0% acharam este documento útil (0 voto)
8 visualizações158 páginas

Fisiopatologia da Asma Brônquica

O documento aborda a asma brônquica, uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, destacando sua definição, epidemiologia, fisiopatologia, diagnóstico e manejo. Estima-se que 20 milhões de brasileiros vivam com a doença, que apresenta uma obstrução ao fluxo aéreo reversível. O texto também menciona fatores de risco e fenótipos da asma, além de incluir questões de provas relacionadas ao tema.

Enviado por

jrrrjunior
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
8 visualizações158 páginas

Fisiopatologia da Asma Brônquica

O documento aborda a asma brônquica, uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, destacando sua definição, epidemiologia, fisiopatologia, diagnóstico e manejo. Estima-se que 20 milhões de brasileiros vivam com a doença, que apresenta uma obstrução ao fluxo aéreo reversível. O texto também menciona fatores de risco e fenótipos da asma, além de incluir questões de provas relacionadas ao tema.

Enviado por

jrrrjunior
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

E S T R AT É G I A M E D

Estude com a empresa


que mais aprova em
concursos públicos no
Brasil
[Link]
Extensivo Pneumologia
Asma brônquica
Ricardo Siufi
CRM: 157.625
RQE: 81.022

[Link]
o

S
i
Roteiro – Asma brônquica
u
f
Definição,
i epidemiologia e
fisiopatologia

Diagnóstico

Asma
brônquica

Manejo

Exacerbação
o

S
i
Roteiro – Asma brônquica
u
f
Definição,
i epidemiologia e
fisiopatologia

Diagnóstico

Asma
brônquica

Manejo

Exacerbação
Prof. Ricardo Siufi
Definição

Asma é uma doença heterogênea, caracterizada por inflamação crônica


das vias aéreas e limitação variável ao fluxo expiratório, reversível
espontaneamente ou com tratamento. Manifesta-se clinicamente por
sintomas respiratórios intermitentes e recorrentes, incluindo sibilância,
dispneia, aperto no peito e tosse, que variam ao longo do tempo e em
intensidade.

Prof. Ricardo Siufi


Definição

A obstrução ao fluxo aéreo na asma é parcial ou


totalmente reversível espontaneamente ou após o
uso de medicações.

Prof. Ricardo Siufi


Epidemiologia
• 20 milhões de brasileiros

vivendo com a doença

• mais de 2.000 óbitos por ano


no país

• 1 a 18% da população mundial,


aproximadamente

• 330 milhões de pessoas,


segundo estimativas da OMS
(Organização Mundial de
Saúde).

Figura 1. Internações por asma de 2005 - 2015, segundo dados do DATASUS.

Prof. Ricardo Siufi


Fisiopatologia

Redução do calibre das vias aéreas.


INFLAMAÇÃO DA
VIAS AÉREAS

Hiperresponsividade brônquica

Remodelamento da via aérea

Prof. Ricardo Siufi


Fisiopatologia

Prof. Ricardo Siufi


Fisiopatologia

Edema de mucosa

Contração do músculo liso Hipersecreção de muco

Redução do calibre brônquico

Prof. Ricardo Siufi


Fisiopatologia

Apesar de mais ser a mais frequente, a inflamação da


asma não é exclusivamente eosinofílica, podendo ser,
predominantemente, neutrofílica, mista ou
paucigranulocítica.

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova

HFA – DF – A asma é uma doença inflamatória


crônica e intermitente das vias aéreas, com
prevalência estimada no Brasil de 4,5 a 8,5%. No
que diz respeito à fisiopatologia da asma, julgue o
item a seguir. A inflamação do tipo Th1 é
predominante na asma alérgica.

A) Certo
B) Errado

Ricardo Siufi
Cai na Prova

HFA – DF – A asma é uma doença inflamatória


crônica e intermitente das vias aéreas, com
prevalência estimada no Brasil de 4,5 a 8,5%. No
que diz respeito à fisiopatologia da asma, julgue o
item a seguir. A inflamação do tipo Th1 é
predominante na asma alérgica.

A) Certo
B) Errado

Ricardo Siufi
Cai na Prova
HFA – DF – A asma é uma doença inflamatória
crônica e intermitente das vias aéreas, com
prevalência estimada no Brasil de 4,5 a 8,5%. No
que diz respeito à fisiopatologia da asma, julgue o
item a seguir. A exposição a alérgenos e
microrganismos pode precipitar a inflamação da
submucosa e a hiperirritabilidade da musculatura
lisa das vias aéreas.

A) Certo
B) Errado

Ricardo Siufi
Cai na Prova
HFA – DF – A asma é uma doença inflamatória
crônica e intermitente das vias aéreas, com
prevalência estimada no Brasil de 4,5 a 8,5%. No
que diz respeito à fisiopatologia da asma, julgue o
item a seguir. A exposição a alérgenos e
microrganismos pode precipitar a inflamação da
submucosa e a hiperirritabilidade da musculatura
lisa das vias aéreas.

A) Certo
B) Errado

Ricardo Siufi
Fisiopatologia

Figura 2. Representação esquemática da pequena via aérea de paciente com asma brônquica.

Prof. Ricardo Siufi


Fatores de risco
Cai na Prova

UNIRV – GO – Dentre as condições abaixo, qual


não é fator de risco para asma?

A) Obesidade.
B) Predisposição genética.
C) Atopia.
D) Ar frio.

Ricardo Siufi
Cai na Prova

UNIRV – GO – Dentre as condições abaixo, qual


não é fator de risco para asma?

A) Obesidade.
B) Predisposição genética.
C) Atopia.
D) Ar frio.

Ricardo Siufi
Fatores de risco
Fatores de risco
Fenótipos da asma
Cai na Prova

HOA – GO – São relativamente refratários ao


tratamento com corticoides os indivíduos com:

A) Asma de início tardio.


B) Asma não alérgica.
C) Asma com limitação fixa do fluxo aéreo.
D) Asma com obesidade.

Ricardo Siufi
Cai na Prova

HOA – GO – São relativamente refratários ao


tratamento com corticoides os indivíduos com:

A) Asma de início tardio.


B) Asma não alérgica.
C) Asma com limitação fixa do fluxo aéreo.
D) Asma com obesidade.

Ricardo Siufi
Cai na Prova

HFA – DF – A asma é uma doença inflamatória


crônica e intermitente das vias aéreas, com
prevalência estimada no Brasil de 4,5 a 8,5%. No
que diz respeito à fisiopatologia da asma, julgue o
item a seguir. Nos pacientes com asma, os níveis
séricos de IgE estão frequentemente aumentados,
sugerindo ativação crônica da imunidade humoral.
A) Certo
B) Errado

Ricardo Siufi
Cai na Prova

HFA – DF – A asma é uma doença inflamatória


crônica e intermitente das vias aéreas, com
prevalência estimada no Brasil de 4,5 a 8,5%. No
que diz respeito à fisiopatologia da asma, julgue o
item a seguir. Nos pacientes com asma, os níveis
séricos de IgE estão frequentemente aumentados,
sugerindo ativação crônica da imunidade humoral.
A) Certo
B) Errado

Ricardo Siufi
Referências
GLOBAL INITIATIVE FOR ASTHMA (GINA). GLOBAL STRATEGY FOR ASTHMA MANAGEMENT AND PREVENTION. [Link]
(ACESSO EM 28 DE AGOSTO DE 2021).

AGACHE I, EGUILUZ-GRACIA I, COJANU C, LACULICEANU A, DEL GIACCO S, ZEMELKA-WIACEK M, KOSOWSKA A, AKDIS CA, JUTEL M.
ADVANCES AND HIGHLIGHTS IN ASTHMA IN 2021. ALLERGY. 2021 AUG 14. DOI: 10.1111/ALL.15054. EPUB AHEAD OF PRINT. PMID:
34392546.

O'BYRNE PM, REDDEL HK, BEASLEY R. THE MANAGEMENT OF MILD ASTHMA. EUR RESPIR J. 2021 APR 8;57(4):2003051. DOI:
10.1183/13993003.03051-2020. PMID: 33093120.

PÉREZ DE LLANO L, DACAL RIVAS D, BLANCO CID N, MARTIN ROBLES I. PHENOTYPE-GUIDED ASTHMA THERAPY: AN ALTERNATIVE APPROACH
TO GUIDELINES. J ASTHMA ALLERGY. 2021 MAR 12;14:207-217. DOI: 10.2147/JAA.S266999. PMID: 33737814; PMCID: PMC7966411.

PAPI A, FABBRI LM, KERSTJENS HAM, ROGLIANI P, WATZ H, SINGH D. INHALED LONG-ACTING MUSCARINIC ANTAGONISTS IN ASTHMA - A
NARRATIVE REVIEW. EUR J INTERN MED. 2021 MAR;85:14-22. DOI: 10.1016/[Link].2021.01.027. EPUB 2021 FEB 6. PMID: 33563506.

