HANDEBOL
DE
BASE
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Características da Defesa do Handebol
Os jogadores na defesa precisam trabalhar em equipe. Comunicação é
absolutamente vital. Onde está o pivô? Quem está marcando quem? Onde está
o foco do ataque? No nível de elite do Handebol, existem times que possuem
jogadores especializados na defesa, que são fisicamente grandes, muito fortes,
rápidos e com muita concentração. Esses jogadores ainda possuem a
habilidade de detectar o foco do ataque e se adaptar as mudanças nas
jogadas. Defensores situados no meio precisam ser muito fortes e altos para
impedir os ataques dos meias e conter os pivôs. O goleiro é vital na defesa. Um
bom goleiro pode representar mais de 50% do desempenho de um time.
Quando a defesa é penetrada, o goleiro é a ultima barreira ao atacante. Ele
precisa ter um reflexo rápido, boa antecipação de onde o atacante pretende
arremessar e habilidade de ajustar força, reflexos e total concentração
(eliminado qualquer coisa que não seja referente ao jogo) forçando seu objetivo
final, a defesa. O goleiro também deve se comunicar com seu time, (pois
possui maior visão de jogo por estar fora dos lances de ataque) incentivando e
alertando a defesa; e auxiliando e orientando seus companheiros no ataque.
Princípios Fundamentais na Defesa
Entre o jogador que vai arremessar e o gol deve haver um jogador de defesa;
um adversário nunca deve chegar livre para executar um arremesso ao gol.
O jogador de posse da bola deve sempre ser marcado e confundido nas suas
ações, quando próximo da área do gol.
As ações defensivas devem se dirigir sobre a bola, não sobre o corpo de
adversário.
O jogador de defesa cobre sempre o braço de arremesso do adversário que
está de posse da bola.
Quanto mais os adversários chegam perto da área do goleiro, tanto mais
próximo o jogador da defesa deve efetuar a marcação
Não atacar o adversário totalmente de frente, mas diagonalmente, para ter a
possibilidade de voltar se for fintado, ou conseguir prosseguir, se roubar à bola.
Os atacantes devem ser constantemente pressionados para fora, nas laterais
da quadra, dificultando o arremesso contra a baliza.
Nenhum defensor deve abandonar seu setor de marcação, enquanto o
adversário estiver de posse da bola.
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Após um ataque defendido, o jogador da defesa deve iniciar rapidamente um
ataque ou então correr para livrar-se do adversário.
Deve-se observar também, que no momento em que a equipe perder a posse
de bola, deverá voltar pelo caminho mais curto, a fim de evitar o contra-ataque
do adversário e ocupar o lugar mais próximo para defender a sua baliza,
jogando temporariamente fora de sua posição, retornando à sua antiga
posição, no momento oportuno.
Fases da Defesa
1) RETORNO A DEFESA: assim que a equipe perde a posse de bola no
ataque a equipe deverá retornar o mais rápido possível à defesa,
principalmente quando é dado ao adversário a possibilidade de um contra-
ataque. O retorno deverá ser feito no trajeto mais curto, mesmo que os
jogadores não possam ocupar a sua verdadeira posição de defesa.
2) DEFESA TEMPORÁRIA: nesta fase o jogador encontra-se fora de sua
posição de defesa, pois procurando voltar para impedir o contra ataque do
adversário por um caminho mais curto ele jogará temporariamente fora de sua
posição de melhor rendimento.
3) ORGANIZAÇÃO DA DEFESA: nesta fase os defensores esperarão a
oportunidade para retornar ao seu setor de maior rendimento. Oportunidade
esta que poderá ser:
- organização do ataque;
- tiro livre;
- cobrança de lateral, etc.
4) DEFESA ORGANIZADA: acontece nesta fase a utilização do sistema
defensivo, treinado pela equipe.
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Posição Básica de um jogador na Defesa
Cômodo afastamento lateral das pernas que estarão semiflexionadas à frente,
braço na vertical semiflexionado, palma das mãos voltadas para frente, cabeça
erguida e com atenção voltada para o jogador e a bola.
Movimentação na Defesa
Um defensor deverá estar sempre em movimentação para responder o mais
rápido possível, a uma situação de perigo representada pelas ações do
adversário.
Durante um jogo de handebol a defesa executa os seguintes movimentos:
- Para a lateral, para frente e para trás em diagonal.
Forma de Marcação
1) MARCAÇÃO DE OBSERVAÇÃO: É a observação constante e precisa de
seu correspondente em relação à bola.
2) MARCAÇÃO CERRADA: É a aproximação direta e de forma segura ao seu
oponente correspondente, que está de posse da bola a fim de dificultar a ação
do ataque.
3) MARCAÇÃO DE INTERCEPTAÇÃO: É a maneira pela qual o defensor se
coloca entre o adversário e a trajetória da bola, mas, somente utilizará esta
forma com absoluta certeza de interceptação.
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Marcação Individual
É feita quando cada jogador tem seu adversário definido para marcar e a
equipe perde a posse da bola.
Esta forma de marcação é usada somente no início da aprendizagem, para que
a criança perceba sua ação conjunta contra a equipe adversária e não se
preocupe em jogar só por causa da bola.
Princípios da Marcação Individual
Ficar sempre entre o adversário e sua própria baliza, se o atacante estiver
longe da baliza, à distância entre atacante e defensor também será maior,
quanto mais próximo o atacante estiver da balizas, mais próximo o defensor
deve marcá-lo.
O adversário deve estar sempre sob o controle visual para poder acompanhar
todos os movimentos e eventualmente até prevê-los.
A marcação individual ainda hoje é utilizada, em determinadas situações e com
intenções especiais, que podem ser:
I - Contra equipes mais fracas tecnicamente,
II - Contra equipes mais fracas fisicamente,
III - Contra equipes mais fracas física e tecnicamente,
IV- Quando estamos em superioridade numérica,
V- No final da partida para tentar reverter um resultado desfavorável.
VANTAGENS
- A bola pode ser recuperada mais vezes, contra uma equipe mais fraca
- Surpreende a equipe adversária,
- Desorganiza o ataque adversário
DESVANTAGENS
- Aumenta desgaste físico da equipe defensora,
- Aumenta o numero de faltas, advertências e exclusões,
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- Quase não é possível cobertura.
Marcação por Zona
Cada jogador fica responsável por uma faixa de área que deve proteger,
guardando e dando combate aos adversários que por ali transitarem com ou
sem bola.
VANTAGENS
- executar com eficiência a marcação, mesmo com inferioridade numérica;
- compensar através de cobertura uma falha de um defensor;
- passar para o contra-ataque com maior eficiência, pois se tem o controle
visual da bola e dos jogadores;
- obrigar o adversário a agir em conjunto, trocando passes, o que facilita a
interceptarão e contra-ataque.
-a defesa, executa a cobertura nas saídas para dar combate, assim como a
formação de barreiras, por jogarem lado a lado
DESVANTAGEM
Formação pode ser lenta, até que todos tomem seus lugares, permitindo a
ação rápida do adversário, obrigando aquele que foi para o ataque a não se
esquecer de voltar, tão logo se perca a bola, pois pela zona do jogador que não
voltou a tempo é que pode ser executada a penetração.
Finalidade da Marcação por Zona
- Dar sentido de responsabilidade coletiva;
- Dar oportunidade de cobrir uma falha do companheiro;
- Reduzir os arremessos a gol;
- Dificultar a movimentação do adversário nos seis metros, evitando infiltrações;
- Obrigar o adversário a movimentar a bola fora dos nove metros, facilitando
com isto a interceptação;
- Equilibrar a inferioridade da defesa;
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- Pode-se dizer que o segredo do sistema defensivo por setor se apóia em sua
constante mobilidade.
- Os sistemas defensivos por setor são: 6:0, 5:1, 4:2, 3:3 e 3:2: 1.
Marcação Mista ou Combinada
Em jogo, não podem realizar-se uma defesa homem a homem pura (sem troca
de adversário) nem uma defesa à zona pura (conservação permanente da
posição defensiva sem trocas breves dos defesas entre si), visto que os meios
de que os avançados dispõem são múltiplos, de tal modo que também a defesa
deve encontrar a utilizar meios diferenciados (combinações da defesa homem
a homem e da defesa à zona). A defesa mista é a combinação da defesa
individual e por zona.
Sistemas Defensivos do Handebol
Sistema Defensivo 6:0 do Handebol
É um sistema que se caracteriza por apenas uma linha de defesa com os seis
jogadores atuando próximos a linha dos seis metros, e os mesmos deslocam-
se de acordo com a trajetória da bola, para a direita e esquerda, para frente e
com retorno em diagonal para linha dos seis metros.
As posições defensivas neste sistema são: ponta esquerda, meia esquerda,
central esquerdo, ponta direita, meia direita, central direito.
Utiliza-se contra equipes em cujo coletivo se encontre um grande número de
jogadores de seis metros de elevado nível e às quais faltem, contudo, bons
especialistas em arremessos de meia distância. A defesa é vulnerável aos
arremessos de meia distância e pressupõe um goleiro acima da média. O
sistema 6X0 pode aplicar-se também ofensivamente, o que, porém não é
vulgar.
VANTAGENS
- É muito ampla, diminuindo assim os espaços junto à área de gol, dificultando
o trabalho de alas e pivôs,
- As tarefas dos defensores são claras, compreensíveis e modificam-se pouco
durante o jogo,
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- Defensores extremos podem partir tranqüilos para contra-ataque, pois a área
da baliza é suficientemente coberta pelas demais,
- Dá boa margem a cobertura.
- Não permite arremesso de curta distância e penetrações próximo a área de
gol.
DESVANTAGENS
- Frágil nos arremessos de meia distância,
- Perturba-se pouco a liberdade de movimentação do adversário,
- Pouco eficaz para roubar a bola.
- Permite arremessos de média e longa distância e não permite contra-ataques
rápidos.
Permite arremessos de média e longa distância e não permite contra-ataques
rápidos.
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Sistema Defensivo 5:1 do Handebol
Formada por duas linhas de defesa, uma com cinco jogadores próximos a linha
de seis metros e a segunda com um jogador sobre a linha dos nove metros. O
jogador avançado deve ser rápido, ágil e resistente, não tendo muita
importância a sua estatura. As suas tarefas são: não permitir arremessos de
longa distância (zona central da baliza); evitar que seja feito um passe para o
pivô; perturbar o jogo dos atacantes nos arremessos de longa distância e
interceptar passes; auxiliar especialmente os defensores lateral esquerdo e
direito na luta contra os armadores; iniciar o contra-ataque.
Utiliza-se este sistema contra equipes com bons jogadores de seis metros e um
bom passador e especialista em remate de meia distância. Este sistema tem
muitas facetas na sua aplicação uma vez que pode utilizar-se tanto de maneira
muito ofensiva como muito defensiva.
Defensiva: os defensores saem pouco, até os armadores e limitam-se mais aos
bloqueios de longa distância.
Ofensiva: laterais esquerdo e direito saem até a linha dos nove metros e
atacam o adversário com a bola. Com este comportamento ofensivo nasce
uma defesa estástica, com profundidade e largura, que passa de uma defesa 5
X l para uma 3 X 2 X 1 ou 3 X 3 e volta para 5 X 1.
VANTAGENS
- Não permite arremessos de média e longa distância e possui um contra-
ataque rápido do jogador que está adiantado;
- Tem amplitude e em relação ao ataque tem profundidade especialmente na
zona central de defesa;
- Eficiente contra arremessos de média e longa distância;
- Perturba o ataque;
- O pivô pode ser bem marcado;
- Dá boa margem de cobertura.
