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Diferença entre Tempo e Clima

O documento explica a diferença entre tempo e clima, destacando que o tempo se refere ao estado atmosférico momentâneo, enquanto o clima é a média das condições atmosféricas ao longo de um longo período. Elementos como temperatura, umidade e pressão atmosférica influenciam ambos, mas a previsão do tempo é de curto prazo e mais suscetível a erros, enquanto a previsão do clima analisa tendências a longo prazo. O texto também aborda a importância da climatologia e bioclimatologia na compreensão das regiões bioclimáticas do planeta.
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Diferença entre Tempo e Clima

O documento explica a diferença entre tempo e clima, destacando que o tempo se refere ao estado atmosférico momentâneo, enquanto o clima é a média das condições atmosféricas ao longo de um longo período. Elementos como temperatura, umidade e pressão atmosférica influenciam ambos, mas a previsão do tempo é de curto prazo e mais suscetível a erros, enquanto a previsão do clima analisa tendências a longo prazo. O texto também aborda a importância da climatologia e bioclimatologia na compreensão das regiões bioclimáticas do planeta.
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Home Geografia Geografia Física Qual é a diferença entre tempo e clima?

Qual é a diferença entre tempo e clima?

Sabia que tempo e clima, apesar de serem usados como sinônimos, são conceitos diferentes? Há vários
elementos e fatores climáticos que os influenciam.

As variações observadas na atmosfera ao longo de um dia dizem respeito às


condições do tempo de um determinado lugar.

As variações observadas na atmosfera ao longo de um dia dizem respeito às condições do tempo de um


determinado lugar.

Você sabe qual é a diferença entre tempo e clima? Para entender essa diferença, é necessário
primeiramente compreender o que é cada um e quais são os fatores que condicionam esses estados
atmosféricos. Vale ressaltar que, apesar de designarem características a respeito das condições
atmosféricas e complementarem-se, é um equívoco usá-los como sinônimos.

Saiba também: Características e importância da atmosfera terrestre

O que é tempo?

Basicamente, tempo corresponde ao estado atmosférico em um determinado local de forma


momentânea. Sendo assim, o tempo está sujeito a diversas variações. Exemplificando: pela manhã, pode
estar frio; no período da tarde, pode estar quente, havendo então uma mudança de temperatura em um
curto espaço de tempo.

Essas mudanças não se limitam apenas à temperatura, mas podem acontecer também com relação à
umidade do ar, à ocorrência ou não de chuvas etc. Fatores como pluviosidade (chuva), umidade relativa
do ar, nuvens e radiação solar atuam diretamente nas condições atmosféricas de um determinado lugar,
influenciando, então, o tempo.

Essas variações do tempo vivenciadas diariamente podem acentuar-se em algumas épocas do ano. Há
momentos do ano em que os índices pluviométricos estão elevados, assim como há períodos em que
não há chuva em alguns locais. Há períodos em que as temperaturas caem bruscamente, assim como
também há dias de intenso calor.

O tempo pode mudar de uma hora para outra, passando de calor a frio ou de seco a úmido.

→ Elementos do tempo

Os principais elementos do tempo são:

Vento

Umidade

Chuva

Temperatura

Leia também: Ação antrópica – uma causa determinante para as mudanças climáticas

O que é clima?

Você já ouviu alguém dizer “Hoje o clima está tão seco!” ou “Amanheceu com um clima tão frio!”? Bom,
o emprego da palavra clima nessas situações está errado. Como já dito, o estado momentâneo das
condições atmosféricas refere-se ao tempo, e não ao clima.

Para caraterizar um clima, é necessária uma análise durante um longo período. Pode-se então dizer que
o clima é um conjunto ou sucessão dos tipos de tempo e seus elementos. Esses tempos são observados
ao longo das estações do ano em um determinado local, durante um período de aproximadamente 30
anos.
Agora, vale ressaltar que, se alguém diz: “A cidade de Belém é muito quente e muito seca”, essa pessoa
não se refere ao estado momentâneo, pois, para fazer essa observação, precisou de uma análise de um
longo período. Sendo assim, o clima da região em que se encontra a cidade de Belém é quente e seco,
caracterizando o clima conhecido como tropical seco.

As estações são observadas ao longo de vários anos, resultando em diferentes climas nas diversas
regiões do planeta.

