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Sistema Único de Saúde: Princípios e Estrutura

O Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, estabelecido pela Constituição de 1988, assegura a saúde como um direito de todos, organizado em uma rede de serviços sob a responsabilidade das esferas federal, estadual e municipal. O SUS é regido por princípios como universalidade, integralidade e equidade, promovendo a participação social na formulação e controle das políticas de saúde. As leis 8.080/1990 e 8.142/1990 regulamentam o SUS, definindo suas diretrizes e a organização dos serviços de saúde no país.

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Sistema Único de Saúde: Princípios e Estrutura

O Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, estabelecido pela Constituição de 1988, assegura a saúde como um direito de todos, organizado em uma rede de serviços sob a responsabilidade das esferas federal, estadual e municipal. O SUS é regido por princípios como universalidade, integralidade e equidade, promovendo a participação social na formulação e controle das políticas de saúde. As leis 8.080/1990 e 8.142/1990 regulamentam o SUS, definindo suas diretrizes e a organização dos serviços de saúde no país.

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Prof.

ª Dariane Lima Portela


Enfermeira
Especialista em estratégia em saúde da família (ESF)
com ênfase em políticas públicas
Mestranda em ciências da saúde – saúde mental e coletiva

[Link]@[Link]
Fevereiro, 2019.
 Sistema de Saúde oficial brasileiro
 Estabelecido pela Constituição de 1988 – Constituição Cidadã
 É composto por um conjunto de serviços e ações de saúde
 Saúde passa a ser um direito de todos os cidadãos e assegurada pelo
Estado
PORQUE UM SISTEMA ÚNICO?
Porque ele segue a mesma doutrina e os mesmos princípios organizativos
em todo o território nacional, sob a responsabilidade das três esferas
autônomas de governo federal, estadual e municipal. Assim, o SUS não é um
serviço ou uma instituição, mas um Sistema que significa um conjunto de
unidades, de serviços e ações que interagem para um fim comum.
 CAPÍTULO DA SEGURIDADE SOCIAL

ARTIGOS 196 A 200

ART. 196 – Saúde é um direito de todos e dever do Estado garantir o


acesso universal e igualitário às ações e serviços de saúde para a sua
promoção, proteção e recuperação;
ART. 197 – Define as ações e serviços como sendo de relevância pública;

ART. 198 – Constituição do SUS: rede regionalizada e hierarquizada de


ações e serviços públicos de saúde, cuja organização deve seguir suas
diretrizes (descentralização; atendimento integral e participação da
comunidade). Define que o financiamento do SUS será feito com recursos
do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, além de outras fontes.
ART. 199 – Assistência à saúde é livre à iniciativa privada, no entanto, a
iniciativa privada só poderá participar do SUS de maneira complementar e
mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência pelas
entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos;

ART. 200 – Competências do SUS, detalhando as suas atribuições.


Atribuições mantidas na lei orgânica da saúde.
O SUS É UM PROCESSO
SOCIAL EM PERMANENTE
CONSTRUÇÃO

8.080/1990

EM 1990 TEVE SUA


REGULAMENTAÇÃO POR
MEIO DAS LEIS 8.142/1990
ORGÂNICAS
DISPÕE SOBRE AS CONDIÇÕES PARA A DISPÕE SOBRE A PARTICIPAÇÃO
PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E RECUPERAÇÃO
DA SAÚDE. DA COMUNIDADE NA GESTÃO DO
SUS
REGULA AS AÇÕES, A ORGANIZAÇÃO E O TRANSFERÊNCIAS
FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS DE
SAÚDE NO PAÍS. INTERGOVERNAMENTAIS DE
RECURSOS FINANCEIROS NA
A SAÚDE PASSA A SER ENTENDIDA COMO ÁREA DA SAÚDE
UM DIREITO FUNDAMENTAL DO SER ESPAÇO DE CONTROLE SOCIAL
HUMANO.