DESVANTAGENS
- Permite arremesso de curta distância;
- Permite infiltrações;
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- Fraca quando há dois pivôs.
Fraca quando há dois pivôs.
Sistema Defensivo 4:2 do Handebol
Sistema composto por duas linhas laterais. A primeira linha é composta por
dois jogadores próximos à linha de nove metros e a segunda linha é composta
por quatro jogadores próximos a linha de seis metros. Os defensores da
primeira linha utilizarão movimentos laterais, impedindo as infiltrações dos
atacantes. Os defensores da segunda linha utilizarão movimentos laterais, para
frente e parta trás e diagonais, evitando arremessos de longa e média distância
e ainda procurarão interceptar passes ou dificultar a execução dos mesmos.
Geralmente é utilizado contra ataque com dois pivôs e dois bons armadores.
Utiliza-se este sistema contra equipes com dois especialistas em arremessos
de meia distância e cujos jogadores de seis metros não tem quaisquer
capacidades especiais no jogo.
VANTAGENS
- Pode ser bem utilizado contra um ataque com dois pivôs;
- Forte na zona central;
- Tem amplitude e profundidade;
- Dificulta arremessos de curta e longa distância;
- Dificulta passes.
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DESVANTAGENS
- Fraca contra ataque 3:3;
- Facilita os ataques dos pivôs;
- Cobre bem a zona central da defesa com sua amplitude e profundidade.
Sistema Defensivo 3:3 do Handebol
É um sistema com três jogadores atuando à frente da área do tiro livre, e três
infiltradores (pivôs) dentro da área, colocados eqüidistantes próximos à linha da
área do goleiro. É um dos sistemas mais ofensivos em termos de agressividade
próximos à área do goleiro.
É considerado o mais arriscado de todos os sistemas por zona, formado por
duas linhas de defesa, uma com três jogadores próximos a linha dos seis
metros, outra com três jogadores sobre a linha dos nove metros. Sofre
mudanças constantes na sua estrutura, variando para 4:2, 3:2:1 e 5:1. Têm por
objetivo neutralizar as investidas das equipes que se utilizem arremessos de
nove metros.
VANTAGENS
- Oferece boas possibilidades de contra-ataque;
- Dificulta arremessos de nove metros.
DESVANTAGENS
- Ineficiente contra equipes bem organizadas;
- Facilita as infiltrações.
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- Dificulta a cobertura.
Sistema Defensivo 3:2:1 do Handebol
É formada por três linhas de defesa, uma com três jogadores sobre a linha de
seis metros outra com dois em uma linha intermediária entre seis e nove
metros e a terceira linha sobre os nove metros com um jogador.
Essa defesa nasceu em 1960 na Iugoslávia, mais objetivamente em Zágreb
com seu precursor Vlado Stenzel. A designação 3.2.1 é resultante da
ordenação dos jogadores num momento particular que coincide com a fase em
que a bola se encontra no central atacante.
Trata-se de uma defesa universal, isto é, uma defesa que é ao mesmo tempo
zonal, individual e combinada. De acordo com o sistema ofensivo que se
enfrenta, reage para converter-se em outro sistema defensivo. É o sistema que
melhor proporciona contra ataques devido às posições escalonadas e mais
adiantadas dos jogadores.
Objetivo – Neutralizar completamente à movimentação adversária se
antecipando no central atacante impedindo-o de executar o passe para a
infiltração no bloqueio defensivo.
VANTAGENS
Pode adaptar-se facilmente quando o adversário muda sua forma de
ataque, em princípio sem modificar-se;
Jogador de posse de bola está constantemente vigiado por dois
defensores;
Tem amplitude e profundidade, jogada ofensivamente perturba o jogo
dos atacantes na zona de arremesso de meia distância;
Oferece boas possibilidades para contra-ataque.
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DESVANTAGENS
Só pode ser eficiente com muito movimento (desgaste físico);
Fraco contra um jogo bem organizado com dois pivôs e bons extremos.
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Características do Ataque
Ao conseguir a posse da bola, a equipe deve passar imediatamente à ação
ofensiva, tentando em primeira instância o contra-ataque. Este se concluirá
mediante lances individuais e ação coletiva, organizado em esquemas prévios
para o melhor aproveitamento das qualidades individuais.
A esquematização dependerá da ação individual dos jogadores e da perfeita
execução dos movimentos necessários para se vencer o bloqueio adversário.
Na formação dos sistemas, os jogadores receberão funções conforme suas
características naturais: os armadores são jogadores com visão global do jogo,
liderança natural na equipe e na distribuição das jogadas, grande habilidade
com a bola, tenham bom índice de aproveitamento nos chutes à distância boa
recuperação no corte do contra-ataque adversário e armação do sistema
defensivo; os infiltradores, também chamados pivôs, serão jogadores ágeis,
fortes e habilidosos nos dribles e na execução dos arremessos especiais, e os
pontas também chamados extremos, serão jogadores velozes, com habilidade
nos arremessos com salto e queda, rápidos nos dribles e na troca de passes
nos contra-ataques.
A tática consiste na melhor utilização dos elementos segundo suas qualidades
individuais, nas situações e posições adequadas.
Os jogadores que atuam fora da área de tiro livre, armam as jogadas,
principalmente os do meio, responsável pela variação e opções durante o
ataque, armando de um lado da quadra, ou do outro, ou mesmo pelo centro,
como convier.
Os armadores, na troca de passes, devem procurar servir o pivô, ou. se não
receberem combate, executarão os arremessos de longa distância ou
penetrarão utilizando na finalização os arremessos com corrida e salto.
Os pivôs atuam próximo da linha da área de gol e na parte frontal da baliza,
onde o ângulo de arremesso é maior, facilitando a conquista do gol; ao
receberem o combate dos defensores, lançam mão dos arremessos especiais
com giros, saltos, quedas e reversão.
Uma equipe de handebol está no ataque, quando está com a posse de bola ou
quando a circunstância indica que o adversário perde a bola por um erro
técnico, por falta de ataque ou joga a bola para fora.
Ataque posicional: Nem sempre é possível ultrapassar o adversário: ou este
regressou mais rapidamente à defesa, ou a bola foi rematada ao lado da baliza
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ou saiu do campo de outra maneira. Este modo decorre um curto período de
tempo até que a bola regresse ao jogo.
Segue-se um ataque posicional, que se utilizam quando:
a) A defesa está formada e já não é possível ultrapassá-la no meio campo
b) Deve-se retardar o jogo
c) Devem-se poupar energias
Na primeira fase das ações ofensivas, os jogadores correm para determinadas
posições e começam, a partir daí, o jogo de ataque. Aconselha-se que três
jogadores se dirijam imediatamente e o mais rapidamente possível para as
imediações da baliza adversária a fim de receberem a bola e não permitirem
qualquer descanso ao adversário. Seguem-se os restantes jogadores.
A primeira fase do ataque posicional, ataque contra uma defesa já formada,
conclui-se quando os jogadores ocuparem, em frente da baliza adversária, as
suas posições específicas determinadas a partir do sistema. Começa então a
segunda fase, o desenvolvimento do jogo de ataque perigosos para a baliza.
Distinguem-se, nesta fase, a parte dos sistemas que se abordarão mais tarde,
vários tipos de comportamento tático de cada jogador e de grupos de
jogadores, os quais se resumem no conceito de tática de uma equipe no
ataque.
Fases do Ataque do Handebol
1) Contra Ataque
Passagem rápida da defesa para o ataque geralmente com um jogador,
causado pela perda de bola pelo adversário.
O contra ataque pode ser realizado:
por um jogador que rouba a bola e sai sozinho ou através de um passe a
longa distância executado pelo goleiro ou por um companheiro seu.
2) Contra ataque sustentado
Se o adversário consegue evitar a marcação do gol, pois a defesa ainda está
desorganizada. A conclusão da 2ª fase pode ser:
Executada a partir do armador por meio de um arremesso de meia
distância
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Por meio de um passe, para junto dos seis metros feito por um jogador a
partir da zona de arremesso.
3) Organização do ataque
Se não for possível marcar o gol nas duas primeiras fases do ataque, é
recomendável a suspensão da 2ª fase e a organização do ataque. O sinal para
a passagem para 3ª fase é dada pelo jogador que está com a posse da bola,
levando-a e dirigindo-se para o meio da quadra de jogo, chamara a atenção da
própria equipe para o término da 2ª e início da 3ª fase.
A 3ª fase tem os seguintes objetivos:
Ocupação dos lugares correspondentes ao sistema de ataque
combinado
Criação de um curto intervalo para repouso dos jogadores
Transmissão de algumas ordens do treinador
Observação do adversário
Segurança no passe
Ataque num sistema: Ocupa maior espaço na tática ofensiva. Quando para
uma equipe não há nenhuma possibilidade de executar um contra-ataque
simples, ou sustentado, para esta equipe só interessa a 4ª fase para a
marcação de um gol.
Os sistemas de jogo no ataque são:
Ataque com um pivô (3:3 ou 5:1)
Ataque com dois pivôs (2:4 ou 4:2)
Estes ataques são subdivididos em:
Jogo de ataque posicionado, no qual os jogadores não abandonam as
suas posições, mas sim adquirem vantagem tática por meio de um
ajuste individual hábil.
Ataque com trocas ou circulação, este pode ser realizado com jogo de
ataque rígido, o trajeto do jogador e a trajetória da bola estão escritos,
sendo que sofrem modificações segundo o comportamento da defesa
adversária.
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4) A quarta fase decorre sempre em três partes distintas:
1ª) preparação do ataque por meio de um jogo posicionado ou com trocas e
passagens rápidas da bola e ataques perigosos ao gol adversário.
2ª) preparação da fase de finalização do ataque com ajuda de ações táticas
individuais e de grupo que são interligadas com as passagens da bola e os
movimentos de ataque.
3ª) finalização do ataque: esta é sempre uma ação individual do jogador, para
qual os companheiros realizam o trabalho preparatório e que com uma ação
técnica-tática realiza um arremesso ao gol.
Sistema Ofensivo 6:0
É um sistema com seis jogadores atuando à frente da área de tiro livre,
eqüidistantes, procurando ocupar toda à frente da área. Os jogadores procuram
trocar passes na tentativa de conseguirem penetrar ou obter condições
vantajosas para executar os arremessos de longa distância. É o sistema mais
simples sendo indicado para a ofensiva, continuando na mesma faixa de
campo, dando aos alunos noção de ataque organizado, sem perder a estrutura
defensiva, importante quando perder a posse da bola. Esta formação ofensiva
não prevê o emprego de pivô, e as jogados são armadas fora da área de tiro
livre, prevalecendo os arremessos de longa distância e as penetrações laterais.
Deve-se orientar os armadores para fazerem a armação das jogadas pelas
laterais, trazendo a defesa mais para um dos lados e conseguindo a
possibilidade de penetração pelo lado contrário com o ponta. Caso a armação
seja feita no centro da quadra, deve-se dar a orientação de que troquem
passes mais perto do meio do campo, evitando com isto embolar o jogo e
facilitar o corte dos passes pelos defensores.
Tática
No handebol, quando praticado em nível elevado, com jogadores de grande
habilidade, o mesmo sistema ofensivo volta a ser empregado. Os jogadores se
colocam bem abertos, procurando tirar a defesa da sua colocação junto à área
do goleiro, abrindo e possibilitando o emprego de um pivô móvel. Quando as
jogadas são armadas por uma das laterais, o ponta do lado contrário penetra
pelo meio, ocupando a posição do pivô. sua penetração é feita pelas costas
dos defensores centrais, dificultando o trabalho destes: por estar em
movimento, fica com maiores condições de receber os passes; caso não
consiga receber a bola ou a jogada mude de lado, ele volta para sua posição,
dando ao ponta do lado contrário a possibilidade de penetrar e ocultar a
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posição do pivô. É um sistema com aplicação contra defesa nos sistemas 6:0,
5:1, 3:3, e 3:2:1.
