Funcionamento de Transformadores Elétricos
Funcionamento de Transformadores Elétricos
PROPÓSITO
Compreender o princípio de funcionamento dos transformadores, o comportamento daqueles
monofásicos e trifásicos sob diferentes condições de operação e a determinação de seu
circuito equivalente, assim como os parâmetros do transformador a partir de seus ensaios.
PREPARAÇÃO
Antes de iniciar o conteúdo deste tema, tenha à mão uma calculadora científica, a calculadora
de seu smartphone ou computador ou um software matemático no qual você tenha mais
conhecimento.
OBJETIVOS
MÓDULO 1
MÓDULO 2
MÓDULO 3
INTRODUÇÃO
MÓDULO 1
PRIMEIRAS PALAVRAS
O que são transformadores?
O nível de tensão do secundário pode ser igual, maior ou menor que o de tensão do primário;
porém, a frequência da tensão é mantida constante. Atualmente, os transformadores são
empregados em diversos pontos de um sistema elétrico. Eles podem ser encontrados, entre
outras aplicações, em:
Fonte: emel82/[Link]
Usinas geradoras para elevar a tensão em nível de geração para níveis de transmissão.
Além das aplicações mostradas, os transformadores podem ser empregados para medições
em situações cuja tensão e/ou corrente envolvida não possa ser aplicada diretamente nos
equipamentos de medição. Neste caso, são usados respectivamente os transformadores de
potencial (TP) e/ou os de corrente (TC).
ASPECTOS CONSTRUTIVOS
O transformador é constituído basicamente por duas bobinas montadas sobre um núcleo
magnético. Esse núcleo é formado por chapas de material ferromagnético laminadas e
prensadas.
BOBINA PRIMÁRIA
Quanto ao tipo de construção das bobinas no núcleo, os transformadores são classificados em:
TIPO NÚCLEO
TIPO COURAÇA
O núcleo é formado por chapas, mas os dois enrolamentos são instalados no ramo do centro.
Para evitar perdas por histerese, o núcleo do transformador é composto por placas justapostas
(núcleo laminado) de modo a reduzir as perdas por correntes parasitas. Mediante uma
inspeção visual dos enrolamentos de um transformador, é possível identificar os lados de alta e
de baixa tensão:
LADO DE BAIXA TENSÃO (LADO DE BT):
TRANSFORMADOR IDEAL
O transformador ideal é obtido a partir das seguintes hipóteses simplificadoras:
A resistência dos enrolamentos é nula, ou seja, o transformador não tem perdas por efeito joule
nos seus condutores;
As perdas do núcleo são desprezíveis, ou seja, o transformador não sofre perdas por histerese
nem por correntes parasitas;
Fonte: EnsineMe
Figura 3: Circuito magnético do transformador.
v1 ( t )
i1 ( t )
N1
espiras. Pela regra da mão direita, essa corrente produzirá um fluxo de magnetização
ϕ(t)
i1 ( t )
v1 ( t )
DΦ
E1 ( T ) = − N 1
DT
DΦ
E2 ( T ) = − N 2
DT
Como o fluxo que concatena as duas bobinas é o mesmo, obtém-se a seguinte fórmula:
E1 N1
=
E2 N2
N1I1 − N2I2 = RΦ
Nela,
1 L A
R= [ ]
ΜS WB
Em que:
A
( )
Wb
A
é Ampère e
Wb
é Weber. Como se fosse km/h. Me parece que ficaria mais bem representado para o aluno em
um texto na horizontal.
N 1I 1 = N 2I 2
I1 N2
=
I2 N1
im
i1
) será suficiente para criar o fluxo de magnetização. Portanto, quando opera em vazio,
i1 = im ≈ 0
.
Imaginemos que a tensão aplicada aos terminais do enrolamento primário seja senoidal. Neste
caso, a equação da tensão induzida será dada por:
1
Φ(T) = −
N ∫ EOSEN ( ΩT ) DT
EO
Φ(T) = COS ( ΩT )
NΩ
EO
ΦO =
NΩ
Das equações que acabamos de ver, podemos verificar que as tensões induzidas estão
defasadas em 90° do fluxo que as formou.
Eo
ϕ = BA =
Nω
Isso resultará em:
Eo = ωNBA
Sabendo que:
ω = 2πf
Eo = 2πfNBA
Eo 2πfNBA
Eeficaz = = = 4 , 44 fNBA
√2 √2
Eeficaz
Eo1
) e no secundário (
Eo2
) do transformador:
EO1 = 2ΠFN1BA
{
EO2 = 2ΠFN2BA
Finalmente chegamos a:
E1 N1
=
E2 N2
| V1 | = | E1 |
{
| V2 | = | E2 |
Portanto:
V1 N1
=
V2 N2
Atenção! Para visualização completa da equação utilize a rolagem horizontal
Onde:
V1
N1
V2
N2
Fonte: EnsineMe
Figura 4: Diagrama fasorial do transformador ideal operando em vazio.
