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Tipos de Citrinos e Sua Importância

O documento aborda a importância da agricultura, destacando sua história e impacto na sociedade, além de discutir os citrinos, incluindo sua descrição, taxonomia, doenças, pragas e tipos. A agricultura é fundamental para a produção de alimentos e a economia, enquanto os citrinos são uma categoria específica de plantas com características e necessidades climáticas distintas. O texto conclui com considerações sobre o cultivo e as condições ideais para o desenvolvimento dos citrinos.

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Tipos de Citrinos e Sua Importância

O documento aborda a importância da agricultura, destacando sua história e impacto na sociedade, além de discutir os citrinos, incluindo sua descrição, taxonomia, doenças, pragas e tipos. A agricultura é fundamental para a produção de alimentos e a economia, enquanto os citrinos são uma categoria específica de plantas com características e necessidades climáticas distintas. O texto conclui com considerações sobre o cultivo e as condições ideais para o desenvolvimento dos citrinos.

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ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 1

2. AGRICULTURA ................................................................................................................... 2

2.1. História............................................................................................................................. 2

2.2. "Importância da agricultura" ............................................................................................ 3

3. CITRINOS .............................................................................................................................. 4

3.1. Descrição ......................................................................................................................... 4

3.2. Taxonomia ....................................................................................................................... 5

3.3. Doenças e pragas ............................................................................................................. 5

3.4. Tipos de citrinos............................................................................................................... 6

3.4.1. Laranjas doces .......................................................................................................... 6

3.5. Clima ................................................................................................................................ 9

3.6. Solo ................................................................................................................................ 10

4. CONCLUSÃO ...................................................................................................................... 11

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................. 12


1. INTRODUÇÃO

No presente trabalho vamos falar em primeiro da agricultura que é de extrema importância


para toda a sociedade, pois é através dela que se produzem os alimentos, sendo a base da
economia mundial, vamos também falar um pouco da sua história.

De seguida iremos falar dos citrinos onde pretendemos fazer a descrição dos citrinos, das
principais doenças e pragas, vamos apresentar também alguns tipos de citrinos, em terceiro
lugar apresentar-se-á tipo do clima e solo propícios para os citrinos e por fim apresentaremos
as conclusões adquiridas e as referências bibliográficas.

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2. AGRICULTURA

Agricultura é a prática de cultivar plantas e criar gado. Foi o principal desenvolvimento na


ascensão da civilização humana sedentária, por meio da qual o uso de espécies domesticadas
criou excedentes de alimentos que permitiram às pessoas viver nas cidades. A história da
agricultura começou há milhares de anos. Depois de colectar grãos silvestres por pelo menos
105 mil anos, os primeiros agricultores começaram a plantá-los há cerca de 11,5 mil anos.
Animais como porcos, ovelhas e bois foram domesticados há mais de 10 mil anos. As plantas
foram cultivadas independentemente em pelo menos onze regiões do mundo. Desde o século
XX, no entanto, a agricultura industrial baseada na monocultura em grande escala passou a
dominar a produção agrícola, embora cerca de 2 bilhões de pessoas ainda dependiam da
agricultura de subsistência.

2.1. História

O desenvolvimento da agricultura permitiu que a população humana crescesse muitas vezes


mais do que poderia ser sustentado pela caça e colecta. A agricultura começou de forma
independente em diferentes partes do mundo e incluiu uma gama diversificada de táxons, em
pelo menos onze centros de origem independentes. Grãos selvagens foram colectados e
comidos há pelo menos 105 mil anos. No Levante paleolítico, há 23 mil anos, o cultivo de
cereais de farro, cevada e aveia foi observado perto do mar da Galileia. O arroz
foi domesticado na China entre 11.500 e 6.200 a.C. com o cultivo mais antigo conhecido de
5.700 a.C., seguido por feijão mungo, soja e azuki. As ovelhas foram domesticadas
na Mesopotâmia entre 13 mil e 11 mil anos atrás. O gado foi domesticado a partir
dos auroques selvagens nas áreas da moderna Turquia e Paquistão há cerca de 10,5 mil anos.

A domesticação de suínos surgiu na Eurásia, incluindo Europa, Leste Asiático e Sudoeste


Asiático, onde o javali foi domesticado pela primeira vez há cerca de 10,5 mil nos.

Nos Andes da América do Sul, a batata foi domesticada entre 10 mil e 7 mil anos atrás, junto
com feijão, coca, lhamas, alpacas e porquinhos-da-índia.