Sistema Ofensivo 5:1
É um sistema com cinco jogadores atuando à frente da área de tiro livre,
eqüidistantes, e um infiltrador (pivô) próximo da área de gol, ocupando a faixa
central da baliza onde o ângulo de arremesso é maior.
Os cinco jogadores que atuam fora da área de tiro livre, devem receber a
função de armação das jogadas, utilizando nisto três jogadores, enquanto os
outros dois, jogando nas laterais, tentam a penetração ou combinação de fintas
e finalizações com o pivô.
Tática
O pivô deve se movimentar em relação à bola, acompanhando para o lado
onde está sendo armada a jogada, procurando facilitar o recebimento, só sair
para o lado proposto ao da jogada, quando quiser criar o vazio ou possibilitar a
tabela com quem está penetrando. Sua movimentação será junto à linha do
goleiro para facilitar a execução dos arremessos especiais, saindo somente se
necessário para facilitar o recebimento da bola. É um sistema com aplicação
contra defesa nos sistemas 6:0, 4:2, 3:3 e 3:2:1.
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Armador Central do Handebol
É a "locomotiva" do time no ataque. Este jogador está no centro do ataque e
comanda o curso e o tempo do mesmo, deve saber arremessar com força e ter
um grande repertório de passes. Deve possuir grande visão de jogo para se
adaptar as mudanças na defesa adversária. Força, concentração, tempo de
jogo e passes certos são o que destacam um bom armador.
O armador pode ser um pouco mais baixo, porém deverá ter grande habilidade
e agilidade. É de grande significância que ele tenha experiência e maturidade
de jogo, pois cabe, principalmente, a ele, as armações e organizações das
jogadas da sua equipe. E ainda, deve servir de exemplo de técnica e equilíbrio
psicológico para toda a sua equipe.
Meias Armadores do Handebol
O "combustível" do time no ataque. Os meias geralmente possuem os mais
fortes arremessos e são, geralmente, os mais altos jogadores do time (no
masculino variam de 180cm a 210cm e no feminino variam de 175cm a
190cm). Entretanto existem excepcionais jogadores que são menores que a
média, mas possuem arremessos poderosos e técnica muito apurada. Estes
são geralmente os jogadores mais perigosos durante o ataque, pois os
arremessos costumam partir deles ou de outro jogador o qual tenha recebido
um passe dele.
Estes jogadores normalmente são altos e vigorosos, possuidores de grande
força no arremesso em suspensão e nos arremessos especiais. Devem
dominar a recepção dos passes rápidos, assim como dar continuidade às
jogadas especiais; ter como recurso a utilização das fintas e sua ligação às
ações técnico-táticas complexas com o pivô e arremessos ao gol.
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Com seu posicionamento afastado, são capazes de assegurar um equilíbrio
defensivo à sua equipe. Em verdade, são os primeiros jogadores a partir para a
formação da defesa, retomada da posse de bola e, por do contra-ataque.
Pontas do Handebol
Os pontas são velozes e ágeis; e devem possuir a capacidade de arremessar
em ângulos fechados. O destaque no arremesso não é a força, mas a
habilidade e pontaria, podendo mudar o destino da bola apenas momentos
antes de soltá-la em direção ao gol.
Os pontas são jogadores normalmente ligeiros e com corrida rápida que se
encarregam do contra-ataque e da corrida rápida para dentro e para fora da
defesa adversária. Jogando nas proximidades das pontas, tem a missão de
ampliar lateralmente o máximo possível a defesa adversária, de modo que crie
maiores espaços entre os defensores. Desta forma, proporcionam aos pivôs
um posicionamento junto dos 6 metros e, aos meias, aberturas para os
arremessos de longa distância.
Devem possuir: grande qualidade na recepção do passe; capacidade de
realizar passes seguros e com intensidade, por cima da área do gol, até o outro
ponta; um passe para o pivô livre de marcação. E, por meio de fintas,
proporcionar grande periculosidade ao adversário, com seus arremessos.
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Pivô do Handebol
Seu objetivo é abrir espaço na defesa adversária para que seus companheiros
possam arremessar de uma distância menor, ou se posicionar
estrategicamente para que ele mesmo possa receber a bola e arremessar em
direção ao gol. O pivô possui o maior repertório de arremessos do time, pois
ele deve passar pelo goleiro e marcar o gol geralmente sem muita força,
impulsão ou velocidade, e em jogadas geralmente rápidas.
Os pivôs posicionam-se entre as linhas dos 6 e 9 metros, próximos à área de
gol. Normalmente são jogadores rápidos, vigorosos e de grande habilidade que
o possibilite livrar-se da marcação constante que recebe. Não se faz
necessário ao pivô deter grande estatura, em contrapartida há de ter grande
ímpeto e desejo de jogar e “furar” a marcação. Em movimentos rápidos e
hábeis e com uma posição livre, devem receber a bola com segurança e
arremessar ligeiramente ao gol.
Além dos arremessos especiais do pivô (arremesso em suspensão, em queda,
salto com queda), eles devem dominar arremessos como: de reversão, de
reversão com queda, de percussão aérea. Deve ainda, prender pelo menos um
jogador (bloqueá-lo), ajudando os arremessos de longa distância e jogadas dos
meias.
Goleiro do Handebol
O goleiro é vital na defesa. Um bom goleiro pode representar mais de 50% da
performance de um time.
No nível de elite do Handebol, são fisicamente grandes, muito fortes, rápidos e
com muita concentração. Esses jogadores ainda possuem a habilidade de
detectar o foco do ataque e se adaptar as mudanças nas jogadas. Defensores
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situados no meio precisam ser muito fortes e altos para impedir os ataques dos
meias e conter os pivôs. Quando a defesa é penetrada, o goleiro é a ultima
barreira ao atacante. Ele precisa ter um reflexo rápido, boa antecipação de
onde o atacante pretende arremessar e habilidade de ajustar força, reflexos e
total concentração (eliminado qualquer coisa que não seja referente ao jogo)
focando seu objetivo final, a defesa. O goleiro também deve se comunicar com
seu time, (pois possui maior visão de jogo por estar fora dos lances de ataque)
incentivando e alertando a defesa; e auxiliando e orientando seus
companheiros no ataque.
O goleiro não é apenas um jogador de defesa, mas um importante armador de
contra-ataques.
O goleiro tem como principal função impedir que a bola entre pela baliza
caracterizando assim o gol adversário. Para realizar tal função, como os
jogadores de linha, os goleiros também necessitam de técnicas especiais de
posicionamento e deslocamento assim como qualidades físicas específicas. Há
algum tempo sua função dentro do jogo tem se estendido a iniciar ataques
também.
No que se refere a posição dos braços: Pode ser de dois tipos. Posição em “W”
ou em “V”. As pernas ligeiramente afastadas (na linha dos quadris), joelhos
com pequena flexão, braços estendidos acima da cabeça formando um “V” ou
flexionados ao lado da cabeça formando um “W”. Em ambas as posições as
mãos devem estar voltadas para frente, em direção a bola.
Obs.: É importante que os pés não fiquem fixos no solo, pois para uma melhor
movimentação, de maior velocidade, a manutenção dos pés em ponta deixa o
goleiro em estado de alerta e apto a qualquer movimentação de pernas.
Defesas: Existem vários tipos de defesas. Mas as mais comuns durante os
jogos são as defesas em “Y”, em “X”, embaixo e à meia-altura.
A defesa em “Y” é quando o goleiro mantém uma perna de apoio no solo e
lança a outra perna junto aos braços na direção da bola.
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A defesa em “X”, comumente utilizada em lances onde o atacante está cara-a-
cara com o goleiro. Este salta com os dois pés juntos afastando as pernas no
ar fazendo o mesmo com os braços, formando a figura de um “X”.
Já a meia altura é feita saltando lateralmente com uma perna e lançando os
braços em direção à bola.
A defesa embaixo pode ser feita com as pernas afastadas, flexionando o
joelho, posicionando uma das mãos ao lado da perna e a outra mão por entre
as pernas e também pode ser realizada flexionando o tronco e juntando as
pernas rapidamente, com os braços estendidos ao longo das pernas evitando
com que a bola passe por entre as pernas.
Deslocamentos
São três os tipos de deslocamentos do goleiro.
O deslocamento semicírculo é feito acompanhando a troca de passes da
equipe atacante pelas posições. O nome se dá pelo semicírculo formado de um
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dos postes da baliza até o outro. Partindo da posição básica em deslocamento
lateral, mantendo sempre o corpo voltado para a bola.
O deslocamento de ataque à bola é feito para frente no momento de um ataque
cara-a-cara em que o goleiro geralmente executa a defesa em “X”. Procura
diminuir o ângulo de ataque do adversário.
O deslocamento da defesa de ponta é feito no momento de um ataque pela
ponta em que o goleiro está fechando seu canto com o corpo e o outro com a
mão e a perna. Caracteriza-se por um passo dado à frente pelo goleiro no
momento do ataque.
Último e primeiro defensor
O goleiro, pelo seu local de atuação, já se caracteriza como o último defensor
de sua equipe, tendo mais seis jogadores à sua frente. Ele só passará a se
tornar o primeiro defensor em um contra-ataque adversário, ou abandonando a
área para interceptação de lançamento, etc.
Primeiro e último atacante
Tornar-se-á o goleiro o primeiro atacante, quando da tentativa de puxar um
contra-ataque, quando ele é o início de um contra-ataque e será o último
atacante quando abandonar sua área para jogar na linha, seja ajudando o
ataque ou em uma situação de inferioridade ou superioridade numérica.
Contra-ataque
O goleiro, na tentativa de iniciar um contra-ataque, deverá deslocar-se para o
lado contrário à ponta para a qual irá desferir o lançamento.
Sete Metros
No momento da cobrança de um tiro de sete metros, o goleiro poderá
movimentar-se da forma que desejar, não podendo porém, ultrapassar a linha
de 4 metros que limita seu deslocamento nessa situação. A escolha de como
tentar realizar a defesa é pessoal de cada goleiro, não tendo uma forma
específica para sua realização.
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PLANO DE AULA 01
Modalidade: Handebol
Aula nº.: 01 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 6 -7 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol,
com direcionamento ao lúdico do aluno, devido ao primeiro contato dele com a
modalidade.
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Espaço amplo que contenha um círculo, podendo ser a própria
quadra poliesportiva, cones e giz.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
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Objetivo específico: Desenvolver a agilidade dos alunos através do lúdico,
devido à baixa faixa etária dos envolvidos, com o intuito de facilitar o primeiro
contato com cada fundamento da modalidade e também através da
coordenação.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 a 15 min.)
O professor levará três sugestões de brincadeiras com o intuito de
preparar cardio-vascularmente o aluno para a aula. Ele deixará com que
os alunos escolham qual delas será realizada, dessa forma aumentando
o interesse do aluno pela aula.
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula. A
brincadeira que pode ser utilizada nesta aula é COELHINHO SAI DA TOCA.
Reúna a turma, quanto mais gente melhor, a brincadeira vai ficar mais
movimentada e emocionante. Divida os participantes em grupos de três
crianças, e em círculo forme as tocas.
Duas crianças dão-se as mãos formando a toca e a outra criança ficará
dentro da toca. Ela será o coelhinho.
No centro do círculo ficarão as crianças, “os coelhinhos” que estão à procura
de tocas.
Quando alguém falar “Coelhinho sai da toca”. Todos os coelhinhos deverão
trocar de tocas e os coelhinhos que estão no centro procurarão uma toca.