Consideremos agora que uma carga indutiva seja conectada ao secundário do transformador:
Fonte: EnsineMe
Figura 5: Transformador ideal operando com carga indutiva no secundário.
A corrente
I2
θ2
V2
N2I2
E1
E2
′
I 1
Essa corrente aumentará o fluxo produzido pela corrente do primário, fazendo com que o fluxo
de magnetização volte ao seu valor original.
′
N1I1 = N2I2
Im
e da corrente de carga
′
I 1
.
COMO PODEMOS REPRESENTAR O DIAGRAMA
FASORIAL DO TRANSFORMADOR IDEAL OPERANDO
COM CARGA?
Fonte: EnsineMe
Figura 6: Diagrama fasorial do transformador ideal operando com carga.
VALORES REFLETIDOS NO
TRANSFORMADOR
Fonte: EnsineMe
Figura 7: Diagrama fasorial do transformador ideal operando com carga.
Z2
N1
=A
N2
E1 V1 I2 N1
= = = =A
E2 V2 I1 N2
Sabemos que:
N1
V1 = V2 N2
{
N2
I1 = V2 N1
Como:
V1
Z1 = I1
{ V2
Z2 = I2
V1 V2 N1
= ( )2
I1 I2 N2
Chegamos a:
Z1 = Z2a2
Z2
Fonte: EnsineMe
Figura 8: Transformador monofásico real de dois enrolamentos.
V1
R1
I1
ΦD1
N1
ΦM1
V2
R2
I2
ΦD2
N2
ΦM2
V1
R1
ΦD1
N1
ΦM1
V2
I2
ΦD2
N2
ΦM2
2.
3.
A resistência dos enrolamentos não é nula, ou seja, o transformador possui perdas por efeito
joule nos seus condutores.
4.
As perdas do núcleo não são desprezíveis, ou seja, o transformador possui perdas por
histerese e por correntes parasitas.
5.
1
Fonte: EnsineMe
Fonte: EnsineMe
Fonte: EnsineMe
Figura 11: Transformador monofásico real sem as resistências dos enrolamentos. Efeito da
tensão induzida no secundário.
Após uma análise dessas figuras, vemos que o fluxo total na bobina do primário é:
Φ1 = ΦD1 + ΦM
ϕm = ϕm1 − ϕm2
PORTANTO:
N1 I 1
RMΦM1 = N1I1 → ΦM1 = RM
{
N2 I 2
RMΦM2 = N2I2 → ΦM2 = RM
SABEMOS QUE:
Lm1i1
ϕm1 = N2
N1
{ Lm2i2
→ Lm2 = Lm1 ( )2
N1
ϕm2 = N2
POR FIM:
L1i1 Lm1i1 N2 i2
ϕ1 = + − Lm1 ( )2
N1 N1 N1 N2
N1
, teremos:
N2
N1Φ1 = L1I1 + LM1I1 − LM1 ( ) I2
N1
N2
N1Φ1 = L1I1 + LM1 ( I1 − I2 )
N1
dϕ1 di1 d N2
N1 = L1 + Lm1 ( i1 − i2 )
dt dt dt N1
Chegamos a:
′ di1 d N2
e1 = L1 + Lm1 ( i1 − i2 )
dt dt N1
Portanto:
di1 d N2
v1 = r1i1 + L1 + Lm1 ( i1 − i2 )
dt dt N1
A corrente de magnetização
im
Ou seja:
N2
IM = I1 − I2
N1
DI1 D N2
V 1 = R 1I 1 + L 1 + LM1 ( I1 − I2 )
DT DT N1
RESPOSTA
RESPOSTA
Em que:
′
i 2
d
e1 = Lm1 im1
dt
Fonte: EnsineMe
Figura 12: Circuito equivalente do primário do transformador.
Fonte: EnsineMe
Figura 13: Circuito equivalente do primário do transformador.
Para o transformador real, teremos o seguinte sistema de equações:
D
V 1 = R 1I 1 + L 1 I 1 + E1
DT
{ D
V1 = E2 − L2 I 2 − R 2I 2
DT
Fonte: EnsineMe
Figura 14: Circuito equivalente do transformador real.
Fonte: EnsineMe
Figura 15: Circuito equivalente completo do transformador real (com resistor que
representa as perdas no núcleo).
Podemos perceber, porém, que o modelo apresentado na figura 14 não contempla as perdas
no núcleo. Por conta disso, adicionamos a resistência fictícia
rf1
na Figura 15 acima.
Para que possamos resolver esse circuito em regime permanente, devemos passá-lo para o
domínio da frequência, conforme mostrado na Figura 16.
Fonte: EnsineMe
Figura 16: Circuito equivalente completo do transformador real no domínio da frequência.
Agora, podemos referir todas as grandezas do secundário para o primário, conforme mostrado
na Figura 17.
