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HIV/SIDA: Análise em Moçambique

O documento aborda o HIV/SIDA, sua origem, formas de transmissão, fatores de risco, tratamento e métodos de prevenção, com foco na situação em Moçambique. A epidemia de HIV no país é grave, com milhões de pessoas afetadas e desafios na retenção de pacientes em tratamento. O trabalho destaca a importância da conscientização e da implementação de estratégias eficazes para combater a doença.
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HIV/SIDA: Análise em Moçambique

O documento aborda o HIV/SIDA, sua origem, formas de transmissão, fatores de risco, tratamento e métodos de prevenção, com foco na situação em Moçambique. A epidemia de HIV no país é grave, com milhões de pessoas afetadas e desafios na retenção de pacientes em tratamento. O trabalho destaca a importância da conscientização e da implementação de estratégias eficazes para combater a doença.
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Índice

1. Introdução..................................................................................................................2

2. O HIV/SIDA..............................................................................................................3

3. Origem do HIV..........................................................................................................3

4. Vias de transmissão do HIV.......................................................................................3

5. Aparecimento de sintomas do HIV............................................................................4

6. Factores de risco do HIV............................................................................................4

7. Tratamento do HIV....................................................................................................5

8. Métodos de prevenção do HIV..................................................................................5

9. HIV/SIDA..................................................................................................................6

10. A epidemia do HIV em Moçambique....................................................................7

11. Prevenção...............................................................................................................8

12. Tratamento..............................................................................................................8

13. Combate ao preconceito.........................................................................................8

14. Conclusão...............................................................................................................9

15. Referências bibliográficas....................................................................................10


1. Introdução

O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) é o causador da SIDA (Síndrome da


Imunodeficiência Adquirida), uma condição que compromete o sistema imunológico,
tornando o corpo mais vulnerável a infecções e doenças. Desde que foi identificado nos
anos 1980, o HIV se tornou um dos maiores desafios de saúde pública do mundo. O
presente trabalho de pesquisa e de carácter avaliativo tem como tema “O HIV/SIDA em
Moçambique”, o mesmo enquadra-se na cadeira de Habilidades de vida, saúde sexual,
reprodutiva, género e HIV/SIDA. Trata-se de um tema de extrema relevância, pois, é
uma doença que aflige não só Moçambique como também o mundo, principalmente
tendo em conta que a doença até então não dispõe de cura.

Objectivos
Segundo De Sousa (2013, p.26), “a definição dos objectivos determina o que o
pesquisador quer atingir com a realização do trabalho e devem corresponder às questões
propostas. E estes subdividem-se em gerais e específicos. ”
Objectivo geral
Para Marconi & Lakatos (2015, p.106), “o objectivo geral está ligado a uma visão
global e abrangente do tema. Relaciona-se com o conteúdo intrínseco, quer dos
fenómenos e eventos, quer das ideias estudadas. Vincula-se directamente e é própria
significação da tese proposta pelo projecto.
Portanto, o objectivo geral da presente pesquisa é:
 Analisar o HIV/SIDA em Moçambique.
Objectivos específicos
De modo a concretizar o objectivo geral previamente definido pelo pesquisador,
estabeleceu-se os seguintes objectivos específicos, os quais considera alcançados:
 Apresentar os conceitos fundamentais;
 Explicar a origem do HIV;
 Discutir as vias de transmissão do HIV; e, explicar os métodos de prevenção.
Metodologia

Em termos metodológicos, quanto aos objectivos é uma pesquisa exploratória, quanto


aos procedimentos técnicos é uma pesquisa bibliográfica e quanto abordagem é uma
pesquisa qualitativa. No que concerne a estrutura, o presente trabalho de pesquisa
apresenta os seguintes elementos: pré-textuais, textuais e os elementos pós-textuais.
2. O HIV/SIDA

