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Obesidade: Tipos, Sintomas e Tratamentos

A obesidade é uma condição de saúde caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura, associada a riscos como diabetes e doenças cardiovasculares. O tratamento envolve uma abordagem multidisciplinar, incluindo mudanças no estilo de vida, intervenções farmacológicas e cirúrgicas, como a cirurgia bariátrica. A resistência à insulina e a síndrome metabólica são complicações comuns da obesidade, exigindo atenção especial no diagnóstico e manejo.
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Obesidade: Tipos, Sintomas e Tratamentos

A obesidade é uma condição de saúde caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura, associada a riscos como diabetes e doenças cardiovasculares. O tratamento envolve uma abordagem multidisciplinar, incluindo mudanças no estilo de vida, intervenções farmacológicas e cirúrgicas, como a cirurgia bariátrica. A resistência à insulina e a síndrome metabólica são complicações comuns da obesidade, exigindo atenção especial no diagnóstico e manejo.
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Obesidade

Síndrome metabólica, tipos de obesidade, diagnóstico,


tratamentos estéticos

Prof. Ma. Maria Elisa M. Marques Najas


A obesidade é uma doença caracterizada pelo acúmulo excessivo de
gordura corporal em um nível que compromete a saúde dos indivíduos,
acarretando prejuízos tais como alterações metabólicas, dificuldades
respiratórias e do aparelho locomotor. Além de se constituir enquanto fator
de risco para enfermidades tais como dislipidemias, doenças
cardiovasculares, diabetes melito tipo II e alguns tipos de câncer.
CONSUMO
ENERGÉTICO
Etiologia multifatorial inclui:
• Desequilíbrio energético
• Fatores genéticos e GASTO
ENERGÉTICO
metabólicos
Sintomas da Obesidade
• Falta de ar: o pulmão sofre com a pressão do peso do abdômen.
• Roncos e apnéia do sono.
• Dores corporais: joelhos, pernas e costas.
• Falta de condicionamento físico.
• Manchas pelo corpo: a resistência à insulina causa manchas escuras nas axilas, pescoço e
virilha.
• Alergias: a dermatite é causada pelo atrito da pele ou pelo calor em determinadas regiões.
• Infecções de pele: infecções causadas por fungos podem aparecer nas regiões mais úmidas
da pele, principalmente quando há “dobrinhas”.
• Distúrbio no ciclo menstrual: alterações hormonais tendem a desregular o ciclo.
• Varizes: alterações na circulação sanguínea das pernas.
• Ansiedade e depressão: a compulsão alimentar e a baixa autoestima refletem
negativamente na saúde mental do indivíduo.
Síndrome Metabólica
(Síndrome da Resistência à Insulina)

• É uma doença da civilização moderna, associada à obesidade, como resultado


da alimentação inadequada e do sedentarismo.

• Conceito: O termo Síndrome Metabólica envolve um conjunto de fatores de


risco metabólicos que se manifestam num indivíduo e aumentam as chances
de desenvolver doenças cardiovasculares e diabetes.

• Fatores de risco metabólicos: dislipidemias (triglicérides elevados, LDL


elevado, HDL baixo), hipertensão arterial, hiperglicemia.

• Causas: A obesidade abdominal e a resistência à insulina podem ter um papel


fundamental na origem desta síndrome .
Fatores de risco adotados para determinação da Síndrome Metabólica:

Síndrome Metabólica

• Resistência à insulina
• Hiperglicemia: > 110 mg/dl
• Aumento da circunferência abdominal: Homens >102cm e Mulheres > 88 cm
• Aumento da pressão arterial: sistólica > 130mmHg e diastólica > 85 mmHg
• Triglicerídeos: > 150 mg/dl
• HDL: Homens < 40 mg/dl e Mulheres < 50 mg/dl

* Pelo menos 3 destes fatores deve estar presentes para caracterizar síndrome metabólica.
Resistência a Insulina

Resistência ao hormônio insulina, resultando no aumento de açúcar no


sangue.
Resistência à Insulina
• É a resistência ao hormônio insulina, resultando no aumento de açúcar no sangue.

