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Tratamento e Classificação do TCE

O documento aborda o tratamento de lesões cerebrais traumáticas, destacando a importância da prevenção de lesões secundárias e a autorregulação do fluxo sanguíneo cerebral. Ele descreve diferentes tipos de hematomas e lesões cerebrais, suas características, e a necessidade de intervenções cirúrgicas em casos graves. Além disso, enfatiza a avaliação inicial e os critérios para a realização de tomografias em pacientes com trauma cranioencefálico.
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Tratamento e Classificação do TCE

O documento aborda o tratamento de lesões cerebrais traumáticas, destacando a importância da prevenção de lesões secundárias e a autorregulação do fluxo sanguíneo cerebral. Ele descreve diferentes tipos de hematomas e lesões cerebrais, suas características, e a necessidade de intervenções cirúrgicas em casos graves. Além disso, enfatiza a avaliação inicial e os critérios para a realização de tomografias em pacientes com trauma cranioencefálico.
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CLÍNICA CIRÚRGICA – 2ª ETAPA  Hematoma epidural ou extradural: o

sangramento está em cima da duramáter.


Sara Belmiro
 Hematoma subdural: embaixo da dura-máter.
TRAUMA CRANIOENCEFÁLICO  Sangramento subaracnóideo: entre o cérebro
(pia-máter) e a aracnóide.
 O objetivo primário do tratamento dos doentes
DOUTRINA DE MONRO-KELLIE
com suspeita de lesão cerebral traumática (LCT) é
prevenir a lesão cerebral secundária

 Ofertar O2, estabelecer via aérea definitiva


caso haja indicação, ventilar adequadamente o
paciente, manter pCO2 em terno de 35 e a
pO2 > 80  protege o cérebro, pois ele
funciona através de oxigênio e sangue.
 Fluxo sanguíneo e oxigenação adequada evita
lesão cerebral secundária.
 O objetivo da avaliação inicial é evitar lesão
cerebral secundária e não diagnosticar qual a
lesão intracerebral.

Ex: politraumatizado com TCE grave + hemoperitônio +


Volume sanguíneo (sangue venoso e arterial), cérebro
instabilidade hemodinâmica  laparotomia e depois
e o liquor em harmonia.
faz TC.
Quando há um TCE e existe um efeito de massa
Quais são as características peculiares da anatomia e
(sangue, edema) dentro da calota craniana, o cérebro
da fisiologia do cérebro e como é que elas afetam os
começa a drenar liquor e tirar sangue venoso do
padrões de lesão cerebral?
cérebro, para que o cérebro continue bem perfundido
 O crânio é uma estrutura rígida, não é (sangue arterial)  ainda tem PIC normal, estágio
expansível, preenchida por cérebro, líquor e sangue – compensatório devido ao mecanismo de auto
Líquor, cérebro e sangue estão em harmonia. Quando regulação cerebral
tem edema, sangramento, extravasamento de líquor,
Porém chega a um determinado momento que essa
altera o equilíbrio podendo alterar a PIC e a pressão de
autotregulação não é capaz de estabelecer a perfusão
perfusão cerebral causando lesão secundária.
cerebral sanguínea de forma adequada. E ai começa a
aumentar a PIC, alterando a perfusão cerebral e
 Autorregulação do fluxo sanguíneo cerebral - sanguínea. O volume de massa começa a ser muito
Mesmo em pacientes hipovolêmicos o cérebro, até grande e a PIC começa a subir até que haja a herniação
determinado ponto, tem a capacidade se auto regular de uncus. O paciente pode evoluir a óbito se não for
e manter pressão de perfusão tecidual adequada tratado de forma adequado por causa de hipertensão
intracraniana.
 A lesão cerebral compromete a autorregulação
PRESSÃO INTRACRANIANA
 A hemorragia intracraniana causa efeito de
 10 mmHG = Normal
massa - aumentar a PIC, piora a autorregulação e a
pressão de perfusão cerebral  20 mmHg = Anormal
 >40 mm Hg = Grave
Obs: A cabeça não tem volume que cause instabilidade
hemodinâmica por choque hipovolêmico hemorrágico.  A PIC persistente elevada leva a piora da função
cerebral e do prognóstico.
MENINGES: calota craniana - duramáter - aracnóide -
 A hipotensão arterial e a baixa saturação de
pia-máter - cérebro.
oxigênio também pioram o prognóstico
- A única exceção que evitamos deixar o paciente em - É comum concussão em lutadores de UFC. Concussão
uma hipotensão permissiva, fazendo uma reanimação é um mecanismo de defesa cerebral: É como se o
mais balanceada é no TCE. Pois se deixa esse paciente cérebro encostasse na calota craniana e faz uma
muito hipotenso pode piorar a lesão cerebral ou fazer síncope no paciente. Também é uma lesão cerebral
lesão cerebral secundária. difusa, pois não é uma área especifica e as vezes é
uma lesão que ocorre no cérebro todo.
AUTORREGULAÇÃO
- Contusão: alguma área cerebral foi lesionada e teve
- Quando a autorregulação está intacta o fluxo
um discreto extravasamento para dentro do
sanguíneo cerebral mantém-se constante para valores parênquima cerebral e na TC faz imagem hiperdensa.
de PAM entre 50 e 150 mmHg
- Lesão axional difusa que é essa lesão hipóxia
- Na lesão cerebral moderada a grave, a isquêmica que perde giros, sulcos e há um edema
autorregulação fica comprometida, de modo que o difuso cerebral
FSC varia com a PAM
 Ou seja, quebrou a autorregulação, qualquer HEMATOMA EPIDURAL (EXTRADURAL)
variação da PAM pode fazer lesão cerebral
secundária.  Associado a fratura de crânio – principalmente
temporo parietais
- O cérebro lesado é mais vulnerável a episódios de  Clássico: lesão da artéria meníngea média
hipotensão, que causam lesão cerebral secundária  Forma de lente biconvexa
 Intervalo lúcido
- Cuidado: PPC diferente de Fluxo sanguíneo cerebral
 Pode ser rapidamente fatal
CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES DE CRÂNIO  O esvaziamento precoce é essencial

