UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Cap. 04: PROVAS DE SALTOS – UNIDADE I
Aluno:
Prof° Esp. Leonardo Delgado
Data: / /
Capítulo 04: PROVAS DE SALTOS ultrapassar a “tábua de impulsão”, projetando o
Introdução corpo no ar para cima e principalmente para
Reconhecem‐se 8 provas de campo, frente, caindo com os dois pés na caixa o mais
4 de salto e 4 de lançamento. Todas requerem distante possível.
grandes doses de perícia, força e equilíbrio, e
necessitam de equipes especiais que incluem Salto Triplo
espaços cheios de material amortecimento para as Prova que utiliza o mesmo setor do
provas de saltos e círculos gradeados para os salto em distância, porém, necessitando‐se de
lançamentos, atualmente são realizados pelas maior distância entre a “tábua de impulsão” e a
moças e rapazes e diferenciando‐se nos caixa de areia.
lançamentos pelo peso dos artefatos lançados. Depois de uma corrida rápida, o
atleta executa a impulsão em um só pé, sem
Provas de Saltos ultrapassar a “tábua” e salta sucessivamente três
Todos os saltos consistem num vezes: o 1° salto deve ser dado de forma que o
movimento cíclico (a corrida) e num movimento competidor caia com o mesmo pé com que foi
acíclico (o salto propriamente dito); e distinguem‐ dada a 1° impulsão, na finalização do 2° ele deve
se essencialmente pelas características da cair com o outro pé e, a partir daí, completar o
trajetória aérea. Desta forma os saltos visam salto realizando a queda na caixa de areia o mais
alcançar uma altura, ou cair a uma máxima longe possível.
distância.
Salto em Altura
Prova que consiste na transposição
de uma barra (“sarrafo”) colocada horizontalmente
e apoiada em dois postes (“saltômetros”).
Após a corrida preparatória, não
muito rápida, o atleta ao se aproximar do sarrafo 39
executa a impulsão em um só pé, elevando‐se e
transpondo‐o sem derrubá‐lo. A área de queda é
protegida por colchão.
Figura 80: Provas de Saltos Salto com Vara
Prova que consiste na transposição
São quatro os tipos de saltos: de um sarrafo colocado horizontalmente sobre
distância, altura, triplo e o salto com vara. Para dois suportes com auxílio de uma vara.
nosso estudo, vamos começar com o salto em Esta prova é realizada num
distância, por ser o mais natural de todos os saltos. “corredor” de 40m que possui no final um
“encaixe” para a vara, próximo aos postes que
Objetivos sustentam o sarrafo e de uma área de queda
- Saltos horizontais: salto em distância e triplo ‐ protegida por colchões.
objetiva alcançar a maior distância possível. Ao final de uma corrida preparatória
- Saltos verticais: salto em altura e com vara ‐ rápida, o atleta introduz uma das extremidades da
objetiva ultrapassar o sarrafo que é elevado de vara no encaixe. A vara, por sua vez, servirá de
forma gradativa, na maior altura possível, sem alavanca para o atleta se elevar de modo a
derruba‐lo. transpor o sarrafo.
Conceitos Observações adicionais:
Salto em Distância ‐ Os saltos em distância, triplo e altura são
Prova realizada num “corredor” executados com as possibilidades dinâmicas do
medindo entre 40 e 45 m de comprimento, usado aparelho locomotor;
para a corrida preparatória do salto, contendo ‐ O salto com vara acrescenta a ajuda de um
próximo ao final uma “tábua de impulsão” e instrumento – vara – diferenciando‐se dos outros
depois uma caixa de areia (área de queda) para saltos principalmente a partir da impulsão;
amortecer a queda do saltador. ‐ Corrida preparatória = corrida de impulso =
Após uma corrida rápida, o atleta corrida de aproximação = corrida de aceleração.
salta impulsionando com um só pé, sem
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Salto em Distância Caso o atleta dê seu último toque no
História solo antes do salto após a linha‐limite, esse salto
A história nos diz que a ambição de será invalidado.
saltar a maior distância possível é certamente tão
velha quanto a própria história do atletismo. O
salto foi tratado sobre várias formas desde a
antiguidade. Na Grécia, a impulsão se dava a partir
de uma espécie de marca (bater) de pedras, sobre
o solo plano (skumma), ou com ajuda de pesos Figura 81: Caixa de Areia ‐ Salto em Distância
(halteres). Estes pesavam entre dois quilos e meio
a cinco quilos e ajudavam especialmente os Outras causas de invalidação de um
particulares do pentatlo da época, a obter os salto: caso o atleta toque, com qualquer parte do
melhores resultados no salto em distância. corpo, a área posterior à linha de medição
Procurando novas ideias, para localizada na barra de impulsão; toque o lado da
aperfeiçoamento da técnica do salto, em 1886 foi tábua de impulsão; toque o solo fora da caixa de
introduzida a tábua de impulsão, cuja utilização areia no momento em que cair; caminhe pela caixa
ainda hoje é discutida, tendo já sido fatídica para de areia após o salto; dê um salto mortal.
muitos atletas.