CHHIBA KD, PATEL GB, VU THT, ET AL. PREVALENCE AND CHARACTERIZATION OF ASTHMA IN HOSPITALIZED AND NONHOSPITALIZED
PATIENTS WITH COVID-19. J ALLERGY CLIN IMMUNOL 2020; 146:307.

FANTA CH. ASTHMA. N ENGL J MED 2009; 360:1002.

EISNER MD, YEGIN A, TRZASKOMA B. SEVERITY OF ASTHMA SCORE PREDICTS CLINICAL OUTCOMES IN PATIENTS WITH MODERATE TO
SEVERE PERSISTENT ASTHMA. CHEST 2012; 141:58.

JIA CE, ZHANG HP, LV Y, ET AL. THE ASTHMA CONTROL TEST AND ASTHMA CONTROL QUESTIONNAIRE FOR ASSESSING ASTHMA CONTROL:
SYSTEMATIC REVIEW AND META-ANALYSIS. J ALLERGY CLIN IMMUNOL 2013; 131:695.

THOMAS A, LEMANSKE RF JR, JACKSON DJ. APPROACHES TO STEPPING UP AND STEPPING DOWN CARE IN ASTHMATIC PATIENTS. J ALLERGY
CLIN IMMUNOL 2011; 128:915.

CÔTÉ A, RUSSELL RJ, BOULET LP, GIBSON PG, LAI K, IRWIN RS, BRIGHTLING CE; CHEST EXPERT COUGH PANEL. MANAGING CHRONIC
COUGH DUE TO ASTHMA AND NAEB IN ADULTS AND ADOLESCENTS: CHEST GUIDELINE AND EXPERT PANEL REPORT. CHEST.
2020 JUL;158(1):68-96. DOI: 10.1016/[Link].2019.12.021. EPUB 2020 JAN 20. PMID: 31972181.

Ricardo Siufi
Referências
AARON SD, ET AL. REEVALUATION OF DIAGNOSIS IN ADULTS WITH PHYSICIAN-DIAGNOSED ASTHMA. JAMA. 2017 JAN
17;317(3):269-279. PMID: 28114551.

SUGIYAMA H, IIKURA M, ISHII S, HOJO M. TREATMENT FOR INTRACTABLE ASTHMA: BRONCHIAL THERMOPLASTY. GLOB HEALTH
MED. 2019 DEC 31;1(2):95-100. DOI: 10.35772/GHM.2019.01027. PMID: 33330762; PMCID: PMC7731188.

KUPRYS-LIPINSKA I, KOLACINSKA-FLONT M, KUNA P. NEW APPROACH TO INTERMITTENT AND MILD ASTHMA THERAPY:
EVOLUTION OR REVOLUTION IN THE GINA GUIDELINES? CLIN TRANSL ALLERGY. 2020 JUN 3;10:19. DOI: 10.1186/S13601-
020-00316-Z. PMID: 32514334; PMCID: PMC7268540.

BOULET LP, REDDEL HK, BATEMAN E, PEDERSEN S, FITZGERALD JM, O'BYRNE PM. THE GLOBAL INITIATIVE FOR ASTHMA (GINA):
25 YEARS LATER. EUR RESPIR J. 2019 AUG 29;54(2):1900598. DOI: 10.1183/13993003.00598-2019. PMID: 31273040.

SARIOĞLU N. ASTHMA AND COVID-19: WHAT DO WE KNOW? TUBERK TORAKS. 2020 JUL;68(2):141-147. ENGLISH. DOI:
10.5578/TT.69775. PMID: 32755114

PIZZICHINI MMM, CARVALHO-PINTO MR, CANÇADO JED, RUBIN AS, CERCI NETO A. CARDOSO AP, CRUZ AA, FERNANDES ALG,
BLANCO DC, VIANNA EO, CORDEIRO JR G, RIZZO JA, FRITSCHER LG, CAETANO LSB, PEREIRA LFF, RABAHI MF, OLIVEIRA MA,
LIMA MA, ALMEIDA MB, STELMACH R, PITREZ PM, CUKIER A. J BRAS PNEUMOL. 2020;46(1):E20190307

FITZGERALD JM, BARNES PJ, CHIPPS BE, JENKINS CR, O'BYRNE PM, PAVORD ID, REDDEL HK. THE BURDEN OF EXACERBATIONS
IN MILD ASTHMA: A SYSTEMATIC REVIEW. ERJ OPEN RES. 2020 AUG 11;6(3):00359-2019. DOI: 10.1183/23120541.00359-
2019. PMID: 32802826; PMCID: PMC7418821.

REDDEL HK, FITZGERALD JM, BATEMAN ED, ET AL. GINA 2019: A FUNDAMENTAL CHANGE IN ASTHMA MANAGEMENT. EUR
RESPIR J 2019; 53: 1901046 [HTTPS://[Link]/10.1183/13993003.01046-2019].

O'BYRNE PM, FITZGERALD JM, BATEMAN ED, BARNES PJ, ZHONG N, KEEN C, JORUP C, LAMARCA R, IVANOV S, REDDEL HK.
INHALED COMBINED BUDESONIDE-FORMOTEROL AS NEEDED IN MILD ASTHMA. N ENGL J MED. 2018 MAY 17;378(20):1865-
1876. DOI: 10.1056/NEJMOA1715274. PMID: 29768149

Ricardo Siufi
Obrigado
Ricardo Siufi

[Link]
E S T R AT É G I A M E D

Estude com a empresa


que mais aprova em
concursos públicos no
Brasil
[Link]
Extensivo Pneumologia
Asma brônquica
Ricardo Siufi
CRM: 157.625
RQE: 81.022

[Link]
o

S
i
Roteiro – Asma brônquica
u
f
Definição,
i epidemiologia e
fisiopatologia

Diagnóstico

Asma
brônquica

Manejo

Exacerbação
o

S
i
Roteiro – Asma brônquica
u
f
Definição,
i epidemiologia e
fisiopatologia

Diagnóstico

Asma
brônquica

Manejo

Exacerbação
Prof. Ricardo Siufi
Diagnóstico

O diagnóstico de asma deve ser baseado na presença


de sinais e sintomas compatíveis com a doença,
incluindo a variação clínica, e, sempre que possível,
nas provas de função pulmonar e avaliação de
componente de alergia.

Prof. Ricardo Siufi


Diagnóstico

Apesar de ser a principal forma de definir e comprovar


obstrução variável ao fluxo expiratório, a prova de função
pulmonar (ou espirometria) NÃO É OBRIGATÓRIA PARA O
DIAGNÓSTICO DE ASMA!

Prof. Ricardo Siufi


Sintomas clássicos

• Dispneia
• Opressão
torácica
• Sibilância
• Tosse

Prof. Ricardo Siufi


Sintomas clássicos

• Dispneia
• Opressão
torácica
• Sibilância
• Tosse

Prof. Ricardo Siufi


Sintomas clássicos

• Dispneia
• Opressão
torácica
• Sibilância
• Tosse

Prof. Ricardo Siufi


Sintomas clássicos
• Sibilos, dispneia,
opressão torácica e
tosse;
• Variabilidade ao longo
do tempo e em
intensidade;
• Piora à noite ou no
início da manhã
• Desencadeantes:
exercício, alérgenos,
ar frio, infecções
respiratórias.
Prof. Ricardo Siufi
Anamnese dirigida

• Sintomas
respiratórios
• Fatores precipitantes
• Fatores de alívio
• Comorbidades
• Medicamentos em uso
• Alergias
• Histórico familiar

Prof. Ricardo Siufi


Espirometria (Prova de função
pulmonar)
VEF1 CVF VEF1/CVF Exemplos Dica de Prova

Asma, DPOC, fibrose


Obstrutivo ↓↓ Normal ou ↓ ↓ cística e bronquiectasias VEF1/CVF < 0,7.

Aumento em VEF1 de 200 mL (absoluto) e 12%


(porcentagem do basal) quando se compara os valores
pré-broncodilatador e pós-broncodilatador.

Prof. Ricardo Siufi


Espirometria (Prova de função
pulmonar)
VEF1 CVF VEF1/CVF Exemplos Dica de Prova

Asma, DPOC, fibrose


Obstrutivo ↓↓ Normal ou ↓ ↓ cística e bronquiectasias VEF1/CVF < 0,7.

Aumento em VEF1 de 200 mL (absoluto) e 12%


(porcentagem do basal) quando se compara os valores
pré-broncodilatador e pós-broncodilatador.

Prof. Ricardo Siufi


Espirometria (Prova de função
pulmonar)

Espirometria normal NÃO DESCARTA o diagnóstico de


asma, principalmente se doença oligossintomática e/ou
período intercrise.

Prof. Ricardo Siufi


Espirometria (Prova de função
pulmonar)

ATENÇÃO, ESTRATEGISTA!! Classicamente, a asma


comporta-se como um distúrbio ventilatório obstrutivo
(DVO) com resposta broncodilatadora positiva.