• As células precisam de uma quantidade maior de insulina para fazer a glicose


entrar na célula.

• O hormônio insulina ajuda a controlar a quantidade de açúcar (glicose) no sangue.


Na resistência à insulina, as células do corpo não respondem normalmente a esse
hormônio. A glicose não consegue adentrar nas células com a mesma facilidade e,
por isso, se acumula no sangue. Eventualmente, isso pode causar diabetes tipo 2.

• Perda de peso e exercícios físicos podem ajudar a reverter a resistência à insulina.


Pâncreas
• O pâncreas é uma glândula mista
anexa do sistema digestório
responsável pela produção e secreção
de dois hormônios: insulina (células
beta das Ilhotas de Langerhans) e
glucagon (células alfa das Ilhotas de
Langerhans), além do suco pancreático.

• O suco pancreático produz enzimas que


atuam na digestão de lipídios,
carboidratos e proteínas. É liberado no
intenstino delgado,

• A insulina e o glucagon são liberados


diretamente na corrente sanguínea e
participam do metabolismo da glicose,
controlando a glicemia sanguínea.
Glicemia x secreção de insulina

• A insulina está relacionada com o controle da quantidade de glicose no


sangue (glicemia), facilitando a entrada de glicose dentro das células.
Como agem os hormônios Insulina e Glucagon:
Como ocorre o transporte de glicose para dentro das
células:
1. Com o aumento da concentração de glicose no sangue, o pâncreas recebe sinal para secretar
insulina. Ela é o hormônio responsável por colocar a glicose do sangue para dentro das
células.
2. A insulina liga-se a um receptor presente na membrana plasmática das células.
3. A ligação gera um sinal que abre o canal de passagem (GLUT4) da glicose e esta é
transportada para dentro da célula.
Alterações na pele decorrentes da RI

Acantose nigricans
Acrocórdons
Tipos de Obesidade
Ginóide
Andróide
• Acúmulo de gordura na região de coxas e
• Acúmulo de gordura na região central,
quadris,
• Indica presença de gordura visceral,
• Menor risco cardiovascular,
• Representa aumento do risco de
• Aumenta incidência de varizes e problemas
doenças cardiovasculares e
circulatórios de MMII.
metabólicas.
Hipertrofia e Hiperplasia Adipocitária

• Acúmulo excessivo de gordura dentro do adipócito, que fica com seu


Hipertrofia
tamanho aumentado.

• Ocorre quando os adipócitos, sob condições especiais, aumentam


em quantidade. Ocorre quando há consumo crônico de excesso de
Hiperplasia energia.
Fases da vida que ocorre hiperplasia dos
adipócitos:
• Neste período o feto continua seu crescimento em
Último trimestre da gestação tamanho e já realiza um armazenamento de gordura como
uma adaptação para o nascimento.

• A criança pode acumular maiores reservas de energia na forma


Primeiro ano de vida de gordura como um meio de garantir o crescimento constante e
a manutenção da vida em períodos de inanição ou doença.

Início da puberdade • Momento em que as formas corporais começam a se definir.


• Sempre que o indivíduo consumir quantidades de energia que excedam
a capacidade total que o adipócito tem para estocá-la, ocorrerá a
Qualquer fase da vida diferenciação de novos adipócitos para aumentar a capacidade de
armazenamento.
Tratamento da Obesidade
• O tratamento da obesidade deve ser MULTIDISCIPLINAR e pode
envolver:
– Endocrinologista
– Psicólogo
– Nutricionista
– Educador físico
– Esteticista

• Objetivos do tratamento do paciente obeso:


– Prevenir ou atenuar a morbidade associada ao excesso de peso:
• Orientar e estimular a realização de exercícios físicos,
• Promover alteração no comportamento alimentar
Tratamento Cirúrgico e
Farmacológico da Obesidade

Prof. Ma. Maria Elisa M. Marques Najas


Linhas Terapêuticas para o tratamento da obesidade:

• Tratamento convencional, incluindo modificações de hábitos alimentares e estilo de vida;


• Tratamento medicamentoso, com utilização de terapia medicamentosa no auxílio da redução do peso;
• Tratamento cirúrgico, com foco em alterações anatômicas e metabólicas para a redução do peso.

