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História e Tipos de Lutas e Esportes

O documento discute a evolução das lutas ao longo da história, destacando sua importância cultural e social, especialmente a Capoeira como uma manifestação brasileira. Além disso, aborda a origem do basquetebol, criado por James Naismith, e suas regras e fundamentos. O texto diferencia lutas de brigas, enfatizando os benefícios das práticas de luta para o desenvolvimento motor e social dos indivíduos.

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Manuela Lopes
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História e Tipos de Lutas e Esportes

O documento discute a evolução das lutas ao longo da história, destacando sua importância cultural e social, especialmente a Capoeira como uma manifestação brasileira. Além disso, aborda a origem do basquetebol, criado por James Naismith, e suas regras e fundamentos. O texto diferencia lutas de brigas, enfatizando os benefícios das práticas de luta para o desenvolvimento motor e social dos indivíduos.

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LUTAS

Ao longo da História, a luta vem ganhando contornos em regiões distintas


da Terra, e vão sendo criados os mais variados estilos que vão servir para
os mais diversos fins. Os povos da antiguidade usavam a luta para a
preparação de seus exércitos, visando à conquista de novos territórios, a
defesa de suas regiões e o entretenimento do povo (Luta de gladiadores no
coliseu na Roma da Antiguidade).

Povos como os Gregos (Espartanos: Treinavam sempre para a guerra), os


Romanos, os Egípcios, os Chineses e os Japoneses desenvolveram
técnicas de luta muito bem elaboradas e diversificadas.

Segundo o PCN ́s (Parâmetros Curriculares Nacionais), as lutas são


definidas como disputas em que o(s) oponente(s) deve(m) ser
subjugado(s), com técnicas e estratégias de desequilíbrio, contusão,
imobilização ou exclusão de um determinado espaço na combinação de
ações de ataque e defesa. Caracterizam-se por uma regulamentação
específica a fim de punir atitudes de violência e de deslealdade.

Podem ser citados como exemplos de lutas desde as brincadeiras de


cabo-de-guerra e braço-de-ferro até as práticas mais complexas da
capoeira, do judô, do Karatê e etc.

CLASSIFICAÇÃO DAS LUTAS

VER IMAGEM NO TELEFONE!!!!

LUTA A DISTÂNCIA – CAPOEIRA (Imagem)


LUTA A DISTÂNCIA – KARATÊ (Imagem)
LUTA A DISTÂNCIA - KUNG-FU (Imagem)
A prática das lutas traz inúmeros benefícios ao praticante, destacando-se o
desenvolvimento motor, cognitivo e o afetivo social. É inquestionável o
poder que as lutas provocam nos alunos. Temos que ressaltar que as lutas
não são somente artes marciais sistematizadas como judô e caratê.
Podendo utilizar esses movimentos em dezenas de outras atividades que
não seja a luta específica, um exemplo disso é o ensinamento da queda no
judô, muito útil para a vida toda do indivíduo, que poderá reduzir ou evitar
danos em acidentes que lhe ocorram outro ensinamento das lutas que
também pode ser utilizado pelo aluno, é como manter o autocontrole, isso o
ajudará muito ao longo de sua vida junto aos familiares, colegas e
professores.

LUTAS X BRIGAS

Violência não faz parte das lutas, a violência é um problema de ordem


social. Por isso as Lutas, não são sinônimas de brigas. Brigas de rua, de
torcidas de futebol, isso ocorre devido a uma distorção de ideias como
consequência dessa distorção ocorre o surgimento de grupos rivais.

JOGOS DE LUTAS

São formas lúdicas de vivenciar os fundamentos e situações de luta. Os


jogos de lutas podem ser identificados como jogos de lutas de corpo-a-
corpo e jogos de lutas de distância. Como exemplos: Os jogos de
desequilíbrio, em que os oponentes tentam desequilibrar o seu adversário e
os jogos de conquistas de objetos, em que os oponentes devem tentar
conquistar objetos, passando pela defesa do seu adversário.