3. Origem do HIV
A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) foi reconhecida em meados de
1981, nos EUA, a partir da identificação de um número elevado de pacientes adultos do
sexo masculino, homossexuais e moradores de São Francisco ou Nova York, que
apresentavam sarcoma de Kaposi, pneumonia por Pneumocystis carinii e
comprometimento do sistema imune. Todos estes factos convergiram para a inferência
de que se tratava de uma nova doença, ainda não classificada, de etiologia
provavelmente infecciosa e transmissível. Em 1983 o agente etiológico foi identificado,
tratava-se de uns retrovírus humanos, actualmente denominado vírus da
imunodeficiência humana, HIV-1, que anteriormente foi denominado LAV e HTLV-III.
Em 1986 foi identificado um segundo agente etiológico, também retrovírus, que estava
estreitamente relacionado ao HIV-1, denominado HIV-2 (Dos Santos, 2022).
O autor acima citado, refere ainda que embora não se saiba ao certo qual a origem dos
HIV-1 e 2 sabe-se que uma grande família de retrovírus relacionados a eles está
presente em primatas não-humanos na África Subsaariana. Todos os membros desta
família de retrovírus possuem estrutura genômica semelhante, apresentando homologia
em torno de 50%. Além disso todos têm a capacidade de infectar linfócitos através do
receptor CD4.
Aparentemente o HIV-1 e o HIV-2 passaram a infectar o homem há várias décadas. O
HIV-1 tem se mostrado mais virulento do que o HIV-2. Numerosos retrovírus de
primatas não-humanos encontrados na África têm mostrado grande similaridade com o
HIV-1 e com o HIV-2. O vírus da imunodeficiência símia (SIV) presente com muita
frequência nos macacos verdes africanos é muito próximo ao HIV-2, sugerindo que
ambos evoluíram de uma origem comum.
Por estes factos supõe-se que o HIV tenha origem geográfica africana e que sua
disseminação se deve às características da sociedade contemporânea, que
posteriormente alastrou-se pelo Mundo.

4. Vias de transmissão do HIV


O HIV é transmitido principalmente por relações sexuais, que podem ser:
 Vaginais,
 Anais ou orais,
 Desprotegidas, isto é,
 Sem o uso do preservativo;
 E o compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas com sangue.
O que é frequente entre usuários de drogas ilícitas, que também podem contrair mais
doenças, como hepatites (Berg, 2020).
Outras vias de transmissão são por transfusão de sangue, porém é muito raro, uma vez
que a testagem do banco de sangue é eficiente. E, a vertical, que é a transmissão do
vírus da mãe para o filho na gestação, amamentação e principalmente no momento do
parto, o que pode ser prevenido com o tratamento adequado da gestante e do recém-
nascido. A infecção pelo HIV evolui para SIDA quando a pessoa não é tratada e sua
imunidade vai diminuindo ao longo do tempo, pois, mesmo sem sintomas, o HIV
contínua se multiplicando e atacando as células de defesa, principalmente os linfócitos
TCD4+.

5. Aparecimento de sintomas do HIV


Uma pessoa pode estar infectada pelo HIV, sendo soropositiva, e não necessariamente
apresentar comprometimento do sistema imune com depleção dos linfócitos T, podendo
viver por anos sem manifestar sintomas ou desenvolver o SIDA. Existe também o
período chamado de janela imunológica, que é o período entre o contágio e o início de
produção dos anticorpos pelo organismo. Nesse período, não há detecção de
positividade nos testes, pois ainda não há anticorpos, e pode variar de 30-60 dias.
Embora nesse período a pessoa não seja identificada como portadora do HIV, ela já é
transmissora (Dos Santos, 2022).

