Conector Tipo Perfuração: NTC-56 CELG D
Conector Tipo Perfuração: NTC-56 CELG D
NTC-56
Revisão 3
ÍNDICE
1. OBJETIVO 1
2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2
3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 3
4. CONDIÇÕES GERAIS 4
4.1 Condições do Local de Instalação 4
4.2 Materiais e Acabamento 4
4.3 Detalhes de Construção e Instalação 4
4.4 Garantia 6
4.5 Identificação 6
4.6 Acondicionamento 6
4.7 Linguagens e Unidades de Medida 7
5. INSPEÇÃO E ENSAIOS 8
5.1 Generalidades 8
5.2 Ensaios de Recebimento 10
5.3 Ensaios de Tipo 10
5.4 Descrição dos Ensaios 10
5.5 Relatórios dos Ensaios 15
5.6 Planos de Amostragem 15
5.7 Aceitação e Rejeição 15
6. APRESENTAÇÃO DE PROPOSTA, APROVAÇÃO DE 16
DOCUMENTOS E DE PROTÓTIPOS
6.1 Generalidades 16
6.2 Desenho Técnico a Ser Apresentado Juntamente com a Proposta 16
6.3 Aprovação de Protótipos 16
6.4 Documentos Complementares 17
ANEXO A TABELAS 18
TABELA 1 FAIXAS DE DERIVAÇÃO DO CONECTOR TIPO PERFURAÇÃO 18
PARA REDE AÉREA E CORRENTES DE CURTO-CIRCUITO
TABELA 2 FAIXAS DE DERIVAÇÃO DO CONECTOR TIPO PERFURAÇÃO 18
PARA REDE SUBTERRÂNEA E CORRENTES DE CURTO-
CIRCUITO
TABELA 3 CORRENTES PARA O ENSAIO DE AQUECIMENTO 18
TABELA 4 RELAÇÃO DOS ENSAIOS DE RECEBIMENTO E TIPO 19
TABELA 5 PLANO DE AMOSTRAGEM E CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO PARA 20
OS ENSAIOS DE RECEBIMENTO
ANEXO B DESENHOS 21
DESENHO 1 CONECTOR TIPO PERFURAÇÃO PARA A REDE AÉREA 21
DESENHO 2 CONECTOR TIPO PERFURAÇÃO PARA A REDE SUBTERRÂNEA 22
ANEXO C QUADRO DE DADOS TÉCNICOS E CARACTERÍSTICAS 23
GARANTIDAS
ANEXO D COTAÇÃO DE ENSAIOS DE TIPO 24
ANEXO E QUADRO DE DESVIOS TÉCNICOS E EXCEÇÕES 25
Para o projeto, construção e ensaios dos conectores, bem como para toda
terminologia adotada, deverão ser seguidas as prescrições das seguintes normas, em
suas últimas revisões.
ASTM G155 Standard Practice for Operating Xenon Arc Light Apparatus for
Exposure of Nom-Metallic Materials.
Notas:
1) Poderão ser aceitas propostas para conectores projetados e/ou
fabricados através de normas diferentes das listadas, desde que essas
assegurem qualidade igual ou superior às das mencionadas
anteriormente. Neste caso, o proponente deverá citá-las em sua
proposta e submeter uma cópia de cada uma à CELG D, indicando
claramente os pontos onde as mesmas divergem das correspondentes da
ABNT.
2) Tendo em vista o item acima, deve ficar claro que, após apreciação por
parte da CELG D, não havendo concordância em relação às normas
divergentes apresentadas, o posicionamento final da concessionária
será sempre pela prevalência das normas ABNT.
3) Todas as normas ABNT mencionadas acima devem estar à disposição
do inspetor da CELG D no local da inspeção.
4) Deverá ser usado o Sistema Internacional de Unidades (Sistema
Métrico) para todo e qualquer fornecimento a ser realizado.
5) Todos os materiais que não são especificamente mencionados nesta
norma, mas que são usuais ou necessários para a eficiente operação
dos equipamentos, considerar-se-ão como aqui incluídos e devem ser
fornecidos pelo fabricante sem ônus adicional.
Condutor Derivação
Condutor Principal
Conector
Dispositivo eletromecânico que faz ligação elétrica de condutores, entre si e/ou a uma
parte condutora de um equipamento, transmitindo ou não força mecânica e
conduzindo corrente elétrica.
Conector Derivação
Conector Isolado
Os conectores para rede aérea serão instalados em regiões com as seguintes condições
ambientais:
O conector deve ser composto por dois corpos isolados, feitos com materiais
poliméricos com espessura adequada, unidos por um parafuso, apresentando
isolamento para 1 kV, sendo parte constituinte de sua cobertura, devendo ser
compatíveis com os materiais dos cabos a serem ligados e resistentes às intempéries e
aos raios ultravioleta.