Cirurgia Bariátrica (CB):


• As CB são definidas como procedimentos que transformam o trato gastrintestinal para diminuir a ingestão
ou absorção calórica.
• Dados nacionais apontam o Brasil como o segundo país no mundo em realização de CB, com um
crescimento de 300% no número de cirurgias nos últimos 10 anos, estando atrás apenas dos EUA.

Indicação da Cirurgia Bariátrica: Obesidade mórbida na qual o indivíduo apresente:


• IMC ≥ 40 kg/m2;
• IMC ≥ 35 kg/m2 com presença de comorbidades.
Classificação das Cirurgias Bariátricas:

• CIRURGIAS RESTRITIVAS - Diminuem o volume ou a capacidade do estômago,


limitando a ingestão calórica.
– SLEEVE  Gastrectomia Vertical. Redução do estômago.
– BANDA GÁSTRICA AJUSTÁVEL  Anel de silicone
– BYPASS em Y de Roux  Caráter misto. A mais comum.

• CIRURGIAS DISABSORTIVAS – reduzem a quantia de calorias absorvidas desviando


o fluxo de alimentos, limitando o contato com secreções pancreáticas e ácidos biliares,
reduzindo a ação digestiva e a absorção.
– DESVIO BILIOPANCREÁTICO  Associa o Sleeve com desvio intestinal.
– BYPASS em Y de Roux
Anatomia do Sistema Gastrointestinal
Gastrectomia Vertical (Sleeve)
• O Sleeve gástrico é um procedimento do
tipo restritivo no qual a curvatura maior do
estômago é dissecada, restando um tubo
vertical estreito, podendo conter um
volume de 150 ml. A saciedade é obtida
após uma pequena refeição.

• Um novo estômago é construído no


paciente, em formato semelhante a um
tubo fino. É removido cerca de 70% a 80%
do estômago e o restante é grampeado.

• Não há remoção do duodeno, portanto a


absorção de nutrientes não é prejudicada.
Banda Gástrica Ajustável
• A banda gástrica ajustável (BGA) é um dispositivo de silicone que pode ser insuflado ou
desinsuflado por meio da injeção de soro fisiológico.

• É colocada na parte proximal do estômago e ajustada de forma que a banda comprima a


parede gástrica e diminua o diâmetro interno para a passagem de alimentos, obrigando,
dessa maneira, o paciente a mastigar mais os alimentos e a comer mais devagar.
Bypass gástrico em Y de Roux (BGYR)
• É o procedimento mais comum e mais realizado no Brasil
• É classificada como mista, tem caráter restritivo e disabsortivo, pois o
estômago é reduzido a um volume de 20 a 30 ml e o conteúdo estomacal é
redirecionado para o jejuno distal por meio de uma conexão de
anastomose.
Desvio Biliopancreático
• A cirurgia de desvio biliopancreático é do tipo mista, mas é
principalmente disabsortiva.
• No procedimento, 85% do estômago é removido e o trajeto do
intestino é desviado.
• Esse desvio faz com que o alimento venha por um caminho e os
sucos digestivos (bile e suco pancreático) por outro de forma que
eles se encontrem pouco antes da parte final do intestino
delgado. Isso restringe a absorção de calorias e nutrientes.
• Ao contrário do Bypass, este procedimento mantém o estômago
maior porém encurta mais o intestino, sendo assim, ocorre
menos restrição e mais disabsorção dos nutrientes.
• Podem ocorrer problemas como desnutrição, diarreia, flatulência
e deficiência de vitaminas. Hoje a Derivação Bileopancreática
corresponde a 5% dos procedimentos.
Cirurgia Metabólica
• Durante um tempo observou-se que as cirurgias bariátricas surtiam efeito considerável sobre
os pacientes diabéticos, promovendo não só uma alteração na anatomia do trato
gastrointestinal mas no comportamento hormonal também. Aumentando a produção de insulina
e reduzindo a ação do glucagon.

