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Busca e Localização de Vítimas em Estruturas Colapsadas

O módulo 4 do curso de Segurança Pública aborda estratégias para busca e localização de vítimas em estruturas colapsadas, detalhando a composição da equipe e suas responsabilidades. O documento inclui definições, passos e técnicas de busca, além de sinalização de vítimas conforme o código INSARAG. O objetivo é capacitar os participantes a realizar operações de busca de forma eficaz e segura.

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Busca e Localização de Vítimas em Estruturas Colapsadas

O módulo 4 do curso de Segurança Pública aborda estratégias para busca e localização de vítimas em estruturas colapsadas, detalhando a composição da equipe e suas responsabilidades. O documento inclui definições, passos e técnicas de busca, além de sinalização de vítimas conforme o código INSARAG. O objetivo é capacitar os participantes a realizar operações de busca de forma eficaz e segura.

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Segurança Pública

modulo 4
Estratégias para a busca,
localizaçao e marcaçao
de vítimas
Apresentação

Uma parte da operação BREC que define, principalmente, o tempo de trabalho e a necessidade de
recursos é a busca e localização. Para compreender estas duas atividades, você estudará a estrutura
da equipe de busca e de localização, a responsabilidade de cada membro, a sinalização a ser feita
durante e ao final das operações, bem como as técnicas e os padrões a serem utilizados.

Objetivos do módulo

Ao final do estudo deste módulo, você deverá ser capaz de:

• definir busca e localização em estruturas colapsadas;


• descrever a composição e funções de uma equipe de busca e localização com os recursos
necessários;
• reconhecer a sinalização INSARAG para identificação exterior, identificação estrutural e a de
localização de vítimas em estruturas colapsadas; e
• descrever o procedimento para a busca e a localização usando a técnica de chamado e escuta,
transmissão de sons e para os padrões em paralelo e circular externo.

Estrutura do módulo

Este módulo possui as seguintes aulas:

Aula 1 – Busca e localização


Aula 2 – Identificação estrutural
Aula 3 – Sinalização para localização de vítimas código INSARAG
Aula 4 – Técnicas e padrões de busca e localização
Aula 1 - Busca e localização

1.1 Estrutura da equipe de busca

A estrutura básica de uma equipe de busca é a mesma apresentada no módulo 1, lembra? Veja
agora a responsabilidade de cada um deles, em relação às atividades de busca e localização.

Líder da equipe: Responsável pelo


desenvolvimento do Plano de Busca,
elaboração dos diagramas, documentação
e de fazer recomendações ao comandante
do incidente. O líder também cumpre a
função de segurança. É o responsável por
vigiar a segurança da operação de busca.

RESGATISTA 1 RESGATISTA 2 RESGATISTA 3 RESGATISTA 4 RESGATISTA 5


(LOGÍSTICA) Resgatistas: São os que realizam a
operação de busca cumprindo o plano
atribuído pelo líder da equipe, segundo o
LÍDER procedimento padrão de busca utilizado.
Cada integrante da equipe de busca
Figura 25 – Estrutura básica de uma equipe de busca
Fonte: SGT BM DF Moisés Cavalcanti
poderá cumprir diferentes tarefas.

Logística: É o responsável por ditar a


permanência da equipe na operação. É
quem controla todos os recursos materiais
e humanos da equipe.

Mas, o que são as atividades de busca e localização?

1.2 Definição de busca e localização

Pode-se definir a busca e a localização como a aplicação de técnicas e de procedimentos, que


visam à obtenção de respostas ou indícios da existência de vítimas, em algum espaço vital isolado
das Estruturas Colapsadas
1.2 Passos para busca e localização

As atividades de busca e localização envolvem 11 passos. São eles:

Passo 1 – Recopilação e análise de informação;


Passo 2 – Assegurar a cena;
Passo 3 – Revisão da estrutura;
Passo 4 – Resgatar as vítimas em superfície e de fácil acesso, caso não tenha sido feito anteriormente;
Passo 5 – Elaborar diagrama da estrutura;
Passo 6 – Selecionar a área de busca;
Passo 7 – Decidir o padrão a utilizar (busca em paralelo ou circular externo);
Passo 8 – Efetuar o padrão de busca e colocar as marcas de vítimas (código INSARAG) nos pontos
onde se detectem na estrutura e também no diagrama;
Passo 9 – Analisar continuamente os resultados e reavaliar o plano (fazer os ajustes necessários);
Passo 10 – Iniciar o procedimento de manejo das vítimas;
Passo 11 – Confirmar a presença e localização das vítimas com os recursos e o equipamento
disponível.