Quem não conseguir entrar em alguma toca fica no centro, esperando nova
oportunidade.
3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 02
Modalidade: Handebol
Aula nº.: 02 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 6 -7 anos
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol,
com direcionamento ao lúdico do aluno, devido ao primeiro contato dele com a
modalidade.
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva, bolas (H1L e de borracha), cones.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Desenvolver, de forma coordenada, o fundamento do
drible através de jogos cooperativos enfatizando brincadeiras e não o alto
rendimento, a princípio, da modalidade esportiva.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 a 15 min.)
O professor levará três sugestões de brincadeiras com o intuito de
preparar cardio-vascularmente o aluno para a aula. Ele deixará com que
os alunos escolham qual delas será realizada, dessa forma aumentando
o interesse do aluno pela aula.
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula.
Cada aluno terá uma bola em posse, ao comando do professor o aluno
deve ir quicando a bola até o outro lado da quadra.
O aluno em posse da bola deve caminhar sobre as linhas da quadra
quicando a bola.
O professor deve espalhar cones pela quadra e definir um caminho a
ser seguido e dessa maneira o aluno deve seguir este caminho
contornando os cones.
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3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 03
Modalidade: Handebol
Aula nº.: 03 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 6 -7 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol,
com direcionamento ao lúdico do aluno, devido ao primeiro contato dele com a
modalidade.
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Espaço onde caibam as crianças em fileira.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Trabalhar e desenvolver, ludicamente, todos os reflexos
possíveis necessários ao handebol como os auditivos, visuais, entre outros
como base para a iniciação de fundamentos e do jogo propriamente dito.
Metodologia:
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1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 a 15 min.)
O professor levará três sugestões de brincadeiras com o intuito de
preparar cardio-vascularmente o aluno para a aula. Ele deixará com que
os alunos escolham qual delas será realizada, dessa forma aumentando
o interesse do aluno pela aula.
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula, através da
brincadeira chamada VIVO OU MORTO.
Os participantes devem formar uma fila, enquanto o orador fica na frente dessa
fila olhando e observando todos eles. Então o orador fica gritando
aleatoriamente: “Vivo” ou “Morto”. No caso de vivo os participantes devem
manter-se de pé, quando ele gritar morto os participantes devem abaixar-se,
ficando acocorados. Isso deve ser feito instantaneamente após o grito do
orador. Os participantes que forem errando, vão saindo até que só sobre um,
que será o vencedor!
3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 04
Modalidade: Handebol
Aula nº.: 04 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 6 -7 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol,
com direcionamento ao lúdico do aluno, devido ao primeiro contato dele com a
modalidade.
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva e bola.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Através de atividades cooperativas e algumas variações,
trabalhar os fundamentos do passe e recepção, no handebol, sem perder o
espírito de ludicidade, mantendo a motivação necessária para o bom
andamento da aula e o desenvolvimento da atividade.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 a 15 min.)
O professor levará três sugestões de brincadeiras com o intuito de
preparar cardio-vascularmente o aluno para a aula. Ele deixará com que
os alunos escolham qual delas será realizada, dessa forma aumentando
o interesse do aluno pela aula.
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula através da
brincadeira BATATA-QUENTE.
O grupo fica em círculo, sentado ou em pé. Uma criança fica fora da roda de
costas ou com os olhas vendados, dizendo a frase “Batata quente, quente,
quente... queimou”. Enquanto isso, os demais vão passando a bola de mão
em mão até ouvirem a palavra “queimou”. Quem estiver com a bola nesse
momento sai da roda. Ganha o último que sobrar.
3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
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PLANO DE AULA 05
Modalidade: Handebol
Aula nº.: 05 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 6 -7 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol,
com direcionamento ao lúdico do aluno, devido ao primeiro contato dele com a
modalidade.
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva, bola e giz.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Enfatizar o trabalho de movimentação, com ou sem bola,
direcionado para os movimentos da modalidade trabalhada e da faixa etária
dos alunos, objetivando uma base coordenativa para o aprendizado dos gestos
relacionados ao esporte em questão e desenvolvimento destes.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 a 15 min.)
O professor levará três sugestões de brincadeiras com o intuito de
preparar cardio-vascularmente o aluno para a aula. Ele deixará com que
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
os alunos escolham qual delas será realizada, dessa forma aumentando
o interesse do aluno pela aula.
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula através da
brincadeira QUEIMADA.
É necessário um espaço, do tipo de uma quadra, para que as crianças possam
ser divididas em dois grupos. Decide-se quem começa com a bola. O objetivo é
acertar um participante do time adversário e eliminá-lo. Se a criança conseguir
pegar a bola, tem o direito de atirá-la em um jogador de outra equipe. Ganha o
time que eliminar todos os participantes da equipe concorrente.
3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 06
Modalidade: Handebol
Aula nº.: 06 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 6 -7 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol,
com direcionamento ao lúdico do aluno, devido ao primeiro contato dele com a
modalidade.
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Giz ou fita adesiva para desenhar o diagrama no chão e pedrinhas;
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Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Partindo do pressuposto de que o salto é de suma
importância no handebol, trabalharemos, através de brincadeiras, tal
fundamento para posteriormente coordená-lo com fundamentos futuros, como
arremessos e outros gestos, dando base para o jogo como um todo.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 a 15 min.)
O professor levará três sugestões de brincadeiras com o intuito de
preparar cardio-vascularmente o aluno para a aula. Ele deixará com que
os alunos escolham qual delas será realizada, dessa forma aumentando
o interesse do aluno pela aula.
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula através da
brincadeira da AMARELINHA.
Depois de desenhado o diagrama básico no chão, as crianças
determinam uma ordem entre elas. A primeira vai para a área oval chamada
céu e de lá atira a pedrinha no número 1. Sem colocar o pé nessa casa, ela
atravessa o diagrama ora pulando com os dois pés, quando tiver uma casa ao
lado da outra, e ora com um pé só. Quando chegar à outra figura oval na
extremidade oposta, onde está escrito “inferno”, faz o percurso oposto e volta
para apanhar a pedra, sem pisar na casa em que ela está repetindo o mesmo
procedimento até que percorra todas as casas. A criança não pode pisar ou
jogar a pedra na risca nem atirá-la fora do diagrama, se isso acontecer, ela
perde a vez. Vence quem completar o percurso.
3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 07
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Modalidade: Handebol
Aula nº.: 07 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 6 -7 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol,
com direcionamento ao lúdico do aluno, devido ao primeiro contato dele com a
modalidade.
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Espaço amplo e bola.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Trabalhar o gesto motor do arremesso e coordená-lo com
o gesto dos fundamentos dados, de maneira lúdica, para ter- se uma base na
hora da iniciação do jogo propriamente dito que será trabalhado
posteriormente, através do mini-jogo.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 a 15 min.)
O professor levará três sugestões de brincadeiras com o intuito de
preparar cardio-vascularmente o aluno para a aula. Ele deixará com que
os alunos escolham qual delas será realizada, dessa forma aumentando
o interesse do aluno pela aula.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula através da
brincadeira PARE BOLA.
Distribui-se para cada aluno um número específico. Os alunos se dispõem em
um círculo de costas para o mesmo, sendo que no meio deste um aluno deve
ficar com a bola.
Ao sinal, o aluno com a bola deve lançá-la e gritar um número, o aluno que
tiver seu número gritado deve pegar a bola, grita “pare bola”, assim pode dar
três passos a u aluno e tentar acertá-lo com a bola.
3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 08
Modalidade: Handebol
Aula nº.: 08 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 6 -7 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol,
com direcionamento ao lúdico do aluno, devido ao primeiro contato dele com a
modalidade.
Tempo total de aula: 50 minutos
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Material: Quadra poliesportiva; bola de borracha, apito.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Trabalhar o jogo de handebol em si, através do mini-jogo,
aproximando do jogo real, desenvolvendo os fundamentos já trabalhados e
utilizando-os na atividade de forma mais coordenada possível para que possa
ser feita uma avaliação do aprendizado, por parte do professor.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 a 15 min.)
O professor levará três sugestões de brincadeiras com o intuito de
preparar cardio-vascularmente o aluno para a aula. Ele deixará com que
os alunos escolham qual delas será realizada, dessa forma aumentando
o interesse do aluno pela aula.
2ª parte: Dividir a turma em duas equipes e definir algumas regras básicas de
forma que o objetivo continue sendo lúdico, e será vencedora do mini-jogo a
equipe que conseguir atingir o objetivo mais vezes.
3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 01
Aula nº.: 01
Quantidade: 30 alunos Idade: 8-9 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar de maneira lúdica o fundamento do Drible.
Metodologia:
1ªparte: Aquecimento e Alongamento (10min.)
2ªparte: Principal (30min.)
Em duplas com bolas. Um corre driblando na frente e o outro atrás imita
todos os movimentos de quem está na frente. Após determinado tempo
trocar as funções.
O professor deve fazer uma fileira de arcos no chão, cada aluno com
uma bola, deve se movimentar ao lado da fileira de círculos, driblando a
bola dentro cós círculos, a bola deve driblar apenas uma vez em cada
circulo.
3ªparte: Volta à calma (10min.)
O professor deve encerrar as atividades, e orientar aos alunos que se
assentem em grupo, deve ser dado um tempo para que os alunos possam
beber água. Com todos os alunos reunidos o professor deve explicar os
objetivos da aula e relatar aos alunos alguns erros cometidos e comuns para o
fundamento trabalhado durante a aula.
PLANO DE AULA 02
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Aula nº.: 02
Quantidade: 30 alunos Idade: 8-9 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar de maneira lúdica o fundamento do Drible
Metodologia:
1ªparte: Aquecimento e Alongamento (10min.)
2ªparte: Principal (30min.)
Em duplas com bolas. Em duplas com uma bola. Os jogadores
permanecem em pé em volta de um círculo. Lançar a bola um para o
outro. A bola deve driblar somente uma vez e dentro do círculo.
O professor deve espalhar obstáculos por toda a quadra, e os alunos
cada um com uma bola, deve se movimentar pela quadra driblando e
desviando dos colegas e dos obstáculos.
3ªparte: Volta à calma (10min.)
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
O professor deve encerrar as atividades, e orientar aos alunos que se
assentem em grupo, deve ser dado um tempo para que os alunos possam
beber água. Com todos os alunos reunidos o professor deve explicar os
objetivos da aula e relatar aos alunos alguns erros cometidos e comuns para o
fundamento trabalhado durante a aula.
PLANO DE AULA 03
Aula nº.: 03
Quantidade: 30 alunos Idade: 8-9 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito e caixotes.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar de maneira lúdica o fundamento do Passe e
recepção.
Metodologia:
1ªparte: Aquecimento e Alongamento (10min.)
2ªparte: Principal (30min.)
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Em duplas, os alunos deverão se posicionar um de frente para o outro
em uma distância estabelecida pelo professor, e a cada sinal do
professor os alunos deve afastar ou se aproximar de acordo com o
comando.
Ainda em duplas, os alunos devem subir em caixotes e realizar os
passes mantendo o equilíbrio sobre o caixote.
3ªparte: Volta à calma (10min.)
O professor deve encerrar as atividades, e orientar aos alunos que se
assentem em grupo, deve ser dado um tempo para que os alunos possam
beber água. Com todos os alunos reunidos o professor deve explicar os
objetivos da aula e relatar aos alunos alguns erros cometidos e comuns para o
fundamento trabalhado durante a aula.
PLANO DE AULA 04
Aula nº.: 04
Quantidade: 30 alunos Idade: 8-9 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; e bolas.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar de maneira lúdica o fundamento do passe e da
recepção.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Metodologia:
1ªparte: Aquecimento e Alongamento (10min.)
