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Anatomia e Fisiologia dos Pulmões

O documento aborda a anatomia e histologia dos pulmões, incluindo suas faces, margens, lobos e a árvore brônquica, além de suas relações com outros órgãos. Também discute as diferenças anatômicas entre os pulmões direito e esquerdo, a estrutura da pleura pulmonar e as características histológicas do sistema respiratório. Por fim, menciona processos como a hematose e a difusão de gases, enfatizando a importância do surfactante e o transporte de oxigênio no organismo.

Enviado por

Luana Juca
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Anatomia e Fisiologia dos Pulmões

O documento aborda a anatomia e histologia dos pulmões, incluindo suas faces, margens, lobos e a árvore brônquica, além de suas relações com outros órgãos. Também discute as diferenças anatômicas entre os pulmões direito e esquerdo, a estrutura da pleura pulmonar e as características histológicas do sistema respiratório. Por fim, menciona processos como a hematose e a difusão de gases, enfatizando a importância do surfactante e o transporte de oxigênio no organismo.

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PULMÃO POSIÇÃO ANATÔMICA

FACES TÓRAX
Nas Cavidades Pulmonares,
Face Costal (Anterior) ao lado do Coração, acima do
Músculo Diafragma

Face Mediastinal (Meio)

Face Diafragmática (Inferior)

PULMÃO
MARGENS PULMÃO DIREITO E
ESQUERDO
Margem Anterior
Lobo
Superior
Lobo
Margem Posterior Lobo Superior
Médio

Lobo Lobo
Margem Inferior
Inferior Inferior

LOBO DIREITO LOBO ESQUERDO


PULMÃO DIREITO E
ÁRVORE BRÔNQUICA
ESQUERDO
Incisura Brônquio
Fissura Cardíaca do
Horizontal Principal
Pulmão
Esquerdo

Brônquio
Secundário

Brônquio
Terciário

Fissura Língula
Fissura
Oblíqua Oblíqua
BRÔNQUIO SECUNDÁRIO

RELAÇÃO DOS PULMÕES COM


OUTROS ÓRGÃOS: Brônquio Brônquio
Lobar Lobar
Superior Superior
Pulmão Direito Pulmão Esquerdo Esquerdo
Veia cava Arco da Aorta, Brônquio
superior e Aorta torácica, Lobar Brônquio
inferior, esôfago coração e Médio Lobar
e coração esôfago. Inferior
Brônquio Esquerdo
Lobar
OBS: As veias sempre pelo lado Inferior

direito e aorta sempre pelo lado BRÔNQUIOS BRÔNQUIOS


esquerdo. LOBARES DIREITO LOBARES ESQUERDO
ÁRVORE BRÔNQUICA

Brônquio
Segmentar Apical

Brônquio
Segmentar
Anterior

Brônquio
Segmentar Brônquio
Posterior
Segmentar
Ápico/Posteior

Brônquio
Segmentar
Anterior
Brônquio
Segmentar
Medial Brônquio
Lingular
Brônquio Brônquio Superior
Segmentar Basilar
Lateral Medial
Brônquio
Brônquio Brônquio Lingular
Basilar Anterior Basilar Inferior
Superior
Brônquio Segmentar
Superior Brônquio
Basilar Antero
Brônquio Basilar Medial
Lateral Brônquio Basilar
Brônquio
Posterior Brônquio Basilar Lateral
Basilar Posterior
BRÔNQUIO PRINCIPAL (DIREITO)
+ curto, + largo, + vertical
TRAQUÉIA

BRÔNQUIOS
SECUNDÁRIOS/ BRÔNQUIO PRINCIPAL
LOBARES (ESQUERDO)
DIREITO
Brônquio
Lobar
Brônquio
Superior
Lobar
Superior

Brônquio
Lobar
Médio
Brônquio
Brônquio Lobar
Lobar Inferior
Inferior
DIFERENÇAS ANATÔMICAS ENTRE OS PULMÕES:

