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Estatutos da Associação de Desenvolvimento

A Associação ______ é uma entidade não-governamental e sem fins lucrativos, com sede em ______, que visa promover o desenvolvimento da agricultura e pecuária, além de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da comunidade. Os membros da associação são classificados em fundadores, ordinários, honorários e beneméritos, com direitos e deveres específicos. A gestão da associação é realizada por um Conselho Diretivo e um Conselho Fiscal, com a Assembleia Geral como órgão máximo responsável por decisões importantes.

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Estatutos da Associação de Desenvolvimento

A Associação ______ é uma entidade não-governamental e sem fins lucrativos, com sede em ______, que visa promover o desenvolvimento da agricultura e pecuária, além de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da comunidade. Os membros da associação são classificados em fundadores, ordinários, honorários e beneméritos, com direitos e deveres específicos. A gestão da associação é realizada por um Conselho Diretivo e um Conselho Fiscal, com a Assembleia Geral como órgão máximo responsável por decisões importantes.

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ESTATUTOS

CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
SECÇÃO I
DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, DURAÇÃO E FINS
Artº. 1º.
É constituída a ASSOCIAÇÃO ________, abreviadamente designada por
“______”, é uma associação não-governamental independente de todas as
organizações partidárias, de fim não lucrativo e constituída por mulheres e
homens que comungam dos objetivos definidos nestes Estatutos.
Artº. 2º.
SEDE
1.A Associação tem a sua sede em________, podendo, por proposta do
Conselho Diretivo e aprovação da Assembleia-geral, deslocá-la para
qualquer outro ponto do território nacional.
2.A Associação é constituída por tempo indeterminado.
Artº. 3º.
FINS
A Associação tem por finalidade principal:
a) Promover o desenvolvimento da agricultura e pecuária na região e
contribuir para o desenvolvimento socioeconómico da comunidade de
______, com base no espírito de entre ajuda, operando nas áreas da
agricultura, pecuária, animação comunitária, formação profissional e
conservação do meio ambiente;
b) Congregar no seu seio todos os cidadãos que se mostrarem interessados
em contribuir para o desenvolvimento da agricultura, pecuária e da
comunidade da Levada;
c) Refletir sobre as aspirações da comunidade de Levada, nomeadamente
promovendo o debate e a discussão sobre a sua situação e problemática;
d) Contribuir para a dignificação dos seus membros através de ações que
visam o desenvolvimento intelectual, cívico, moral e dos mesmos;
e) Estabelecer e desenvolver relações de cooperação e intercâmbio com
associações congéneres, organismos nacionais e estrangeiras,
governamentais e não-governamentais;
f) Desenvolver e apoiar projetos que visam o desenvolvimento da
comunidade nas áreas de agricultura e pecuária, cultura, ambiente, etc;
g) Promover e desenvolver atividades de integração social dos seus
membros;
h) Promover as demais ações que contribuem para o desenvolvimento
integral da população.
Artº. 4º.
PATRIMÓNIO
1. O património da Associação é constituído pela soma das joias e quotas
dos membros e de todos os bens móveis e imóveis que vierem a pertencer-
lhe.
2. O património inicial é de _____.000$00 (_____ mil escudos).
CAPÍTULO II
MEMBROS
Definição
Artº. 5º.
1. São membros da Associação todos os que se identifiquem com os
objetivos constantes destes Estatutos, preencham os requisitos aqui
estabelecidos e como tal forem admitidos.
2. A qualidade de associado pode ser retirada em caso de comportamento
considerado lesivo aos interesses da Associação.
Artº. 6º.
1. Associação admite as seguintes categorias de membros:
a) Membros fundadores;
b) Membros ordinários;
c) Membros honorários;
d) Membros beneméritos;
2. São membros fundadores os que tenham participado na respetiva
Assembleia constitutiva, diretamente ou por intermédio de representante.
3. São membros ordinários além dos fundadores, todos os que livremente
aderirem à Associação.
4. São membros honorários os indivíduos ou instituições que, pelos serviços
prestados à Associação, mereça, tal distinção.
5. São membros beneméritos os indivíduos ou instituições que prestem
apoio material ou financeiro à Associação.
Artº. 7º.
Direitos dos Membros
1.São direitos dos Membros ordinários e fundadores:
a) Eleger e ser eleito para os órgãos da Associação.
b) Criticar responsavelmente qualquer órgão ou membro da
Associação independentemente do seu grau hierárquico.
c) Ser ouvido pelo órgão competente quando são decididas
sanções sobre a sua pessoa e dela recorrer.
d) Intervir nas assembleias- gerais.
e) Consultar os estudos e documentos produzidos.
f) Ser tratado com respeito no desempenho das suas funções.
g) Participar nas atividades da Associação, nomeadamente,
propondo medidas que melhor sirvam à prossecução dos seus
fins e objetivos.
h) Propor a admissão de novos membros.
2. São direitos dos membros honorários e beneméritos os referidos no
número anterior, com exceção do disposto nas alíneas a) e e).
Artº. 8º.
Deveres dos Membros
São deveres dos Membros ordinários e fundadores:
a) Cumprir escrupulosamente os Estatutos, os regulamentos e as
deliberações dos órgãos da Associação.
b) Pagar pontualmente as quotas e joias.
c) Cultivar o espírito de solidariedade e entreajuda entre os seus
membros.
d) Velar pela conservação dos bens da Associação.
e) Zelar pelo bom-nome e prestígio da Associação.
f) Desempenhar gratuitamente e com zelo os cargos ou funções
para que forem eleitos ou designados.
Artº. 9º.
Perda e Qualidade de Membros
1. Perdem a qualidade de membros:
a) Os que se autodemitirem.
b) Os que não tenham pago as quotas durante três meses
seguidos ou cinco meses interpolados.
c) Os que hajam sido expulsos da Associação.
2. Podem ser readmitidos, por deliberação da Assembleia-geral os membros
excluídos da Associação com base no disposto na alínea b) do número
anterior, mediante pagamento das quotas em atraso e multa equivalente à
metade do montante da dívida.
Artº. 10º.
Expulsão
1. A pena de expulsão só pode ser aplicada aos membros que violarem
gravemente os seus deveres associativos, desrespeitarem de forma grave e
reiterada os objetivos ou interesses morais e patrimoniais da Associação.
2. A aplicação da pena de expulsão compete à Assembleia-geral por maioria
qualificada de dois terços dos seus membros e mediante proposta do
Conselho Diretivo.
CAPÍTULO III
DOS ÓRGÃOS
Secção I
Disposições gerais
Artº. 11º.
Enumeração
1.São órgãos da Associação:
a) A Assembleia- Geral.
b) O Conselho Diretivo.
c) O Conselho Fiscal.