 Pela morfologia – Fraturas de Crânio: - Hematoma fronto temporo


parietal a direita
Calota
 Com ou sem afundamento Esse hematoma pode ir
 Espoxta/ fechada- Fechada é se tem uma expandindo até que exerça
fratura, arranhadura no crânio. Se tem um efeito de massa tão
exposição de material encefálico é exposta. importante que a PIC
Base começa a ser deteriorada e
 Com ou sem fístula liquórica tem alteração neurológica
 Com ou sem paralisia de nervo craniano muito grande.

A fístula liquórica é um liquido mais hialino misturado Efeito de massa em direção a linha média, ao uncus,
com sangue que pode sair tanto do nariz quanto do faz herniação de úncus
ouvido. Quando tem TCE grave com otorréia - pensar
HEMATOMA SUBDURAL
obrigatoriamente em fratura de base de crânio,
comprovar com exame de imagem.  Ruptura de veias/ laceração do cérebro
 Espalha-se pela superfície cerebral
 Pela morfologia – Lesões Cerebrais:
 Morbidade / mortalidade pela lesão cerebral
Focal subjacente
 Epidural (Extradural)  Recomendado o esvaziamento cirúrgico
 Subdural rápido, especialmente se houver desvio > 5
 Intracerebral (intra parenquimatoso) mm das estruturas da linha média
 O hematoma subdural é abaixo da dura-máter.
Difusa
 Concussão A lesão vascular não é arterial, normalmente é ruptura
 Contusões múltiplas de veias. Então o sangue não tem pressão para gerar a
 Lesão hipoxica: isquêmica lente biconvexa. O sangue vai escorrendo no
parênquima cerebral, gerando uma lente côncava “O paciente que está em observação até então, devido
convexa – “banana”. Epidural “limão”. aos exames não foi encontrada sinal de lesão maior
que justifique internação, mas segue orientações: Se o
Tem hematoma subgaleal – onde tem a pancada paciente começa a ter diplopia, fica extremamente
Imagem: hematoma irritadiço, sonolento, mais de 2 episódios de vômito,
subdural extenso fronto- cefaléia persistente, perda de força motora, não
temporo-parietal a deambula tem que trazer ao hospital para reavaliação.
esquerda com hematomas Algumas coisas podem aparecer em dias, horas,
subgaleais bilaterais e esse semanas ou meses depois.”
hematoma subdural
LESÃO CEREBRAL DIFUSA
exerce um desvio de linha
média provavelmente
maior que 0,5 mm. Esse
hematoma tem indicação cirúrgica e precisa de
avaliação da neurocirurgia.