*Menos volumoso
*Mais volumoso *Mais comprido
*Mais largo
*Menos largo
*Mais curto
*Mais vertical
*Mais diagonal
*2 fissuras *1 fissura (oblíqua)
(horizontal e oblíqua) *Incisura cardíaca
*3 lobos *Língula
(Superior, médio e inferior) *2 lobos
(superior e inferior)
HILO PULMONAR PLEURA PULMONAR

Região onde os vasos “entram” no Proteção contra atrito, equilibra a


pulmão. Estruturas que fazem parte do pressão interna do pulmão, favorece
hilo = Raíz
expansão pulmonar.

RAÍZ – Artérias pulmonares, veias


pulmonares, vasos linfáticos, Plexos
P. VISCERAL: Reveste toda a superfície
nervosos, Brônquios
pulmonar INTERNA
primários/principais

P. PARIETAL: Reveste as cavidades


pulmonares EXTERNA

CAVIDADE PLEURAL – Espaço entre as


camadas da pleura. Contém LÍQUIDO
PLEURAL.
HISTOLOGIA SISTEMA RESPIRATÓRIO: CAVIDADE NASAL,
FARINGE, LARINGE E TRAQUEIA

VESTÍBULO: SEGMENTO INICIAL


- Epitélio estratificado pavimentoso
- Lâmina própria (Tec. Conj. Denso não Modelado)
- Glândulas sebáceas e pelos curtos

ÁREA OLFATÓRIA: SEGMENTO MENOR


(CONCHAS NASAIS ATÉ OS PULMÕES)
- Epitélio Olfatório
- Lâmina Própria (Tec, Conj. Denso Não Modelado)
- Glândula de Bowman
- Tec Epitelial Estratificado Pavimentoso

ÁREA RESPIRATÓRIA: SEGMENTO MAIOR


-Epitélio Respiratório
- Lâmina Própria (Tec Conj. Denso não Modelado)
- Glândulas seromucosas
REGIÃO OLFATÓRIA DA CAVIDADE NASAL
Epitélio Pseudoestratificado Colunar Ciliado: Céls receptoras olfatórias
(neurônios olfatórios), céls de sustentação (suporte – céls da glia), céls
basais (receptoras olfatórias e de sustentação), céls em escova.

REGIÃO RESPIRATÓRIA DA CAVIDADE NASAL


Epitélio Pseudoestratificado Colunar Ciliado: céls caliciformes
(secretora de muco), céls em escova (região de absorção com
microvilosidades), céls granulares (transporte de hormônios), céls
basal (céls tronco, originam outras céls), céls imunes

DIFERENÇA ENTRE OLFATÓRIO E RESPIRATÓRIO (PRINCIPAIS):

OLFATÓRIO→ Presença de muco e Glândula de Bowman


RESPIRATÓRIO → Céls caliciformes e cílios

FARINGE – Porção Condutora e Respiratória

1ª OROFARINGE (Condução) → Epitélio pavimentoso estratificado e


tecido conjuntivo denso não modelado. Possuem glândulas seromucosa
2ª NASOFARINGE (Respiratório) → Tecido epitelial pseudoestratificado
colunar ciliado e Tecido conjuntivo denso não modelado.
EPIGLOTE: Estrutura cartilaginosa na parte posterior da língua
*SUPERFÍCIE POSTERIOR (RESPIRATÓRIA) → Voltado p/ abertura
da traqueia; Tecido Epitelial Pseudoestratificado Colunar Ciliado com
células Caliciformes
*PREGA VENTRICULAR – Grande quantidade de glândulas e céls
adiposas
*PREGA VOCAL – Músculo estriado esquelético, Epitélio respiratório

TRAQUEIA
- Cartilagem Hialina (Somente Fibras Elásticas)
- Mucosa: Tecido Epitelial Pseudoestratificado Colunar Ciliado com Céls
caliciformes
- Submucosa: Tecido Conjuntivo denso não modelado com Glândulas e
Ductos
- Adventícia: Tecido conjuntivo denso não modelado
TRAQUEIA X BRÔNQUIO

*Músculo Liso
*Músculo Liso Contínuo
Descontínuo
*Placas de Cartilagem
*Cartilagem Contínua
em C *Regularidade do Lúmen
*Lúmen Irregular

BRONQUÍOLO TERMINAL:

*Células de Clara: Manter a elasticidade e complacência do


Bronquíolo Terminal – PRODUZ: Proteína CC16: Contribuir com a
elasticidade e complacência.

