por
L/ha
ciclo da cultura.
(1) Aplicação pré-plantio da cultura da soja.

MODO DE APLICAÇÃO:
Via terrestre:
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício,
visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com
o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de
gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico.
A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que
possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes
velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na
pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento
entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e
frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que
garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

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Aérea:
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por
empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais
para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam
nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as
perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de
malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo
necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até
um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a
quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Após despejar todo o conteúdo do
produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir
que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso,
deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início
da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3
litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do
pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção.
Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja
ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do
tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a
compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e
transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de
fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua
preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.

Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de
deriva, conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco
inversão térmica.
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma
cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.

Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por
20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e
recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água
para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.

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Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que
por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 10 dias
Amendoim: 21 dias
Aveia: 15 dias
Batata: 3 dias
Café: 1 dia
Centeio: 15 dias
Cevada: 15 dias
Feijão: 15 dias
Melancia: 3 dias
Melão: 3 dias
Milho: 15 dias
Soja: 20 dias
Tomate: 3 dias
Trigo: 15 dias
Triticale: 15 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as
recomendações de uso.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:


Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).

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RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

GRUPO 3A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida TRINCA CAPS pertence ao grupo 3A (Moduladores de canais de sódio – Piretroides) e o uso
repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento
de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do TRINCA CAPS como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:


• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar TRINCA CAPS ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de TRINCA CAPS podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do TRINCA CAPS, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico Piretroides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do TRINCA CAPS ou outros produtos do Grupo 3A
quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR ([Link]), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária ([Link]).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI’s) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga sempre as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.

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• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:


• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de
nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual
(EPI’s) recomendados.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de
nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI’s), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.

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• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave suas roupas e os equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) separado das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• pós cada aplicação do produto faça manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão de algodão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Tóxico se ingerido
PERIGO Pode ser perigoso em contato com a pele
Fatal se inalado

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a


embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

INTOXICAÇÕES POR
- TRINCA CAPS -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

LAMBDA-CIALOTRINA: Piretroide.
Grupo químico
NAFTA LEVE DO PETRÓLEO: Hidrocarboneto aromático.
Classe toxicológica Categoria 2 - Produto altamente tóxico
Dérmica e inalatória.
Vias de exposição Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Lambda-cialotrina: para a substância foi considerado o perfil cinético das
Toxicocinética cialotrinas como um todo, pois ela é um dos enantiômeros da cialotrina e da
lambda-cialotrina. As cialotrinas apresentaram tal perfil de forma similar em
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ratos, cães e humanos.


Em ratos, as cialotrinas foram rapidamente absorvidas, mas não
completamente (30-40% da dose administrada), com pico de concentração
plasmática entre 4-7 horas após a administração. Também foram
extensivamente distribuídas no organismo, com maiores concentrações
detectadas no tecido adiposo.
A biotransformação das cialotrinas ocorreu principalmente através da quebra
inicial da molécula na ligação éster e posterior conjugação. Os principais
metabólitos identificados na urina após a administração da cialotrina foram o
conjugado sulfatado do ácido 3-(4’-hidroxifenoxi) benzoico; e o conjugado
glucuronidado do ácido (1RS) -cis-3-(2-cloro-3,3,3-trifluoropropenil) -2,2-
dimetilciclopropanoico.
A excreção foi rápida, com 90% da dose administrada eliminada dentro das
primeiras 48 horas, principalmente através das fezes, e em uma menor
proporção através da urina. Foi observada evidência de bioconcentração desta
substância no tecido adiposo, cerca de 2-3% da dose administrada
permaneceu retida após 7 dias da administração. A meia vida de eliminação
deste tecido foi de 23-30,5 dias.