Fonte: EnsineMe
Figura 17: Circuito equivalente completo do transformador real no domínio da frequência
com as grandezas do secundário referidas para o primário.
Em que:
′ N1
R 2 = R 2 ( N2 ) 2
′ N1
X2 = X2 ( N 2 ) 2
{
′ N1
V2 = V2
N2
′ N2
I2 = I2
N1
Z1
′
Z2
Zm1
, a impedância transversal.
Fonte: EnsineMe
Figura 18: Impedâncias longitudinais e transversal.
Como a corrente
Iv1 ≪ I1
, temos
′
I1 ≈ I2
Fonte: EnsineMe
Figura 19: Modelo simplificado do transformador com a impedância transversal.
′ ZE1
Z1 = Z2 =
2
CURTO-CIRCUITO
ENSAIO EM VAZIO
Para que é realizado o ensaio em vazio? E como ele é feito?
Normalmente, alimenta-se o lado de tensão inferior. E como o lado de tensão superior está em
aberto, deve-se ter muito cuidado para evitar acidentes.
Fonte: EnsineMe
Figura 20: Montagem do transformador para o ensaio em vazio.
A impedância transversal;
A relação de transformação;
A corrente em vazio;
As perdas em vazio.
PO
Potência em vazio.
VO
Tensão em vazio.
IO
Corrente em vazio.
2
Vo
Rf1 =
Po
No entanto:
2 2 2
Io = I f + Im
√2 2
Im = Io − I f
Portanto:
Vo
Xm =
Im
Po = Vo Iocos ( θo )
Logo:
Po
cos ( θo ) =
Vo Io
Fonte: EnsineMe
Figura 21: Montagem do transformador para o ensaio em vazio.
A impedância longitudinal;
PCC
Potência em curto-circuito.
VCC
Tensão em curto-circuito.
ICC
Corrente em curto-circuito.
Vcc
Ze1 =
Icc
Pcc
Re1 = 2
Icc
Sabemos que:
Logo:
√ 2 2
e1
Xe1 = Z − R e1
′ Re1
2
R1 ≈ R =
2
′ Xe1
2
X1 ≈ X =
2
Desse modo:
Pcc
cos ( θcc ) =
VccIcc
TRANSFORMADOR COM CARGA VARIÁVEL
Estuda o diagrama fasorial do transformador sujeito a diferentes tipos de carga. Para tal,
consideraremos este circuito equivalente do transformador:
Fonte: EnsineMe
Figura 22: Transformador operando com carga variável.
Com o transformador operando a plena carga, a corrente do ramo transversal pode ser
desprezada, sendo possível considerar
′
I1 ≈ I 2
. Com isso, o circuito equivalente poderá ser reduzido para o que consta na figura ao lado.
Fonte: EnsineMe
Figura 23: Modelo reduzido do transformador operando a plena carga.
Θ2 < 0
< /SPAN>)
Fonte: EnsineMe
Figura 24: Transformador operando com carga indutiva.
B) CARGA RESISTIVA (
Θ2 = 0
Fonte: EnsineMe
Figura 25: Transformador operando com carga resistiva.
C) CARGA CAPACITIVA (
Θ2 > 0
Fonte: EnsineMe
Figura 26: transformador operando com carga capacitiva.
EMVAZIO EMCARGA
V 2 −V 2
REG% = EMCARGA
100%
V 2
Fonte: EnsineMe
Figura 27: Fluxo de potência em um transformador.
R1 + jX1
2
V1
PFERRO =
RF1
Agora, considerando que a corrente do ramo transversal pode ser desprezada, temos que as
perdas do cobre para um fator de carga
k
, para
0<k<1
, é dada por:
POLARIDADE DE UM TRANSFORMADOR
RESPOSTA
RESPOSTA
A) CONCORDANTES:
Fonte: EnsineMe
Figura 28a: Tipo de enrolamentos concordantes.
B) DISCORDANTES:
Fonte: EnsineMe
Figura 28b: Tipo de enrolamentos discordantes.
A diferença entre eles é o sentido com que o enrolamento é feito no material ferromagnético.
H1
H2
TERMINAIS DE TENSÃO INFERIOR POR:
X1
X2
A polaridade mais positiva da tensão indica os terminais com índice 1 do lado de tensão
superior e inferior, ou seja, para
H1
X1
EnsineMe
Figura 29a: Polaridade subtrativa.
EnsineMe
Figura 29b: Polaridade aditiva.
Para isso, devemos provocar um curto-circuito em um terminal do lado de tensão inferior com
outro do lado de tensão superior e, em seguida, medir a diferença de potencial entre os outros
dois terminais.