BRONQUÍOLO X BRONQUÍOLO
TERMINAL RESPIRATÓRIO

*Ausência de Cartilagem
*Aberturas no Epitélio
*Epitélio Contínuo para formação dos
Ductos Alveolares
SACO ALVEOLAR *Conjunto de Alvéolos

DUCTO *Conduz o AR ao
ALVEOLAR Conjunto de ALVÉOLOS

MACRÓFAGOS *FAGOCITOSE

PNEUMÓCITOS *Proteção e
TIPO I Revestimento

PNEIMÓCITOS *Produz Surfactante


TIPO II
MUDANÇAS HISTOLOGICAS DA TRAQUEIA ATÉ OS
ALVÉOLOS PULMONARES:

Zona Condutora:
*Cavidade Nasal
*Faringe
*Laringe
*Traqueia
*Brônquios
*Bronquíolos
*Bronquíolos Terminais

(Extrapulmonares) = epitélio respiratório, lâmina própria, cartilagem hialina


em C, musculo liso.

Zona Respiratória:

*INTRAPULMONAR (bronquíolos respiratórios)


*Ductos Alveolares
*Sacos Alveolares
*Alvéolos
CARACTERISTICAS HISTOLOGICA DA TRAQUEIA
EPITELIO respiratório, porção condutora, lamina própria, cartilagem hialina, musc
traqueal, se ramifica em brônquio D e E

CARACTERISTICAS DE BRONQUIOS EXTRAPULMONARES


Cartilagem hialina em forma de C, epitélio respiratório + lâmina própria = mucosa,
musculo liso descontínuo.

CARACTERISTICAS DE BRONQUIOS INTRAPULMONAS


Placas de cartilagem, musculo liso contínuo envolve toda a estrutura, glândulas
seromucosas, epitélio simples colunar ciliado

BRONQUIOLO TERMINAL
lúmen, Não tem cartilagem, musculo liso mais evidente, céls caliciformes ausentes,
presença de cél de clara (produzem proteínas CC16 auxiliam na elasticidade

BRONQUÍOLO RESPIRATORIO
lúmen, Epitélio cubóide, não é contínuo, apresenta abertura (ducto alveolar – vias
respiratórias alongadas), lamina própria fina, musc liso, céls de clara em menor
qntidade. Saco alveolar (espaços circundados por grupos de alvéolos)

ALVEOLOS
Tec epitelial simples pavimentoso, Pneumócito tipo I (revestimento) núcleo
achatado, Pneumócito tipo II cél maior produtora de Surfactante. Macrófagos
Alveolar (Cél de poeira) fagocitam componentes indesejáveis. Qnd não consegue
degradar a toxina, vira Macrofago Septais (escuros). Dificulta as trocas gasosas
(distancia o alvéolo do capilar)
HEMATOSE
SURFACTANTE:
Mecanismo de troca gasosa a nível Líquido q reduz a tensão superficial
dos alvéolos pulmonares e tecidos dentro do alvéolo prevenindo o colapso
corporais, garantindo transporte de durante a expiração.
O2 e remoção de CO2, através da
DIFUSÃO. PRODUÇÃO INSUFUCIENTE DO
SURFACTANTE:
Síndrome da angústia respiratória do
DIFUSÃO recém nascido. A gravidade é
inversamente proporcional à idade
Processo que substancias são gestacional.
transportadas de uma região MAIS
concentrada p uma MENOS
(a favor do gradiente de
concentração)
FATORES Q AFETAM A
VELOCIDADE DE
REVESTIMENTO DA
DIFUSÃO:
PAREDE DOS ALVÉOLOS:

