MÚSICALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Amanda Garcia Betiati
1. INTRODUÇÃO
Como professora da educação infantil vejo a musica como importante
ferramenta didático pedagógica para o sucesso da aprendizagem educacional. Mas
percebo no meu dia a dia que falta um embasamento teórico para um melhor
trabalho e consequente resultado. Por isso pretendo fazer uma pesquisa
bibliográfica sobre o assunto fazendo um resumo das diversas referencias sobre o
tema. .
Embora a música
A escolha do tema justifica-se pelo Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil, que aponta a linguagem musical como excelente meio para o
desenvolvimento de expressão, do equilíbrio, da autoestima e autoconhecimento,
além de poderoso meio de integração social. tendo como objetivo principal,
despertar no âmbito educacional, destinado às séries iniciais a conscientização nos
professores, da importância de se trabalhar a musicalização de forma consciente,
dentro dos parâmetros adequados
2. DESENVOLVIMENTO
Segundo Winn (1975, p.32)
A iniciação musical deve ter como objetivo durante a idade Pré-escolar,
estimular na criança a capacidade de percepção, sensibilidade, imaginação,
criação bem como age como uma recreação educativa, socializando,
disciplinando e desenvolvendo a sua atenção.
A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de
expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio
da organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio. A
música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações:
festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas, políticas
etc. (RCNEI BRASIL, 1998, p. 45).
O trabalho com a música deve considerar, portanto, que ela é um meio de
expressão e forma de conhecimento acessível aos bebês e crianças,
inclusive aquelas que apresentam necessidades especiais. A linguagem
musical é excelente meio para o desenvolvimento da expressão do
equilíbrio, da autoestima e autoconhecimento, além do poderoso meio de
integração social. (RCNEI BRASIL,1998, p. 49).
A música no contexto da educação infantil vem, ao longo de sua história,
atendendo a vários objetivos, alguns dos quais alheios às questões próprias
dessa linguagem. Tem sido, em muitos casos, suporte para atender a vários
propósitos, como a formação de hábitos, atitudes e comportamentos: lavar
as mãos antes do lanche, escovar os dentes, respeitar o farol etc.; a
realização de comemorações relativas ao calendário de eventos do ano
letivo simbolizados no dia da árvore, dia do soldado, dia das mães etc.; a
memorização de conteúdos relativos a números, letras do alfabeto, cores
etc., traduzidos em canções. Essas canções costumam ser acompanhadas
por gestos corporais, imitados pelas crianças de forma mecânica e
estereotipada. Outra prática corrente tem sido o uso das bandinhas rítmicas
para o desenvolvimento motor, da audição, e do domínio rítmico. Essas
bandinhas utilizam instrumentos — pandeirinhos, tamborzinhos, pauzinhos
etc. — muitas vezes confeccionados com material inadequado e
consequentemente com qualidade sonora deficiente. Isso reforça o aspecto
mecânico e a imitação, deixando pouco ou nenhum espaço às atividades de
criação ou às questões ligadas a percepção e conhecimento das
possibilidades e qualidades expressivas dos sons. Ainda que esses
procedimentos venham sendo repensados, muitas instituições encontram
dificuldades para integrar a linguagem musical ao contexto educacional.
Constata-se uma defasagem entre o trabalho realizado na área de Música e
nas demais áreas do conhecimento, evidenciada pela realização de
atividades de reprodução e imitação em detrimento de atividades voltadas à
criação e à elaboração musical. Nesses contextos, a música é tratada como
se fosse um produto pronto, que se aprende a reproduzir, e não uma
linguagem cujo conhecimento se constrói. (BRASIL, 1998, p.47).
Atividades como cantar fazendo gestos, dançar, bater palmas, pés, são
experiências importantes para a criança, pois elas permitem que se desenvolva o
senso rítmico, a coordenação motora, sendo fatores importantes também para o
processo de aquisição da leitura e da escrita (CHIARELLI; BARRETO, 2005).
Percebe-se que a música, no âmbito escolar, vem sendo utilizada como
suporte para formação de hábitos, atitudes e comportamentos. em atividades como:
lanchar, escovar os dentes, lavar as mãos, memorização de conteúdo,
comemorações em datas específicas, são práticas corriqueiras, o que nos leva a
reflexão sobre a forma mecânica que é conduzida. Quando a música é tratada como
se fosse apenas um produto pronto, que se aprende somente a reproduzir, deixa de
ser uma linguagem cujo conhecimento se constrói. A linguagem musical, com seus
conteúdos próprios, não pode ser direcionada, pela ação docente, de forma
irresponsável, aleatória.