EXEMPLO
Na figura 29a, fazendo a lei das malhas, a diferença de potencial entre os terminais
H1
X1
será esta:
VH1 − e1 + e2 − VX1 = 0
VH1 − VX1 = e1 − e2
DO GOLPE INDUTIVO:
Nesse ensaio, alimenta-se o lado de tensão superior com uma fonte contínua de tensão e
coloca-se um voltímetro de zero central para medir a tensão entre os terminais do lado de
tensão inferior. Ao se fechar a chave
EnsineMe
Figura 30: Método do golpe indutivo.
DA CORRENTE DA ALTERNADA:
Neste ensaio, é criado um curto-circuito entre um terminal de tensão superior e um de tensão
inferior do transformador. Depois, colocam-se os voltímetros
V1
V2
para medir as diferenças de potencial entre os terminais de tensão superior e entre aqueles
indicados na figura. Em seguida, aplica-se uma tensão alternada entre os terminais de tensão
superior. Se
V2 < V1
V2 > V1
, aditiva.
EnsineMe
Figura 31: Método da corrente alternada.
DO TRANSFORMADOR PADRÃO:
Neste ensaio, coloca-se um transformador com a polaridade conhecida (transformador padrão)
em paralelo com outro cuja polaridade se queira determinar. Depois, é feito um curto-circuito
entre o terminal
X1
Se
V ≈ 0
Se
V ≠ 0
, ela é contrária à polaridade padrão.
EnsineMe
Figura 32: Método do transformador padrão.
Para que os transformadores possam ser usados em paralelo, eles deverão ter a:
Fonte: EnsineMe
Figura 33: Dois transformadores monofásicos 115V / 10V.
Qual é a forma correta de conectá-los para se obter uma transformação de 230V para 10V? A
resposta é:
Fonte: EnsineMe
Figura 34: Ligação dos transformadores de modo a obter-se uma transformação de 230V /
10V.
MÃO NA MASSA
A) 4.000
B) 2.000
C) 1.000
D) 500
E) 100
2. NO SECUNDÁRIO DE UM TRANSFORMADOR MONOFÁSICO IDEAL DE
1KV / 120V, ESTÁ CONECTADA UMA RESISTÊNCIA DE $$10\OMEGA$$.
SABENDO QUE A TENSÃO TERMINAL DO LADO DE AT É 1KV, A
CORRENTE NO LADO DE AT DESSE TRANSFORMADOR, EM A, É DE:
A) 24
B) 12
C) 6
D) 2,88
E) 1,44
A) 0,98
B) 1,00
C) 1,05
D) 1,19
E) 1,23
B) 19
C) 5
D) 0
E) -2
5.
FONTE: ENSINEME
A) 0
B) 100
C) 200
D) 500
E) 1.000
6. OS ENSAIOS REALIZADOS EM UM TRANSFORMADOR DE 115KVA,
10KV / 200V APRESENTARAM OS SEGUINTES RESULTADOS:
A) 97
B) 91
C) 88
D) 85
E) 80
GABARITO
1. Um transformador monofásico ideal de 440V / 220V, possui duas mil espiras no lado
de alta tensão. O número de espiras no lado de baixa tensão do transformador é:
$$\frac{V_{AT}}{N_{AT}}=\frac{V_{BT}}{N_{BT}}$$
$$\frac{440}{2.000}=\frac{220}{N_{BT}}$$
Portanto:
$$N_{BT}=1.000$$
2. No secundário de um transformador monofásico ideal de 1kV / 120V, está conectada
uma resistência de $$10\Omega$$. Sabendo que a tensão terminal do lado de AT é 1kV, a
corrente no lado de AT desse transformador, em A, é de:
$$a=\frac{V_{AT}}{V_{BT}}=\frac{1.000}{120}=8,33$$
$$R_{AT}=R_{BT}a^2=10\times{(8,33)}^2=694,44$$
$$I_{AT}=\frac{V_{AT}}{R_{AT}}=\frac{1.000}{694,44}=1,44$$
$$Reg\%=\frac{V_2^{em\;vazio}-V_2^{em\;carga}}{V_2^{em\;carga}}100\%=\frac{1,19-1,00}
{1,00}100\%=19\%$$
5.