• Cirurgia bariátrica x metabólica = a diferença não está no procedimento, mas sim na indicação
e nos efeitos metabólico que resultam no controle do Diabetes tipo II.

• A cirurgia metabólica pode ser definida como a realização de qualquer procedimento cirúrgico
em que há modificação anatômica do trato gastrointestinal resultando em melhor controle
metabólico de comorbidades agravadas pelo excesso de peso, como o DMT2

• Pré-Requisitos:
– ter idade mínima de 30 e máxima de 70 anos;
– IMC ≥ 30 Kg/m2
– ter menos de dez anos de diabetes;
– não responder adequadamente ao tratamento clínico com medicamentos e mudança de estilo de
vida.
Balão Intragástrico
• Pode ser indicado para pessoas com IMC ≥ 27.

• Procedimento não cirúrgico, minimamente invasivo, no qual o balão é colocado via endoscopia,
sem necessidade de internação hospitalar;

• É um tratamento transitório e reversível, podendo ser interrompido a qualquer momento e pode


ser feito quantas vezes for necessário;

• Promove, em média, a perda de 20% do peso total do paciente;

• Apresenta baixíssimo risco de complicação;

• Exige associação com terapia comportamental e mudança no estilo de vida.


Balão Intragástrico
• É uma esfera de silicone inserida na cavidade gástrica através de endoscopia e
preenchida com uma solução salina (soro fisiológico) e corante indicador (azul de
metileno). Ao ser preenchido com soro, o balão passa a ocupar parte do
estômago, restringindo o volume do mesmo e diminuindo a capacidade de
ingestão de alimentos.

• Tipos:
– Ajustável (de 6 meses ou 1 ano): Pode ter seu volume
aumentado ou diminuído conforme a necessidade.
– Não ajustável (1 ano): Pode ser preenchido apenas
1 vez no momento da colocação.
Importante!
• O tratamento farmacológico somente se justifica em conjunção com orientação dietética e
mudanças de estilo de vida. Os agentes farmacológicos apenas ajudam a aumentar a adesão
dos pacientes a mudanças nutricionais e comportamentais.

• O tratamento farmacológico da obesidade não cura a obesidade – quando descontinuado,


ocorre reganho de peso. Como qualquer outro tratamento em medicina, os medicamentos
não funcionam quando não são tomados, isto é, deve-se esperar a recuperação do peso
perdido quando da suspensão dos medicamentos.

• Medicações antiobesidade devem ser utilizadas sob supervisão médica contínua.

• O tratamento e a escolha medicamentosa são moldados para cada paciente. Os riscos


associados ao uso de um fármaco devem ser avaliados em relação aos riscos da
persistência da obesidade.
Mecanismos envolvidos na ação das medicações:
• REDUÇÃO DA INGESTÃO ENERGÉTICA
– Dietilpropiona (anfepramona)
– Femproporex Retirados do mercado
– Mazindol pela Anvisa
– Sibutramina
– Liraglutida
– Semaglutida
– Lorcaserina

• DESVIO DO METABOLISMO NORMAL DE NUTRIENTES


– Orlistatte
Dietilpropiona (anfepramona), Femproporex, Mazindol

• Drogas anfetamínicas anorexígenas.

• Ação supressora do apetite.

• Risco de dependência, aumento da hipertensão arterial e agravamento de


problemas psiquiátricos.

