– Já ouviu falar na hora azul?
Ele indagou, enquanto se colocava de pé na borda do seu Garven, na
parte mais alta do convés, e do limbo e brilhante que era o céu da
alvorada. Mãos pra trás, peito estufado, postura perfeita.
– Hora azul senhor? – a serviçal respondeu. Mas pra frente, dedos
entrelaçados e cotovelos flexionados, uma postura de submissão.
– Na verdade não é uma hora, e sim, um minuto.
ele pausa.
Coninua dirigindo sua imponência ao horizonte febril do alvorecer do
dia, da beirada do barco voador.
E continua:
– Pouco antes do amanhecer, há um único... completo... e puro,
momento de silêncio. Os pássaros diurnos ainda não estão acordados,
e os pássaros noturnos já estão adormecidos. E então, por um breve
momento... há silêncio real.
por um instante enquanto pausava outra vez, tanto ele, quanto a
serviço, ouviram o assobio do vento.
– Os **Monges da Lucidez** – os portadores do cobre que dedicam
sua vida à meditação nos templos de Fogonegro – veem isso como
um presente do próprio Artesão. Durante esse breve período, em sua
meditação eles são capazes de, graças ao silêncio, alcançarem seu
ponto máximo de conexão espiritual e foco.
– pra eles, a Hora Azul é como uma oportunidade indispensável,
quase transcendental.
ambos ouvem o assobio do vento outra vez.
– Não quero lhe faltar com respeito – a serva diz fixando olhar no
chão – mas por que me diz isso senhor?
– Por que nesse momento, minha cara Karina, o Mundo Esperanto se
encontra em uma grande “Hora Azul”.
...
– A orquestra caótica que começou com a queda dos **Valator**, e a
forma como sua cacofonia de desarmonia chegou aos ouvidos das
grandes famílias... a primeira pedra no sapato da Federação Imperial
criando **asas prateadas** por debaixo da sola dos pés do
Imperador.
ele se vira encarando a serviçal:
– O mundo nunca esteve mergulhado em um caos tão-
***gritante.**; e paradoxalmente, só a lucidez dos Navarro consegue
ouvi-lo gritar.
– Lorde Navarro... – ela diz tentando compreender, mas é
interrompida
– E sabe oque o caos diz? Que não há oportunidade maior para os
Navarro.
Ouvindo palavras carregadas com tanta paixão, ela se deixa levar por
um instante em questionar seu senhor apressadamente:
– Acha mesmo que os Hammell vão ceder?
– Ceder? – ele debocha – isso não é sobre resistência. Não há
qualquer resiliência em um mendigo que implora por pão, ou em uma
criança ansiando pela ama de leite.
– Desde Abranhansom Hammell - o fundador deles – os Hammell
foram por muito tempo o óleo que mantinha acessa a chama das
artes e da ciência no mundo. Mas agora? É de conhecimento geral
que Lorde Amadeus Hammell se tornou infértil graças ao acidente no
duelo de justas, no torneio da Rosa Lunar.
– A linhagem se rompeu em duas crianças infrutíferas. – ele conclui se
referindo aos irmãos, os únicos herdeiros do lorde Amadeus Hammell,
Aysha e Aarav.
– um pirralho desajustado, e louco e...
...
uma *mulher.*
– E você ainda é capaz – ele dá passos carregados pra mais perto –
de me perguntar se um homem sem sucessores, sem virilidade, cujo
nome cai em decadência entre a elite à cada misero dia, irá CEDER?
ela abaixa a cabeça se prontificando de imediato em pedir perdão
pela insolência, mas é interrompida pelos dedos ásperos do homem
acariciando seu rosto, dizendo com uma passividade carregada de
malícia:
– Não há Hammell que possa impedir um Navarro, e nunca vai haver.
– Afinal de contas, somos **impiedosos.** Oque é muito irônico,
afinal
...
todos somos-
# – Aysha.
Eu sinto muito.
Não vai me ouvir dizer isso de novo, mas... eu sinto muito.
Isso tudo foi um erro, um grande erro.
Eu não estava errado, talvez esse maldito e desgraçado sangue nobre
seja mesmo amaldiçoado
por que agora
...
**você está morta.**
e a culpa é minha.
@Aysha em uma manhã em Silvergrove – sua casa – você recebeu
uma ligação estranha e até meio suspeita.
Era o seu irmão Aarav, que não mandava qualquer sinal de vida
faziam 3 anos.
Aarav é uma vergonha pros Hammell – sua família – desde o dia em
que largou a nobreza e se emancipou do titulo de herdeiro pra viver
uma vida criminosa aos 16 anos, e fazer todo tipo de coisa que a alta
sociedade repudia publicamente.
Acontece que Aarav é a definição de OVELHA NEGRA desde à
infância. Sempre teve comportamentos problemáticos sendo uma
praga pelo palácio e pelo reino, e a pressão que sei pai colocou sobre
ele – o único homem da família – fez com que a tensão aumentasse
até o dia em que ele foi embora.
E apesar de, com o tempo, todo mundo ter se esquecido da GRANDE
VERGONHA que o Aarav é, você de alguma maneira ainda acredita
nele, até por que desde a infância vocês tem uma certa “ligação”.
Isso fez com que, ao ouvir Aarav ir até a ilha onde ele vivia, você
concordasse em ajudar a achar e capturar duas pessoas
desconhecidas – um brutamontes de cabelo verde e uma freira –
que aparentemente foram responsáveis pelo ataque letal que
DESTRUIU o grupo criminoso do seu irmão
juntamente do GRANDE CULPADO pela destruição, um sujeito de
cabelos roxos que o seu irmão xingou a viagem inteira.
Mas o principal à ser dito é: você só concordou em ajudar com uma
única condição, que Aarav voltasse pra casa com você, voltasse pra
família.
até por que Aysha, pra você, como você mesma disse, família vem
em primeiro lugar.
E isso nos leva ao inicio desse pequeno capitulo.
Faltando apenas 7 dias para os grandiosos JOGOS MERIDIONAIS, o
Garven da princesa Aysha pousa em Silvergrove.
Silvergrove é o lar dos Hammell, uma cidade localizada em tanta
altitude que se mistura com as nuvens. Os edifícios – ao menos a
parte nobre deles – se mesclam às nuvens de cor branca, purpura e
até alaranjada dependendo do dia e hora.
Isso pode parecer luxuoso como uma grande demonstração de poder
e luxo em um mundo quebrado, mas Aysha sabia que as coisas não
era bem assim.
Haviam dezenas de famílias nobres em todo o Mundo Esperanto, mas
só oito delas, as 8 Grandes Famílias, que governavam o mundo
abaixo do poder supremo do Imperador.
Por muito tempo permaneceu assim até a noite do Festim
Sangrento, você @Aysha não sabe muito sobre a história, só que
cerca de 30 anos atrás o caçula da família Calladan Valator
assassinou brutalmente todos os 32 membros da casa durante uma
celebração.
Com uma das mais poderosas famílias deixando uma enorme lacuna
no equilíbrio do mundo, por muito tempo foi discutido entre as outras
7 famílias e o Imperador qual seria a alternativa viável: substituição.
E foi então que há 10 anos atrás uma família foi eleita como a
escolhida pra suceder o cargo.
Os Hammell de Silvergrove:
A família Hammell sempre teve como símbolo o arco e flechas, todos
os nobres da família tem proficiência nele, e embora alguns nobres de
outras famílias não vejam isso como um símbolo legitimo
essa legitimidade só é questionada por que vocês são novos e
acabaram de se tornar pequenos lobos em uma alcateia
imensamente poderosa em um ecossistema meticulosamente
organizado há séculos, até milênios, como um pilar frágil e
fundamental à ser mantido.
O imperador nomeou os Hammell como uma das 8 Grandes Famílias,
e isso significa duas coisas:
- Vocês são a menor e menos poderosa entre as famílias
- e todos os olhos do mundo estão em vocês, aguardando sucesso
ou fracasso total.
O seu pai sente essa pressão @Aysha, não atoa, isso tem mexido com
ele ultimamente, deixando ele estranho como se escondesse algo de
você.
E tendo esse contexto em mente é que o Garven de Aysha Hammell
pousa em Silvergrove, entre nuvens e castelos.
e bom @Aysha
pra você, a viagem foi longa, e finalmente estar em casa é uma visão
reconfortante. Já pro Aarav, aquilo era como uma visão do próprio
inferno.
ele engole seco olhando pela janela, os cabelos esvoaçando.
Av: Não lembrava desse lugar ser tão infernal.
Av: Acha que vão me aceitar?
[ DIALOGO ENTRE ELES, AARAV PROPÕE QUE AYSHA NÃO CONTE
SOBRE OS JOGOS MERDIDIONAIS ]
O Garven finalmente pousa numa espécie de heliporto palaciano – um
local na entrada do grande palácio por onde os barcos pousam
E os compartimentos duplos de metal ornamentos – as portas, como
as de uma nave – se abrem
e dela saem os herdeiros da família Hammell: Aysha e Aarav.
@Aysha você vê uma fileira com 6 guardas
de postura ereta eles usam armadura metálica acinzentada com
detalhes em vermelho, seguram lanças e escudos, de rosto você
conhece praticamente todos eles, tudo é muito familiar aqui.
Eles veem você descer do Garven como de costume, mas ficam
boquiabertos com a surpresa surgindo logo atrás de você: Aarav, com
os cabelos castanhos balançando ao vento junto a capa amarela dele,
e com uma expressão ranzinza de “já me arrependi, quero voltar”.
Todos eles de imediato não conseguem conter a surpresa
Enquanto você vai se aproximando deles na grande ponte entre
palácio e o porto parece ter ALGO errado Aysha, um deles te
cumprimenta, nervoso.
SENT1: Milady Aysha – ele diz nervoso – esse é o – ele encara
assustada – é o príncipe Hammell?
[ AYSHA RESPONDE ]
SENT1: Pelo Artesão! Eu não acredito que-
Av: que saudade de usar voodoo, eu podia fazer um boneco e
costurar sua boca – ele empurra o guarda e segue caminhando
Aysha, você se prepara pra ir atrás do seu irmão, até que... você ouve
algo.
cochichos.
faz pra mim teste de ESCUTAR, pode ser com presença ou intelecto,
vc escolhe
[ TESTE DE ESCUTAR ]
você consegue ouvir de relance cochichos vindos dos guardas
“vai dar errado, tudo errado.”
“quando ela souber e com ele aqui, esse palácio vai abaixo!”
“imprestáveis não é pra fofocar em serviço, ou calam a boca ou eu
disciplino os dois!”
**🔹 Oque você faz Aysha?**
[.]
Faz pra mim um teste de PERCEPÇÃO com PRESENÇA Aysha
[ TESTE ]
Assim que você ouve eles cochichando indiscretamente, parece que
você se atenta à algo, tem ALGO nesse porto aéreos que você não
percebeu.
e agora você olha e pensa “como eu não reparei nisso antes?”
Você vê estacionado um pouco mais ao lado, na distância, um
garven.
mas esse você NUNCA viu aqui no porto, e você passa por aqui
praticamente todos os dias, conhece isso aqui de cabo à rabo.
só que esse... esse você nunca viu.
[ CENA ]
SENT1: Ah... ele... ele é...
SENTI2: Chegou aqui hoje pela manhã.
SENTI1: ISSO! – ele suspira aliviado – chegou aqui pela manhã.
De repente você ouve um som estrondoso @Aysha, um som de
trombeta.
Basicamente entre o porto e o palácio há uma grande ponte
prateada. Você do porto, vê no fim dessa ponte em direção oposta à
uma você uma espécie de comitiva chegando.
é possível ver pequenas silhuetas caminhando pela ponte, um
homem e uma mulher à frente e duas figuras de cabelo verde mais
atrás.
isso embora possa parecer uma descrição estranha, pra você, já é
familiar, você conhece as pessoas que tão pra chegar
mas algo te incomoda Aysha.
você nota mais ao lado uma silhueta de alguém que você nunca
viu. Alguém vestido totalmente de preto, atravessando
tranquilamente à ponte junto à comitiva ladeada de guardas.
**🔹 Oque você faz?**
[ ELA VAI ATÉ ELES ]
Bom, assim que você decidi ir até eles você nota o Aarav dando meia
volta até você como que com o rabo entre as pernas
o aarav vai tentar dar meia volta e fugir
**🔹 Oque você faz?**
[.]
Av: Eu não posso Aysha – ele parece ansioso, desesperado, como se
voltasse a ser um garotinho – não posso voltar e ver esse velho
maldito de novo, eu juro que eu mato esse velho Aysha e enfio uma
faca em chamas na bunda dele.
[.]
E nesse momento @Aysha você vê essa grande comitiva chegar
e eu vou te descrever quem ta nela:
Liderando o avanço pela ponte um homem – cabelos grisalhos em um
corte médio, barba preta embranquecendo aos poucos. Usava uma
única real vermelha ladeada por cinza, se apoiava em um cetro que
fincava no chão enquanto descansava a mão no pomo da espada
presa à cintura
esse é o seu pai e Lorde da casa Hammell – Amadeus Hammell
Ao lede dele com os braços entrelaçados nos dele vinha uma mulher:
Devia ser uns 25 anos mais jovem, cabelos castanhos, olhos
esverdeados, usava um grande casaco de pele que não conseguia
esconder os enormes seios fartos, cintura fina e corpo escultural, essa
era a Ellayne
Essa não é a sua mãe, sua verdadeira mãe é Lysa Hammell, falecida
desde o dia do seu aniversário de 6 anos.
A Ellayne era uma das muitas “peruas” ou “vadias” – apelidos dados
em segredo por você e seu irmão (no caso você chamava em
segredo, ele preferia durante o jantar de família.)
desde que sua mãe morreu seu pai vive trocando mulheres e falindo
casamentos.
A mulher da vez era Ellayne, que tinha uma personalidade
particularmente irritante – isso pra não falar na burrice dela.
Mais atrás vinham duas figuras peculiares em aparência – graças aos
cabelos verdes.
O Homem alto de postura perfeita, queixo pra cima tinha uma
imponência que passava um grande ar de firmeza, esse era o
conselheiro e braço direito do seu pai: Nero Heavensbee.
A garota acompanhando ele era sua filha, Lucinda Heavensbee.
Sobre Lucinda ela era um verdadeiro amor de pessoa, meiga,
educada e simpática – até demais as vezes – e EXCESSIVAMENTE
comunicativa, ainda mais quando se tratava de um assunto de
interesse.
@Aysha da pra dizer que ela é uma amiga, e uma ótima amiga até,
exceto por um ÚNICO DEFEITO: sempre foi completamente
apaixonado pelo seu irmão.
Olhando os Heavensbee você pode notar que falta um terceiro
membro: o Sir Gillian Heavensbee, um cavaleiro juramentado da
sua casa – cavaleiro contra a vontade do próprio pai, que esperava
que o rapaz seguisse outro caminho, algo mais erudito.
e por ultimo nessa comitiva se revela o tal sujeito estranho e
misterioso
E te digo com certeza, esse tem presença.
Pele branca, cabelos e barba enegrecidos, tinha uma postura ereta
praticamente perfeita e uma criatura verde e estranha no ombro dele,
provavelmente um exótico que você já leu em alguma enciclopédia
nos seus momentos na biblioteca.
Esse homem segue caminhando ao lado do seu pai com um ar
estranho, frigido, mórbido, quase como se instintivamente tivesse
algo estranho com ele.
E dadas às apresentações e explicações, oque sucede esse momento
@Aysha é um tanto caótico.
De inicio todas essas pessoas tem a visão retida pela distância, mas
quando se aproximam o suficiente o seu pai na linha de frente vê
quem tá do seu lado, o príncipe Aarav, depois de 5 ANOS.
@Aysha e seu pai arregala os olhos, boquiaberto, MUITO
BOQUIABERTO.
Talvez fosse otimismo demais esperar algo como “poxa vida Aysha!
Você trouxe seu irmão de volta pra casa! Você conseguiu!”
mas parece que a sua felicidade nunca dura, por que a reação dele
faz essa possibilidade parecer um conto de fadas.
Am: OQUE SIGNIFICA ISSO, AYSHA!!? – ele engasga com a própria
saliva, olhos arregalados, perdeu totalmente a postura. –
COFFOCOFCOFOCOF!
pode cenar
[.]
De repente, de forma bem escandalosa
você vê sua madrasta histericamente tomar à frente e com uma
espécie de performance de exagero e histeria ela grita:
El: OH! MEU ARTESÃO! VOCÊ É O TAL AARAV?!
ela parte pra cima dele com um abraço, só que acaba ENFIANDO A
CARA ELE NOS SEIOS DELA no processo.
El: MEU ARTESÃO! COMO VOCÊ É GRANDE E BONITO E FOFO!
O aarav sufocado, com as mãos pra trás tentando se equilibrar, diz
com a voz abafada pelos peitos enormes dela na cara dele:
Av: grande. gonito, macio, tô veN- *ele é sufocado de novo*
e permanece assim enquanto você confronta seu pai
Av: Eu não sei quem é você mas eu to gostando diss-
Am: QUERO QUE VOCÊ ME EXPLIQUE IMEDIATAMENTE OQUE **ESSE
SUJEITO** FAZ AQUI LOGO HOJE!!?
[ CENA ]
A conversa é atrapalhada outra vez, pelo aarav agora gritando e
empurrando a madrasta pra trás, completamente descabelado
Av: ME SOLTA MULHER! MALUCA! HISTÉRICA! JÁ BASTA!
e seu pai continua:
Am: Você não entende Aysha! – ele se aproxima – você não pode- seu
irmão aqui só vai-
ele fica tão desconfortável que perde as palavras, mas há algo aqui
que você não sabe Aysha?
Antes que você possa achar uma resposta outra pessoa rouba sua
atenção nessa confusão. Um dos guardas é empurrado pro lado e a
Lucinda surge, os mesmos cabelos verdes, o mesmo cheiro de
morangos silvestres, e infelizmente, ainda a mesma paixão pelo
Aarav, que ela não via há anos.
Ela para de frente pra ele, todo descabelado e ofegante
Lu: A- A- Ara-
Av: Ah não... era só oque faltav-
a pressão dela cai e a Lucinda DESMAIA na frente de vocês
Felizmente o Nero segura antes que ela bata a cabeça no chão,
infelizmente, ele faz isso aqui à seguir:
Ne: OQUE SEU IRMÃO FEZ?! – ele encara você **MUITO IRRITADO**
Aysha – OQUE ELE FEZ COM A MINHA FILHA?!
Ne: ISSO FOI OUTRA FEITIÇARIA PROFANA, ESSE BRUXOZINHO, ELE
JOGOU ALGUMA MALUCA NA MINHA FILHA, MANDE ELE DESFAZER!
e ele vai pra cima de você Aysha, oque você faz?
[.]
Ele vai pra cima pra discutir, poucas coisas faziam o sábio Nero
Heavensbee perder à postura, na verdade a única coisa que fazia ele
perder a postura e se enfurecer tinha 4 letras:
Av: E EU TENHO CULPA QUE SUA FILHA É PIRADA Ô VELHOTE,
CABELO DE GRAMA, OLHA QUE EU MATO VOCÊ HEIN!
Ne: OQUE DISSE?!