Entende-se que a maioria dos professores que trabalham com o público
infantil, não tem formação musical, e isso implica em não respeitar o nível de
percepção e desenvolvimentos das crianças em suas respectivas fases. O RCNEI
orienta que cada profissional procure entender, de forma reflexiva, a respeitar cada
fase de expressão da criança, e a partir daí, poderá fornecer os meios necessários:
vivências, informações e materiais, para o desenvolvimento de sua capacidade
expressiva.
A pesquisa, como afirma, Gainza (1998) diz que as atividades musicais na
escola podem ter objetivos, profiláticos, nos seguintes aspectos:
Físicos: oferecendo atividades capazes de promover o alívio de
tensões devidas a instabilidade emocional e fadiga;
Psíquico: promovendo processos de expressão, comunicação e
descarga emocional através do estímulo musical e sonoro;
Mental: proporcionando situações que possam contribuir para estimular
e desenvolver o sentido da ordem da harmonia, organização e compreensão.
Com a inserção da Lei nº 11.769/08, que determina a música como
conteúdo obrigatório da Educação Básica, evidencia a valorização e importância da
música nesse seguimento, mas é necessário capacitação e formação, para que o
corpo docente potencialize o ensino/aprendizagem, satisfatoriamente.
Por ser uma fase de descobertas e de conhecimentos, o trabalho com a
música será um facilitador e formador do aprendizado.
No primeiro ano de vida, a prática musical poderá ocorrer por meio de
atividades lúdicas. O professor estará contribuindo para o desenvolvimento
da percepção e atenção dos bebês quando canta para eles; produz sons
vocais diversos por meio da imitação de vozes de animais, ruídos etc., ou
sons corporais, como palmas, batidas nas pernas, pés etc.; embala-os e
dança com eles. As canções de ninar tradicionais, os brinquedos cantados e
rítmicos, as rodas e cirandas, os jogos com movimentos, as brincadeiras
com palmas e gestos sonoros corporais, assim como outras produções do
acervo cultural infantil, podem estar presentes e devem se constituir em
conteúdo de trabalho. Isso pode favorecer a interação e resposta dos
bebês, seja por meio da imitação e criação vocal, do gesto corporal, ou da
exploração sensório-motora de materiais sonoros, como objetos do
cotidiano, brinquedos sonoros, instrumentos musicais de percussão como
chocalhos, guizos, blocos, sinos, tambores, etc. (RECNEI, BRASIL, 1998,
p.58).
Brito (2003, p. 35) afirma que:
Trazer a música para o nosso ambiente de trabalho exige, prioritariamente,
uma formação musical pessoal e também atenção e disposição para ouvir e
observar o modo como bebês e crianças percebem e se expressam
musicalmente em cada fase de seu desenvolvimento, sempre com o apoio
de pesquisas e estudos teóricos que fundamentam o trabalho.
O professor deve estar atento a maior ou menor adequação dos diversos
instrumentos à faixa etária de zero a seis anos. Pode-se confeccionar
diversos materiais sonoros com as crianças, bem como introduzir
brinquedos sonoros populares, instrumentos étnicos etc. O trabalho musical
a ser desenvolvido nas instituições de educação infantil pode ampliar meios
e recursos pela inclusão de materiais simples aproveitados do dia-a-dia ou
presentes na cultura da criança. Nessa faixa etária, a criança não deve ser
treinada para a leitura e escrita musical na instituição de educação infantil.
O mais importante é que ela possa ouvir, cantar e tocar muito, criando
formas de notação musicais com a orientação dos professores. (BRASIL,
1998, p. 72 e 75).
Segundo Freire (2002) “Ainda diz que é na formação permanente dos
professores, o momento fundamental da reflexão crítica sobre a prática. E pensando
criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática.”
Segundo Penna (2008, p.120):
A educação musical começou a ser repensada no Brasil por meio da
obrigatória inserção da música como conteúdo na escola regular. Não se
deve esquecer, no entanto, que a legislação já estabelece, há mais de trinta
anos, a presença da música na escola, muito embora, durante esse período,
as práticas musicais escolares tenham sido marcadas por “indefinição,
ambiguidades e multiplicidade”.
As oportunidades de aprendizagem de arte, dentro e fora da escola
mobilizam a expressão e a comunicação pessoal e ampliam a formação do
estudante como cidadão, primeiramente por intensificar as relações dos
indivíduos tanto como seu mundo interior, como com o exterior. (PCN, Arte.
Introdução, 1998, p. 19).
Sendo assim, é necessário reestruturar o papel da música para que tenha
significado no processo da educação escolar. Mas, se o docente não tem essa
qualificação necessária, desprovido de uma formação adequada, jamais vai
entender as oportunidades de aprendizagens que a arte proporciona. Essa
deficiência é mais caótica quando o professor é desprovido de especialização
musical, realidade que permeia muitas das nossas instituições de ensino.