LUTAS DO BRASIL

CAPOEIRA

A Capoeira tem um local especial no conteúdo Lutas na disciplina de


Educação Física. Isso acontece porque, na verdade, a Capoeira não é só
uma luta, mas sim uma manifestação cultural que envolve diversas
atividades corporais, como luta, dança, jogo e musicalidade. Além disso, é
uma expressão tipicamente nacional e com imensa importância histórica.

O termo “Capoeira” descende do tupi-guarani (língua indígena brasileira)


“kapu’era” que significa algo como “mata rasteira”, ou sobre um lugar que já
foi mata.

A Capoeira, apesar de possuir raízes africanas, surge no contexto histórico


da escravidão brasileira como uma modalidade de autodefesa dos negros.
Nas suas poucas horas de folga, eles se reuniam para dançar e praticar
sua religiosidade. A partir dos movimentos corporais que conheciam e
trouxeram da África, os negros foram desenvolvendo uma forma de lutar.

Segundo o Dossiê Inventário para registro e salvaguarda da Capoeira


como patrimônio cultural do Brasil, foi “comprovado a existência de danças
guerreiras similares à capoeira, não apenas na África Central, mas em
outros países (a ladja da Martinica é uma delas). Não se pode negar que
as culturas são construídas a partir das influências que as cercam, o que
gera tanto rupturas quanto continuidades. Portanto, além da comprovação
da raiz africana, é preciso reconhecer as mudanças e contribuições que
ocorreram em solo brasileiro.”

A inclusão da dança, da musicalidade, dos instrumentos (além de ser uma


característica cultural dos povos africanos) visava enganar os feitores

(funcionários que vigiavam, perseguiam e puniam os negros). Disfarçada


como uma dança, o treino da Capoeira progrediu e os negros a utilizavam
para fugas e como “arte marcial” (de guerra) nos quilombos.

Capoeira – instrumentos (VER IMAGEM NO TELEFONE!!!!)


A abolição da escravatura não garantiu dignidade ao povo negro, que foi
liberto, mas sem qualquer apoio para sair da sua condição de miséria. Além
disso, as negras e negros continuaram sendo discriminados como uma
classe menor de ser humano. Essa opressão também atingiu a Capoeira,
que chegou a ser criminalizada.

Nas décadas de 1910 e 1920, a Capoeira começa a ser reconhecida por


pensadores a partir de uma vertente nacionalista, indicando a modalidade
como uma verdadeira ginástica brasileira. Na década de 1930 o nome de
um famoso mestre de Capoeira surge como fundador da primeira academia
específica de Capoeira: Mestre Bimba.

Em 2014, foi a vez da Organização das Nações Unidas para Educação,


Ciência e Cultura (a UNESCO) declarar que a Capoeira era patrimônio da
humanidade, reconhecendo e reforçando a importância histórica e cultural
da modalidade não só para o Brasil, mas para o Mundo.

BASQUETEBOL HISTÓRICO

BASQUETEBOL: UM ESPORTE DE INVASÃO

São um conjunto de modalidades que se caracterizam por comparar a


capacidade de uma equipe ao introduzir ou levar uma bola (ou outro objeto)
a uma meta ou setor da quadra/campo defendida pelos adversários (gol,
cesta, touchdown, etc.), protegendo, simultaneamente, o próprio alvo, meta
ou setor do campo (basquetebol, futebol, futsal, futebol americano,
handebol, hóquei sobre grama, polo aquático, rúgbi etc.).

JAMES NAISMITH
CRIADOR DO BASQUETEBOL

O Professor James Naismith nasceu no ano de 1861, era formado em Arte


no ano 1883 e em 1890 formou-se pastor (era casado e teve 5 filhos).
Criou o Basquetebol em 1891, mas conseguiu o diploma de Educação
Física somente em 1910. Foi professor e diretor universitário em diversas
áreas, além de técnico de basquetebol, quando encerrou sua carreira em
1912, com 53 vitórias e 58 derrotas. Faleceu em 1940, aos 79 anos.

BASQUETEBOL – HISTÓRICO

Registros revelam que no ano de 1891, na cidade de Springfield no estado


de Massachussets – EUA, a Springfield College, da Associação Cristã de
Moços (ACM), atravessava um período de inverno rigoroso
impossibilitando a prática de quaisquer atividades em espaços abertos. A
neve não permitia a prática do Beisebol e do Futebol Americano.

