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Modelos de Desenvolvimento de Software

O documento descreve diferentes modelos de desenvolvimento de software, incluindo o modelo cascata, que avança fase a fase, e o modelo RAD, que enfatiza protótipos rápidos e feedback. Também aborda o modelo espiral, que combina elementos iterativos e de gestão de riscos, permitindo um desenvolvimento cíclico e incremental. Cada modelo tem suas fases específicas, desde a coleta de requisitos até a implantação e manutenção do sistema.

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Rodrigo Souza
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Modelos de Desenvolvimento de Software

O documento descreve diferentes modelos de desenvolvimento de software, incluindo o modelo cascata, que avança fase a fase, e o modelo RAD, que enfatiza protótipos rápidos e feedback. Também aborda o modelo espiral, que combina elementos iterativos e de gestão de riscos, permitindo um desenvolvimento cíclico e incremental. Cada modelo tem suas fases específicas, desde a coleta de requisitos até a implantação e manutenção do sistema.

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ATIVIDADE II

RODRIGO DE SOUZA | 2º MÓDULO

1. O modelo de produção cascata consiste em execução de fases de um


projeto onde para avançar para uma nova fase é necessário que a anterior
tenha sido bem sucedido, cada fase depende da outra para ter uma avanço
novo e uma ordem sequencial.

2. Requisitos: Nesta fase, são coletados e documentados todos os requisitos


do projeto. A ideia é entender completamente o que o cliente precisa e o
que o sistema deve fazer.
Concepção: Esta fase ocorre quando a equipe do projeto especifica o
hardware a ser usado, estrutura o software e como irá funcionar, além de
outras informações mais detalhadas como as linguagens de programação e
a interface do usuário, basicamente na fase de concepção é criado a parte
estrutural do projeto e design.
Implementação: Com base nos passos anteriores, nessa etapa começa a
parte de colocar em prática toda a documentação, onde os desenvolvedores
programam e integram os componentes conforme especificado na fase
anterior.
Testes: Após a implementação é feito os testes afim de procurarem
quaisquer erros e bugs e corrigi-los, é feito testes de funcionalidade,
desempenho e segurança e documentado quaisquer problemas do projeto.
Implantação: Uma vez que o sistema passa nos testes, ele é implantado no
ambiente de produção. Isso pode envolver a instalação em servidores,
configuração de hardware e software, e treinamento para os usuários finais.
Manutenção: Após a implantação, o sistema entra na fase de manutenção.
Isso inclui correção de bugs, atualizações e modificações para atender a
novas necessidades ou corrigir problemas encontrados pelos usuários.

3. Utilizados em projetos onde os requisitos são incertos ou podem evoluir,


esse modelo foca na criação de protótipos para explorar e refinar os
requisitos e soluções antes da implementação.

4. Requisitos Iniciais: Através de buscas não tão detalhadas, é feito a coleta


e análise de requisitos básicos do projeto, sempre visando identificar a
necessidade do cliente.
Desenvolvimento do Protótipo: É feito um protótipo inicial com
funcionalidades básicas. Esse protótipo pode ser uma versão simplificada ou
uma simulação do sistema final, buscando demonstrar uma parte do
sistema afim de obter feedback dos usuários.
Feedback: Os usuários interagem com o protótipo e fornecem feedback
sobre funcionalidade e adequações dos requisitos, nessa fase é possível
notar pontos fortes e pontos de melhoria do protótipo.
Aprimoramento: Com base no feedback recebido, o protótipo é revisado e
aprimorado, isso pode envolver adicionar novas funcionalidades, ajustar a
interface, e corrigir problemas identificados.
Repetição: As fases anteriores podem ser repetidas várias vezes, afim de
cada vez mais refinar o protótipo para entrega de um produto final de
qualidade.
Desenvolvimento Final: Após várias repetições é feito o protótipo final e
utilizado para desenvolver o sistema completo, com o objetivo de
transformar o protótipo refinado em um produto funcional e completo.
Implantação: O sistema final é implantado no ambiente de produção onde é
feito o treinamento dos usuários, instalação, configuração e suporte inicial.

5. O modelo RAD visa entregar um produto funcional em um curto período,


com a flexibilidade para mudanças e ajustes ao longo do processo.

6. Requisitos: Esta fase inicial envolve a definição dos requisitos do projeto,


mas de uma forma menos formal. O foco está em identificar as
necessidades principais e prioridades, enquanto se mantém a flexibilidade
para ajustes.
Desenvolvimento do protótipo: Em vez de criar um protótipo completo e
detalhado, o desenvolvimento de protótipos em RAD é feito de forma rápida
e simplificada. Este protótipo inicial inclui as funcionalidades básicas e serve
para ilustrar as ideias principais.
Feedback: Com base no feedback, o protótipo é revisado e aprimorado em
ciclos rápidos. O processo é repetido até que o protótipo atenda às
expectativas dos usuários e esteja próximo do produto final desejado.
Desenvolvimento Final: o sistema final é desenvolvido com base no
protótipo aprovado. Esta fase envolve a codificação final, integração e
testes para garantir que o sistema esteja pronto para produção.
Implantação: : O sistema final é implantado no ambiente de produção onde
é feito o treinamento dos usuários, instalação, configuração e suporte
inicial.

7. É uma abordagem de desenvolvimento de software que divide o projeto


em partes menores e mais gerenciáveis, chamadas de incrementos. Cada
incremento representa uma porção funcional do sistema final, permitindo
que o software seja desenvolvido, implementado e testado em etapas.
8. É uma abordagem de desenvolvimento de software que combina
elementos dos modelos iterativos e do modelo de cascata, com foco na
gestão de riscos e na adaptação contínua. Esse modelo é caracterizado por
um processo cíclico e incremental, onde o projeto é dividido em ciclos ou
"espirais" que se repetem até que o produto final esteja completo.

9. Planejamento: Cada ciclo da espiral começa com o planejamento dos


objetivos e a definição dos requisitos para aquele ciclo específico. As metas
e as expectativas para o incremento do projeto são estabelecidas.
Análise de Riscos: A análise de riscos é uma parte crucial do modelo espiral.
Nesta fase, os riscos associados ao projeto são identificados, avaliados e
priorizados .
Desenvolvimento e Implementação: Com base no planejamento e na análise
de riscos, o desenvolvimento do sistema é iniciado. Isso pode incluir a
criação de protótipos, o desenvolvimento de novas funcionalidades, e a
implementação de melhorias.
Testes e Avaliação: Após o desenvolvimento, o sistema é testado para
verificar se atende aos requisitos e objetivos definidos. O feedback é
coletado e a qualidade do produto é avaliada.
Planejamento do Próximo Ciclo: Com base nos resultados do ciclo atual, o
planejamento para o próximo ciclo é ajustado. Os requisitos podem ser
refinados, e novas metas e riscos são identificados para o próximo ciclo.

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