Violência
Obstétrica
GRAZIELA, JULIA GABRIELA, LAURA, MANUELLA E RAFHAEL
O que é violência obstétrica?
E quando começou?
A violência obstétrica é um tipo de violência contra a
mulher, praticada pelos profissionais da saúde, ela se
caracteriza pelo desrespeito, abusos e maus-tratos
durante a gestação ou no momento do parto, seja de
forma psicológica ou física.
Causas
Formação de profissionais;
Impunidade das ações;
Violência física, psicológica, verbal e sexual;
Negligência na assistência;
Discriminação;
Características socioeconômicas;
Falta de informação;
Desigualdades racias;
Cultura patriarcal.
Discriminação, desigualdade
socioeconômica e racial.
Mulheres negras são as maiores vítimas dessa
violência no Brasil.
A mortalidade materna tem muita incidência
entre mulheres pretas, o que mostra a violência
pela cor de pele e desigualdade socioeconômica.
CONSEQUÊNCIAS
Consequências Físicas: O parto violento pode causar problemas de
saúde, como a incontinência urinária, que é a dificuldade em controlar a
urina.
Trauma Psicológico: Algumas mulheres podem desenvolver Transtorno
de Estresse Pós-Traumático (TEPT) após experiências traumáticas no
parto. Essa condição pode gerar medo de novas gestações e
dificuldade em se conectar com o bebê, além de sintomas como
ansiedade e depressão.
CONSEQUÊNCIAS
Impacto Social: A desconfiança em relação ao sistema de saúde pode fazer
com que mulheres evitem buscar ajuda médica no futuro. Essa
desconfiança, muitas vezes causada por experiências negativas, é
preocupante, pois pode resultar em complicações em gestações futuras e
problemas de saúde não tratados.
Riscos para o Bebê: Práticas agressivas durante o parto podem causar
problemas de saúde no recém-nascido, como dificuldades respiratórias e
dificuldades no vínculo afetivo com a mãe.
Dados Estatísticos
1 a cada 4 mulheres sofreram violência obstétrica
45%
das mulheres entrevistadas relatam ter vivenciado pelo menos um ato de violência
LEITE, T. H. et al. Epidemiologia da violência obstétrica: uma revisão narrativa do contexto brasileiro.
Ciencia & saude coletiva, v. 29, n. 9, p. e12222023, 2024.
Dados Estatísticos
56,1%
mulheres foram sujeitas a episiotomia
37,3%
mulheres foram sujeitas a manobra de Kristeller
LEITE, T. H. et al. Epidemiologia da violência obstétrica: uma revisão narrativa do
contexto brasileiro. Ciencia & saude coletiva, v. 29, n. 9, p. e12222023, 2024.
Dados Estatísticos
11,1%
mulheres se sentiram desrespeitadas durante o parto
24,5%
mulheres não tiveram seus acompanhantes no parto
LEITE, T. H. et al. Epidemiologia da violência obstétrica: uma revisão narrativa do
contexto brasileiro. Ciencia & saude coletiva, v. 29, n. 9, p. e12222023, 2024.
Dados Estatísticos
30%
da violência ocorreu na rede privada
45%
da violência ocorreu na rede pública
(SUS)
LEITE, T. H. et al. Epidemiologia da violência obstétrica: uma revisão narrativa do
contexto brasileiro. Ciencia & saude coletiva, v. 29, n. 9, p. e12222023, 2024.
RELATO DE VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA
FORMAS DE REDUÇÃO
Punições mais severas;
Mais informações sobre o
assunto para as gestantes;
Maior divulgação;
Reforçar os direitos.
Referencias
[Link]
obstetrica/#:~:text=A%20viol%C3%AAncia%20obst%C3%A9trica%20%C3%A9%20um,de%20forma%20psicol%C3%B3gica%20ou%20f%C3%ADsica
[Link]
[Link]
conte%C3%BAdos
[Link]
[Link]
e-violencia-obstetrica-no-brasil/
[Link]
Obrigada
Alguma pergunta??