A cana-de-açúcar e alguns tubérculos foram domesticados na Nova Guiné há cerca de 9 mil


anos. O sorgo foi domesticado na região do Sahel, na África, há 7 mil anos. O algodão foi
domesticado no Peru há 5,6 mol anos e também foi domesticado independentemente na
Eurásia. Na Mesoamérica, o teosinto selvagem foi criado em milho há 6 mil anos. Estudiosos

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ofereceram várias hipóteses para explicar as origens históricas da agricultura. Estudos sobre a
transição de sociedades caçadoras-colectoras para sociedades agrícolas indicam um período
inicial de intensificação e aumento do sedentarismo; exemplos são a cultura
natufiana no Levante e o neolítico chinês primitivo na China. Então, plantas silvestres antes
colhidas começaram a ser plantadas e, aos poucos, foram domesticadas.

2.2. "Importância da agricultura"

"A agricultura desempenha papel fundamental no fornecimento de alimentos para a


população, por isso é uma actividades de grande importância no Brasil e também no mundo.
Embora não haja um consenso com relação aos dados de abastecimento, sabe-se que a
agricultura é responsável pela maior parte dos alimentos de origem natural, como verduras,
frutas, ovos e leite, que são produzidos e consumidos em escala mundial.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em


inglês) estima que entre 70% e 80% dos alimentos produzidos no mundo são derivados das
pequenas propriedades rurais, o que inclui aquelas que praticam a agricultura.

Do ponto de vista económico, a agricultura é importante para a dinâmica económica local e


regional, como é o caso de inúmeras cidades no interior do território brasileiro. Outro aspecto
que evidencia a importância da agricultura familiar é a sua relação directa com a
sustentabilidade ambiental, utilizando-se de práticas que auxiliam na manutenção da
fertilidade natural dos solos e do equilíbrio dos ecossistemas locais."

Apesar do grande desenvolvimento industrial alcançado pelos países, a agricultura, ao lado da


indústria e dos serviços é a principal actividade produtiva da Humanidade. Vários são os
factos que explicam tal importância:

 Juntamente com a pecuária, a agricultura ocupa a maior extensão de terras;


 É a base de sobrevivência da população humana, pois fornece-lhe alimentação;
 Fornece matérias-primas para a indústria de produtos alimentares, que é a grande fonte
de emprego nas sociedades modernas;
 É a actividade económica que absorve a maior parte da população no mundo e ocupa
cerca de vinte e um milhões de quilómetros quadrados, ou seja, cerca de 16% das
terras emersas.

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De facto, a área cultivável e cultivada, nas condições técnico-culturais actuais, situa-se em
três faixas, nomeadamente:

 Na região setentrional de clima temperado, que engloba as extensas planícies e regiões


menos íngremes da América do Norte, Europa e Asia;
 A franja tropical que compreende as regiões onde domina a plantação, em África e
América do Sul e a região da Asia das Monções;
 A zona temperada do Sul, pouco povoada, onde encontramos as grandes criações de
bovinos, e ovinos da Nova Zelândia, da Austrália, da África do Sul e da Argentina.

Há ainda a destacar que nos países desenvolvidos a percentagem da população activa que se
dedica às actividades agrícolas é muito baixa (menos de 5% na Inglaterra e EUA)
comparativamente aos restantes países em Vias de desenvolvimento. No primeiro grupo de
países, a agricultura é feita mediante o recurso aos métodos e técnicas modernas, sendo as
fazendas geridas sob orientação empresarial.

3. CITRINOS

Citrus é um género de plantas da família Rutaceae, ordem Sapindales, originárias do sudeste


tropical e subtropical da Ásia.

O grupo contém três espécies e numerosos híbridos naturais e cultivados, incluindo


os frutos habitualmente designadas por citrinos, como a laranja, o limão, a toranja, a lima,
a tangerina, e a cidra.

Os frutos são ricos em compostos bioactivos, sendo, portanto, um ótimo alimento.[2]

Citricultura é o estudo das formas de produção de citrinos.

3.1. Descrição

Este género é constituído por arbustos grandes ou árvores de tamanho pequeno a médio,
atingindo de 5 a 15 m de altura, com ramos espinhosos e folhas persistentes, com uma
margem inteira, dispostas alternadamente.

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As flores são solitárias ou em pequenas inflorescências, cada flor com 2–4 cm de diâmetro,
com cinco (raramente quatro) pétalas brancas e numerosos estames poliadelfos. As flores são
geralmente muito perfumadas, devido à presença de glândulas de óleos essenciais.

3.2. Taxonomia

A taxonomia do gênero é complexa. Quase todas as espécies cultivadas são híbridos.


Hibridações podem ter ocorrido na natureza entre pés selvagens, mas muitas são
provavelmente resultados diretos ou indiretos do cultivo. Todos esses híbridos são
descendentes diretos ou indiretos de algumas antigas espécies selvagens.