O ESTADO DEVE PROVER AS CONDIÇÕES


PARA O PLENO EXERCÍCIO, POR MEIO DE Participação Social
POLÍTICAS ECONÔMICAS E SOCIAIS.

8.080/1990 8.142/1990
UNIVERSALIDADE
Garantia de acesso de toda a população aos serviços de saúde em
todos os níveis de assistência;

INTEGRALIDADE
Para que a assistência seja integral é necessário que haja a articulação
entre prevenção, promoção e recuperação no cuidado;
Funcionar em REDE;
Saúde e todos os aspectos (biológico, social, econômico, espiritual)
Conhecimentos diversos.
EQUIDADE
Igualdade no acesso aos serviços e ações de saúde; assegura
que a disponibilidade de serviços considere as diferenças entre
os grupos e indivíduos;

Exemplos práticos de equidade ocorrem


frequentemente nos hospitais,
especialmente naqueles nos quais se
implantou a classificação de risco, onde a
prioridade no atendimento é definida por
critérios combinados de ordem de
chegada, urgência e gravidade. Por esse
princípio, uma vítima de acidente grave
passará na frente de quem necessita de um
atendimento menos urgente, mesmo que
esta pessoa tenha chegado mais cedo ao
hospital.
 EQUIDADE

 O princípio da equidade também norteia políticas de saúde,


reconhecendo necessidades de grupos específicos e atuando para
reduzir o impacto dos determinantes sociais da saúde aos quais
estão submetidos. Neste sentido, no Brasil, existem programas de
saúde em acordo com a pluralidade da população, contemplando as
populações do campo e da floresta, negros, ciganos, pessoas em
situação de rua, idosos, pessoas com deficiência, entre outros.
PRINCÍPIOS
ORGANIZATIVOS
DESCENTRALIZAÇÃO

É entendida como uma redistribuição de poder e responsabilidades quanto às ações e


serviços de saúde entre os vários níveis de governo, a partir da ideia de que quanto
mais perto do fato a decisão for tomada, maior a possibilidade do acerto.
Assim, ao município cabe a execução da maioria das ações na promoção das ações de
saúde diretamente voltadas aos seus cidadãos, principalmente a responsabilidade
política pela sua saúde. Isso significa dotar o município de condições gerenciais,
técnicas, administrativas e financeiras para exercer esta função.
O que abrange um estado ou uma região estadual deve estar sob responsabilidade
estadual e o que for de abrangência nacional será de responsabilidade federal. A essa
profunda redefinição das atribuições dos vários níveis de governo com um nítido reforço
do poder municipal sobre a saúde é o que se chama municipalização da saúde. Para
fazer valer o princípio da descentralização, existe a concepção constitucional do mando
único. Cada esfera de governo é autônoma e soberana em suas decisões e atividades,
respeitando os princípios gerais e a participação da sociedade.
REGIONALIZAÇÃO E HIERARQUIZAÇÃO
Os serviços devem ser organizados em níveis crescentes de
complexidade, circunscritos a uma determinada área geográfica,
planejados a partir de critérios epidemiológicos, e com definição e
conhecimento da população a ser atendida. A regionalização é um
processo de articulação entre os serviços que já existem, visando o
comando unificado dos mesmos. Já a hierarquização deve proceder à
divisão de níveis de atenção e garantir formas de acesso a serviços
que façam parte da complexidade requerida pelo caso, nos limites dos
recursos disponíveis numa dada região.
 O acesso da população à rede deve se dar através dos serviços de nível
primário de atenção que devem estar qualificados para atender e resolver os
principais problemas que demandam os serviços de saúde. Os demais,
deverão ser referenciados para os serviços de maior complexidade
tecnológica.
 A rede de serviços, organizada de forma hierarquizada e regionalizada,
permite um conhecimento maior dos problemas de saúde da população da
área delimitada, favorecendo ações de vigilância epidemiológica, sanitária,
controle de vetores, educação em saúde, além das ações de atenção
ambulatorial e hospitalar em todos os níveis de complexidade.
Atenção Básica de Saúde (ABS): compreende um conjunto de ações, de
caráter individual e coletivo, que engloba a promoção da saúde, a prevenção
de agravos, o tratamento e a reabilitação, constituindo o primeiro nível da
atenção do Sistema Único de Saúde.
Atenção Média Complexidade: é prestada por meio de uma rede de
unidades especializadas de média complexidade, garantindo o acesso à
população sob sua gestão.
Atenção Alta Complexidade: é a atenção à saúde de terceiro nível,
integrada pelos serviços ambulatoriais e hospitalares especializados de alta
complexidade. É organizada por meio do sistema de referência.
 O paciente é atendido nas unidades de
saúde de um ou outro nível, conforme a
necessidade e a complexidade de seu quadro
clínico.
 Assim, pacientes de alta complexidade
atendidos, por exemplo, em unidades básicas
de saúde ou em hospitais secundários,
podem ser encaminhados (referência) para
hospitais de alta complexidade (hospitais
terciários).
 Depois de ter sua necessidade atendida e
seu quadro clínico estabilizado, o paciente é
reencaminhado (contra-referência) para
uma unidade de menor complexidade, para
dar seguimento ao tratamento.
 O modelo SUS de hierarquização do sistema
e de referência e contra-referência do
paciente procura garantir ao cidadão acesso
aos serviços do sistema público de saúde -
desde o mais simples até o mais complexo -,
de acordo com as reais necessidades do
tratamento.
PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL
É a garantia de que a população participará da formulação das políticas
públicas;
Essa participação se dará por meio de entidades representativas – os
conselhos de saúde;
Composição dos conselhos de saúde é paritária = 50%representantes dos
usuários, 25% trabalhadores e 25%gestores e prestadores de serviço.
PARTICIPAÇÃO é o caminho da democracia. É um dos cinco princípios da
democracia. Transforma a realidade, possibilita construir os caminhos
percorridos pela humanidade e dar sentido aos outros princípios: igualdade,
liberdade, diversidade e solidariedade.