@Aysha enquanto essa baixaria acontece, seu pai te puxa pelo braço,
da alguns passos e fala próximo ao seu ouvido
Am: Não foi um bom momento. Na verdade foi o pior! O pior! Pelos
deuses Aysha oque você tem na cabeça pra trazer seu irmão aqui
LOGO HOJE. – você sente um desespero incomum na voz dele
[.]
Nesse momento alguém dá um passo à frente nessa confusão
aquele sujeito misterioso.
o seu pai vê ele mover e muda a postura no MESMO instante:
AM: ORDEM!
e toda a ponte silencia, o ultimo som audível é o Aarav concluindo
uma fala costumeira:
Av: DEPOIS EU MATO TODO MUNDO, E O VILÃO SOU EU
E todos logo após encararem ele, voltam aos seus postos
em silêncio.
Am: Filha – ele toma um tom nobre – gostaria de lhe apresentar
alguém.
o homem da um passo à frente
Am: Este é Lorde Thaedus Navarro
Assim que ele diz isso @Aysha você reconhece o sobrenome.
“Navarro” soa na boca dele como um trovão. Essa é uma dasa 8
Grandes Famílias
Ele se aproxima de você enquanto a criatura verde se ajuda no ombro
dele. É um homem muito alto, tem 1,90 de altura, ombros largos e
corpo esguio, cavanhaque e um cabelo negro puxado pra trás, e um
olhar particularmente penetrante.
Td: É um grande prazer milady – ele faz uma reverência cordial
Td: Fico muito feliz em conhece-la.
[.]
Td: e fico muito feliz com o casamento. – ele fixa os olhos em você.
[.]
Am: Sim, Aysha, o casamento. – seu pai dà alguns passos à frente.
Am: Já faz algum tempo que recebi a honrosa proposta de uma
aliança entre as famílias Hammell e Navarro, e disse ao lorde Navarro
que ficamos gratos com tamanha honraria em nos possibilitar tal
proposta.
Am: Você se casará com o filho dele, Remus Navarro, e se mudará
em [X DIAS] para viver em **Stormfell**, onde servirá ao seu futuro
marido e fortalecerá essa aliança
ele fixa o olhar em você
Am: **Com um numero satisfatório de filhos. **
Aysha. Toda a ponte silencia.
Resta você, de frente pro seu pai, e o Navarro encarando os dois
lateralmente.
pode cenar.
[ ELES DISCUTEM E AMADEUS DIZ PRA AYSHA SE COMPORTAR OU VAI
SER DISCIPLINADA, POR QUE ELA NÃO SABE OQUE É MELHOR PRA
ELA, E SIM ELE ]
Enquanto esse confronto ocorre, Aarav confronta alguém em
particulara – a criatura verde no ombro do lorde Navarro. Ambos se
encaram como se fossem iguais, de uma maneira estranha, alguém
mórbido como aarav sente arrepios trocando olhares com a criatura.
Ao mesmo tempo, o seu pai @Aysha te puxa pelo braço de novo,
dessa vez te afastando de Thaedus e do resto, e claro, pedindo
licença educadamente no processo.
mas quando vocês se afastam ele muda totalmente de expressão,
deixa de manter as aparências.
[ AYSHA E O PAI DISCUTEM SOBRE, E POR MAIS QUE AYSHA NEGUE, O
PAI DIZ QUE ELE SABE OQUE É MELHOR PRA ELA E PRA FAMILIA, E
QUE ELA DEVERIA SE SENTIR HONRADA E QUE VAI SIM SE CASAR, E
QUE NÃO DEVERIA ESTAR EM POSIÇÃO DE DISCUTIR POR TRAZER
AARAV DE VOLTA EM UM MOMENTO DELICADO COMO ESSE,
ENQUANTO A FAMILIA NAVARRO DESFRUTA DA HOSPITALIDADE DE
SILVERGROVE ]
[ E CONCLUI DIZENDO QUE, AGORA, AYSHA VAI ENTRAR PELO
PALACIO CONHECER E PRINCIPE E TORCER PRA QUE ELE NÃO ENJOE
DELA, E QUE AINDA QUE SE ENJOASSE, NÃO IMPORTARIA ]
E vamos pra alguns instantes, no grande, imponente e quase milenar
palácio de Silvergrove, uma estrutura luxuosa e absurdamente
glamorosa.
Aarav e Aysha relutantemente acompanham o pai até o palácio em
uma caminhada tortuosa onde 10 minutos pareceram 3 horas (dado o
clima maravilhoso entre todos)
Aarav no meio de tudo isso fazia uma expressão particularmente
incomoda, algo entre um peixe fora d’água asfixiando e alguém com
prisão de ventre, e agora, da sacada do grande jardim nos pátios do
palácio essa expressão se intensificava todas as vezes em que
relutantemente via Lucinda acenando com um grande sorriso
apaixonado.
permaneceu assim por algum tempo até o momento em que ela foi
até ele, e ele assistiu como se visse o carrasco vindo com o machado,
trazendo morte, sangue e contato físico desnecessário.
Ela se aproxima contendo a empolgação, entrelaçando os dedos de
vergonha.
Lu: Eu soube que... você voltou.
Aarav respira fundo, revira os olhos.
Av: Não. Sou apenas um espectro fantasmagórico de suas péssimas
escolhas.
ela para, olha pra ele confusa.
Lu: Eu... não entendi, foi- uma piada?
Av: É – ele diz sem interesse – tipo isso. – e abaixa a cabeça escorado
no corrimão da sacada, bate a testa nele repetidas vezes.
Enquanto Lucinda ao ouvir que era uma piada, força um riso e cai na
gargalhada, sozinha.
Lu: HAHAHAHA! COMO- Como você é engraçado Aarav...
Ele olha pra ela, olha pro céu
Av: Algor. Por favor me mate.
E enquanto isso acontece, outro diálogo também tá prestes a
começar ao mesmo tempo na sacada dos jardins do palácio, só que
do lado oposto.
@Aysha observando o pátio ensolarado, depois dessa recepção, oque
tá passando pela sua cabeça nesse momento?
[ PENSAMENTO ]
De repente você vê se aproximando alguém Aysha
um sujeito de muita presença, uma das mãos no corrimão da sacada
e a outra na espada embainhada.
Ele é alto, provavelmente 1,80, ombros largos, cabelos loiros em um
corte curto com mechas escorrendo pela testa e olhos azuis muito
claros – quase ciano
e usa trajes reais finos revestidos por uma longa capa azul
(ele é assim)
ele se aproxima com uma expressão tão indecifrável quanto a
postura silenciosa dele
Re: Você é Aysha Hammell?
Re: é um grande prazer. Sou filho do Lorde Thaedus Navarro. Remus.
ele vai fazer uma reverencia e beijar sua mão, você permite?
[.]
Re: Bom.
Re: Você vai me perdoar a sinceridade – ele diz fixando o olhar em
você – mas...
E bom, fazendo uma breve pausa.
Há algo sobre o príncipe Remus que toda Stormfell sabia. Algo tão
publicamente conhecido que era compartilhado dos nobres e às
massas, tanto que oque ele estava prestes a dizer à Aysha não
surpreenderia ninguém
Isso por que, Remus Navarro havia nascido com uma rara condição
em uma essência, nenhum dos sábios sabia ao certo se era uma
condição inata ou apenas um traço de personalidade do garoto, mas
ele era sincero aa extremo, não tinha qualquer capacidade de filtrar
as palavras.
Ao menos, era isso que parecia
E foi oque pareceu quando olhando pra Aysha, disse:
Re: Você é belíssima, fico muito feliz que não seja uma baranga
gorda e suada, ao menos, vamos poder nos divertir – sim ele quis
dizer sexo. – nessa farsa de casamento. E com sorte não vamos
procurar amantes tão cedo.
ele conclui sorrindo de forma simpática, como se não tivesse dito a
maior bomba que você já ouviu sair da boca de um homem.
[ CENA | ELE É MUITO SINCERO, PERGUNTA SOBRE AARAV
PERGUNTA TAMBÉM SOBRE GILLIAN E COMO GOSTARIA DE
DESAFIA-LO PRA UM DUELO DE JUSTAS
DIZ QUE O PAI DE AYSHA DARÁ UM JANTAR AMANHÃ A NOITE E
PODERÃO SE CONHECER MELHOR
ELE SE DESPEDE E DIZ QUE GOSTARIA DE DESCANSAR, MAS A
COMPANHIA DELA É SEMPRE BEM VINDA ]
Bom Aysha, agora já é mais ou menos 18:00 horas, o sol já tá se
pondo quase que por completo à essa altura.
pode parecer meio apressado, mas sabe um daqueles dias ou tudo
parece que foi extremamente exaustivo e você só quer desligar o
cérebro? Esse foi um desses. Seus olhos tão pesados, sua cabeça dói
e tudo parece piorar quando você pensa na ideia de que vai ser
obrigada a se casar em uma terra desconhecida onda vai espremer
provavelmente 6 crianças cabeçudas, todas filhas do homem que
acabou de agradecer por você não ser uma baranga por que isso vai
tornar o sexo divertido.
Agora você pode decidir ir pra um lugar de conforto – seu quarto.
Ou então continuar interagindo com a nobreza por mais tempo
enquanto responde sobre esse casamento.
**Oque você faz?**
🔸 ir pro quarto
🔹 ficar
Bom você vai até seu quarto e depois de uma boa andada no palácio,
chega
é um enorme salão, tem uma grande cama acolchoada com lençóis e
travesseiros finos, linho do tipo mais fino possível. Duas grandes e
largas janelas – quase como vitrais, e mais alguns detalhes como
grandes estantes, candelabros e qualquer tipo de coisa que se espera
do quarto da filha de um lorde.
@Aysha quer descrever mais do seu quarto ou podemos seguir?
[ DESCREVE OU NÃO ]
e eu deixei pra descrever por ultimo principal desse cenário:
você ao lado da sua cama um GRANDE LOBO BRANCO, ele tem
pelugem tão pálida que é similar à neve, olhos profundos cor de
âmbar – quase dourados – e nesse exato momento tá deitado com o
queixo recostado sobre o chão, quase como um cachorrinho, até ver
você e prontamente se levantar e ir na sua direção {
esse é seu bixinho Aysha, um lobo enorme
qual nome dele? É femea ou macho?
você decide
[ NOME E GENERO ]
esse animal vai correndo ate você e recebe com lambidas no rosto,
mas não tão empolgado, até por que ele parece perceber que você
não tá muito bem, a conexão de vocês é até meio estranha.
ele olha pra você e rosna de forma dócil, quase ronrona, em seguida
se levanta e vai correndo até a cama e com um salto deita nela.
ele esfrega o focinho no travesseiro olhando pra você, quase como se
chamasse você pra deitar com ele
**🔹 Oque você faz?**
Assim que você deita, olhando pra cima, viajando nos próprios
pensamentos enquanto afunda no lençol você tem a visão de sempre
um grande vitral no teto, com a sua falecida mãe representada nele
Celestine Hammell
**🔹 Oque você faz?**
quer descrever oque os pensamentos da Aysha nesse momento? A
cena é sua
Bom Aysha, você encara esse vitral por mais algum tempo. Seus
olhos começam a pesar aos poucos, seus ombros ficam pesados e
seu corpo mais afundando mais e mais no acolchoado macio e
perfumado.
você começa a pegar no sono...
seu ultimo pensamento é no quanto isso é bom, só, simplesmente
desligar o cérebro, ter paz por algumas horas e esquecer do peso de
ter o destino decidido pelo seu pai, o peso de TUDO ISSO pelo resto
da sua vida. A melhor coisa que você pode fazer agora, é dormir.
**Oque você faz Aysha?**
🔹 Dormir
🔸 Não dormir
[ ELA DORME ]
Você então fecha os olhos, e lentamente... e finalmente... dorme.
sua consciência vaga por um limpo inconsciente, e você desfruta da
sensação de paz de desligar tudo, esquecer tudo, mesmo que
temporariamente.
até que...
tem algo, Aysha.
Sua mente tá turva, disfuncional, lenta.
Onde você tá? Quanto tempo se passou? Oque Aconteceu? Os breves
instantes antes de realmente acordar são confusos, até você
finalmente lembrar:
você pegou no sono no seu quarto
você conhece essa sensação.
Mas tem uma coisa Aysha, que você ainda desconhece.
Posso perguntar uma coisa @Aysha?
que som... é esse?
você abre os olhos Aysha...?
[.]
Tá tudo completamente escuro, no seu quarto a única iluminação é a
luz da lua entrando pelos grandes vitrais que você tem como janelas.
Os feixes de luz lunar iluminam parcialmente um pedaço da parede
em uma das extremidades do quarto, onde é possível ver um relógio
sobressaindo na escuridão.
e antes de te falar as horas @Aysha tem algo que eu preciso dizer.
esse som, vem do teto.
tem algo...
alguém.
caminhando no andar de cima, no exato ponto onde logo abaixo fica
o seu quarto.
faz pra mim um teste de INTELIGENCIA Aysha
[ TESTE ]
Pelo que você sabe, nesse horário (das 3:20 às 3:30 da madrugada)
os sentinelas que ficam de guarda na parte de cima trocam de posto
às 3:15 mais ou menos, e durante 10 minutos (das 3:20 às 3:30) não
tem ABSOLUTAMENTE NINGUÉM NOS CORREDORES do andar de
cima.
e agora são 3:25.
...
Se não tem ninguém. Então quem tá pisando logo acima de você no
meio dessa madrugada escura e fria.
por que os passos são tão pesados? Por que isso te dá TANTOS
calafrios?
e principalmente, por que parece que tem alguém te observando?
**🔹 Oque você faz?**
[ CASO ELA LEVANTE O BRAÇO DELA TA DORMENTE, ELA CAI NO
CHÃO DE CARA ]
Assim que você cai no chão, graças ao silencio o barulho soa como
estrondoso e o som dos passos por um instante para.
quem quer que tá aí em cima
ouviu você Aysha.
e de repente o som dos passos vira som de corrida
– TUL! TUL! TUL! TUL!
e o som desaparece por completo.
e não se ouve mais nada.
**🔹 Oque você faz?**
[ CASO ELA VÁ CONFERIR NÃO TEM NINGUÉM ]
[ ELA VOLTA PRA CAMA ]
Você volta pra cama e deita, encarando o teto por um momento
só que ao pegar no sono, você tem um sono PÉSSIMO Aysha, por
alguma razão misteriosa você MAL CONSEGUE DORMIR.
como se o som daqueles passos ecoasse dentro de você sem parar,
junto à um intenso arrepio.
e bom, algum tempo se passa até você de repente abrir os olhos.
olhos pesados, pálpebras doloridas, uma intensa dor nas costas e
uma boca tão seca que você chega à sentir o gosto amargo.
Essa era você, acordando 11:30 da manhã, produto da falta de um
bom sono, produto de um som bizarro durante a madrugada.
Av: Aysha! Aysha! AYSHA!
Aarav se aproxima pra te acordar, tava pronto pra te dar um tapa na
cara, mas você abre os olhos antes.
vendo ele, com uma roupa diferente pra variar, uma que faz ele até
parecer gente. E o seu irmão te olha com uma cara PÉSSIMA, como se
visse um monstro
Av: Você está horrível.
Av: Horrenda.
Av: Assustadoramente horripilante
Av: Asquerosamente-
(se você não interromper ele não vai parar de falar)
[ AARAV PERGUNTA OQUE ACONTECEU
AYSHA CONTA QUE NÃO CONSEGUIR DORMIR POR CAUSA DAQUILO
AARAV QUESTIONA SE ELA SENTIU ALGO À MAIS, POR QUE SE SENTIU
PODE SER ALGO RELACIONADO À FEITIÇARIA OU COISA ASSIM
AARAV VÊ O ESTADO DEPLORÁVEL DE AYSHA, DIZ SENTIR PENA,E
OFERECE ALGUMA AJUDA ]
--------------------------------------
ELES SEGUEM ANDANDO PELOS CORREDORES DO PALÁCIO E
CONVERSANDO
---------------------------------------
AARAV CONTA QUE O CASO DE AYSHA NÃO FOI PIOR QUE O DELE, E
LEVANTA A BLUSA MOSTRANDO UM ENORME HEMATOMA, DIZ QUE
REMUS O PROVOCOU PRA DUELAR E FEZ AQUILO, E DIZ O MAIOR
ABSURDO QUE O CARA CHAMOU ELE DE BIXONA, E SEGUE
RSMUNGANDO QUE SE PUDESSE USAR O MAIOR DOM DELE – OS
PODERES – NADA DISSO TERIA ACONTECIDO MAS PROIBEM MAGIA OU
QUALQUER COISA INTERESSANTE EM AYSHA ]
[ AARAV QUESTIONA AYSHA SOBRE O CASAMENTO E XINGA ELE
BASTANTE ]
Av: Eu teria todo prazer do mundo em humilhar aquele loiro
desgraçado depois de hoje
ele fica pensativo por um instante enquanto vocês falam e então tem
um lampejo de ideia
Av: E eu posso!
vocês andam por mais alguns segundos e finalmente chegam em um
ponto, onde ele põe à mão na frente sinalizando pra você parar, de
frente pra porta do antigo quarto dele
Av: Veja, minha queridíssima irmã – ele começa a rodear você, como
se fosse uma cobra
Av: Consegue ver aquilo? – ele aponta pra porta esperando sua
resposta
e você vê essa porta, ela é a típica porta de quarto adolescente
rebelde, tem vários “NÃO ENTRE” e “VÁ EMBORA” com desenhos de
cérberos e todo tipo de criaturas demoníacas devorando pessoas
pode cenar Aysha
Av: Bom irmãzinha – ele olha pra você com o mesmo jeito
performático de sempre – atrás dessa porta está a solução para todos
os seus problemas
ele para, não abre a porta e te encara com certa malicia
Av: Mas antes eu preciso saber se você tá dentro mesmo. – ele fixa o
olhar em você, sério.
Av: tô brincando ainda que você negasse eu ia abrir do mesmo jeito –
ele sorri e abre a porta, delicadamente
@Aysha de imediato o ar abafado vem e você sente uma mistura
terrível de cheiros, parece incenso misturado com alguma especiaria
muito fedida, é como se o conceito de quarto adolescente fosse
transferido pra um bruxo adolescente na puberdade ou coisa assim.
e o quarto é pior ainda, você vê uma BAGUNÇA: livros, poções, um
enorme caldeirão, símbolos desenhados nas paredes, um tiro ao alvo
com alguns bichos de pelúcia – a maioria eram seus ou da Lucinda –
alguns decepados, decapitados, e pela quantidade de pelúcia no chão
da pra notar uma tentativa de esfolamento neles. Você uma grande
cama (estranhamente organizada) e alguns aquário: um com cobras,
um com aranhas e um com sapos, alguns já mortos. E pra finalizar
várias estantes com frascos, livros e oque você acredita ser crânios
de macacos e de gatos.
Aarav respira bem fundo o ar sórdido do quarto, como se estivesse
maravilhado
Av: não lembrava que eu tinha tanto bom gosto
e ele entra
pode cenar Aysha
[ CENA ]
@Aysha você vê o aarav se aproximar de uma estante bem alta e
apalpar algo no topo dela, ele derrubar algumas coisas, uns ossos
pequenos que rolam até seus pés
Av: Liga não, isso aí é quando eu desmembrava gatos
você fala alguma coisa ou deixa ele procurando?
[ CENA ]
Av: Achei!
Av: isso aqui vai te ajudar com o tal misterioso andando de
madrugada
você pega Aysha?