Então, o diretor do colégio Sr. Luther Gullick, solicitou ao professor


canadense Sr. James Naismith, que pensasse num tipo de jogo que
pudesse ser praticado também em ambientes fechados, tipo a sala de
ginásticas.
Após muitas reflexões, James Naismith pediu a um funcionário que
trouxesse duas caixas para serem pregadas na parede; o funcionário não
encontrou as caixas, mas trouxe dois cestos de pêssego, que foram
pendurados na sala de ginástica.
Assim era a cesta de pêssegos usada quando o basquete foi inventado.
Ela era fechada embaixo porque só valiam os pontos quando a bola
permanecia lá dentro. As cestinhas com redes, presas em aros de ferro,
foram adotadas em 1896. Ao lado da cesta, sempre havia uma escada ou
um bastão para sua retirada. Logo depois, criou-se um dispositivo para abrir
o fundo da rede com a ajuda de um “barbante”. O formato atual passou a
ser utilizado em 1898.

BASQUETEBOL - HISTÓRICO
O professor Naismith criou 13 regras, que constituíram um jogo designado
ou batizado por ele BASKETBALL, traduzindo: “Bola ao Cesto”. Os alunos
logo gostaram desse novo jogo, que foi se espalhando pelas escolas da
Associação Cristã de Moços do mundo todo, chegando ao Brasil logo em
1894, com o nome de BASQUETEBOL.
No início, não havia limite de atletas, tendo ocorrido jogos com mais de 30
jogadores ao mesmo tempo. Hoje em dia, o basquetebol é jogado por duas
equipes com 5 jogadores cada.

BASQUETEBOL - DEFINIÇÃO
O Basquetebol é jogado por duas equipes de cinco jogadores cada uma. O
objetivo de cada equipe é o de jogar a bola dentro da cesta do adversário e
evitar que a outra equipe se apodere dela ou faça pontos. A bola poderá
ser passada, arremessada, rebatida por tapas, rolada ou driblada em
qualquer direção, respeitadas as restrições impostas pelas regras do jogo.
O Basquetebol é um jogo em que duas equipes buscam fazer o maior
número de pontos, acertando a bola na cesta. As cestas podem valer 1, 2
ou 3 pontos.

BASQUETEBOL – PONTUAÇÃO
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BASQUETEBOL - FORMAÇÃO: Atual


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BASQUETEBOL - ARMADOR (PG)


Jogador mais baixo em quadra é chamado armador, Point Guard, ou PG. A
função do armador é a de armar o jogo. São eles que iniciam as jogadas
ofensivas, quebrando a defesa com seus dribles e sendo bons passadores
para encontrar companheiros livres. Por serem os mais baixos, costumam
também ser os jogadores mais ágeis em quadra e, portanto, capazes de
driblar bem.

BASQUETEBOL - ALA ARMADOR (SG)


A posição seguinte por ordem de altura é a do ala-armador, “Shooting
Guard” ou SG. Um passo além do armador normal, o ala-armador ainda vai
ser um jogador que terá com frequência a bola nas mãos e precisa também
ser rápido e ter bom drible para passar pelos adversários. No entanto, o SG
tende a levar isso mais para o lado de pontuação do que de criação —como
o nome indica, “Shooting Guard”. Não que o ala-armador tenha um papel
menor de criar para os companheiros, mas tende a ser uma posição focada
mais em buscar pontos e arremessar bem. Como tendem a jogar mais
longe da cesta, a combinação de armadores e ala-armadores costuma ser
referida como o "perímetro" do time.

BASQUETEBOL - ALA (SF)


A posição "média" de altura na NBA se chama ala, “Small Forward” ou SF.
E, sendo a posição no meio do espectro de tamanho, é talvez a que mais
elementos diferentes combina. Por serem jogadores maiores que os
anteriores, é mais esperado que os alas joguem mais perto da cesta e
ataquem mais o aro. Mas, sendo menores que os jogadores de garrafão,
eles também precisam ter a mobilidade e habilidade para jogar mais longe
da cesta e receber a bola perto da linha dos três pontos.