Prof. Ricardo Siufi


Espirometria (Prova de função
pulmonar)

ATENÇÃO, ESTRATEGISTA!! Classicamente, a asma


comporta-se como um distúrbio ventilatório obstrutivo
(DVO) com resposta broncodilatadora positiva.

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova
SUS BA – BA – Mulher, 32 anos, com queixa de tosse, dispneia,
sobretudo à noite ou nas primeiras horas da manhã. Relata
que os sintomas são relacionados a odores fortes, exercício
físico e ocorrem duas vezes na semana. Apresentou sintomas
semelhantes durante a primeira gestação há quatro anos.
Considerando esse caso clínico, a alternativa que contém o
exame complementar a ser solicitado é
A) Espirometria.
B) Polissonografia.
C) Eletrocardiograma.
D) Tomografia de tórax.
E) Endoscopia digestiva alta.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
SUS BA – BA – Mulher, 32 anos, com queixa de tosse, dispneia,
sobretudo à noite ou nas primeiras horas da manhã. Relata
que os sintomas são relacionados a odores fortes, exercício
físico e ocorrem duas vezes na semana. Apresentou sintomas
semelhantes durante a primeira gestação há quatro anos.
Considerando esse caso clínico, a alternativa que contém o
exame complementar a ser solicitado é
A) Espirometria.
B) Polissonografia.
C) Eletrocardiograma.
D) Tomografia de tórax.
E) Endoscopia digestiva alta.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
UNIRV – GO – A asma caracteriza-se pelos seguintes
achados à espirometria:
A) Redução do VEF1 (volume expiratório forçado em
um segundo), redução da relação VEF1/CVF
(capacidade vital forçada) e redução do FEP
(fluxo expiratório de pico).
B) Redução do VEF1, aumento da relação VEF1/CVF
e redução do FEP.
C) Aumento do VEF1, aumento da relação VEF1/CVF
e aumento do FEP.
D) Aumento do VEF1, redução da relação VEF1/CVF
e redução do FEP.
Ricardo Siufi
Cai na Prova
UNIRV – GO – A asma caracteriza-se pelos seguintes
achados à espirometria:
A) Redução do VEF1 (volume expiratório forçado em
um segundo), redução da relação VEF1/CVF
(capacidade vital forçada) e redução do FEP
(fluxo expiratório de pico).
B) Redução do VEF1, aumento da relação VEF1/CVF
e redução do FEP.
C) Aumento do VEF1, aumento da relação VEF1/CVF
e aumento do FEP.
D) Aumento do VEF1, redução da relação VEF1/CVF
e redução do FEP.
Ricardo Siufi
Outros exames funcionais

Demonstração da
Hiperreatividade das vias Pico de Fluxo Expiratório
respiratórias (teste de (peak flow”)
broncoprovocação)

Se negativo, exclui. Se
positivo, não significa
asma.

Prof. Ricardo Siufi


Outros exames funcionais

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova
UNIMED RIO – RJ –São compatíveis com o
diagnóstico funcional da asma:

A) Relação VEF1/CVF aumentada e aumento do


VEF1 após uso de broncodilatador
B) Redução do pico de fluxo expiratório e aumento
do VEF1 após uso de broncodilatador
C) Relação VEF1/CVF normal e redução do VEF1
após uso de broncodilatador
D) Aumento do pico de fluxo expiratório e redução
do VEF1 após uso de broncodilatador

Ricardo Siufi
Cai na Prova
UNIMED RIO – RJ –São compatíveis com o
diagnóstico funcional da asma:

A) Relação VEF1/CVF aumentada e aumento do


VEF1 após uso de broncodilatador
B) Redução do pico de fluxo expiratório e aumento
do VEF1 após uso de broncodilatador
C) Relação VEF1/CVF normal e redução do VEF1
após uso de broncodilatador
D) Aumento do pico de fluxo expiratório e redução
do VEF1 após uso de broncodilatador

Ricardo Siufi
Identificação da atopia

A identificação de atopia é útil para complementar a investigação,


aumentando a PROBABILIDADE diagnóstica para um paciente com asma
alérgica (não podemos esquecer que temos vários fenótipos). É útil,
também, para auxiliar o planejamento terapêutico do paciente e
entendimento de fatores desencadeantes (gatilhos).

Prof. Ricardo Siufi


Identificação da atopia

A identificação de atopia é útil para complementar a investigação,


aumentando a PROBABILIDADE diagnóstica para um paciente com asma
alérgica (não podemos esquecer que temos vários fenótipos). É útil,
também, para auxiliar o planejamento terapêutico do paciente e
entendimento de fatores desencadeantes (gatilhos).

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova
HOA – GO –Assinale a alternativa incorreta sobre os
achados que sugerem fortemente o diagnóstico de
asma:

A) Mais de um sintoma (sibilos, respiração


encurtada, tosse e aperto no peito).
B) Produção crônica de escarro.
C) Sintomas que, frequentemente, pioram à noite e
de manhã cedo.
D) Sintomas que variam em frequência e
intensidade.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
HOA – GO –Assinale a alternativa incorreta sobre os
achados que sugerem fortemente o diagnóstico de
asma:

A) Mais de um sintoma (sibilos, respiração


encurtada, tosse e aperto no peito).
B) Produção crônica de escarro.
C) Sintomas que, frequentemente, pioram à noite e
de manhã cedo.
D) Sintomas que variam em frequência e
intensidade.

Ricardo Siufi
Cai na Prova

HOA – GO –São sintomas característicos da asma


todos os abaixo, exceto:

A) Tosse
B) Aperto no peito
C) Rouquidão
D) Falta de ar

Ricardo Siufi
Cai na Prova

HOA – GO –São sintomas característicos da asma


todos os abaixo, exceto:

A) Tosse
B) Aperto no peito
C) Rouquidão
D) Falta de ar

Ricardo Siufi
Diagnósticos diferenciais

Não podemos esquecer! Nem tudo o que sibila é asma!

Prof. Ricardo Siufi


Diagnósticos diferenciais

O principal diagnóstico diferencial da


asma em adultos é a DPOC!

Prof. Ricardo Siufi


Diagnósticos diferenciais

O principal diagnóstico diferencial da


asma em adultos é a DPOC!

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova
HOA – AC –Mulher de 56 anos de idade, no 4º dia de
pós-operatório de neoplasia maligna de colo
uterino, durante esforço para tossir apresentou dor
súbita em hemitórax direito, dispneia, chiado e
escarro hemoptoico. Qual a hipótese diagnostica
mais provável?

A) Edema agudo de pulmão.


B) Crise de broncoespasmo.
C) Broncopneumonia.
D) Metástase pulmonar de neoplasia.
E) Tromboembolismo pulmonar.
Ricardo Siufi
Cai na Prova
HOA – AC –Mulher de 56 anos de idade, no 4º dia de
pós-operatório de neoplasia maligna de colo
uterino, durante esforço para tossir apresentou dor
súbita em hemitórax direito, dispneia, chiado e
escarro hemoptoico. Qual a hipótese diagnostica
mais provável?

A) Edema agudo de pulmão.


B) Crise de broncoespasmo.
C) Broncopneumonia.
D) Metástase pulmonar de neoplasia.
E) Tromboembolismo pulmonar.
Ricardo Siufi
Outros exames complementares

Não!
É importante para exclusão de
Devemos fazer radiografia
complicações e diagnósticos
de tórax para todos os diferenciais, incluindo,
pacientes portadores de pneumomediastino, pneu­motórax,
asma brônquica? atelectasia e pneumonia.

Prof. Ricardo Siufi


Situações especiais

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova
UNICAMP – SP – Homem, 48a, relata dispneia aos grandes
esforços há dois anos e chiado no peito há seis meses. Nega
episódios semelhantes anteriormente. Atualmente faz móveis
por encomenda na garagem de sua residência, local pouco
ventilado. Trabalhou como carpinteiro em uma fábrica de
móveis por 12 anos. O DIAGNÓSTICO É:

A) Asma brônquica.
B) Asma relacionada ao trabalho.
C) Asma ocupacional.
D) Pneumonite alérgica.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
UNICAMP – SP – Homem, 48a, relata dispneia aos grandes
esforços há dois anos e chiado no peito há seis meses. Nega
episódios semelhantes anteriormente. Atualmente faz móveis
por encomenda na garagem de sua residência, local pouco
ventilado. Trabalhou como carpinteiro em uma fábrica de
móveis por 12 anos. O DIAGNÓSTICO É:

A) Asma brônquica.
B) Asma relacionada ao trabalho.
C) Asma ocupacional.
D) Pneumonite alérgica.

Ricardo Siufi
Referências
GLOBAL INITIATIVE FOR ASTHMA (GINA). GLOBAL STRATEGY FOR ASTHMA MANAGEMENT AND PREVENTION. [Link]
(ACESSO EM 28 DE AGOSTO DE 2021).

