Bitcoin: A Moeda Digital que Constitui uma rede inovadora de
Pagamentos
Tatiana Lourenço, Joyce Cristina Vicente
Orientador: Diego Fiori de Carvalho
Curso de Sistemas de Informação – Centro Universitário UNIFAFIBE
Bebedouro –SP – Brasil
{sisunifafibe}@[Link]
Resumo: O Bitcoin é o mais novo conceito chamado de “criptomoeda”,
com o intuito de realizar movimentações sem intermédios de
instituições financeiras, diferente das moedas convencionais. Neste
estudo, vamos abordar de forma clara e concisa todo o seu
funcionamento, destacando o seu começo, movimentações, vantagens,
desvantagens, investimento, visão de mercado e toda a sua parte
técnica, como minerações, carteiras digitais e criptografia. A moeda
digital bitcoin esta cada dia ganhando mais força devido a grande
utilização. Baseada na tecnologia de rede ponto-a-ponto, sua
movimentação é realizadas de pessoa para pessoa, podendo ser feito
em qualquer localidade, apenas sendo necessário a utilização de um
computador, celular e internet.
Palavras-Chaves: Bitcoin; criptomoeda; moeda digital; ponto-a-ponto.
1. INTRODUÇÃO
As transações financeiras no atual cenário econômico possuem uma
estrutura estável, no qual a maioria das pessoas conhecem as ferramentas de
comercialização através da internet, como realizar compras por meio de
cartões de créditos em lojas virtuais (e-commerce). A internet tem possibilitado
não só da comunicação, mas também da realização de transações financeiras
de forma ágil e eficiente em diversas partes do mundo.
Há pouco tempo, aproximando-se uma década, surge uma nova moeda
provocando dúvidas e curiosidade por todos que escutam falar o nome Bitcoin.
Trata-se de uma moeda digital, criptografada, chamada de criptomoeda,
proposta por Satoshi Nakamoto (2008). O Bitcoin não é regulamentado por
nenhum governo ou instituições financeiras (banco central) e seu controle é
realizado por cada pessoa e usuários mineradores para manter a segurança de
suas transações.
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O mais novo conceito promete revolucionar os meios de pagamentos
atuais, podendo ser utilizada de forma fácil e sem cobranças de taxas como as
moedas convencionais.
Partindo desse pressuposto, a pesquisa pretende destacar de forma
clara e concisa a utilização da moeda Bitcoin no mundo atual, destacando a
diferença entre moeda digital e convencional. Para tanto, serão estudados o
funcionamento da moeda, suas características, além de aplicar simulações e
criação por meio de computadores com softwares específicos na mineração de
moedas digitais, especificamente o Bitcoin.
Justifica-se o desenvolvimento da pesquisa, devido ao desconhecimento
de muitos usuários em relação a essa nova tecnologia, diante do grande
impacto que vem sendo gerado esse assunto no cotidiano, por ser um dinheiro
virtual e sem controle de instituições financeiras, diferente das moedas
convencionais. Embasa-se assim o trabalho, em referências atuais, como sítios
específicos e autores renomados no assunto, como ANTONOPOULOS (2014)
e SCHIAVON (2015), que trazem importantes considerações em relação ao
tema em questão.
2. BITCOIN
Bitcoin é uma moeda digital, que nos permite realizar transações online
sem limites de valores e sem intermédio de instituições financeiras, podendo
ser feito a qualquer momento e por qualquer pessoa desde que possua
conexão com a internet por meio de um computador ou celular. Sua conta é
protegida por usuários especializados para não ocorrer erro em transações,
gasto indivíduo ou uso do dinheiro de terceiros (BITCOIN BRASIL, 2017).
Sua tecnologia é baseada em um software de código-aberto, chamada
de criptomoeda, onde utiliza uma criptografia avançada para controlar a criação
de Bitcoins e movimentações com a moeda, e também, baseadas na rede
ponto-a-ponto (peer-to-peer, P2P), ou seja, de pessoa para pessoa (BITCOIN
BRASIL, 2017).