Pneumócitos I (céls pavimentosas q *Diferença de pressão dos lados da


revestem quase continuo na parede membrana;
dos alvéolos facilita difusão) *Espessura da membrana;
*Area da membrana (menor a área –
Pneumócitos II (céls esféricas menor a difusão);
frequentes no lumen alveolar *Coeficiente de difusão de gás.
produtoras de surfactante →diminui
tensão superficial, facilitando as
trocas gasosas) e alguns macrófagos
(responsáveis por fagocitar partículas
indesejáveis)
TECIDOS CORPORAIS

CÉLULAS

METABOLISMO ENERGÉTICO
(NECESSITA DE O2) PARA PRODUZIR
ATP

(ELIMINA CO2 – SANGUE VENOSO –


MAIOR CONCENTRAÇÃO DE CO2)

VEIA CAVA

AD VD ART PULMONARES

ALVÉOLOS CAPILARES PULMÃO


NOS ALVÉOLOS ENFISEMA PULMONAR:
P02 = 104mmHg E CO2 40mmHg Doença pelo qual os pulmões
perdem elasticidade devido a
exposição a poluentes, levando a
NOS CAPILARES destruição dos alvéolos, causando
PO2 = 40 mmHg E CO2 44mmHg perda gradual de sua função.
Ocorre gradualmente, geralmente
em fumantes e pessoas expostas a
muita fumaça.
ONDE OCORRE A DIFUSÃO?
Nos alvéolos e outros tecidos
corporais HEMOGLOBINA:
Composta de 4 moléculas
proteicas (2 alfas e 2 betas) e 4
SAT 02 agrupamentos HEME + Ferro
Porcentagem de O2 que seu (cada molécula de O2 pode se
sangue está transportando. ligar a 1 Ferro).

*Normal: 95 a 100%. LIGAÇAO REVERSÍVEL.


*Abaixo de 90% é considerado A 1ª ligação necessita de + O2 pq
emergência clinica pela OMS. é mais LENTA
Mais de 89% é o nível de O2 Chegando às céls do organismos,
necessário p manter as células o O2 é liberado e o sangue arterial
saudáveis. se transforma em venoso,
seguindo p os alvéolos.
CICLO DO TRANSPORTE DE O2:

ALVÉOLOS (DIFUSÃO)

SANGUE O2

HEMÁCIAS

HEMOGLOBINA

4 HEME

4 FERRO FE+O2 OXIGEMOGLOBINA

SANGUE TECIDOS
ALVÉOLOS PULMÕES
VENOSO (LIBERA O2)
EFEITO BOHR
TRANSPORTE DE O2: O2 se liga a Hb, a Hb é exposta a
ambientes ácidos e perde O2
Esse efeito deve-se principalmente
2 maneiras diferentes
à estrutura da hemoglobina, que
*Dissolvido no plasma (2-3%) quando percebe um aumento na
*Hemoglobina nas hemácias (97-98%) concentração de hidrogênio (diminui o
pH), imediatamente libera as moléculas
de oxigênio que estão ligadas a ela,
aumentando assim a disponibilidade de
oxigênio nos tecidos.
TIPOS DE HEMOGLOBINA:
Quanto mais ácidos o sangue, maior o
*Hb A1 (2 betas, 2 alfas, 4 Fe+, 4O2) efeito.