AGACHE I, EGUILUZ-GRACIA I, COJANU C, LACULICEANU A, DEL GIACCO S, ZEMELKA-WIACEK M, KOSOWSKA A, AKDIS CA, JUTEL M.
ADVANCES AND HIGHLIGHTS IN ASTHMA IN 2021. ALLERGY. 2021 AUG 14. DOI: 10.1111/ALL.15054. EPUB AHEAD OF PRINT. PMID:
34392546.

O'BYRNE PM, REDDEL HK, BEASLEY R. THE MANAGEMENT OF MILD ASTHMA. EUR RESPIR J. 2021 APR 8;57(4):2003051. DOI:
10.1183/13993003.03051-2020. PMID: 33093120.

PÉREZ DE LLANO L, DACAL RIVAS D, BLANCO CID N, MARTIN ROBLES I. PHENOTYPE-GUIDED ASTHMA THERAPY: AN ALTERNATIVE APPROACH
TO GUIDELINES. J ASTHMA ALLERGY. 2021 MAR 12;14:207-217. DOI: 10.2147/JAA.S266999. PMID: 33737814; PMCID: PMC7966411.

PAPI A, FABBRI LM, KERSTJENS HAM, ROGLIANI P, WATZ H, SINGH D. INHALED LONG-ACTING MUSCARINIC ANTAGONISTS IN ASTHMA - A
NARRATIVE REVIEW. EUR J INTERN MED. 2021 MAR;85:14-22. DOI: 10.1016/[Link].2021.01.027. EPUB 2021 FEB 6. PMID: 33563506.

CHHIBA KD, PATEL GB, VU THT, ET AL. PREVALENCE AND CHARACTERIZATION OF ASTHMA IN HOSPITALIZED AND NONHOSPITALIZED
PATIENTS WITH COVID-19. J ALLERGY CLIN IMMUNOL 2020; 146:307.

FANTA CH. ASTHMA. N ENGL J MED 2009; 360:1002.

EISNER MD, YEGIN A, TRZASKOMA B. SEVERITY OF ASTHMA SCORE PREDICTS CLINICAL OUTCOMES IN PATIENTS WITH MODERATE TO
SEVERE PERSISTENT ASTHMA. CHEST 2012; 141:58.

JIA CE, ZHANG HP, LV Y, ET AL. THE ASTHMA CONTROL TEST AND ASTHMA CONTROL QUESTIONNAIRE FOR ASSESSING ASTHMA CONTROL:
SYSTEMATIC REVIEW AND META-ANALYSIS. J ALLERGY CLIN IMMUNOL 2013; 131:695.

THOMAS A, LEMANSKE RF JR, JACKSON DJ. APPROACHES TO STEPPING UP AND STEPPING DOWN CARE IN ASTHMATIC PATIENTS. J ALLERGY
CLIN IMMUNOL 2011; 128:915.

CÔTÉ A, RUSSELL RJ, BOULET LP, GIBSON PG, LAI K, IRWIN RS, BRIGHTLING CE; CHEST EXPERT COUGH PANEL. MANAGING CHRONIC
COUGH DUE TO ASTHMA AND NAEB IN ADULTS AND ADOLESCENTS: CHEST GUIDELINE AND EXPERT PANEL REPORT. CHEST.
2020 JUL;158(1):68-96. DOI: 10.1016/[Link].2019.12.021. EPUB 2020 JAN 20. PMID: 31972181.

Ricardo Siufi
Referências
AARON SD, ET AL. REEVALUATION OF DIAGNOSIS IN ADULTS WITH PHYSICIAN-DIAGNOSED ASTHMA. JAMA. 2017 JAN
17;317(3):269-279. PMID: 28114551.

SUGIYAMA H, IIKURA M, ISHII S, HOJO M. TREATMENT FOR INTRACTABLE ASTHMA: BRONCHIAL THERMOPLASTY. GLOB HEALTH
MED. 2019 DEC 31;1(2):95-100. DOI: 10.35772/GHM.2019.01027. PMID: 33330762; PMCID: PMC7731188.

KUPRYS-LIPINSKA I, KOLACINSKA-FLONT M, KUNA P. NEW APPROACH TO INTERMITTENT AND MILD ASTHMA THERAPY:
EVOLUTION OR REVOLUTION IN THE GINA GUIDELINES? CLIN TRANSL ALLERGY. 2020 JUN 3;10:19. DOI: 10.1186/S13601-
020-00316-Z. PMID: 32514334; PMCID: PMC7268540.

BOULET LP, REDDEL HK, BATEMAN E, PEDERSEN S, FITZGERALD JM, O'BYRNE PM. THE GLOBAL INITIATIVE FOR ASTHMA (GINA):
25 YEARS LATER. EUR RESPIR J. 2019 AUG 29;54(2):1900598. DOI: 10.1183/13993003.00598-2019. PMID: 31273040.

SARIOĞLU N. ASTHMA AND COVID-19: WHAT DO WE KNOW? TUBERK TORAKS. 2020 JUL;68(2):141-147. ENGLISH. DOI:
10.5578/TT.69775. PMID: 32755114

PIZZICHINI MMM, CARVALHO-PINTO MR, CANÇADO JED, RUBIN AS, CERCI NETO A. CARDOSO AP, CRUZ AA, FERNANDES ALG,
BLANCO DC, VIANNA EO, CORDEIRO JR G, RIZZO JA, FRITSCHER LG, CAETANO LSB, PEREIRA LFF, RABAHI MF, OLIVEIRA MA,
LIMA MA, ALMEIDA MB, STELMACH R, PITREZ PM, CUKIER A. J BRAS PNEUMOL. 2020;46(1):E20190307

FITZGERALD JM, BARNES PJ, CHIPPS BE, JENKINS CR, O'BYRNE PM, PAVORD ID, REDDEL HK. THE BURDEN OF EXACERBATIONS
IN MILD ASTHMA: A SYSTEMATIC REVIEW. ERJ OPEN RES. 2020 AUG 11;6(3):00359-2019. DOI: 10.1183/23120541.00359-
2019. PMID: 32802826; PMCID: PMC7418821.

REDDEL HK, FITZGERALD JM, BATEMAN ED, ET AL. GINA 2019: A FUNDAMENTAL CHANGE IN ASTHMA MANAGEMENT. EUR
RESPIR J 2019; 53: 1901046 [HTTPS://[Link]/10.1183/13993003.01046-2019].

O'BYRNE PM, FITZGERALD JM, BATEMAN ED, BARNES PJ, ZHONG N, KEEN C, JORUP C, LAMARCA R, IVANOV S, REDDEL HK.
INHALED COMBINED BUDESONIDE-FORMOTEROL AS NEEDED IN MILD ASTHMA. N ENGL J MED. 2018 MAY 17;378(20):1865-
1876. DOI: 10.1056/NEJMOA1715274. PMID: 29768149

Ricardo Siufi
Obrigado
Ricardo Siufi

[Link]
E S T R AT É G I A M E D

Estude com a empresa


que mais aprova em
concursos públicos no
Brasil
[Link]
Extensivo Pneumologia
Asma brônquica
Ricardo Siufi
CRM: 157.625
RQE: 81.022

[Link]
o

S
i
Roteiro – Asma brônquica
u
f
Definição,
i epidemiologia e
fisiopatologia

Diagnóstico

Asma
brônquica

Manejo

Exacerbação
o

S
i
Roteiro – Asma brônquica
u
f
Definição,
i epidemiologia e
fisiopatologia

Diagnóstico

Asma
brônquica

Manejo

Exacerbação
Prof. Ricardo Siufi
Manejo

Prevençã
Controle
o

Prof. Ricardo Siufi


Manejo
Conteúdo educacional programático (ABCD da asma) – Adaptado da SBPT et al.

1) Abordar os fatores desencadeantes e agravantes e orientar como evitá-los

2) Buscar medicamentos apropriados e com técnica adequada

3) Colocar em prática a execução de um plano de ação, aprendendo a monitorar o controle da asma

4) Descrever a diferença entre medicação controladora e de resgate, conhecer os efeitos colaterais dos
medicamentos usados e saber como minimizá-los.

Prof. Ricardo Siufi


Determinação do controle da asma

Risco futuro de
Controle dos
desfecho
sintomas
desfavorável

Prof. Ricardo Siufi


Determinação do controle da asma

Nas últimas 4 semanas


Prof. Ricardo Siufi Não conta SABA antes do exercício físico
Determinação do controle da asma

Nas últimas 4 semanas


Prof. Ricardo Siufi Não conta SABA antes do exercício físico
Determinação do controle da asma

No início do tratamento, 3-6 meses após início do tratamento de controle


Prof. Ricardo Siufi
Determinação do controle da asma

No início do tratamento, 3-6 meses após início do tratamento de controle


Prof. Ricardo Siufi
Determinação do controle da asma

“Siufi, espirometria...de quanto em quanto tempo?”