[ PEGA ]
Ok, você pega isso aqui, um papel velho em branco
pode cenar
Av: Confia em mim, isso VAI te ajudar.
Av: lembra daquele meu amigo Edward da escola? Acho que da
quinta série. Pois é ele foi devorado por um Trasgo e a gente apostou
que se ele morresse eu levava as coisas dele
Av: não valeu tanto à pena pra ser sincero, o Trasgo foi muito difícil
de jogar na casa dele
Av: enfim, sobre esse papel, você vai fazer o seguinte: antes de
dormir, quando tiver em particular no seu quarto, você vai dizer as
seguintes palavras, pode anotar mentalmente aí
Av: *“Um segredo secreto, magia por decreto, fulgor de sapiência pro
completo.”* E depois vai dizer em voz alta o seu **segredo MAIS
VERGONHOSO**
Av: Entendeu? – ele fixa os olhos em você apontando pro papel
[.]
Av: eu podia dizer algo sobre responsabilidade e magia e coisas
assim, mas convenhamos – ele da de ombros – sou eu né, mata quem
você quiser com isso aí
E ele segue andando pra outro canto do quarto, mas agora muda o
tom de voz
Av: então Aysha...
Av: quer mesmo se livrar desse casamento com os Navarro, não
quer? – ele diz em um tom mais malicioso que o normal vasculhando
gavetas, esperando sua resposta @Aysha
Av: Você quer se livrar deles, e eu quero que esse maldito Navarro
pague pela insolência dele.
Av: eu poderia sugerir alguma forma cruel de assassinato mas eu e
você sabemos que não é inteligente matar um Navarro, à menos que
desejemos uma guerra entre as casas e a elite, então infelizmente
nada assertivo e eficaz quanto uma morte dolorosa
Av: mas eu sei de algo melhor do que matar
Av: e que vai trazer bons vislumbres nostálgicos da infância, hoje
mesmo, no **jantar da corte real**
seu irmão se vira pra você, ele põe o dedo entre os lábios fazendo um
sinal de silêncio por cima de um sorriso travesso, enquanto com a
outra mão, levanta um frasco com um **liquido marrom**
Av: devia ficar feliz, hoje, eu estou mais saudosista do que sádico. –
ele diz com um sorriso travesso, oque vindo dele, te dá arrepios.
e a gente corta essa cena
pro futuro
pra noite do jantar.
Pela manhã foi anunciado um jantar como símbolo de hospitalidade
dos Hammell para com os Navarro.
Jantares cerimoniais sempre foram um símbolo de decência, nobreza
e cordialidade, TUDO OQUE AARAV HAMMELL NÃO TINHA.
Isso fazia com que Lorde Amadeus, confrontando a ideia da ovelha
negra presente à mesa no jantar mais importante da história da
família, não terminaria bem.
era isso que ele pensava enquanto pelos corredores trajado com fino
linho e a esposa troféu.
enquanto isso alguns bons corredores à frente você @Aysha se dirigia
até o salão de jantar usando trajes finos
e caminhando com BASTANTE DIFICULDADE já que o seu pai te
obrigou à usar saltos muitos estranhos e desconfortáveis por que
segundo ele valia de tudo pra impressionar o príncipe Remus, com o
tudo sendo seu calcanhar dolorido, seus dedos pedindo socorro e seu
equilíbrio sendo inexistente
@rafs cê quer descrever o vestido da Aysha? Pegar uma imagem pra
usar de referencia?
imaginei q vc fosse querer algo assim
[ ELA MOSTRA O VESTIDO ]
Agora faz pra mim um teste de AGILIDADE pra ver se você consegue
andar no salto bizarro ou se você quebra a cara no chão no processo
cê tem -5 de desvantagem
você vai caminhando com dificuldade até a sala de jantar e quase
tropeça por um breve momento.
você poderia se reequilibrar antes de cair
mas não é necessário por que alguém te segura antes mesmo.
alguém com braços BEM FORTES
você como apoio um sujeito familiar
Ele tem olhos verdes em um tom quase azulado, maxilar marcado,
olhos puxados com uma singela saliência pra baixo, os ombros são
largos e a pele é tão rígida e sólida que parece até metal, afinal de
contas todo cavaleiro é obrigado a ser forte.
e por ultimo como traço mais marcante, cabelos verdes.
Esse é o Gir Gillian Heavensbee, mas como cresceu com ele dá pra
dizer que é só o Gill, irmão da Lucinda
Sobre a história do Sir Gillian?
O pai dele – Nero Heavensbee, o conselheiro real – sempre incentivou
o garoto á seguir o caminho da intelectualidade, já que esse era o
símbolo dos Heavensbee, mas Gill sempre foi dislexo e o TDAH que
infernizava em dias de exame na academia foi o mesmo que tornou
seus instintos de batalha bem mais aguçados.
Aos 13, fugiu escondido pra fazer o exame de escudeiro e entrar pra
cavalaria dos Hammell, aos 15 já era um espadachim exímio, e aos
19 foi consagrado o cavaleiro mais jovem à alcançar o posto. Tudo
isso por que era um prodígio em combate, extraordinariamente
habilidoso. Você já assistiu muitos duelos dele, e nunca viu ele perder
nenhum.
e pra concluir essa história, no ano passado quando completou 21, foi
consagrado o protetor juramentado do reino, e agora é Sir Gillian
Heavensbee
talvez o mais irônico sobre ele seja o fato de que embora aclamado
em duelos de justas, combates de sabre e tudo que exigia o instinto
brutal de um homem, ele mantem uma natureza passiva e humilde
fora de combate, como alguém sempre muito respeitoso, educado e
bem humorado
Gv: É melhor tirar esses sapatos se não quiser encontrar Algor antes
da hora – ele diz sorrindo e te ajudando a se erguer com certa
delicadeza
[.]
Gv: Eu voltei da capital hoje pela manhã, recebi a noticia e não
acreditei, o seu irmão voltou mesmo?
[.]
Gv: então é realmente uma surpresa que o palácio ainda não esteja
em chamas – ele se segura pra não parecer idiota rindo da própria
piada
[.]
no mesmo instante você ouve atrás de você Aysha, alguém surge
Re: Algum problema aqui?
[.]
Gv: Principe Remus – ele faz uma reverência constrangido
os dois se encaram brevemente, nessa hora o Aarav passa pelo
corredor em direção à sala de jantar revirando os olhos com nojo
Av: Meu Artesão, isso parece um livro de literatura feminina escrito
por uma daquelas solteironas.
e ele vai resmungando até a sala de jantar, assim como todo mundo
e essa é cena:
todos sentados à grande mesa real no cenário luxuoso da IMENSA
sala de jantar.
**Lorde Hammell** – em uma das extremidades da mesa
**Ellayne** – ao lado dele
Os Heavensbee **Nero e Gill** – sentados um ao lado do outro
A **Lucinda** Heavensbee – Sentada desnecessariamente perto do
Aarav entrelaçando o cabelo nos dedos pra chamar atenção dele
O **Aarav** – ao lado batendo a cabeça contra a mesa querendo
morrer
**Remus Navarro** – sentado do seu lado
e por ultimo
**Thaedus Navarro** – sentado na extremidade oposta ao seu pai,
com a mesma postura misteriosa de antes.
e todas as outras cadeiras na mesa gigante, vazias óbvio
Na mesa? Um clima entre algo fúnebre e uma guerra tensionada à
começar
até Ellayne e sua falta de desconfiometro quebrarem silêncio
El: Ficamos muito felizes – ela diz pra você @Aysha – quando
soubemos que trouxe seu irmão de volta. É uma benção manterá
família reunida.
seu pai e o Aarav trocam olhares por algum segundo, ninguém diz
nada.
você responde Aysha?
pode cenar
[.]
Ne: Lady Ellayne tem razão. – ele acrescenta ao silêncio
constrangedor – é muito importante que a **família** se mantenha
reunida.
Ne: Eu, infelizmente, não tenho tanta sorte quanto o Bom Lorde
Hammell
Gv: Pai. – o Gillian fixa o olhar no pai
Ne: Não devem saber do recente desgosto que meu filho me trouxe
hoje. Irá participar dos **Jogos Meridionais**
no mesmo instante o Aarav engasga e encara você @Aysha
você diz algo à respeito ou continua comendo?
[.]
El: Puxa! – ele suspira dramaticamente – nem posso imaginar o quão
desgostoso deve estar Nero!
Re: Aqueles jogos são brutais, um espetáculo de deselegância.
Td: É realmente impensável que um nobre participe de algo assim.
Am: Mas por que jovem Gillian?
Gillian dá uma garfada na carne
Gv: Apenas gostaria de um bom desafio. É uma boa oportunidade pra
um cavaleiro se provar.
Lorde Amadeus tenta emplacar humor
Am: Homens e sua grande necessidade de se provar não é mesmo? –
ele força uma risada – que bom que não temos isso nessa família, já
que tive sorte de ter uma menina.
Se a tensão tivesse um nome naquele momento seria algo entre
“estou ignorando a existência do meu filho” e “estou vendendo minha
filha por uma aliança” mas a passivo-agressividade sempre foi o
maior dom da nobreza, por isso, todos calaram enquanto Aarav, você
e o seu pai se encaravam.
vai dizer alguma coisa ou vai ficar em silêncio Aysha?
[.]
A Ellayne tenta outra vez inocentemente apaziguar.
El: Ao menos os jogos meridionais são um bom entretenimento não é
mesmo? Soube que esse ano há competidores muito interessantes.
Acredito que a capital deve estar fervendo.
El: Você foi pra lá recentemente, não foi Aysha? Pra capital.
@Aysha você tem flashs de quando vocês foram se inscrever nos
jogos Meridionais
tem flashs daquele sujeito cinza encapuzado te encarando no meio da
multidão com um olhar assassino.
e de repente você volta ao presente
El: Você foi pra lá, não foi Aysha? Aliás, oque foi fazer na capital?
Aarav te encara em silêncio, com um pedaço de frango na boca.
Pode cenar Aysha
e dependendo do quão boa for sua mentira, você ganha vantagem ou
desvantagem no teste de Lábia
e pode ser descoberta
[ ELA MENTE ]
[ TESTE DE LÁBIA ]
Você mente acreditando que todos acreditariam Aysha
mas infelizmente...
O Lorde Navarro olha pra você de uma maneira incomum, como se
pelos olhos falasse “sei que está mentindo, só não o por quê”
e ele vai abrir a boca pra te desmascarar
você precisava de mais que isso, infelizmente
você pode fazer mais um teste de Lábia pra reforçar a mentira antes
dele falar, mas o valor tem que ser BEM ALTO
[ TESTE ]
[ NÃO É O SUFICIENTE ]
Ele encara você.
Pronto pra te desmascarar
com um ar de superioridade.
e então...
Td: Eu-
– TUM! – Remus bate com força na mesa, DO NADA
Re: COFCOFCOF! COFCOF!
Lorde Navarro é interrompido, Remus começa a tossir
desesperadamente
Re: COFCOFCOCOFOCOFOCF!
ele tosse TANTO que fica vermelho
pera
vermelho? Eu quis dizer AZUL.
@Aysha você todos os presentes na mesa, exceto você e o Aarav
começarem a tossir muito, e em seguida, ficarem com a pele
AZULADA, MUITO AZULADA, UM AZUL VIBRANTE, QUASE BRILHANTE.
Am: OQUE SIGNIFICA ISS- COCOFCOFCOFOCOF!
e de repente, as tosses pioram, um som gutural similar ao de vômito
e eu poderia dizer que isso é o mais assustador
mas você vê, que todos tossindo, começam a TOSSIR SAPOS.
A ellayne tosse um SAPÃO QUE DA PULO NA CARA DELA
El: AAAAAAAAAAAAAAAAAH!!! – ela cai de costas com a bunda no
chão
SIM, TEM SAPOS SAINDO DA BOCA DAS PESSOAS.
** 🔹 Oque você faz Aysha?**
Você vai percebendo nesse caos que cada sapo que sai e pula na
mesa deixando um rastro de um pó azul brilhante, quase como magia
– é magia.
E o banquete real, com membros de 2 das 8 Grandes famílias, se
torna um espetáculo de pessoas azuis tossindo até vomitar, sapos
mágicos pulando pra todos os lados e os gritos de desespero da
Ellayne ao ver os sapos.
Av: Pai. – o aarav cruza as pernas e gira a taça cheirando levemente
– esse vinho é muito bom, que safra é essa?
Am: SEU MALDI- COFCOFCOFCOFCOF
@Aysha seu pai te olha com uma cara de quem vai **MATAR** você
Aarav vê Ellayne se contorcendo no chão como se dançasse break
com os sapos, ele não consegue conter a risada.
Av: Calma! Ainda não chegou na melhor parte!
de repente a cabeça do Remus começa a inchar, MUITO, o corpo, os
braços, o peito, a barriga, TUDO INCHA, COMO SE FOSSE UM BALÃO
GIGANTE, E VAI INCHANDO TANTO QUE ELE VIRA UMA
CIRCURFERENCIA QUASE PERFEITA QUE CRESCE ATÉ ELE COMEÇAR A
FLUTUAR EXATAMENTE COMO UM BALÃO DE AR GIGANTE.
LORDE NAVARRO RECUA ASSUSTADO
Td: OQUE SIGNIFICA ISSO?!
seu pai fica COMPLETAMENTE DESNORTEADO, E DESESPERADO
Am: DESFAÇA ISSO SEU DESGRAÇADO! – ele segura o Aarav pela
gola da roupa
Av: desfazer oque? – ele diz cheio de antipatia e frieza enquanto
Remus gordo gigante vai passa flutuando por eles em direção ao teto,
Gill e Nero tentando desesperadamente agarrar ele
seu pai solta o Aarav VERMELHO DE RAIVA e agora ele vai na SUA
direção Aysha
Am: ISSO É TUDO CULPA SUA! NUNCA DEVERIA TER TRAGO ESSA
MALDITA PRAGA PRA CÁ, ESSE DESGRAÇADO NÃO É MEU FILHO,E
NUNCA SERÁ, E SE CONTINUAR ASSIM VOCÊ TAMBÉM VAI DESFRUTAR
DESSA MESMA POSIÇÃO!
esse aponta o dedo na sua cara e grita de um jeito que você nunca
viu
pode cenar
[.]
[ ELE DIZ QUE ELA VAI FICAR TRANCADA NO ROSTO PELO RESTO DA
NOITE PENSANDO NAS MELHORES FORMAS POSSÍVEIS DE AGRADAR
O FUTURO MARIDO E REPARAR TODA ESSA DESTRUIÇÃO, DESGRAÇA
E VEROGNHA QUE ELA TROUXE PRA FAMILIA ATÉ O DIA EM QUE ELA
FINALMENTE FOR EMBORA E CUMPRIR O PROPOSITO DELA ]
E bom, a gente corta essa cena
Toda garota adolescente já teve a sensação de correr pro quarto
depois de uma briga familiar terrível ou um daqueles
desentendimentos sérios e tóxicos. Aysha não era mais uma garota
adolescente já fazia tempo, a vida adulta ainda era uma novidade,
mas talvez esse tipo de briga piorasse na vida adulta, e aquele seria o
nível que teria que aguentar.
ou até pior, que já em poucos dias se casaria à força e abandonaria
tudo como uma moeda de troca qualquer pro próprio pai.
era isso que você @Aysha pensava quando entrou no seu quarto,
ainda arrumada.
Oque a Aysha faz ao entrar no quarto?
[.]
Você faz isso, quando se lembra das palavras do Aarav
e vê descansando sobre a cômoda perto da sua cama, aquele mesmo
papel em branco de antes.
** 🔹 Oque você faz?**
[.]
Você pega o papel em mãos, encara ele, oque você faz agora?
[ ELA DIZ AS PALAVRAS, CONTA O SEGREDO, E O PAPEL SE REVELA ]
E de repente Aysha, algo acontece diante dos seus olhos.
Sozinha no quarto, encarando esse papel, você vê algo mágico se
desdobrar no papel entre as suas mãos
você vê borrões escuros como manchas de tinta surgiram
magicamente no papel, à principio manchas escuras e ásperas que
vão tomando forma aos poucos de forma embaçada até que se
organizem magicamente em letras que surgem no papel dobrado.
Quase como se criassem vida as letras se organizam andando umas
pelas outras.
as letras dançam formando algo que parece ser a rubrica de um
autor:
“Saudações do seu amigo Lammark B. Pollux de letras tortas”
mais abaixo um **selo** surge com um **cavalo marinho**
cravado nele. Nas suas muitas aulas, uma estudante aplicada como
você sabe que os cavalos-marinhos são símbolo dos Leroy, uma
família conhecida no ramo da feitiçaria.
logo abaixo você vê os borrões se expandiram até formarem a
imagem perfeita de um castelo com duas torres, onde abaixo surge a
frase que você disse pra invocar a magia desse item que revela seu
nome como “OMNISSAPIENTE”
E por ultimo, surgem magicamente pequenas pegadas pelo papel,
como a trajetória de vários pequenos seres caminhando pela folha,
pegadas sumindo e aparecendo.
você tem em mãos, um papel dobrado com letras vivas, o
Omnissapiente.
** 🔹 Oque você faz?**
[ ela desdobra ]
Assim que você desdobra a folha você vê algo AINDA MAIS
IMPRESSIONANTE:
o papel dobrado 3 vezes se revela uma enorme mapa do castelo, que
surge aos poucos de borrões, com letras correndo umas em paralelo
ás outras de forma travessa, até formarem um mapa perfeito dos
cômodos do palácio de Silvergrove
e MAIS IMPRESSIONANTE AINDA
você vê surgir pequenas faixas com diversos nomes, nomes você
conhece bem, Lucinda, Nero, Remus, seu pai, seu irmão, guardas, a
cozinheira, o jardineiro, o faz tudo, os cavaleiros, você consegue ver
todos eles se movendo pelo mapa, em tempo real.
Bom Aysha, esse é um palácio de segredos.
E agora, você tem em suas mãos, como um mundo aberto, a
capacidade de explorar cada canto remoto e escondido, você tem em
suas mãos, o poder de compreender qualquer segredo.
Dependendo de pra onde você for, as coisas podem mudar pra
melhor ou pior, e você pode descobrir peças essenciais pra esse
mistério que tá pra começar, ou se afastar mais ainda delas.
é aqui que a história começa de verdade.
Bom Aysha, no momento, por ordens do seu pai, você não pode sair,
ao menos pelo resto da noite.
você sabe que tem guardas especialmente colocados na porta pra te
impedir de sair. Mas você também sabe que esse castigo não vai
durar até amanhã, e considerando que faltam só algumas horas pra
meia-noite, você pode esperar acordada até as portas serem
destrancadas, ou pode dormir e acordar durante a madrugada pra
averiguar aquele som, e dessa vez, descobrir quem tá por trás
daquilo.
** 🔹 Oque você vai fazer?**
[ CASO ELA ESPERE ACORDADA, TESTE DE FORTITUDE PRA VER SE
ELA CONSEGUE SE MANTER ACORDADA, -5 PELO ESTRESSE DIÁRIO ]
[ CASO ELA DORMIR, SEGUIR NORMALMENTE ]
tudo é completamente escuro, inconsciente, um verdadeiro limbo.
quando você lentamente recobra a consciência.
da mesma forma que ontem, você acorda durante a madrugada, sem
saber que horas são.
