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Fundamentos da Moda e sua História

O documento explora os fundamentos e a história da moda, abordando sua definição como fenômeno social que transcende a mera vestimenta e envolve dimensões culturais, políticas e econômicas. A obra de Georg Simmel é destacada, enfatizando a inter-relação entre moda, individualização e padrões sociais na modernidade. O texto também discute a evolução da moda em contextos históricos e sua influência nas relações sociais e na identidade dos indivíduos.

Enviado por

Mayara Leal
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Fundamentos da Moda e sua História

O documento explora os fundamentos e a história da moda, abordando sua definição como fenômeno social que transcende a mera vestimenta e envolve dimensões culturais, políticas e econômicas. A obra de Georg Simmel é destacada, enfatizando a inter-relação entre moda, individualização e padrões sociais na modernidade. O texto também discute a evolução da moda em contextos históricos e sua influência nas relações sociais e na identidade dos indivíduos.

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Fundamentos e

História da Moda
Primeiros Conceitos e Fundamentos do Fenômeno da Moda

Responsável pelo Conteúdo:


Prof.ª Me. Mirella de Almeida Braga

Revisão Textual:
Prof.ª Dr.ª Luciene Oliveira da Costa Granadeiro

Revisão Técnica:
Prof.ª Me. Mariana Lucena
Primeiros Conceitos e Fundamentos
do Fenômeno da Moda

• O Que é Moda?
• Moda e o Fenômeno da Modernidade;
• Georg Simmel e o Fenômeno Social da Moda.

OBJETIVOS DE APRENDIZADO
• Aproximar os alunos dos conceitos clássicos e contemporâneos elaborados por autores que
ajudam a pensar a moda como fenômeno social universal e em constante transformação;
• Compreender o fenômeno social da moda em suas dimensões históricas, culturais, econômicas,
políticas e ambientais. Para tanto, descreve e analisa alguns conceitos historiográficos e socioló-
gicos relacionados à moda, observando criticamente os processos de transformações e perma-
nências do fenômeno ao longo da história de alguns contextos internacionais e nacionais.
UNIDADE Primeiros Conceitos e Fundamentos do Fenômeno da Moda

O Que é Moda?
Segundo os dicionários de língua portuguesa, moda é um conjunto de opiniões,
gostos, assim como modos de agir, viver e sentir coletivos. Assim, o fenômeno é
compreendido de forma bem mais ampla do que a ideia de que a moda é expressa
em uma série de roupas apreciadas e usadas em determinado contexto espacial e
temporal. Embora o sentido de “uso de novos tecidos, cores e matérias-primas suge-
ridos para a indumentária humana por costureiros e figurinistas de renome” também
faça parte da noção popular de moda, no presente estudo, trabalharemos com o
conceito mais estrutural, que remete à ideia de que as experiências do mundo da
moda são afetadas e afetam as dimensões culturais, políticas, econômicas e ambien-
tais que embasam nossos sentidos de existência.

Assista ao vídeo e, depois, leia o material teórico para continuar a sua reflexão sobre o que é
moda? Para assistir ao vídeo, acesse o link: [Link]

Mesmo que, à primeira vista, as sociedades mais antigas cobrissem os corpos


com vestes no intuito de se proteger de intempéries e “pelo pudor” (BRAGA, 2017),
as roupas sempre estiveram carregadas de sentidos não relacionados às ditas “ne-
cessidades básicas”, assim como outras insígnias do corpo humano, que é matéria-
-símbolo de poderes, gêneros e espiritualidades as mais diversas.

Importante!
Para o francês Gilles Lipovetsky, pensador que mapeou a fascinação da moda pelo novo,
o grande período da moda foi de 1850 a 1970, quando ocorreram as grandes revoluções
de estilo que marcaram a aparência feminina moderna. Segundo Lipovetsky, a roupa foi
emblemática de posição social por séculos, mas hoje deve ser essencialmente prática. De
acordo com essa tese, a atuação da moda vai encontrar mais eco como objeto de sedu-
ção”. Aproveite a disciplina para ampliar e atualizar seus conhecimentos sobre o conceito
da moda, sobretudo, os relativos à moda e sua diversidade, variação.