A música é trabalhada em sala de aula, mas muitas sem considerar os
aspectos emocionais em que ela pode influenciar. A escola deve ampliar o
conhecimento musical do aluno, oportunizando a convivência com os diferentes
gêneros, permitindo que o aluno se torne mais crítico, sendo necessário reestruturar
o papel da música para que tenha significado no processo da educação escolar.
Mas, se o docente não tem essa qualificação necessária, desprovido de uma
formação adequada, jamais vai entender as oportunidades de aprendizagens que a
arte proporciona. Essa deficiência é mais caótica quando o professor é desprovido
de especialização musical, realidade que permeia muitas das nossas instituições de
ensino.
Integrar a música à educação infantil implica que o professor deve assumir
uma postura de disponibilidade em relação a essa linguagem. Considerando-se que
a maioria dos professores de educação infantil não tem uma formação específica em
música, sugere-se que cada profissional faça um contínuo trabalho pessoal consigo
mesmo (BRASIL, 1998).
A música mantém uma forte ligação com o brincar. Em todas as culturas as
crianças brincam com a música. Jogos e brinquedos musicais são transmitidos por
tradição oral. Envolvendo o gesto, o movimento, o canto, a dança e o faz de conta. É
dessa forma que rítmica vai propiciando a integração das faculdades sensoriais,
afetivas e mentais. A música quando associadas a movimentos corporais
coordenados, agradam às crianças e são uma excelente estratégia que o professor
pode usar para o desenvolvimento do seu trabalho. Os brinquedos sonoros são
fontes de observação e descobertas, provocando respostas. Os bebês têm as mais
diversas reações, mantendo-se tranquilos ou agitados frente a esses brinquedos. As
crianças dão muita importância a toda e qualquer fonte sonora. Interessam-se elas
ações e produções de sons, sendo que sacudir e bater são os primeiros modos de
ação. Além de cantar a criança tem interesse também em tocar pequenas melodias
nos instrumentos musicais, buscando entender sua construção. Consta no (RCNEIs,
BRASIL,1998).
A expressão musical das crianças nessa fase é caracterizada pela ênfase
nos aspectos intuitivo e afetivo e pela exploração (sensório-motora) dos materiais
sonoros. As crianças integram a música às demais brincadeiras e jogos: cantam
enquanto brincam, acompanham com os sons os movimentos de seus carrinhos,
dançam e dramatizam situações sonoras diversas, conferindo personalidade e
significados simbólicos aos objetos sonoros ou instrumentos musicais e à produção
musical. O brincar permeia a relação que se estabelece com os materiais: mais do
que sons, podem representar personagens como animais, carros máquinas super-
heróis etc.
Tudo é uma grande descoberta sonora. A criança inventa ruídos, barulhos,
cria palavras, experimenta possibilidades de sons corporais, enfim passa todo o seu
tempo brincando com possibilidades sonoras. Seria perfeito se todos nós, desde que
nascemos pudéssemos dedicar, ou pelo menos estar abertos, ao brincar, ao
experimentar, ao imaginar, ao realizar. Enquanto se é criança e livre tudo é uma
grande atividade prazerosa de brincar – brincar de faz-de-conta, brincar de inventar.
Segundo as autoras Ferraz e Fusari (199, p. 84):
O brincar nas aulas de arte pode ser uma maneira prazerosa de a criança
experimentar novas situações e ajudá-la a compreender e assimilar mais
facilmente o mundo cultural e estético, a prática artística é vivenciada pelas
crianças como uma atividade lúdica, onde o fazer se identifica com o
brincar, o imaginar com a experiência da linguagem ou da representação.
Jogos e brinquedos cantados têm importante papel no desenvolvimento da
criança, sendo responsáveis pela transmissão de cultura através das gerações.
Através da música poderemos usar jogos e brincadeiras com regras, onde iremos
trabalhar elementos necessários para o desenvolvimento da criança: físico, afetivo e
mental.
Os jogos musicais devem ser trabalhados obedecendo as fases do
desenvolvimento da criança:
Sensório-motor: (até os dois anos)
A criança não dispõe de linguagem, reagindo através de ações motoras e
imitativas. Os sentidos estabelecem o contato com o meio ambiente. A resposta que
se espera ao estímulo são as reações de MOTRICIDADE. Portanto, jogos de: tocar,
cheirar saborear, ouvir, para se trabalhar os gestos.
Simbólicos:
A partir dos dois anos a criança estabelece relações entre os movimentos e
o meio à sua volta e começa a usar a linguagem. A resposta que se espera frente
aos estímulos é a PALAVRA, sílabas, momento da manipulação dos objetos do
material musical e das canções mais simples.
Com regras:
A partir dos quatro anos: Momento das experiências para se chegar aos
conceitos. Usar os jogos com estrutura, fazendo da brincadeira jogos com REGRAS.