BASQUETEBOL - ALA DE FORÇA (PF)


O segundo jogador de maior altura do time, é a do ala-pivô, também
chamado "ala de força", “Power Forward”, ou PF. Como dito, eles costumam
ser jogadores maiores que jogam mais perto da cesta, não saindo tanto
para o perímetro. Mas alas de força ainda têm um pouco mais de
versatilidade. Embora joguem mais dentro do garrafão, eles ainda têm a
habilidade e/ou a mobilidade para jogar na lateral ou no topo do garrafão, e
talvez até mais perto da linha de três. Mesmo com menor responsabilidade
de bater bola, alas de força ainda costumam ter mais recursos se recebem
o passe longe da cesta.

BASQUETEBOL - PIVÔ (C)


O jogador de maior altura são os pivôs, “Centers “ou C. Opostos aos
armadores, esses são jogadores muito mais altos e fortes, e por
consequência mais lentos. Por isso, tanto no ataque e na defesa, esses
jogadores costumam se movimentar menos e jogar bem perto da cesta,
usando o tamanho que têm para finalizar dentro do garrafão por cima dos
demais atletas. Da mesma forma, seu tamanho faz deles os jogadores
ideais para ficarem perto do aro na defesa e usarem seu tamanho para
impedir que o adversário consiga finalizar dentro da área restrita.
Considerando que a altura é parte importante do basquete (afinal, a cesta
FICA no alto), não é à toa que a posição de pivô é a que produziu mais
estrelas ao longo da história da NBA.

BASQUETEBOL FUNDAMENTOS

BASQUETEBOL - CONTROLE DE CORPO


É a capacidade de realizar movimentos e gestos específicos do
basquetebol, exigidos pela própria dinâmica do jogo. Esses gestos e
movimentos são as várias formas de controlar o corpo com saídas rápidas,
paradas bruscas, mudanças de direção, corridas, finta, giros, saltos etc.

CONTROLE DE CORPO (IMAGEM)

MANEJO DE BOLA
É a capacidade de manusear a bola nas diversas situações do jogo. Deve-
se oferecer aos praticantes a oportunidade de conhecer as diversas
possibilidades de movimentos com a bola, como: rolar, tocar, quicar,
segurar, lançar, trocar de mãos e movimentá-la em relação a diversos
planos do corpo.

PASSE
Passes são lançamentos da bola entre elementos de uma mesma equipe
que constitui numa maneira de levar a bola de um ponto a outro da quadra
sem infringir as regras do basquetebol.

Este fundamento é executado mediante lançamentos da bola com o objetivo


de conseguir um melhor posicionamento na quadra, para maior facilidade
na obtenção de uma cesta. Os passes podem ser executados com uma ou
ambas as mãos.
Do ponto de vista técnico, de forma mais objetiva é a comunicação entre
dois jogadores da mesma equipe, seu êxito depende de 4 (quatro)
condições:

1. Se quem vai receber está preparado.

2. Da qualidade de quem passa a bola: da posição, da técnica escolhida e


da sua execução correta.

3. Do tempo de execução do passe.

4. Se existe a presença do defensor interferindo.

PASSE DE PEITO
Com o peso do corpo na perna coordenando movimento dos braços com os
pulsos, a bola à frente do corpo junto ao peito, lançá-la com as mãos na
direção do movimento. Utilizado em curtas e médias distâncias.

PASSE POR CIMA DA CABEÇA COM AS DUAS MÃOS


Usado quando existe um adversário entre dois jogadores da mesma
equipe. Também utilizado em curtas e médias distâncias, sendo mais
específicos para o pivô.

PASSE COM UMA MÃO POR CIMA DA CABEÇA


A bola é segura com ambas as mãos, com os dedos voltados para cima.
Os cotovelos devem ser flexionados, a bola se manterá junto ao corpo
com o ombro alto e a execução do passe deverá ser feita com uma das
mãos pela extensão do braço, cotovelo e punho. Utilizado em médias e
longas distâncias, sendo muito utilizados em contra-ataques.