** 🔹 Oque você faz?**
olhando pro relógio iluminado pelo feixe lunar, você consegue ver
3:23 da madrugada.
tudo tá completamente quieto, [ LOBO ] já dormiu, e tudo permanece
escuro, silencioso e frio, muito frio.
Oque você faz agora Aysha? Descreve pra mim
[ ELA PEGA O OMNISAPIENTE, DA UMA OLHADA, E SE APROXIMA DA
PORTA ]
[ PERGUNTAR SE ELA VESTE ALGO DIFERENTE OU VAI DE CAMISOLA
MESMO ]
De repente você ouve Aysha.
você sente um calafrio na espinha de cima à baixo.
– TUL. TUL. TUL. TUL. – passos pesados, em cima de você.
** 🔹 Oque você faz?**
-------------------------
ela olha no omnisapiente | descrever ela pegando algo pra ver e
posicionando entre o mapa e os olhos
Você olha rapidamente pro mapa, olhos atentos ansiando uma
resposta
mas você é pega de surpresa.
dentre as várias faixas ambulantes deixando pegadas pelo palácio,
essa não tem nome, só uma interrogação. Você se lembra ao folear o
mapa pela primeira vez uma breve instrução no cantinho, dizendo
que caso o mapa não conseguisse comportar todos os nomes algo
assim poderia acontecer, mas que bastava chegar perto o suficiente –
2 metros de distância pra ser mais exato – e o nome seria
contabilizado pelo mapa.
significa que você vai ter que ir atrás.
uma perseguição furtiva e misteriosa pelos corredores do castelo.
Oque poderia dar errado?
E ai Aysha, oque você vai querer fazer agora?
[ ELA SAI DO QUARTO ]
Você se aproxima da porta do seu quarto – portas duplas
ornamentadas e enormes
você abre?
– NHEEEEEC. – ela range, tá destrancada.
você sente a corrente de ar gelada abraçar você vinda direto do
corretor, vazio, nenhum sinal de guardas.
e você enfim segue andando tentando ao máximo ser furtiva pelos
corredores do palácio, durante uma madrugada fria e escura no
castelo, segurando em uma mão o omnissapiente e no outro a
lamparina pra iluminar o mapa.
Deixando o som dos passos pra trás mas mantendo fixos os olhos no
mapa você segue deixando o som dos passos no teto – e o quarto –
pra trás.
Você passa por todos os corredores com uma certa familiaridade
embora tudo já esteja extremamente assustador à essa hora da noite,
com o assobio do vento, os sussurros dele passando por você e
bagunçando seu cabelo, tremeluzindo a luz da lamparina
e você segue mais, e mais próxima do alvo, esse ponto de
interrogação.
ver ele vivo no mapa te deixa mais e mais arrepiada, tem um
desconhecido andando na SUA casa? Essa ideia não é bem recebida.
faz pra mim um teste de AGILIDADE pra ver o quão rápido você
chegar no piso de cima, o piso de onde esses passos vem
[ TESTE DE AGI ]
Você rapidamente consegue subir, e segue pelos corredores, até que
de repente.
você ouve um SOM.
** 🔹 Oque você faz?**
você para. Decifra o som atentamente.
são som de passos, passos além dos seus.
passos de quem você tá seguindo, ele tá perto.
em poucos metros, o desconhecido vai ser identificável.
até que.
em um corredor com uma única curva – uma esquina pra direita – o
som dos passos simplesmente para.
à pouquíssimos passos de identificar o sujeito mapa, ele parece parar.
e você vê de forma horripilante, uma pequena cabecinha, seguida de
mãos apoiadas na parede da quina do corredor, observando você.
na distância.
por alguns breves instantes
um **completo desconhecido**, te observa na distância.
e de repente
– VULSH!
a pessoa tem a confirmação de estar sendo seguida e SAI
CORRENDO, FUGINDO O MAIS RÁPIDO POSSIVEL DE VOCÊ AYSHA!
** 🔹 Oque você faz?????**
RAPIDO AYSHA OQUE VOCE FAZ RAPIDO
[ Ela persegue ]
VOCÊ DISPARA NA DIREÇÃO DA FIGURA! à toda velocidade vira a
quina do que – pra sua sorte – é um amplo corredor que te
proporciona ver parte dela antes que se vire novamente pro próximo
corredor
é uma figura completamente encapuzada dos pés à cabeça, é alta,
parece ter 1,80/90, você não sabe discenir, só que corre MUITO
RÁPIDO
teste de FORTITUDE Aysha pra ver se você consegue alcançar
[ Teste ]
Os corredores do castelo de silvergrove por um breve momento se
tornam palco de uma intensa perseguição nas trevas silenciosas da
madrugada Aysha segue perseguindo um estranho desconhecido
COMPLETAMENTE DESESPERADO ao nota-la
E você Aysha, vai correndo o mais rápido possível, você TENTA
manter o ritmo e por mais que seja difícil, o sujeito não parece se sair
tão bem também
você insiste virando esquina por esquina, corredor por corredor
contrastando entre olhar o percurso e o mapa, “AYSHA HAMMELL” e
“?” AMBOS DEIXANDO VAASTOS RASTROS PELO OMNISAPIENTE
ATÉ QUE VOCÊ OUVE
– NHEEEEEC! – uma porta foi aberta
você olha no omnissapiente pra ver qual delas?
[.]
Você olha rapidamente enquanto corre os cabelos negros esvoaçando
“biblioteca!” você ouve de forma involuntária na sua mente enquanto
observa o sujeito entrar lá
e agora, você parou em outro daqueles corredores, dessa vez de
frente pra entrada da biblioteca do palácio, mas oque esse
desconhecido tolo provavelmente não sabe é que não existem saídas
da biblioteca, é uma torre cujas janelas são altas demais pra qualquer
um pular, você pegou ele.
Tá na hora de descobrir quem tá fazendo isso Aysha.
** 🔹 Oque você faz?**
[ ela entra ]
Você não desacelera o passo, se mantem correndo até finalmente
transpassar a porta entreaberta da biblioteca e entrar nela COM
TUDO!
um imenso salão escuro, estantes imensas e livros governando todo o
ambiente, todos escurecidos pelo breu da madrugada, a única coisa
iluminada é o imenso globo de Xion – um grande globo terrestre –
iluminado pela luz da lua de uma das imensas janelas superiores
mas à principio, você não vê ninguém.
se escondeu? Talvez? Você olha rapidamente, ofegante pros lados
por melhor que tenha se escondido, o mapa pode mostrar tudo.
** 🔹 Oque você faz?**
você olha pro mapa, e no mesmo instante uma intensa corrente de
frente passa uivando por você, esvoaçando as mechas negras do seu
cabelo desarrumado pela corrida, e seus olhos arregalados de
confusão e temor.
o misterioso simplesmente desapareceu do mapa. Sumiu. Como se
NUNCA estivesse ali.
Como se todo esse tempo, você estivesse perseguindo um fantasma.
é impossível que ele tenha desaparecido, mas o mapa magico que
capta todo tipo de vida, não encontra mais nada.
você é a única nessa biblioteca Aysha. Você, o vento frio, e a
escuridão.
** 🔹 Oque você faz?**
faz pra mim um teste de PERCEPÇÃO
[ teste ]
ainda ofegante segurando a tocha em mãos, você nota algo:
você na distancia, olhando pra uma das estantes presas aos cantos
da parede, nela tem livros fora do lugar, e não só isso, livros caídos,
jogados no chão de forma desleixada, apressada. Toda biblioteca
parece organizada, exceto por esse lugar em especifico, cujos livros
tão espalhados no chão.
você conhece a Glemma, a governanta responsável por cuidar daqui,
e ela NUNCA deixa nada fora do lugar, NUNCA.
** 🔹 Oque você faz?**
[ ELA ESTUDA ISSO MELHOR ]
você se aproxima pra averiguar, livros caídos, você sente um cheiro
@Aysha.
**cheiro de fumaça. **
**fumaça** saindo de uma **estante**? Por quê?!
você foca sua atenção nesse cheiro?
[ ela foca ]
você permanece focada no cheiro, tão focada, que se esquece de
olhar pro mapa que se esquece de ver, que tem alguém.
alguém.
**um vulto preto imenso**
Bem. Atrás. De você.
# ...
🔸 se virar.
🔹 não se virar.
[ CASO ELA NÃO SE VIRE ADAPTAR A NARRAÇÃO ]
você se vira assustada por um momento, e vê
Um enorme nariz surgindo da escuridão, iluminado pela luz da sua
lamparina, seguido de um rosto maquiavélico, seco, e indecifrável.
de pé atrás de você, surgindo como um gigante maquiavélico nas
sombras, revestido de uma aura mórbida que te faz questionar como
não viu ele chegando
surge lorde Thaedus Navarro.
talvez passeando pelos corredores como um vampiro, talvez o rosto
por trás de tudo isso.
você mal raciocina, só pensa na desculpa que vai ter que dar.
Td: Princesa Aysha. – Ele diz **frio, severo,** a voz **grave** e
**maliciosa** deixa tudo mais assustador.
Td: Oque faz aqui. – ele fixa um olhar sórdido em você.
[ ELA MENTE, PROVAVELMENTE UM TESTE DE LÁBIA ]
[ ELE PERGUNTA OQUE É ISSO NA MÃO DELA, O MAPA ]
[ ELA É THAEDUS DISCUTEM SOBRE OS ACONTECIMENTOS DE HOJE,
ELE ENFATIZA NO QUÃO DECEPCIONADO O PAI FICARIA EM SABER
QUE A GAROTA ESTAVA SE AVENTURANDO PELO PALACIO NA MESMA
NOITE EM QUE FOI PUNIDA, E NO QUANTO SERIA UM LASTIMA
COMPLICAR AS COISAS E PROLONGAR O PRÓPRIO CASTIGO. DIZ
TUDO ISSO EM UM TOM DE AMEAÇA ]
[ ELE DIZ QUE NÃO É HORA PRA UMA JOVEM SE AVENTURAR PELOS
CORREDORES FRIOS DO PALÁCIO, E QUE SE ELA FOR AGORA, TEM A
PALAVRA DELE QUE O PAI NÃO SABERÁ DE NADA. ]
----------------------------------------------
Você então decide ir embora da biblioteca, sente o peso da corrida
nas panturrilhas, os pulmões quentes se recuperando do ofego e
sentindo um calafrio anormal, o mesmo proveniente da estranha aura
que emana desse homem.
e voltando pro seu quarto, sem mais chances de sair naquela
madrugada, você acaba pegando no sono, tendo em mente **uma
informação** que vem junto com a memória dos livros caídos
naquele especifico local:
**A resposta está na biblioteca. **
É dia novamente. O sol nasceu, mas não saiu.
Hoje é um dia nublado, uma manhã nublada. Não atoa os ventos que
você sentiu essa madrugada foram notados por você como ventos de
chuva, tem uma tempestade à caminho.
talvez uma tempestade não só de água, mas de segredos, os
segredos que inundam esse castelo, em especial, a biblioteca onde o
sujeito misterioso desapareceu deixando livros pra trás.
e você pensa em tudo isso encarando a janela do seu quarto, pronta
pra sair.
** 🔹 Oque você faz?**
[ ELA VAI ATÉ A BIBLIOTECA ]
bom, você chega até a biblioteca, não encontra ninguém no caminho,
afinal de contas você que à esse horário poucas pessoas realmente
frequentam essas partes do palácio, quanto mais à biblioteca cujo o
uso pertence exclusivamente aos nobres (você, sua família e os
Heavensbee).
seu pai já perdeu o interesse por leitura faz muito tempo, Ellayne é
tão estupidamente burra que seria uma grande surpresa descobrir
que ela sabe ler, e o Aarav no momento descansa em um calabouço,
então com certeza.
e você finalmente chega à biblioteca, grande, solitária, organizada e
aconchegante.
um paraiso pra você.
** 🔹 Oque você faz?**
[ ela se aproxima de onde vinha a fumaça, dos livros caídos ]
Você vai caminhando então até o local onde nessa mesma noite livros
caídos eram temperados com um anormal cheiro de fumaça
e para diante dessa mesma região, onde se destacavam em toda a
área suspeita, com de 16 livros na extensa estante.
Ok rafinha esse puzzle vai funcionar da seguinte forma
o puzzle consiste em **retirar** os livros da estante, você tem 16
opções, e tem umas informações que a Aysha não tem mas que eu
vou dar pra você como jogadora, elas são:
- 2 desses livros revelam algo importante
- 6 desses livros não fazem nada
- 8 desses livros eliminam uma tentativa sua de conseguir
você tem 4 tentativas no total, se perder as 4 você trava o puzzle e
seguimos por outra rota (bem mais complicada)
os dois números que revelam o algo importante já foram dados como
pistas durante a sessão de forma sutil
essa aqui é a estante, boa sorte
números: 6 e 8
números ruins: 4 2 12 14 15 16 7 9
números neutros: 1 3 5 6 11 13
bom Aysha, você retira esse livro e você vê algo que chama sua
atenção:
Você percebe algo extremamente sutil e discreto, uma pequena
fechadura dourada minúscula no fundo da estante, antes tapada
por um livro, agora escondida da luz, mas não dos seus olhos.
Você achou o primeiro número.
---------------------------------------------------
Ok, você puxa esse livro da estante rapidamente
você puxa: A CIÊNCIA DO ARCANO por: Baeler Navarro
faz pra mim um teste de PERCEPÇÃO aysha
[ teste ]
pegando rapidamente esse livro você sente uma protuberância
estranha, como se tivesse algo entre as páginas
** 🔹 Oque você faz?**
e você vê que tem grudada em uma das paginas, uma minúscula
chave dourada, bem bem pequena mesmo.
** 🔹 Oque você faz?**
Você delicadamente enfia a chave na fechadura, e de repente
**– PUFF!** – você sente a estante mexer alguns centímetros.
e aquele cheiro retorna, **fumaça**, fumaça acompanhada de um
leve cheiro metálico, como **engrenagens de um mecanismo. **
um discreto compartimento se abre, revelando que a estante, é uma
passagem secreta.
pode cenar e dizer oque você faz
[ ELA ENTRA ]
antes de entrar me diz, oque você faz a chave?
[ SLA ]
Ok, você faz isso, eu vou presumir também que vc deixa o ambiente
menos chamativo, menos livros no chão, e a passagem escondida o
suficiente pra que a estante não seja percebida fora do lugar tão
facilmente
certo?
ou vc faz diferente?
[ ELA FAZ E ENTRA ]
e você entra, pela passagem.
essa é a sua visão, uma grande escadaria em espiral que desce pra
baixo, no escuro, no completo escuro subterrâneo à dentro, um local
que você mesmo vivendo aqui desde o nascimento, nunca percebeu e
que te enche de medo, incerteza e choque pela descoberta.
você desce?
decidida, você respira fundo e desce adentrando na escuridão cada
vez maior dessa espécie de calabouço secreto.
você não sabe dizer oque é maior, o calafrio que você vai sentindo
quanto mais abafado e carregado o ar vai ficando, ou se sua vontade
de descobrir a verdade, de compreender o desconhecido desse
palácio.
e depois de 5 minutos descendo lances de escada, você parece
chegar em terreno plano. As paredes são absurdamente empoeiradas
e todo o local é pouco iluminado, não só seus passos fazem eco como
também sua respiração. Apesar das paredes estreitas o teto é largo e
as paredes são extensas pra cima, você consegue ver camadas de
pó, musgo, e teias de aranha.
e claro, mais à frente duas passagens.
pode cenar e dizer oque você faz
[.]
aqui você tem duas opções Aysha, só que o problema é que ambas
parecem iguais, passagens idênticas que resultam em mais escuridão
indecifrável
Eu permito vc tentar um teste de percepção pra ver se nota diferença
nelas
[ TESTE ]
Ok com esse valor você não ve nada de diferente, vai ter que
escolher às cegas
# bifurcação
🔸 passagem da direita
🔹 passagem da esquerda
[ ELA ESCOLHE UMA \ Perguntar se ela tem certeza e mandar ... ]
ok, você passa por essa passagem finalmente se decidindo, e com
seus passos ecoando segue por esse caminho
e você chega em um salão ainda maior e mais escuro.
@Aysha você entra e logo pisa em algo, **água.**
** 🔹 Oque você faz?**
você pisa nela, mas é... diferente.
é viscosa... e cheira mal.
faz um teste de conhecimentos gerais aí
[ TESTE DE CONHECIMENTOS GERAIS ]
Aysha.
não é água, é saliva.
DE REPENTE, VOCÊ OUVE!
# – RAWRARRWRAWRARW!!!!!!!
ROSNADOS ESTRONDOSAMENTE ALTOS SURGEM JUNTO COM ALGO
QUE TE DA UM **SUSTO**
VOCÊ VÊ DOIS PITBULLS **ENORMES** CORRENDO DIRETO NA SUA
DIREÇÃO, DOIS VULTOS BRANCOS EXTREMAMENTE ASSUSTADORES
ESPUMANDO PELA BOCA, UMA BOCA QUE FACILMENTE PODE
ARRANCAR UM BRAÇO SEU.
teste de INICIATIVA Aysha
os seus reflexos de observação te alertam sobre essa situação, a
saliva indica que não comem faz muito tempo, e a espuma na boca,
raiva potencializando eles em tudo. Se eles pegarem você, eu sinto
dizer, você vai morrer sendo devorada por cães.
[ BATALHA ENTRE AYSHA E OS CÃES ]
Após esse confronto, ofegante, você se recupera por alguns instantes,
e tem uma escolha, você pode se acovardar e dar meia volta, ou
pode seguir esse sentimento de que não falta muito, e continuar
** 🔹 Oque você faz?**
[ ela continua ]
você então, depois de respirar fundo, agora preparada pro que vier,
segue finalmente.
e agora se vê diante de um extenso e largo corredor, esse lotado de
teias de aranha, poeira e sujeira, e além dele você vê oque parece ser
o destino final, você sente um intenso arrepio ao encarar uma
imponente porta no fim do corredor
porta essa que você sente guardas todas as respostas.
** 🔹 Oque você faz?**
[ ela segue ]
me descreve exatamente como você faz isso Aysha
[ ela descreve ]
você vai andando... caminhando decidida até a ultima porta dessa
masmorra secreta que todo esse tempo vivia bem debaixo dos seus
pés.
até que...
faz um teste de PRESENÇA Aysha
[ TESTE ]
Ate que...
nada acontece.
(deu sorte.)
você se aproxima da porta na tentativa de abrir, ela é bem pesada
mas eventualmente você consegue abrir e passar pela fresta dela.
e oque você vê é um GRANDE SALÃO SUBTERRÂNEO.
o maior segredo desse mundo subterrâneo se revela diante de você,
tão extenso quanto os aposentos reais essa sala se estende com
bancos quebrados, similares à bancos de capelas ou santuários, as
paredes são mofadas e empoeiradas onde nas bordas crescem
fungos, e você vê o principal, oque parece ser uma espécie de grande
mesa de pedra rustica e envelhecida, contendo ao que parece na
distancia, papeis, documentos e um aparelho telefônico.
tem 5 objetos de interesse em cima dessa mesa de pedra:
:one: uma pilha de papeis: certidões de nascimento
:two: algo que parece ser um diário aberto
:three: um pergaminho
:three: um número de telefone
:four: um telefone.
pode cenar e me dizer oque você faz
[ ELA SE APROXIMA DOS DOCUMENTOS ]
CERTIDÕES DE NASCIMENTO:
Você vê em cima dessa grande mesa de pedra diversos papeis e
documentos empilhados:
você se aproxima da pilha de certidões de nascimento, são
documentos de genealogia, de uma série de pessoas, sobrenomes
que coincidentemente vão de Hammell à Heavensbee, na verdade,
SÓ TEM DOCUMENTOS sobre os Hammell e os Heavensbee, de várias
gerações.