[Link] titulares dos órgãos da Associação são eleitos pela Assembleia-geral


em sufrágio secreto, nos termos estabelecidos no Regulamento Eleitoral.
Secção II
Assembleia-Geral
Artº. 12º.
Definição e Constituição
1. A Assembleia-geral é o órgão máximo da Associação e é constituída por
todos os membros efetivos em pleno gozo dos seus direitos associativos
podendo nela participar os membros honorários e beneméritos, sem
direitos a voto.
2. Nas sessões da Assembleia-geral poderão ser convidados entidades
nacionais e estrangeiros.
Artº. 13º.
Mesa
A Assembleia Geral é constituída por Presidente, Vice- Presidente e
Secretário.
Artº. 14º.
Sessões
1. A Assembleia-geral reúne-se ordinariamente duas vezes por ano,
devendo, na reunião do primeiro semestre apreciar o relatório e contas do
ano social anterior, e no segundo semestre discutir e aprovar o orçamento e
o programa de atividade para o ano seguinte.
2. Reúne-se extraordinariamente sempre que convocado pelo Presidente da
Mesa da Assembleia-geral, por iniciativa do Conselho Diretivo, Conselho
Fiscal ou a requerimento de um terço dos membros em pleno gozo dos seus
direitos.
Artº. 15º.
Quórum
A Assembleia-geral não poderá deliberar validamente, em primeira
convocatória, sem presença de três/quarto dos membros.
Artº. 16º.
Competência
Compete à Assembleia Geral:
a) Garantir a manutenção dos principais inspiradores da Associação.
b) Eleger os titulares dos órgãos da Associação.
c) Discutir e aprovar relatório e contas do Conselho Diretivo.
d) Discutir e apreciar a atividade dos restantes órgãos.
e) Criar comissões de trabalho permanentes para a realização de
estatutos ou atividades no âmbito dos fins da Associação.
f) Aprovar o programa anual, o orçamento e as linhas gerais de ação
do Conselho Diretivo.
g) Discutir e aprovar projetos de alteração de Estatutos e
regulamento.
h) Fixar e alterar, sob proposta do Conselho Diretivo o quantitativo
das quotas e joias.
i) Exercer as demais funções previstas nestes estatutos,
regulamentos internos e na lei.
SECÇÃO III
CONSELHO DIRETIVO
Artº. 17º.
Definição e Constituição
O Conselho Diretivo é o órgão executivo e da administração da Associação,
constituída por 5 (cinco) elementos eleitos em lista maioritária, sendo um
deles o Presidente, Vice-Presidente, Secretário, Tesoureiro e Vogal, eleitos
por 03 anos.
Artº. 18º.
Sessões
1. O Conselho Diretivo reúne-se em sessão ordinária mensalmente.
2. Reúne-se em sessão extraordinariamente mediante convocação do
Presidente ou solicitação de, pelo menos, três dos seus membros.
Artº. 19º.
Quórum
O Conselho Diretivo não pode deliberar validamente sem a presença de dois
terços dos seus membros.
Artº. 20º.
Votação
O Conselho Diretivo delibera por maioria absoluta dos seus membros, tendo
o Presidente voto de qualidade.
Artº. 21º.
Competência

