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Regulamento de Operação Ferroviária ROF

O Regulamento de Operação Ferroviária da MRS Logística estabelece normas que todos os colaboradores devem seguir para garantir a segurança e eficiência nas operações ferroviárias. O documento abrange desde disposições gerais e obrigações até definições de acidentes ferroviários e tipos de sinalização. O cumprimento rigoroso dessas regras é fundamental para a integridade física dos colaboradores e a proteção do patrimônio da empresa.

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Alexandre
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Regulamento de Operação Ferroviária ROF

O Regulamento de Operação Ferroviária da MRS Logística estabelece normas que todos os colaboradores devem seguir para garantir a segurança e eficiência nas operações ferroviárias. O documento abrange desde disposições gerais e obrigações até definições de acidentes ferroviários e tipos de sinalização. O cumprimento rigoroso dessas regras é fundamental para a integridade física dos colaboradores e a proteção do patrimônio da empresa.

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ROF

Regulamento de
Operação Ferroviária
GGI - GERÊNCIA GERAL DE INFRAESTRUTURA
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fechado enquanto não suas dúvidas! para cada tema. Participe!
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1. Introdução
2. Disposições Gerais
3. Definições
4. Obrigações
5. Comunicação
6. Sinalização
7. Operação de máquinas de chave (AMV)
8. Manobras e formação de trens
9. Licenciamento e circulação de trens
10. Manutenção
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Malha MRS
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1. Introdução

• O Regulamento de Operação Ferroviária estabelece as regras a serem seguidas por todos os colaboradores próprios e
contratados, cujas atividades estão ligadas, de forma direta ou indireta, à operação ferroviária na malha da MRS
Logística.

• O Regulamento também é aplicado na execução das operações de circulação e manobra de trens em linhas ferroviárias
controladas pelo Centro de Controle Operacional (CCO), pelas estações e pelas oficinas de manutenção.

• É dever de todo colaborador, que exerça atividade ou transite nas áreas operacionais da MRS Logística, o rigoroso
cumprimento das regras contidas nesse regulamento.

• O fiel cumprimento das regras é condição fundamental para a garantia da prestação do serviço de transporte
ferroviário, de acordo com os requisitos de segurança, eficiência e responsabilidade social requeridos pelos clientes,
acionistas e pela sociedade.
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1. Introdução

É OBRIGATÓRIO
O ENTENDIMENTO E CUMPRIMENTO DAS REGRAS

& Contratada
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2. Disposições gerais

2.1. Os colaboradores devem conhecer , cumprir e fazer cumprir integralmente todas as regras contidas nesse
regulamento, bem como todos os procedimentos vigentes em cada setor operacional da MRS.

2.2. São obrigatórios: treinamento prévio e habilitação de todos colaboradores envolvidos nas operações
ferroviárias e na utilização de cada recurso operacional.

2.3. Todos os colaboradores devem prestar toda assistência a seu alcance no cumprimento das regras e comunicar
imediatamente, ao superior imediato, qualquer infração das mesmas.

2.4. Nenhum colaborador próprio, contratado ou terceirizado, envolvido na operação ferroviária, está isento
de responsabilidade, sob alegação de ignorar as regras contidas neste regulamento. O não
cumprimento deste regulamento é considerado falta grave.

2.5. Quando estiverem em situações de riscos, os colaboradores devem adotar todos os procedimentos necessários
à preservação de sua integridade física.
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2. Disposições gerais

2.6. Toda e qualquer anormalidade que possa interferir na circulação dos trens e que ofereça risco de
acidentes deve ser imediatamente comunicada ao responsável pelo movimento de veículos ferroviários do
local, por qualquer colaborador, independente da categoria ou função na Empresa.