Marshall Sahlins ([1976] 2003) reflete acerca da diversidade, mesmo as visões


mais utilitaristas do mundo estão eivadas de sentidos culturais que estabelecem ou-
tras razões para os usos e desusos de experiências de determinados grupos e seg-
mentos sociais como aquelas marcadas pelas relações da moda.

A palavra “moda”, muitas vezes, remete à ideia de roupa, mas não se restringe a ela, a moda
inclui bolsas, acessórios como anéis, pulseiras, óculos, viseiras, lenços, gravatas, calçados,
ou seja, é tudo o que apresenta o conjunto que o sujeito entende como moda, e expressa a
forma como ele interage em sociedade.

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Depois de entender que no esboço de atitudes comuns ao cotidiano das pessoas,
as escolhas que são detalhadas a partir das marcas das experiências dos sujeitos e de-
terminadas através do uso de peças que, além de características funcionais, possuem
a intenção de expressar o que esses sujeitos são ou como eles desejam ser percebido
pelos demais em sociedade é a grande relevância do conceito da moda. A maneira
como os sujeitos modificam seus corpos através da expressão de seus gostos, sua
classe social, seu tipo de trabalho, dentre outras questões, mostram quem são, numa
tentativa de agradar o grupo ao qual pertence ou deseja se inserir na sociedade.

Você Sabia?
Existem algumas gírias e expressões que são utilizadas para definir moda,
disponível em: [Link]

Na seção seguinte, informe-se sobre a moda e o fenômeno da modernidade em


sua diversidade de expressão. Bom estudo!

Moda e o Fenômeno da Modernidade


Apesar de estar presente em outras temporalidades, o fenômeno da moda institui
toda sua vitalidade a partir do que as ciências humanas, especialmente as ciências
sociais e história, nominam de modernidade. A centralidade do homem renascentista,
reinventado como senhor do seu destino no mundo das ciências e das artes, en-
frentando as morais medievais religiosas até então hegemônicas, possibilitou novas
experiências no mundo das artes, tratadas cada vez mais como obras individuais e
mercadorias, objetos de troca e fruição.

Importante!
Para o francês Lipovetsky (1989, p. 18), “O progresso coletivo [...] se apoiará na forma
moda, mas secundado por outras instâncias, reforçado por outros critérios, pelo trabalho
específico da Escola, pela ética, pela transparência e a exigência própria à informação,
pelas obras teóricas e científicas [...]” Logo, o conjunto de valores da moda em sociedade
é, o que torna a dinâmica da moda, acelera processos de consumo e relaciona os sujeitos,
uma grande colcha de tecidos, diversa, multicolorida e não apresenta olhar homogêneo
ao longo do tempo histórico.

As expressões artísticas e comportamentais da moda passam a fazer sentido em


contextos europeus urbanos em constante transformação, tempo de contradições
entre o antigo e o novo, o eterno e o efêmero, o divino e o racional (LIPOVETSKY,
1989). As revoluções burguesas e industriais aceleram o processo de transformação
de diversas sociedades e dos próprios sentidos existenciais das pessoas.

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UNIDADE Primeiros Conceitos e Fundamentos do Fenômeno da Moda

Como a produção industrial modifica as sociedades e o consumo dos objetos e roupas? O


que diferencia os sujeitos trabalhadores e os sujeitos empregadores? A moda influencia as
atividades humanas?

Com a decadência dos ideais de vida “nobre”, das práticas feudais e das monar-
quias hereditárias, Karl Marx observa que nações passam a ser estruturadas em
modelos de classes sociais que orbitam nas relações contraditórias capital x trabalho.
Émile Durkheim percebe que se consolida uma nova classe operária, urbana e rural,
dividida em uma miríade de funções sociais do trabalho que passam a estabelecer
o que denomina “solidariedade orgânica”, uma rede de relações sociais em que há
uma crescente especialização das atividades humanas. Para Weber, esse conjunto de
transformações materiais das sociedades “modernas” são justificados por sistemas de
pensamento e ação que “desencantam o mundo”, substituindo as velhas crenças mo-
rais, ancoradas em valores tradicionais, por uma compreensão racional do funciona-
mento do mundo. Observe a tabela abaixo representado acerca das transformações
históricas sob o olhar dos clássicos.