TELEFONE:
Você oque parece ser um aparelho telefônico normal e bem comum:
é esférico e nas bordas tem vários símbolos pra discar. Um detalhe
sobre ele, é que embora a maioria dos documentos aqui seja velho e
empoeirado, o telefone tá novinho em folha.
DIÁRIO:
Você vê ao lado da pilha de papéis, também nessa mesa, um diário,
aberto especificamente em duas paginas:
vc pode passar a pagina tbm, tem mais coisa do outro lado
PERGAMINHO:
NÚMERO DE TELEFONE:
É numero de telefone normal, 3 digitos, hífen, 5 digitos e uma letra
[ ela cena com isso ]
Faz um teste de ESCUTAR AÍ
[ teste ]
algo prende sua atenção, tirando ela dos papeis, e da mesa, e
fazendo você se virar pra trás bruscamente no **susto:**
som de **passos**
**– Tonc. Tonc. Tonc.**
vindo na sua direção, prestes à entrar no salão.
rápido
** 🔹 Oque você faz?**
[ ela se esconde provavelmente em um dos bancos / pedir teste de
furtividade ]
à medida com que os passos vão se aproximando você controla sua
própria respiração tentando parecer o mais furtiva possível
e seus grandes olhos azuis observam entrar na sala,
surpreendentemente:
**Nero Heavensbee.**
Ele se aproxima caminhando lentamente até a mesa, mas você não o
vê usando um capuz ou coisa assim.
e eu quero agora q vc faça algo q mais tarde vai fazer sentido, teste
de INTUIÇÃO
[ TESTE ]
Ok,
infelizmente você não percebe nada além do que eu já descrevi.
você vê ele se aproximando da grande mesa de pedra empoeirada,
do telefone nela.
ele move os dedos com frieza até o telefone, discando um número e
em seguida, aproximando o mesmo da boca
Ne: Alô? – seriedade máxima na voz, rígido como sempre.
Alguém diz algo do outro lado da linha.
Ne: Quanto tempo falta?
assim que ele diz isso, ao ouvir a resposta do outro lado da linha, a
reação é uma espécie de indignação inconformada, mas embora
revoltado, não perde a postura, nunca perde.
Ne: Como assim?! Isso é um ultraje! a noite do baile é amanhã!
Quantas chances você acha que **eu** ou **meu sócio** teremos
de concluir essa realização?! – ele recebe a resposta confuso outra
vez, e continua:
Ne: a fedelha Hammell vai se casar, e a noite do baile sela o
compromisso acontece amanhã, eu não posso esperar mais. Se você
não me fornecer os **Efêmeros** de que preciso pra **amanhã**,
eu não vou hesitar em procurar outro fornecedor.
Ne: Saiba que o mercado negro é muito extenso, tenho certeza que a
nobreza pode achar profissionais melhores que cumprem o prazo. –
ele conclui o sermão com malicia.
a postura é sempre ereta, a voz sempre firme, Nero Heavensbee era
um homem disciplinado, talvez o mais disciplinado e honrado que
você já conheceu Aysha, tudo isso não faz o menor sentido.
E só oque você consegue pensar é em um trecho das palavras dele
“Fornecer os Efêmeros de que preciso” por quê Nero Heavensbee
precisa de monstros sanguinários? Por quê na noite do baile? Oque é
esse calabouço, aqueles documentos, tudo isso é uma espécie de
golpe contra a sua família? Tudo parece muito confuso.
e você permanece pensativa até ele concluir.
Ne: Contratei os seus serviços pela efetividade da sua companhia de
viagem **teletransportadora**, imagino que Dra. Kremmer queira
manter seu patrocínio com as famílias nobres, que lhe fornecessem
verba para tal – ele diz em tom de ameaça – considere um ultimato,
do meu sócio e eu.
Ne: precisamos desses Efêmeros.
ele ouve algo à mais do outro lado da linha
Ne: Ok. Se uma ligação de confirmação é parte do protocolo, não
hesitarei em ligar.
ele ouve com atenção, provavelmente ouviu uma pergunta sobre o
horário, por que em seguida diz:
Ne: às 18:00, logo após o por do sol de **amanhã.**
(@Aysha você sabe que esse é o horário do inicio do baile de
amanhã.)
[ NERO SAI, E AYSHA PERMANECE LÁ ]
bom, e a gente corta essa cena.
@Aysha
tudo oque você consegue pensar Aysha é nas descobertas que fez,
aqueles papeis, as falas do Nero, tudo isso passa como um grande
tornado de mistérios e segredos.
mas, mais do que isso, você torce lá no fundo pra que tudo isso seja
grande o suficiente pra você se livrar ou ao menos adiar esse maldito
casamento.
Assim que você sai Aysha, você não pode evitar pensar no quão
encrencada estaria se o seu pai fosse te ver – em mais uma tentativa
falha de diálogo pós-briga – e visse que você sumiu completamente.
Pra alguém não tão boa em mentir, a quantidade de mentiras
contadas essa semana já parecem o bastante.
** 🔹 Oque você faz?**
Assim que volta pro seu quarto, você percebe que não há tantas
oportunidades de ação. Aarav está em um calabouço e vai continuar
lá por um tempo, seu pai e Remus Navarro não estão no palácio,
provavelmente se ocupando com algo relacionado ao casamento,
Lucinda prestativa como é já deve ter se encarregado de se afundar
nos compromissos do baile da nobreza de amanhã.
mas de todos esses que eu falei, restam duas pessoas. O Sir Gillian
nos jardins do palácio, e Thaedus Navarro, nos aposentos dele
** Oque você faz?**
🔹 Ir até Sir Gillian
🔹 Ir até Thaedus Navarro
🔹 Permanecer no quarto
🔹 Fazer outra coisa
[ ELA DECIDE ]
Você decide fazer isso Aysha, e brevemente, por reflexo ou não, você
olha pro mapa.
e você algo nele Aysha, algo MUITO estranho.
... você olha pro mapa com mais atenção?
[.]
todas as letras começaram a tremer. A vibrar.
Elas que por si só já parecem ter vida própria agora tomam uma
movimentação caótica, todas elas giram.
elas giram CADA VEZ MAIS RÁPIDO desfazendo a forma do mapa aos
poucos, os cômodos desenhados por palavras agora vão aos poucos
se convertendo em um grande tornado no centro.
teste de VONTADE com PRESENÇA AYSHA
Você sente um aperto no estomago. Filhos da Piedade carregam
consigo o sopro do Artesão, são receptáculos naturais de magia e o
ponto central, é o estômago.
Não atoa, é necessário ingerir metais e queimar suas reservas dentro
de si pra que a fração da essência do artesão em cada ser humano se
manifeste em poderes seletos.
Isso significa que você natural é magia, e o cerne dessa magia, é o
seu estômago.
que nesse exato momento, começa a queimar
uma queimação como uma azia x100 pior
você se sente que vai vomitar FOGO.
** Oque você faz?**
Você tenta agir minimamente, movendo um mínimo musculo você
sente uma pontada mais forte no seu estomago.
você cambaleia colocando as duas mãos no estomago e largando o
Omnissapiente no processo
que desliza no ar até o chão, nele, todas as letras já foram
convertidas em um imenso vortex no centro do papel
vortex? Eu quis dizer Espiral. Uma imensa espiral formando um
símbolo.
você olha pra essa espiral, as letras parecem formar um símbolo, um
símbolo que não vai ver concluído Aysha, sua visão fica turva, seus
olhos pesados e seus pensamentos misturados em um turbilhão de
desorientação.
@Aysha você tem 1 ação até desamaiar, eu permito que você faça
uma coisa antes de cair no chão desacordada. Talvez, pra sempre.
** Oque você faz?**
[ ELA FAZ ]
você faz isso, e sente seus músculos te abandonarem, a ultima coisa
que você sente, é um cheiro metálico, áspero, cheiro de cobre
queimado. E então...
– TUL!
Você bate a cabeça no chão, tudo apaga.
faz um teste de FORTITUDE pra mim
[ FORTITUDE ]
E você Aysha
finalmente acorda.
acorda deitada na sua cama, encarando o vitral da sua mãe, de
madrugada.
@Aysha deixa eu te fazer uma pergunta
tudo isso que acabou de acontecer
foi tudo um sonho?
[ ela responde que não ]
se não foi um sonho, por que você ainda tá usando a mesma roupa
daquela noite em que você chegou e pegou no sono encarando o
vitral com o rosto da sua mãe?
E se não foi um sonho, por que tá tudo exatamente no mesmo lugar
daquela noite, e cadê o Omnissapiente?
@Aysha se não foi um sonho por que você tá tão desorientada?
@rafs Oque a Aysha faz nesse momento? Pode cenar
[ Ela segue desorientada pelo quarto ]
Você segue desorientada pelo quarto, seus olhos ardem, sua boca tá
seca, seus sentidos lentos e tudo muito avulso, todas características
de uma longa, LONGA noite de sono.
faz pra mim um teste de percepção
[ teste ]
você percebe algo: um papel caído no chão, no chão em frente à
porta do seu closet, não da pra ver a coloração no escuro, mas parece
um papel velho, dobrado 3 vezes.
** Oque você faz?**
você se aproxima Aysha
seus passos ecoando no silencio, seu rosto consumido pela escuridão
do quarto escuro e sombrio, o ar gelado esvoaçando as pontas dos
cabelos...
você vai lentamente chegando mais e mais perto do papel no chão,
uma intensa tensão crescente deixando o ar quase palpável de tão
pesado.
e agora, nessa salão escuro, só tem você de pé, e papel dobrado,
jogado em frente ao closet. Talvez a única prova de que tudo isso não
foi um sonho.
descreve pra mim, como você pega esse papel Aysha
[ ela pega ]
Você se abaixa pra pegar, e envolvendo as dobras do papeis nos seus
dedos, você observa ele, atentamente, observa a familiaridade da
espessura do papel, observa o cheiro de papel velho, e fissura pelo ar
místico que a sensação de que tudo foi um sonho te proporciona,
você observa os detalhes do papel.
...
tantos detalhes, que te impedem de observar o reflexo da luz da lua
batendo na fresta da porta do closet, reluzindo do outro lado a
**lâmina** da **enorme faca**, segurada pela mão enluvada, de
quem te assassinou.
# – TUUL!
A PORTA DO CLOSET É ABERTA VIOLENTA E NO MESMO INSTANTE UM
ENORME SUJEITO ENCAPUZADO SURGE, TUDO OQUE VOCÊ
CONSEGUE VER É A SILHUETA MASCULINA ENORME VINDO COM UMA
FACA NA SUA DIREÇÃO!
E nessa investida ele vai tentar cortar sua garganta
@rafs na mecânica do Filhos da Piedade ele vai usar algo chamado
“Ataque de Oportunidade”
Quando um ataque à menos de 2 metros do alvo é realizado em total
condição de surpresa, o atacante tem direito à um ataque de
oportunidade, caso seja bem sucedido, o alvo morre sem chances de
testes de cura ou medicina.
significa que se ele acertar vc morre aqui, e o rpg infelizmente vai ser
encerrado aqui também
tendeu?
agora descreve pra mim sua esquiva e faz o teste de Reflexo
[ TESTE DE REFLEXO ]
Em um susto que quase faz seu coração sair pela boca você vê
surgindo das sombras de forma desesperada um enorme vulto preto,
tudo oque você enxerga por um instante é a faca cortando o ar em
direção à sua garganta
e quando ela finalmente seu te degolar seus reflexos são mais
rápidos! Você se JOGA VIOLENTAMENTE pra trás de forma BRUTA e
ACERTIVA
e cai com os cotovelos no chão ao lado violentamente.
você conseguiu desviar dessa Aysha.
E no breve instante em que você, caída apoiando os cotovelos no
chão encara a enorme figura encapuzada de cima, em uma sincronia
perfeita entre o seu destino e a natureza, a tempestade lá fora
começa, gotas rígidas e trovoadas
Encarando o sujeito depois do susto você vê melhor, com certeza é
um homem, **ombros extremamente largos** e muito alto,
provavelmente **1,80** ou **1,90** de altura e o **físico é
extremamente atlético.**
você poderia descobrir agora mesmo a identidade do sujeito
misterioso, mas entre você – caída no chão – e as respostas – o
omnissapiente caído atrás dele – esse sujeito se coloca como uma
muralha.
Teste de INICIATIVA Aysha
Ao som do trovejar da tempestade se iniciando lá fora, a garota
encara o assassino misterioso, seria ele alguém enviado pra mata-la
enquanto dormia? Não. O sistema de defesa impediria qualquer
assassino de entrar nas dependências do castelo à não ser escalando
até a janela, oque é impossível já que as imensas janelas de vidro tão
trancadas.
Aysha percebe a verdade, dura demais, amarga demais, tão
impensável que seus pensamentos gritam de confusão ao elaborar à
ideia que agora, parece certeira.
Esse assassino, é alguém de dentro do palácio. @Aysha
alguém que você conhece.
mas pra sorte da garota e azar dele, não o tipo princesa indefesa,
Aysha nunca largou os treinos, também sabia como matar.
Entre você o omnissapiente, ele segura uma faca pronto pra te matar,
o seu arco e flechas que você procura por reflexo, tá no canto da
parede do quarto descansando na distância, até lá é uma corrida
mortalmente incerta, e você não tem arma nenhum na sua mão.
** Oque você faz?**
[ A batalha se desenrola da seguinte forma:
Aysha corre até o arco e é perseguida pelo assassino que faz de tudo
pra ela não o pegue, assim que ela pega eles batalham, o ponto
principal é q o assassino é sobre humanamente forte e a
agilidade e reflexos de combate são exímios como os de um
cavaleiro, esse é o vigor de alguém jovem. ]
Ele à todo custo que Aysha alcance o omnissapiente e quando perde,
foge pela janela
trovejos e relâmpagos se estendem por todo o combate ]
Você vê ele começar a recuar, a postura dele mudou faz tempo, ele
entendeu que não vai ser fácil matar você
e agora se vendo ferido, ele parece começar a recuar mais ainda.
Ao invés de te atacar, ele vai tentar pegar algum objeto metálico
pesado e atirar em uma das janelas, ele vai tentar fugir
[ teste pra ele ]
e ele consegue.
Ele rapidamente pega uma estatueta qualquer de uma das estantes e
brutalmente atira com uma das duas grandes janelas próximas à sua
cama, e você ouve abafada pelo som da tempestade
– CRACCCKT! – vidro se estilhaça pra todos os lados e voam
fragmentos brilhantes reluzindo à luz da lua como cristais, seguidos
do som da tempestade ainda mais ensurdecedor agora que a água da
chuva começou a entrar no quarto junto com a ventania.
e você tem uma única ação, uma única tentativa de qualquer coisa,
antes que ele pule por essa janela.
** Oque você faz?**
[ ou ela pega o arco e atira, ou ela corre pra agarrar, ou ela corre pro
omnissapiente ]
[ adptar à narração à ação dela e acrescentar isso: ]
E você tem o maior choque de todos.
A ventania sacode o grande capuz preto deformando ele de um lado
ao outro enquanto o assassino tenta manter ele cobrindo a cabeça, e
conseguindo com dificuldade, ele não é capaz de impedir que você
veja algo.
seus olhos se arregalam em resposta, quando em um relâmpago você
vê iluminado pela luz da lua, escorrendo pra fora do capuz, uma única
mecha de cabelo
uma **mecha** de cabelo verde.
cabelo verde do **jovem assassino. **
nesse momento, pega de surpresa você não consegue ser mais
rápida que ele, que pula a janela, e desaparece completamente.
restando apenas você, a tempestade
e a descoberta da identidade do homem que acabou de tentar te
matar.
Sir Gillian Heavensbee.
É manhã no Mundo Esperanto, e principalmente em Silvergrove –
palco dessa história.
o céu ainda sofre com resquícios da tempestade dessa madrugada, o
ar úmido, o vento fresco e as enormes poças d’agua por todo palácio,
assim como também Aysha ainda sofria resquícios da tempestade em
seu quarto, com a recente descoberta de que Sir Gillian é um
assassino que tentou mata-la.
@Aysha isso impediu que você conseguisse dormir, e hoje, no dia do
baile real que vai oficializar seu noivado arranjado com Remus
Navarro você permanece pensativa sobre tudo isso.
até o momento em que é interrompida
Alguém entra pela porta do quarto: Aarav, seu irmão.
ele não parece mal, na verdade, parece com a mesma aura maligna e
rosto antipático de sempre.
Agora é tudo muito irônico, ele parece ser a única pessoa de
confiança aqui.
Av: O velho disse que delicadamente, enquanto os sentinelas dele
apontavam as lanças pra mim, que não ficaria bom pra imagem da
família Hammell todos os nobres das Terras Altas terem ciência que o
filho primogênito dele apodrece numa sela.
Av: então – ele abre os braços e sorri levemente – um grande viva
para o seu casamento! – zombando de você.
pode cenar
[ eles conversam, aysha conta oque aconteceu ]
Bom, ao ouvir toda essa história ele tem uma reação bem
inapropriada, parece que todo esse tempo ficou em tédio nesse
palácio e que o fato de uma conspiração envolvendo catacumbas
secretas do castelo e um escândalo de uma tentativa de assassinato
por um dos seus amigos de infância, pra ele deixou tudo 800% mais
interessante.
é isso que esse sorriso insensível no rosto dele diz
Av: Acho que finalmente encontrei algum proposito nesse lugar
infernal e sórdido.
Av: Quer ouvir oque eu tenho a dizer Aysha – ele encara você
fixamente, sempre altivo, arrogante como se estivesse sempre
preparado pra tudo.
[.]
Av: vamos bolar um plano essa noite, durante o baile.
Av: você disse que o velho Heavensbee quer trazer efêmeros pra cá,
provavelmente envolvendo algum esquema conspiratório pra atacar o
palácio na noite do baile e que tudo depende de apenas um
telefonema de confirmação, as 18:00 no horário do inicio do baile
Av: eu já ouvi falar nessa tal Dra. Krammer que ele mencionou, é
famosa no meu ramo, uma das grandes senhoras do crime da capital,
é temida por praticamente todos lá e conhecida pelas revoluções no
campo de estudo do ferro e da prata – magia de Espaço – tanto que
patenteou o teletransporte como uma invenção sua.
Av: significa que é assim que os efêmeros vão ser transportados pra
cá.
Av: Em um único segundo o maior baile das Terras Altas vai se
transformar no palco de um banho de sangue. – ele diz com um
grande sorriso, você pode jurar que ele tá imaginando monstros
devorando todos os nobres.
Av: eu gostaria muito que isso acontecesse mas terei mais prazer
ainda em matar os dois Heavensbee traidores.
Av: Então, eis o meu plano, você vai se aprontar pro baile mas ao
invés de descer até o salão de festas vai direto pra essa catacumba
no subterrâneo, onde o telefone vai aguardar à ligação de
confirmação.