2ªparte: Principal (30min.)
Em duplas, os alunos deverão se posicionar um de frente para o outro
dentro da área do goleiro. Eles deverão executar os passes se
movimentando ate chegar à outra área de gol.
Em um segundo instante, o professor deve dividir a turma em duas
equipes. Mantendo a mesma conformação os alunos devem ir até a
outra área e voltar, assim que chegar uma dupla a seguinte pode ir,
vence a equipe em que todos os alunos completarem o percurso.
3ªparte: Volta à calma (10min.)
O professor deve encerrar as atividades, e orientar aos alunos que se
assentem em grupo, deve ser dado um tempo para que os alunos possam
beber água. Com todos os alunos reunidos o professor deve explicar os
objetivos da aula e relatar aos alunos alguns erros cometidos e comuns para o
fundamento trabalhado durante a aula.
PLANO DE AULA 05
Aula nº.: 05
Quantidade: 30 alunos Idade: 8-9 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
banco e pinos de boliche de borracha ou plástico.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar de maneira lúdica o fundamento do arremesso.
Metodologia:
1ªparte: Aquecimento e Alongamento (10min.)
2ªparte: Principal (30min.)
ARREMESSOS POR ENTRE OS ARCOS - Cada jogador com uma
bola. Arremessar as bolas por entre os arcos, que estarão dispostos em
alturas e distâncias diversas.
ARREMESSOS AO BANCO - Cada jogador com uma bola. Os
jogadores deverão derrubar objetos colocados sobre o banco.
3ªparte: Volta à calma (10min.)
O professor deve encerrar as atividades, e orientar aos alunos que se
assentem em grupo, deve ser dado um tempo para que os alunos possam
beber água. Com todos os alunos reunidos o professor deve explicar os
objetivos da aula e relatar aos alunos alguns erros cometidos e comuns para o
fundamento trabalhado durante a aula.
PLANO DE AULA 06
Aula nº.: 06
Quantidade: 30 alunos Idade: 8-9 anos
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, arcos e
medicine-ball.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar de maneira lúdica o fundamento do arremesso.
Metodologia:
1ªparte: Aquecimento e Alongamento (10min.)
2ªparte: Principal (30min.)
Os alunos formarão duas colunas em frente aos postes do gol, em cada
ângulo o professor colocará um arco, a fileira de conseguir acertar mais
bolas no arco correspondente será a vencedora.
EMPURRAR A BOLA (AFINAR A PONTARIA) - Uma bola de medicine-
ball no centro da quadra. As equipes devem tentar empurrar a bola para
o final da linha de fundo do adversário arremessando bolas no medicine-
ball.
3ªparte: Volta à calma (10min.)
O professor deve encerrar as atividades, e orientar aos alunos que se
assentem em grupo, deve ser dado um tempo para que os alunos possam
beber água. Com todos os alunos reunidos o professor deve explicar os
objetivos da aula e relatar aos alunos alguns erros cometidos e comuns para o
fundamento trabalhado durante a aula.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
PLANO DE AULA 07
Aula nº.: 07
Quantidade: 30 alunos Idade: 8-9 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, arcos e
medicine-ball.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar de maneira lúdica como é o jogo do handebol
através do MINI-HAND. Sendo usadas nas aulas todas as regras possíveis.
Metodologia:
1ªparte: Aquecimento e Alongamento (10min.)
2ªparte: Principal (30min.)
Dividindo a turma em quatro equipes o professor realizará uma
competição entre essas de forma a proporcionar uma interação entre os
alunos aplicando os conhecimentos adquiridos nas aulas anteriores.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
3ªparte: Volta à calma (5min.)
O professor deve encerrar as atividades, e orientar aos alunos que se
assentem em grupo, deve ser dado um tempo para que os alunos possam
beber água. Com todos os alunos reunidos o professor deve conversar sobre
os mini-jogos, ressaltando os pontos positivos na participação dos alunos.
PLANO DE AULA 01
Aula nº.: 01 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar a técnica do DRIBLE.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor, dando ênfase aos
ombros e membros superiores
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula (20min.)
Cada aluno com uma deverá driblar (quicar) a bola de forma aleatória,
para se familiarizar com o movimento.
Em um segundo instante, o professor deve mostrar como deve ser feito
corretamente o drible, e os alunos deverão se deslocar de um lado da
quadra para o outro, em linha reta, driblando a bola até um novo
comando.
3ª parte: PRINCIPAL (15min.)
Um coletivo deve ser aplicado para a distração dos alunos. Sem regras
e bem descontraído, sendo que nesta parte da aula, deve-se pedir aos
alunos que sempre conduzam a bola, utilizando o drible, dando assim,
ênfase ao fundamento visto na aula.
4ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 02
Aula nº.: 02 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; Bolas H1L, bolas de borracha, cones, arcos e
apito.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar a técnica do DRIBLE.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor, dando ênfase aos
ombros e membros superiores
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula (20min.)
Cada aluno com uma deverá driblar (quicar) a bola de uma lateral da
quadra para a outra, utilizando o movimento correto do drible, visto na
aula passada
Após o drible de forma reta, deve se pedir os alunos que mudem a
direção em que driblam. Primeiramente, pode pedir que os alunos
caminhem sobre as linhas laterais das quadras marcadas (vôlei,
basquete) no solo. Em seguida, o professor dá um comando (apito) e os
alunos devem mudar de direção (90°, 45°, 180°), driblar correndo de
costas.
O professor fará uma fileira de cones, com uma distancia de 2 metros
entre eles, e os alunos utilizando os dribles deverão passar entre os
cones.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
3ª parte: PRINCIPAL (15min.)
Um coletivo deve ser aplicado para a distração dos alunos. Sem regras
e bem descontraído, sendo que nesta parte da aula, deve-se pedir aos
alunos que sempre conduzam a bola, utilizando o drible, dando assim,
ênfase ao fundamento visto na aula.
4ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 03
Aula nº.: 03 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar os fundamentos do passe e recepção.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor, dando ênfase aos
ombros e membros superiores
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula (20min.)
Os alunos formarão duplas, sendo um de frente para o outro com uma
distância de 5 metros aproximadamente, deverão executar os passes.
Neste momento os alunos executam os passes, e em conseqüência a
recepção, sem regras e sem instruções, para a familiarização com o
movimento.
Em um segundo instante, o professor deve mostrar como deve ser feito
corretamente o passe e a recepção, e na mesma formação os alunos
deverão fazer os passes corrigindo seus movimentos. O professor deve
ficar bem atento para as correções que deverão ser feitas.
3ª parte: PRINCIPAL (15min.)
Um coletivo deve ser aplicado para a distração dos alunos. Sem regras
e bem descontraído, sendo que nesta parte da aula, deve-se pedir aos
alunos que utilize os fundamentos já vistos, o drible e agora também o
passe de bola, dando ênfase ao fundamento visto na aula, no caso, o
passe.
4ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 04
Aula nº.: 04 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Ensinar o fundamento do passe.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor, dando ênfase aos
ombros e membros superiores
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula (20min.)
Em duplas, os alunos deverão executar passes em variadas distâncias.
Agora os alunos deverão executar os passes em movimento, de um gol
para o outro, em duplas ainda.
O professor deve ainda demonstrar alguns passes especiais, e ainda
deixar com que os alunos experimentem utilizar esses passes, mas
deve-se deixar bem claro para os mesmos, que esses passes devem ser
apenas utilizados como recurso e não no uso cotidiano.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
3ª parte: PRINCIPAL (15min.)
Um coletivo deve ser aplicado para a distração dos alunos. A partir desta
aula, os coletivos devem seguir algumas instruções dadas pelo
professor, sendo q nesta aula, deve-se enfatizar o uso do passe, em
deslocamento, sendo uma forma de chegar ao gol mais rapidamente,
evitar conduzir a bola driblando.
4ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 05
Aula nº.: 05 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Revisar os fundamentos do passe e drible.
Metodologia:
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor, dando ênfase aos
ombros e membros superiores
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula (10min.)
Cada aluno com uma deverá driblar (quicar) a bola, mudando de
direção, e depois de forma regrada, sendo que o professor comanda as
movimentações.
Em um segundo instante, o passe deve ser enfatizado. Em duplas, os
alunos devem trocar passes, primeiro parados, e em seguida em
movimentos.
3ª parte: PRINCIPAL (25min.)
Um coletivo deve ser aplicado para a distração dos alunos. Neste
coletivo o passe e o drible devem ser bem aproveitados, em algumas
partes do coletivo o professor pode colocar algumas regras, como por
exemplo, apenas pode driblar para deslocar, ou não se pode driblar para
se movimentar.
4ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 06
Aula nº.: 06 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Iniciar o ensino da passada rítmica trifásica.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor.
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula (25min.)
Antes de dar o início ao objetivo principal da aula, os alunos devem
executar um pouco de drible. Cada um com uma bola, driblando em
várias direções.
Para a parte principal, os alunos trabalharão em duplas e cada dupla
com um cone. Os alunos deverão ficar um de frente para o outro, com o
cone entre os dois. Um aluno deve fazer o passe para o outro, e aluno
que receber a bola, deve executar a passada rítmica trifásica ate chega
ao cone, e saltando no terceiro passo, passar a bola novamente para o
colega. Antes dos alunos executarem o exercício o professor deve
demonstrar o que deve ser feito, e explicar algumas particularidades
desse fundamento, como a diferença para os destros e canhotos.
Deve em um terceiro momento, instruir o aluno a tentar executar a
passada com um ou dois passos apenas.
3ª parte: PRINCIPAL (10min.)
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Um coletivo deve ser aplicado para a distração dos alunos. E observar
como os alunos estão empregando os fundamentos aprendidos.
4ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 07
Aula nº.: 07 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Trabalhar a coordenação entre Drible/passada rítmica
trifásica/passe.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor, dando ênfase aos
ombros e membros superiores
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula (15min.)
Os alunos devem de posicionar em duplas, um d frente para o outro,
cada um em uma lateral da quadra. O aluno que estiver com a bola,
deve driblar até o meio da quadra, realizar a passada rítmica trifásica, e
saltando fazer o passe para o colega. Depois pode alterar a distância e
colocar algumas dificuldades, de acordo com a evolução dos alunos.
3ª parte: PRINCIPAL (20min.)
Um coletivo deve ser aplicado para a distração dos alunos. E deve ser
observado como os alunos utilizam os novos fundamentos durante este
recreativo.
4ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 08
Aula nº.: 08 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos e giz.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Iniciação ao arremesso ao gol no handebol.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor, dando ênfase aos
ombros e membros superiores
2ª parte: Desenvolver habilidades específicas do Objetivo da aula (20min.)
Os alunos deverão formar uma fileira de frente ao gol, cada aluno com
uma bola. O professor coloca dois arcos suspensos nos ângulos
superiores e os alunos tentarão acertar o alvo.
Em um segundo instante, o professor demonstrará como deve ser feito o
arremesso corretamente, mostrando aos alunos a coordenação de
braço-perna, entre outras características específicas deste fundamento.
Os alunos, de posicionarão de frente para as traves laterais, em duas
fileiras. Cada aluno com uma bola. A baliza não deve conter nenhum
obstáculo ou desafio nesta fase. No chão o professor pode utilizar de
arco ou de um giz (desenhando no chão), para demarcar como deve ser
feita a passada rítmica trifásica.
O professor deve ficar atento à realização deste movimento por parte dos
alunos, pois nesta fase a coordenação é muito importante para a realização
correta deste fundamento, se preciso for o professor deve parar a aula, e
demonstrar novamente o fundamento.