Nos Tecidos Ativos: Produz mais CO2


*Hb A2 (2-3% encontrada em que diminui o pH nos tecidos,
adultos) favorecendo a passagem de O2 para o
TECIDO.
*H.F (fetal mais efetiva pq ainda esta
em processo de desenvolvimento)
IMPORTANCIA: Contribui p uma
*Hb S (presente na anemia razão adequada entre O2 e CO2.
falciforme) Libera O2 e aumenta a efetividade
nas trocas gasosas.
Efeito Primário:
Aumenta a liberação de O2 para TRANSPORTE DE O2:
os tecidos
Através da hemoglobina
Efeito Secundário: (difusão);
Disponibiliza maior quantidade de Através da Mioglobina
Hb livre no sangue
(fibras musculares esqueléticas e
cardíacas) :
POR QUE O EXERCÍCIO FÍSICO
capta O2 do capilar, se liga a
AUMENTA LIBERAÇÃO DE O2? mioglobina, leva até a
Pq há maior consumo de O2 mitocôndria, produz ATP.
produzindo + ATP e mais CO2,
fornecendo ácido carbônico e
diminuindo o Ph, liberando mais
O2 e levando CO2 pela Hb até os
TRANSPORTE DE CO2 NO
alvéolos. SANGUE

•Dissolvido no plasma (10%)


EFEITO HALDANE
•Ligado a Hb (20%)
É a aumento da tendência do CO2
de deixar o sangue dos tecidos até •Bicarbonato (70%)
• CO2 + H2O ↔ H2CO3 ↔ H+ + HCO3-
o alvéolos para ser expelido,
• Também importante para tamponar
conforme aumenta a saturação de H+
Hb pelo O2
Função do Sistema SANGUE VENOSO
O2 40mmHg E CO2 46mmHg
Respiratório:
SANGUE ARTERIAL
VENTILAÇÃO 02 100mmHg E CO2 40mmHg
(Movimento do ar Inspirado e
Expirado CO2
Parte condutora – até os
bronquíolos terminais);
Função de controlar o pH
sanguíneo, importante na fala
DIFUSÃO através das pregas vocais.
(Hematose – Favorece a difusão
→ área, espessura e distância
entre alvéolos x capilares) OBSERVAÇÃO:
QUANTO MAIOR A AREA, MAIOR A
DIFUSAO;
PERFUSÃO QUANTO MAIOR A DISTANCIA, MENOR A
(Fluxo sanguíneo) DIFUSAO
CIRCULAÇÃO
Parte desse sangue vai p o ÁTRIO
FASE FETAL: ESQUERDO e outra para o
VENTRÍCULO DIREITO, do qual se
Não se destina sangue venoso contrai e manda sangue para as
aos pulmões (ainda não fazem ARTERIAS PULMONARES (com
trocas gasosas). resistência para não ir grande
quantidade) em seguida p o
Origem do O2 é na PLACENTA VENTRICULO ESQUERDO e parte
através da VEIA UMBILICAL chega direto para AORTA
ao FÍGADO (principal órgão a
produzir céls sanguíneas) Segue para o organismo do feto e
abastece o fígado de O2 e segue devolve para a mãe.
p/ VEIA CAVA INFERIOR com
característica de sangue arterial e
FC do feto é alta devido a
chega ao ÁTRIO D, e a VEIA CAVA
necessidade de alta demanda e
SUPERIOR leva sangue venoso ao
formação do sistema nervoso.
ÁTRIO DIREITO.
Prematuro tem dificuldade
(Entre os átrios há o forame oval respiratória pq não possui
que comunica os 2, evitando SURFACTANTE suficiente
sobrecarga da pequena
circulação).
ADAPTAÇÃO DA
PRODUÇÃO DE
CIRCULAÇÃO FETAL:
SURFACTANTE
Forame oval – comunicação dos
A PARTIR DO 7º MÊS DE
átrios (sangue do AD → AE);
GESTAÇÃO
Ducto arterioso (comunicação da
Artéria Pulmonar com a Aorta);
Veia umbilical; Artérias
Umbilicais) SURFACTANTE