PASSE QUICADO
É idêntico ao passe de peito, com a diferença de que a bola toca no chão
antes de chegar às mãos do jogador que vai recebê-la. Deve-se manter a
técnica do Passe de Peito, diferindo na trajetória da bola, onde esta deverá
tocar o solo antes de chegar ao companheiro.

DRIBLE
Drible é o ato de bater a bola, impulsionando-a contra o solo com uma das
mãos. Apenas com esse fundamento o jogador com a posse da bola
poderá se movimentar pela quadra durante do jogo, sem infringir as
regras.

ARREMESSO
É um fundamento de ataque realizado com o objetivo de se conseguir a
cesta. Em uma partida de basquetebol o atacante de posse de bola poderá
executar um arremesso de diversas formas, dependendo de sua posição na
quadra, da posição do adversário mais próximo e de sua velocidade de
deslocamento.

REBOTE
Em um jogo de basquetebol, toda vez que houver uma tentativa de
arremesso os jogadores deverão se posicionar de tal forma que, se a cesta
não for convertida, eles estarão em condições de conseguir a posse da
bola. Portanto, o ato de recuperar a bola após um arremesso não convertido
é denominado rebote. O rebote pode ser classificado como: Rebote de
defesa ou defensivo e rebote de ataque ou ofensivo.

BASQUETEBOL REGRAS GERAIS

QUADRA (VER IMAGEM NO TELEFONE!!!!)

A quadra oficial de basquete deve medir 28 metros de comprimento por 15


metros de largura. Deve ter um círculo central e dois garrafões, próximo às
linhas de fundo da quadra, onde também se localiza a tabela e a cesta
(aro).

REGRAS GERAIS
Oficialmente, o basquetebol é jogado em 4 tempos de 10 minutos cada.
A equipe de posse da bola tem 8 segundos para passar da meia quadra de
defesa para a meia quadra de ataque e o total de 24 segundos para concluir
um ataque.
Após passar para o campo de ataque, a equipe atacante não pode mais
levar a bola à quadra de defesa.
Um jogador pode ficar 5 segundos de posse da bola sem driblar, sendo
também 5 segundos o tempo para cobrar um lateral ou lance-livre. O tempo
máximo para um atacante permanecer na área restritiva (garrafão) é de 3
segundos.
Um jogador de posse da bola só pode movimentar-se com ela driblando,
não podendo andar com a bola na mão, nem mesmo conduzi-la durante o
drible. Aliás, se um jogador estiver driblando parar e segurar a bola, ele não
poderá voltar a bater bola, tendo como opções passar a bola para um
companheiro ou arremessar para a cesta.
A única situação na qual um jogador pode dar dois passos com a bola na
mão é na execução da bandeja
Não é permitido ao jogador pular com a bola na mão e retornar ao solo com
ela.
Após passar para o campo de ataque, a equipe atacante não pode mais
levar a bola à quadra de defesa.
No basquete, linha é fora; portanto, se a bola ou o jogador passar pelas
linhas laterais ou de fundo, a posse de bola será do adversário.

REGRAS GERAIS - FALTAS

Falta Pessoal: contato ilegal fora do ato de arremesso ou no ato de


arremesso.

Falta Técnica: atitude antidesportiva de um atleta em quadra ou membro


do banco.
Falta Antidesportiva: falta pessoal grave cometida por um jogador em
quadra.

Falta Desqualificante: falta agressiva física ou moralmente.

Falta Dupla: quando dois adversários cometem a falta ao mesmo tempo.

ALGUNS GESTOS USADOS PELOS ÁRBITROS (VER IMAGEM NO


TELEFONE!!!!)

PRINCIPAIS JOGADAS
Assistência: o último passe antes da cesta; Alley-oop: a famosa ponte
aérea. Momento em que o passe é mais na direção da cesta, com o intuito
da enterrada;
Bandeja: o arremessador dá dois passos, o primeiro de equilíbrio e o
segundo em direção à cesta, deixando a bola apenas com o movimento de
bandeja;
Backdoor: é a jogada onde ele muda de direção rapidamente, iludindo o
defensor;
Buzzer Beaters: ponto marcado no estouro do cronômetro;
Dribble: controle de bola no solo da quadra;
Fast Break: jogada rápida;
Rebote: recuperação de bola;

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