Formas de participação: • na família; • no bairro; • na cidade; • no País; nas


associações civis, culturais, políticas e econômicas; • na escola; • nos
conselhos de direitos (todos os conselhos de políticas sociais); • nos
partidos políticos; • nas entidades sociais, entre outras.
 O que é?
 É o fórum que reúne todos os segmentos representativos da
sociedade, um espaço de debate para avaliar a situação de
saúde, propor diretrizes para a formulação da política de
saúde nas três esferas de governo. É convocada pelo Poder
Executivo ou pelo conselho de saúde.
 Acontece de 4 em 4 anos. É realizada pelas esferas municipal,
estadual e federal.
 É o espaço de debate, formulação e avaliação das políticas de
saúde.
 O que é?
 Órgão colegiado, deliberativo e permanente do Sistema Único
de Saúde (SUS) em cada esfera de governo. Faz parte da
estrutura das secretarias de saúde dos municípios, dos
estados e do governo federal.
 Como funciona? Deve funcionar mensalmente, ter ata que
registre suas reuniões e infraestrutura que dê suporte ao seu
funcionamento.
 Quem faz parte desse colegiado? Representantes do governo,
dos usuários, dos profissionais de saúde e dos prestadores de
serviços.
Na formulação de estratégias e no controle da execução da política
de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros. O
conselho analisa e aprova o plano de saúde. Analisa e aprova o
relatório de gestão. Informa a sociedade sobre a sua atuação.