Nafta leve do petróleo: as informações para a nafta leve do petróleo são


limitadas, mas informações para outras substâncias da classe dos
hidrocarbonetos aromáticos indicam que os hidrocarbonetos aromáticos são
absorvidos pela via oral, via inalatória e, em menor extensão, pela via dérmica.
A distribuição ocorre amplamente nos tecidos, de acordo com a lipofilicidade e
a constituição do organismo, com alta afinidade pelo tecido adiposo e podendo
atravessar barreiras biológicas como a barreira hematoencefálica. Por qualquer
via que sejam absorvidos, são rapidamente metabolizados e eliminados. Os
hidrocarbonetos aromáticos são biotransformados por oxidação via enzimas do
sistema citocromo P-450, e os intermediários metabólicos podem ser
conjugados com glucuronídeos, sulfatos, glutationa ou, ainda, aminoácidos
como cisteína e/ou glicina.
A eliminação destas substâncias pode ocorrer através da via pulmonar (ar
exalado). Os metabólitos resultantes da oxidação ou conjugação são mais
hidrossolúveis do que seus compostos precursores e são, assim, sujeitos à
excreção urinária, ou, em alguns casos, à excreção biliar. Solventes
hidrocarbonetos podem ser secretados no leite em lactantes expostas.
Apesar dos hidrocarbonetos serem excretados rapidamente, um leve potencial
de bioacumulação em tecidos como rins, fígado, cérebro e tecido adiposo pode
ser observado.
Lambda-cialotrina: a lambda-cialotrina é um piretroide tipo II, ou seja, que
possui um grupo ciano substituto na posição alfa. O mecanismo de ação
proposto para esse tipo de piretroide envolve a interação com os canais de
sódio das membranas de células nervosas, causando um atraso na inativação
deste canal e levando a uma despolarização persistente da membrana, sem
descargas repetitivas. Isto prolonga a corrente de sódio durante o potencial de
Toxicodinâmica ação, e resulta em uma hiperexcitação de células nervosas e musculares,
sendo neurotóxico para insetos e mamíferos. Além da interação com canais de
sódio, outros mecanismos de ação são propostos para os piretroides como o
antagonismo ao ácido gama-aminobutírico (GABA); a estimulação dos canais
de cloro mediados pela proteína-quinase C; a modulação da transmissão
colinérgica nicotínica; o aumento da liberação de noradrenalina; e ações no íon
cálcio.

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Nafta leve do petróleo: SNC - A exposição aguda a hidrocarbonetos aromáticos


possibilita a absorção destes solventes para a corrente sanguínea e possibilita
que atravessem a barreira hematoencefálica, podendo levar à depressão do
sistema nervoso central (SNC). Devido à característica lipofílica, dissolve a
porção lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das
proteínas de membrana, seja por alterar a bicamada lipídica, seja por alterar a
conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e pneumonite após
inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver
interação direta com as membranas das células nervosas, o que pode causar
broncoconstrição e dissolução das membranas do parênquima pulmonar,
resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos
alvéolos.
Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
Em estudos em animais de experimentação, o produto foi tóxico se ingerido,
fatal se inalado e, possivelmente, nocivo em contato com a pele. Não causou
irritação cutânea, irritação ocular e nem sensibilização à pele.