Por exemplo, nos Jogos Olímpicos de A Técnica do Salto em Distância
1952, havia apenas um grande favorito: o negro O salto em distância é tecnicamente
americano chamado George Brown, que até então mais simples que o salto com vara e que os
fizera 41 competições sem nunca ter sido lançamentos, porém, a atleta, para obter sucesso,
derrotado. Três vezes caiu próximo da marca dos deve, segundo o treinador soviético W. Popow, ser
oito metros e por três vezes o árbitro ergueu a rápido como um velocista, ter a força de impulsão
bandeira vermelha, por ter pisado além da tábua de um saltador em altura e o ritmo de um
de impulsão. Por ter sido retirado da caixa de baterista. É, porém, a corrida juntamente com a
areia, onde permanecia deitado, imóvel, tamanho impulsão o fator de maior importância para a
foi seu desconsolo. Nesta oportunidade, a medalha realização de um bom salto. Mas são muitos os
de ouro foi ganha com a marca de 7.57 metros.
Porém, retirar a tábua de impulsão
saltadores em potencial que confiaram apenas
nessas duas qualidades, mas não progrediram
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para o salto em distância seria o mesmo que retirar porque não se dedicaram à assimilação dos
o estímulo e a expectativa que a mesma causa. movimentos técnicos do salto.
Foi desta forma que, na Cidade do
México, durante as Olimpíadas de 1968, que o
americano Bob Beamon saltou a fantástica
distância de 8,90 metros, um recorde mundial
dificílimo de ser superado.
As mulheres começaram a competir
em nível olímpico em 1928. Galina Chistyakova, da
Figura 82: Salto em Distância
ex‐União Soviética, detém o recorde olímpico
feminino no salto em distância, com uma marca de
No salto em distância podemos
7,52 m.
observar quatro fases que são as seguintes:
a) Corrida de aproximação
Curiosidade b) Impulsão
Nos jogos olímpicos originais, os c) Vôo
saltadores carregavam alteres, ou pesos, mas d) Queda
mãos. Durante o salto, os atletas balançavam os
halteres na frente de seus corpos para aumentar o
empuxo à frente.
Regras
A prova tem uma forma de disputa Figura 83: Fases do Salto em Distância
muito simples. Cada atleta tem direito a seis
tentativas para atingir sua melhor marca. A Corrida
Uma tentativa é considerada válida A corrida de aproximação é de
quando o competidor inicia o movimento do salto importância vital para o salto em distância. Quanto
dando o último passo antes da linha que limita a maior for a velocidade de aproximação que o
área de corrida. saltador puder transferir para a impulsão sem
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grande perda de momento, tanto melhor será o executados na sua correta sequência e com boa
resultado final. Por isso mesmo os bons saltadores coordenação.
de distância (e triplo) correr muito bem os cem A impulsão, segundo Schomolinsky
metros rasos. pode ser ainda subdividida em três fases principais,
O atleta inicia a corrida de pé e vai a saber:
acelerando gradativamente, para chegar à tábua 01. A colocação do pé de impulsão: Há um
de impulsão com a velocidade máxima e na melhor assentamento ativo do pé impulsor sobre a tábua.
posição para colocar o pé chato em cheio com O saltador não espera que o pé toque o solo, antes
grande exatidão. move a perna para baixo e para trás em rápido
A frequência e a amplitude da movimento de “patada”. Ao bater na prancha a
passada da corrida até a preparação da impulsão. perna estará quase completamente estendida
O tronco do saltador ergue‐se neste caso (170º).
gradualmente. Durante as últimas três a cinco 02. A fase de amortização ou absorção do impacto
passadas, o saltador prepara a transferência da da impulsão: Nesta fase as forças resultantes do
corrida (velocidade horizontal) para a impulsão assentamento ativo do pé de impulsão são
(velocidade vertical). absorvidas por uma ligeira flexão das articulações
A preparação para a impulsão requer do tornozelo, do joelho e quadril. A flexão do
certas adaptações. O saltador toma uma atitude joelho da perna impulsora atinge 145º a 150º.