QUALQUER PESSOA PODE PRESIDIR O CONSELHO DE


SAÚDE, DESDE QUE SEJA CONSELHEIRO E PARTICIPE DO
PROCESSO DE ELEIÇÃO DESTE COLEGIADO.
CMSPEL
[Link]
Rua Três de Maio, 1060/203
96010-620 Pelotas, RS

Telefone/Fax: (53)3227-6555 / 3227-5613

Email Geral: [Link]@[Link]


 Poderão ser contempladas, entre  • entidades congregadas de
outras, as seguintes representações: sindicatos, centrais sindicais,
confederações e federações de
 • associações de portadores de
trabalhadores urbanos e rurais;
patologias;  • entidades de defesa do consumidor;
 • associações de portadores de  • organizações de moradores;
deficiências;  • entidades ambientalistas;
 • entidades indígenas;  • organizações religiosas;
 • trabalhadores da área da Saúde; •
 • movimentos sociais e populares associações, sindicatos, federações,
organizados; confederações e conselhos de classe;
 • movimentos organizados de  • comunidade científica;
mulheres em saúde;  • entidades públicas, hospitais
 • entidades de aposentados e universitários e hospitais no campo de
pensionistas; estágio, de pesquisa e
desenvolvimento;
O QUE É LEVADO
OS RECURSOS Municípios
EM
FINANCEIROS SÃO
DEPOSITADOS EM
CONSIDERAÇÃO = 15%
PARA O REPASSE?
CONTA ESPECIAL,
Número de
Estados =
OU FUNDOS DE 12%
habitantes; perfil
SAÚDE. EM CADA
ESFERA DE
demográfico e Federal
epidemiológico;
ATUACÃO.
desempenho do
(União) =
período anterior, variável.
etc.
PORTARIA 399, DE 22 DE FEVEREIRO DE 2006

- Consiste no acordo entre Ministério da Saúde e Conselhos de


Saúde, em que ficaram definidas responsabilidades entre os três
gestores do SUS.
- É uma ferramenta de responsabilização pública de cada esfera
na consolidação do SUS.
- Divide-se em três pontos de discussão: Pacto pela Vida;
Pacto em Defesa do SUS; Pacto de Gestão do SUS.
Dizem respeito às prioridades que apresentam impacto sobre a
saúde das populações.
Prioridades: Saúde do Idoso
Controle do câncer do colo do útero e da mama
Redução da mortalidade infantil e materna
Fortalecimento da capacidade às doenças
emergentes
Promoção da Saúde
Fortalecimento da Atenção Básica
- Objetivo de discutir a saúde pública e a repolitização do SUS
- Compromissos dos gestores com a consolidação da reforma sanitária
- Elaboração e publicação da carta dos direitos dos usuários do SUS

Pacto de Gestão do SUS


O Pacto de Gestão estabelece as responsabilidades claras de cada ente
federado, de forma a diminuir as competências concorrentes e a tornar mais
claro quem deve fazer o quê, contribuindo, assim, para o fortalecimento da
gestão compartilhada e solidária do SUS.
Regulamenta a Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a
organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a
assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências.

Cria as Regiões de Saúde, que retoma a regionalização com princípio


organizativo do SUS. Cada região deve oferecer serviços de atenção primária,
urgência e emergência, atenção psicossocial, atenção ambulatorial
especializada e hospitalar e, por fim, vigilância em saúde.

Em relação à hierarquização, o Decreto estabelece que as portas de entrada


do SUS, pelas quais os pacientes podem ter acesso aos serviços de saúde,
são: de atenção primária; de atenção de urgência e emergência; de
atenção psicossocial e, ainda, especiais de acesso aberto.
RENAME – Relação Nacional de Medicamentos/SUS – prescrição
profissional em exercício no SUS.

Região de Saúde - espaço geográfico contínuo constituído por


agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades
culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e
infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar
a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de
saúde

Rede de Atenção à Saúde - conjunto de ações e serviços de saúde


articulados em níveis de complexidade crescente, com a finalidade de
garantir a integralidade da assistência à saúde;
497 municípios - 30 regiões de saúde