2.7. Quando ocorrer alguma situação de risco envolvendo bens da MRS, o colaborador deverá adotar os
procedimentos compatíveis para preservar o patrimônio, sem colocar em risco sua integridade física.
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2. Disposições gerais

2.8. Os colaboradores próprios, contratados ou terceirizados são proibidos de ingerir, ter posse ou comercializar no
trabalho bebidas alcoólicas, narcóticos, sedativos alucinógenos ou qualquer combinação ou derivados de tais
substancias que possam alterar o comportamento das pessoas.
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2. Disposições gerais
2.9. Todos os colaboradores devem estar atentos aos movimentos dos veículos ferroviários em qualquer momento,
em qualquer via e em qualquer sentido. Os colaboradores não devem permanecer sobre a linha, exceto quando
inerente à atividade e com o uso da devida sinalização prevista para a atividade.
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2. Disposições gerais

2.10. É permitido viajar nas cabines das locomotivas, além da equipagem (maquinista + auxiliar) do trem,
somente pessoas credenciadas ou previamente autorizadas pela Gerência de Operações de trens ou controlador
de trafego, devidamente equipadas de EPI. Todas as pessoas que viajam na locomotiva devem obedecer as
instruções do maquinista.

Desse modo, visitantes, colaboradores envolvidos na operação ferroviária, manutenção de via e material rodante,
somente podem trafegar na cabine do trem, desde que não exceda o número de 6 (seis) pessoas, incluindo a
equipagem.

Exceção à regra: Em caso de acidentes sem acesso rodoviário, o maquinista deverá avaliar e poderá circular com
mais de 6 (seis) pessoas a bordo.
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2. Disposições gerais

2.11. É expressamente proibido a todos os colaboradores envolvidos na operação ferroviária qualquer tipo de
ação que possa tirar sua atenção durante o exercício de suas atividades.

Tolerância 0 para uso de celulares durante as atividades.


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2. Disposições gerais
2.12. É proibido transpor composições sem o prévio conhecimento do Operador de Trens e dos envolvidos na
manobra.
Nos casos de vagões parados ou estacionados, somente com autorização do Controlador de Tráfego Local.

Observação importante: É permitido transpor a via quando veículos estão se movimentado em sentido ao
colaborador, desde que a distância mínima seja de 3 (três) vagões.
Para veículos parados, estacionados ou se afastando, a distância mínima deve ser de 6 (seis) metros.
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2. Disposições gerais

Em caso de necessidade de deslocamento de EPPs (Equipamentos de


Pequeno Porte) do local de acesso a via até o ponto especifico da realização
do trabalho ou vice versa, sendo este deslocamento com equipamentos
deslocando sobre a via, deverá a frente em deslocamento ser guarnecida por
bandeirinhas munidos de rádio de comunicação que devem cobrir todo o
trecho em deslocamento, garantindo a comunicação breve, sendo um
bandeira de cada lado. Deverão, os bandeirinhas, manter contato via rádio a
cada 02 minutos com o responsável pela equipe que está em deslocamento e,
em caso da perda de comunicação entre o bandeirinhas e a frente em
deslocamento, os equipamentos deverão ser retirados imediatamente da via
e só poderão retomar o deslocamento quando o contato entre a frente em
deslocamento e os bandeirinhas for plenamente restabelecido.
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3. Definições

3.1. ACIDENTE FERROVIÁRIO

Ocorrência que, com a participação direta de veículo ferroviário, provocar danos a esse ou a um ou mais dos
seguintes elementos: pessoas, outros veículos, instalações, obras de arte, via permanente, meio ambiente ou ainda
quando ocorrer paralisação do tráfego a animais.

Vamos conhecer algumas definições de


acidentes ferroviários?
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3. Definições
3.1.1. Abalroamento: 3.1.2. Esbarro de trens:
Colisão de veículo ferroviário ou trem, Colisão de veículos ferroviários circulando ou
circulando ou manobrando, com qualquer manobrando em vias distintas, podendo um deles
obstáculo, exceto outro veículo ferroviário. estar parado.
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3. Definições
3.1.3. Adernamento: 3.1.4. Atropelamento:
Acidente em que o veículo ferroviário se Acidente que ocorre quando um veículo
encontra parcialmente tombado no leito da ferroviário colide com pessoa e/ou animal,
linha. provocando lesão ou morte.
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3. Definições
3.1.5. Descarrilamento: 3.1.6. Choque de trens:
Acidente onde o material rodante Colisão de veículos ferroviários circulando
abandona parcial ou totalmente os no mesmo sentido e na mesma via,
trilhos, por causas diversas. podendo um deles estar parado.
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3. Definições
3.1.7. Encontro de trens: 3.1.8. Tombamento:
Colisão de veículos ferroviários circulando Acidente onde o veículo ferroviário se
em sentidos opostos na mesma via encontra tombado no leito da via.
podendo um deles estar parado.
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3. Definições
3.2. Definições Gerais
3.2.1. AMV
Aparelho de Mudança de Via (AMV) é um conjunto formado por vários acessórios, máquinas e
componentes que são projetados para propiciar o desvio de veículos ferroviários de uma via para a
outra. O AMV é constituído basicamente de três partes:

Grade da Agulhas Grade intermediaria Grade do Jacaré


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3. Definições

3.2.2. CCO (Centro de Controle Operacional)


Instalação física que controla a circulação dos trens na malha da MRS e nas ferrovias de
intercâmbio.