No momento do
Após, a cada 1-2 anos
diagnóstico / início do
no mínimo, devendo
tratamento, 3-6 meses
ser mais frequente em
após iniciar medicação
pacientes mais graves.
de controle

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova
SUS – SP – A gravidade da asma durante a gestação é classificada de maneira
dinâmica, de acordo com o grau de controle. Considerase asma controlada aquela que
preenche todos os critérios de controle; asma parcialmente controlada é aquela com um
ou dois critérios alterados; e, quando houver três ou mais critérios alterados, considera-
se asma não controlada. São critérios atuais de controle:
A) despertar noturno; leve limitação das atividades físicas; sintomas respiratórios
menos de uma vez por semana; necessidade de uso de medicação de resgate menos
de quatro vezes por semana; e VEF1 menor que 80%.
B) ausência de despertares noturnos; ausência de limitação das atividades físicas;
sintomas respiratórios menos de uma vez por semana; necessidade de uso de
medicação de resgate menos de uma vez por semana; e VEF1 normal.
C) ausência de despertares noturnos; ausência de limitação das atividades físicas;
sintomas respiratórios menos de duas vezes por semana; necessidade de uso de
medicação de resgate menos de duas vezes por semana; e VEF1 normal.
D) três despertares noturnos; leve limitação das atividades físicas; sintomas
respiratórios menos de quatro vezes por semana; necessidade de uso de medicação
de resgate menos de quatro vezes por semana; e VEF1 menor que 60%.
E) dois despertares noturnos; leve limitação das atividades físicas; sintomas
respiratórios menos de três vezes por semana; necessidade de uso de medicação de
resgate menos de três vezes por semana; e VEF1 menor que 80%.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
SUS – SP – A gravidade da asma durante a gestação é classificada de maneira dinâmica,
de acordo com o grau de controle. Considerase asma controlada aquela que preenche
todos os critérios de controle; asma parcialmente controlada é aquela com um ou dois
critérios alterados; e, quando houver três ou mais critérios alterados, considera-se asma
não controlada. São critérios atuais de controle:
A) despertar noturno; leve limitação das atividades físicas; sintomas respiratórios
menos de uma vez por semana; necessidade de uso de medicação de resgate menos
de quatro vezes por semana; e VEF1 menor que 80%.
B) ausência de despertares noturnos; ausência de limitação das atividades físicas;
sintomas respiratórios menos de uma vez por semana; necessidade de uso de
medicação de resgate menos de uma vez por semana; e VEF1 normal.
C) ausência de despertares noturnos; ausência de limitação das atividades
físicas; sintomas respiratórios menos de duas vezes por semana; necessidade
de uso de medicação de resgate menos de duas vezes por semana; e VEF1
normal.
D) três despertares noturnos; leve limitação das atividades físicas; sintomas
respiratórios menos de quatro vezes por semana; necessidade de uso de medicação
de resgate menos de quatro vezes por semana; e VEF1 menor que 60%.
E) dois despertares noturnos; leve limitação das atividades físicas; sintomas
respiratórios menos de três vezes por semana; necessidade de uso de medicação de
resgate menos de três vezes por semana; e VEF1 menor que 80%.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
SUS BA – BA – A alternativa que contém os critérios recomendados pelas
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia para classificar
o controle da asma em acompanhamento ambulatorial é

A) número de sintomas mensais e frequência do uso de corticosteroide


sistêmico.
B) número de sintomas semanais e frequência do uso de broncodilatador de
resgate semanal.
C) pico de fluxo expiratório maior que 70% e presença de sintomas durante
as atividades físicas.
D) frequência de procura a serviço de pronto atendimento e quantidade de
corticosteroide inalatório usado para manutenção.
E) faltas escolares semanais e necessidade de corticosteroides inalatórios
associados a broncodilatador de longa duração.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
SUS BA – BA – A alternativa que contém os critérios recomendados pelas
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia para classificar
o controle da asma em acompanhamento ambulatorial é

A) número de sintomas mensais e frequência do uso de corticosteroide


sistêmico.
B) número de sintomas semanais e frequência do uso de
broncodilatador de resgate semanal.
C) pico de fluxo expiratório maior que 70% e presença de sintomas durante
as atividades físicas.
D) frequência de procura a serviço de pronto atendimento e quantidade de
corticosteroide inalatório usado para manutenção.
E) faltas escolares semanais e necessidade de corticosteroides inalatórios
associados a broncodilatador de longa duração.

Ricardo Siufi
Cai na Prova

AMRIGS – RS – Paciente de 20 anos, portador de asma brônquica,


vem à consulta médica referindo tosse seca diurna e despertares
noturnos frequentes por falta de ar, caracterizando uma doença não
controlada. Dos fatores abaixo, qual seria o motivo mais comum para
o descontrole da doença?

A) Exposição a alérgenos domiciliares.


B) Rinossinusite não controlada.
C) Uso de medicamentos que pioram a asma.
D) Não adesão ou baixa adesão ao tratamento para asma.

Ricardo Siufi
Cai na Prova

AMRIGS – RS – Paciente de 20 anos, portador de asma brônquica,


vem à consulta médica referindo tosse seca diurna e despertares
noturnos frequentes por falta de ar, caracterizando uma doença não
controlada. Dos fatores abaixo, qual seria o motivo mais comum para
o descontrole da doença?

A) Exposição a alérgenos domiciliares.


B) Rinossinusite não controlada.
C) Uso de medicamentos que pioram a asma.
D) Não adesão ou baixa adesão ao tratamento para asma.

Ricardo Siufi
Prof. Ricardo Siufi
Fatores de risco para efeitos adversos ao
tratamento

Prof. Ricardo Siufi


Determinação da gravidade da asma

Prof. Ricardo Siufi


Determinação da gravidade da asma

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentos
Cuidado!
GINA2019

Antes de iniciar, topa dar uma


revisada nas principais medicações
inalatórias?

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentos
Cuidado!
GINA2019

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentos
Cuidado!
GINA2019

Não existe mais tratamento de


manutenção sem ao menos um
corticoide inalatório!

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentos
Cuidado!
GINA2019

Não utilizar SABA em monoterapia!


3 canister/ano - > exacerbações
1 canister/mês - > mortalidade

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentos
Cuidado!
GINA2019

LABA em monoterapia aumenta a


mortalidade!

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento
medicamentoso

Ajustar
Revisar
Avaliar

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentos

Medicamentos de Medicamentos de
controle resgate / alívio

Medicamentos
adicionais (para
asma grave)
Prof. Ricardo Siufi
Tratamento inicial

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentoso

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentoso

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentoso

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentoso

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentoso

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentoso

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentoso

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento medicamentoso

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova
HOS – SP – Mulher, 44 anos, asmática, não apresenta sintomas
respiratórios ou limitação para as suas atividades do dia a dia há,
pelo menos, 4 meses. Nega despertar noturno por sintomas de asma.
Encontra-se em uso de formoterol 12 μg, associado à budesonida 800
μg a cada 12 horas. A conduta, nesse momento, deve ser:
A) associar tiotrópio 2,5 μg, 2 puffs uma vez ao dia.
B) reduzir a budesonida para 400 μg, a cada 12 horas, e manter a
dose do formoterol.
C) suspender o formoterol.
D) reduzir a budesonida para 200 μg, a cada 12 h, e o formoterol
também, pela metade da dose.
E) manter a dose da budesonida e reduzir o formoterol pela metade
da dose.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
HOS – SP – Mulher, 44 anos, asmática, não apresenta sintomas
respiratórios ou limitação para as suas atividades do dia a dia há,
pelo menos, 4 meses. Nega despertar noturno por sintomas de asma.
Encontra-se em uso de formoterol 12 μg, associado à budesonida 800
μg a cada 12 horas. A conduta, nesse momento, deve ser:
A) associar tiotrópio 2,5 μg, 2 puffs uma vez ao dia.
B) reduzir a budesonida para 400 μg, a cada 12 horas, e manter
a dose do formoterol.
C) suspender o formoterol.
D) reduzir a budesonida para 200 μg, a cada 12 h, e o formoterol
também, pela metade da dose.
E) manter a dose da budesonida e reduzir o formoterol pela metade
da dose.

Ricardo Siufi
Fármacos adicionais

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova
UFRJ – RJ – No tratamento da asma alérgica
moderada a grave o anticorpo monoclonal a ser
utilizado é

A)infliximabe.
B)omalizumabe.
C)adalimumabe.
D)natalizumabe.
E) cetuximabe.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
UFRJ – RJ – No tratamento da asma alérgica
moderada a grave o anticorpo monoclonal a ser
utilizado é

A)infliximabe.
B)omalizumabe.
C)adalimumabe.
D)natalizumabe.
E) cetuximabe.

Ricardo Siufi
Asma x gestação

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento
1. Devemos evitar o “step down” durante a
gestação

2. CI não deve ser interrompido

3. Corticoterapia sistêmica deve ser evitada.


No entanto, como as exacerbações
respiratórias podem cursar com hipoxemia
fetal, devem ser administrados, se
necessário.