• Retiradas do mercado pela Anvisa em 2011 devido ao potencial de dependência


e aos efeitos adversos graves, mas voltaram a ser comercializadas em 2017,
com a aprovação de projeto de lei no Congresso. Voltaram a ser proibidas em
2021.
• Sibutramina
– A sibutramina é um inibidor da recaptação de noradrenalina e serotonina,
promovendo assim um aumento da concentração de serotonina e noradrenalina
no sistema nervoso central (SNC), gerando aumento da saciedade.
– Associado a uma dieta orientada e exercícios físicos consegue-se uma perda de
peso.

FENDA
SINÁPTICA

NEURÔNIO PRÉ- NEURÔNIO PÓS-


SINÁPTICO SINÁPTICO

Fonte: Youtube: Canal Curso de Capacitação em Saúde Mental Uberaba -


• Liraglutida (Saxenda®, Victoza®)
– análogos do hormônio GLP-1
– O GLP-1 é liberado pelo intestino após as refeições, causando sensação de
saciedade, inibição do apetite e estímulo do esvaziamento gástrico.
– Devido a meia-vida curta, são necessárias doses diárias.
– É também um tratamento farmacológico do Diabetes tipo II (estimula a síntese e
liberação da insulina).

• Semaglutida (Ozempic®)
– análogo do hormônio GLP-1
– A Semaglutida permanece no organismo por 1 semana (o GLP-1 apenas 1h30m,
pois é degradado pela enzima DPP-4.
– Doses semanais.
• Lorcaserina (Belviq®)
– Propriedades serotoninérgicas e age como anorexígeno.
– A lorcaserina age estimulando a atuação da serotonina, neurotransmissor que auxilia na regulação
do apetite e que está associado ao mecanismo de recompensa do cérebro. Com isso, diminui a
sensação de fome e acelera o metabolismo, levando a uma ingestão menor de alimentos e a um
aumento na queima de calorias.
– Em 2020 deixou de ser comercializado no Brasil e no mundo depois que uma pesquisa ligou o
fármaco a um aumento no risco de alguns tipos de câncer.

• Orlistate (Xenical®)
– É um potente inibidor das lipases gastrintestinais que hidrolisa os triglicerídeos no trato
gastrintestinal. Com a inativação dessas enzimas mais de 30% das gorduras ingeridas na
alimentação atravessam o tubo digestivo sem ser digeridas nem absorvidas e a gordura alimentar
(incluindo as vitaminas lipossolúveis) passa a ser excretada com as fezes, sem ser degradada
pela lipase.
– Efeitos adversos comuns: Flatulência, esteatorreia (fezes gordurosas)
e incontinência fecal.
– O único aprovado para uso em adolescentes.
Referências
• A cirurgia Bariátrica: [Link]

• Preabilitação em cirurgias bariátricas: uma proposta de atuação na perspectiva do fisioterapeuta.


[Link]

• Mancini, M. Tratado de Obesidade, Parte 6: Tratamento Farmacológico da Obesidade e de suas


Comorbidades, Guanabara Koogan, 2021. Disponível em Minha Biblioteca.

• Mancini, M. Tratado de Obesidade, Parte 7: Tratamento Cirúrgico da Obesidade, Guanabara


Koogan, 2021. Disponível em Minha Biblioteca.

• Medicamentos para obesidade e diabetes. [Link]


Referências
• Penalva DQF. Metabolic syndrome: diagnosis and treatment. Rev Med (São Paulo). 2008 out.-
dez.;87(4):245-50.

• Gadde, K.M. et al., Obesidade – fisiopatologia e manejo, Journal of The Ameriacan College of
Cardiology, 2018.

• Pimenta, T.A.M., Obesidade: uma breve reflexão social, histórica e cultural do processo de
estigmatização, Fiep Bulletin, 2015.

• Cabanelas, N. et al., Lipotoxicidade e Síndrome metabólica, Revista Portuguesa de Diabetes, 2008.

• Resistência à insulina. [Link] Acesso em 10/10/2022.

• Síndrome Metabólica. [Link] Acesso em 10/10/2022.

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