Tabela 1 – Transformações históricas sob o olhar dos clássicos


Pensadores Interpretações sobre a modernidade
Marx Formação de um sociedade de classes orbitada no capital.
Duekheim Formação de uma sociedade com forte divisão do trabalho social.
Weber Formação de uma sociedade desencantada.
Fonte: Adaptado de BRAGA (2019)

Nos tempos modernos, a moda é, ao mesmo tempo:


• agente que potencializa o capital e intensifica os mecanismos de exploração do
trabalho operário;
• arte que estabelece uma distinção de seus produtores e usuários, exigindo uma
especialização da técnica de criação de estilos e uma individualização de merca-
dorias para determinado consumo restrito (elites) e uma padronização de mer-
cadorias para o consumo das massas;
• objeto de consumo efêmero, que desencanta antigas ideias de eternidade e tradi-
ção para reencantar um fetiche da mercadoria-roupa e mercadoria-corpo.

Relembramos que você deve elaborar uma resenha crítica ou resumo para seus
estudos que contemple as noções até aqui analisadas, essa ação com certeza vai
auxiliá-lo (a) no acompanhamento dos conceitos apresentados na disciplina.

Como falamos no início, estamos construindo o conceito de moda e o entendi-


mento acerca dos fenômenos sociais que determinam a organização dos sujeitos na
sociedade, a partir das escolhas pessoais, da seletividade do pensamento sobre seu
corpo e da influência que a mídia exerce sobre sua formação ideológica.

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Você compreende a transformação que a moda se propõe? Na próxima seção,
será apresentado um pensador alemão chamado Georg Simmel (XIX-XX) e sua obra,
informaremos a partir de suas reflexões acerca da moda, o que permanece, o que
transforma e o que aglutina a partir da ideia de fenômeno social. Bom estudo!

Georg Simmel e o Fenômeno Social da Moda


Georg Simmel, um pensador alemão que produziu extensa obra entre os séculos
XIX e XX, a exemplo de Marx, Durkheim e Weber, é um dos fundadores das ciências
sociais. Seus ensaios versaram sobre vários temas da dita “modernidade”, abordando
do dinheiro ao amor, da cidade à guerra, da indústria às artes, passando por descri-
ções e reflexões sobre a experiência da moda. Para Simmel, esses fenômenos sociais
não podem ser analisados como entidades autônomas, pois são interrelacionados e
incorporam estruturas análogas. Esses processos são, ao mesmo tempo, marcados
por padrões sociais e por ações individuais coletivas criativas, fragmentadas e con-
traditórias (LEVINE, 2015).

O podcast “Moda pé no chão”, produzido por Ana Soares mostra a construção baseada nas
reflexões e experiências dos sujeitos em sociedade para compor o seu estilo pessoal. A partir
da correria do dia a dia, da geração plural e instantânea de informações, da imposição da
grande mídia, que influencia em nossas escolhas, tudo aquilo que fará refletir a essência dos
sujeitos e suas transformações. Disponível em: [Link]

Um dos principais padrões de desenvolvimento social e histórico identificados por


Simmel diz respeito aos processos de socialização da vida moderna que tendem ao esta-
belecimento de relações sociais cada vez mais afetadas pela individualização das pessoas.

Para o pensador alemão, a sociedade “moderna” tende a avançar sobre os modos


tradicionais de vida. O termo “cultura” deve se ater ao sentido original de “cultivo”.
Como agentes culturais que são, os seres humanos precisam constantemente criar,
aperfeiçoar e atualizar “objetos culturais”, exteriorizados em tudo o que existe no
nosso mundo material. No desenvolvimento histórico-universal do processo de indi-
vidualização, produzimos e consumimos, dialeticamente, quantidades e variedades
cada vez mais amplas de “objetos culturais”, que ora contribuem para padronização
ora para diferenciação de nosso espírito e sentidos de vida.