→ Elementos do clima

Assim como o tempo, o clima também é influenciado por elementos climáticos, que são manifestações
atmosféricas que provocam alterações imediatas nas condições meteorológicas. São eles:

Radiação

Temperatura

Pressão atmosférica

Umidade do ar

Contudo, não são apenas os elementos climáticos que influenciam o clima. Há também os fatores
climáticos, que correspondem às condições que provocam alterações ou que determinam os elementos
climáticos, ou seja, são os fatores que condicionam as condições atmosféricas de um dado lugar,
resultando então em seu clima. São eles:

Altitude

Latitude

Maritimidade e Continentalidade

Massas de ar

Correntes Marítimas
Localização Geográfica

Veja mais: Saiba a diferença entre altitude, latitude e clima

Qual a diferença entre previsão do tempo e previsão do clima?

A previsão do tempo é comumente noticiada em telejornais.

A previsão do tempo é responsável por analisar e descrever as condições atmosféricas de um


determinado local, simulando-as para dias futuros também. Como o tempo é o estado momentâneo da
atmosfera, podendo ser alterado por diversos fatores, a previsão do tempo é passível de erros, podendo
ser alterada a qualquer instante. Quanto mais longo for o período a que a previsão do tempo refere-se,
mais ela perde confiabilidade.

Essa previsão é feita por meteorologistas, que se baseiam em dados como a ocorrência de nuvens,
visibilidade, média de temperaturas, pressão atmosférica, entre outros, para chegar a prováveis
condições meteorológicas. No Brasil, a previsão do tempo é feita pelo Centro de Previsão de Tempo e
Estudos Climáticos (CPTEC), que faz parte do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Já a previsão do clima procura analisar as condições atmosféricas para mais do que alguns dias,
diferentemente da previsão do tempo. Esse tipo de previsão objetiva prever o comportamento
atmosférico em longo prazo, não se preocupando com a ocorrência de um sistema atmosférico em um
local exato.

Os estudos da previsão do clima podem indicar como será uma estação do ano em um determinado ano
e comparar com as observações feitas em anos anteriores e, assim, concluir se será um período mais
quente, mais frio, mais seco ou mais úmido.|1|

Notas

|1| Previsão de Clima e Tempo. USP/Univesp. Para acessar, clique aqui.


Publicado por Rafaela Sousa

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DISTRIBUICAO DAS REGIOES BIOCLIMATICAS

Publicado em 05 de maio de 2016 por Roberto Miguel Silverio

1. Introdução

O estudo do clima e sua distribuição deve sempre estar em concordância acordo com a geografia, esta
que vai fornecer largos conhecimentos no que concerne a localização espacial dos mesmos. Neste
contesto, que na disciplina de geografia o clima o seu estudo não deixa de ser importante. Por isso o
grupo, foi incumbido a missão de desenvolver o presente trabalho com o tema que passamos a citar:
Distribuição Geográfica das Regiões Biclimáticas. Onde o grupo se responsabiliza a desenvolver o
trabalho fazendo menção de todos os climas e subclimas existentes no nosso planeta o famoso Planeta
Azul. Ao fazer esta abordagem a localização e caracterização dos climas não se deixara a parte como
também algumas imagens ilustrativas que fazem aproximação do conteúdo com o real.

1.1. Objectivos

Com este trabalho o grupo pretende alcançar os seguintes objectivos:

1.2. Geral

Compreender a distribuição das regiões bioclimáticas no mundo.

Definir alguns conceitos importantes como o clima, bioclimatologia, e meteorologia;

Descrever os principais climas existentes;

Localizar no espaço os climas;

Mencionar os seus subclimas;

Dizer as suas características fundamentais.

1.3. Específicos

1.4. Metodologia
O grupo ao desenvolver o trabalho ápio-se de varias metodologias como: a consulta bibliográfica, de
alguns livros e de biblioteca virtual que vulgarmente chama-se internet.

2. Distribuição Geográfica das Regiões Bioclimáticas

Antes de começar com o desenvolvimento do trabalho é importante conhecer alguns conceitos


relacionados com o tema:

Climatologia – distingue e explica as razões das variações climáticas na terra e, realiza a avaliação
climática das práticas económicas,

Meteorologia – eis que tem a função de apoiar a navegação marítima, aérea e terrestre fornecendo
dados climáticos, criar sistema de alerta sobre as ocorrências na natureza, prever os estados do tempo e
informar sobre possíveis alterações súbitas no estado do tempo e, por fim assistir na recomendação de
medidas para prevenção dos efeitos desastrosos na natureza.”