Av: Lá, você mesma vai atender o telefone às 18:00 em ponto e vai
cancelar a entrega.
Av: depois é só levar o telefone com você e nós vamos rastrear a
ligação. Achando o tal fornecedor vamos ter a confirmação de que o
Heavensbee tá por trás disso, e eu não vou ser condenado por
assassinato se tiverem certeza que matei um traidor.
Av: você tem uma excelente desculpa pra adiar seu casamento por
um longo tempo, e eu mato alguns velhos conhecidos com quem não
simpatizo. – ele dá um sorriso
Av: oque achou do meu plano?
[ eles discutem ]
tudo isso que ele parece disse parece fazer sentido Aysha, só que tem
um furo aí, como você vai atender o telefonema das 18:00 se o Nero
vai fazer a mesma coisa ao mesmo tempo?
[ ela pergunta ]
Av: Aysha... Aysha... Aysha. Você nunca aprende não é? – ele rodeia
você com malicia – eu nunca tenho falhas nos meus planos.
ele puxa uma cadeira e senta de forma desleixada
Av: Eu vou distrair Nero Heavensbee o suficiente pra que ele chegue
atrasado.
Av: E eu sei, da **distração perfeita. **
Bailes.
A mais sutil e cruel das batalhas travadas pela nobreza. Poucos
percebiam, mas essas festas não diferiam da guerra – apenas
trocavam o aço pelo veludo e o sangue pelas palavras afiadas.
Nobres não empunham espadas, não marcham para o front, e há
quem duvide até mesmo sangram. Afinal, a guerra pertence aos
desafortunados, àqueles que, por capricho de Kalamor – o Destino –
nasceram do lado errado da moeda.
Esses salões eram um campo de batalha, onde a dança mascarava
emboscadas e a música abafava murmúrios de traição. Aqui,
devoravam-se uns aos outros por uma promessa de glória, pois, para
eles, o sol não era luz como para os pobres soldados morrendo em
seu nome, mas triunfo – e cada um acreditava ter nascido pra
conquistar.
Esse era o cenário do imenso e luxuoso salão de bailes naquela tarde
em Silvergrove dos Hammell. Quase todos os nobres das Terras Altas
já haviam chegado aguardando a princesa – o grande motivo daquele
baile
Amadeus e Ellayne recepcionavam todos como bons anfitriões – não
sem antes colocarem vigias de olho no Aarav, que naquele momento,
aguardava de pé no canto, sacando discretamente um telefone
comunicador.
Av: – Aysha câmbio. – ele discretamente – tô vendo o Nero, ele tá no
segundo hall observando toda a festa de cima, até nenhuma
movimentação dele.
Av: Distração à caminho. – ele desliga.
e os olhos do Aarav procuram atentamente alguém, naquela noite ele
usava trajes de gala reais, as roupas mais finas possíveis. O cabelo
mais arrumado do que nunca e tudo isso o tornava extremamente
bonito aos olhos de qualquer um da corte, era inegável que ele havia
herdado à beleza da família que infelizmente era ofuscada pelo seu
“gênio forte” por assim dizer.
mas naquela noite... naquela noite ele-
ele finalmente encontra quem procura, e vai até a pessoa
Lucinda Heavensbee.
Av: Com licença – a voz aveludada tinha um tom cordial dessa vez
Lucinda se virou, também vestia trajes de gala finos e elegantes, e
naquela noite a beleza dela era ainda mais notável.
Av: me concede uma dança? – ele estende a mão, mudou totalmente
a postura e semblante.
Aarav Hammell nunca foi vulgar de maneira nenhuma, ascendeu no
crime com a alcunha de que seu carisma e charme eram tão
convincentes que podiam ser confundidos com seu Sopro de
Manipulação. Não havia ninguém naquele palácio com um dom de
cativar que fosse melhor que ele.
talvez voltar ao lar o trouxesse de volta à selvageria da adolescência,
queria ver aquele lugar queimar, mas podia conter isso, e era oque
faria
Lucinda por um momento se virou em completo choque não deu a
mínima pras mechas de cabelo verde esparramadas no rosto
desfazendo o penteado, poderia jurar que enfartaria.
Av: Lucinda, vou ser franco. – ele simplesmente dá de ombros –
tenho razões pra odiar todos aqui, exceto você. Nunca me fez mal
algum ou sequer cogitou a ideia.
ele da alguns passos à frente, os olhos castanhos profundos fixados
nos dela. Lucinda podia estar se segurando naquele momento pra não
ficar boquiaberto, mas precisava ser forte, já tinha aguentado demais
por Aarav e as longas conversas com o pai lhe abriram os olhos.
Lu: Não, Aarav. – ela vira o rosto relutantemente – eu sei quem você,
e toda a destruição que causou no jantar finalmente abriu meus
olhos, você não tem qualquer afeição por mim, e por mais que me
doa preciso aceitar.
Aarav pela primeira vez foi pego de surpresa, mas não podia deixar
que ela soubesse disso.
Av: é isso que deseja? Afeição?
Lu: sinceridade. – ela rebate
Av: sou sincero! – ele mente
Lu: sincero como um político.
Av: como o seu pai? – Ele inclina o pescoço fixando os olhos nela
Ela recua. Perde a paciência.
Lu: não entendo o propósito disso, você nunca falou comigo se não
pra me ofender.
Av: não sabia que notava. – ele fica envergonhado
Lu: Por que garotas apaixonadas não pensam?
Ele é quem recua dessa vez.
Av: Escute, o tempo que passei na masmorra do meu pai, me abriu e
muito os olhos. Há muito que eu não via antes.
Av: Ninguém é capaz de mudar do dia pra noite, mas se há qualquer
desejo de compensar começa com você, é a única aqui que não
desejo matar. Você nunca mereceu todo o tratamento que lhe dei
desde que éramos crianças.
Av: deixe-me redimir isso.
Lu: mulher alguma pode trazer redenção à um homem. – ela se vira
de costas, saindo
Av: mas pode lhe abrir os olhos. – ele segura ela pelo braço
os dois cruzam olhares de novo, algo entre ódio, constrangimento e
afeição
Lu: Já disse que não temos futuro. Me solte, por favor.
ele dá passos à frente, a palma apertando o braço suaviza se
tornando uma mão deslizando levemente sobre ele
Av: Futuro, destino, de que isso importa? – ele se aproxima mais
ainda
Lu: mais do que imagina. – ela não cede.
Av: eu nunca imagino, prefiro viver a realidade.
Lu: então sabe que não sou tão burra à ponto de acreditar que
mudou em 5 minutos de conversa.
Av: que bom então que estamos em um baile. – ele gesticula pras
pessoas dançando pra todo lado
e flexiona o cotovelo com o antebraço estendido, um gesto chamando
pra dançar.
Lucinda encara ele brevemente, ninguém do Mundo Esperanto sabia
do ESFORÇO que ela teve que fazer pra manter esse diálogo, e nos
instantes em que se encararam em silencio deixando apenas a
orquestra abafada pelo barulho do baile soarem, ela pensou “se é
apenas uma dança... por que não?”
E foi assim que ambos foram pra pista da dança
Av: sabe, eu ouvi dizer que bailes são um grande simbolo de
recomeço - ele apoia levemente uma das mão na cintura dela
Lu: e quem disse isso? – ela apoia uma das mãos no ombro dele
Av: algum monge por aí com uma pedra de cobre na boca. – ele sorri
e ela desarma, deixa escapar uma risada sincera
e Aarav sutilmente olha pra cima, pro hall do segundo andar onde
esperava – e com toda certeza – que Nero Heavensbee optariam por
ser um bom pai e se revoltaria ao ver sua maior dor de cabeça: sua
filha se engraçando com Aarav.
e foi oque aconteceu.
e a gente corta essa cena, agora de volta pra Aysha.
@Aysha são mais ou menos 17:53 da tarde, você se apressa
rapidamente correndo nesse vestido de baile até às catacumbas da
biblioteca
cê quer descrever o vestido de baile que a Aysha tá usando Rafa?
[.]
Você segue apressadamente levantando parte do vestido com as
mãos, quando finalmente chega de volta àquele lugar, de frente pra
aquela porta.
só que dessa vez, ela ta entreaberta, e você ouve cochichos, duas
vozes.
** Oque você faz?**
[ ela se aproxima ]
seu primeiro pensamento é “não devia estar vazio?! Quem mais sabe
sobre esse lugar?!” até que você se aproxima pra discernir as vozes.
a primeira, você reconhece
firme, grave e aveludada, essas características são da voz de alguém
que faz arregalar os olhos:
é a voz do lorde **Thaedus Navarro**
e a outra...
a outra te deixa sem chão quanto à todo esse plano, a outra quebra
completamente suas expectativas.
você leva um SUSTO quando ouve, e logo pela fresta VÊ **Nero
Heavensbee**, conversando com ele.
@Aysha como isso é possível se AO MESMO TEMPO ele tá lá no
baile????
oque passa pela sua cabeça nesse momento? @Aysha
[.]
você pensa isso... e bom. A resposta pra isso...
Av: é sério! – ele diz, enquanto ela se acaba de rir
Lu: você realmente fez isso?! – ela tenta segurar o riso, não consegue
Av: fiz, e o cozinheiro levou 6 meses pra se recuperar!
Ambos riem enquanto, na pista de dança, Aarav e Lucinda dançaram
por mais ou menos 3 minutos.
à essa altura já tinha rodado metade do salão de baile e deixado o
local onde conversavam antes.
Mas algo estava errado. Aarav, olhando pelos ombros da garota
permanecia observando Nero Heavensbee, mas havia algo estranho
com ele. A expressão irritado no topo do hall – no exato mesmo ponto
desde o inicio do baile – sequer mudou, e de forma igual, seu olhar
continua parado no mesmo lugar, quase como...
como uma estátua! – o sorriso se desfez do rosto de Aarav
as pupilas correram de um lado ao outro è medida que os olhos
arregalavam
ele entendeu tudo.
e em resposta à isso ele dá um **EMPURRÃO BRUTAL** na Lucinda
empurrando ela no chão com TUDO que cai BRUSCAMENTE!
Aarav nesse mesmo instante olha pra cima encarando Nero no hall
superior: nenhum movimento, olhar, não moveu um musculo sequer.
Todos do baile olham de imediato, os que dançavam param, a música
para, tudo para.
até o garçom oferecendo taças de espumante ao lado do Aarav para,
e ele, ignorando toda a atenção da festa com essa cena ultrajante – e
os gemidos de dor da Lucinda no chão – pega uma das taças, esvazia
rapidamente por si mesmo e ATIRA pra cima, na direção de Nero
a taça de vidro vai voando até o hall superior e quando todos pensam
que vai acertar o conselheiro, ela ATRAVESSA! COMO SE ELE FOSSE
UM FANTASMA!
Lu: Aaahgr! – Lucinda geme do chão, realmente machucada – Aarav,
oque você-
Av: Ilusão. – ele ignora ela, boquiaberto encarando o hall superior,
pela primeira vez realmente sem chão.
Av: É uma ilusão.
E de volta à Aysha, observando pela fresta da porta, Nero e Thaedus,
tendo possivelmente a conversa mais secreta de todo aquele palácio.
@Aysha faz pra mim um teste de FURTIVIDADE pra ver o quão bem
você fica furtiva escutando e assistindo
[ TESTE DE FURTIVIDADE ]
Ok, você consegue ficar nessa frestinha assistindo a cena
cena essa que te faz prender a respiração enquanto assiste atenta.
Ne: Não pode fazer isso! – Nero avança implorando. Aysha de certa
forma fica surpresa, jamais imaginaria ver um homem como aquele
implorar. A postura firme, a resiliência imbatível, tudo isso sumiu
quando Nero gesticulava implorando algo à Thaedus que ainda
mantinha a postura, e só abria a boca pra dizer poucas e gélidas
palavras.
Você observando atentamente Aysha se pergunta que tipo de coisa
colocaria Nero na posição de implorar.
e essa era a cena: Thaedus estava de pé virado de costas pro Nero,
que implorava embora Thaedus permanecesse frívolo como sempre,
ele era quase como uma fortaleza impenetrável que recusava sequer
outra nos olhos do sócio.
Td: Oque posso e oque não posso não são algo discutível aqui.
Ne: como não?! Não pode fazer isso lorde Navarro! É impensável!
Td: impensável? – Thaedus debocha cheio de frieza.
Td: impensável como trair a família à quem jurou lealdade?
impensável como... mentir todos os dias como se houvesse dentro de
si qualquer fagulha mínima de verdade?
Ne: Não aponte o dedo pra mim como eu fosse um criminoso! – Nero
se revolta, embora dedo algum tivesse sido levantado. – eu só anseio
pelo que é meu por direito! O trono legitimamente pertence aos
Heavensbee! Eles são os verdadeiros- **NÓS** – ele bate no peito –
somos os verdadeiros herdeiros de Abranhanssom Hammell!
é quase como uma cenário de loucura, ver alguém frio como Nero
numa situação como aquela, falando coisas como aquelas. @Aysha
você não consegue digerir à ideia de estar diante de uma
conspiração, é como se a ficha não tivesse caído ainda. É
inacreditável.
Ne: Tudo oque eu fiz, fiz pelos **meus** filhos! fiz pelo orgulho da
**minha** casa!
Thaedus não diz nada, permanece com os braços pra trás.
Ne: acaso consegue imaginar como é viver uma vida inteira de
servidão? Como eu – ele soca o próprio peito outra vez – poderia ser
capaz de olhar aqueles malditos mesquinhos, aquele velho e o filho
problemático dele jogarem no lixo o nome da família Hammell, o
nome da minha verdadeira família!
Nero se acalma, com muito esforço, e conclui:
Ne: questiona minhas ações buscando oque é meu por direito, lorde
Navarro?!
Td: nada aqui foi questionado se não a minha decisão. – ele diz sem
esboçar qualquer emoção.
e Nero volta a exclamar:
Ne: Mas não pode assassinar Amadeus Hammell!
@Aysha nesse momento você arregala os olhos Aysha, podia jurar
que soltou um suspiro e, se por as mãos na boca não arriscasse te
entregar com um movimento brusco, você com certeza o faria.
Toda essa conspiração comuna no assassinato do seu pai.
**essa noite. **
Ne: Eu sou um homem honrado lutando pelo orgulho dos seus! Não
um assassino! – Nero diz decidido.
Td: dizem que todo traidor assassina a própria alma. – ele se vira
brevemente olhando além do próprio ombro
Nero se enfurece completamente, as narinas dilatam e deixa escapar
uma lufada de ódio, o rosto fica vermelho e veias do pescoço saltam
quando grita:
Ne: OUVIR FILOSOFIAS SENTIMENTALISTAS DE UM MONSTRO FRIO
COMO VOCÊ É TÃO **PATÉTICO** QUANTO-
Td: quanto um velho traidor – Thaedus finalmente se vira – covarde
demais pra terminar oque começou.
Ne: Não construirei o **MEU** reino debaixo do sangue dos
monarcas anteriores à mim.
Thaedus para.
Mãos pra trás, postura ereta, ombros altos, e um rosto enigmático
que não escondia sua expressividade.
De forma esguia ele começa a dar à passear lentamente pela sala,
fixando o olhar em nero. Ele era exatamente como uma serpente.
Td: seu reino? – ele pausa – oque acha que sabe sobre ascender à um
trono?
Td: acha que sabe oque é o reino? Oque é o **Império**? – ele
enfatiza
e encara Nero novamente
Td: diga-me. Conhece a fama da minha casa?
Nero encara desconfiado, nervoso.
Ne: São todos portadores do mesmo sopro do Artesão. Cobre,
lucidez.
Td: E como tal conhecimento lhe encontrou?
Ne: dizem que os genes dominantes dos membros da família
suplantam naturalmente qualquer outra disposição genética que
derivaria na conciliação de outro elemento se não o cobre. O sangue
dos Navarro tem uma conexão quase osmótica com a composição do
cobre.
Thaedus sorri.
Td: Exato.
Td: mas sabe oque os cientistas da capital descobriram
recentemente? Que a distribuição de elementos entre um sopro do
Artesão e outro – a distribuição dos dons – é completamente
aleatória.
Nero arregala os olhos, confuso.
Ne: então como?!
Td: **matamos.** – ele esboça um leve sorriso. – os bebês que
nascem pertencentes à outro elemento.
Td: todos são assassinados aos11 meses de idade. E quer saber
porque esperamos tanto pra mata-los?
ele fixa o olhar no Nero, horrorizado.
Td: Por que aos 11 meses o sistema reticular ativador, no tronco do
cérebro, começa a dar os primeiros lampejos de consciência.
Td: 11 meses pra que a criança sofra a dor da morte, e com sorte,
desperte algo com essa mesma dor, e possamos recicla-la antes que
morra.
Nero recua pra trás, horrorizado.
Td: Todo o poder da família Navarro nasceu da genealogia perfeita. –
ele sorri.
Td: gostaria que eu lhe mostrasse oque é o “reino”?
ele arqueia as sobrancelhas, rodeando Nero Heavensbee como uma
cobra.
Td: o Reino são as dezenas de bebês mortos em que pisamos todos
os dias ao entrar pelas portas do palácio. – os olhos dele se enchem
de um brilho bizarro
Td: o Reino é o sangue dos escravos que bebemos em nossos
banquetes e a carne das crianças mortas por nossos capatazes
inclementes e cobradores violentos.
ele aumenta o tom de voz, como se começasse a sentir **prazer,
puro** e **genuíno.**
Td: o Reino são as mulheres violentadas e estupradas como moeda
de troca à famílias famintas.
ele para de frente pro Nero.
Rostos à centímetros de distância, os olhos cheios de **paixão**
confrontando olhos estarrecidos, apavorados, horrorizados.
Td: não se engane, Heavensbee. – ele se aproxima mais ainda – o
Caos não é a antítese da ordem
Td: Eles são como irmãos. Irmãos de uma mesma mãe, vias de mãos
duplas que segue para o mesmo caminho: o Reino.
lorde Navarro desliza a mão sobre a nuca do Nero, encostando as
telas e cochichando jocosamente em seguida:
Td: O Mundo Esperanto, este mundo, é o Reino.
Td: Cruel, impedioso, e visceral.
Td: e um mundo cruel como esse. – ele fixa o olhar no Nero – não tem
vez para fracos como você.
e ele **ATRAVESSA** a barriga do Nero com uma ENORME ADAGA.
@Aysha você ouve o som da carne sendo amassada, vê Nero
arregalar os olhos como se fossem saltar pra fora. Você o rosto
vermelho e sem ar ficar roxo. Vê Nero cuspir sangue.
e vê, lorde Thaedus Navarro, não parar por aí.
ele ESFAQUEIA DUAS, TRÊS, CINCO VEZES. COMO SE FINALMENTE
ESTIVESSE SOLTANDO ALGO QUE SEGUROU POR MUITO TEMPO, COM
UM ENORME SORRISO NO ROSTO BANHADO POR SANGUE.
e você vê o corpo de Nero Heavensbee, braço direito do seu pai,
conselheiro real
cair morto no chão.
Td: não há espaço para você no meu reino. – ele limpa a faca com
um sorriso maligno no rosto respingando sangue.
Td: não concorda? Aysha.
ele fixa o olhar em você.
** Oque você faz?**
[ dizer pra ela que ela tem o arco em mãos ]
[.]