Observando a Figura 1 – “Por dentro do Bitcoin”, é possível entender de
forma transparente o seu funcionando (CABRAL, 2013).
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2.1. O começo
O Bitcoin foi inventado em 2008 e conhecido através da publicação do
documento "Bitcoin: Um Sistema de Dinheiro Eletrônico Ponto-a-Ponto", escrito
por um autor desconhecido sob pseudônimo Satoshi Nakamoto, onde até hoje
não sabemos a sua verdadeira identidade. Em alguns sites de pesquisa, como
G1 e Olhar Digital nos mostra a investigação através da repórter Leah McGrath
Goodman, da revista "Newsweek", conseguindo identificar o criador da moeda
Bitcoin, localizado em Templa City - Califórnia com sua mãe, mas não possui
total certeza que seria o criador do Bitcoin, pois se recusa em falar no assunto
(OLHAR DIGITAL; G1, 2014).
“A rede Bitcoin surgiu em 2009, baseada em uma
implementação de referência publicada por Nakamoto e
desde então revisada por muitos outros programadores. A
computação distribuída que proporciona segurança e
robustez ao Bitcoin cresceu exponencialmente, e agora
excede a capacidade combinada de processamento dos
principais supercomputadores do mundo
(ANTONOPOULOS, 2014, p. 4).”
Em 2011, Nakamoto, afastou-se do público deixando a responsabilidade
do código nas mãos de um grupo de voluntários, onde não sabemos a
identidade da pessoa ou pessoas por trás da moeda Bitcoin. No entanto, nem
Nakamoto nem qualquer outra pessoa exerce controle sobre o sistema, onde
seu cálculo matemático e código-fonte são totalmente transparentes, e
qualquer desenvolvedor pode modificar e rever a estrutura do código e cálculos
matemáticos (ANTONOPOULOS, 2014).
Portanto, o Bitcoin é uma rede ponto a ponto de pagamentos e
controlado por seus usuários, ou seja, sem envolvimento de instituições
financeiras ou governos, podendo ser utilizado de forma prática como uma
fazer troca de e-mail (OLHAR DIGITAL, 2014).
2.2. Funcionamento da moeda digital bitcoin
O bitcoin funciona de forma bem simples, como um programa de
computador ou aplicativo de celular, podendo realizar transferências e consulta
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de saldos após a criação de uma carteira digital (COINBR, 2017).
Movimentações através da moeda não possuem limites de valor
valores e taxas
reduzidas, como pode ser observado na Figura 1 (BITCOIN, 2017).
Figura 1. Por dentro do Bitcoin.
Fonte: [Link], 2017.
A carteira, ou carteira digital, possui o mesmo funcionamento de uma conta
corrente utilizada em bancos, pode
podendo
ndo enviar e receber valores em bitcoin. No
momento da movimentação da moeda, um registro é enviado para os “livros
“livros-
razões” ou “blockchain”,
”, onde armazena todas as transações feitas por meio
das moedas digitais ou ““criptomoeda”. Após o envio da movimentação, serão
realizadas validações das informações e autorizando se estiver correta e
descartada caso esteja inválida. Sua validação é feita através de uma
criptografia avançada e pode ser visível através de uma consulta no ssítio
blockchain por todoss aqueles que participam da rede Bitcoin (SCHIAVON,
2015).
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2.3. Investimento
Atualmente, quando falamos de uma moeda digital, pensamos em
como investir ou lucrar devido não ser uma moeda convencional e sem controle
de instituições financeiras.
Como citado em tópicos anteriores, para iniciar o uso da moeda deve-
se possuir uma carteira digital. Após possuir a carteira digital, para começar a
ter bitcoins existem alternativas, como realizar minerações por meio de
computadores e softwares especializados, investimento em hardwares de alto
desempenho ou se juntar a grupo de mineradores e empresas responsáveis
por minerações em nuvem, como a Genesis Mining, por exemplo. (WIKIHOW,
2017).