Fonte: EnsineMe
Fonte: EnsineMe
6. Os ensaios realizados em um transformador de 115kVA, 10kV / 200V apresentaram os
seguintes resultados:
GABARITO
TEORIA NA PRÁTICA
Ensaios em laboratório realizados em um transformador monofásico de 1.000VA, 230V / 115V
forneceram os resultados mostrados na tabela a seguir:
Vo = 115V Vcc = 17 , 1V
Io = 0 , 11A Icc = 8 , 7A
Po = 3 , 9W Pcc = 38 , 1W
RESOLUÇÃO
Veja a resolução da questão no vídeo a seguir:
VERIFICANDO O APRENDIZADO
A) 15,9
B) 13,5
C) 13,1
D) 11,6
E) 10,9
A) 45,0
B) 43,5
C) 42,9
D) 41,8
E) 40,8
GABARITO
$$I_{BT}=\frac{S_{nom}}{V_{BT}}=\frac{45.000}{440}=102,27\angle41,41$$
A relação de espiras é:
$$a=\frac{V_{AT}}{V_{BT}}=\frac{12.000}{440}=27,23$$
Referindo os valores da tensão e da corrente do lado de BT para o lado de AT, vemos que:
$$V_{AT}^\prime=V_{BT}+Z_{BT}I_{BT}=440+\left(0,5+j\right)\left(\
102,27\angle41,41\right)=425,32\angle15,062$$
$$\left|V_{AT}\right|=\left|V_{AT}^\prime\right|a=425,32\times27,23=11,6kV$$
$$S_{AT}=V_{AT}^\prime\overline{I_{BT}}=425,32\angle15,062\times102,27\angle-
41,41=43,5\angle-26,35kVA$$
$$\left|S_{AT}\right|=43,5kVA$$
MÓDULO 2
Fouad A. Saad/[Link]
Transformador com seis enrolamentos em núcleo único.
1º No que se refere ao transformador com seis enrolamentos em núcleo único, cabe destacar
que:
1
Os circuitos magnéticos são dependentes;
2
Há menos perdas no ferro, pois existe uma contribuição no fluxo de um dos enrolamentos nos
demais, uma vez que os circuitos magnéticos são acoplados.
2º No que se refere ao conjunto com três transformadores monofásicos formando um banco de
transformadores, deve-se ressaltar que:
Polaridades conhecidas;
Suponhamos que o lado de alta tensão (lado de AT) esteja conectado a um barramento onde
temos uma tensão trifásica, sequência positiva, onde as tensões de linha sejam defasadas de
120°.
EnsineMe/[Link]
Figura 36: Diagrama fasorial do lado de BT.
Supondo agora que o lado de baixa tensão do transformador (lado de BT) seja ligado em Y,
veremos na figura 37 as tensões de fase e de linha do lado de BT. Já o diagrama fasorial
correspondente será mostrado na figura 38.
EnsineMe
Figura 37: Tensões de linha e tensões de fase no lado de BT do transformador.
EnsineMe
Figura 38: Diagrama fasorial do lado de BT.
Agora veremos que, em uma única figura, há os diagramas fasoriais das tensões dos lados de
AT e BT do transformador. Nela, você pode observar que não há defasagem angular entre as
tensões de linha dos lados de AT e BT:
Fonte: EnsineMe/[Link]
Figura 39: Diagrama fasorial dos lados de AT e BT.
RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO
Faremos considerações sobre alguns aspectos da relação de transformação:
ASPECTO 01
ASPECTO 02
ASPECTO 03
ASPECTO 04
ASPECTO 01
NAT
=a
NBT
ASPECTO 02
VAT
=r
VBT
ASPECTO 03
), pois temos:
VAT NAT
= =a=r
VBT NBT
ASPECTO 04
Destacaremos agora um exemplo do que que acontece nos transformadores trifásicos. Para
isso, levemos em consideração este transformador Y – \triangle:
Fonte: EnsineMe/[Link]
Figura 40: transformador Y – \triangle.
\FRAC{\DISPLAYSTYLE\FRAC{V_1}{\SQRT3}}
{N1}=\FRAC{V_2}
{N_2}\RIGHTARROW\FRAC{\OVERBRACE{V_1}^R}
{V_2}=\SQRT3\FRAC{\OVERBRACE{N_1}^A}
{N_2}\RIGHTARROW R\;=\;\SQRT{3A}
Atenção! Para visualização completa da equação utilize a rolagem horizontal
I_1N_1=\FRAC{I_2}{\SQRT3}N_2\LONGRIGHTARROW
I_2=\SQRT3\FRAC{N_1}{N_2}I_1\LONGRIGHTARROW
I_2=\SQRT3AI_1
V_2=\frac{V_1}{\sqrt3a}
E que:
I_2=\sqrt3aI_1
A razão:
\frac{V_2}{I_2}=\frac{1}{3a^2}\frac{V_1}{I_1}\longrightarrow Z_2=\frac{Z_1}{3a^2}
DESLOCAMENTO ANGULAR
O que é o deslocamento angular?
Trata-se do nome dado à defasagem angular entre a tensão de linha primária e a de linha
secundária. Para compreendermos esse conceito, veremos a seguir o diagrama fasorial do
transformador Y – \triangle e observaremos que a tensão de linha do lado de BT está atrasada
30° em relação à de AT.
Fonte: EnsineMe
Figura 41: Diagrama fasorial das tensões do transformador Y – \delta.
MODELOS DE TRANSFORMADORES
Os modelos equivalentes dos circuitos dos transformadores trifásicos dependerão, como
mostram as figuras a seguir, da forma como eles estão ligados.