Lambda-cialotrina: a exposição aguda oral, dérmica e/ou inalatória à lambda-


cialotrina pode causar efeitos tóxicos característicos de intoxicação por
piretroides, como efeitos no sistema nervoso central (dor de cabeça, tonturas,
convulsões e coma) e no sistema nervoso periférico (parestesia). Reações de
hipersensibilidade dérmica ou respiratória podem ocorrer em indivíduos
susceptíveis.
Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar parestesia (sensação
de coceira e queimação ou formigamento na pele), irritação com vermelhidão e
ressecamento, além de dermatite de contato em indivíduos susceptíveis.
Sintomas sistêmicos conforme descritos abaixo, em exposição oral, são raros,
mas também podem ocorrer em caso de absorção da substância pela via
dérmica.
Exposição respiratória: se inalada, a substância pode causar irritação do
trato respiratório, com sensação de queimação no nariz e na garganta, tosse,
Sintomas e sinais
dificuldade respiratória, chiado, secreção e congestão nasal. Indivíduos
clínicos
susceptíveis podem apresentar reações de hipersensibilidade manifestadas por
espirros, respiração ofegante, broncoespasmos, rinite, faringite, bronquite e
pneumonite. Sintomas sistêmicos conforme descritos abaixo em exposição oral
também podem ocorrer em caso de exposição a grandes quantidades da
substância pela via inalatória.
Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação,
com ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
manifestada por sensação de queimação na boca, laringe e faringe, náusea,
vômito e diarreia. A exposição oral a grandes quantidades de lambda-cialotrina
também pode causar efeitos tóxicos sistêmicos manifestados por parestesia
(sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele), dores de cabeça,
tremores, salivação, hiperexcitabilidade, coreoatetose (movimentos
involuntários), tonturas e, em casos mais graves, podem ocorrer convulsões e
coma.
Efeitos crônicos: o sistema nervoso foi identificado como o principal alvo de
toxicidade da lambda-cialotrina em estudos em animais de experimentação. O
sintoma mais frequentemente relatado em exposições ocupacionais é a
parestesia, caracterizada por dormência, coceira, queimação ou formigamento

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da pele.

Nafta leve do petróleo: pode causar irritação da pele, olhos e trato respiratório.
A ingestão pode causar efeitos no sistema nervoso central e a aspiração aos
pulmões pode resultar em pneumonite química.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: a inalação pode provocar irritação no trato
respiratório superior com tosse, ardência do nariz boca e garganta e também
pode causar a depressão do sistema nervoso central com sintomas como
sedação, sonolência, tontura, perda de concentração, dores de cabeça, ataxia,
convulsões e coma.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal,
manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. A ingestão
pode causar depressão do sistema nervoso central, com sintomas semelhantes
aos descritos em “exposição respiratória”. A aspiração para os pulmões pode
causar pneumonite química.
Efeitos crônicos: O contato repetido com a pele pode causar irritação. Em
ratos, a exposição repetida e prolongada pela via inalatória causou alterações
na atividade motora e na acuidade visual.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
Diagnóstico
de quadro clínico compatível.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de
segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem


estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e
medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca
e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer
via endovenosa. Avaliar estado de consciência.

Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
Tratamento
manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
necessário ventilação pulmonar assistida.

Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve


estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lavagem gástrica é contraindicada devido ao risco de aspiração.
- A administração de carvão ativado é contraindicada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.

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Exposição respiratória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar,
bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação,
conforme necessário.

Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura
ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Evitar que a água de lavagem
contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático


e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções
vitais.

Medidas sintomáticas e de manutenção:


- Avalie a utilização de anti-histamínicos injetáveis como uma das opções para
o controle das reações alérgicas que podem ser causadas pela lambda-
cialotrina.
- Considerar a administração de beta-agonistas ou corticoides sistêmicos para
o controle das reações asmáticas, principalmente em pacientes que tenham
predisposição ou histórico dessas.
- O tratamento de reações anafiláticas deve ser feito por meio de epinefrina
subcutânea, epinefrina intravenosa e suporte ventilatório.
- Tratar as dermatites de contato decorrentes da exposição cutânea aos
piretroides com corticoides tópicos.
- Em caso de sintomas de parestesia, avaliar a necessidade de aplicação de
vitamina E tópica (acetato de tocoferol) para amenizar os efeitos cutâneos.
- Em caso de desenvolvimento de acidose metabólica causado pela exposição
oral à lambda-cialotrina e redução significativa dos níveis séricos de
bicarbonato, avaliar o tratamento com infusão de bicarbonato de sódio.
- Em casos de acidose metabólica grave, considerar a realização de
hemodiálise após a administração de inibidores de ADH ou bicarbonato de
sódio.
- Avaliar a necessidade de administração de benzodiazepínicos para o controle
de convulsões causadas pela lambda-cialotrina.
- Avaliar a necessidade de administração de broncodilatadores para o
tratamento de broncoespasmos.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
Contraindicações
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.