Recentes evidências genéticas apontam para apenas três espécies: a tangerina, a cidra e
o pomelo e talvez espécies do subgênero Papeda. Elas são grandes arbustos ou
pequenas árvores, alcançando entre 5 m e 15 m de altura.

3.3. Doenças e pragas

Tanto as doenças como as pragas podem matar as plantas ou tornar os frutos impossíveis de
serem comercializados ou consumidos.

Segundo a Embrapa, as principais doenças que acometem os citrus são:

 Estiolamento Damping-Off - as sementes apodrecem e não germinam ou a plantas


recém-nascidas ficam amarelecidas, apodrecem e morrem;

 Tristeza - a planta para de se desenvolver, acontecendo a redução do tamanho das folhas,


folhas com sintomas de deficiência de micronutriente e frutos pequenos e endurecidos.
Algumas espécies, como a laranja-pera, a lima-ácida do tipo galego, e alguns pomelos são
mais suscetíveis à doença;

 Verrugose - lesões salientes, corticosas irregulares que se agrupam atacam folhas e


brotos;

 Gomose - afeta a casca e a parte externa do lenho nas raízes, tronco e folhas, que ficam
amarelas. O sintoma clássico é a de goma de coloração marrom na planta;

 Rubelose - os galhos ficam revestidos pelo fungo que a princípio é branco, tornando-se
amarelo róseo com o avanço da doença. O galho seca, a casca parte e se levanta;

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 Melanose - pequenas lesões arredondadas, ligeiramente salientes, de coloração escura,
recobrem frutos, folhas e ramos.

 Os citros também são atacados por pragas como a broca da laranjeira (Cratosomus
flavofasciatus), cochonilhas, mosca branca e a mosca-das-frutas.

3.4. Tipos de citrinos

As laranjas comuns (cultivares Hamlin, Valência, Shamouti, Pêra) são o grupo


comercialmente mais importante. Elas são cultivadas principalmente em climas mais húmidos
e são amplamente utilizadas para processamento.

3.4.1. Laranjas doces

 Laranjas Navel

Laranjas Navel (cultivares Washington, Lane Late, Navelina) são maiores do que as laranjas
comuns. Elas são comercializadas principalmente in natura, devido à presença de limonina, o
que resulta em sabor azedo após o processamento.

As laranjas Navel são particularmente suscetíveis à estresses ambientais. Por exemplo, altas
temperaturas de 35-40oC durante formação de botões florais, principalmente em climas
húmidos, pode resultar em prejuízo na frutificação. Estresse hídrico também pode resultar em
perdas significativas de produtividade.

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As laranjas Navel de maior qualidade são encontradas em climas mediterrâneos, que
combinam dias quentes com noites frias , principalmente na Espanha, Israel, Austrália, África
do Sul, e o litoral da Califórnia, USA.

 Tangerinas

As tangerinas podem ser divididas em tangerinas comuns (incluindo tangerinas e mexericas),


o grupo Mediterrâneo e o grupo das poncãs. Os híbridos naturais (cruzamentos de tangerinas
e laranjas) como Temple, Murcott e Ortanique, e híbridos artificiais de tangerinas e toranjas
ou pomelos também estão incluídos nessa categoria.

As tangerinas são produzidas primeiramente para o mercado de frutas frescas para enlatados,
principalmente poncãs. Elas são mais fáceis de descascar e contém menos sementes que
laranjas. O sumo de forte coloração pode ser misturado com outros sumos de plantas cítricas
para melhorar a cor.

 Tangerina comum

A tangerina comum tem uma estreita conexão física entre a casca e o fruto. Como resultado,
tangerinas comuns são menos suscetíveis aos danos no transporte e mais tolerantes ao
armazenamento em longo prazo. China, Espanha e Japão são os líderes na produção de
tangerinas. O grupo da tangerina comum, conhecida também como „Clementina‟, é bem
adaptada à região mediterrânea.

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 Satsumas (Poncãs)

As satsumas (cultivares Sunshui Marc) possuem frutos grandes e mais fáceis de descascar do
que a maioria das tangerinas. Elas possuem normalmente um formato oval e achatado. As
satsumas se desenvolvem bem em áreas subtropicais de clima ameno e possuem um menor
requerimento de calor quando comparado com outras tangerinas.

 Tangerinas do Mediterrâneo

As tangerinas do Mediterrâneo são também conhecidas em outros países como “Willowleaf


mandarin”. Essa tangerina é raramente cultivada devido ao reduzido tamanho dos frutos e ao
fato de a casca ser muito pouco resistente a lesões.