Fonte: EnsineMe
Fonte: EnsineMe
Fonte: EnsineMe
MÃO NA MASSA
1. UM TRANSFORMADOR TRIFÁSICO COM LIGAÇÃO $$Y – \TRIANGLE$$
É FORMADO POR UM BANCO DE TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS
QUE POSSUI, EM SEUS ENROLAMENTOS DE AT E BT, 10000 E 2000
ESPIRAS, RESPECTIVAMENTE. APLICANDO UMA TENSÃO DE 13,8KV NO
LADO DE AT, A TENSÃO TERMINAL NO LADO DE BT, EM KV, SERÁ
APROXIMADAMENTE:
A) 4,8
B) 2,8
C) 1,6
D) 1,3
E) 1,1
A) -60
B) -30
C) 0
D) 30
E) 60
A) 478 – j637
B) 478 + j637
C) 7,64 – j10,16
D) 7,64 + j10,16
E) 2,51 + j3,39
A) 7,60
B) 7,78
C) 7,80
D) 13,16
E) 13,36
A) 103
B) 158
C) 179
D) 312
E) 309
6. O RENDIMENTO PERCENTUAL DO TRANSFORMADOR PARA AS
CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DO ITEM 4 É:
A) 99,8
B) 98,8
C) 97,8
D) 96,8
E) 95,8
GABARITO
$$\frac{V_{fase_{AT}}}{N_{AT}}=\frac{V_{fase_{BT}}}{N_{BT}}=\frac{\displaystyle\frac{13.800}
{\sqrt3}}{10.000}=\frac{V_{fase_{BT}}}{2.000}\rightarrow V_{fase_{BT}}=1.593V$$
Como o lado de BT está ligado em $$\triangle$$, a tensão de linha é igual à de fase e vale
1,59kV.
$$a=\frac{7.600}{440}=17,27$$
$${I_{fase}}_{BT}=\frac{{I_{linha}}_{BT}}{\sqrt3}=\frac{400}{\sqrt3}=230,97$$
$${I_{fase}}_{AT}=\frac{{I_{fase}}_{BT}}a=\frac{230,94}{17,27}=13,37$$
$${V_{fase}}_{AT}=7600+\left(6+j8\right)\left(13,37\angle-23,074\right)=7716\angle0,497$$
$${V_{linha}}_{AT}={\sqrt3{\;V}_{fase}}_{AT}=\sqrt3\;7.717=13,36$$
$$S_{AT}=\sqrt3\left|{V_{linha_{AT}}}\right|\left|
{I_{linha_{AT}}}\right|=13,36\times13,37=309kVA$$
$$P_{saida}= \sqrt3
V_{linha}I_{linha}\cos{\left(\phi\right)}=\sqrt3\times440\times400\times0,92=280,05kW$$
$$\eta\%=\frac{P_{saida}}{P_{saida}+P_{cobre}}100\%=\frac{280,05}
{280,05+3\times6\times{13,37}^2}100\%=98,8\%$$
GABARITO
TEORIA NA PRÁTICA
Você está fazendo a obra de ampliação da rede elétrica de uma empresa hipotética.
Atualmente, a subestação dessa empresa possui um transformador \triangle - Y de 112,5kV,
13,8kV / 220V. Em seu projeto, você solicitou um segundo transformador com a mesma
potência e com tensões primárias e secundárias iguais às do transformador que já existe na
subestação.
No dia do recebimento da solicitação, você verifica que o novo transformador possui a potência
e as tensões solicitadas, porém o seu tipo de ligação é \triangle - \triangle. Com relação ao
deslocamento angular, explique o motivo pelo qual você não pode aceitar o novo item.
RESOLUÇÃO
Veja a resolução da questão no vídeo a seguir:
VERIFICANDO O APRENDIZADO
A) 10
B) 13
C) 14
D) 15
E) 16
2. DESPREZANDO AS PERDAS NO FERRO, AS PERDAS DO
TRANSFORMADOR DO PROBLEMA ANTERIOR, EM KW, SÃO
APROXIMADAMENTE DE:
A) 0,98
B) 0,75
C) 0,65
D) 0,33
E) 0,15
GABARITO
$$I_{BT}=\frac{112.500}{\sqrt3\times220}=295,236$$
$$I_{BT}=295,236\angle-31,78$$
$$\frac{V_{AT}}{N_{AT}}=\frac{\frac{V_{BT}}{\sqrt3}}{N_{BT}}\rightarrow\frac{N_{AT}}
{N_{BT}}=a=\sqrt3\;\frac{V_{AT}}{V_{BT}}$$
$$Z_2=\frac{3}{a^2}Z_1=\frac{3}{\left(\sqrt3 \frac{V_{AT}}
{V_{BT}}\right)^2}Z_1=\left(\frac{V_{BT}}{V_{AT}}\right)^2Z_1$$
Logo, a impedância do cabo que liga a rede da concessionária ao primário do transformador,
referida para o secundário, é esta:
$$Z_{caboBT}=\left(\frac{220}{13.800}\right)^2\left(3+j4\right)= 0,00076+j0,001$$
$${V_{fase}}_{BT}=\frac{220}{\sqrt3
}+\left(0,00076+j0,001+0,003+j0,004\right)\left(295,236\angle-31,78\right)=128,74\angle0,3$$
$$V_{AT}=128,74\times\sqrt3\frac{13800}{220}=13,99kV$$
$$P_{cobre}=3\times\left(R_{cabo_{BT}}+R_{alimentador_{BT}}\right)I_{BT}^2$$
$$P_{cobre}=3\times\left(0,003768\right){(295,23)}^2=0,98kW$$
MÓDULO 3
Fonte: EnsineMe
Figura 45: Transformador Zig-zag.
