Folha de feedback
Classificação
Pontuaçã Nota Subtotal
Categoria Indicadores Padrões o máxima do
tutor
Capa 0.5
Índice 0.5
Aspectos Introdução 0.5
Estrutura organizacionais Discussão 0.5
Conclusão 0.5
Bibliografia 0.5
Introdução Contextualização 1.0
(Indicação clara do
problema)
Conteúdo Descrição dos objectivos 1.0
Metodologia adequada ao 2.0
objecto do trabalho
Análise e discussão Articulação e domínio do 2.0
discurso académico
(expressão escrita
cuidada, coerência/coesão
textual)
Revisão bibliográfica 2.0
nacional e internacionais
relevantes na área de
estudo
Exploração dos dados 2.0
Conclusão Contributos teóricos 2.0
práticos
Aspectos Formatação Paginação, tipo e tamanho 1.0
gerais de letra, paragrafo,
espaçamento entre linhas
Referências Normas APA 6ª Rigor e coerência das 4.0
bibliográficas edição em citações citações/referências
e bibliografia bibliográficas
Índice
1. Introdução ........................................................................................................................ 3
1.1. Objectivos .................................................................................................................... 4
1.1.1. Objectivo geral ............................................................................................................. 4
1.1.2. Objectivo específico .................................................................................................... 4
1.2. Metodologia de trabalho .............................................................................................. 4
2. O Papel do Professor de Biologia no Ensino da Educação Ambiental nos Alunos da 7ª
Classe ...................................................................................................................................... 5
3. Conclusão ........................................................................................................................ 8
4. Bibliografia ...................................................................................................................... 9
1. Introdução
A Educação Ambiental foi definida como uma dimensão dada ao conteúdo e à prática da
educação, orientada para resolução dos problemas concretos do meio ambiente através de
enfoques interdisciplinares e de uma participação activa e responsável de cada individuo e da
colectividade.
Porem, este conteúdo visa promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a
conscientização pública para a preservação do meio ambiente.
Todavia, olhando para a estrutura do trabalho, o mesmo começa com uma breve introdução
que se fará acompanhar do objectivo, metodologia do trabalho, isto no primeiro parte, onde
posteriormente encontramos a fundamentação teórica, onde abordamos as questões pontuais
do nosso trabalho e finalmente as referência bibliográficas.
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[Link]
1.1.1. Objectivo geral
Saber o papel do professor de biologia no ensino da educação ambiental nos alunos da
7ª classe
1.1.2. Objectivo específico
Mencionar o papel do professor de biologia no ensino da educação ambiental nos
alunos da 7ª classe
[Link] de trabalho
Segundo Lakatos e Marconi (2010, p.40) Metodologia é capacidade minuciosa detalhada e
exacta de um trabalho de pesquisa. Dai que para a concretização deste trabalho de pesquisa,
recorreu-se, fundamentalmente a consulta bibliográfica dos manuais disponíveis e citados no
trabalho.
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2. O Papel do Professor de Biologia no Ensino da Educação Ambiental nos Alunos
da 7ª Classe
A Educação Ambiental necessita ser vista de maneira ampliada, não apenas voltada para o
cuidado com os recursos naturais; abrange muito mais do que a conservação da fauna e flora,
envolve as questões relacionadas ao favorável convívio e interacção do ser humano em
sociedade.
A vida é um ato de sucessivas e duradouras experiências de Educação Ambiental. Por meio de
atitudes e acções conscientes, o ser humano aprende a interagir de forma correta com o meio
ambiente. Dessa forma, não se pode permitir que a cultura da depredação da natureza, das
injustiças sociais e do consumo exagerado continue sendo divulgada indiscriminadamente.
A necessidade de mudança de valores, comportamentos e atitudes é evidente e aumentam a
cada dia. Assim, por meio da educação ambiental, é possível promover o respeito ao meio
ambiente e aos seus recursos através do desenvolvimento sustentável, fortalecendo a relação
homem e natureza. (Guimarães, 1995).
Segundo o conceito de Guimarães (1995; p. 107) conceitua a Educação Ambiental da seguinte
forma: “é um processo longo e contínuo de aprendizagem, de uma filosofia de trabalho
participativo, em que todos, família, escola e comunidade, devam estar envolvidos”. Para isso,
a educação ambiental deve superar as relações existentes entre homem e natureza,
estabelecendo uma reflexão consciente da importância do meio ambiente e de sua
conservação.
Actualmente, educar para o desenvolvimento sustentável é a única maneira de sensibilizar as
pessoas a informação e participação na defesa do meio ambiente e da vida em sociedade. A
educação é uma ferramenta indispensável à sustentabilidade, ela é um meio para se conquistar
o escopo: o desenvolvimento sustentável em todos os sectores de actividades (AGENDA 21,
2001).
Perante as instabilidades ambientais que estão acontecendo pelas desfavoráveis actividades
humanas, é de extrema necessidade que os argumentos sobre educação ambiental evoluam de
forma a acrescentar em uma melhor educação voltada aos princípios de sustentabilidade.