Ø Bioclimatologia - definida como sendo a interacção dos seres vivos (biosfera) com o clima (atmosfera),
disponível em: [Link]://[Link]/wiki/Climatologia. postado em 11-08-014 as 13h e consultado em
11 de 08 de 2014 as 14 e 30h.

Zona ou região bioclimática – refere-se não só ao tipo de clima que existe numa área, zona ou região e
toda vida nela existente: seres humanos, animais e plantas. É ao entrelaçamento/interlaçamento entre
as condições climáticas da zona e toda vida animal e vegetal nela resultante que se da esse nomo.
(CORREIA & ISMAEL; 2009: 118).

De acordo com Wilson, (2010: 89), a distribuição das regiões faunísticas e vegetais na superfície terrestre
depende em grande medida dos factores climáticos deíficos e topográficos. Tendo em conta ao clima e a
latitude, podem distinguir-se regiões bicromáticas da zona intertropical, temperada, fria e de altitude.

A distribuição e diferenciação dos vários tipos de climas dependem do modo como se distribuem os
elementos climáticos e os factores que mais os influenciam. Tornando o clima não uniforme em toda
zona climática, e diversos factores podem influenciar nessa variação, podendo existir sub-climas.

Artigo enviado por:


Roberto Miguel Silverio

Roberto Miguel Silverio

(12) artigos publicados

Autor desde 05 de maio de 2016

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Distribuição geográfica das regiões bioclimáticas

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Posted by:Fausto JoséPosted atjulho 20, 2020

Distribuição geográfica das regiões bioclimáticas

A distribuição das espécies faunísticas e vegetais na superfície terrestre depende em grande medida dos
factores climáticos, edáficos e topográficos.

Tendo em conta o clima e a latitude podem distinguir-se regiões bioclimáticas da zona intertropical,
temperada, fria e de altitude.

a) Região intertropical
Compreende a região de clima equatorial, tropical e desértica, onde se registam as mais altas
temperaturas médias do globo, com contrastes pluviométricos, contribuindo para as diferenciações das
espécies vegetais e animais.

b) Região equatorial

A floresta densa localiza-se nas bacias de Congo, Amazonas, Filipinas e Indonésia.

É uma floresta sempre verde, com vários estratos: possui árvores de grande porte (atingem 60 m de
altura e 6 m de diâmetro), com raízes curtas e frágeis. Nos troncos desenvolvem-se trepadeiras. Há
também espécies de lianas, edifitas.

A fauna desta região é constituída por uma variedade de formigas, mosquitos, serpentes, lagartos,
cobras, gorilas, chimpanzés, roedores, carnívoros e marsupiais.

c) Região tropical húmida

Estende-se entre 5° - 15° latitude norte e sul, na Venezuela, Colômbia, interior do Brasil, parte oriental
de África e Ásia das monções.

As formações vegetais caracterizam-se por:

Floresta densa, sendo, pouco a pouco, substituída por uma mais aberta, menos exuberante e menos
densa, já com um estrato herbáceo (embora pouco denso). A floresta densa é uma floresta de difícil
penetração, que se estende ao longo dos rios, atingindo algumas vezes não menos de 100 metros de
largura.

As árvores são de menor porte e mais distanciadas umas das outras.

As plantas perdem folhas na época seca e as gramíneas desaparecem.

No período das chuvas reaparecem as folhas, a floração e as gramíneas.

A vegetação é exuberante com grandes árvores e lianas. Toma o nome de galeria por o seu aspecto ser
parecido com um túnel.

d) Região de savana

À medida que a latitude vai aumentando, o período das chuvas vai diminuindo, bem como, a quantidade
de precipitação, condicionando assim a repartição da vegetação surge a savana.

A savana é uma vegetação constituída por um conjunto de árvores, arbustos e capim. A sua densidade e
altura variam de acordo com a precipitação, as queimadas e o sobrepastoreio.

De uma forma geral, a savana é uma associação vegetal não muito alta, com plantas de folha caduca e
espinhosas.

Em Moçambique podemos encontrar animais, principalmente nas reservas e parques nacionais, como
pala-pala, chango, boi-cavalo, búfalo, elefante, cabrito-cinzento, zebra, leão e hiena.