Alguns sítios vendem bitcoins e aceitam a forma de pagamento em
dinheiro ou cartão de crédito. Além de podermos comprar bitcoin, realizar a
venda do mesmo não é tão simples quanto comprá-los, pois é necessário
encontrar um comprador que pegue o valor em dinheiro ou produtos. A forma
mais fácil de realizar a venda de bitcoins, segundo o sítio WIKIHOW (2017), é
se registrar em sítios especializados no mercado que intermediará a
negociação. Nos Estados Unidos, por exemplo, possuem a Coinbase e no
Brasil o Mercadobitcoin e FOXBIT.
“Além disso, alguns sites, como o [Link], permite que
vendedores transfiram os BTC ao comprador, que, em
seguida, compra algum produto online e o envia
diretamente para casa do vendedor. No final das contas,
isso nada mais é do que uma maneira de usar os seus
BTC para comprar em sites que não aceitam a moeda
virtual (WIKIHOW, 2017).”
Lembrando que uma ótima opção de investimento da moeda é
comprando mercadorias por meio de sítios que aceitam a forma de
pagamentos em bitcoin, investir altas quantias pode ser arriscado, pois se pode
perder o dinheiro de forma rápida. Dessa forma, perder uma ótima
oportunidade de vendas e sair com um prejuízo menor é melhor do que perder
a maior parte do seu capital.
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2.3.1 Vantagens
Conforme citado na Figura 1 e segundo SCHIAVON (2015), pode-se
observar vantagens na utilização da moeda bitcoin, destacando a sua liberdade
de pagamentos; rapidez; menores taxas; segurança em movimentações e
transparência durante a movimentação.
2.3.2. Desvantagens
Em contrapartida, pode-se observar que a Figura 1 também aborda
desvantagens em relação ao uso da moeda, e também, abordadas por
SCHIAVON (2015), como o seu valor volátil; não é regulada e pouca aceitação.
2.4. O que pode ser comprado com a moeda bitcoin
Para muitos, o mercado bitcoin é uma novidade, pois desconhecem essa
tecnologia. Recentemente no Canadá, foi inaugurado um caixa eletrônico que
realiza saque em dólares convertidos através da moeda bitcoin. Existem
empresas que aceitam pagamentos com a moeda, como a empresa DELL,
Microsoft, SteamBitShop (sítio de jogos), Adega Suiça (Fornecedor de vinhos)
entre outros (SILVA, 2013).
2.5. Valorização da moeda
Existem empresas que realizam a compra e venda da moeda bitcoin no
Brasil, como FoxBit, Mercado Bitcoin e LocalBitcoins. Na Figura 2, encontra-se
a coluna “Symbol” com o nome da empresa e ao lado, na coluna “Latest Price”,
o valor relacionado a um bitcoin. A Figura 3 mostra a trajetória do seu valor até
o momento da pesquisa, com referência na empresa Mercado Bitcoin, onde
possui o maior valor da moeda (BITCOINCHARTS, 2017).
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Figura 2. Valor da Moeda.
Fonte: [Link]
Figura 3. Gráfico de Evolução.
Fonte: [Link]
2.6. O futuro da moeda
O bitcoin é a principal moeda digital existente hoje. Porém a dúvida de
todos é se a moeda pode entrar em colapso um dia, por ser uma inovação no
mercado digital. O limite máximo de bitcoins em circulação é de até 21 milhões,
valor definido em seu algoritmo. Originalmente, cada bloco quebrado no
momento da mineração era de 50 Bitcoins, já hoje, cada bloco tem em média
12,5 Bitcoins. Atualmente chegamos a 16 milhões e acreditamos que o último
Bitcoin deverá ser emitido em 2140 (SCHIAVON, 2017).