Para entender os processos de socialização da vida moderna que influenciam a


moda, destacamos as seguintes ideias-chave: consumo, individualização, agentes
culturais, padrões sociais, experiência da moda.

As transformações desencadeadas pelas revoluções industriais tornaram hege-


mônicos modos de organização social em que a divisão de trabalho e a economia
altamente monetarizada possibilitam a produção de uma miríade de objetos culturais

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UNIDADE Primeiros Conceitos e Fundamentos do Fenômeno da Moda

de tal ordem que a subjetividade humana não consegue mais vivenciá-los de modo
pleno (LEVINE, 2015).
A tragédia da cultura procede do fato de que, apesar de o ser humano
precisar produzir objetos culturais a fim de satisfazer seu ímpeto inerente
em direção ao cultivo, a produção incessante de novas técnicas e de varia-
dos objetos culturais cria a situação tipicamente problemática do homem
moderno, seu sentimento de estar cercado por um número incontável de
elementos culturais que, para ele, não são nem insignificantes nem, em
última análise, significativos. Sua dimensão massiva o deprime, pois ele é
incapaz de assimilá-los todos, tampouco, porém, ele pode simplesmente
rejeitá-los, visto que todos eles pertencem potencialmente à esfera de seu
desenvolvimento cultural. (LEVINE, 2015, p. 38)

Nas palavras do próprio Simmel:


O destino de uma cultura altamente desenvolvida é que ela é uma crise
constantemente adiada. Ela [manifesta] uma tendência de fazer com que
a vida, à qual ela deveria servir, se desintegre em futilidade e paradoxo
[...]. Para cada um de nós, trata-se, conscientemente ou não, da crise da
nossa própria alma. (SIMMEL, [1916] 2000, p. 200)

Na perspectiva simmeliana, o consumidor de uma determinada arte, como os


produtos da moda, por exemplo, anseia pela “cultura”, no sentido de “cultivo do es-
pírito”, como forma de satisfazer a própria psique na experiência de fruição artística.
Entretanto, em um mundo globalizado e fragmentado, ele se encontra em posição
antagônica em relação à essa “cultura” porque o consumidor sente que não teve
qualquer trabalho ou papel na produção de bem, que se encontra ali, ao seu dispor,
de forma altamente objetivada, frustrando o desejo de satisfação pessoal e espiritual.
Na perspectiva do conflito da cultura, o sujeito vital se depara com formas
excessivamente constrangedoras e deseja livrar-se delas, mas ao mesmo
tempo deseja formas porque, sem elas, não consegue se expressar de
maneira criativa: o sujeito não consegue viver nem com as formas cultu-
rais, nem sem elas. (LEVINE, 2015, p. 42)

Nos primeiros anos do século XX, Simmel publicou alguns ensaios direta ou indi-
retamente relacionados à moda. O autor compreende que esse fenômeno padece das
mesmas contradições da modernidade delineadas nos parágrafos anteriores. Está situa-
da, por excelência na fronteira entre os padrões sociais estruturantes e a criatividade da
agência individual transformadora: “moda é a imitação de um modelo e satisfaz, por este
lado, a necessidade de apoio social, ela guia o particular a caminho do todo”, escreve.

Importante!
Refletir acerca da relação entre as estruturas da moda e os sujeitos no entendimento
existente a partir da produção de consumos particulares que ocasionam os marcos visu-
ais que serão distintivos de uma elite econômica e cultural.

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No entendimento de Simmel, a moda “cria um elemento universal que faz do
comportamento de cada particular um mero exemplo”. Todavia, ela não satisfaz
nada menos que a necessidade de modificar a tendência à inovação, à variação e à
distinção, provindo “por um lado, das mudanças de conteúdo que conferem à moda
de hoje sua marca individual por oposição àquelas de ontem e de amanhã”.

Mais do que outras formas culturais de existência, “as modas são sempre modas
de classe”. De modo dialético, “as modas da camada superior se distinguem daquelas
da inferior e são por elas abandonadas no instante em que as últimas começam a se
apropriar delas”. Ou seja, o vestido exposto em um festival só mantém sua vitalidade
como produto único, sujeito a um consumo particular distintivo de uma elite econô-
mica e cultural, uma vez que esse objeto ainda não foi replicado, como simulacro,
pela indústria de vestuário voltada para consumo massificado.