A existência de estrato herbáceo abundante, em particular na estação húmida, permite que haja uma
elevada quantidade de animais de grande porte, e dentro do sistema de cadeia alimentar verifica-se a
existência de herbívoros (antílopes, gazelas, impalas, zebras, búfalos, girafas, elefantes, rinocerontes) e
carnívoros (leopardos, hienas, chacais).

Na savana também existem muitas espécies de aves, destacando-se, por exemplo, as corredoras, como
são os casos da avestruz em África, do nandu na América e da ema na Austrália.

Nas zonas semi-áridas, como é o caso do Pafuri e sul de Tete, em Moçambique, localizam-se plantas do
tipo xer6fiIas que se desenvolvem em condições semi-áridas. medida que a latitude vai aumentando
entre os 15° e 35° surge o clima desértico.

Savana arbórea: O capim é muito alto: aparecem alguns arbustos dispersos e uma grande densidade de
árvores muito altas, de copa larga, folhas caducas ou persistentes.

Savana arbustiva: O capim é muito alto: aparecem algumas árvores dispersas e uma grande densidade
de arbustos.

Savana herbácea: O capim é muito curto: as árvores quase que não existem, destacando-se arbustos
dispersos.

e) Região desértica

O Saara, Austrália, Kalahari e outras, onde praticamente não há nenhuma cobertura vegetal, são alguns
exemplos das regiões de clima desértico no mundo.

Em algumas áreas onde o solo permite a infiltração da água, formam-se toalhas de água, possibilitando
assim a formação de oásis.

Os oásis são as únicas áreas onde é possível uma Vida um pouco estável, no interior dos desertos. A água
é fornecida por pops e nascentes, criando inesperados jardins nas paisagens mais áridas. A vegetação
desértica está adaptada para sobreviver a longos períodos de secura.

A fauna é constituída por mamíferos nómadas, nomeadamente camelos, insectos e répteis; gafanhotos,
formigas, tartarugas e aves como o falcão, galo silvestre e cuco mexicano.

f) Região temperada

Na zona de clima mediterrâneo já não existem formações vegetais naturais, primitivas, dado que
desapareceram devido secular e intensa ocupação e acção humana (pastoreio, incêndios e
desflorestamentos constantes) o que deu lugar a garrigue e maquis.

O garrigue existe em solos pobres e calcários. É mais degradado do que o maquis e constituído por uma
formação arbustiva baixa, de pequeno porte, dispersa, constituída por espécies xerófiIas.

O maquis existe em solos graníticos ou siliciosos. É uma formação baixa, densa, constituída basicamente
por arbustos, muitos deles aromáticos.

Floresta de folha caduca

Ocorre no clima temperado marítimo. Nesta floresta podemos encontrar a floresta caducifólia ou de
folha caduca. As folhas caem no Inverno são pequenas e finas e as copas grandes.

A floresta caducifólia (folha caduca) é constituída por uma variedade de espécies de árvores: carvalhos,
faias, choupos, bétulas, etc. onde se desenvolvem também espécies helióficas (vegetação rasteira de
pequenas gramíneas e bolbos).

Pradaria e floresta mista

No clima temperado continental, na transição para os climas temperado continental e temperado


marítimo localiza-se a floresta mista, constituída pelas florestas de folha caduca e de coníferas (folhas
persistentes) e lugares onde se pode verificar uma relativa humidade.

g) Região fria

A Tundra

Tundra: é uma espécie de planície, que ocupa uma faixa estreita de terra a descoberto, plana, que
circunda o oceano glaciar árctico.

A tundra é uma extensão de terreno que só recentemente se libertou dos gelos glaciares, numa época
que remonta há 8000 anos, ou seja, que corresponde ao fim do último período glaciário.

As condições climatéricas mais amenas das regiões meridionais, que com ela confinam, permitiram o
desenvolvimento da associação florestal em que a actividade do Homem ameaça cada vez mais o seu
equilíbrio ecológico.
Nesta região, com temperaturas muito abaixo de 0 °C durante o longo Inverno, a flora apresenta
características próprias tais como:

Ausência de árvores ou arbustos, porque o solo permanece com gelo abaixo da superfície da Terra, razão
que justifica a não formação de raízes, logo a não absorção de nutrientes.

A fotossíntese não se realiza devido ausência de raios solares por longos períodos do ano.

A sua superfície é de cascalho, lamacenta ou turfosa, embebida de água e cheia de acidez, sobre a qual
aparecem colónias de formação vegetal de Vida curta.

A vegetação típica é constituída por musgos, líquenes, urzes e plantas dos pântanos.