HEMATOMA/ CONTUSÃO INTRACEREBRAL

 Lesão de golpe/ contragolpe


 Mais comum: lobos frontal/ temporal
 Alterações tomográficas geralmente
progressivas
 Maioria dos doentes conscientes: não é
 Existe um edema difuso cerebral, não tem
necessário operar
área focal, o cérebro todo está edemaciado.
- Hematoma subgaleal  Perdeu os sulcos, giros, não consigo ver os
temporo ocipital a ventrículos, devido ao edema cerebral.
direita. - Hematoma  Quanto pior for a lesão axional difusa pior é o
intracerebral frontal prognóstico neuronal do paciente
bilateral, maior a
esquerda. Em volta da
CLASSIFICAÇÕES DAS LESÕES DE CRÂNIO
imagem hiperdensa
tem uma imagem
hipodensa  edema
peri-hematoma. Esse
edema cerebral começa a desviar a linha média.

Imagem hiperdensa no trauma é sangue

Quanto mais velho o paciente é, maior a chance de ter


lesões cerebrais no TCE. Por isso, quando o idoso cai e
bate a cabeça na maioria das vezes faz TC. O cérebro
do idoso e alcoólatra normalmente é atrofiado. Como
se o cérebro dentro da calota craniana tivesse mais
espaço para balançar/ bater na superfície rígida

Dependendo do caso tem que deixar de observação


por 12 ou 24 horas se tiver sinal de maior gravidade.  TCE leve: 13 a 15
Quando libera o paciente de TCE dá um receituário de  TCE moderado: 9-12
orientações de gravidade para o paciente:  TCE grave: menor ou igual a 8. Todo TCE
intubado é grave
Obs: movimento de retirada, seria a flexão normal. Os INDICAÇÕES DA TOMOGRAFIA
membros fazem uma flexão organizada em direção ao
estímulo doloroso.  Glasgow ainda < 15 duas horas após o trauma
 Déficit neurológico (ex: não consegue levantar
Escala de Glasgow com avaliação pupilar: de 1 a 15 um braço)
 Fratura de crânio
 Reação pupilar dos dois olhos: joga luz e o dois
 Sinal de fratura de base de crânio (Guaxinim,
lados fazem miose  não perde ponto – 3
Battle, fístula liquórica)
 Se uma pupila reage a luz e a outra não 
 Vômitos (> 2 episódios)
perde um ponto - 2
 Extremos de idade
 Se não tem reflexo pupilar nenhum  perde
 Amnésia retrógrada
dois pontos - 1
 Cefaléia intensa
- Isso muda prognóstico neurológico e até a conduta
- Quando o TCE é grave ou moderado é tomografia pra
neurocirúrgica. As vezes não vale a pena operar.
todo mundo.
LESÃO CEREBRAL LEVE
- Extremo de idade: crianças pequenas pela fragilidade
 Glasgow: 13-15 da calota craniana e risco de fazer sangramentos,
 História traumatismos cranianos e os idosos: atrofia cerebral
 Excluir lesões sistêmicas (risco maior de contusão), uso de anticoagulantes
 Exame neurológico aumenta o risco de sangramento intracerebral quando
tem lesão.
 Investigação radiológica conforme o caso
 Investigação de álcool/ drogas, se indicado - Cefaléia intensa: Cefaleia refratária à analgesia (ex:
 Observar ou dispensar conforme os achados dipirona, AINE, tramal), fotofobia, posição antálgica,
face de dor.
LESÃO CEREBRAL MODERADA
TRATAMENTO
 Glasgow: 9 – 12
 Avaliação inicial como na lesão leve Tratamento ideal para o doente com lesão cerebral
 Tomografia para todos os doentes traumática – Prioridades:
 Internação e observação
 Exame neurológico frequente  ABCDE
 Repetir a tomografia  Minimizar a lesão cerebral secundária
 Piora: tratar como lesão cerebral grave  Administrar oxigênio
 Ventilação adequada
Exame neurológico frequente: estava em Glasgow de  Manter a pressão arterial (sistólica > 90
12 e depois foi para 9, precisa de novos exames de mmHg) - objetivo de manter a perfusão de
imagem, repetir tomografia. fluxo sanguíneo cerebral.