“A grande diferença está no fracionamento dos Bitcoins.
A maioria das moedas nacionais é divisível por cem —
menor fração de um real é um centavo, por exemplo.
Cada Bitcoin, por outro lado, pode ser dividido por cem
milhões. A menor fração do Bitcoin é chamada de
Satoshi, em referência ao pseudônimo do criador da
moeda, e vale 0,00000001 BTC (SCHIAVON, 2017).”
3. VISÃO TÉCNICA
3.1. Visão
O sistema Bitcoin é composto por usuários que possuem carteiras,
contendo chaves e transações ramificadas pela rede. As mineradoras fazem o
consenso da blockchain por meio de uma computação competitiva. Esse
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consenso trata-se de um registro oficial de todas as transações. Diante dessa
ideia serão destacado nos tópicos posteriores o funcionamento da tecnologia
por trás das carteiras, transações e minerações.
3.2. Transações
A transação pode ser definida como um segmento de assinatura de
dados transmitido pela rede e sua função é a transferência de posse de
determinada movimentação da moeda. No momento em que é enviado um
bitcoin, é criada uma única estrutura de dados na carteira digital, onde
representa a transferência da movimentação. (ASTARLABS, 2017).
“As transações são como linhas em um “registro contábil”
(ledger) de dupla entrada”. Em termos simples, cada
transação contém um ou mais "inputs" (entradas), que
são débitos em uma conta bitcoin. No outro lado da
transação, existem um ou mais "outputs" (saídas) que são
créditos adicionados em uma conta bitcoin. A soma dos
inputs e outputs (débitos e créditos) não necessariamente
resulta na mesma quantia. Ao invés disso, os outputs são
um pouco maiores do que os inputs, e essa diferença se
dão devido à "taxa de transação", que é um pequeno
pagamento coletado pelo minerador que inclui a
transação no registro contábil do bitcoin (a blockchain).
Uma transação bitcoin é mostrada como uma entrada no
registro contábil em transação como um registro contábil
de entrada-dupla.
A transação também contém uma prova de posse para
cada quantia de bitcoins (inputs) que é transferida, na
forma de uma assinatura digital assinada pelo dono, que
pode ser validada por qualquer pessoa, de maneira
independente. Usando a terminologia do bitcoin, “gastar”
é assinar uma transação que transfere um valor (de uma
transação prévia) para um novo dono, o qual é
identificado através de um endereço bitcoin
(ANTONOPOULOS, 2014, P.25).”
3.3. Bloco
Define-se como bloco um grupo de transações que são marcadas com
um registro de tempo e uma impressão digital do bloco antecessor. O
cabeçalho do bloco deve ser codificado para provar que é válido, e quando
válido será adicionado à blockchain através do consenso da rede (ALTCOIN
BRASIL, 2017).
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3.3.1. Blockchain
Blockchain é uma cadeia de blocos validados, onde cada um é ligado
em seu sucessor até chegar ao bloco gênesis, primeiro bloco originado em
uma blockchain, usado para iniciar a criptomoeda. No blockchain serão
armazenadas todas as movimentações da moeda, onde chamamos também de
livros-razões (ALTCOIN BRASIL, 2017).
3.4. Endereço/Conta Bitcoin
O endereço Bitcoin pode ser compartilhado com qualquer pessoa que
deseja lhe enviar a moeda. Trata-se de uma string composta de dígitos e
caracteres. Os endereços feitos a partir de chave pública também são string e
consistem de letras e números, iniciado pelo dígito 1, por exemplo:
1J7mdg5rbQyUHENYdx39WVWK7fsLpEoXZy.
Um endereço Bitcoin derivado de chave pública faz uso de hashing
criptográfico de uma via. Um algoritmo de hash é uma função injetiva de uma
via que faz uma impressão digital a partir de uma entrada de tamanho
arbitrário. As funções de hash criptográficas são muito utilizadas em bitcoins,
nos endereços de scripts, algoritmo de prova de trabalho e endereços Bitcoins.