mais ereta e os joelhos são bem levantados à 03. A impulsão ativa: Quando a fase de
frente para preparar a enérgica elevação da perna amortização criou condições favoráveis para um
livre. salto ativo a ação de elevação propriamente dita
A penúltima passada da corrida é em não apresenta maiores dificuldades. O movimento
muitos casos maior que as demais. Depois de de impulsão inicia‐se com a extensão das
atingir a melhor velocidade as passadas do saltador articulações do joelho e pé da perna impulsora. A
ficam constantes e o ligeiro aumento a última coxa da perna livre quase alcança a horizontal,
passada provoca um pequeno atraso do centro de enquanto que a sua parte inferior pende
gravidade (aumentando sua trajetória de verticalmente.
aceleração) e pelo fato da última passada ser O tronco pode apresentar uma
novamente diminuída concentra‐se mais força
para cima. Este é um fenômeno que ocorre
ligeira inclinação para trás, que não é incorreta. Os
braços auxiliam o movimento respectivamente, um
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naturalmente e pode ser explorado para frente e para cima e o outro para trás e para
conscientemente quando o atleta já tem bastante cima com projeção dos cotovelos, permitindo‐se
experiência da prova. assim a elevação dos ombros e conservar o
Porém, não é recomendável equilíbrio. Os braços devem ainda ser bloqueados
preocupar os iniciantes com este detalhe. É feito aproximadamente na altura dos ombros,
no transcurso da corrida uma marca intermediária juntamente com o bloqueio do joelho elevado,
que é atingida pelo pé de impulsão do saltador. para um melhor aproveitamento da fase seguinte.
Serve para dar mais segurança e ao mesmo tempo A velocidade varia conforme idade, sexo e o grau
orientar o atleta, que ao passar por ela, sai mais de preparação de cada atleta enquanto que o
confiante para o salto. Esta marca fica no início do ângulo de saída é em todos os casos de 18 a 22
último terço da corrida, isto é, a cinco ou seis graus. No final da impulsão, a perna impulsora
passadas antes da tábua de impulsão. Alguns forma um ângulo de impulsão de 76 a 80 graus,
saltadores já com mais experiência preferem não segundo Schomolinsky.
usá‐la bem como opostamente o iniciante ainda
não a usa. O Vôo
Impulsão
Figura 85: Fase de Voo
Figura 84: Fase de Impulsão
É durante a fase do vôo que os
estilos se definem (analisaremos os mais comuns
A impulsão dura apenas 12 a 13
adiante). Esta fase de sustentação no ar que
centésimos de segundo, durante este breve espaço
começa imediatamente após a impulsão, tem a
de tempo todos os movimentos devem ser
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finalidade de manter o equilíbrio e preparar o Schomolinsky acha que a técnica do
atleta para uma aterrisagem com o máximo de salto grupado está superada e deve ser suprimida
aproveitamento. mesmo para os escolares sendo substituída por
uma outra, que é chamada de técnica de passada.
A Queda
Ao tocar na areia com as pernas mais Técnica de Passada
estendidas, possível o atleta procurará evitar cair Nesta, a posição de passada da fase
sentado ou colocar as mãos atrás. Para isso de impulsão é mantida durante um intervalo
utilizará dos recursos de flexionar as pernas no maior.
momento do contato com o solo e elevar os braços Esta técnica, embora bastante
à frente, enquanto executa um “golpe” com o simples, tem a desvantagem da dificuldade da
quadril, para levar o corpo à frente. manutenção do equilíbrio.
Alguns bons atletas, na queda A perna impulsora que vai um pouco
flexionam um dos joelhos e firmam o outro no mais atrás, só imediatamente antes do contato
momento em que os calcanhares tocam o solo, o com o solo, é que vem a frente ao encontro da
movimento que tem por finalidade fazer com que perna de balanço. O tronco é mantido ereto até
o atleta caia lateralmente, voltado ligeiramente este momento. Só quando o atleta levanta as
para frente. pernas em preparação para a aterrisagem é que o
tronco se flete para frente em movimentos de
compensação.
Os movimentos dos braços
estabilizam o vôo, sendo levados na maioria das
vezes, o do lado da perna impulsora, para frente e
para cima e o outro para baixo e para trás e acima
em semicírculo.
Figura 86: Fase de Queda Do alto ambos vão para baixo e
atrás, terminado sua movimentação novamente à
Saída da Caixa de Areia frente.
Deverá ser realizada à frente da
marca de referência para a medição do salto, Técnica do Arco
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podendo ser pelas laterais da caixa. Após ter conseguido a maior
elevação o atleta adianta o seu quadril deixando
Tipos de Técnicas de Saltos atrasar a perna de impulsão e os braços.
Passamos agora a análise de alguns Enquanto a perna de impulsão se
dos mais conhecidos saltos em distância. Conforme dirige para trás, a perna livre para frente. A seguir
já mencionada, as diferenças encontradas são ambas as pernas estão fletidas atrás, próximas
apenas na fase do vôo, uma vez que a maneira de uma da outra formando um ângulo reto com as
correr e se impulsionar é igual em todas elas. coxas. A figura formada é um arco, daí o nome da
técnica.