Compete ao Conselho Diretivo:


a) Aplicar as orientações traçadas pela Assembleia-geral.
b) Dirigir e controlar a atividade geral da organização no intervalo da
Assembleia-geral.
c) Velar pelo cumprimento da lei, dos estatutos e Regulamentos da
Associação e deliberação dos seus órgãos.
d) Estabelecer relações de cooperação com entidades nacionais ou
estrangeiras.
e) Criar comissões de trabalho eventuais para a realização de
estudos ou atividades no âmbito dos fins da Associação.
f) Autorizar o Presidente a propor ações judiciais, confessar, desistir
e transigir.
g) Elaborar e submeter o relatório, contas, orçamento e plano de
atividades a apreciação da Assembleia-geral.
h) Aprovar o regulamento interno.
i) Administrar o património associativo e zelar pela sua conservação.
j) Exercer as demais funções previstas neste Estatutos e nos
regulamentos internos.
Artº. 22º.
Competência do Presidente
Compete ao Presidente convocar e orientar as reuniões do Conselho
Diretivo e representar a Associação em juízo ou fora dele.
Artº. 23º.
Substituição do Presidente
O Presidente é substituído nas suas faltas ou impedimentos pela segunda
pessoa na hierarquia.
SECÇÃO IV
CONSELHO FISCAL
Artº. 24º.
Constituição
O Conselho Fiscal é constituído por 3 (três) membros que designarão entre
si, Presidente, Secretário e Relator.
Artº. 25º.
Sessões
O Conselho Fiscal reúne-se pelo menos uma vez por semestre.
Artº. 26º.
Competência
1. Compete ao Conselho Fiscal controlar e fiscalizar as atividades da
Associação designadamente:
a) Examinar e dar parecer sobre o relatório e contas da Associação;
b) Fiscalizar a execução do orçamento.
c) Participar nas reuniões do Conselho Diretivo, sempre que o
entender conveniente, terá direito a voto.
d) Emitir parecer sobre qualquer matéria de carácter económico,
financeira, a solicitação dos restantes órgãos.
2. Os membros do Conselho Fiscal não podem exercer funções em qualquer
outro órgão, exceto na Assembleia-geral.
CAPÍTULO IV
DISPOSIÇÕES DIVERSAS
Artº. 27º.
Receitas da Associação
Constituem receitas da associação:
a) As joias e quotas pagas pelos membros.
b) Os subsídios, donativos, heranças, legados ou doações de
entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras.
c) Os rendimentos de bens ou capitais próprios.
d) Quaisquer outras receitas.
Artº. 28º.
Despesas da Associação
1. As despesas da Associação são contraídas na realização dos seus fins
estatutários em conformidade com os orçamentos aprovados pela
Assembleia-geral.
2. A utilização de fundos especiais carece de parecer favorável do Conselho
Fiscal.
CAPÍTULO V
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Artº. 29º.
Duração do Mandato
Os órgãos da Associação são eleitos em lista única por um período de 03
anos.
Artº. 30º.
Dúvidas e Casos Omissos
As dúvidas e casos omissos serão resolvidos mediante deliberação da
Assembleia- geral.

Artº. 31º.
Revisões dos Estatutos
As disposições estatutárias, só poderão ser revistas ou alteradas por
deliberação maioritária da Assembleia-geral.
Artº. ____.
Vinculação
1. A Associação vincula-se pelas assinaturas de dois membros do Conselho
Diretivo, sendo uma a do Presidente e outra do Tesoureiro.
2. Em caso de ausência ou impedimentos do Presidente, este é substituído
pelo Vice-Presidente.
Artº. 33º.
Extinção da Associação
1. A extinção da Associação só poderá ocorrer em Assembleia-geral
extraordinária, expressamente convocada para esse fim, mediante votação
favorável de três quartos dos membros.
2. Em caso de extinção da Associação o património desta terá o destino que
a Assembleia- geral julgar conveniente.
3. Sempre que se realizem eleições ou esteja em causa juízo de valor sobre
pessoas, a votação será feita por escrutínio secreto.

Cidade da Praia, aos___ de ______ de 20___

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