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova

UFAL - AL - Para gestantes com asma


persistente, o melhor tratamento isolado é:

A) Beta-2-agonista inalatório.
B) Corticoide inalatório.
C) Montelucaste.
D) Aminofilina oral.

Ricardo Siufi
Cai na Prova

UFAL - AL - Para gestantes com asma


persistente, o melhor tratamento isolado é:

A) Beta-2-agonista inalatório.
B) Corticoide inalatório.
C) Montelucaste.
D) Aminofilina oral.

Ricardo Siufi
Referências
GLOBAL INITIATIVE FOR ASTHMA (GINA). GLOBAL STRATEGY FOR ASTHMA MANAGEMENT AND PREVENTION. [Link]
(ACESSO EM 28 DE AGOSTO DE 2021).

AGACHE I, EGUILUZ-GRACIA I, COJANU C, LACULICEANU A, DEL GIACCO S, ZEMELKA-WIACEK M, KOSOWSKA A, AKDIS CA, JUTEL M.
ADVANCES AND HIGHLIGHTS IN ASTHMA IN 2021. ALLERGY. 2021 AUG 14. DOI: 10.1111/ALL.15054. EPUB AHEAD OF PRINT. PMID:
34392546.

O'BYRNE PM, REDDEL HK, BEASLEY R. THE MANAGEMENT OF MILD ASTHMA. EUR RESPIR J. 2021 APR 8;57(4):2003051. DOI:
10.1183/13993003.03051-2020. PMID: 33093120.

PÉREZ DE LLANO L, DACAL RIVAS D, BLANCO CID N, MARTIN ROBLES I. PHENOTYPE-GUIDED ASTHMA THERAPY: AN ALTERNATIVE APPROACH
TO GUIDELINES. J ASTHMA ALLERGY. 2021 MAR 12;14:207-217. DOI: 10.2147/JAA.S266999. PMID: 33737814; PMCID: PMC7966411.

PAPI A, FABBRI LM, KERSTJENS HAM, ROGLIANI P, WATZ H, SINGH D. INHALED LONG-ACTING MUSCARINIC ANTAGONISTS IN ASTHMA - A
NARRATIVE REVIEW. EUR J INTERN MED. 2021 MAR;85:14-22. DOI: 10.1016/[Link].2021.01.027. EPUB 2021 FEB 6. PMID: 33563506.

CHHIBA KD, PATEL GB, VU THT, ET AL. PREVALENCE AND CHARACTERIZATION OF ASTHMA IN HOSPITALIZED AND NONHOSPITALIZED
PATIENTS WITH COVID-19. J ALLERGY CLIN IMMUNOL 2020; 146:307.

FANTA CH. ASTHMA. N ENGL J MED 2009; 360:1002.

EISNER MD, YEGIN A, TRZASKOMA B. SEVERITY OF ASTHMA SCORE PREDICTS CLINICAL OUTCOMES IN PATIENTS WITH MODERATE TO
SEVERE PERSISTENT ASTHMA. CHEST 2012; 141:58.

JIA CE, ZHANG HP, LV Y, ET AL. THE ASTHMA CONTROL TEST AND ASTHMA CONTROL QUESTIONNAIRE FOR ASSESSING ASTHMA CONTROL:
SYSTEMATIC REVIEW AND META-ANALYSIS. J ALLERGY CLIN IMMUNOL 2013; 131:695.

THOMAS A, LEMANSKE RF JR, JACKSON DJ. APPROACHES TO STEPPING UP AND STEPPING DOWN CARE IN ASTHMATIC PATIENTS. J ALLERGY
CLIN IMMUNOL 2011; 128:915.

CÔTÉ A, RUSSELL RJ, BOULET LP, GIBSON PG, LAI K, IRWIN RS, BRIGHTLING CE; CHEST EXPERT COUGH PANEL. MANAGING CHRONIC
COUGH DUE TO ASTHMA AND NAEB IN ADULTS AND ADOLESCENTS: CHEST GUIDELINE AND EXPERT PANEL REPORT. CHEST.
2020 JUL;158(1):68-96. DOI: 10.1016/[Link].2019.12.021. EPUB 2020 JAN 20. PMID: 31972181.

Ricardo Siufi
Referências
AARON SD, ET AL. REEVALUATION OF DIAGNOSIS IN ADULTS WITH PHYSICIAN-DIAGNOSED ASTHMA. JAMA. 2017 JAN
17;317(3):269-279. PMID: 28114551.

SUGIYAMA H, IIKURA M, ISHII S, HOJO M. TREATMENT FOR INTRACTABLE ASTHMA: BRONCHIAL THERMOPLASTY. GLOB HEALTH
MED. 2019 DEC 31;1(2):95-100. DOI: 10.35772/GHM.2019.01027. PMID: 33330762; PMCID: PMC7731188.

KUPRYS-LIPINSKA I, KOLACINSKA-FLONT M, KUNA P. NEW APPROACH TO INTERMITTENT AND MILD ASTHMA THERAPY:
EVOLUTION OR REVOLUTION IN THE GINA GUIDELINES? CLIN TRANSL ALLERGY. 2020 JUN 3;10:19. DOI: 10.1186/S13601-
020-00316-Z. PMID: 32514334; PMCID: PMC7268540.

BOULET LP, REDDEL HK, BATEMAN E, PEDERSEN S, FITZGERALD JM, O'BYRNE PM. THE GLOBAL INITIATIVE FOR ASTHMA (GINA):
25 YEARS LATER. EUR RESPIR J. 2019 AUG 29;54(2):1900598. DOI: 10.1183/13993003.00598-2019. PMID: 31273040.

SARIOĞLU N. ASTHMA AND COVID-19: WHAT DO WE KNOW? TUBERK TORAKS. 2020 JUL;68(2):141-147. ENGLISH. DOI:
10.5578/TT.69775. PMID: 32755114

PIZZICHINI MMM, CARVALHO-PINTO MR, CANÇADO JED, RUBIN AS, CERCI NETO A. CARDOSO AP, CRUZ AA, FERNANDES ALG,
BLANCO DC, VIANNA EO, CORDEIRO JR G, RIZZO JA, FRITSCHER LG, CAETANO LSB, PEREIRA LFF, RABAHI MF, OLIVEIRA MA,
LIMA MA, ALMEIDA MB, STELMACH R, PITREZ PM, CUKIER A. J BRAS PNEUMOL. 2020;46(1):E20190307

FITZGERALD JM, BARNES PJ, CHIPPS BE, JENKINS CR, O'BYRNE PM, PAVORD ID, REDDEL HK. THE BURDEN OF EXACERBATIONS
IN MILD ASTHMA: A SYSTEMATIC REVIEW. ERJ OPEN RES. 2020 AUG 11;6(3):00359-2019. DOI: 10.1183/23120541.00359-
2019. PMID: 32802826; PMCID: PMC7418821.

REDDEL HK, FITZGERALD JM, BATEMAN ED, ET AL. GINA 2019: A FUNDAMENTAL CHANGE IN ASTHMA MANAGEMENT. EUR
RESPIR J 2019; 53: 1901046 [HTTPS://[Link]/10.1183/13993003.01046-2019].

O'BYRNE PM, FITZGERALD JM, BATEMAN ED, BARNES PJ, ZHONG N, KEEN C, JORUP C, LAMARCA R, IVANOV S, REDDEL HK.
INHALED COMBINED BUDESONIDE-FORMOTEROL AS NEEDED IN MILD ASTHMA. N ENGL J MED. 2018 MAY 17;378(20):1865-
1876. DOI: 10.1056/NEJMOA1715274. PMID: 29768149

Ricardo Siufi
Obrigado
Ricardo Siufi

[Link]
E S T R AT É G I A M E D

Estude com a empresa


que mais aprova em
concursos públicos no
Brasil
[Link]
Extensivo Pneumologia
Asma brônquica
Ricardo Siufi
CRM: 157.625
RQE: 81.022

[Link]
o

S
i
Roteiro – Asma brônquica
u
f
Definição,
i epidemiologia e
fisiopatologia

Diagnóstico

Asma
brônquica

Manejo

Exacerbação
o

S
i
Roteiro – Asma brônquica
u
f
Definição,
i epidemiologia e
fisiopatologia

Diagnóstico

Asma
brônquica

Manejo

Exacerbação
Prof. Ricardo Siufi
Exacerbação da asma brônquica

Cuidado! As exacerbações da doença


GINA2019 representam uma alteração no
status usual do paciente que
requeira uma alteração no seu
tratamento e podem ocorrer em
pacientes com doença
preexistente ou eventualmente
como primomanifestação da
doença.