O Salto Grupado Esta posição é mantida até cerca da
Constando de movimentos simples, o metade da parábola da linha de vôo.
salto grupado, é frequentemente o mais usado nas Os braços continuam em movimento
escolas e nos clubes para atletas iniciantes, com de subida iniciado na impulsão para depois
resultados de cerca de 6 metros. movimentarem para trás em cima da cabeça em
Após a impulsão, as pernas são forma de arco, posição mantida até cerca da
fletidas para frente e para o alto. Logo em seguida, metade da parábola da linha de vôo.
quando tiver alcançado a máxima elevação no ar, o A queda é iniciada quando as pernas
corpo se flexiona com braços a frente no início e se movem para cima e para diante e o tronco
bruscamente atrás depois. As pernas são abaixa.
estendidas à frente, para cair na areia e os braços Imediatamente, antes de tocar o
são novamente levados à frente na direção dos solo, as pernas são projetadas bem para diante e
pés. os braços começam a estender para frente.
Técnica das Passadas no Ar
Esta técnica é geralmente usada por
atletas de alto nível, com resultados acima de 7
metros, é também erroneamente conhecida entre
nós por tesoura. Nela diz‐se que realmente o
Figura 87: Salto Grupado
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saltador continua a correr no ar, dando até 3,5 saltos esquerdo‐direito ou o inverso. Esta
passos. sequência tem a designação inglesa de “hop, step
and jump”.
Figura 88: Técnica das Passadas no Ar Figura 91: Fases do Salto Triplo
A perna de impulsão estendida é Nesta mesma época, a primeira
levada para trás do tronco, onde flete, enquanto medalha olímpica foi ganha com um salto de 13.72
que a perna de balanço oscila para frente. Neste metros e nada mudou quanto às normas.
caso a coxa eleva‐se quase paralelamente ao solo Desde então o salto triplo tem se
com a perna suspensa. As passadas no ar são espalhado por todos os continentes. Japoneses,
auxiliadas com movimentos opostos de australianos, brasileiros, bem como atletas
circundação sincronizados dos braços. O tronco poloneses e soviéticos contribuíram grandemente
encontra‐se um pouco inclinado para trás e só na para o desenvolvimento desta prova.
queda é que é projetado para frente. O Brasil tem seu lugar de destaque
na história do salto triplo. Ademar Ferreira da Silva
foi o nosso primeiro grande saltador, duas vezes
campeão olímpico. Depois veio Nelson Prudêncio,
vice‐campeão olímpico de 1968, oportunidade em
que por alguns minutos, tinha superado o recorde
mundial.
Já o fenomenal João Carlos de
Oliveira, nos deu a alegria do recorde mundial por
Figura 89: Queda
vários anos. Apesar de campeão mundial, não teve
Imediatamente antes do contato
sorte nas Olimpíadas, sendo duas vezes medalha
de bronze. Teve sua carreira prematuramente
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com o solo, os braços são levados ligeiramente
interrompida por um trágico acidente que lhe
atrás do corpo, e quando os calcanhares já roubou a condição de atleta, mas não roubou‐lhe o
tocaram o solo, são vigorosamente atirados para mais importante: a vida.
diante.
Regra
Salto Triplo Cada atleta tem três tentativas para
Os atletas devem alcançar a maior correr em linha reta e saltar, antes da borda frontal
distância possível após uma série de três saltos.
da marca de pulo, alcançar a máxima distância
possível. Para ganhar impulso, o atleta pode
colocar os pés para frente antes de cair na caixa de
Figura 90: Salto Triplo areia.
Eles correm em linha reta, saltam Técnica do Salto Triplo
duas vezes com um pé só a partir de uma marca na A técnica do salto triplo se sujeita à
pista até se lançarem com os pés em uma caixa de velocidade e à potência.
areia. Para estudar o salto triplo
dividiremos em fases, sendo:
História ‐A corrida;
Nos primeiros anos do atletismo ‐Os saltos: primeiro, segundo e terceiro;
moderno, os irlandeses e os escoceses dominavam ‐A queda.
esta prova. No salto triplo irlandês, os três saltos
eram executados sobre a mesma perna (esquerda, A Corrida
esquerda, esquerda ou direita, direita, direita). É muito parecida com a corrida do
Depois, na Alemanha, foi salto em distância. A diferença principal está na
desenvolvido o salto triplo com passadas que se execução dos passos, que se caracteriza pelo
sucediam (direito, esquerdo, direito ou esquerdo, menor tamanho do penúltimo passo comparando
direito, esquerdo). como salto em distância. Isto evita perda de
No início dos Jogos Olímpicos velocidade durante a impulsão. O salto em
modernos (1896) foi oficializado a sequência de distância necessita desta velocidade mas ela pode
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ser obtida durante o último passo, o que não seria ‐ O membro inferior que realizou as chamadas
indicado no salto triplo (preocupação do equilíbrio precedentes deverá balançar atrás descontraído e
após o primeiro salto). flectido a nível da articulação do joelho.