3.2.3. CONTROLE DE TRÁFEGO CENTRAL


Planejamento, programação e controle de circulação dos trens na malha MRS, realizada pelo
CCO.

3.2.4. CONTROLADOR DE TRÁFEGO


Colaborador responsável pelo planejamento, programação e controle de circulação dos trens
na malha MRS.
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3. Definições

3.2.5. CIRCUITO DE VIA


Circuito elétrico do qual os trilhos fazem parte para detectar a presença de trens.

3.2.6. GABARITO
Contorno de referência, ao qual devem adequar-se as instalações fixas, as cargas e veículos
ferroviários, para possibilitar o tráfego ferroviário sem interferência.
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3. Definições
4,69m

5,80m
1,70m
0,72m
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3. Definições

O que acontece quando respeitamos o gabarito?


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3. Definições
Respeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
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3. Definições
Respeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
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3. Definições
Respeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
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3. Definições
Respeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
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3. Definições
Respeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
Treinamento ROF

3. Definições
Respeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
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3. Definições

E o que acontece quando não


respeitamos o gabarito?
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3. Definições
Desrespeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
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3. Definições
Desrespeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
Treinamento ROF

3. Definições
Desrespeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
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3. Definições
Desrespeitando o Gabarito

1,70m

1,70m
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3. Definições
3.2.7. PASSAGEM EM NÍVEL (PN)
É o cruzamento de uma ou mais linhas com uma rodovia principal ou secundária,
no mesmo nível.

3.2.8. SHUNT
Curto circuito provocado pela fixação do fio condutor de eletricidade nos trilhos direito e esquerdo de uma
determinada linha sinalizada, para garantir a ocupação do circuito de via e impedir o alinhamento de rota sobre
essa. É usado pelas equipes de manutenção de campo somente depois de recebida a autorização do Controlador
de Tráfego.

SHUNT
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4. Obrigações

4.1. Somente colaboradores previamente habilitados e autorizados pela MRS podem dirigir-se diretamente ao
Operador de Trens para qualquer solicitação, no trecho em manutenção ou obras.

4.2. Comunicar imediatamente ao Controlador de Tráfego (ou com um trem que estiver circulando neste
trecho) qualquer anormalidade que ocorrer no trecho em obra ou manutenção.

4.3. Comunicar, em tempo hábil, ao Controle de Tráfego Central, todas as alterações sobre o programa dos
trens destinados aos serviços a serem por eles executados.
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4. Obrigações

4.4. Manter atualizada toda a sinalização gráfica auxiliar do trecho em obras ou manutenção, a qual é de sua
inteira responsabilidade.

4.5. Respeitar o gabarito das ferrovias e ramais nos quais opera, no trecho em obras ou manutenção, para
evitar acidentes.

4.6. É proibido efetuar manutenções de campo em locomotivas, vagões, eletroeletrônica e via sem a devida
autorização do Controle de Tráfego Central, Controle de Tráfego Local ou Rádio Mecânica.
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5. Comunicação
5.1. MEIOS DE COMUNICAÇÃO DISPONÍVEIS

1. Rádio

2. Telefonia convencional

3. Telefonia celular

4. Comunicação via Mensagens de Texto (CBTC/TWE/TWC)

5.2. PROCESSO DE COMUNICAÇÃO


Para se obter uma comunicação perfeita, algumas regras básicas devem ser observadas. Essas regras são:
clareza, objetividade e brevidade.
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6. Sinalização
Quais os tipos de sinalização utilizados na Ferrovia?

6.1. SINAIS POR PLACAS


Sinalização fixada na posição vertical contendo inscrições de letras, algarismos e/ou símbolos, evidenciando
situações em favor da segurança e da flexibilidade do tráfego.