Com base em tudo apresentado até o momento, conclui-se que a música é
um dos meios mais eficazes de se atingir as crianças, estabelecendo-lhes uma
atmosfera de alegria, ordem, disciplina e entusiasmo indispensáveis em todas as
atividades escolares. O trabalho desenvolvido na educação infantil, busca a
brincadeira musical, aproveitando que existe uma identificação natural da criança
com a música. A música faz parte do cotidiano da escola, dando suporte ao trabalho
dos professores que buscam integrar as diversas áreas de conhecimento ao
pensarem seus projetos. Ela é um meio de expressão e forma de conhecimento
acessível, tendo grande influência na aprendizagem das crianças. Seja ela formal ou
não, ensina às crianças requisitos importantes para a vida adulta.
De acordo com os RCNEIs (BRASIL, 1998), o trabalho com a música deve
organizar-se de forma que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:
Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos, fontes sonoras
e produções musicais;
Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir
com os outros e ampliar seu conhecimento do mundo;
Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos, por
meio de improvisações, composições, e interpretações musicais.
Para Piaget (1971), “a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades
intelectuais da criança. Não são apenas uma forma de desafogo ou entretenimento
para gastar energia das crianças, mais meios que contribuem e enriquecem o
desenvolvimento intelectual”.
Através dessas práticas dos jogos e brincadeiras, é que o professor terá a
oportunidade de observar o comportamento das crianças, o desenvolvimento físico e
mental, e as características de sociabilidade que elas apresentam mediante as
reações e emoções.
Há várias formas de se trabalhar a música na escola, por exemplo, de forma
lúdica e coletiva, utilizando jogos, brincadeiras de roda e confecção de instrumentos.
A imaginação é uma grande aliada nesse quesito lembrando que a musicalidade
está dentro de cada pessoa. (BUENO, 2011, p.231).
É necessário repensarmos as práticas pedagógicas, com intervenções que,
de fato, contribuam para o crescimento da criança, no sentido de mudarmos nossas
atitudes e comportamentos, que demandam conhecimentos e habilidades.
Quando entendermos que o trabalho de musicalizar brincando, é um
processo que completa o desenvolvimento da criança, aonde vai de encontro aos
seus interesses, proporcionando benefícios, aí sim, estamos chegando ao objetivo
proposto.
O ambiente sonoro, assim como a presença da música em diferentes e
variadas situações do cotidiano fazem com que os bebês e crianças iniciem seu
processo de musicalização de forma intuitiva. Adultos cantam melodias curtas,
cantigas de ninar, fazem brincadeiras cantadas, com rimas, parlendas, etc.,
reconhecendo o fascínio que tais jogos exercem. Encantados com o que ouvem, os
bebês tentam imitar a responder, criando momentos significativos no
desenvolvimento afetivo e cognitivo, responsáveis pela criação de vínculos tanto
com os adultos quanto com a música. Nas interações que se estabelecem, eles
constroem um repertório que lhes permite iniciar uma forma de comunicação por
meio dos sons. (BRASIL, 1998).
Pesquisadores e estudiosos vêm traçando paralelos entre o
desenvolvimento infantil e o exercício da expressão musical, resultando em
propostas que respeitam o modo de perceber, sentir e pensar, em cada fase, e
contribuindo para que a construção do conhecimento dessa linguagem ocorra de
modo significativo. O trabalho com Música proposto por este documento
fundamenta-se nesses estudos, de modo a garantir à criança a possibilidade de
vivenciar e refletir sobre questões musicais, num exercício sensível e expressivo que
também oferece condições para o desenvolvimento de habilidades, de formulação
de hipóteses e de elaboração de conceitos. (BRASIL, 1998,).
A música é um dos estímulos mais potentes para ativar os circuitos do
cérebro, ajuda a afinar a sensibilidade das pessoas, aumenta a sua capacidade de
concentração, desenvolve o raciocínio lógico-matemático e a memória, além de
desencadear emoções. (Leinig 1977)
Por isso, os benefícios da música se estendem para todas as áreas da
aprendizagem.
Diante de tanto referencial teórico que traz muitos questionamentos.
Principalmente sobre a metodologia de trabalho com a música na educação infantil.
Faz-se necessária muita pesquisa.
3. CONCLUSÃO
Concluo esse resumo,reforçando que precisamos repensar o papel da
música na educação infantil, revendo o que podemos ressignificar e através do
conhecimento dos recursos adequados para o desenvolvimento do trabalho em sala
de aula; buscando formação adequada para os professores que estão dispostos a
atuarem nessa área; destancando a necessidade de uma política de conscientização
do poder público e dos pais, de entenderem o diferencial que a música faz no
processo de desenvolvimento e na aprendizagem significativa da criança.
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