Prof. Ricardo Siufi


Etiologia

Prof. Ricardo Siufi


Quadro clínico

• Dispneia
• Opressão
torácica
• Sibilância
• Tosse

Prof. Ricardo Siufi


Diagnóstico

Lembrar dos diagnósticos diferenciais

Prof. Ricardo Siufi


Fatores de risco – asma fatal

Prof. Ricardo Siufi


Exames complementares – Quando e
quais?
Principais exames no contexto da exacerbação da asma brônquica e suas indicações
É fortemente recomendada. Se possível, e sem atrasos indevidos no tratamento, deve ser
Função pulmonar realizado o PFE ou VEF1 antes que o tratamento seja iniciado. Deve ser monitorizada em uma hora e
em intervalos, até que tenhamos uma resposta ou que um platô seja atingido.
Não é recomendado de rotina. Deve ser considerado se suspeita de complicações ou quando
Radiografia de tórax temos suspeita de algum diagnóstico diferencial, sobretudo em pacientes idosos, ou para pacientes
sem resposta ao tratamento.
Não é recomendada de rotina. A coleta deve ser considerada em pacientes com PFE ou FEV1
<50% do predito ou naqueles pacientes sem resposta ao tratamento inicial ou que apresentem
deterioração clínica. A oxigenoterapia suplementar, se indicada, não deve esperar o resultado da
Gasometria arterial gasometria arterial. Durante a exacerbação, a PaCO2 é frequentemente baixa (<40 mmHg). Sinais como
fadiga e sonolência sugerem uma elevação da PaCO2 e que a abordagem da via aérea pode ser
necessária.
Deve ser monitorizada de perto e tem importância especial na faixa etária pediátrica. Saturação
menor que 92% é um preditor de necessidade de internação hospitalar. Saturação menor que 90%
Oximetria de pulso
indica necessidade de tratamento mais agressivo, sendo que, no setor de urgência, a oximetria deve ser
aferida antes de iniciarmos a oxigenoterapia e 5 minutos após ser suspensa.
Deve ser realizado na suspeita de infecção. Vale lembrar que podemos observar um aumento no
Hemograma número de neutrógilos após 4 horas do uso de corticoide sistêmico

Eletrólitos Deve ser solicitado para pacientes com comorbidade cardiovascular, uso de diuréticos de alça
ou altas doses de β2 -agonistas, especialmente se associados a xantinas e corticoides sistêmicos

Prof. Ricardo Siufi


Classificação de gravidade

Prof. Ricardo Siufi


Tratamento
Cuidado!
GINA2019

O pilar do tratamento na
exacerbação é a
broncodilatação!

Prof. Ricardo Siufi


SABA
Cuidado! Para exacerbação leve e
GINA2019 moderada, devemos
administrar repetidamente
SABA inalatório (4-10 puffs a
cada 20 minutos na primeira
hora), com evidência

A. Após a primeira hora, a dose


varia de 4-10 puffs a cada 3-4
horas até 6-10 puffs a cada 1-2
horas

Prof. Ricardo Siufi


SABA
Cuidado! Os resultados são
GINA2019 conflitantes quando foram
comparadas as
administrações
intermitente e contínua e
as evidências atuais não
favorecem o uso de SABA
em outra via que não seja
a inalatória (evidência A).

Prof. Ricardo Siufi


Corticoide oral
Cuidado!
Por que deve ser utilizado? Acelera a
GINA2019 resolução da exacerbação e previne recaídas.
No departamento de emergência, tem
importância particular nos três seguintes
contextos:

• Falência ao tratamento inicial com SABA.


• Exacerbações em pacientes em uso de
corticoide oral.
• Paciente com história de exacerbação prévia
com necessidade de corticoide oral.

Prof. Ricardo Siufi


Corticoide inalatório
Cuidado! No departamento de
GINA2019 emergência, altas doses
fornecidas na primeira
hora após a admissão
reduzem a necessidade de
internação em pacientes
que não estão recebendo
corticoide sistêmico
(evidência A)

Prof. Ricardo Siufi


Sulfato de Magnésio
Cuidado!
GINA2019 Não deve ser utilizado de
maneira rotineira.

Paciente candidato: VEF1


< 25-30% do predito na
admissão e falência ao
tratamento inicial, com
hipoxemia persistente.

Prof. Ricardo Siufi


Prof. Ricardo Siufi
Prof. Ricardo Siufi
Outras terapias na exacerbação

Adrenalina?
Antibiótico?
LTRA?
Teofilina?
VMNI?
VMI?

Prof. Ricardo Siufi


Outras terapias na exacerbação

Adrenalina?
Antibiótico?
LTRA?
Teofilina?
VMNI?
VMI?

Prof. Ricardo Siufi


Critérios de alta
Critérios de alta

Sem necessidade de novas doses de beta-2 agonista de curta duração.

Melhora do PEF ou VEF1 > 60-80% do previsto

Saturação periférica de O2 > 94%

O paciente tem condições de continuar o tratamento ambulatorialmente

Prof. Ricardo Siufi


Orientações de alta
Preparando a alta – recomendações para continuidade do cuidado.

Medicação de alívio: manter conforme estratégia adotada. Se necessário, manter dose regular de SABA
por poucos dias, com retirada gradual

Medicação de controle: iniciar conforme explicado no manejo, ou realizar o “step up”, sem antes checar
técnica inalatória e adesão terapêutica

Prednisolona: continuar dose equivalente de 50 mg/dia até completar 5-7 dias. Orientar quanto aos
efeitos adversos da corticoterapia sistêmica

Seguimento: reavaliação em 2-7 dias

Comorbidades: checar e corrigir fatores de risco modificáveis

Prof. Ricardo Siufi


Cai na Prova
FMJ – SP - O Global Initiative for Asthma (GINA) atualiza
periodicamente as estratégias em relação ao tratamento da asma. As
últimas recomendações indicam que
A) o sulfato de magnésio, anteriormente utilizado para casos
refratários, está contraindicado nas crises de asma.
B) os agentes antileucotrienos devem ser usados para controle das
crises, na refratariedade aos beta-2-agonistas.
C) a radiografia de tórax deve ser realizada em todos os pacientes
com crise de asma que necessitem procurar o pronto-socorro.
D) o uso de corticoide inalatório na primeira hora de crise em
pacientes que não fazem uso de corticoide oral, diminui o risco
de internação.
E) pico de fluxo expiratório entre 60 e 80%, após medidas iniciais na
crise de asma, indica internação hospitalar.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
FMJ – SP - O Global Initiative for Asthma (GINA) atualiza
periodicamente as estratégias em relação ao tratamento da asma. As
últimas recomendações indicam que
A) o sulfato de magnésio, anteriormente utilizado para casos
refratários, está contraindicado nas crises de asma.
B) os agentes antileucotrienos devem ser usados para controle das
crises, na refratariedade aos beta-2-agonistas.
C) a radiografia de tórax deve ser realizada em todos os pacientes
com crise de asma que necessitem procurar o pronto-socorro.
D) o uso de corticoide inalatório na primeira hora de crise em
pacientes que não fazem uso de corticoide oral, diminui o
risco de internação.
E) pico de fluxo expiratório entre 60 e 80%, após medidas iniciais na
crise de asma, indica internação hospitalar.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
PUC SOROCABA – SP – Com relação à crise aguda de asma,
na emergência, assinale a alternativa correta:

A) os corticoides inalados são indicados em doses elevadas e


associados ao beta-2-agonistas de longa duração.
B) a adrenalina subcutânea é uma boa opção
broncodilatadora.
C) mucolíticos associados à tapotagem podem acelerar o
processo de recuperação da crise.
D) o uso de sulfato de magnésio IV pode reduzir a necessidade
de internação nos pacientes que não respondem aos
broncodilatadores e ao uso de corticoide sistêmico.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
PUC SOROCABA – SP – Com relação à crise aguda de asma,
na emergência, assinale a alternativa correta:

A) os corticoides inalados são indicados em doses elevadas e


associados ao beta-2-agonistas de longa duração.
B) a adrenalina subcutânea é uma boa opção
broncodilatadora.
C) mucolíticos associados à tapotagem podem acelerar o
processo de recuperação da crise.
D) o uso de sulfato de magnésio IV pode reduzir a necessidade
de internação nos pacientes que não respondem aos
broncodilatadores e ao uso de corticoide sistêmico.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
SCMSP – SP – Um paciente de 22 anos de idade, pedreiro, com antecedentes
de rinite e eczema desde a infância, referiu episódios transitórios de dor
torácica, associados à dispneia e a chiado cerca de três vezes ao mês, com
melhora significativa após uso de salbutamol, em repetidas doses. Porém,
referiu piora progressiva nas últimas semanas, desde que iniciou tratamento
para dorsalgia. Há dois dias, teve dificuldade para falar palavras, sendo então
encaminhado ao pronto-socorro. Ao exame físico, apresentou sibilos
inspiratórios e expiratórios, FR de 32 irm, FC de 122 bpm e SO₂ de 88% em ar
ambiente. Com relação a esse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
A) O paciente apresenta exacerbação aguda moderada de asma.
B) É esperado um pico de fluxo expiratório entre 50 e 70% do predito diante
do quadro clínico descrito.
C) O alvo da saturação de oxigênio para alta hospitalar após medidas
terapêuticas é de 90%.
D) Deve ser indicada prednisolona 1 mg/kg via oral por um período de cinco a
sete dias, após exacerbação aguda.
E) O sulfato de magnésio deve ser instituído inicialmente, em conjunto com
corticoide sistêmico e beta-agonista de curta duração.