Os Saltos JUMP
HOP (impulso – vôo – queda) ‐ Manter o membro inferior de recepção/chamada
‐ Assumir uma posição “alta” numa fase inicial do praticamente em extensão.
movimento. ‐ Efetuar o apoio com a totalidade da planta do pé.
‐ Tentar não perder velocidade. ‐ Efetuar um movimento ativo (grifée), de arranhar
‐ Manter o tronco numa posição vertical. o solo, realizado de cima‐frente para baixo‐trás.
‐ Movimentar os membros superiores de uma ‐ Manter o tronco na vertical.
forma rápida e coordenada com os membros ‐ Elevar a coxa do membro inferior livre rápida e
inferiores, alternada ou simultaneamente. ativamente até à horizontal, mantendo a posição
‐ Após atingir o ponto mais alto o membro inferior numa primeira fase da suspensão.
livre efetua um movimento para baixo e para trás,
atingindo quase a extensão completa quando
passa na vertical do corpo.
‐ A coxa do membro inferior de chamada dever‐se‐
á elevar até à horizontal, com o objetivo de
preparar a recepção do HOP e a chamada do STEP. Figura 94: Jump
Saída da caixa de areia
Deverá ser realizada à frente da
marca de referência para a medição do salto,
podendo ser pelas laterais da caixa. O processo é o
mesmo utilizado no salto em distância.
Figura 92: Hop
É o salto mais curto dos três, pois é
Salto em Altura
Os atletas devem saltar sobre uma 44
realizado em condições de maior dificuldade, já barra horizontal suspensa por dois suportes
que o mesmo membro inferior que realiza a verticais separados por 4 metros de distância. A
primeira chamada, tem de absorver o impacto do pista de corrida deve ter 15 metros de
peso do atleta e imprimir‐lhe uma nova comprimento, podendo chegar entre 20 e 25
aceleração. metros.
O atleta tem direito a três tentativas.
STEP (impulso – vôo – queda) Caso consiga, a barra é elevada no mínimo 2
centímetros para a realização da próxima série.
Para executar o salto, os atletas
correm em alta velocidade até a barra, giram o
corpo enquanto começam a se elevar e tentam
superar o obstáculo de costas, antes de cair no
colchão de proteção.
Figura 93: Step
‐ Manter o membro inferior de recepção /
chamada praticamente em extensão.
‐ Efetuar o apoio com a totalidade da planta do pé.
‐ Elevar a coxa do membro inferior livre até à Figura 95: Salto em Altura
horizontal.
‐ Efetuar um movimento ativo (grifée), de arranhar A nota do atleta baseia‐se em um
o solo, realizado de cima‐frente para baixo‐trás, salto sobre uma perna.
com ligeira flexão a nível do joelho. O salto Fosbury é um estilo de salto
‐ Manter o tronco na vertical. em que o atleta salta de costas, apoiando‐se no pé
‐ Procurar coordenar os membros superiores que está mais distante da barra.
(simultâneos ou alternados) com a ação dos
membros inferiores.
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História então em um tipo de salto em que o tronco do
O salto em altura foi incluído nos atleta não ficasse na vertical. Surgiram assim os
Jogos Olímpicos de 1896 para homens e tem feito vários tipos de salto.
parte dos Jogos de verão desde então.
O salto em altura para mulheres foi Salto em Altura Estilo Rolo Ventral
introduzido nos Jogos de Amsterdã, em 1928. Uma das grandes vantagens deste
estilo é que o atleta transpõe o sarrafo com o
Curiosidade tronco na posição horizontal. Com isto, pode
O recorde mundial atual é do cubano facilmente transpor alturas maiores.
Javier Sotomayor, com saltos de 2,43 m e 2,45 m.
Técnicas em Salto em Altura
Na descrição técnica das fases de
execução do salto em altura temos: concentração,
corrida, aproximação, impulsão, elevação, Figura 97: Estilo Rolo Ventral
transposição e queda.