Ligando-se em série duas bobinas de fases diferentes, uma com sentido contrário em relação à
A subdivisão de cada fase secundária sobre duas colunas tem também a finalidade de
compensar os desiquilíbrios de tensões devido à assimetria da carga nas três fases.
Observemos agora o diagrama fasorial das tensões nos enrolamentos do secundário do
transformador:
Fonte: EnsineMe
Figura 46: Tensões nos enrolamentos do secundário.
Aplicando a lei das malhas para cada um dos terminais do transformador, conseguimos
determinar as tensões de fase – mostradas na figura ao lado – do secundário do transformador.
Fonte: EnsineMe
Figura 47: Transformador tipo núcleo.
Fonte: EnsineMe
Figura 48: Transformador \triangle – zig-zag.
\FRAC{V_1}
{N_1}=\FRAC{\DISPLAYSTYLE\FRAC{V_2}3}
{\DISPLAYSTYLE\FRAC{N_2}2}\;\THEREFORE\;\FRAC{V_1}
{V_2}=\FRAC23\FRAC{N_1}
{N_2}\;\THEREFORE\;R=\FRAC23A
I_2=\frac{2a}{3}I_1
Z_2=\left(\frac{9}{2a}\right)^2Z_1
TRANSFORMADORES DE DOIS
ENROLAMENTOS
Existem transformadores capazes de realizar a transformação trifásica de tensão com apenas
dois enrolamentos. Os modelos mais comuns são:
Fonte: EnsineMe
Figura 49: Transformador \triangle aberto.
1
V_{c\prime}+V_b+V_a=V_{a\prime}
V_{ca\prime}=\ -V_a-V_b
Considerando:
V_a=V\angle0^0
V_b=V\angle-{120}^0
Fonte: EnsineMe
Obtemos este diagrama fasorial, no qual se verifica que a tensão terminal V_{ca\prime} é igual
a V_{ca\prime}=V\angle{120}^0.
Pode-se notar que foi obtida uma tensão trifásica equilibrada no secundário sem a existência
do transformador na fase C.
2. A LIGAÇÃO T TRIFÁSICA
Configuração na qual dois transformadores são usados para obter uma transformação trifásica.
Analisemos a figura a seguir.
Fonte: EnsineMe
Figura 51: Transformação T trifásica.
Como demonstraremos a seguir, ele pode ser obtido decompondo-se as tensões de linha em
suas componentes de fase:
É possível comprovar então que, a partir de dois transformadores especiais, pode haver uma
transformação trifásica de tensão.
O AUTOTRANSFORMADOR
O que é um autotransformador?
Fonte: EnsineMe
Figura 53: Autotransformador abaixador.
V_1
I_1
N_{SE}
N_C
V_{SE}
V_C
I_C
I_2
V_2
V_1
N_{SE}
N_C
V_{SE}
V_C
I_C
I_2
Corrente terminal do lado secundário.
V_2
O estudo dos autotransformadores parte dos seguintes princípios básicos no estudo dos
transformadores:
A
A relação volts por espira dos enrolamentos é igual a:
\frac{V_C}{N_C}=\frac{V_{SE}}{N_{SE}}
B
A força magnetomotriz do enrolamento série é igual à força magnetomotriz do enrolamento
comum:
N_CI_C=N_{SE}I_{SE}
V_2=V_C
V_1=V_C+V_{SE}
Como:
\frac{V_C}{N_C}=\frac{V_{SE}}{N_{SE}}
Temos:
V_1=V_C+\frac{N_{SE}}{N_C}V_C
Mas como:
V_2=V_C
Finalmente chegamos a:
V_1=V_2+\frac{N_{SE}}{N_C}V_2\rightarrow\frac{V_1}{N_C+S_{SE}}=\frac{V_2}{N_C}
1
I_2=I_{SE}+I_C
2
Como: N_CI_C=N_{SE}I_{SE}
3
Temos: I_2=I_{SE}+\frac{N_{SE}}{N_C}I_{SE}
4
Mas como: I_1=I_{SE}
5
Finalmente chegamos a: I_2=I_1+\frac{N_{SE}}{N_C}I_1\rightarrow
I_2=\left(\frac{N_C+N_{SE}}{N_C}\right)I_1
Um transformador convencional, conforme mostra a figura 54, pode ser ligado como
autotransformador elevador ou abaixador mediante a correta conexão de seus enrolamentos.