Aula 2 - Identificação estrutural

2.1 Identificação dos lados de uma edificação (setorização)

A identificação da orientação da estrutura ou edificação em um croqui que se faz no sentido dos


ponteiros do relógio, começando pela frente do edifício.
2.2 Como identificar a estrutura

A identificação da estrutura possibilita a:


• Identificação: a condição da estrutura e os perigos associados; e
• localização das vítimas, caso se conheça.

A elaboração do símbolo tem início desenhando um quadrado de 1m x 1m, que se coloca no ponto
de acesso principal à estrutura.

 
Figura 27 – Tamanho do quadrado base para a Identificação estrutural

A sinalização estrutural deve incluir os seguintes elementos de informação:

• Em cima do quadrado deve aparecer


a informação com relação à estrutura
e possíveis perigos. Também se devem
anotar os perigos no exterior do edifício,
por exemplo: objetos elevados pendentes;

• Do lado esquerdo, deve aparecer o número


de vítimas vivas resgatadas da estrutura, (se
houver);

• Do lado direito do quadrado, deve


aparecer o número de mortos recuperados
da estrutura, (se houver);

• Debaixo do quadrado, deve constar a


informação sobre o número de pessoas sem  
localização ainda, e a possível localização
de vítimas, dentro da estrutura (se houver). Figura 28 – Elementos da sinalização estrutural (parte de
fora do quadrado)
Dentro do quadrado, deve aparecer a
seguinte informação:

• se o edifício for seguro para trabalhar


dentro dele, escreve-se um “G” (para “Go” em
inglês), que significa que se pode trabalhar
na estrutura, ou um “N” (para “No Go”), que
seria o contrário;

• a denominação da equipe USAR;

• a data e hora de início das operações na


estrutura; e  

• a data e hora da finalização das operações.


Figura 29 – Elementos da sinalização estrutural (parte de
dentro do quadrado)

É importante que o nome da equipe de


busca seja claro de modo que ao necessitar
de informações sobre a estrutura, outros
possam saber a quem dirigir-se para obtê-
las.

Figura 30 – Marcação estrutural – operações em progresso


À medida que a situação da operação vá
evoluindo na estrutura seja porque se
assegurou alguma condição perigosa ou se
resgatou alguma vítima, é importante que
a marcação reflita estas modificações. Se for
necessário um novo quadrado para marcar
os novos dados, deve-se marcar com um “X”
grande a marcação velha para que não se
confunda com a nova.

 
Figura 31 – Marcação estrutural marcada para criar uma
nova

IMPORTANTE!
É importante não destruir a informação do símbolo original, já que esta pode refletir
a situação até aquela hora e de outra forma se perderia.
Ao se completarem as operações (no seu
nível de resposta) em uma estrutura, inclui-
se a informação apropriada e desenha-se
um círculo ao redor do quadro.

Figura 32 – Marcação mostrando operações completas

Quando se encerram por completo as


operações, traça-se uma linha horizontal na
marcação!

Figura 33 – Marcação mostrando operações encerradas


por completo
Aula 3 - Sinalização para localização de vítimas código INSARAG

A equipe USAR ou outros indivíduos que levem a cabo as operações de busca e resgate deverão,
quando não se retirar a vítima imediatamente, proceder à sinalização indicando a presença de
vítimas potenciais e confirmadas.

Deverão ser feitas marcas separadas para os vivos e para os mortos.

IMPORTANTE!
Dependendo da quantidade e o tipo de escombros na área, o local onde as vítimas se
encontram pode estar parcial ou totalmente coberto.