Em 1910, Monnier, campeão da Neste estilo, na fase de
França, com a marca de 1,76m utilizava a técnica concentração, o atleta deve colocar‐se distante
do salto “à Cavally”, que era a mesma usada pelos mais ou menos doze passos, aproximadamente
atletas nas corridas sobre obstáculos. Donde num ângulo de 40 graus do sarrafo. O ângulo pode
concluímos que a sua corrida para a impulsão era variar de acordo com a preferência de cada um.
frontal. Muitos atletas naquela época, davam a Também é importante que na fase
impulsão com os dois pés, pois era permitido pela da corrida, corra apenas uma pequena distância.
regras. Na fase da aproximação, ele deve acentuar a
Depois desta técnica outras devem velocidade nos três últimos passos.
ter surgido, mas a referência histórica mais Na fase de impulsão do estilo rolo
próxima que temos é a da técnica do salto tesoura, ventral, o atleta bate o pé de apoio no chão, inclina
que se apresenta como a maneira mais simples e
natural de transpor o sarrafo. A saída da corrida é
lateral, do lado contrário à perna de impulsão, e a
o tronco para trás e lança a perna livre para o alto.
Na elevação, lança a perna livre para 45
o alto e os braços para a frente. Ao mesmo tempo,
transposição é feita na posição sentada, com o inicia uma rotação do tronco, com o abdome
tronco na vertical. Ainda hoje, muitos iniciantes voltado para o sarrafo.
usam essa técnica, mas que apresenta um Na fase de transposição o atleta
resultado muito limitado. flexiona a perna de impulso, fazendo o joelho subir
verticalmente. Ao mesmo tempo, flexiona o tronco
Tipos de Técnicas em Salto em Altura e a perna livre e lança os braços para trás,
No salto em altura, podemos transpondo o sarrafo. Finalmente, o atleta cai
perceber o estilo que o atleta usa, principalmente rolando e amortece a queda.
nas fases de impulsão, elevação e transposição.
São estilos do salto em altura: tesoura, “flop” ou Salto em Altura Estilo “Flop” ou Salto de
salto de costas, rolo ventral e outros. Costas
Em 1968, no México, apareceu o
Salto em Altura Estilo Tesoura estilo ou técnica “flop”, também chamado de
“mergulho dorsal” ou “salto de costas”.
Figura 96: Estilo Tesoura
O estilo tesoura é a técnica mais
simples e natural de se transpor o sarrafo. No
Figura 98: Salto de Costas
entanto, não permite transpor grandes alturas. Os
especialistas em saltos, não satisfeitos com os
resultados obtidos, começaram a procurar novas As fases do salto estilo “flop” são:
formas de saltar. Observaram que no estilo tesoura corrida, aproximação, impulsão, elevação,
o atleta mantém o tronco na vertical. Pensaram transposição e queda.
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A corrida feita em trajetória curva saltar, à sua escolha, em qualquer altura
possibilita uma impulsão mais diretamente subsequente.
embaixo do quadril, diferentemente dos outros
estilos. A velocidade é aumentada gradativamente Salto com Vara
e tem importância maior que em outros estilos. Os atletas correm em uma distância
Para a formação da estrutura dos movimentos de 45 metros usando uma barra flexível cujo
seguintes, a última passada deve ser ligeiramente tamanho varia de acordo com a sua altura. Todos
diminuída. Embora ainda haja apoio firme de eles tentam superar uma barra horizontal. Cada
calcanhar, este apoio é menos acentuada. vez que conseguem, a altura da barra sobe e eles
Na impulsão o atleta aproxima‐se têm três novas tentativas para superá‐la. Com
com relativa velocidade, bate o pé de apoio no origem na Inglaterra, a categoria é tradicional nos
chão e lança para o alto o joelho da perna livre. países do leste europeu.
Então, completa o movimento com uma ação
impulsora da perna de impulso para vertical,
terminando com o lançamento dos braços para a
cima. Após a impulsão, nota‐se durante a elevação,
que o corpo do saltador inicia um giro até que
volta as costas para o sarrafo.
Na transposição o atleta amplia a Figura 99: Salto com Vara
extensão do seu corpo, deitando‐se. Temos, então,
o chamado arco de contorno do sarrafo. A Técnica do Salto com Vara
Após a transposição, o atleta entra A vara de fibra difere da
na fase final do salto, que é a queda. convencional principalmente pela flexibilidade que
O salto “flop” exige a primeira apresenta. Essa qualidade propicia ao
obrigatoriamente locais que amorteçam atleta o aproveitamento da energia acumulada
totalmente o choque da queda. Sem essa pela flexão da vara.
condição, a técnica não pode ser adotada. Os Para que os benefícios sejam
colchões de espuma sintética e os infláveis são os observados, além da técnica perfeita, com os
mais comuns, mas apresenta o inconveniente de
serem caros. Com alguma imaginação é possível
detalhes peculiares, é importante que as
especificações da vara (comprimento, diâmetro,
46
improvisar outros tipos de locais para a queda e peso, etc.) estejam de acordo com as
utilizá‐los depois de testada a sua segurança características do atleta e da altura que ele irá
quanto à proteção dos saltadores. Um exemplo é o saltar. O saltador com vara deverá ter pernas
uso de pneus amarrados entre si, sobre os quais se fortes, braços e espáduas desenvolvidas, rapidez
coloca um acolchoado de espuma, de retalhos ou de um velocista, agilidade de um ginasta olímpico,
de colchões de ginástica. além de muita voluntariedade.