6.2. SINAIS LUMINOSOS


Os sinais representados por focos luminosos, com significados específicos, determinam aos Operadores de
Trens as velocidades a serem obedecidas até o próximo sinaleiro, apenas em trechos sem CBTC. Nos trechos
com CBTC, estes sinais devem ser desconsiderados pelos veículos dotados de SCB ativo.

6.3. SINAIS ACÚSTICOS (Instrumentos de Alarme)


São sinais sonoros, com significados de atenção, utilizados para alertar pedestres e motoristas que trafegam
na faixa de domínio da ferrovia.
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6. Sinalização
Quais os tipos de sinalização utilizados na Ferrovia?

6.4. SINAIS MANUAIS


Sinais representados por acenos de braço ou lanternas, utilizados para manobras na falta de rádio
intercomunicador.

6.5. SINALIZAÇÃO AUXILIAR


Sinais móveis e de lanternas podem ser usados conforme disposto nas regras para proteção temporária da
linha e das estruturas ou de trabalhos em execução.

6.6. FAROL
Equipamento gerador de energia luminosa destinados a iluminar a via permanente à frente do trem, ou
denunciar a distância e aproximação do trem.
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Categoria e características das placas


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A - PLACAS DE REGULAMENTAÇÃO: Trazem informações de caráter regulamentar ou determinam atuações explícitas dos
Operadores de Trens.

INÍCIO DA RESTRIÇÃO
Significado: Início da área de restrição
sinalizada anteriormente.

FINAL DA RESTRIÇÃO
Significado: A partir da placa não há mais
restrição de velocidade causada pelas
condições estruturais da via.
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6. Sinalização

B - PLACAS DE ADVERTÊNCIA: Placa de natureza permanente ou temporária que informa ao


Operador de Trens sobre uma condição na via que exija precaução ou o cumprimento de
procedimento específico

LINHA IMPEDIDA
Significado: Conserve-se atento, pois a linha
especificada na placa encontra-se interditada para
circulação de trens.
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6. Sinalização
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6. Sinalização

C - PLACAS DE INDICAÇÃO: Placa que contém informações de utilidade para a operação dos trens.

NÚMERO DA LINHA
Significado: Indicação da linha correspondente.

HORÁRIO DE VALIDADE DA PLACA


Significado: Indica o horário de validade da sinalização
principal.
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6. Sinalização

D - PLACA DE SINALIZAÇÃO DE OBRAS: Placa de natureza temporária que informa ao Operador de Trens
sobre uma condição na via que exija precaução ou cumprimento de procedimento específico.

HOMENS TRABALHANDO
Significado: Trecho de via em obra ou serviço com homens
Formato: quadrado de 40cm ou 50 trabalhando. Os trens não necessitam diminuir a
cm de lado. velocidade e somente fazem uso da buzina na sua
Aspecto: os lados devem ser expostos aproximação.
na diagonal
Cores: fundo e verso em preto fosco, EQUIPAMENTOS NA VIA ADJACENTE
tarjas e inscrições em laranja refletivo Significado: Equipamento mecanizado de via permanente
e marcações em branco fosco. trabalhando na via adjacente ou à margem da via. Os trens
não necessitam diminuir a velocidade e somente fazem
uso da buzina na sua aproximação.
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6. Sinalização

E - PLACA DE INFORMAÇÃO: Placa para uso específico. Não estabelece velocidades e que não conflita com as
demais placas padronizadas neste regulamento.
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6. Sinalização
Exemplo de Sinalização do Trecho

Circulação e Sinalização de manutenção/obra nas laterais das vias


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6. Sinalização
Exemplo de Sinalização do Trecho
Circulação e Sinalização de manutenção/obra nas laterais das vias
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6. Sinalização
Exemplo de Sinalização do Trecho
Configuração de placas de serviços sobre a via que não precisam usar intervalo, mas precisam de diminuir a
velocidade do trem.
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7. Manutenção
7.1. Trabalhos que implicam na obstrução da linha, interferindo na operação ferroviária, só poderá ser
executado com prévia autorização do Controlador de Tráfego ou Agente de Estação.

7.2. Os intervalos devem ser rigorosamente cumpridos. Na ocorrência de algum imprevisto, o controlador de
tráfego deve ser avisado, inclusivo com o motivo.