3ª parte: PRINCIPAL (15min.)
Um coletivo deve ser aplicado para a distração dos alunos.
4ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
PLANO DE AULA 09
Aula nº.: 09 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Avaliação dos fundamentos vistos em todas as aulas.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor, dando ênfase aos
ombros e membros superiores
2ª parte: AVALIAÇÃO
O professor deve dividir a turma em algumas equipes, mesclando os
meninos e meninas, e realizar um mini torneio entre as equipes
formadas, de forma que o importante para os alunos não é vencer, e
assim verificar sua aprendizagem.
3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
PLANO DE AULA 10
Aula nº.: 10 (Prática)
Quantidade: 30 alunos Idade: 10 a 12 anos
Tema: Iniciação ao Handebol
Objetivo: Ensinar habilidades referentes à prática da modalidade do Handebol
Tempo total de aula: 50 minutos
Material: Quadra poliesportiva; bolas H1L, bolas de borracha, apito, cones,
arcos.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Objetivo Geral: Ampliação dos conhecimentos do aluno, condição de
continuar a aprender, ser cidadão participante e crítico.
Objetivo específico: Avaliação dos fundamentos vistos em todas as aulas.
Metodologia:
1ª parte: Aquecimento e alongamento. (10 min.)
Aquecimento de forma lúdica. Uma brincadeira deve ser desenvolvida
para que todos os alunos participem. Pode deixar com que os próprios
alunos escolham a brincadeira.
O alongamento deve ser comandado pelo professor, dando ênfase aos
ombros e membros superiores
2ª parte: AVALIAÇÃO
O professor deve dar seqüência à avaliação dada na aula anterior.
3ª parte: Volta à calma. (5 min.)
Relaxamento e conversa sobre a aula e sobre o que foi desenvolvido.
Planilha esperada para o curso das aulas:
HANDEBOL – ENTRE 13 E 15 ANOS
1º 2ª 3º 4º 5º
Drible e Drible e Movimentação Movimentação Trabalho de
passe passe c/ drible e com passe arremesso
passadas passe
rítmicas
6º 7º 8º 9º 10º
Atividade c/ Trabalho de Trabalho de Trabalho de Movimentação
goleiro arremesso finta finta de jogo.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
PLANO DE AULA Nº. 01
Conteúdos: Regulação de aplicação de força, observação do
deslocamento, linhas de corrida e tempo da bola, antecipar a direção do
passe.
1. Tema: Drible e passe.
2. Idade dos alunos: 13 -15 anos.
3. Objetivo: Ampliar a segurança do aluno referente à regulação e
precisão de força ao conduzir a bolar.
3.1. Objetivos específicos: O aluno ao final da aula saberá em qual
momento usar adequadamente a velocidade e tempo na condução da
mesma referente ao passe e ao drible em situações da modalidade.
Materiais usados:
20 bolas de tênis;
40 bolas de borracha nº. 04 “pênalti”;
20 bolas de handebol H 01;
40 bolas de handebol H 02;
15 cones;
15 arcos de cores (azul, preto e amarelo);
20 coletes divididos em azul e verde;
Ginásio da escola.
Metodologia:
Aquecimento: 10minutos
Em um espaço delimitado na quadra pelo professor, cada aluno de posse
de uma bola de tênis, executará piques com a mesma mantendo a uma
velocidade moderada.
Idem a exercício anterior aumentando a velocidade de execução;
Com uma redução de velocidade na execução, o colega tentara tirar a bola
do outro sem que isso faça perder o controle da sua bola. Quem perder a
posse da bola retira do espaço e espera ate sair o ultimo a permanecer com
o controle da mesma.
Alongamento.
Parte principal: 55 minutos
Em dupla um de frente para o outro, estando cada um com uma bola de
borracha. Executar passe aleatório ao companheiro com a simultaneidade
das bolas;
Idem ao exercício anterior com alternância das bolas, um fica incumbido de
mandar a bola por cima e o outro por baixo. Depois troca de funções.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Em duas fileiras, sendo as mesmas posicionadas frente a um corredor de
arcos que estão no chão e alternadas por suas cores (será dois corredores
com 06 arcos cada um seguindo essas cores: azul, azul, amarelo, preto,
preto, amarelo). Cada aluno estará com uma bola de handebol H02. Ao
comando do professor, dois alunos sairão em percurso dos arcos e
executarão: nos arcos azuis os alunos vão quicar a bola de posse, nos
arcos amarelos trocaram de bolas com passes sem sair do corredor e nos
pretos trocaram passes quicados.
Idem ao exercício anterior alternando as cores dos arcos: amarelo, preto,
azul, preto, amarelo e azul;
Com cones aleatoriamente distribuídos pelo ginásio (em forma de
ziguezague e paralelos), em dupla o aluno com posse da bola H01 ou da de
borracha e com as mãos dadas. Irão executar dribles passando entre os
cones.
Em dois grupos com 08 alunos, um grupo de coletes azuis e a outra de
coletes verdes. Em forma de jogo, cada equipe terá que conduzir ao gol
adversário a bola usando somente o drible e o passe, sendo que a bola terá
que passar por todo, o gol será valido se a equipe seguir o determinado
anterior e fizer o mesmo de cabeça.
Volta à calma: 10 minutos
Flexionamento;
Ir para o vestiário.
PLANO DE AULA Nº. 02
Conteúdos: Regulação de aplicação de força, observação do
deslocamento, linhas de corrida e tempo da bola, controle de angulação e
precisão.
1. Tema: Passadas rítmicas, drible e passe.
2. Numero de alunos: 16 anos.
3. Objetivo: Possibilitar aos alunos ampliar recursos para a condução das
bolas na quadra de jogo, lembrando que o nível que os mesmo estão
nos deixam trabalhar em um nível alto de complexidade nas atividades.
3.1. Objetivos específicos: Os alunos ao final das atividades possuirão
recursos como passadas rítmicas, drible e passes com maior eficiência.
4. Materiais usados:
20 coletes divididos em azul e preto;
15 cones;
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
20 bolas de handebol H 01;
20 bolas de handebol H 02;
Ginásio esportivo;
15 arcos;
5. Metodologia:
Aquecimento: 10minutos.
Cada aluno com posse de uma bola H01, executar dribles
aleatoriamente em toda área do ginásio;
Idem ao exercício anterior correndo de costas;
Depois em lateral;
Agora cada aluno com duas bolas (um H01 e outra H02), fará o mesmo
percurso executando os dribles com ambas as bolas simultaneamente;
Alongamento.
Parte principal: 55minutos
Em dupla, um de frente para o outra com afastamento de 1m e com uma
bola H02 e distando a 5m dessa um cone. Um aluno ficará executando o
passe parado e o outro que este mais próximo ao cone recebera o
passe em uma distancia de 1m e logo após, passar a bola, correrá em
direção do cone efetuando uma volta no mesmo e voltando em seguida
para receber o passe do colega. Depois trocar de lugar com o colega;
Em dupla, um de frente para o outro com afastamento de 6m e com a
bola H 02, executar passe de ombro para o colega;
Em dois grupos de 08 alunos, e em cada grupo duas fileiras sendo uma
para executar o passe com bola H02 (A) e a outra para receber (B). A
estará enfrente de três arcos alternados em duas passadas (direita,
esquerda e direita / esquerda, direita e esquerda), o mesmo realiza uma
passada em cada arco obedecendo a sua seqüência e realiza o passe
no ultimo arco para B, que levara a bola para e ficara atrás do ultimo de
A;
Em três fileiras (A, B e C), começando por A, onde executara as três
passadas feitas no exercício anterior sem os arcos para B e voltará para
o final da fila em que se encontrava. B executará o mesmo para C e
voltara para seu final da fila. E C retornará a bola em forma de passe
para B seguindo a seqüência;
Em dois grupos com 8 alunos usando os coletes. Usaremos a quadra de
jogo do handebol, em cada gol colocaremos dois arcos amarrados em
suas balizas. Cada equipe terá que conduzir a bola ate o lado adversário
através de dribles, passada rítmica e passes, sendo sem infringir os 03
passes. O gol será validado se a bola entrar no arco pendurado no gol.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Volta à calma: 10minutos
Flexionamento;
Ir para o vestiário.
PLANO DE AULA Nº. 03
Conteúdos: regulação de tempo e força nos passes, precisão de
dribles, assimilação das passadas rítmicas, orientação espacial na
quadra de jogo.
1. Tema: Movimentação c/ drible e passe
2. Numero de alunos: 16 alunos
3. Objetivo: Propor ao aluno maior possibilidades de execução do passe
com a sua auto-regulação de tempo e força, automatização do drible
conduzido pelo espaço da quadra de jogo junto com ao recurso das
passadas rítmicas para ganhar espaço.
3.1. Objetivos específicos: O aluno terá condições de controlar o tempo e
força em seus passes, e autonomia sobre a condução da bola referente ao
drible e as passadas.
4. Materiais usados:
40 bolas de handebol H02;
21 arcos;
16coletes (08 azuis e 08 verdes).
5. Metodologia:
Aquecimento: 10minutos.
Manejo de bola em volta do corpo ida e volta os dois sentidos;
Manejo de bola para cima e pegar-la nas costas, ida e volta;
Drible de bola na ida de frente (normal) e volta de costas;
Alongamento.
Parte principal: 55minutos
Em dupla, uma de frente para a outra e com uma bola de handebol;
executar passes de uma distancia de 10 metros;
Idem ao exercício anterior, sendo que diminui a distancia em com
passes laterais;
Em dupla, uma de frente para a outra e com a bola de handebol, em
uma distancia de 20 metros. Em frente de cada componente terá uma
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fileira com 03 arcos alternados (direito, esquerdo e direito). A atividade
conterá a seguinte execução: o aluno fará as 03 passadas, depois quicar
02 vezes e realizar um passe para o companheiro. Esse mesmo
recepcionará o passe e executara a mesma atividade.
Em três fileiras perto de uma área de gol. Executar passes depois das
03 passadas e movimento ate a outra área de gol;
Dois grupos, sendo os mesmo diferenciados com coletes azuis ou
verdes. Dentro da área de jogo da quadra de handebol executar passes,
dribles e as 03 passadas. A meta é fazer o gol mandando a bola dentro
dos arcos marcados no gol.
Volta à calma: 10minutos
Flexionamento;
Ir para o vestiário.
PLANO DE AULA Nº. 04
Conteúdos: Velocidade de deslocamento, precisão no passe, trabalho
espacial, adequação de passe nas posições especificas, regulação de
tempo de reação.
1. Tema: Movimentação usando o passe.
2. Numero de alunos: 16 alunos
3. Objetivo: Desenvolver nos alunos noção de distribuição em quadra, no
distanciamento para executar a ação produzida por ele contra um
defensor e ao auxiliar seu companheiro, melhoramento na capacidade
de tempo de reação em suas ações, precisão no passe e sua
adequação em cada posição.
3.1. Objetivos específicos: O aluno dever chegar ao fim da aula tendo a
noção de trabalho de velocidade do tempo da bola de passe, ter em mente
a distancia entre um oponente ou para servir um companheiro em
determinadas situações, e ficar mais atento e ágio dentro de uma condição
imposta pela situação de jogo.
4. Materiais usados:
10 cones;
20 bolas handebol H02;
16 coletes (08 azuis e 08 verdes)
5. Metodologia:
Aquecimento: 10minutos.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Cada aluno com bola e em uma fileira, sendo que enfrente da mesma
vai ter cones enfileirados. Os alunos executarão dribles no sentido de
fora para dentro consecutivamente.