Td: Meus parabéns por chegar até aqui.
Td: Não esperava que fosse sobreviver quando enviei **meu filho**
pra te matar.
e você vê algo surpreende:
surge da grande mesa de pedra aquele mesmo animal de antes, uma
espécie de **gato, um felino verde neon**, que sobe nele pelo
braço e desliza até o pescoço, parando lá como um cachecol.
E no momento em que a criatura se aconchega nele, você vê todo o
sangue do Nero simplesmente começar a evaporar.
Td: Meu filho não é o mais hábil dos cavaleiros, por isso enviei esse
Gleskor – ele aponta pra criatura verde no ombro dele – criaturas
mágicas extremamente raras. E mais raras ainda são as habilidades
que concedem à quem tocá-las: força e regeneração sobre humanos.
enquanto você encara fixamente esse gato verde, faz pra mim um
teste de INTELIGENCIA Aysha, com +5
[ TESTE DE INTELIGENCIA ]
Quando ele diz isso, você com os olhos arregalados fixa eles no gato
e sua mente faz o resto do trabalho:
a tonalidade de verde desse felino é muito parecida com a da mecha
de cabelo que você viu de relance sair do cavaleiro encapuzado, e a
mecha vinha exatamente da nuca, onde agora essa criatura descansa
no lorde Navarro.
Aquele não era o Sir Gillian. Sir Gillian nunca tentou te matar. O
assassino no seu quarto era Remus Navarro usando uma criatura
magica como apoio, **por isso** era **tão resistente.** Por isso
aguentou **tantas flechadas. **e por isso, parecia cabelo verde.
agora tudo faz sentido.
Td: mas eu preciso te parabenizar. – ele da passos pra frente
Td: Lidou muito bem com o meu plano.
Td: o casamento de fachada como um pretexto pra vir pra cá teria
sido um sucesso se não fosse pelo seu maldito irmão.
ele se inclina ainda mais pra frente
Td: por isso tive que improvisar. Confesso que me frustrou quando
descobri naquela noite que você tinha achado esse lugar na
biblioteca. Eu disse ao maldito Nero que deveria ter mais cuidado ao
andar de madrugada quando viesse até aqui.
Td: por isso naquela mesma madrugada quando nos encontramos eu
enfeiticei seu mapa mágico com meu sopro de cobre. A confusão
mental que esse poder lhe causou seria o tempero mais apropriado
pro ataque assassino que viria logo em seguida naquela mesma
madrugada.
Td: mas veja você. – ele ergue a mão pra você levantando as
sobrancelhas – contra todas as expectativas sobreviveu.
Td: Só é uma pena que a sociedade nunca lhe aceitaria como rainha
da família Hammell – ele debocha – é mesmo uma pena que mulheres
não possam ser lordes.
Td: E uma pena que o infértil do seu pai nunca vá ver talento algum
em você. – ele sorri.
Td: mas fique grata. Eu reconheço você – ele fixa o olhar em você,
paralelos nesse grande salão – foi uma adversária e tanto.
Td: pra uma mulher. – ele sorri.
** Oque você faz Aysha?**
[ ELA PROVAVELMENTE TENTA ATACAR ELE ]
Td: não sou estupido, não te contaria todo o meu plano se não me
certificasse mais tarde de te matar – ele sorri – eu mesmo.
Td: e não me leve à mal, mas venho de uma família de feiticeiros. –
ele saca uma varinha. – então.
ele vai descarregar TODA a magia dele em cima de você DE UMA VEZ
ele vai usar um feitiço de “Repulsão Induzida” se funcionar você vai
parar
bloquear, esquivar ou contra-atacar Aysha?
[ rolagem ]
ele tirou o valor máximo Aysha...................
...................................
ok vamo lá
Você se prepara pra agir [ descrever ]
mas ele é bem mais rápido! Ele rapidamente saca uma varinha da
túnica e mira em você! Nos poucos instantes antes do tiro você vê
faíscas escarlate saindo da varinha e que se transformam em raios
riscando o chão ao redor.
Toda a sala escura fica iluminada por uma intensa e macabra luz
vermelha, e nessa iluminação mortal que torna toda a cena mais
aterrorizante, você vê o rosto do lorde Navarro iluminado de baixo
pra cima por essa intensa luz vermelha.
e então
– FUUUUUSH! – um intenso raio de energia vermelha corta o ar de
forma giratória e em um piscar de olhos!
rápido demais pra que você pudesse sequer desviar
e você é acertada COM TUDO no peito por esse raio.
ele não é enérgico, não te causa dor física ou queimaduras
mas é pior que isso.
você é ARREMESSADA COM TUDO! Seu corpo recebe o MAIOR
IMPULSO que você já viu!
você é arremessada pra longe fazendo todo o caminho que fez até
chegar aqui – e batendo suas costelas, ombros, braços, pernas,
cotovelos, joelhos – de forma EXTREMAMENTE DOLOROSA no
processo.
e quando chega de volta na torre alta que liga a biblioteca do palácio
à essa catacumba você é ARREMESSADA direto pela janela.
e você agora é jogada de uma torre até uma que por coincidência ou
vai salvar sua vida, ou vai te dar uma morte dolorosa e lenta.
esse ataque foi mto mais feio doq eu esperava
foi potencia máxima
ent faz pra mim um teste de FORTITUDE pra ver se vc sobrevive ou
morre direto
[ TESTE DE FORTITUDE ]
Bom.
Há uma razão pra Aysha não ter simplesmente sido arremessada pra
bater a cabeça em uma parede qualquer do calabouço morrer, e
enquanto você @Aysha tá no ar, você percebe isso.
Você subiu exatamente por onde entrou no calabouço, mas batendo
violentamente seu corpo no processo, e ao invés de bater a cara na
torre alta entre a biblioteca e a passagem secreta você foi desviada
pra janela.
Ele não quer matar você agora, ele quer te ver sofrer antes.
quer te torturar.
e ele consegue.
porque você BATE COM TUDO suas costas no chão de pedra dessa
imensa ponte entre torres ladeada por nuvens.
você sente **TUDO** quebrar.
é a dor mais INSUPORTAVELMENTE FORTE que você já sentiu na vida,
você sente seus ossos fora do lugar, sente uma ardência e dores que
te impedem de PENSAR direito, RESPIRAR dói. Você quebrou no
mínimo mais da metade da costelas e sabe lá quantos ossos.
você toma
[ rolar o dano ]
Você tá em estado de contusão severa Aysha, você não pode mais se
mover pelo resto da cena
e a cena é um combate, ent meio q né
...............
deitada de costas no chão sujo da ponte você encara a lua, sentindo a
dor mais horrível, excruciante e desesperadora da sua vida.
@Aysha oque passa pela sua cabeça nesse momento?
[.]
E na sala secreta no subterrâneo...
um telefone toca.
lorde Thaedus Navarro atende.
Td: Alô?
ele sorri ao ouvir algo do outro lado, e então diz:
Td: Sim. Essa é sua confirmação.
e então desliga. Logo após, encara o rastro deixado pelo feitiço que
arremessou aysha
Td: isso vai ser divertido.
e ele segue andando, ao mesmo tempo que algo acontece em outro
lugar no exato mesmo instante em que ele confirma o telefonema.
No salão de festas, no baile acontecendo ao mesmo tempo naquela
noite. Tudo permanece em completo silêncio. O ambiente dançante e
caloroso de uma hora pra outra se transforma. O clima que Aarav
criou derrubando Lucinda no chão fez a música desaparecer, as
pessoas pararem, e todos voltarem atenção pra ele
Av: Ele é uma ilusão. – ele diz perplexo
E de repente
# - FUUUUUSH!!
Varios vórtex de energia começam a se formar no ar de forma
extraordinária, quase sobrenatural. Todo o salão luxuosa começa a
ser envolvido por cerca de 4 grandes esferas de energia azul, e a
medida com que essas esferas centrifugam no ar pequenos raios vão
se expandido e chicoteando o chão por todos os lados.
Por um breve instante os rostos dos nobres se chocam
completamente
e esse choque se transforma em desespero quando as esferas de
energia se materializando em 4 grandes feras monstruosas, criaturas
horrendas e grotescas.
todas tem características que lembram seres humanos, e todas eram
completamente sedentas por sangue, monstros bestiais sem
escrúpulos que fizeram o salão de baile se transformar em um FILME
DE TERROR
Todos os nobres começam a correr pras saídas o mais rápido
possível, alguns deles falhando no processo e sendo devorados
o Aarav não sabe se fica extremamente confuso ou se protege, mas
uma coisa é certa: ele abre um grande sorriso vendo os nobres sendo
brutalmente devorados por monstros um à um
Av: mas ué- a Aysha não- - ele fia MUITO CONFUSO
Mas simplesmente aceita
Av: Ok então. – ele da de ombros – mais fácil matar os Heavensbee.
ele se prepara pra seguir mas a Lucinda caída no chão agarra o
calcanhar dele
Lu: Aarav... oque você-
Lu: pra onde você- ...
Av: Me solta vadia! – ele faz força contra a mão dela
Lu: como-
Av: era tudo mentira. – Ele olhando arrogantemente pra baixo, com
toda tranquilidade do mundo.
Av: pra falar a verdade, nem tudo era mentira. Você é a única aqui
que nunca tentei matar, mas não por que gosto de você – ele olha
tranquilo pro chão
Av: e sim por que você me entendia.
Av: agora me solte. – ele chuta o rosto dela com força
e segue andando enquanto ela permanece chorando no chão, mas
ouve ela gemendo no chão
Lu: por... que?
ele se vira e sorri maligamente
Av: Eu gosto de ser mal. Me faz feliz.
e de repente
– FUUUUUSH! – uma faca surge voando na direção de Aarav, que
esquiva pro lado e logo em seguida olha na direção de quem lançou
No meio desse baile sangrento com pessoas correndo pra todos os
lados Aarav encara Remus Navarro, segurando uma espada longa em
posição de combate, com um sorriso macabro no rosto
Aarav atinge o estado máximo de desentendimento, dá de ombros
completamente confuso com a situação.
mas logo em seguida, aceita com um sorriso singelo, mais gente pra
matar é sempre melhor.
Av: Você?!
Re: Fui designado solenemente pra assassinar você e sua família.
Aarav abre a boca com um sorriso de empolgação com esse plot:
Av: COMO?!
ele desfaz o sorriso
Av: você matou a Aysha?
Re: Ainda não tive o meu prazer – ele sorri – mas meu pai está tendo
nesse exato momento.
Aarav também sorri, e pegando a faca do chão, começa a brincar com
ela
Re: sabe? – ambos ficam frente à frente
Re: somos bem parecidos – ele sorri – talvez até iguais. – teríamos
nos dados bem.
Aarav pega a faca e respira fundo, uma leve fumaça laranja começa a
sair da boca, o sopro de bronze.
Av: aí você se engana – ele abre um grande sorriso – não existe
ninguém igual à mim.
e enquanto essa luta se segue, vamos de volta pra protagonista
Aysha foi jogada brutalmente arremessada contra dezenas de blocos
de concreto antes de cair de uma altura considerável até essa ponte.
É um milagre que ainda esteja viva.
não um milagre, e sim efeito da feitiçaria do lorde Navarro, que
queria ver ela sofrer antes de finalmente matar
e, caída na ponte gemendo de dor @Aysha você vê na sua visão
periférica o lorde Navarro chegar caminhando calmamente pelo outro
lado da ponte, com a mesma postura fria de sempre.
@Aysha enquanto você vê ele caminhar, quase morrendo de dor, faz
um teste de inteligência
[ teste ]
O confronto poderia não ter seguido esse rumo
mas agora que seguiu
Você sabe que ainda existe UMA alternativa.
você nasceu com o elemento de bronze, lucidez.
Você pode tentar envolver ele no seu “palácio mental” lá, ou melhor,
dentro da sua mente, você não precisaria usar seu corpo real e
poderia lutar ainda que de uma forma... “diferente”.
Palácios mentais não são literalmente palácios. Esse é um termo, o
nome de uma das técnicas mais avançadas do elemento da Lucidez,
você cria uma conexão – uma espécie de ponte – entre você e o seu
adversário.
Há dois tipos de papeis dentro de um Palácio Mental: o anfitrião – o
dono da mente em questão – e o comensal – um individuo de fora. A
ideia é que o anfitrião crie uma ponte que transfira a consciência do
comensal até a própria mente, onde o anfitrião tem uma escala de
poder abrangente enquanto o comensal (dependendo do nível de
força mental) tem o poder restringido provisoriamente.
“Comensal” como o próprio nome já diz é uma espécie de convidado
então é impossível induzir forçadamente alguém à entrada em seu
palácio mental, mas, o anfitrião deve estabelecer uma condição
secreta para que a porta do palácio seja aberta e o comensal entre
inconscientemente, isso se, um pedido formal não funcionar
Mas as coisas mudam quando se trata de uma batalha entre dois
detentores dessa técnica.
O Anfitrião e o comensal jogam uma espécie de roleta russa de
energia mental onde disputam controle na intersecção entre seus
palácios. O duelo se torna uma batalha de expansões de domínios –
cada expansão reduzindo o poder daquele que for o Comensal e
aumentando o poder daquele que for o Anfitrião
O anfitrião deve estabelecer uma **regra obrigatória**: uma
possível ação do adversário que será capaz de lhe retirar o controle.
outras regras que favorecem o anfitrião podem ser adicionadas como
por exemplo uma regra que impõe que, com o adversário fazendo
determinada ação, x coisa acontece. Mas deve ficar claro por forma
de um sinal transmitido por todo o palácio mental que uma nova
regra foi adicionada, regras assim não devem permanecer ocultas.
e com isso em mim, a gente retorna à cena, lorde Navarro segurando
a varinha brilhando em uma das mãos, iluminando o rosto bizarro
dele.
ele vê você
Td: Não precisa chorar, eu entendo que mulheres são naturalmente
mais fracas, mas eu poupei sua vida, não poupei? – ele deixa escapar
uma risada.
@Aysha você pode chamar ele formalmente pra um duelo mental, ou
pode tentar impor uma regra, você decide
pode cenar e me diz oq vc faz
[ CASO ELA TENTE, ELE PERCEBE A FUMAÇA LEVEMENTE SAINDO
DELA, E O CHEIRO DE COBRE, POIS ELE É TREINADO PRA ISSO ]
[ CASO ELA PEÇA, ELE ACEITA, MAS ANTES FAZ O MESMO
DISCUSSO. ]
Ele segue caminhando enquanto fala
Td: ficou louca? Sabe quais as consequências de uma derrota em um
duelo mental? Acha mesmo que pode derrotar um usuário experiente
como eu? – ele se abaixa até ficar cara a cara com seu rosto
sangrando no chão, e ergue sua cabeça brutalmente te puxando pelo
cabelo.
Td: loucura irreversível, demência crônica, morte cerebral. – ele
aproxima a boca pra mais perto do seu ouvido – são todas
consequências de uma derrota em um palácio mental.
Td: acha que tem alguém chance de me vencer?
Td: me quer mesmo dentro da sua cabecinha fétida e podre? – ele
pressiona o dedo contra a sua testa, você sente as pontadas de dor
na cabeça.
ele cospe na sua cara.
pode cenar
[ ELES INICIAM UM DUELO MENTAL ]
Td: pois bem – ele sorri, abrindo os braços. – isso vai muito divertido.
Td: eu aceito.
e de repente
– CRACKT! CRKCT!
toda a realidade ao seu redor começa a se rachar como se o ar fosse
vidro, vidro onde as rachaduras se expandem enquanto o espaço é
distorcido diante dos seus olhos.
e então
você acorda aqui.
de pé.
em um imenso salão totalmente negro, um ambiente completamente
preto, onde só oque você vê é o seu reflexo no chão.
Você treinou isso algumas vezes Aysha, na maioria delas não deu tão
certo. Mas você é relativamente boa nisso, você PODE conseguir.
@Aysha esse salão escuro é o aguardo pra que você manifeste seu
domínio, pode ser qualquer lugar em que você já esteve e não se
limita à essa sessão
qual vai ser o cenário da batalha final? Você decide
[.]
de repente uma porta se abre na distância, uma porta ladeando o
ponto exato entre você o lorde Navarro, e ela lentamente se abre e
então, tudo fica branco.
e você e o lorde Navarro se veem nesse cenário.
@Aysha essa é uma batalha mental.
aqui você não tem mais pontos de vida, você tem Pontos de Energia,
800 deles
e cada ação aqui por menor que seja vai custar sua energia mental,
se sua energia vital zera, tudo oque eu falei acontece, loucura,
demência, morte cerebral (se você tiver sorte)
esses 800 pontos de energia são sua essência, se perder sua
essência, acontece algo pior o que a morte, vc perde a personagem
pra mim, e eu vou poder usar ela como quiser daqui pra frente com
ela sendo uma louca insana sem escrúpulos (isso se ela nn tiver uma
morte cerebral)
ok?
vc nn é OBRIGADA a decorar todas as regras, embora elas sejam
uteis, o essencial aqui são duas coisas
1. Batalhar, cada ataque ou dano diminui os pontos de energia do
adversário
2. Estabelecer uma regra pra transferência de domínio.
esse é o seu domínio, o poder maior é o seu e o poder dele foi
reduzido, aqui você tem total potencial criativo, mas lembra que tudo
custa energia
[ A BATALHA COMEÇA ]
[ ELES TROCAM DE DOMINIOS ]
[ BATALHA ENTRE AYSHA E O
LORDE NAVARRO ]
Enquanto essa batalha acontece, naquela mesma ponte, alguém
entra em cena.
na ponte onde Aysha e lorde Navarro permanecem inconscientes –
Aysha deitada e Thaedus em posição de meditação – rapidamente
alguém é LANÇADO em direção à ponte de forma violenta, batendo as
costas na pedra
Re: PIEDADE! POR FAVOR! – remus grita sangrando, cambaleando
pela ponte
E das sombras surge Aarav caminhando, mancando emas bem menos
ferido, mas com um enorme sorriso no rosto
que se desfaz quando ele vê Aysha caída no chão ao lado do lorde
Navarro
nesse momento ele corre até Remus e mesmo mancando, consegue
agarrar ele pela gola dos trajes reais
Av: QUE MERDA É AQUELA?! – ele aponta pra aysha e thaedus
desacordados
Re: Por que não se aproxima e vê – remus debocha sorrindo, sangue
escorrendo pela boca
Aarav solta ele no chão e vai mancando até a ponte, mas quando ele
vai se aproximar dos corpos seu e do Thaedus ele é expelido e jogado
pra trás com força, como se houvesse uma barreira invisível cobrindo
você e o lorde Navarro
Re: Idiota! não pode se aproximar de nenhum usuário de cobre em
um duelo mental com intenção de ferir, atacar ou machucar, as leis
da magia não permitem
Re: como você é estup-
ele cospe mais sangue.
Aarav para, respira fundo e ao invés de encarar o lorde Navarro ele
vai até você @Aysha
ele se aproxima, e põe dois dedos debaixo do seu pescoço, pra
checar sua pulsação
logo ele arregala os olhos
Av: QUE MERDAÉ ESSA?! – Ele arregala os olhos se vira pro lorde
Navarro – ELA TÁ MORRENDO?!
o remus sorri de orelha à orelha.