Outros autores como Norbert Elias e Pierre Bourdieu também dedicaram atenção
especial às experiências de construção social da distinção de determinadas formas
artísticas em relação ao universo cultural mais amplo da sociedade. Elias ([1939]
1994) observa que nas antigas sociedades medievais, profundamente hierárquicas,
os comportamentos e os objetos utilizados pela nobreza, a exemplo dos tipos de
roupas e os modos de comer, se consolidaram como práticas sociais superiores, que
se tornaram arquétipos do “bom viver”. Com a revolução francesa e a ascensão da
burguesia, os “novos ricos” passam a imitar os “modos” dos nobres decadentes. Em
um processo de longa duração, Elias argumenta que as regras de etiqueta e os costu-
mes das classes superiores são racionalizados pelos códigos de conduta certificados
pela ciência e pelo Estado.

Bourdieu ([1979] 2008), atualizando o pensamento eliasiano, afirma que as his-


tóricas desigualdades sociais são estruturadas não apenas pela posse ou não dos
meios de produção econômica, mas por mecanismos ideológicos de fortalecimento
das hierarquias existentes em uma dada sociedade. A consolidação das hierarquias
se dá pelo estabelecimento de uma distinção cultural (ainda no sentido de “cultivo
do espírito”) de classes ou segmentos “naturalmente” detentores de gostos e saberes
superiores em complexidade e beleza aos demais da massa, do povo. Tal distinção
pode se fazer presente sob a forma de um capital cultural transmitido pelo “sangue”,
como dons herdados em famílias tradicionais, ou pela boa performance escolar de
acúmulo de conhecimentos e comportamentos.

Esse capital cultural também se revela nas preferências e sociabilidades do consu-


mo de determinados produtos e serviços considerados sofisticados, como ostentação
de modas de vanguarda e controle de determinados gestos, instituindo poderosas
formas de dominação cultural de uma classe por outra.

Um bate-papo a partir do podcast “Teoria da Moda”, que abordará sobre o sociólogo Georg
Simmel e a importância de sua obra para os estudos da moda: [Link]

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UNIDADE Primeiros Conceitos e Fundamentos do Fenômeno da Moda

Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:

Livros
O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas
LIPOVETSKY, G. O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades
modernas. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
O Desencantamento do Mundo: Todos os passos do conceito em Max Weber
PIERUCCI, A. F. O Desencantamento do Mundo: Todos os passos do conceito
em Max Weber. 3. ed. São Paulo: USP, Programa de Pós-Graduação em Sociologia
da FFLCH – USP, Editora 34, 2013.

Filmes
Mas isto é Moda ? documentário COMPLETO
“Mas isto é moda? Sentidos do vestir no contemporâneo” (Cristiane Mesquita e
Malu Pedrosa).
[Link]

Leitura
Revisitando Georg Simmel
LEVINE, D. Revisitando Georg Simmel. Sociol. Antropol. [online]. 2015, vol.5,
n.1, pp. 31-52.
[Link]

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Referências
BOURDIEU, P. A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp; Porto
Alegre: Zouk, 2008.

BRAGA, J. História da moda: uma narrativa. São Paulo: D’Livros, 2018.

DURKHEIM, E. Fato social e divisão do trabalho: apresentado e comentado por


Ricardo Musse. São Paulo: Ática, 2007.

HARVEY, D. Para entender O capital. São Paulo: Boitempo, 2013

LEVINE, D. Revisitando Georg Simmel. In: Sociologia & Antropologia. Rio de


Janeiro, v. 5, n. 1, 2015.

LIPOVETSKY, G. O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades


modernas. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

PIERUCCI, A. F. O desencantamento do mundo: todos os passos do conceito em


Max Weber. São Paulo: Editora 34, 2005.

SAHLINS, M. Cultura e razão prática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.

SIMMEL, G. A metrópole e a vida mental. In: VELHO, O. G. O fenômeno urbano.


Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1976.

_______. Filosofia da moda e outros escritos. Lisboa: Texto & Grafia, 2008.

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