Veja a seguir passo a passo o método utilizado para localização.

3.1 Método a utilizar

Caso se estime a possível presença de uma vítima, faz-se uma marca ”V” no ponto mais próximo
possível de sua localização.

Figura 34 – Marca indicando vítimas possíveis


Indicação de vítimas vivas Indicação de vítimas mortas

Caso se confirme a presença de vítimas vivas, Caso se detecte a presença de vítimas


escreve-se “L” (Live em inglês) seguido pelo mortas, risca-se uma linha horizontal
número confirmado de vítimas, debaixo do cruzando o “V” e escreve-se “D“ (Dead em
símbolo. A confirmação de uma vítima viva inglês) seguido pelo número confirmado
requer contato visual ou auditivo. de vítimas, debaixo do símbolo.

Figura 35 – Marca indicando três Figura 36 – Marca indicando duas


vítimas vivas confirmadas vítimas mortas confirmadas

No caso em que escombros ou outra condição impeça que se escreva o “V” perto da(s) vítima(s), desenha-
se uma flecha indicando o local e a distância em metros. Se não houver distância específica significa que é
exatamente o local indicado pela flecha.

Figura 37 – Marca indicando duas vítimas vivas a 7 metros à direita


Caso, por qualquer razão, seja necessário atualizar o número de vítimas vivas ou mortas indicadas na
sinalização, pode-se riscar o número velho e escrever o novo.

Figura 38 – Marca mostrando a atualização do número de vítimas mortas encontradas


no local indicado pela seta

Quando for resgatada a última vítima conhecida em um local, encerra-se a sinalização dentro de um círculo,
como demonstrado nas figuras a seguir:

Figura 39 – Marca Indicando três vítimas


vivas resgatadas a 7 metros na direção Figura 40 – Marca indicando duas vítimas
assinalada mortas recuperadas no local assinalado
Aula 4 - Técnicas e padrões de busca e localização

4.1 Fatores a considerar na escolha da técnica e padrões

Nas atividades de busca e localização das vítimas podem ser utilizadas várias técnicas e diversos tipos de
padrões de busca.

A escolha da técnica e padrão a ser utilizado deverá considerar:


• o tipo de estrutura a procurar;
• o tipo de colapso existente; e
• a análise da informação prévia solicitada.

Nesta aula, você estudará as técnicas e padrões utilizados pela equipe USAR leve.

4.2 Técnicas

4.2.1 Técnica de busca por chamado e escuta

Esta técnica é utilizada de forma associada a dois padrões de busca que estudará em seguida: busca
em paralelo e de busca em circular externo.

Sua aplicação consiste em três passos:

Passo 1 – Faz-se silêncio absoluto;


Passo 2 – Um dos resgatistas, com a voz, o uso de um alto-falante ou golpeando fortemente uma estrutura
metálica da edificação, pede a possível vítima soterrada que grite ou faça ruído golpeando em algum
objeto sólido.
Passo 3 – Ao ouvir o som produzido pela vítima ou algum som de tamborilar, os outros três resgatistas
apontam para onde ouviram este ruído.

4.2.2 Transmissão de sons

Também resulta uma boa medida, golpear fortemente os condutos ou estruturas metálicas que penetrem
nos possíveis espaços vitais, e deixar uma pausa silenciosa para se escutar qualquer resposta.

Segue-se o mesmo procedimento de chamada e escuta, com a diferença que é através da transmissão de
sons em objetos metálicos e não da voz. Ambos os procedimentos podem intercalar-se ou mesclar-se. Um
ponto chave para a aplicação destes dois procedimentos é manter um silêncio total na área.
4.2.3 Busca com cães

O uso de cães nas atividades de busca e resgate em estruturas colapsadas se estabeleceu como norma em
equipes de países como a França, Israel e Estados Unidos, entre outros.

As equipes de cães de busca treinados para rastrear seres humanos podem obter uma economia
considerável de tempo no trabalho de localização de pessoas soterradas. Um cão de busca pode realizar
uma indicação muito rápida e precisa da localização de uma pessoa soterrada, mesmo que debaixo de
uma grande quantidade de escombros.