Re: Claro. Achou mesmo que ela derrotaria alguém como o meu pa-
ele ACERTADO COM TUDO COM UMA FACA ARREMESSADA CONTRA
ELE
Aarav, quem atirou a faca, caminha até ele PUTASSO
Aarav puxa ele pela gola, outra vez, só que dessa vez ainda mais
furioso
Av: Você vai me colocar lá dentro. – ele fixa os olhos no Remus,
profundamente.
Re: não tem com-
Remus é esfaqueado no estômago.
ele cospe sangue, muito sangue
Av: vai me colocar lá dentro. Com a minha irmã.
Remus perde completamente a postura gemendo com muita muita
dor, já completamente ferido e desfalecido do combate.
Remus: I-Isso é Impossível.
Aarav enfia no buraco aberto do estomago, e começa a girar.
Remus: AAAAAAAAAGHRAAGHHHHHR!!!!!!!!!! – remus solta gritos de
agonia em um tom excruciante.
Av: você vai me dizer como tirar a minha irmã dali.
Remus concentra as forças pra bater na mão dele, pronto pra falar
Remus: TU-TUDO BEM! EU-EU POSSO DIZER MAS ME PROMETA QUE
VAI ME DEIXA VIVER!
Remus: PRO- PROMETA QUE VAI POUPAR MINHA VIDA.
Aarav fixa os olhos nele, vendo o sujeito de cima à baixo.
Av: tem minha palavra.
Re: eu-eu não tenho certeza, mas... talvez feitiçaria de alto nível seja
capaz de a-abrir uma fenda entre as... pontes, uma conexão
temporária.
Av: obrigado. – Aarav larga a gola da roupa dele, e deixa caído no
chão.
ele se prepara pra sair de cena
Av: já ia me esquecendo.
Aarav lentamente, com a sutileza e uma delicadeza quase prazerosa,
vagarosamente arrasta a faca na garganta de Remus, cobrindo todo o
pescoço.
mas o suficiente pra arrancá-lo, só pra ver Remus afogar no próprio
sangue.
Remus consegue proferir uma única frase
Re: Vo- ê- promet- - ele diz gargarejando o próprio sangue
Remus começa a lentamente se arrastar pra beirada da ponte, pra se
jogar de lá.
mas Aarav pisa nos dedos dele com um sorriso
Av: É... – ele diz indiferente – eu prometi, não prometi? Mas quem
você acha que eu sou? – ele se agacha vendo remus tentar
desesperadamente se jogar da ponte
Av: não não não. – ele diz friamente – não vou te dar o luxo de uma
morte rápida. – ele começa a pisar com mais força nos dedos de
Remus
e Aarav senta na ponte ao lado do homem morrendo, ele tira algo dos
bolsos do traje real, um dos quitutes da festa
Av: manjar turco – ele oferece ao Remus, rosto roxo, olhos vermelhos,
sangue pra todos os lados – aceita um pouco?
Aarav da uma mordida no doce, enquanto assiste Remus asfixiar até
a morte.
e de volta à batalha
[ A BATALHA CONTIUA ATÉ A AYSHA
COMEÇAR A PERDER MUITO E ATINGIR O
MINIMO DE ENERGIA MENTAL ]
e de volta à ponte
Aarav chega com 3 livros em mãos e alguns frascos, equilibrando
tudo e jogando bruscamente na ponte em seguida
ele pega a faca rapidamente, com precisão
e corta a própria mão, em seguida esfrega ela no chão áspero de
pedra, e começa a jogar alguns itens dos frascos em cima
Av: aguenta aí Aysha.
ele pega um dos livros e recita algumas palavras, mas... nada
acontece.
nesse momento Aarav arregala os olhos
Av: mas que merda-
ele pega outro livro, um sobre duelos mentais, e começa a foliar e se
assusta muito no processo, arregalando os olhos
Av: não não... como assim... como-
ele se aproxima do seu corpo caído no ponte @Aysha e checando seu
batimento, ele vê que não tem mais nada.
você já estava morta.
o livro dizia que nos estágios finais de um duelo mental, quando
alguém atinge o mínimo de energia vital, o corpo perde as funções
em um processo de 4 minutos – o tempo que ele levou pra pegar tudo
isso – significa que não tem mais volta.
Aarav percebe que Aysha já tá praticamente morta.
Aarav nunca foi sentimentalista, na verdade quase nunca sentia algo
se não uma série de sentimentos odiosos recheados de sadismo. Não
via prazer em outra coisa se não nisso.
sempre andava com uma postura arrogante de quem tinha tudo sob
controle, mas naquele momento, na ponte, quando pensou na ideia
da irmã morta, Aarav perdeu o chão.
Ele tinha uma extrema dificuldade em desfrutar de sentimentos
normais, empatia era praticamente um mito pra ele, mas tinha
certeza que fosse capaz de sentir isso por alguém, seria pela irmã.
ele não esboçou as reações esperadas, nada de lagrimas, nem choro,
nem nada do tipo
apenas encarou o rosto da irmã caída no chão, em silêncio enquanto
o vento uivava atravessando a ponte.
@Aysha o Aarav delicadamente pega o seu corpo no colo, e põe você
sentada na ponte, suas costas apoiadas na parede.
ele encara você por mais algum tempo, um rosto inexpressivo – oque
nunca se via dele, já que sempre parecia ter tudo sob controle.
e ele faz algo que nunca fez antes.
se arrepende total, e genuinamente de algo que fez.
as sobrancelhas arqueadas, os olhos caídos, aquilo era tristeza,
tristeza real.
Av: Aysha. – ele não deixa a emoção tomar a voz.
Av: Eu sinto muito. – ele segura a mão do seu corpo @Aysha
Av: não vai me ouvir dizer isso de novo, mas... eu sinto muito.
...
Isso tudo foi um erro, um grande erro. – ele deixa escapar um lampejo
de emoção na voz, pela primeira vez.
Av: Eu não estava errado, talvez esse desgraçado sangue nobre seja
mesmo amaldiçoado
Av: por que agora
... – ele se lembra do tempo que levou pra chegar até aqui
**você está morta.**
Av: e a culpa é minha.
Diferente das outras pessoas, Aarav não se culpa, o peso da morte da
irmã não cai sobre os ombros dele, era egoísta demais pra isso. Ele
sabia que o certo deveria sentir mais, chorar ou qualquer coisa que
fez
mas não era capaz de nenhuma dessas coisas e não se importava
com oque era certo.
ele só se levanta em silencio, e vai embora da ponte.
não por simplesmente deixar o corpo da irmã pra trás, mas pra matar
seu ultimo alvo da noite: Gillian Heavensbee.
[ A BATALHA CONTINUA, AYSHA VENCE ]
e é então Aysha, que no meio desse imenso mundo negro, nesse
vazio infinito onde não há mais sons, nem dor, nem nome, apenas o
nada.
onde a sua essência vaga, informe e vazia
você vê algo.
um ponto.
minúsculo, tímido, solitário, um cisco dourado tremulando na vastidão
negra quase como um vagalume, perdido, flutuando devagar e
pulsando com uma luz tremula.
a simples existência dele, é um rasgo no silêncio absoluto.
esse cisco brilhante dança à frente dos olhos invisíveis de quem já
não sabia mais quem era. E com um brilho sutil ele traz consigo algo
mais: uma sensação fugida, um calor desconhecido, uma lembrança
fragmentada demais pra ser compreendida, mas real.
e então, surge outro.
E mais um.
como neve pairando pacificamente no ar, o lugar se enche desses
ciscos brilhantes, que multiplicam-se em dezenas, centenas. Cada um
carregando um fragmento perdido, uma cor, um som, um riso
esquecido, um medo perdido, um amor.
Todos sussurrando histórias que pertencem à você.
a brisa quente da infância, o primeiro tiro de arco e flechas, o som da
sua risada, a cor dos olhos da sua mãe.
agora não eram mais ciscos, e sim uma colossal cascata dourada que
tece as suas memórias, Aysha.
Esse é o seu nome, Aysha.
E contemplando a volta de todas as memórias antes esquecidas e
cada sucinto aspecto que faz de Aysha, quem ela é
ela sente finalmente que agora é livre, livre de casamentos forçados,
da conspiração assassina dos Navarro, das garras do próprio pai
agora, nada mais te falta. Você é Aysha Hammell.
e você é livre.
@Aysha você venceu.
@rafs oque a Aysha sente nesse momento? Oque pensa? Pode cenar
@Aysha você então, acorda.
olhando pro mesmo céu, caída na mesma ponte.
seu corpo não funciona, tá tudo muito dolorido e você é incapaz de se
mover.
mas agora, encarando esse céu, você consegue sentir o alivio de ter
vencido o confronto final.
ou quase.
@Aysha
teste de PRESENÇA
[ teste de presença ]
você sente algo, um intenso arrepio de cima à baixo
E é então que você ouve um som, um rugido felino.
e você vê algo ASSUSTADOR:
a criatura magica no ombro do Thaedus, o gato de antes, ele se
transforma de forma bizarra revelando à real aparência:
uma criatura bestial: ela mantém um rosto felino mas dessa vez uma
espécie de pantera o tronco é torto e muito magro e 6 patas
dispostas pelo corpo de forma bizarra e ilógica, todas com escamas
verdes e enormes garras de tigre que você sabe que VÃO te rasgar ao
meio. E por ultimo 3 caudas, uma normal e duas acopladas as costas
com espinhos enormes e letais. Você vê que ela é revestida por
escamas verdes, uma pele grossa e quase impenetrável.
e já que você não pode se mover, ela vai devorar você Aysha
ela vai pular em você e arrancar primeiro o seu braço
como você já ta sem vida nenhum e imóvel por causa da queda, não
vou nem pedir teste
só descreve pra mim oque passa pela cabeça da Aysha nesse
momento de desespero
[.]
Você aperta os olhos ouvindo o rugido dessa criatura, preparada pra
ser devorada viva quando essa besta SALTA na sua direção pra te
devorar
MAS CAI COM TUDO E É JOGADA PRO LADO! BATENDO A CABEÇA NA
PAREDE
[ Nome do lobo ] SURGE NO MEIO DA PONTE MORDENDO À CRIATURA
NO AR!
QUE URRA DE DOR E RECUA!
Nesse momento [ ele/ela ] se coloca entre você e a fera com um olhar
mortal, presas à mostra e um intenso rosnado, pra batalhar
ferozmente contra ela.
por sorte eu já deixei as rolagens preparadas aqui nessa rota
deixa eu ver aqui rapidinho noq q eu deu q eu nn lembro
[.]
@Aysha seu lobo se coloca à frente ferozmente encarando esse
monstro que tá prestes a te devorar, quase como se fosse um
guardião ele se coloca à sua frente aguardando ataque da criatura
que parte pra cima com tudo!
o lobo consegue se esquivar de uma das caudas pontudas da criatura
com muita agilidade!
mas a consegue cauda corta o rosto dele com tudo!
o lobo recua pra trás mas não sem antes desferir uma mordida MUITO
FORTE na pele escamosa da criatura que também recua pra trás
depois de um grunhido de dor.
ambos se encaram outra vez, agora, ambos feridos, seu lobo mais do
que o monstro, que parece não sentir muito.
outra vez o monstro avança mas dessa vez, mais preparado, seu lobo
tenta esquivar outra vez não consegue, as garras da criatura
acertando o estomago dele, abrindo um ENORME CORTE NA BARRIGA
e OUTRO CORTE PIOR AINDA NO OLHO DIREITO!
você, do chão, completamente impotente escuta seu lobo gemer de
dor quase como um cachorrinho assustado, mas que continua
protegendo você, mesmo ferido.
o terceiro round começa, a criatura avança pra cima do lobo, mas ele
não consegue sequer desviar, é acertado com tudo pelas presas da
criatura! Mas não desiste. Com muita força inclina o pescoço e
desfere também uma mordida
mas que infelizmente, não surti efeito.
e você vê @Aysha a ultima barreira entre você e a morte, cair.
cair no chão do seu lado, sangrando.
os olhos amarelados dele encarando os seus, no chão, ambos
imóveis.
e ambos prestes à ser devorados pela criatura.
@Aysha oque passa pela cabeça da aysha nesse momento? Pode
descrever quais são os últimos pensamentos da Aysha em vida?
[ ... ]
Bom aysha, você venceu Thaedus Navarro, o lorde da família
Navarro. Isso por si só já foi uma enorme conquista, e tudo teria dado
certo e acabado bem se não fosse pelo fato do feitiço inicial dele – o
que te arremessou aqui – ter causado tanto dano.
Agora, você não consegue se mover, sequer pegar seu arco ou fazer
qualquer outra coisa.
e você pensa em tudo isso enquanto a fera se aproxima pra te
devorar.
e quando ela finalmente vai pular
@rafs a Aysha encara a morte com os olhos abertos ou fechados?
perguntando pq ne, é a única coisa q ela consegue fazer nesse
momento
[adptar a narração caso ela mude a resposta]
você ouve um som visceral, o som grotesco de carne sendo partida,
amassada, ferida. Aquele som molhado e excruciante de sangue e
carne jorrando.
mas não os seus, sangue e carne da criatura.
que é CORTADA AO MEIO por alguém
alguém que se colocou entre você e ela com toda velocidade e
precisão, que você sequer notou.
A única pessoa realmente inocente nessa história, que embora
soubesse de toda a conspiração entre lorde Navarro e Nero
Heavensbee, planejava impedir por contra própria, por ser honrado
demais pra carregar qualquer tipo de falsidade no coração ou no
olhar
e esse olhar sincero e verdadeiro – enquanto os dois pedaços da fera
caem no chão espirrando sangue – encara você, olhando através do
próprio ombro.
Gv: Não sou como meu pai. – ele diz com firmeza, enquanto fixa os
olhos claros em você.
a fera tenta se erguer de forma assustadora mesmo que sem alguns
pedaços, mas o Sir Gillian com muita habilidade e precisão arranca o
pescoço com um único corte, limpo, preciso e veloz, as mãos sequer
tremem.
é oque se espera de um cavaleiro tão hábil à ponto de participar dos
Jogos Meridionais apenas pra se provar.
ele respira fundo, e então se vira pra você Aysha, e caminha
preocupado
Gv: Está ferida? – ele começa a checar seu corpo tocando seus
ombros, braços, mãos, rosto
[ DIALOGO ENTRE ELES, SIR GILLIAN DIZ QUE SENTE MUITO SOBRE O
PAI DELE E QUE PLANEJAVA IMPEDIR TUDO, MAS THAEDUS NAVARRO
FOI MAIS INTELIGENTE E PRENDEU ELE NOS PRÓPRIOS APOSENTOS /
TALVEZ ROLA UM CLIMA, SEI LA ]
@Aysha nesse momento você percebe que pode respirar totalmente
aliviada, finalmente.
o Sir Gillian salvou sua vida, e agora, encara você com um leve
sorriso no rosto, não um sorriso feliz – por que o destino do pai lhe
pesava o coração – mas por que queria te confortar, queria que você
sentisse que agora tá tudo bem.
ele sempre foi assim.
Embora você não fosse alguém de coração puro ou incapaz de tomar
decisões duras, você sempre se intrigou pelas pessoas fortes e gentis,
e era isso que ele era.
ele se prepara então pra carregar você pra fora dessa ponte,
finalmente
@Aysha você permite ser carregada por ele? Diz alguma coisa?
Ele sorri pra você gentilmente. Seus olhos se cruzam sob a luz do luar
nessa ponte
tudo vai ficar bem-
# POW!
# A CABEÇA DO SIR GILLIAN EXPLODE.
PEDAÇOS DO CÉREBRO, MÍOLOS, PELE, MUSCULOS, SANGUE VOA PRA
TODOS OS LADOS.
SEU ROSTO FICA COMPLATAMENTE ENCHARCADO DE SANGUE AYSHA.
**SANGUE DELE**, QUE AGORA NÃO PASSA DE UM CADAVER COM
UM ENORME BURACO NO MEIO DA CABEÇA.
QUE CAI NO CHÃO, EM CIMA DA POÇA COM O PRÓPRIO CÉREBRO.
NA SUA FRENTE.
** 🔹 Oque você faz.**
E você vê Aysha
que você não tá sozinha nessa ponte.
caminhando na distância, lentamente.
pele cinza, pálida, sem vida. Listras negras como tatuagens por todo
o corpo – sem camisa embora o vento frio se faça presente – com um
enorme frio e paradoxalmente sanguinário, mas indiferente.
Enigmático e mórbido, indecifrável.
segurando um revolver em mãos.
ê reconhece ele. Aysha não tinha conhecimento, mas aquele
homem vinha deixando um rastro de sangue por cada uma histórias
do Mundo Esperanto, matando um à um todos os inscritos no Jogos Me
idionais – um grupo, q
já incluía Aysha. Cç: Menos um. – Ele diz indiferente, enquanto
fumaça em
a no cano da arma. até encarar voc
, Aysha, fixamente. e começar a cami
ar nasua direção. **
� Oque você faz.**[ ela não
onsegue se mover ] Ele finalmente para de frente pra você, recosta
da sobre a parede da ponte, imóvel e pre
a ao próprio corpo.
Ele se agacha, e bem próximo do seu rosto fixa os olhos em você
Aysha, segurando a arma ao lado do seu rosto. Em silencio.
você encara de volta?
Cç: O homem [ ... ]
ele quebra o silencio
Cç: que me enviou.
Cç: sabe sobre você.
Ele aproxima o rosto do seu, você consegue sentir o bafo quente dele,
e consegue ver nas pupilas dele cada detalhe do seu rosto sendo
estudado.
Cç: ele sabe sobre você. – ele diz com um certo desdém – e sabe
sobre o seu irmão.
Cç: Entretanto. Calladan Valator [ ... ] – você arrepia completamente.
– não é estúpido.
Cç: Ele sabe quem vocês são – ele levanta o cano da arma, você quer
muito gritar, chorar, correr, mas ele não atira em você, só aponta pro
castelo de forma grosseira
Cç: ele sabe sobre **tudo** isso.
Cç: e não é estupido – ele enfatiza – de matar alguém das 8 grandes
famílias.
Cç: alguém tão... próximo, do bom Imperador. – ele debocha
Cç: por isso
ele entrelaça os dedos no seu cabelo Aysha
Cç: Calladan Valator mandou um recado, diretamente pra você.
ambos se encaram fixamente, olhos amalgamados totalmente fixos
um no outro, rostos à centímetros de distância, o bafo quente dele
sentido por Aysha, assim como o odor ferroso de sangue que cobre
todo o rosto da garota.
Cç: **Ele mandou saudações.**
ele sorri, cordialmente, inclinando a cabeça pro lado
Cç: E lhes desejou boa sorte, no torneio. Com todas as mesuras e
cordialidades, de um nobre para o outro.
Cç: Ele te espera lá. – ele sorri.
ele solta o seu cabelo.
E se levanta calmamente. dando meia volta pela ponte.
deixando apenas você, o corpo morto de Gillian Heavensbee e a noite
frívola e arrepiante banhada pela luz da lua.
Batalha contra Thaedus.
1. Thaedus consegue pegar o domínio pra sí, e
joga Aysha no monastério
e você vê o cenário se transformar, uma série de rachaduras no ar
surgem do próprio Lorde Navarro até despedaçarem a realidade, e
tudo se transformar.
Ele expandiu o domínio dele, ele é o anfitrião agora.
e você, tá dentro da mente dele.
e ambos se veem de frente um pro outro, mas em outro cenário.
é um templo, @Aysha você reconhece