Por isso mesmo o salto com vara é,
Algumas regras do salto em altura sem dúvida, a mais complexa e difícil prova do
A altura obtida no salto é medida atletismo, sendo que para nossa análise a
pelas marcas das traves que suportam o sarrafo. dividiremos nas seguintes fases técnicas:
Nas competições a altura do sarrafo empunhadura, corrida, impulsão/pêndulo,
é aumentada gradativamente, a partir de uma elevação/giro, transposição e queda.
altura mínima estabelecida, até que nenhum dos
participantes consiga ultrapassá‐la. Cada atleta Empunhadura:
tem direito a duas tentativas falhas na disputa de A vara, no local do início da corrida,
cada altura. Será desclassificado da competição na encontra‐se na lateral do atleta na altura dos
terceira tentativa falha. quadris, com a ponta mais ou menos elevada em
Se antes da impulsão, o atleta relação ao solo.
colocar qualquer parte do corpo ou tocar o chão
debaixo do sarrafo, sua tentativa será considerada
falha. A tentativa também será considerada falha
se o atleta derrubar o sarrafo.
O salto em altura com os dois pés
unidos não é válido pelos regulamentos da
Federação Internacional, e além diss, as pessoas
correm o risco de se machucar ao fazê‐lo. O atleta
pode começar a saltar em qualquer altura
previamente anunciada pelo árbitro‐chefe. E, pode
Figura 100: Empunhadura
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A mão direita, a de cima, se encontra movimentos e é importante que o eixo dos ombros
atrás. Os dedos apontam para fora e para baixo, e permaneça na perpendicular com a direção da
a vara é fixada entre os dedos polegar e indicador. corrida.
O braço direito tem uma flexão aproximada de um Os braços não se estendem por
ângulo reto. completo, ficando flexionados a um ângulo de
O braço esquerdo à frente do corpo aproximadamente 90º, pouco antes de sustentar o
tem também esta angulação, sendo que a palma peso do corpo.
da mão está voltada para dentro, e a exemplo da
mão direita, a vara fica entre os dedos polegar e o Impulsão e Pêndulo:
indicador. No momento da impulsão a elevação
A distância entre as duas mãos, se faz mais na procura de uma progressão
segundo o peso e a altura da vara, pode variar de horizontal do que vertical. Este é um dos detalhes
50cm a 1 metro. que diferem a técnica da vara flexível da rígida.
A Corrida:
É bastante parecida com a corrida do
salto em distância. É necessário chegar ao ponto
de impulsão com bastante velocidade, mas com
uma corrida controlável, afim de possibilitar a
perfeição na execução dos movimentos.
Figura 103: Impulsão e Pêndulo
Figura 101: Corrida O joelho da perna direita projeta‐se
para frente, o que soma à ação da perna esquerda,
O total desta corrida depende da leva o quadril para frente e ligeiramente para cima.
capacidade de aceleração do atleta e varia de 18 a
22 passos. É recomendável usar uma marca
A referência para o ponto de
impulsão é uma linha vertical resultante da
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intermediária para ajudar na orientação do ritmo, projeção da pegada da mão direita e o pé de
e esta deve se situar entre a 8ª e a 12ª passadas e impulsão, embora determinados saltadores de
correspondente à perna de impulsão do atleta. nível se impulsionem até 15/25 cm a frente desta
A forma mais confortável de linha.
transportar a vara é com a ponta na altura da Após a impulsão, o braço esquerdo é
cabeça(podendo ser mais alta) e ligeiramente pressionado contra a vara enquanto o direito
voltada para dentro (lateral oposta ao lado em que executa o movimento para frente e para baixo.
é transportada a vara). A vara começa a curvar‐se em
A ponta da vara, que no início da consequência da energia que lhe foi transmitida
corrida está mais elevada, abaixa‐se pela corrida e pela impulsão, e as pernas e o
gradativamente, preparando a ação para o quadril tem sua progressão para cima em forma
encaixe. pendular. O braço direito estende‐se com o
esquerdo firmemente fletido a fim de assegurar o
Encaixe: nivelamento da linha dos ombros.
Assim suspenso por debaixo da vara,
o atleta levanta as duas pernas, fletidas pelos
joelhos, com vigor, aumentando assim
rapidamente a flexão da vara. O corpo do atleta
ainda está por baixo da vara e o seu quadril ainda
não passou por ela e é nesse momento que se
verifica a maior flexão da vara.