Em trio, passes em deslocamento;
Em trio, executar o cruzamento em oito (a bola sai do meio, quem
recebe o passe, o recebe pela frente de quem passou e quem passou a
bola, movimenta por trás de quem recebeu);
Alongamento.
Parte principal: 55minutos
Com 04 cones, sendo que cada um distando a 10m, dentro da quadra
(em forma de quadrado). Em cada cone formar uma fileira uniforme. O
trabalho se desenvolve dessa maneira; com uma bola em uma fileira, o
aluno executara um passe para a outra fileira que esta o mais próximo,
sendo que este ira para trás da fileira onde passou a bola e assim por
diante;
Idem, colocando 02 bolas;
Revezamento em forma de W. Perto da área do gol. Uma fileira na ponta
esquerda (A), na ponta direita (B), na armação esquerda (C) e outra na
direita (D) e uma pessoa na posição de pivô (E). O passe transcorrerá
da seguinte forma: C passa bola em E, esse retorna a bola para C que
recebe a bola perto da posição B e passa a bola para B, onde
permanece no fim da fila dessa posição. B com a bola passa para D e
vai para o final da fileira. D executa o mesmo deslocamento que C
sendo-o para o lado contrario. E assim sucessivamente;
Idem com duas bolas em sentido contrário;
Com 06 cones, sendo que cada um na posição especifica dos
defensores de handebol (ponta direita, armação direita, central, pivô,
armação esquerda e ponta esquerda) perto da área do gol. E cada aluno
em fileiras a frente de cada cone a uma distancia de 2m do mesmo.
Executar passe com engajamento em direção dos cones;
Coletivo com ênfase no trabalho dado acima.
Volta à calma: 10minutos
Trabalho de flexibilidade;
Ir para o vestiário.
PLANO DE AULA Nº. 05
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
Conteúdos: Precisão de arremesso, velocidade de movimento,
automatização de alguns fundamentos (passadas, passes), regulação
de tempo de reação e deslocamento.
1. Tema: Trabalho de arremesso
2. Numero de alunos: 16 alunos
3. Objetivo: Proporcionar o aluno vivencia referente ao arremesso do
handebol em situações adversas. Sempre exigindo o refinamento de sua
técnica de maneira natural. Conscientizando-o sobre o trabalho de
tempo e velocidade de movimento para obtenção de potencia do
arremesso.
3.1. Objetivos específicos: Ao fim da aula o participante terá informações
que o fará trabalharem em situações adversas com o fundamento
arremesso. Sendo capaz gerar um arremesso vindo de alta velocidade e em
varias direções.
4. Materiais usados:
20 bolas de handebol H02;
20 bolas de handebol H01;
10 arcos;
10 cones;
16 coletes (08 azuis e 08 verdes)
5. Metodologia:
Aquecimento: 10minutos.
Pique-pega, sendo que o aluno que vai pegar e o quem serão pegos
correram encima das linhas demarcadas da quadra de basquete.
Alongamento.
Parte principal: 55minutos
Cada aluno com bola H 01 e enfrente da parede. Esses executaram
próximos a parede um trabalho de empurrar a bola somente com auxilio
da mão, sendo que o dedo indicador será o último a deixar a bola;
Agora, a uma distancia de 5m da parede e em dupla com uma bola H
02. Essas executaram arremessos sucessivos na parede alternando
quem arremessos. Sempre mantendo uma angulação superior a 90º de
tronco com braço e braço com antebraço;
Uma fileira enfrente ao gol e fora da área de tiro livre e os alunos de
posse cada um de bola H 02. O gol demarcado com arcos o local a
serem alvo dos alunos. Os alunos executaram as três passadas
rítmicas, alternando-as a cada repetição da atividade, e logo após isso
efetivarem um arremesso ao gol no alvo demarcado pelos arcos.
Trabalhar o arremesso vindo do braço esquerdo e direito de cada;
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Idem, sendo que o professor executa um passe para o aluno, que em
deslocamento o recebe e faz um arremesso ao gol;
Com 06 cones demarcando a posição defensiva. Os alunos divididos em
fileira, em frente dos cones a 01 ou a 02m de distancia desses.
Execução do engajamento vindo da ponta e quando a bola chegar ao
central, esse arremessará ao gol depois das 03 passadas. Executar
movimento da bola em engajamento com arremesso em todas as
posições.
Coletivo procurando o trabalho de todos os fundamentos vistos nas
atividades anteriores do desenvolvimento (drible, passe e arremesso).
Volta à calma: 10minutos
Trabalho de flexibilidade;
Ir para o vestiário.
PLANO DE AULA Nº. 06
Conteúdos: Amplitude de movimento, velocidade de execução,
1. Tema: Atividade c/ goleiro
2. Numero de alunos: 16 anos (nessa aula teremos 04 alunos que
trabalharemos na posição de goleiro).
3. Objetivo: Gerar no aluno que esta na posição de goleiro a dinâmica de
mobilização dentro do gol, mobilizar uma maior amplitude do arco
articular em situações de defesa de uma bola, orientação espacial.
3.1. Objetivos específicos: Levar ao participante a assimilar o movimento
adequado para determinadas defesas, controle do tempo e reflexo de
reação.
4. Materiais usados:
16 cones;
40 bolas de handebol H 02;
10 arcos;
16 coletes (08 azuis e 08 verdes).
5. Metodologia:
Aquecimento: 10minutos.
Circuito (1 minuto cada exercício passando 3 vezes cada estação)
a. Pular sobre a corda;
b. Corrida lateral entre dois os cones (3m distando um do outro);
c. Abdominal;
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d. Deslocamento em diagonal em um quadrado de 2m;
e. Corrida em ziguezague diante de cones.
Alongamento.
Parte principal: 55minutos
Separam-se os goleiros e os outros executaram:
a. Revezamento em W;
b. Cruzamento em 08;
c. Em trio realizar passes em deslocamento.
Goleiros:
a. No gol e com um cone em cada trave do mesmo. O aluno executara um
afastamento lateral da perna referente ao lado do cone sem tentar
mover a outra perna e consecutivamente a esse movimento trazer o
braço que este levantado rente ao cone. Alternar os lados;
b. No meio do gol, o aluno estando com os braços para o alto e as pernas
bem afastadas, o professor rolará a bola em direção ao meio de ambas
as pernas e o aluno fará um movimento de fechamento das pernas
prazendo os braços para baixo ao lado das pernas;
c. O aluno no meio do gol e em sua direita um cone no chão perto da trave
e no lado esquerdo um arco no ângulo superior. O aluno primeiramente
estará com os braços levantados e na ponta do pé no meio do gol, ao
sinal do professor ele ira encostar-se ao cone com o pé e a mão do lado
direito e depois com as duas mãos ira em direção do arco e tirar a bola
mandada pelo professor. Alternar os lados;
Unindo o grupo. Formando uma fileira enfrente ao gol, cada um estando
com uma bola H02. Executaram alternadamente arremesso ao gol
seguindo a orientação:
a. Arremesso no ângulo superior;
b. Arremesso entre as pernas dos goleiros;
c. Arremesso no ângulo inferior;
d. Alternar: um arremessa no ângulo superior direito e o outro no ângulo
inferior esquerdo, alternando na mesma diagonal. Depois troca de
diagonal.
Coletivo trabalhando todos os fundamentos já estabelecidos.
Volta à calma: 10minutos
Trabalho de flexibilidade,
Ir para o vestiário.
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PLANO DE AULA Nº. 07
Conteúdos: Precisão de arremesso, tempo de reação, velocidade de
passe, ajuste de recepção, regulação de força no arremesso.
1. Tema: Trabalho de arremesso
2. Numero de alunos: 16 alunos
3. Objetivo: Levar aos alunos a terem uma ampla variação de recursos ao
fundamento proposto, sendo de determinadas regiões da quadra,
sofrendo com as influencias de velocidades e força da bola vindo do
passe do companheiro para o seu ajuste e ter êxito em sua execução.
3.1. Objetivos específicos: No final da aula o aluno terá maior vivencias
em determinadas situações “pressão” para a execução do arremesso.
4. Materiais usados:
20 bolas de handebol H02;
10 cones;
16 coletes (08 azuis e 08 verdes)
5. Metodologia:
Aquecimento: 10minutos.
Todos os alunos com bola H02 somente em uma parte da quadra de
jogo. Executar dribles com a bola e tentar tomar a bola do colega.
Depois reduz o espaço;
03 voltas na quadra, sendo os alunos em dupla com uma bola
executando em seu percurso cruzamento;
Alongamento;
Parte principal: 55minutos
Em dupla e com bola, executar passes com salto (suspensão). Sendo
que os alunos estarão distanciados em do outro a 20m;
Revezamento em W (enquanto isso os goleiros fazem trabalho de
espelho no gol);
Cada aluno em frente ao gol, executar arremessos ao gol orientado.
Ângulo superior alternado;
Ângulo inferior alternado;
Entre as pernas (boliche);
Meia altura alternada;
Arremessos específicos: de ponta, armação e de pivô. Todos os alunos
passaram por cada posição;
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Duas pessoas em cada posição de ataque e 06 cones fazendo papel de
defensores executaram engajamento com arremessos de cada posição
ao comando do professor. (1º na ponta; 2º nas armações laterais; 3º
alternando ora central ora pivô);
Coletivo com observação nos fundamentos propostos.
Volta à calma: 10minutos
Trabalho de flexibilidade;
Ir para o vestiário.
PLANO DE AULA Nº. 08
Conteúdos: Mudança de direção brusca, variabilidades de ação
individual de finta, precisão de arremesso sobre saídas sofridas de
“pressão”.
1. Tema: Trabalho de finta
2. Numero de alunos: 16 alunos
3. Objetivo: Possibilitar ao aluno ampla variação de movimentos para o
fundamento abordado, incentivar o mesmo a tomada de decisão para
executar uma finta. Tem em mente o tempo e espaço necessária para a
execução da mesma. Manter equilíbrio depois de uma saída situacional
a uma ação individua e partindo ao arremesso.
3.1. Objetivos específicos: O aluno terá plenas condições de executar
fintas de saída lateral, de giro de braço e com giro. Começará a se adaptar
em diversas situações oferecidas no jogo. Distinguirá o tempo e espaço
preciso para a tomada da ação.
4. Materiais usados:
20 bolas H02;
02 plintos de madeira;
10 cones;
16 coletes (08 azuis e 08 verdes);
5. Metodologia:
Aquecimento: 10minutos.
03 voltas na quadra com elevação de braço, depois elevação de joelho e
por ultimo encostando os acanhares ate as nádegas;
Com os dois plintos encima da linha lateral da quadra, um de cada lado, os
alunos iram pular de um lado para o outro do plintos ate o seu fim;
Alongamento;
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Parte principal: 55minutos
Demonstração de finta com saída lateral para os alunos. Depois, em
quarteto, sendo a cada duas em fileira e de frente para a outra, e entre
elas um cone em cada grupo. Executar a finta com saída lateral e passar
a bola para o colega da frente, o mesmo executa a ação. E assim
sucessivamente.
Demonstração de finta de giro de braço para os alunos. Idem a
formação anterior, só que sem cones, fica um aluno entre a fila e o
executante manda a bola para o aluno que esta na sua frente, o mesmo
o recebe e a devolve para o executante, esse efetua uma finta de giro de
braço e passa a bola para a fileira a frente, sendo que esse fica no lugar
do “apoio”. E dano seqüência ao trabalho;
O professor repassa o movimento de finta com giro para os alunos. Idem
a anterior, sendo que a finta e com giro;
Arremesso ao gol orientado (ângulo superior e inferior alternado, meia
altura e entre as pernas);
Três fileiras em frente ao gol, com um aluno na posição de defesa em
frente a cada fileira. Executar alternadamente fintas orientadas pelo
professor (saída lateral, de giro de braço e com giro) e arremessar ao
gol;
Coletivo.