À exceção das lâminas perfurantes, o fabricante pode utilizar outros materiais que não
os indicados nesta norma, desde que sejam previamente aprovados pela CELG D,
atendam aos requisitos de características físicas exigidas nesta seção e os conectores
finais construídos com estes materiais resistam aos ensaios de tipo indicados na
Tabela 4.
O conector tipo perfuração deve ter aspecto geral de acordo com o Desenho 1.
O conector deve ser apropriado para instalação usando chave fixa (boca ou estriada)
ou chave catraca, devendo ser alcançado o torque de ajuste sem a ocorrência de
Não deve haver afrouxamento dos parafusos por vibrações. Sua imobilidade deve ser
garantida por meios adequados.
Os conectores para rede subterrânea devem ser apropriados para uso em caixas de
passagem e poços de inspeção e manterem a estanqueidade mesmo submersos em
coluna de 3 m de água.
Os contatos dentados devem ser impregnados com resina, graxa ou gel, para facilitar
a penetração dos dentes na isolação dos cabos, compatíveis com os materiais do
conector e dos condutores aos quais se destinam e não podem causar-lhes nenhum
tipo de dano físico ou químico.
O parafuso limitador de torque deve ter cabeça hexagonal e seus componentes devem
formar um conjunto de peças únicas e imperdíveis.
A porca limitadora de torque não deve permitir o reaperto uma vez rompida a cabeça
fusível da mesma, porém deve permitir uma eventual desmontagem da derivação.
NTC-56/DT-SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 5
O conector não deve provocar divisão ou mutilação do encordoamento dos
condutores.
4.4 Garantia
4.5 Identificação
4.6 Acondicionamento
Caso sejam fornecidos em caixas, estas devem estar cintadas para oferecer maior
rigidez e não devem apresentar pontas de pregos, parafusos ou grampos que possam
vir a danificar os conectores.
O sistema métrico de unidades deve ser usado como referência para a elaboração das
especificações e descrições técnicas, documentos de licitação, desenhos, e quaisquer
outros procedimentos relacionados. Caso seja apresentado qualquer valor, que por
conveniência for mostrado em outras unidades de medida, este também deve ser
expresso no sistema métrico.
5.1 Generalidades
l) Nenhuma modificação nos conectores deve ser feita "a posteriori" pelo fabricante
sem a aprovação da CELG D. No caso de alguma alteração, o fabricante deve
realizar todos os ensaios de tipo, na presença do inspetor da concessionária, sem
qualquer custo adicional.
n) Para efeito de inspeção, os conectores deverão ser divididos em lotes, por tipo. A
rejeição do lote, em virtude de falhas constatadas nos ensaios, não dispensa o
fabricante de cumprir as datas de entrega prometidas. Se, na conclusão da
Nota:
No documento de aprovação dos ensaios de tipo deve constar a cópia do
desenho do protótipo aprovado entregue pelo fabricante, além do
preenchimento completo do Quadro de Dados Técnicos e Características
Garantidas.
Antes da realização dos ensaios, o inspetor da CELG D deve fazer uma inspeção
geral onde devem ser verificados os detalhes de construção e instalação, identificação
e acondicionamento, citados nos itens 4.3, 4.5 e 4.6, respectivamente.
Neste ensaio devem ser comparados os valores medidos das dimensões do conector
com os respectivos valores constantes dos desenhos previamente fornecidos pelo
fabricante à CELG D.
5.4.3 Aquecimento
O conector deve ser ensaiado fazendo a ligação dos condutores de maior e menor
capacidade de condução de corrente para os quais foi projetado. Como o conector é
utilizado para realizar ligações de condutores de alumínio ou cobre, este ensaio deve
ser executado nas diversas combinações destas duas opções de materiais a serem
conectados.
Medir a temperatura no ponto mais quente do conector e esta não pode exceder a
temperatura do ponto mais quente do condutor que apresente maior elevação de
temperatura. Este último ponto citado deve estar localizado a uma distância mínima
do conector igual a 50 vezes o diâmetro do condutor e não inferior a 500 mm.
Para realização do ensaio, a água deve apresentar resistividade menor que 200 Ω.m e
a temperatura deve ser registrada para informação posterior.
Como parte principal da execução do ensaio deve ser injetada uma tensão alternada
com valor de pico 6 kV, a uma taxa de crescimento, aproximada, de 1 kV por
segundo, por um período de um minuto, após os conjuntos estarem imersos em água
por trinta minutos.
Este ensaio tem como objetivo avaliar o corpo dielétrico do conector, sendo que o
mesmo será considerado aprovado, caso não apresente ocorrência de descarga
disruptiva ou perfuração no material polimérico, nem desligamento da fonte de tensão
durante o período de realização do ensaio.