Taiga

A taiga é uma floresta de coníferas caracterizada por uma grande densidade de árvores de grande porte,
de folhagem persistente, que dão pinhas com forma de agulhas (xerofitismo) praticamente sem estrato
arbustivo e com um espesso estrato de musgos líquenes. É uma vegetação característica do norte da
América e Europa, constituída principalmente por pinheiro, abeto, larice, pinus, picea.

É a floresta mais extensa e continua do mundo, estendendo-se do continente asiático Escandinávia,


Canadá e ao Alasca, acompanhando os paralelos circundantes.

São poucos os animais que vivem na tundra. Um exemplo típico é a raposa branca.

Na Taiga podem destacar-se animais como ursos, texugos, castores, esquilos, alces, renas e lobos.
Algumas aves também se adaptam a estes ambientes, tais como as perdizes, bufos-nivais, cruza-bicos e
calhandras.

Nas regiões geladas, a fauna é essencialmente marinha, destacando-se o urso polar, a lontra, a foca e a
morsa. Muitos realizam migrações constantes.

h) Região de grandes altitudes

Nas grandes montanhas, como é o caso dos montes Kilimanjaro, Quênia, Futa Jalon, Andes e outros
encontramos climas de altitude com urna vegetação cujas as características variam em função da
altitude. Assim, as montanhas apresentam vários andares de associações vegetais.

1.° Na base até uma altitude de 1300 metros encontra-se a floresta densa, com dois estratos. As espécies
já não são muitas, mas abundam as lianas e epífitas e de forma caduca.
2.° Dos 1300 aos 2800 metros de altitude, predomina uma floresta húmida, constituída por árvores de
folha persistente e caduca com apenas um estrato arbóreo. O solo é coberto por musgos e líquenes, na
zona temperada (abetos e pinheiros).

3.° Entre os 2300 e 3800 metros aparece um matagal. O matagal é constituído por árvores com uma
grande concentração nas zonas temperadas que, por vezes, atingem 10 metros de altura. O solo é
coberto totalmente por musgos muito altos, com vários metros de altura e nas zonas temperadas por
arbustos.

4.° Dos 3800 aos 5000 metros de altitude, predominam as pradarias, onde existem várias espécies de
gramíneas, alguns musgos e líquenes e nas zonas temperadas ocorrem também gramíneas rasteiras.

Para além dos 5000 metros nas zonas quentes e 2300 metros nas temperadas, praticamente não existe
vegetação. O que predomina são rochas sem nenhuma cobertura vegetal e neve.

Bibliografia

WILSON, Felisberto. G11 - Geografia 11ª Classe. 2ª Edição. Texto Editores, Maputo, 2017.

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IPOS DE CLIMA

A grande diversidade verificada na conjunção dos fatores do climáticos pela superfície do planeta
dá origem à vários tipos de clima.

Após coletar dados por esse período (30 anos), são estabelecidos intervalos de temperatura e
chuva que caracterizam os tipos climáticos.

· Polar ou Glacial: ocorre em latitudes elevadas, onde há grande variação (...) na quantidade de
radiação absorvida. (...) São climas que se caracterizam por baixas temperaturas o ano inteiro, atingindo
no máximo 10ºC nos meses de verão.

· Temperado e Frio: (...) encontramos uma definição clara das quatro estações do ano.

· Mediterrâneo: apresentam verões quentes e secos, invernos amenos e chuvosos. (...) Se distribui
nas médias latitudes em todos os continentes.

· Tropical: (...) apresenta grande variação no comportamento de temperatura e chuvas (...).


Apresentam duas estações bem definidas: inverno ameno e seco, verão quente e chuvoso.

· Equatorial: ... zona climática mais quente do planeta. Caracteriza-se por temperaturas elevadas,
com pequena amplitude térmica anual, já que as variações de duração entre o dia e a noite e de
inclinação de incidência dos raios solares são mínimas.

· Subtropical: característico das regiões localizadas em medias latitudes (...), te chuvas abundantes e
bem distribuídas, verões quentes e invernos frios, com significativa amplitude térmica anual.

· Árido ou Desértico: por causa da falta de umidade, caracteriza-se por elevada amplitude térmica
diária e sazonal.

· Semi-árido: Clima de transição, caracterizado por chuvas escassas e mal distribuídas ao longo do
ano. Ocorre tanto em regiões tropicais (...) quanto em zonas temperadas.

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