 Limões e limas

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Limões e limas são os frutos de citrinos mais sensíveis à geada entre as espécies de citrinos.
As temperaturas ambiente mínimas não devem cair abaixo do ponto de congelamento.
Enquanto as limas se desenvolvem bem nos trópicos, os limões são principalmente
produzidos em climas áridos por não serem bem adaptados à regiões húmidas onde a pressão
de doenças pode ser muito grande. México, Índia e Argentina são os líderes na produção de
limões e limas.

Os limões possuem o maior teor de ácidos, variando de 5 a 8%, com SST (sólidos solúveis
totais) de 7 a 9%. Eles são cultivados como frutos frescos e para extração de óleo da casca.

3.5. Clima

O clima exerce grande influência sobre o vigor e longevidade das plantas cítricas, qualidade e
quantidade de frutos. Os citros desenvolvem-se melhor em regiões de clima mais ameno,
desde que os solos sejam adequados e o regime pluvial atinja cerca de 1.200 mm anuais, bem
distribuídos durante o ano, podendo-se suplementar os déficits com água de irrigação. No
Nordeste geralmente as chuvas ocorrem com maior intensidade de março a agosto (inverno).
Embora a limitação climática para o plantio de citros, possa ser contornada pelo uso de
irrigação, principalmente em áreas do Nordeste onde o regime pluviométrico é abaixo de
700mm, percebe-se que em sua maioria os pomares ainda não dispõe de irrigação.

A altitude mais adequada aos pomares varia de 20 a 500m e o regime pluviométrico de 1.000
a 1.800mm. Com respeito a umidade relativa, ela é mais alta no Nordeste, onde no inverno
atinge a quase 100%. A média pode estar situada entre 75 a 80%. A temperatura média anual
varia de 19ºC no Sul a 25ºC (NE). Independente da região, a floração ocorre em setembro,

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podendo ocorrer mais de uma florada à medida que se aproxima das condições tropicais e
quanto mais distante do equador maior tempo permanecem os frutos na árvore.

Os elementos climáticos exercem influência sobre os citros, destacando-se dentre esses a


temperatura que, além de ter efeito acentuado sobre a qualidade do fruto, foi o fator que
determinou a distribuição geográfica das plantas cítricas na grande faixa de 40º ao norte e sul
do equador.

Os frutos produzidos nos climas frios têm melhor coloração da casca e da polpa, bem como
teores mais altos de açúcares e ácidos, que acentuam o sabor. Nos climas quentes os frutos
são menos coloridos interna e externamente, com teores mais baixos de açúcares e
principalmente de acidez, o que resulta em frutos mais doces, porém de paladar mais pobre.
Sob temperaturas mais altas o período floração-maturação é bastante encurtado e os frutos
permanecem pouco tempo na planta depois de maduros. Os climas quentes são propícios ao
cultivo dos pomelos e toranjas, limas doces e ácidas e limões verdadeiros.

3.6. Solo

Os citros são pouco exigentes em tipo de solo, adaptando-se bem em solos arenosos e até nos
relativamente argilosos. No entanto, os solos que permitem melhor desenvolvimento são os
leves, bem arejados, profundos e sem impedimentos físicos. Os solos muito argilosos devem
ser evitados, pois dificultam o desenvolvimento e a aeração do sistema radicular,
prejudicando o crescimento das plantas.

O terreno pode ser plano ou inclinado. Em terrenos inclinados, o plantio deve ser feito
acompanhando as curvas de nível, com a utilização de terraços, se for muito inclinado.

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4. CONCLUSÃO

Finde o presente trabalho concluímos que citrinos são de origem asiática, eles pertecem a
família à família das Rutáceas, subfamília Aurantioideae e dentro desta subfamília existem
duas tribos, seis subtribos e 33 géneros, dentre os quais os mais importantes, Poncirus,
Fortunella e Citrus e seus híbridos.

Concluímos também que quanto à morfologia, em linhas gerais, os citros se caracterizam pela
produção de frutas do tipo baga, especificamente denominada de "hesperídio" que em
algumas espécies pode se formar partenocarpicamente e cujas sementes geralmente são
poliembriônicas.

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5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[Link]

Denham, T. P. (2003). «Origins of Agriculture at Kuk Swamp in the Highlands of New


Guinea». Science. 301 (5630): 189–193. PMID 12817084. doi:10.1126/science.1085255

Bocquet-Appel, Jean-Pierre (29 de julho de 2011). «When the World's Population Took Off:
The Springboard of the Neolithic Demographic Transition». Science. 333 (6042): 560–
561. Bibcode:2011Sci...333..560B. PMID 21798934. doi:10.1126/science.1208880

[Link]
MANSO, Francisco Jorge; VICTOR, Ringo. Geografia 12ª Classe – Pré-universitário. 1ª
Edição. Longman Moçambique, Maputo, 2010.

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