Figura 102: Encaixe Elevação/giro:
Assim que a vara começa a recuperar
Nos últimos 5 passos a ponta começa a forma retilínea, todos os movimentos por ele
a baixar gradativamente, de encontro a caixa de realizados se devem realizar na vertical. São
encaixe. Três passadas antes da impulsão, a mão movimentos não passivos, que devem constituir
direita é levada para junto da bacia, depois para uma continuação da elevação dos quadris.
trás e para o alto. A esquerda acompanha estes
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Queda:
Figura 104: Elevação dos Quadris
Figura 106: Queda
Na elevação, primeiro as pernas,
depois os quadris passam além da vara e é quando É feita na continuidade normal dos
notamos, visto de lado, uma posição em “L” movimentos anteriores com o atleta caindo de
tomada pelo corpo do atleta. Esta posição em “L” costas, num colchão de espuma especial.
é típica e necessária na fase anterior ao
endireitamento da vara. QUESTÕES
O atleta procura elevar‐se para a 1. Quantas são as provas de campo?
vertical com um trabalho do braço esquerdo que a) uma
continua a tração, agora junto ao corpo, em b) três
direção da axila. O braço direito também traciona,
c) oito
auxiliando a elevação nesta fase e
consequentemente provocando o giro do corpo.
d) dez
Assim o atleta passa por cima dos apoios das mãos, e) vinte
já se encontrando de frente para o sarrafo.
Ainda nesta fase ascendente, o 2. Quando falamos de arremesso no atletismo
saltador empurra a vara com a mão esquerda, é de:
largando a, e imediatamente empurra com a mão a) Peso
direita, ações estas que executadas corretamente,
fazem com que o corpo do saltador suba um pouco
b) Dardo 48
c) Disco
mais antes de contornar o sarrafo. d) Martelo
Transposição do Sarrafo
3. Os saltos no atletismo são compostos de
movimentos que se confrontam com as leis da
física e da biomecânica. Os saltos podem ser
subdivididos em horizontais e verticais. Dentre
os saltos verticais, tem‐se:
Figura 105: Transposição do Sarrafo
a) triplo e em distância
b) triplo e com vara
As fases anteriores determinam a c) triplo e em altura
condição de transposição do sarrafo. Passando d) em altura e com vara
primeiro ambas as pernas, o corpo adquire uma e) em altura e em distância
posição curvada ou angular, com a mão direita
ainda apoiada na vara. Após fazer a repulsão da 4. Quais os tipos de saltos fazem parte do
vara, o atleta puxa os braços para trás, juntamente Atletismo?
com o tórax, para livrar‐se do sarrafo.
a) Altura, distância, extensão e com vara.
b) Distância, altura, triplo e com vara.
c) Triplo, com vara e altura.
d) Com vara, em distância, em extensão.
5. O atleta corre numa pista, de no mínimo 40
metros, e deve efetuar o salto antes de uma
tábua de 20 cm de largura. Ao cair na areia é
feita a medição da distância obtida. Que tipo
de salto a descrição se refere?
a) Salto em altura.
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b) Salto em distância. GABARITO
c) Salto triplo. 1)c; 2)a;3)d;4)b;5)b;6)b;7)c;8)a;9)a;10)a
d) Salto com vara.
6. As regras obrigam os atletas a “um pulo, um
passo e um salto”, enquanto tentam cobrir a
maior distância possível. A descrição refere‐se
ao salto?
a) Distância.
b) Triplo.
c) Com vara.
d) Altura
7. Quando é que um salto em DISTÂNCIA é
considerado nulo?
a) Com a queda do atleta
b) Quando pisa a tábua de chamada.
c) Quando ultrapassa a tábua de chamada.
d) As duas respostas anteriores estão corretas.
8. No salto triplo o atleta executa 3 saltos,
cada salto tem um nome, qual nome dos
saltos executados respectivamente?
a) hop, step e jump
b) step , jump e hop
c) jump, hop e step
d) hop, jump e step 49
e) Step,hop e jump
9. No salto em distancia existem 3 estilos
famosos de salto, qual estilo o texto a seguir
se refere?
“Flexione a perna dianteira, levando para cima
o braço. Depois leve os braços para trás, e
estenda as pernas de modo que elas e os
braços sigam para trás do corpo, leve os
braços para cima descrevendo um círculo por
trás do corpo, levante os joelhos e leve os
braços para cima.”
a) Grupado
b) Arco
c) Passada no Ar
d) Flop
e) Jump
10. Quais os 3 estilos do salto em altura?
a) Tesoura, Rolo ventral, Flop
b) Arco, Flop, Jump
c) Grupado, Tesoura , Rolo ventral
d) Tesoura, Arco, Jump
e) Rolo ventral, Arco, Tesoura
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