6. Factores de risco do HIV


Para se contrair o SIDA é necessário que a pessoa seja infectada pelo vírus HIV. Todos
estão sujeitos a contrair o vírus HIV, uma vez que, a doença não escolhe cor de pele,
idade, género ou preferências sexuais, contudo, há alguns comportamentos de risco para
a infecção por HIV, nomeadamente:
 Relação sexual com pessoa infectada sem o uso de preservativos;
 Compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas
injectáveis;
 Reutilização de objectos perfuro cortantes com presença de sangue ou fluidos.
Mulheres HIV-positivas que queiram engravidar também precisam tomar as
providências, sob orientação médica, para não transmitir o vírus para os seus filhos
durante a gestação ou parto. Mulheres infectadas pelo HIV não devem amamentar, pois
o vírus pode ser transmitido pelo leite materno.

7. Tratamento do HIV
A recomendação actual é que todas as pessoas infectadas, independente do CD4, devam
ser tratadas o mais brevemente possível.
O objectivo é minimizar os danos que o HIV causa no corpo e reduzir a transmissão,
pessoas em tratamento e com carga viral indetectável é intransmissível. A escolha do
esquema de tratamento deve ser discutida entre o médico e o paciente. O importante é
que uma vez iniciado o tratamento, o paciente deve estar ciente de que ele não deve ser
interrompido sem motivo e que as medicações devem ser tomadas todos os dias e nos
intervalos prescritos.
Quando utilizado de maneira irregular, o tratamento pode falhar por surgimento de vírus
resistentes. Outras medicações utilizadas nesse processo de tratamento são aquelas que
servem para prevenção de algumas doenças oportunistas, que em geral são suspensas
com a melhora da imunidade do paciente.

8. Métodos de prevenção do HIV


No copto geral, segundo Dos Santos (2022), o HIV pode ser prevenido segundo as vias
de transmissão, nomeadamente:
 Via sexual
Para prevenir a transmissão do HIV durante as relações sexuais é necessário utilizar
preservativo, em particular durante a penetração, desde o início até ao final da mesma.
Existem preservativos masculinos, femininos e barreiras de látex para o sexo oral. Além
disso, recomenda-se a utilização de lubrificantes de base aquosa para evitar danos no
preservativo. Esses lubrificantes, no caso de não utilização de preservativos, impedem a
ocorrência de traumatismos nos tecidos dessas zonas do corpo devido à fricção.
Para complementar a utilização de preservativo surgiu a profilaxia pré-exposição
(PrEP), que consiste na utilização de medicamentos antirretrovirais em pessoas sem
infecção por HIV, de modo a impedir a introdução da infecção por HIV nas células,
após contacto que potencialmente pode-se considerar de risco, como por exemplo
picagem de agulho por erro dos médicos no tratamento de pacientes infectados.
 Via vertical
Se estiver grávida (ou estiver a pensar em engravidar) e for HIV positiva, é importante
saber que os tratamentos para o HIV permitem melhorar a saúde materna e, em
simultâneo, reduzir eficazmente o risco de transmissão do vírus ao seu futuro filho ou
filha durante a gravidez e o parto. No caso do leite materno, a amamentação não é
recomendada.

 Via sanguínea
Evitar a partilha de objectos pessoais que possam ter estado em contacto com sangue
com o HIV, tais como escovas de dentes, objectos perfurantes, seringas, agulhas, entre
outros. É importante esterilizar o material utilizado para piercings e tatuagens. Em
suma, a forma mais efectiva de se prevenir o SIDA é prevenindo a infecção pelo vírus
HIV. Para se prevenir contra o HIV, o mais importante é não se colocar em situação de
risco para a infecção pelo vírus, ou seja: faça sexo (vaginal, anal ou oral) sempre com
protecção; não compartilhe agulhas e seringas; não reutilize objectos perfuro cortantes
no geral; e no caso de violência sexual, comunique as autoridades o quanto antes e vá a
um hospital, de preferência especializado, para que eles possam ministrar os remédios
de profilaxia de infecção pelo HIV ou outras doenças sexualmente transmissíveis
(DST). As chances de não se desenvolver essas doenças quando a profilaxia é feita
poucas horas após o acto é muito maior; se você descobriu que tem o vírus, comunique
o seu parceiro ou pessoas com as quais teve relações sexuais. Ele precisará fazer os
testes, pois um diagnóstico precoce faz com que o tratamento seja muito mais efectivo.