Desse modo, é essencial que as escolas abracem a educação ambiental como disciplina
imprescindível, tentando desse modo fazer com que os alunos se transformem em cidadãos
com noção de conhecimento no que diz respeito à educação ambiental.
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O papel do professor diante de um contexto marcado pela degradação constante da natureza é
de uma imensa responsabilidade. A educação ambiental configura-se necessária, é uma
ferramenta de transformação, potencializando o envolvimento de todos numa perspectiva
interdisciplinar, inovadora e crítica, voltada para a transformação social. Sua abordagem deve
ser numa perspectiva de acção holística, relacionando o homem, a natureza e sua
responsabilidade de acção no uso dos recursos naturais.
Segundo Loureiro, (2004) afirma que a concepção de ambiente expressa nos PCN representa
um salto qualitativo em relação às práticas pedagógicas e livros convencionais, pois elimina
ou atenua distorções quanto à imagem de ambiente, articula ambientes naturais e
humanizados e consegue superar parcialmente a perspectiva de educação ambiental
meramente instrumental.
Porém, o autor ressalta que “a inclusão das dimensões sociais, económicas e culturais não foi
acompanhada pela abordagem dos correspondentes determinantes políticos, filosóficos e
ideológicos” da questão ambiental, veiculando uma “imagem de sociedade universal,
despolitizada e desideologizada”. Para o autor, a grande questão é que esta abordagem implica
em uma ideia de educação ambiental redentora e ingénua, que pouco contribui na formação
dos alunos para as questões ambientais.
No entanto, é importante salientar que as características do trabalho docente em relação à
Temática Ambiental também sofrem influência de outros factores que permeiam a trajectória
de vida pessoal e profissional do professor, tais como elementos que constituem o sujeito
ecológico, os quais buscamos investigar neste trabalho.
Assim, a maneira como o professor se identifica com a Temática Ambiental e a concebe pode
interferir directamente em sua prática pedagógica. Durante o trabalho com a Temática
Ambiental, o professor de Biologia pode ou não desenvolver um trabalho de EA. Koff (1995)
em seu livro “A questão ambiental e o estudo de ciências” no que diz respeito ao ensino
formal, discute a concepção de EA de professores que na maioria dos casos, vêem a EA como
“um conjunto de actividades relacionadas com a ecologia” e não como um princípio
orientador para a prática educacional que “contribua para o alcance da cidadania plena, ou
seja, a cidadania planetária” (p.22).
Na minha experiência profissional como professor de Biologia da rede pública, ao trabalhar
com a Temática Ambiental sinto uma grande dificuldade em desenvolver actividades que
promovam a EA no Ensino secundário, identificando em alguns colegas a mesma dificuldade.
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Carga-horária da disciplina reduzida, grande quantidade de conteúdos a serem trabalhados,
Interdisciplinaridade e transversalidade mais no papel do que na prática, torna o trabalho um
desafio. De acordo com Krasilchik (1986), estes factores e muitos outros, tais como
sobrecarga de trabalho, classes superlotadas, falta de instalações adequadas, perpassam todo o
sistema escolar, deformando ou impedindo o processo de inserção da EA nas escolas.
Não obstante aos problemas acima apontados, alguns professores ao trabalharem com a
Temática Ambiental, abordam elementos da EA, tais como as dimensões que devem estar
presentes nos trabalhos de EA: dimensão dos conhecimentos, dos valores éticos e estéticos e
da participação política (Loureiro, 2004), mesmo que estes professores não tenham
consciência ou conhecimento destas dimensões. Para que a Temática Ambiental seja
incorporada na escola é necessário que o professor esteja “preparado e instrumentalizado”,
além de sensibilizado e consciente da necessidade e da importância do tratamento dessa
questão com os alunos (Segura, 2001).
O professor de biologia que incorpora na sua prática docente elementos da Temática
Ambiental acredita estar trabalhando com EA. Isto ocorre pelo fato dele realizar um processo
educativo e, principalmente pelo fato de a EA ser, antes de tudo, Educação, ainda que o
entendimento de EA que o professor possui não seja aquele que os especialistas entendem por
EA.
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3. Conclusão
Contudo, chegando ao fim deste trabalho de pesquisa concluímos que o professor desempenha
um papel muito importante. O papel do professor é de vital importância. Através dele,
mudanças, práticas, estratégias e didácticas interdisciplinares são traçadas, promovendo um
desenvolvimento integral e em equipe, criando métodos para o exercício prático da cidadania,
sintetizando as dimensões do processo Sócio-Ambiental.
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4. Bibliografia
Lakatos, E. M e Marconi, M. A (2010), Sociologia Geral.7 ed. São Paulo: Atlas,373 p.
Guimarães, M. (1995) A dimensão ambiental na educação. Campinas: Papirus.
Loureiro, C. F. B. (2004) Educação Ambiental Transformadora. In: Layrargues, P. P.
(Coord.) Identidades da Educação Ambiental Brasileira. Brasília: Ministério do Meio
Ambiente.
Segura, D. de S. Baena. (2001) Educação Ambiental na escola pública: da curiosidade
ingênua à consciência crítica. São Paulo: Annablume: Fapesp.