LESÃO CEREBRAL GRAVE O que é o exame neurológico dirigido?

 Glasgow: 3 – 8  Glasgow
 Avaliação e reanimação  Pupilas
 Intubação para proteção da via aérea  Sinais de lateralização - Ver se o paciente tem
 Exame neurológico antes da intubação decorticação, descerebração, movimento de
 Exame neurológico dirigido (escala de coma de membros irregulares.
Glasgow e reflexo pupilar)
- Consultar precocemente o neurocirurgião
 Reavaliação frequente
 Identificação de lesões associadas

Obs: é interessante saber qual Glasgow foi intubado


TRATAMENTO CLÍNICO  Sedação
 Curarização
 Ventilação controlada
 Fazer o exame neurológico antes de sedação/
 Objetivo: PaCO2 – 35 mm Hg
curarização prolongada
 Soluções intravenosas: euvolemia, isotônicas
 Consultar o neurocirurgião - Todo TCE grave e moderado, faz fenitoína que é o
Idantal, passa dose de ataque e dose de manutenção,
 Diagnóstico clínico de hipertensão intracraniana: porque os pacientes que tem TCE são predispostos a
HIPOVENTILAÇÃO, BRADICARDIA E ANISOCORIA - fazer crises convulsivas, gatilhos epileptiformes, então
Fazer medidas clínicas até o neurocirurgião chegar faz sempre isso de praxe para os pacientes.
- Se o paciente tem sinais típicos de hipertensão - Se o paciente está intubado, faz uma sedação ou
intracraniana, a primeira pergunta a ser respondida é: eventualmente usar bloqueadores neuromusculares
Esse paciente está estável ou instável? para que o cérebro dele descanse. Tudo o que o
Há 2 drogas utilizadas para diminuir a pressão cérebro precisa em um TCE grave, é que o paciente
intracraniana de um paciente: O manitol que é um fique bem sedado.
diurético hidroosmolar e uma solução a 3% salina TRATAMENTO CIRÚRGICO
hipertônica (salgadão).
 Ferimentos de couro cabeludo
- Paciente instável hemodinamicamente  evita usar
o manitol (já que ele é um diurético e vai reduzir ainda  Possível fonte de grande sangramento
mais a PA), usa a solução salina hipertônica a 3 %.  Compressão direta para parar o sangramento
 Eventualmente, fechamento temporário
- Paciente estável hemodinamicamente  usa
manitol sem problema  Ferimentos penetrantes

 Paciente hipotenso, a pressão sanguínea  ABCs


cerebral está alterada, não está levando  Radiografia/ tomografia
sangue, O2, nem nutriente para o cérebro de  Consultar precocemene o neurocirurgião
forma adequada. Se dar diurético o paciente  Antibioticoterapia profilática
vai ficar mais hipotenso ainda, aumenta lesão  Não remover objetos encravados nem
secundaria cerebral. explorar o ferimento
- São medidas clínicas de tratamento de hipertensão  Lesão intracraniana com efeito de massa
intracraniana. Outras medidas: cabeceira elevada a
30º e colocar o paciente para hiperventilar na  Pode ter risco de vida, se tiver expansão
ventilação mecânica, coloca a FR de 30-35 com o rápida
objetivo de fazer vasoconstrição cerebral e reduzir o  Consultar imediatamente o neurocirurgião
edema cerebral.  Hiperventilação/ tratamento clínico