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Efeitos das interações


Não são conhecidos.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
ATENÇÃO Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518-5465.
Endereço eletrônico da empresa: [Link]/br
Correio eletrônico da empresa: [Link]@[Link]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório


Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 50 – 300 mg/kg p.c. (cut-off: 200 mg/kg p.c.).
DL50 dérmica em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (> 0,492 mg/L/4h).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou, em 2/3 dos
animais, eritema (grau < 1,5), totalmente revertido no 7º dia após a aplicação. Nas condições do teste, o
produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou hiperemia e
quemose conjuntivais (scores < 2) em 2/3 animais e secreção. Todos os sinais de irritação foram
revertidos em até 72 horas após a aplicação. Nas condições do teste, o produto foi classificado como não
irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: o produto contém um componente para o qual há evidências de sensibilização
respiratória devido à exposição inalatória a esta substância, podendo causar distúrbios respiratórios
graves.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Lambda-cialotrina: O sistema nervoso foi o principal alvo da toxicidade da lambda-cialotrina em estudos
em ratos (vias oral, dérmica e inalatória), camundongos (via oral) e cães (via oral), sendo os cães
considerados como a espécie mais sensível. Os efeitos neurotóxicos consistiram em salivação,
incoordenação, tremores, hiperexcitabilidade e anormalidades posturais. Em estudo de um ano em cães
pela via oral foi estabelecido o NOAEL de 0,5 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 3,5 mg/kg/dia com base nos
efeitos neurotóxicos.
Em estudo de 90 dias em ratos, pela via oral, foi estabelecido o NOAEL de 2,6 mg/kg p.c./dia com base
nos efeitos hepáticos e diminuição do peso corporal.
A lambda-cialotrina não é considerada carcinogênica com base na ausência de potencial mutagênico em
estudos in vitro e in vivo e nos resultados negativos nos estudos de carcinogenicidade em ratos e
camundongos com a cialotrina. A lambda-cialotrina não foi considerada tóxica para a reprodução nem
teratogênica, com base em estudos em ratos e coelhos.

Nafta leve do petróleo: O potencial carcinogênico de solventes contendo a nafta foi investigado em
estudos de exposição inalatória de 2 anos, e foram observados aumento na incidência de tumores renais
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em ratos machos e aumento na incidência de tumores hepáticos em camundongos fêmeas. Os tumores


foram considerados sexo e espécie específicos e não foram considerados relevantes para os seres
humanos. Em estudos de toxicidade para a reprodução conduzidos em ratos, não foram observados
efeitos adversos sobre os parâmetros reprodutivos. Em estudos de toxicidade ao desenvolvimento, pela
via inalatória, não foram observados efeitos teratogênicos. Foram observados potenciais efeitos adversos
(redução do peso fetal e de ganho de peso), mas somente em doses associadas à toxicidade materna
(LOAEC 495 ppm).
Em estudos conduzidos em animais de experimentação, após exposição inalatória repetida à nafta leve,
foram observados aumento do tamanho do fígado e dos rins em altas doses, porém, sem alterações
histopatológicas. Em estudos subcrônicos (90 dias) com exposição pela via inalatória aos isômeros do
trimetilbenzeno, que constituem a nafta, demonstrou-se irritação das vias respiratórias em ratos, sem
efeitos sistêmicos.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:


Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Parestesia (sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele), náusea, vômito, salivação,
irritação/dificuldade respiratória (dispneia), depressão do sistema nervoso central com desorientação,
confusão, agitação, sedação, sonolência, tontura, fraqueza, dor de cabeça, tremores e taquicardia.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:
• Este produto é:
(X) ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.


• Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos e peixes).
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO PARA ABELHAS, podendo afetar outros insetos benéficos. Não
aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d`água. Evite
a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

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INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO


CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:


• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do Brasil Indústria e Comércio de
Insumos Agropecuários S.A., pelo telefone de Emergência 0800 707 7022 - (19) 3518-5465.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos
protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d`água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave
o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d`água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO


DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

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- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição


vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.

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EMBALAGEM SECUNDÁRIA NÃO CONTAMINADA

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL


OU MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.)

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