Volta à calma: 10minutos
Trabalho de flexibilidade;
Ir ao vestiário.
PLANO DE AULA Nº. 09
Conteúdos: Idem ao anterior.
1. Tema: Trabalho de finta
2. Numero de alunos: 16 alunos.
3. Objetivo: Trabalha a capacidade de velocidade de movimento com os
alunos sobre o fundamento de fintas e reforçar o trabalho desenvolvido
anteriormente.
4. 3.1. Objetivos específicos: O aluno terá que apresentar uma nova
conduta perante as atitudes referentes a um ataque com fitas de giro,
lateral e com giro de braço. Trabalhando com situações quase reais de
jogo. Possibilitando maior intervenção ao meio.
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5. Materiais usados:
20 bolas H02;
16 coletes (08 azuis e 08 verdes)
6. Metodologia:
Aquecimento: 10minutos.
Em dupla e com uma bola, uma de frente para a outra a uma distancia
de 20m. Executar passes aleatórios. (ombro, quicado, lateral);
Idem ao anterior em movimentação;
Alongamento.
Parte principal: 55minutos
Executar revezamento em W;
Trabalho de goleiro separado (trabalho de desabamento, de reflexo e de
envergadura nos ângulos inferiores, superiores e diagonais);
Trabalho de movimentação de defesa sobre ataque com finta sem bola. Em
dupla, o aluno que ira defender vai visar o braço e a cintura do atacante
que ataca com finta de giro de braço;
Arremesso ao gol (ângulo superior, entre as pernas, inferior e meia altura);
Três fileiras em frente ao gol, com uma pessoa em frente a cada fileira.
Executar fitas orientadas pelo professor (de giro, lateral, com giro de
braço);
Defesa e ataque com três defendendo e três atacando, exigir a execução de
fintas trabalhadas anteriormente para fazer o gol;
Coletivo.
Volta à calma: 10minutos
Flexionamento;
Ir ao vestiário.
PLANO DE AULA Nº. 10
Conteúdos: Idem as aulas anteriores.
1. Tema: Movimentação de jogo.
2. Numero de alunos: 16anos.
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3. Objetivo: Trabalhar com todos os fundamentos vistos nas aulas
anteriores com situações diferenciadas como contra-ataque usando
fintas, passes, defesas individuais, arremessos, tempo de velocidade de
bola e de movimentação, ocupação de espaço.
4.1. Objetivos específicos: O aluno chegara ao fim da aula com maior
possibilidade de tomada de decisão em situações de jogo sobre os
aspectos abordados no curso.
4. Materiais usados:
20 bolas de H02;
16 coletes (08 azuis e 08 verde).
5. Metodologia:
Aquecimento: 10minutos.
Corrida aleatória dentro do espaço da quadra;
Corrida em dupla, formando um segmento, em volta da quadra. A
primeira dupla sairá correndo até chegar à última posição da fila;
Alongamento.
Parte principal: 55minutos
Arremesso ao gol;
Contra ataque com arremesso de ponta, com a bola sendo lançada pelo
goleiro estando uma fila no fundo da quadra, depois mudar de lado;
Idem com defesa;
Com três defensores e o mesmo numero atacando. Os atacantes
executaram um cruzamento simples, sendo, central engaja em direção
do armador direita e executa um cruzamento, esse recebe a bola e
simula um arremesso, sendo que após fazer isso passa para o armador
oposto que arremessa. Revezar os trios;
Com os seis na defesa e o ataque completo, executar engajamento para
finalizar na ponta;
Idem com bloqueio de pivô ao armador lateral oposto ao sentido do
engajamento;
Idem com execução de cruzamento;
Idem a conformação anterior. Haverá um ataque, onde esse provocara
um contra ataque;
Coletivo.
Volta à calma: 10minutos
Flexionamento;
Ir para o vestiário.
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PLANO DE AULA 01
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Conhecer o histórico, as regras e as curiosidades do esporte.
Recursos Materiais: Projetor de slides e banner.
Conteúdos: Conhecendo o esporte – Handebol.
Metodologia:
- Através da explanação verbal dentro do espaço da quadra, apresentar-se-á
aos alunos regras básicas e arbitragem.
- Dentro da sala, conhecer o histórico e curiosidades do handebol, e ainda
utilizar o vídeo para demonstrar aos alunos uma dinâmica de jogo oficial.
Avaliação:
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula.
PLANO DE AULA 02
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Conhecer e vivenciar o fundamento passe que compõe o handebol.
Recursos Materiais: Bolas de handebol.
Conteúdos: Fundamento do Handebol – Passe
Metodologia:
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
- Iniciaremos a aula questionando aos alunos de que forma podemos passar a
bola para o companheiro e suas variações. Levaremos os alunos a vivenciar o
passe através de atividades em grupo.
Atividades:
- Os alunos em círculo, com um companheiro no centro, deve-se passa a bola
um por um, mas sempre voltando à bola para o centro.
- Dividir a turma em dois, no qual cada turma terá que se dividir em três, onde
dois grupos da parte mais lateral da quadra deverão passar a bola um para o
outro, sem deixar que o grupo do meio pegue a bola.
- Queimada adaptada, aplicar as formas de passes.
- Dividir a turma em dois, no qual cada turma deverá executa o passe para o
colega até chegar perto do gol. Será iniciada com uma bola, depois duas, três,
para aumentar o grau de dificuldade.
Avaliação:
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula. E, ao final da aula, será questionado com os mesmos o
conteúdo abordado propiciando um debate a cerca da temática.
PLANO DE AULA 03
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Conhecer e vivenciar o fundamento do handebol, o drible.
Recursos Materiais: Bolas de handebol e cones.
Conteúdos: Fundamento do Handebol – Drible
Metodologia:
- Iniciará com uma apresentação do drible, citando sua importância e
característica.
- Atividades práticas serão desenvolvidas para a vivência desse fundamento
fazendo uso de intervenções se necessário.
Atividades:
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
- Quicar a bola até um lado com a mão direita e voltar com a esquerda.
- Quicar a bola com as duas mãos respectivamente.
- Quicar com as duas bolas respectivamente.
- Quicar a bola entre os cones, mudando de direção.
- A mesma atividade anterior, com uma velocidade maior, pois um colega irá
tentar pegá-lo.
- Três grupos, sentados em fileira, o último aluno passará a bola, até chegar
ao primeiro aluno e este deverá fazer o drible até o final da fileira.
Avaliação:
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula. E, ao final da aula, será questionado com os mesmos o
conteúdo abordado propiciando um debate a cerca da temática.
PLANO DE AULA 04
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Ensinar e vivenciar o arremesso do Handebol e sua importância no
jogo.
Recursos Materiais: Bolas de handebol, cones, bola de basquetebol
Conteúdos: Fundamento do Handebol – Arremesso.
Metodologia:
- Iniciaremos a aula falando sobre o arremesso, citando sua importância e suas
variações no jogo. Utilizaremos atividades de grupo para que os alunos
possam vivenciar esse fundamento do handebol.
Atividades: - Serão colocados cones no meio da quadra, no qual os alunos
terão que arremessar a bola sobre os cones, fazendo-os cair.
- Dividir a turma em dois, será colocado uma bola de basquetebol no meio da
quadra. Os alunos terão que arremessar coma bola de handebol e acertar na
de basquete, fazendo com que essa role para o outro lado da quadra.
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- A cada três alunos, um no meio e os outros dois em cada ponta, arremessar a
bola sem deixar que o do meio toque-a.
- Jogo dos três passos. Dividir a turma em quatro grupos de seis pessoas. O
objetivo será arremessar a bola contra o gol através de um mini jogo entre dois
grupos. Os seis componentes do grupo executaram arremesso
alternadamente, os seis colegas do outro grupo apenas fazem uma barreira,
para que provoque o arremesso, utilizando as passadas e a suspensão.
- Coletivo para relembrar todos os fundamentos aprendidos.
Avaliação:
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula. E, ao final da aula, será questionado com os mesmos o
conteúdo abordado propiciando um debate a cerca da temática.
PLANO DE AULA 05
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Apresentar a posição e função dos jogadores e vivenciar a dinâmica
do jogo.
Recursos Materiais: Bolas de handebol, cones.
Conteúdos: Sistemas de Ataque e Defesa do Handebol.
Metodologia:
- Iniciaremos a aula apresentando aos alunos a função e posição de cada
jogador. Utilizaremos atividades de grupo para que os alunos possam vivenciar
a dinâmica do handebol.
Atividades:
- Dividir a turma em seis grupos, cada um com quatro alunos. Desenvolver o
sistema de ataque e defesa livremente com um grupo contra o outro.
- Dividir a turma em quatro grupos, cada um com seis alunos. Os alunos irão
vivenciar os sistemas de ataque e defesa existentes, 6-0/5-1/4-2/3-3/3-2-1.
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- Utilizando a mesma estrutura da atividade anterior, mas de forma livre.
Avaliação:
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula. E, ao final da aula, será questionado com os mesmos o
conteúdo abordado propiciando um debate a cerca da temática.
PLANO DE AULA 06
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Fixar os fundamentos introduzindo-os em uma vivência de jogo com
algumas limitações e mudanças nas regras.
Recursos Materiais: Bolas de handebol, cones.
Conteúdos: Introdução ao jogo com restrição nas regras e nos fundamentos.
Metodologia:
- Através de jogos coletivos e recreativos, proporcionar uma representação do
jogo.
Atividades:
- Jogo dos 12 passes. Dividir a turma em dois grupos, eles deverão executar
todos os passes já aprendidos.
- Dividir a turma em quatro grupos, com seis alunos cada. Os alunos deverão
aceitar o cone, fazendo-o cair, ou seja, ao invés de fazer o gol, o grupo deverá
aceitar o cone.
- Mesma formação da anterior. Numerar os alunos e definir o sistema que vão
utilizar.
Avaliação:
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula. E, ao final da aula, será questionado com os mesmos o
conteúdo abordado propiciando um debate a cerca da temática.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
PLANO DE AULA 07
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Vivenciar os fundamentos em situação de jogo com algumas
limitações e mudanças nas regras.
Recursos Materiais: Bolas de handebol.
Conteúdos: Jogando o handebol.
Metodologia:
- Dividir a turma em quatro grupos fixos, onde todos jogam entre si.
Atividades:
- Mini torneio escolar.
Avaliação:
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula. E, ao final da aula, será questionado com os mesmos o
conteúdo abordado propiciando um debate a cerca da temática.
PLANO DE AULA 08
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Vivenciar o esporte
Recursos Materiais:
Conteúdos: Torneio de Handebol
Metodologia: Jogos
Avaliação:
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula. E, ao final da aula, será questionado com os mesmos o
conteúdo abordado propiciando um debate a cerca da temática.
PLANO DE AULA 09
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Vivenciar o esporte
Recursos Materiais:
Conteúdos: Torneio de Handebol
Metodologia: Jogos
Avaliação:
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula. E, ao final da aula, será questionado com os mesmos o
conteúdo abordado propiciando um debate a cerca da temática.
PLANO DE AULA 10
Nº de alunos: 25 alunos
Duração da aula: 50 minutos
Tema: Handebol
Objetivo: Vivenciar o esporte
Recursos Materiais:
Conteúdos: Torneio de Handebol
Metodologia: Jogos
Avaliação:
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP
A avaliação se dará a partir da observação participação dos alunos
durante a aula. E, ao final da aula, será questionado com os mesmos o
conteúdo abordado propiciando um debate a cerca da temática.
Profº Jobert – CREF 055882-G/SP