Obs: solução salina - o objetivo é chegar essa solução Ex: hematoma extradural com intervalo lúcido. Efeito
salina a nível cerebral e puxar o edema cerebral por de massa, sinal de hipertensão craniana, eu faço
causa da hiperosmolaridade da solução. Puxa o liquido hiperventilação e tratamento clínico baseado na
que estava no cérebro para a corrente sanguínea. estabilidade hemodinâmica, se está instável: salgadão
e se está estável: manitol.
 Manitol
 Usar apenas se houber sinais de herniação MORTE CEREBRAL
tentorial
 Evitar nos doentes com hipovolemia Como diagnosticar a morte cerebral?
 Dose: 1,0g/kg, IV, em bolus  Constatada por dois médicos – não
 Solução salina hipertônica necessariamente precisa ser neurocirurgião
 Anticonvulsivantes  Glasgow = 3
 Pupilas arreativas Bem provável que esse paciente esteja fazendo um
 Ausência de reflexos de tronco cerebral: efeito de massa cerebral. Deve ser atendido como um
 Córneo palpebral - levanta o olho do paciente, e politraumatizado priorizando o ABCDE e dando o
passa uma gaze e vê se tem tendência à diagnóstico de qual lesão cerebral ele tem.
contração
 Óculo cefálico - gira a cabeça do paciente e vê se
o olho vai acompanhar
 Vestíbulo calórico - injeta soro no ouvido do
paciente e vê se o tem movimentação ocular
 Reflexo faríngeo (gag refflex) - o paciente está
intubado e a gente aspira o paciente e vê se ele
vai ter reflexo de tosse

Letra A
 Teste de apneia - colhe uma gasometria no
ventilador, desconecta ele dá ventilação
mecânica e deixa uns 10 minutos e colhe outra
gasometria, se teve um acumulo de CO2, teste
de apneia positivo.

 Eletroencefalograma

Precisa de algum exame que mostre a ausência de


atividade cerebral: eletroencefalograma, ou uma
angiografia de artérias cerebrais, Doppler
Letra D
transcraniano ou cintilografia. Basicamente fazer um
exame que mostre ausência de atividade elétrica
(encefalograma), fluxo sanguíneo (angiografia e
doppler) ou metabólica (cintilografia).

RESUMO

- Para tratar o doente com trauma de crânio é


necessário ter noções de fisiologia intracraniana básica

- A avaliação eficiente das lesões cranioencefálicas


inclui os ABCs, o exame neurológico e a pesquisa de Normalidade: vê giros e sulcos, a linha média está
lesões associadas centrada, vê os ventrículos e plexo coroide, calota
craniana integra, sem sinal de afundamento, sem sinal
- A reanimação adequada é importante para limitar a de fratura, não há efeito de massa porque a linha
lesão cerebral secundária média está central e não vejo nenhum sinal de
hematoma extradural, epidural, subaracnoide,
subdural. Tomografia normal.
Imagem com uma lente biconvexa, compatível com
hematoma extradural, na região temporo-parietal a
esquerda, aonde exerce um discreto efeito de massa
sob a linha média apagando os ventrículos ipsilaterais,
aparentemente com uma região de edema peri
hematoma. Não visualizo fratura da calota craniana

Tem um monte de área do cérebro sangrando em um


monte de lugar, caracterizando lesão axonal difusa

Presença de uma imagem hiperdensa, de grande


volume, caracterizando uma lente biconvexa na região
temporoparieto occipital a esquerda, compatível com
hematoma extradural, havendo um desvio importante
da linha média contralateral, apagando os ventrículos Imagem hiperdensa delimitando os sulcos e giros, a
ipsilateral ao hematoma extradural. Associado a isso, hemorragia é subaracnóidea
presença de um hematoma subgaleal parietooccipital
a esquerda adjacente ao hematoma epidural.

Obs: plexo coroide calcificado, pode confundir com


hemoventrículo

Fratura frontal a direita, adjacente a espicula óssea,


tem um hematoma. É um hematoma pericontusional
por causa da fratura da espicula óssea dentro da
calota craniana. E isso é ar dentro do crânio é um
pneumoencéfalo adjacente a uma provável fratura
Hemorragia parenquimatosa em hemisfério cerebral exposta de crânio.
direito, com a presença de hemoventrículo iniciando
efeito de massa na linha média.

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