TEP
Data @03/02/2025
A trombose venosa proximal e a causa mais comum de TEP (do joelho pra
baixo tem muito menos casos causados)
Fatores de risco
fratura de ossos longos
Imobilização nos
Internação últimos 3 meses IAM
Trauma
Câncer
Clinica
hipoxemia que responde muito bem a oxigênio
1. ESCORE DE WELLS
novo guideline so divide em provável >4 ou igual é improvável (nao
tem mais baixo, intermediário e alto risco)
tem o escora de Geneva, pode usar ele ou o wells
Hoje em dia nao tem mais exclusão pelo perc, nao se exclui TEP pela
clinica somente
TEP IMPROVÁVEL → d dímero normal afasta, alterado vai pra angioTC
TEP PROVÁVEL → anticoagulante! Se nao tiver contraindicação (nao
precisa esperar o exame)
Instabilidade hemodinâmica → ECO para fazer DX presumível, quando
estabilizar a gnt vai fazer a anioTC
TEP 1
Pós PCR ou iminência
PÁS <90
Uso de droga vasoativa
Alergia a contraste
Exames complementares
padrão ouro AngioTC → pouco invasivo e mais bem distribuído
Achados → sinal de interrupção da progressão do contraste , o
diâmetro do tronco acima de 2.8 (hipertensão da artéria pulmonar)
ECG troponina porque ele chega com dor torácica
Principal achado taqui sinusal
Mais específico S1Q3T3
Rx de torax → descartar outros diagnósticos (pnm, hemoptise, PNTX)
Corcova de Hampton → triangulo invertido onde tem infarto pulmonar,
mas isso e em casos muito avançados e êmbolos grandes
Sinal de westermack → tem ventilação mas nao tem perfusão, tem uma
inversão da trama vascular, sendo mais escura
D-dimero → 500 e o valor de corte
Acidente acima de 50 anos tem que fazer a correcao Xanos vezes 100 e
esse vais er o valor de corte do paciente te
Muito sensível mas pouco especifico
Outras coisas que podem elevar → TVP, pos op, infecção
Cintilografia → mostra a área que nao esta sendo perfundida e a área que
esta sendo ventilador menos disponível e examinador dependente
USG DOPPLER → se voce constata um TVP, voce aumenta muito mais o
risco de o paciente estar tendo TEP concomitante. Feito em 3 pontos
Veia femoral
Veia poplítea
Voce comprime a veia colaba, se ela nao colaba ou tem uma imagem
hiperecoica sugere que tem trombo ali (mas isso e em fase mais
TEP 2
depois)
Se negativo nao exclui TEP
Minuto 20-25
2. Exames de acordo com wells
3. Diagnóstico na mão → o que eu faco?
precisamos estratificar o risco
Choque persistente, choque obstrutivo, disfunção orgânica
associada, PCR → alto risco → UTI → vai receber trombolítico
PESI → probabilidade de evoluir mal
Idade, sexo, neoplasia, FC…
1 e 2 → paciente que nao tem indicação de internação, pode
tratar em domicilio ou se for internar vai ficar em enfermaria
Avaliar se o paciente e orientado, se ele pode comprar, se
ele tem como voltar na unidade
Vai pra casa com anticoagulante oral
Intermediário 3 ou 4
Troponina e eco → alterados internar na UTI
Apenas um vem alterado → risco intermediário baixo pode
ficar em enfermaria (eu posso ir avaliado, porque eu posso
rtmoblara ate 14 dias)
Tratamento
Anticoagulante
heparina nao fracionada → enfermagem fica meio enrolada
Venosa, coloca na bomba
Quando fazer → instabilidade hemodinâmica (subcutâneo vai
demorar), disfunção rena, alto risco de sangramento (faz reversor),
paciente muito obeso (acima de 120 quilos)
Heparina de baixo peso SC
TEP 3
novos anticoagulantes
Warfarina → 2-3 de inr pode ir pra oral somente, sem necessidade de fazer
o sc junto
Interage com legumes e verduras verdes
SAAF so pode usar esse, mas exceção ne
trombólise
Alteplase
Checar contraindicações
embolectomia → êmbolos próximas
Alto risco, que teve falha de trombolitico ou contraindicação absoluta
para trombólise
filtro de veia cava → prevenir novos teps
Flagmasia - isquemia arterial por conta de muitos trombos no pós
trombótico
TEP 4