Este ensaio deve ser executado conforme ABNT NBR 9512 ou ASTM G155, com
exceção dos pontos listados abaixo:
Passado um dia completo e não mais que três após conclusão do ensaio, devemos
submeter o conector ao ensaio descrito no item 5.4.4, porém, com aplicação de uma
tensão de1 kV de pico.
O conector será considerado aprovado caso após o término do ensaio, seja aberto e
não apresente marcas de fissuras ou rachaduras nas suas superfícies externas.
Em cada arranjo devemos tracionar o condutor principal até que seja atingido 20% de
sua carga de ruptura. Na sequência, deve-se apertar o parafuso com um torque de
70% do nominal mínimo indicado pelo fornecedor, de forma a permanecer a
continuidade elétrica dos circuitos ligados pelo conector. Com a continuação da
aplicação do torque, deve ser verificado o valor deste para o qual ocorrerá a ruptura
do parafuso limitador de torque, devendo estar situado entre o máximo e o mínimo
indicado pelo fornecedor. Quando for atingido um torque no parafuso do conector
correspondente a 150% do máximo indicado, não deverá haver nenhum tipo de
ruptura do conector ou das partes dos condutores (fios constituintes para o caso dos
cabos).
O conector será considerado aprovado caso não apresente sinais visíveis de ruptura
das lâminas de contato dentadas.
Nota:
Nos conectores para a rede subterrânea a aplicação do torque será limitada ao
rompimento da primeira cabeça quando então se mede o valor do torque
aplicado.
O conector deve ser ensaiado de acordo com a ABNT NBR 9326, apresentando duas
séries de ciclos térmicos de envelhecimento intercaladas por um conjunto de curtos-
circuitos conforme mencionado abaixo:
Para ser considerado aprovado, terminado o ensaio, o conector deve ser aberto e não
deve mostrar sinais visíveis de aquecimento local, partes fundidas ou danificadas.
Estes ensaios devem ser executados conforme ABNT NBR 8094 para névoa salina e
ABNT NBR 8096 para o dióxido de enxofre.
Após ter passado pelos respectivos ensaios, o conector será considerado aprovado
caso permita o desaperto de seu parafuso com um torque igual ou inferior ao máximo
especificado no item 4.3.
Para que os lotes de conectores sejam liberados é necessário que o fabricante entregue
ao inspetor da CELG D uma via dos relatórios de ensaios.
Devem ser submetidas a ensaio quatro unidades do conector para cada seção de
condutor nele aplicado, conforme método de ensaio descrito na ABNT NBR 9326. As
amostras devem ser retiradas de um lote que tenha atendido às exigências de todos os
ensaios de recebimento. Se o conector falhar em qualquer um dos ensaios de tipo, seu
projeto será considerado em desacordo com esta norma.
As amostras devem ser retiradas ao acaso, pelo inspetor da CELG D, nos lotes
prontos para embarque. O tamanho das amostras ou série de tamanho de amostras
juntamente com os critérios de aceitação do lote, deve estar de acordo com a
Tabela 5.
A aceitação dos conectores estará condicionada à aprovação, desde que dentre todas
as unidades de amostras usadas para a realização dos ensaios, o número de unidades
defeituosas esteja de acordo com o contido na coluna Ac da Tabela 5; sendo capazes
de satisfazer aos requisitos e exigências desta norma, não invalidando qualquer
reclamação posterior que a CELG D possa fazer com relação à qualidade do material
entregue para a empresa.
6.1 Generalidades
Todos os ensaios de 6.1.1.c devem ser realizados por um dos seguintes órgãos
laboratoriais:
a) governamentais;
b) credenciados pelo governo do país de origem;
c) de entidades reconhecidas internacionalmente;
d) do fornecedor, na presença do inspetor da CELG D.
Notas:
1) No caso de licitações nas modalidades de pregão, os documentos técnicos
relacionados neste item, são dispensados de apresentação juntamente com a
proposta, mas, deverão ser entregues pelo primeiro colocado imediatamente
após a licitação, para análise técnica por parte da CELG D. Caso haja
desclassificação técnica deste, os demais participantes deverão apresentar a
referida documentação de acordo com a solicitação da CELG D.
2) Os ensaios de tipo devem ter seus resultados devidamente comprovados
através de cópias autenticadas dos certificados de ensaios emitidos por
órgão oficial ou instituição internacionalmente reconhecida, reservando-se
a CELG D, o direito de desconsiderar documentos que não cumprirem este
requisito.
Para fabricantes cujos relatórios do item 6.1.1.c já tenham sido aprovados pela
CELG D, para conectores de mesmo projeto que os ofertados, não é necessária a
reapresentação dos mesmos. Nesse caso, o fabricante deve informar os números dos
relatórios.
Junto com a proposta para fornecimento, o proponente deverá apresentar uma cópia
do desenho dimensional contendo tipo e código do fabricante.