Os algoritmos Secure Hash Algorithm (SHA) e o RACE Integrity
Primitives Evaluation Message Digest (RIPEMD), especificamente SHA256 e
RIPEMD160 são algoritmos usados para fazer um endereço Bitcoin, por meio
de uma chave pública. Neste caso, a partir da chave pública, é computado o
hash SHA256, depois o hash RIPEMD160. Assim por meio do resultado é
produzido um número de 160 bits. (ANTONOPOULOS, 2014, p. 71-72).
4. ATAQUES
4.1. Ataque Mundial
No mundo contemporâneo não estamos seguros quando se utiliza a
internet, sujeitos a ataques de hackers, como os famosos vírus.
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Desde que se iniciou a moeda digital, corremos o risco dos ataques de
ransomware, que seria um tipo de malware que restringe o sistema infectado e
cobra um resgate em valores de bitcoins, pois por meio desses ataques todas
as informações são criptografas, ficando inacessíveis (FOLHA DE SÃO
PAULO, 2017).
Recentemente ocorreu um ataque mundial no dia doze de maio de dois
mil e dezessete, onde fez 200 mil vítimas em menos de 150 países. Devido ao
grande ataque a orientação era que todos desligassem os computadores e
servidores por precaução. Os computadores infectados exibiam mensagens
pedindo pagamentos em bitcoins para voltar às informações infectadas. O
motivo de exigir pagamentos em bitcoins é devido a sua dificuldade de
rastreamento (FOLHA DE SÃO PAULO, 2017).
5. MINERAÇÃO
5.1. Cenários aplicados
No desenvolvimento do projeto serão demonstrados os resultados
obtidos durante a mineração em máquinas convencionais com a utilização de
softwares específicos na geração de criptomoedas, como o Bitcoin.
A mineração foi realizada em computadores convencionais com duração
de 12h e 6h em cada software e hardware, foi realizado acompanhamento de
desempenho quando estivam realizando a mineração com a tecnologia
Zabbix Server. Durante a aplicação foi capturado imagens do
Gerenciador de Tarefas tais como demonstração da utilização do hardware em
ambos mineradores, e após o fim da mineração os resultados, como o valor
minerado em cada tecnologia, hardware utilizado e o seu consumo de energia.
Portanto, no fim do projeto foi possível termos uma conclusão de todo o
desenvolvimento, destacando as vantagens e desvantagens, lembrando que
para obter valores da moeda bitcoin é utilizado apenas o uso do CPU
(processador) e (GPU) placa de vídeo.
5.2. Softwares utilizados
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A aplicação foi realizada com a utilização da tecnologia Zabbix Server
como controle de desempenho do uso do processador durante a mineração da
moeda com demonstração de gráficos
gráficos,, podendo ser observado na Figura 4.
Conforme a Figura 5 é possível observar o monitoramento do processador
durante a mineração da moeda, e também, na Figura 5 a apresentação da estrutura
utilizada com o Zabbix Server para realizar o acompanhamento da CPU durante o
processo de mineração.
Figura 4. Funcionamento Zabbix Server.
Figura 5.. Utilização do CPU controlado pelo Zabbix Server.
Server
Foram utilizados dois softwares específicos em minerações, que são o
NiceHash e Micro Miner
Miner, conforme podem serr observados através da Figura 6
e 7.
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Figura 6.. Utilização do CPU com minerador Micro Miner..
Figura 7.. Utilização do CPU com o minerador NiceHash.
5.3.. Hardwares utilizados
Computador para mineração em CPU apenas ((hardware 1).
CPU: Intel(R) Core(TM) i3
i3-3217U CPU @ 1.80 GHz, Inter(R);
RAM: 4GB DDR3 – 798.1mhz
HD: 500MB
Computador Notebook.