As duas possibilidades estão demonstradas respectivamente nas figuras 55 e 56.
EnsineMe
Figura 54: Transformador de dois enrolamentos.
EnsineMe
Figura 55: Transformador ligado como autotransformador elevador.
EnsineMe
Figura 56: Transformador ligado como autotransformador abaixador.
AUTOTRANSFORMADOR
A potência elétrica é transferida pelos circuitos magnético e elétrico. Em função disso, ocorre
um aumento da potência aparente neste tipo de conexão.
P_{transferida}=V_CI_C=V_{SE}I_{SE}
POTÊNCIA CONDUZIDA
A potência conduzida (P_{conduzida}) pode ser facilmente obtida pela diferença entre a
potência aparente de entrada ou de saída e a transferida:
P_{conduzida}=V_1I_1-\ P_{transferida}
P_{conduzida}=V_2I_2-\ P_{transferida}
MÃO NA MASSA
A) 0,3 + j0,4
B) 0,013 X j0,018
C) 0,003 + j0,004
D) 30 + j40
E) 3 + j4
A) 167
B) 267
C) 333
D) 467
E) 666
3. UM TRANSFORMADOR $$\TRIANGLE$$ ABERTO É FEITO A PARTIR DE
DOIS TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS DE 75KV, 13,8KV / 22 V.
SABENDO QUE A CORRENTE NOMINAL NAS FASES DESSE
TRANSFORMADOR NÃO PODERÁ SER EXCEDIDA, A MÁXIMA POTÊNCIA
APARENTE, EM KVA, DESSE TRANSFORMADOR É:
A) 225
B) 175
C) 150
D) 129
E) 75
A) 2.300
B) 1.730
C) 1.680
D) 1.530
E) 1.480
5.
FONTE: ENSINEME
A) 215
B) 200
C) 185
D) 150
E) 15
6.
FONTE: ENSINEME
A) 80
B) 60
C) 40
D) 20
E) 10
GABARITO
$$Z_2=\left(\frac{3}{2a}\right)^2Z_1=\left(\frac{3}{2\times\frac{4.500}
{200}}\right)^2\times\left(3+j4\right)=0,013 X j0,018$$
$$V_2=\frac{3}{2a}V_1=\frac{3}{2\times\frac{4.500}{200}}\times10.000=666$$
O número de espiras do transformador equilibrador deve ser tal que a tensão em sua bobina
seja 0,866 da tensão de linha.
Logo:
$$\frac{1.500}{2.000}=\frac{0,866\times1.500}{N_{equilibrador}}\rightarrow
N_{equilabrador}=1732$$
5.
Fonte: EnsineMe
$$V_2-200+15=0\rightarrow V_2=185$$
6.
Fonte: EnsineMe
A figura acima mostra um autotransformador de 15kVA, 150V / 200V. Sabendo que o lado
de baixa tensão é alimentado com tensão terminal e que $$I_1 = 80A$$, a corrente
$$I_C$$, em A, é:
GABARITO
TEORIA NA PRÁTICA
Você pretende usar um autotransformador de 45kVA, 250V / 120V para alimentar uma pequena
instalação. Considerando que ele esteja operando nas condições nominais, determine as
parcelas de potência aparente transferidas pelo circuito magnético e por condução.
RESOLUÇÃO
Veja a resolução da questão no vídeo a seguir:
VERIFICANDO O APRENDIZADO
1.
FONTE: ENSINEME
UM TRANSFORMADOR $$\TRIANGLE - $$ZIG-ZAG POSSUI TENSÃO DE
LINHA NO LADO DE BAIXA TENSÃO IGUAL A 450V. O MÓDULO DA
TENSÃO $$V$$, EM VOLTS, É:
A) 450
B) 225
C) $$\frac{450}{\sqrt3}$$
D) 150
E) 120
A) 25
B) 50
C) 75
D) 100
E) 125
GABARITO
1.
Fonte: EnsineMe
$$V=\frac{V_{linha}}{3}=\frac{450}{3}=150$$
$$I_{50V}=\frac{25.000}{50}=500$$
$$S_{novo}=200×500=100kVA$$
CONCLUSÃO
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao longo dos módulos deste tema, estudamos os transformadores. Começamos pelos
princípios de funcionamento que os envolvem, partindo do transformador ideal e, em seguida,
usando o modelo real do transformador. Observamos ainda o comportamento dele sob
diferentes condições de carga, assim como sua polaridade e seu rendimento.
AVALIAÇÃO DO TEMA:
REFERÊNCIAS
CHAPMAN, S. J. Fundamentos de máquinas elétricas. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
CONTEUDISTA
Sandro Santos de Lima
CURRÍCULO LATTES