7.3. O deslocamento e a utilização de máquinas e equipamentos leves da via permanente ao longo da via
somente devem ser executados após autorização do Controlador de tráfego.

7.4. Toda placa de PARE e SIGA deve estar sob a vigilância de um colaborador qualificado da manutenção.
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7. Manutenção

7.5. Antes que a via seja interrompida: Sinalizar com placas o trecho e “Shunt” nos trechos sinalizados.

7.6. O Controlador de Tráfego deve obrigatoriamente bloquear o trecho concedido para o serviço através
dos recursos disponíveis.

7.7. A movimentação de trens dentro da linha interrompida para a manutenção é de inteira responsabilidade
do encarregado do serviço de campo e do operador de Trens.

7.8. Qualquer restrição de velocidade imposta a um determinado trecho é de responsabilidade da equipe de


manutenção do campo, inclusive a fixação de placas de advertências e regulamentação correspondentes.
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7. Manutenção

7.9. É proibido a invasão do espaço aéreo ou Gabarito das vias sem a devida autorização do Controlador
de Tráfego Central (ou local).

7.10. O Serviço de Ronda deve ser executado com o máximo de cuidado, com atenção à circulação de
trens, não necessitando de sinalização para a atividade.

7.11. Todas atividades realizadas na malha ferroviária que interfiram na superestrutura e ou


infraestrutura devem ser previamente alinhadas entre as áreas de manutenção envolvidas.
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8. Segurança, Saúde e Meio Ambiente

Constitui dever de todos os colaboradores o exercício adequados de suas atividades, de forma a prevenir
acidentes e garantir a segurança do trabalho, assim como obedecer às normas para preservação do meio
ambiente.

8.1. Conhecimento dos riscos ocupacionais e ambientais contidos no LPD (Levantamentos de Perigos e
Danos) LAI (Levantamentos de Aspectos e Impactos) e das medidas de controle a serem adotadas antes das
atividades.

8.2. Cumprir com as medidas de controles dos riscos acima.


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8. Segurança, Saúde e Meio Ambiente

8.3. É proibido sentar-se em qualquer parte da estrutura da linha, bem como andar sobre o boleto do trilho.
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9. Licenciamento e circulação de trens


“Todo incidente e acidente, seja Ferroviário ou Pessoal, deve ser comunicado ao Gestor de
Contrato e à área de SMS da infraestrutura de imediato.”
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10. Considerações finais


Trabalho dentro de Intervalo:

O Encarregado deve estar tempo integral nestes serviços, para garantir o cumprimento dos
procedimentos e a segurança das atividades e de seus colaboradores.

É de responsabilidade da Fiscalização garantir o cumprimento de todos os procedimentos MRS e


dar a ordem para solicitar a abertura ou a entrega do intervalo ao CCO.

No momento da entrega do intervalo, a Fiscalização deverá certificar que todas atividades já


tenham sido encerradas e a Via esteja desimpedida e pronta para a retomada da circulação.

Nenhuma atividade dentro de intervalo deve ser iniciada sem que o fiscal responsável saiba do
planejamento.
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10. Considerações finais

Os trabalhos que não interferem na operação


ferroviária devem tomar o cuidado de delimitar o
espaço permitido para as atividades, como
controlar a utilização de PNs provisórias.
O
B
R
A
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10. Considerações finais

Só é permitido a escavação ao lado da via depois de ser realizado


sondagens manuais para identificação dos cabos.

O Rompimento de um cabo causa a paralisação da produção no trecho,


por isto é extremamente grave.
Treinamento ROF

10. Considerações finais

Para atravessar materiais sobre a via, em lugares onde não houver PN, deve ser colocado um tablado
eliminando o desnível entre o trilho e a plataforma ferroviária.

Para a travessia, deve-se observar as seguintes ações:

✓ Presença do Encarregado no local, para garantir o


cumprimento do procedimento;

✓ Os objetos metálicos não podem tocar nos trilhos e


quando necessário, carregados por 2 ou mais colaboradores,
evitando o toque.
“Desistir é para os
fracos, os fortes
respiram fundo e
continuam.”

Não abrimos mão da


SEGURANÇA
É um princípio prioritário
e insubstituível!
Treinamento ROF

Obrigado pela presença de


todos!

Boa prova!!

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