Um bom cão treinado pode procurar grandes áreas em pouco tempo. Os cães usam seu excelente sentido
do olfato para detectar vítimas soterradas, debaixo de escombros.

A função primária dos cães é detectar as pessoas vivas. Entretanto, a maioria deles dá indicação sutil de
vítimas mortas e quando é possível estas áreas podem ser marcadas para remover os corpos no futuro.

O cão de busca indica quando encontra o aroma de uma vítima, ladrando na fonte mais forte desse aroma.
O cão pode escavar na fonte do aroma e tratar de penetrar para o lugar onde está a vítima.

Vantagens das brigadas caninas Desvantagens das brigadas caninas

• Procuram grandes áreas em pouco tempo; • Atuam num período curto de trabalho de
• Penetram em espaços vitais isolados, sem 20 a 30 minutos. Requerem períodos de
dificuldades; descanso de 20 a 30 minutos;
• Trabalham em áreas perigosas; • São necessários ao menos dois cães para
• Trabalham a qualquer hora do dia; procurar a mesma área, com o objetivo de
• Trabalhar em presença de ruídos; e confirmar pontos de detecção;
• Detectam vítimas inconscientes. • Sua execução e êxito são variáveis de
acordo com a capacidade individual de
cada cão;
• Não podem trabalhar em presença de
fumaça; e
• Deve-se ter muito cuidado que a área
não se encontre poluída com substâncias
perigosas que lesem as patas do cão.
IMPORTANTE!
A busca canina pode ser efetiva conjuntamente com as etapas da busca inicial ou
para afinar a busca feita por eles. A equipe USAR leve representa um importante
recurso para a busca inicial.

4.3 Padrões
4.3.1 Padrão de busca em paralelo

Preparação:

• selecionar a área a procurar;


• colocar os resgatistas em linha com uma
separação entre eles de 1.5 metros. O líder
se mantém detrás deles de tal maneira que
possa observar a todos;
• numerar sequencialmente a linha de
resgatista da esquerda para a direita:
número 1, número 2,.e assim os seguintes
resgatistas.

Veja a seguir como executar este padrão.

Figura 41 – Formação da equipe no padrão


busca em paralelo
Como executar o padrão busca em paralelo?
• O líder solicita em voz alta ou utilizando um acessório fala: “SILÊNCIO TOTAL, INICIA A BUSCA”;
• Após as ordens do líder a linha se move de 2 a 3 metros para frente sobre os escombros e todos
os resgatistas se agacham tratando de pôr a orelha o mais próximo possível ao piso. O resgatista
número 1 chama “SILÊNCIO TOTAL. SOMOS A EQUIPE DE BUSCA E RESGATE DO BRASIL, SE
ALGUÉM ME ESCUTA, BATA DE 2 A 3 VEZES OU GRITE!”. Aqui se inicia a aplicação da técnica de
busca e localização por chamado e escuta;
• Todos os resgatistas tratam de ouvir e aguardar por uma resposta durante 15 a 20 segundos. Se nada
se escutar, o resgatista número 1 grita “NADA SE ESCUTA”;
• Agora o resgatista número 2 realiza o chamado e todos escutam, e assim se segue logo com o
resgatista número 3 e outros até completar a linha de resgatistas;
• Após terminar a linha, todos os resgatistas andam para frente de 2 a 3 metros e todo o
processo se repete, até completar a área selecionada.
• Se algum dos resgatistas escuta algo deverá levantar seu braço até que o líder perceba. Todos
os outros resgatistas apontarão com seu braço para onde provém o ruído e não se moverão de sua
posição até que o líder os autorize. O líder poderá enviar ao lugar outros membros do grupo a fim de
checar e marcar o lugar.

Uma grande área de colapso pode ser coberta com este padrão de busca
12 HORAS
(NORTE)

6 HORAS
(SUL) “OUÇA SONS
Figura 42 – Posição inicial da equipe NESTA DIREÇÃO!”

Figura 43 – Técnica de busca e localização Figura 44 – Exemplo de linhas traçadas


por chamado e escuta.