O prazo mínimo para apreciação dos protótipos será de 30 dias, a contar da data de
recebimento pela CELG D.
TABELA 1
Corrente de
Condutores Condutores de Ensaio
Código Curto-
Item
CELG D Principal Derivação Principal Derivação Circuito
(mm²) (mm²) (mm²) (mm²) (A)
1 43700 35 - 70 1,5 35 1,5 240
2 43714 16 - 70 6 - 35 35 35 3500
3 43715 35 - 120 35 - 120 120 120 12000
TABELA 2
TABELA 3
TABELA 4
Resistência mecânica
Inspeção visual
Tensão aplicada c/ imersão em água
Inspeção dimensional
Estanhagem
Tamanho do lote Amostragem dupla Amostragem dupla
Nível de inspeção II Nível de inspeção S3
NQA 1% NQA 1,5%
Amostra Amostra
Ac Re Ac Re
Seq. Tam. Seq. Tam.
Até 150 - 13 0 1 - 8 0 1
1ª 32 0 2
151 a 500 - 8 0 1
2ª 32 1 2
1ª 50 0 3
501 a 1200 - 8 0 1
2ª 50 3 4
1ª 80 1 4
1201 a 3200 - 8 0 1
2ª 80 3 4
1ª 125 2 5 1ª 20 0 2
3201 a 10000
2ª 125 6 7 2ª 20 1 2
1ª 200 3 7 1ª 20 0 2
10001 a 35000
2ª 200 8 9 2ª 20 1 2
Notas:
1) Ac – número de conectores defeituosos que ainda permite aceitar o lote,
Re – número de conectores defeituosos que implica a rejeição do lote.
2) Para a amostragem dupla ensaiar um número inicial de unidades igual ao da
primeira amostra obtida na tabela. Se o número de unidades defeituosas
encontradas estiver compreendido entre Ac e Re (excluindo estes valores), deve-
se ensaiar a segunda amostra. O total de unidades defeituosas, encontradas após
ensaiadas as duas amostras, deve ser igual ou inferior ao maior Ac especificado.
3) Plano de amostragem conforme ABNT NBR 5426.
UNIDADE
ITEM DESCRIÇÃO
CARACTERÍSTICA
1. Tipo/modelo do conector
2. Norma aplicável
3. Dimensões do conector
3.1 Comprimento mm
3.2 Largura mm
3.3 Espessura mm
4. Massa aproximada kg
5. Seção dos condutores aplicáveis
5.1 máxima do condutor principal mm²
5.2 mínima do condutor principal mm²
5.3 máxima do condutor derivação mm²
5.4 mínima do condutor derivação mm²
6. Torque de ruptura do parafuso limitador N.m
7. Materiais usados na fabricação do conector
7.1 Lâminas
7.2 Corpo isolante
7.3 Parafuso
8. Grau de proteção IP
9. Espessura mínima da camada de estanho µm
10. Condutividade mínima da liga metálica a 20°C %IACS
11. Porcentagem máxima de zinco nas ligas de cobre %
12. Anexar relatório dos ensaios relacionados abaixo,
realizados em laboratório oficial ou na presença do
inspetor da CELG D:
12.1 Inspeção visual
12.2 Verificação dimensional
12.3 Resistência mecânica e aplicação do parafuso limitador
de torque
12.4 Intemperismo artificial
12.5 Aquecimento
12.6 Tensão aplicada com imersão em água
12.7 Ciclos térmicos e curtos-circuitos
12.8 Corrosão por exposição à nevoa salina ou ao dióxido de
enxofre
Item da
Item Data Revisão Alteração
norma
1 1 Objetivo
2 2 Normas e Documentos Complementares
3 3 Terminologia e Definições
4 4 Condições Gerais
5 4.1 Condições do Local de Instalação
6 4.2 Materiais e Acabamento
7 4.3 Detalhes de Construção e Instalação
8 4.6 Acondicionamento
9 4.7 Linguagens e Unidades de Medida
10 5 Inspeção e Ensaios
11 5.4.9 Verificação da Espessura da Camada de Estanho
Apresentação de Proposta, Aprovação de
12 6
SET/14 1 documentos e de Protótipos
13 6.1 Generalidades
Desenho Técnico a Ser Apresentado Juntamente
14 6.2
com a Proposta
15 6.3 Aprovação de Protótipos
16 6.4 Documentos Complementares
Foi inserido o código CELG D para os conectores
17 TABELA 1
tipo perfuração para rede aérea.
Foi inserida a tabela com os conectores tipo
18 TABELA 2
perfuração para rede subterrânea.
Foram inseridos os valores de corrente para o
19 TABELA 3
ensaio de aquecimento.
20 TABELA 5 A tabela foi atualizada com os tipos de ensaios.