Computador para executar mineração em CPU e GPU ((hardware
hardware 2).
CPU: Intel(R) Core(TM) i5
i5-7400 CPU @ 3.00GHz
GPU: GTX 1060 6GB
RAM: 8GB DDR4 – 2133mhz
SSD: 240GB
HD: 1TB
Computador Desktop.
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5.4. Testes e desenvolvimento
Através do vídeo no YouTube é possível acompanhar o funcionamento
da aplicação realizada nos endereços abaixo:
Mineração Micro Miner: [Link]
Mineração NiceHash: [Link]
5.5. Fórmula e Resultados
Para demonstração do consumo será utilizado à fórmula: CONSUMO =
(POTÊNCIA EM WATT /1000) x (TEMPO DE UTILIZAÇÃO) = TOTAL EM [kWh] e
demonstração de um valor aproximado para cada hardware utilizado em determinado
tempo.
Hardware Potência Tempo Valor Valores em Minerador
utilizado em WATT gasto em Satoshi/Bitcoin
kWh
Hardware 1 17 W 12h 0,0204 0,00000511 Micro Miner
kWh
Hardware 1 17 W 12h 0.0204 0,00000295 NiceHash
kWh
Hardware 2 65 W 6h 0,39 kWh 0,00008032 Micro Miner
Hardware 2 65 W 6h 0,39 kWh 0,00000759 NiceHash
GPU 120 W 6h 0,72 kWh 0,00005606 Micro Miner
GPU 120 W 6h 0,72 KWh 0,00005678 NiceHash
Após os resultados obtidos durante o desenvolvimento de mineração,
entende-se que realizando a utilização do software Micro Miner no hardware 2
– CPU obteve o maior valor em satoshi, onde o seu consumo é de 0,39 KWh
relacionado ao processamento. Para saber o valor a ser pago de energia, basta
pegar o valor em KWh e multiplicar no custo da energia de sua localidade,
porém no consumo total de energia é preciso lembrar que existem outros
fatores que acompanham o gasto do processamento da máquina, como fonte,
monitor e outros equipamentos contidos.
6. Considerações finais
Este estudo teve como objetivo descrever o estudo da moeda digital
bitcoin, desde a sua criação até a sua atuação no mundo de hoje. Para atingir
esta finalidade, foi abordada diferenças entre a moeda convencional e digital,
onde a sua utilidade pode ser como as moedas convencionais, porém com
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algumas vantagens e desvantagens. A pesquisa possui o objetivo de tornar a
moeda digital bitcoin o meio de pagamentos como as moedas convencionais.
Durante a pesquisa do projeto, ficou claro que para realizar a sua
movimentação basta possuir um celular/computador e internet, podendo
realizar transferências de qualquer lugar e valor para qualquer parte do mundo
e sem aumento de taxas, diferente das moedas convencionais.
Além de destacar vários pontos positivos da moeda digital, vale lembrar
que diferente das moedas convencionais o seu valor é ocioso, alterando
conforme a sua procura. Por muitas vezes, por não ter o seu valor estável,
afastam usuários que desejam realizar determinado investimento na moeda.
Cabe ressaltar, que o foco do projeto é demonstrar o funcionamento da
moeda digital nos dias de hoje e sua diferença da moeda convencional, onde
possui um crescimento de aceitação e pode ser observada como mais um meio
de pagamentos do futuro.
Por fim, o bitcoin é uma moeda digital nova, que trás consigo um
conceito que pode aprimorar as transações financeiras. Embora não tenha
conseguido alcançar as vantagens de uma moeda convencional, o bitcoin é
uma proposta que pode revolucionar a moeda do futuro. Durante toda a
pesquisa do projeto e desenvolvimento de mineração, para trabalhos futuros
poderão ser realizados investimentos em empresas especializadas na
mineração de criptomoedas através de equipamentos extremamente potentes.
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