Inicia-se este padrão colocando- A aplicação da técnica de busca e Riscam-se linhas imaginárias
se quatro membros de uma localização de chamado e escuta partindo de cada resgatista ao
equipe USAR ao redor de uma é feita. Se não escutarem nada, lugar de origem do ruído. O
área colapsada, em forma de vão fazendo avanços de 1/16 em ponto onde se cruzam as quatro
cruz. direção aos ponteiros do relógio linhas é o lugar provável onde se
Logo em seguida, o líder, inicia e repetem o procedimento de encontra a vítima
a aplicação da técnica de busca chamado e escuta nas quatro
e localização por chamado e paradas que fazem cada
escuta. resgatista. Assim cobrem com
precisão toda a circunferência da
área.
Observações:

• Recomenda-se utilizar um diagrama de busca de tal maneira que se possa localizar o ponto com certa
precisão. A vítima se localiza nas coordenadas XY; e

• Podem utilizar-se coordenadas geográficas (norte, sul, leste, oeste) ou as horas do relógio (tomando as
12 como o norte).

IMPORTANTE!
Este padrão não é tão preciso quanto o padrão de linhas paralelas. Utilizam-se os
mesmos códigos de palavras nas chamadas e provas litográficas. Aponta-se para
onde vem o som e se triangula a possível localização da vítima.

Finalizando...
Neste módulo, você estudou que:

• as atividades de busca e localização envolvem 11 passos que abrangem desde a recopilação e análise
da informação até a confirmação da presença e localização das vítimas com os recursos e o equipamento
disponível;
• a identificação da estrutura possibilita: a identificação da condição da estrutura e os perigos associados
e a localização das vítimas, caso se conheça;
• a equipe USAR ou outros indivíduos que levem a cabo as operações de busca e resgate deverão, quando
não se retirar a vítima imediatamente, proceder à sinalização indicando a presença de vítimas potenciais
e confirmadas. Deverão ser feitas marcas separadas para os vivos e para os mortos;
• nas atividades de busca e localização das vítimas podem ser utilizadas várias técnicas e diversos tipos
de padrões de busca, dentre elas podemos destacar a técnica de busca, por chamado e escuta;
• a escolha da técnica e padrão a ser utilizado deverá considerar: o tipo de estrutura a procurar; o tipo de
colapso existente e a análise da informação prévia solicitada;
• as equipes de cães de busca treinados para rastrear seres humanos, podem obter uma economia
considerável de tempo no trabalho de localização de pessoas soterradas.
Exercícios

1 - Aplicação de técnicas e procedimentos que visam obter respostas ou indícios da


existência de vítimas em algum espaço vital isolado da estruturas colapsadas é a
definição de:

a) ( ) pesquisa técnica
b) ( ) busca e localização
c) ( ) busca técnica
d) ( ) busca de vítimas

2 - Analise as marcações abaixo:

Marque a sequência correta dos significados:


a) ( ) 2 vítimas vivas 7 metros, nesta direção; 4 vítimas vivas; 3 vítimas mortas, nesta direção e 2 vítimas
mortas recuperadas, nesta direção.
b) ( ) 2 vítimas mortas recuperadas, nesta direção; 2 vítimas vivas 7 metros, nesta direção; 4 vítimas
vivas e 3 vítimas mortas, nesta direção.
c) ( ) 4 vítimas vivas; 2 vítimas vivas 7 metros, nesta direção; 3 vítimas mortas, nesta direção e 2 vítimas
mortas recuperadas, nesta direção.
d) ( ) 2 vítimas vivas 7 metros nesta direção; 3 vítimas mortas nesta direção e 2 vítimas mortas
recuperadas nesta direção; e 4 vítimas vivas.
3 - Coloque a Identificação dos lados da estrutura abaixo. Clique e arraste para marcar a

LADO  1   LADO  2   LADO  3   LADO  4  


 

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