9. HIV/SIDA
A síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA ou AIDS da sigla Inglesa) é definida
quando a contagem de células T CD4+ está abaixo de 200 células por μL de sangue ou
pela ocorrência de doenças específicas, em associação com uma infecção por HIV. Na
ausência de tratamento específico, cerca de metade das pessoas infectadas com HIV
desenvolvem SIDA, cerca de dez anos após a contaminação. As condições iniciais mais
comuns que alertam sobre a presença de SIDA são a pneumocistose, caquexia e
candidíase esofágica. Outros sinais comuns incluem infecções respiratórias recorrentes.
As infecções oportunistas podem ser causadas por diversos tipos de bactérias, vírus,
fungos e parasitas que normalmente seriam controlados pelo sistema imunológico. Cada
infecção ocorre, em parte, em relação aos organismos que são comuns no ambiente que
a pessoa vive. Estas doenças podem afectar quase todos os órgãos do organismo
Humano (Dos Santos, 2022). Nesta senda, o autor acima citado, refere ainda que as
pessoas com o SIDA têm um risco maior de desenvolver vários tipos de câncer, como
sarcoma de Kaposi, linfoma de Burkitt, linfoma do sistema nervoso central primário e
câncer cervical. O sarcoma de Kaposi é o tipo de câncer mais comum e ocorre entre
10% a 20% das pessoas com HIV. Além disso, as pessoas com SIDA frequentemente
têm sintomas sistémicos, como febre prolongada, suores (especialmente à noite),
inchaço dos gânglios linfáticos, calafrios, fraqueza e perda de peso. A diarreia é um
sintoma comum presente em cerca de 90% das pessoas com SIDA. Pacientes com SIDA
também podem ser afectados por diversos sintomas psiquiátricos e neurológicos
independentes de infecções oportunistas e cânceres.

10. A epidemia do HIV em Moçambique


O primeiro caso de HIV em Moçambique foi diagnosticado em 1986, na província de
Cabo-Delgado, na Cidade de Pemba. Ainda nesse ano, nasceu uma forma de controlo
epidemiológico e recolha das taxas epidemiológicas do HIV, com base nas consultas
pré-natais (Berg, 2020).
Ainda segundo o autor, desde 1986, o número de casos tem vindo a crescer
rapidamente. Até finais de 1992, tinha sido registado um total cumulativo de 662 casos
de SIDA, para cerca de 1.35 milhões em 2002. Em 2018, aproximadamente 2.2 milhões
de pessoas viviam com HIV; dos quais 140.000 eram crianças entre 0 e 14 anos. Em
2013 estimava-se que 40% das infecções ocorriam na zona sul do país e segundo o
IMASIDA (2015), a Província de Gaza tem a prevalência mais alta, com 24 % de
pessoas infectadas, de uma prevalência nacional de 13.2%. As estimativas de
prevalência do HIV mostram que a epidemia está estável, mas ainda assim,
Moçambique pertence aos dez países com a prevalência de HIV mais alta do mundo.
A prevalência é mais alta nas mulheres, principalmente nas mulheres jovens, nas
pessoas com melhor educação e melhor rendimento, embora a dinâmica da doença
possa variar de um lugar para outro. Moçambique acompanha a iniciativa 90-90-90, a
qual preconiza que até 2020, 90% da população infectada seja diagnosticada e destes,
90% sejam tratadas, para, por sua vez, destes, 90% tenham supressão da carga viral. Isto
implica a massificação da testagem, a disponibilização, o acesso e a retenção no
tratamento.
Hoje, um dos grandes desafios é a retenção das pessoas no tratamento, pois com o
tratamento a longo prazo, redução da carga viral e dos sintomas, muitas pessoas
abandonam o tratamento.
De acordo com o CNCS (2016), em Moçambique são consideradas populações-chave:
 Mulheres trabalhadoras de sexo;
 Homens que fazem sexo com homens; e
 Pessoas que injectam drogas e reclusos.
Segundo o mesmo Órgão, são consideradas populações vulneráveis:
 Mulheres jovens dos 15-24 anos, trabalhadores móveis e migrantes, casais sero-
discordantes. Estes, são assim considerados pela sua elevada taxa de incidência
do HIV;
 Outro grupo é constituído por pessoas vivendo com o HIV, raparigas com idades
entre os 10 e os 14 anos, crianças órfãs e de rua, pessoas com deficiência; pelo
seu limitado acesso aos serviços de mitigação disponíveis.
De acordo com a mesma fonte, constituem compromissos nacionais: a protecção da
pessoa vivendo com o HIV; envolvimento da sociedade civil na resposta ao HIV; a
consideração pelos Direitos Humanos e a resposta no local de trabalho.