Importante para a sobrevida


PULMÃO MADURO de recém-nascidos prematuros

Possui área específica, distancia Diminui a tensão superficial


mínima com os capilares e entre o ar e água(sangue).
surfactante
OBS: Tensão superficial impede Quando é insuficiente, aumenta
as trocas gasosas. a tensão superficial, aumenta o
Pneumócito tipo II produz risco de colapso alveolar e
SURFACTANTE que quebra a desenvolve a síndrome da
tensão superficial e favorece as angustia respiratória do recém-
trocas gasosas. nascido
DEFEITOS
TRANSPORTE DO O2
CÔNGENITOS
Hemoglobina, no feto Hb fetal Fístula
(passagem anormal entre traqueia
e esôfago, divisão incompleta da
TRANSPORTE DE CO2 parte cranial do intestino anterior
nas partes respiratórias e
7% PLASMA; esofágicas durante a 4ª Semana –
23% ligado a Sexo MASCULINO mais afetado.
CARBOEMOGLOBINA;
70% BICARBONATO Atresia (fundo cego)
Causas: Etilismo, tabagismo,
drogas e fármacos sem indicação
DIVERTÍCULO médica na gestação.
RESPIRATÓRIO
ATELECTASIA e IMATURIDADE
PULMONAR:
Origem do sistema respiratório. causam anôxia q lesam as céls dos
Qnd se expande caudalmente, capilares pulmonares, aumentando
duas pregas (PREGAS sua permeabilidade e resultando em
TRAQUEOESOFÁGICAS) extravasamento de proteínas
separam-no do intestino em plasmáticas para a luz alveolar,
esôfago e traqueia com brotos constituindo as membranas hialinas
pulmonares. Para formar o recobrindo parcialmente a superfície
SEPTO TRAQUEOESOFAGICO dos alvéolos e dificultando a expansão
pulmonar e trocas gasosas.
MATURAÇÃO DOS
PULMÕES

PERIODO PSEUDOGLANDULAR PERÍODO ALVEOLAR


(5 a 16 sem) (8 meses até a infância)
Presença de bronquíolos alvéolos estabelecem Contato
terminais s/ contato c os entre capilares e aumentam seu
capilares, NÃO há bronquíolos tamanho.
respiratórios nem alvéolos

PERÍODO CANALICULAR BARREIRA HEMATOAÉREA


(16 a 26 sem) separação do alvéolo por uma
Formação de bronquíolos
membrana basal e seu capilar
respiratórios e ductos alveolares

LIGAMENTO ARTERIOSO
PERÍODO DO SACO TERMINAL
(26 sem até nascimento) Derivado do Ducto Arterioso
Contato próximo entre alvéolos
primitivos e capilares
(Contínuos)
CARCINOMA *Nódulo é 3 - 6cm bordas
BRONCOGÊNIO - CA DE regulares
PULMÃO *Massa maior que 6cm e bordas
irregulares
EX1: Paciente, 32a, sexo feminino,
apresenta TOSSE SECA há 6m, 1 nódulo → NPS
nega febre, quadro gripal, (nódulo pulmonar solitário)
hemoptise ou expectoração.
Ocasionalmente apresenta
>1 nódulo → NPM
episódios de pirose após
(nódulos pulmonares múltiplos)
alimentação. HAS há 2 anos em
uso de IECA. Nega DM e Conduta:
tabagismo. Dieta saudável, sem
alterações ao exame físico. *Expectante: acompanha 2 anos
se o nódulo estiver há muito
SUSPENDE IECA retorna após tempo (RX anteriores),
2sem → Tosse persiste + *Expectante: 6 meses, se houver
prostação + febre fator de risco.

Rx: Observar a margem, se o


Conduta:
nódulo for em forma espicular
(irregular) a chance de ser *Benigno: Expectante
maligno é maior.
*Maligno: Retirar

DIAGNÓSTICO:
ADENOCARCINOMA
CARCINOMAS BRONCOGENIOS

São derivados do epitélio respiratório (Brônquios, Bronquíolos e


Alvéolos)

2 SUBGRUPOS DE CARCINOMAS BRONCOGENIOS

Pequenas células 20% (OAT CELL) → + RARO + AGRESSIVO, tem


propriedades NEUROENDÓCRINAS *20% (mais frequente em
estagio avançado)

Não pequenas células 80% → + COMUM:


*ADENOCARCINOMA 40%,
*CARCINOMA DE CÉLS ESCAMOSAS 30%
*CARCINOMA DE GRANDES CELULAS 10%;

CARCINOMA DE CÉLULAS
ADENONCARCINOMA (40%) : ESCAMOSAS OU
EPIDERMOÍDE (30%):
+ Comum → Não fumante
Mulher e jovem <45 anos, → CENTRAL (peri-hilar - próximo
↑ cresce ao hilo)
↑chance de Hemoptise e
Posicionamento + PERIFÉRICO; Obstrução Brônquica
CAVITAM (ar no meio);
FATOR DE RISCO:

*Tabagismo (principal)
CARCINOMA DE
GRANDES CELULAS: *Exposição ocupacional
*Doença pulmonar (DPOC)
PERIFÉRICO e CAVITAM (ar no *Radioterapia torácica
meio). *Gênero e Raça (Mulher, Negra)
OBS: Sempre que falar que CA de *Histórico familiar
pulmão produz substancias
neuroendócrinas, este é o PIOR *Má alimentação
tipo (OAT CELL)

SÍNDROME ASSOCIADA A
CARCINOMA BRONCOGÊNICO
CÁLCULO DA CARGA
TABÁGICA: (AVANÇADO)

N° de maços/dia X n° de anos.
40 cigarros dia = 2 maços por 30
anos = 60 maços ano.
SÍNDROME DA VEIA CAVA
1 maço = 20 cigarros.
SUPERIOR (SVCS)
SÍNDROME DA VEIA CAVA MARCADORES
SUPERIOR (SVCS) GENÉTICOS

Conjunto de sinais e sintomas VILÕES: GUARDIÕES


*K-ras *P-53
relacionados a estase venosa
*Myc *Rb
no segmento braquiocefálico
*HER2/neu *[Link]
devido à obstrução da VCS
*Bcl-2
CAUSANDO:
*Edema facial + MMSS RASTREAMENTO
*Pletora Facial ✓ Tomografia Computadorizada
*Turgência jugular de baixa dose – anual;
✓ Pacientes de 55-80 anos;
*Veias sobressalentes em tórax
✓ Tabagistas ou cessado dentro
*Dificuldade em deitar. de 15 anos;
✓ História de Carga Tabágica de
30 maços/ano.

Indício de CA de pulmão Rastreamento não é


avançado. recomendável no Brasil.
É recomendado na Sociedade
Americana.
*PACIENTE JOVEM = LINFOMA
*PACIENTE IDOSO + TABAGISTA = Na prova, vai depender da
CA DE PULMAO literatura.
MANIFESTAÇÕES
CLÍNICAS

INESPECÍFICAS:
*Tosse
*Anorexia
DISSEMINAÇÃO REGIONAL:
*Perda Ponderal de Peso sem
*Linfonodos e estruturas adjacentes
justificativa
*Esôfago (Disfagia)
*Fadiga
*Nervo Laríngeo Recorrente
*Anemia
(Rouquidão)
*Nervo Frênico (Dispneia e Soluços)
LESÃO TUMORAL: *Coração (Arritmias) Dispneia,
(Crescimento Local, Invasão e Pletora Facial e Edema Cervicofacial
Obstrução)
*Central: Tosse, Hemoptise, Sibilos
*Periférico: Tosse, Dispneia, Dor
Torácica e Hemoptise
EXEMPLO 2:
Paciente 38 anos, sexo feminino, tabagista há 20 anos, apresenta tosse
seca há 7meses, prostração, febre, perda ponderal. Tem fator de risco.

QUAL CONDUTA?
Solicita RX, avalia as características do nódulo.

*Se a paciente tiver RX anterior e sem alteração do atual ou se não tiver


Rx: CONDUTA EXPECTANTE: 6 meses

*Quando não há nada suspeito, já teve tuberculose e nódulo há muito


tempo, sem fator de risco: CONDUTA EXPECTANTE: 2 anos

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