Ricardo Siufi
Cai na Prova
SCMSP – SP – Um paciente de 22 anos de idade, pedreiro, com antecedentes
de rinite e eczema desde a infância, referiu episódios transitórios de dor
torácica, associados à dispneia e a chiado cerca de três vezes ao mês, com
melhora significativa após uso de salbutamol, em repetidas doses. Porém,
referiu piora progressiva nas últimas semanas, desde que iniciou tratamento
para dorsalgia. Há dois dias, teve dificuldade para falar palavras, sendo então
encaminhado ao pronto-socorro. Ao exame físico, apresentou sibilos
inspiratórios e expiratórios, FR de 32 irm, FC de 122 bpm e SO₂ de 88% em ar
ambiente. Com relação a esse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
A) O paciente apresenta exacerbação aguda moderada de asma.
B) É esperado um pico de fluxo expiratório entre 50 e 70% do predito diante
do quadro clínico descrito.
C) O alvo da saturação de oxigênio para alta hospitalar após medidas
terapêuticas é de 90%.
D) Deve ser indicada prednisolona 1 mg/kg via oral por um período de
cinco a sete dias, após exacerbação aguda.
E) O sulfato de magnésio deve ser instituído inicialmente, em conjunto com
corticoide sistêmico e beta-agonista de curta duração.

Ricardo Siufi
Asma X COVID-19 – O que saber?

Desfechos?
Mortalidade?
Tratamento?
Espirometria?

Prof. Ricardo Siufi


Referências
GLOBAL INITIATIVE FOR ASTHMA (GINA). GLOBAL STRATEGY FOR ASTHMA MANAGEMENT AND PREVENTION. [Link]
(ACESSO EM 28 DE AGOSTO DE 2021).

AGACHE I, EGUILUZ-GRACIA I, COJANU C, LACULICEANU A, DEL GIACCO S, ZEMELKA-WIACEK M, KOSOWSKA A, AKDIS CA, JUTEL M.
ADVANCES AND HIGHLIGHTS IN ASTHMA IN 2021. ALLERGY. 2021 AUG 14. DOI: 10.1111/ALL.15054. EPUB AHEAD OF PRINT. PMID:
34392546.

O'BYRNE PM, REDDEL HK, BEASLEY R. THE MANAGEMENT OF MILD ASTHMA. EUR RESPIR J. 2021 APR 8;57(4):2003051. DOI:
10.1183/13993003.03051-2020. PMID: 33093120.

PÉREZ DE LLANO L, DACAL RIVAS D, BLANCO CID N, MARTIN ROBLES I. PHENOTYPE-GUIDED ASTHMA THERAPY: AN ALTERNATIVE APPROACH
TO GUIDELINES. J ASTHMA ALLERGY. 2021 MAR 12;14:207-217. DOI: 10.2147/JAA.S266999. PMID: 33737814; PMCID: PMC7966411.

PAPI A, FABBRI LM, KERSTJENS HAM, ROGLIANI P, WATZ H, SINGH D. INHALED LONG-ACTING MUSCARINIC ANTAGONISTS IN ASTHMA - A
NARRATIVE REVIEW. EUR J INTERN MED. 2021 MAR;85:14-22. DOI: 10.1016/[Link].2021.01.027. EPUB 2021 FEB 6. PMID: 33563506.

CHHIBA KD, PATEL GB, VU THT, ET AL. PREVALENCE AND CHARACTERIZATION OF ASTHMA IN HOSPITALIZED AND NONHOSPITALIZED
PATIENTS WITH COVID-19. J ALLERGY CLIN IMMUNOL 2020; 146:307.

FANTA CH. ASTHMA. N ENGL J MED 2009; 360:1002.

EISNER MD, YEGIN A, TRZASKOMA B. SEVERITY OF ASTHMA SCORE PREDICTS CLINICAL OUTCOMES IN PATIENTS WITH MODERATE TO
SEVERE PERSISTENT ASTHMA. CHEST 2012; 141:58.

JIA CE, ZHANG HP, LV Y, ET AL. THE ASTHMA CONTROL TEST AND ASTHMA CONTROL QUESTIONNAIRE FOR ASSESSING ASTHMA CONTROL:
SYSTEMATIC REVIEW AND META-ANALYSIS. J ALLERGY CLIN IMMUNOL 2013; 131:695.

THOMAS A, LEMANSKE RF JR, JACKSON DJ. APPROACHES TO STEPPING UP AND STEPPING DOWN CARE IN ASTHMATIC PATIENTS. J ALLERGY
CLIN IMMUNOL 2011; 128:915.

CÔTÉ A, RUSSELL RJ, BOULET LP, GIBSON PG, LAI K, IRWIN RS, BRIGHTLING CE; CHEST EXPERT COUGH PANEL. MANAGING CHRONIC
COUGH DUE TO ASTHMA AND NAEB IN ADULTS AND ADOLESCENTS: CHEST GUIDELINE AND EXPERT PANEL REPORT. CHEST.
2020 JUL;158(1):68-96. DOI: 10.1016/[Link].2019.12.021. EPUB 2020 JAN 20. PMID: 31972181.

Ricardo Siufi
Referências
AARON SD, ET AL. REEVALUATION OF DIAGNOSIS IN ADULTS WITH PHYSICIAN-DIAGNOSED ASTHMA. JAMA. 2017 JAN
17;317(3):269-279. PMID: 28114551.

SUGIYAMA H, IIKURA M, ISHII S, HOJO M. TREATMENT FOR INTRACTABLE ASTHMA: BRONCHIAL THERMOPLASTY. GLOB HEALTH
MED. 2019 DEC 31;1(2):95-100. DOI: 10.35772/GHM.2019.01027. PMID: 33330762; PMCID: PMC7731188.

KUPRYS-LIPINSKA I, KOLACINSKA-FLONT M, KUNA P. NEW APPROACH TO INTERMITTENT AND MILD ASTHMA THERAPY:
EVOLUTION OR REVOLUTION IN THE GINA GUIDELINES? CLIN TRANSL ALLERGY. 2020 JUN 3;10:19. DOI: 10.1186/S13601-
020-00316-Z. PMID: 32514334; PMCID: PMC7268540.

BOULET LP, REDDEL HK, BATEMAN E, PEDERSEN S, FITZGERALD JM, O'BYRNE PM. THE GLOBAL INITIATIVE FOR ASTHMA (GINA):
25 YEARS LATER. EUR RESPIR J. 2019 AUG 29;54(2):1900598. DOI: 10.1183/13993003.00598-2019. PMID: 31273040.

SARIOĞLU N. ASTHMA AND COVID-19: WHAT DO WE KNOW? TUBERK TORAKS. 2020 JUL;68(2):141-147. ENGLISH. DOI:
10.5578/TT.69775. PMID: 32755114

PIZZICHINI MMM, CARVALHO-PINTO MR, CANÇADO JED, RUBIN AS, CERCI NETO A. CARDOSO AP, CRUZ AA, FERNANDES ALG,
BLANCO DC, VIANNA EO, CORDEIRO JR G, RIZZO JA, FRITSCHER LG, CAETANO LSB, PEREIRA LFF, RABAHI MF, OLIVEIRA MA,
LIMA MA, ALMEIDA MB, STELMACH R, PITREZ PM, CUKIER A. J BRAS PNEUMOL. 2020;46(1):E20190307

FITZGERALD JM, BARNES PJ, CHIPPS BE, JENKINS CR, O'BYRNE PM, PAVORD ID, REDDEL HK. THE BURDEN OF EXACERBATIONS
IN MILD ASTHMA: A SYSTEMATIC REVIEW. ERJ OPEN RES. 2020 AUG 11;6(3):00359-2019. DOI: 10.1183/23120541.00359-
2019. PMID: 32802826; PMCID: PMC7418821.

REDDEL HK, FITZGERALD JM, BATEMAN ED, ET AL. GINA 2019: A FUNDAMENTAL CHANGE IN ASTHMA MANAGEMENT. EUR
RESPIR J 2019; 53: 1901046 [HTTPS://[Link]/10.1183/13993003.01046-2019].

O'BYRNE PM, FITZGERALD JM, BATEMAN ED, BARNES PJ, ZHONG N, KEEN C, JORUP C, LAMARCA R, IVANOV S, REDDEL HK.
INHALED COMBINED BUDESONIDE-FORMOTEROL AS NEEDED IN MILD ASTHMA. N ENGL J MED. 2018 MAY 17;378(20):1865-
1876. DOI: 10.1056/NEJMOA1715274. PMID: 29768149

Ricardo Siufi
Obrigado
Ricardo Siufi

[Link]

Você também pode gostar