11. Prevenção

As formas mais eficazes de prevenir o HIV incluem:

 Uso de preservativos em todas as relações sexuais;


 Testagem regular para o HIV;
 Não compartilhamento de agulhas e seringas;
 Uso da PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) e PEP (Profilaxia Pós-Exposição),
medicamentos disponíveis para grupos de risco.

12. Tratamento

Embora ainda não exista cura para o HIV, o tratamento com antirretrovirais (TARV)
permite que a pessoa viva com qualidade de vida e reduza a carga viral a níveis
indetectáveis, o que impede a transmissão (U=U: Indetectável = Intransmissível).

13. Combate ao preconceito

O estigma e a discriminação continuam sendo grandes barreiras na luta contra o HIV. A


educação e o respeito são fundamentais para promover a inclusão e os direitos das
pessoas que vivem com HIV.
14. Conclusão

O HIV/SIDA é uma questão de saúde e também de cidadania. Com informação,


prevenção e tratamento, é possível controlar a epidemia. É necessário combater o
preconceito com empatia e promover o acesso à saúde para todos.

Depois de toda abordagem em torno do tema em apenso, o pesquisador aferiu que o


HIV/SIDA é uma epidemia que não tem cura e extremamente contagiosa, a pois a
contaminação, quando não tratada elimina o sistema imunológico do organismo e
facilita, por conseguinte, o aparecimento de diversas doenças oportunistas, desde a
tuberculose, a diarreia, o diabete entre outras doenças. Aferiu ainda que, o
incumprimento no tratamento pode gerar resistência dos vírus e gerar muitas
complicações no tratamento que podem causar até a morte. Contudo, uma vez que, pode
ser perfeitamente prevenida, o pesquisador entende que todo cidadão deve sentir-se
parte do processo para travar a propagação da epidemia, seguindo as advertências dos
ministérios que superintendem a área de saúde e a Organização Mundial da Saúde
(OMS).
15. Referências bibliográficas
Berg, Y. V. D. at al. (2020). Habilidades de Vida. Manual de Estudante. CED-Centro
de
Educação a Distância, Universidade Católica de Moçambique. Beira, Moçambique.
Dos Santos, H. S. (2022). O HIV/SIDA: Origem, Causa e Tratamento. Hospital Santa
Cruz. São Paulo, Brasil.
República de Moçambique, CNCS. (2016). GARPR Global AIDS Response Progress
Reporting 2014 Mozambique. Maputo, Moçambique.
Http://[Link]/livro/[Link]
Https://[Link]/[Link]/br/sintomas-transmissao-e-prevencao-nat-hiv
Https://[Link]/doencas/[Link]
Https://[Link]/pt-002/falta-de-fundos-condiciona-luta-contra-o-hiv-sida-emmo
%C3%A7ambique/a-55902168
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HIVaumenta-para-13-2-por-cento-em-Mocambique
Https://[Link]/saber-sobre-o-hiv/como-se-previne/

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