Pelotas/Rio Grande – 3ª Coordenadoria Regional de Saúde –22


municípios: Amaral Ferrador, Arroio do Padre, Arroio Grande,
Canguçu, Capão do Leão, Cerrito, Chuí, Cristal, Herval, Jaguarão,
Morro Redondo, Pedras Altas, Pedro Osório, Pelotas, Pinheiro
Machado, Piratini, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, Santana da
Boa Vista, São José do Norte, São Lourenço do Sul e Turuçu.
- Fragmentação do processo de trabalho e das relações entre os
diferentes profissionais;
- Fragmentação da rede assistencial dificultando a
complementaridade entre a rede básica e o sistema de referência;
- Precária interação nas equipes e despreparo para lidar com a
dimensão subjetiva nas práticas de atenção;
- Sistema público de saúde burocratizado e verticalizado;
- Baixo investimento na qualificação dos trabalhadores,
especialmente no que se refere à gestão participativa e ao trabalho
em equipe;
- Poucos dispositivos de inclusão dos gestores, trabalhadores e
usuários no processo de produção de saúde;
- Desrespeito aos direitos dos usuários;
- Formação dos profissionais de saúde distante do debate e da
formulação da política pública de saúde;
- Controle social frágil dos processos de atenção e gestão do SUS;
- Modelo de atenção centrado na relação queixa-conduta.
A humanização é a valorização dos usuários, trabalhadores e gestores no processo de produção de
saúde. Valorizar os sujeitos é oportunizar uma maior autonomia, a ampliação da sua capacidade de
transformar a realidade em que vivem, através da responsabilidade compartilhada, da criação de
vínculos solidários, da participação coletiva nos processos de gestão e de produção de saúde.

As rodas de conversa, o incentivo às redes e movimentos sociais e a gestão dos conflitos gerados
pela inclusão das diferenças são ferramentas experimentadas nos serviços de saúde a partir das
orientações da PNH que já apresentam resultados positivos.
Incluir os trabalhadores na gestão é fundamental para que eles, no dia a dia, reinventem seus
processos de trabalho e sejam agentes ativos das mudanças no serviço de saúde. Incluir usuários
e suas redes sócio-familiares nos processos de cuidado é um poderoso recurso para a ampliação
da corresponsabilização no cuidado de si.
DIRETRIZES: Acolhimento; Gestão Participativa e Cogestão; Ambiência;
Clínica Ampliada e Compartilhada; Valorização do Trabalhador e Defesa
do Direito dos Usuários.

PRINCÍPIOS: Transversalidade; Atenção e Gestão (inseparáveis);


Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia dos sujeitos e coletivos.

 Política Nacional de Humanização busca


- Redução de filas e do tempo de espera, com ampliação do acesso;
- Atendimento acolhedor e resolutivo baseado em critérios de risco;
- Implantação de modelo de atenção com responsabilização e vínculo;
- Garantia dos direitos dos usuários;
- Valorização do trabalho na saúde;
- Gestão participativa nos serviços.
Modelo médico-hegemônico Campanhas e programas quando se
ficava diante de um problema de
Individualismo; saúde;
saúde como mercadoria; século XX;
ênfase no biologicismo; saber biomédico;
medicina curativa;
Exemplos:
- PACS (Programas de Agentes
Exemplos: Comunitários de Saúde)
- modelo privatista - PSF(Programa Saúde da Família)
- modelo da atenção gerenciada

Modelo sanitarista
AGUIAR, Zenaide N. SUS: Sistema Único de Saúde – antecedentes, percurso, perspectivas e
desafios. São Paulo: Martinari, 2011. 192p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de


Humanização. HumanizaSUS: política nacional de humanização: documento base para gestores e
trabalhadores do SUS. 2. Ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 51 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Conselhos de saúde : a responsabilidade do controle social


democrático do SUS / Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Saúde. – 2. ed. – Brasília :
Ministério da Saúde, 2013. 28 p. 1. Conselhos de saúde. 2. Sistema Único de Saúde (SUS). 3.
Administração em saúde. I. Conselho Nacional de Saúde. II. Título.

PAIM, Jairnilson S. Modelos de Atenção à saúde no Brasil. Disponível em:


<[Link]
asil_-_paim_0.pdf>.

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