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1. Introdução
O presente trabalho de MEIC, tem como tema O Impacto do Abuso de álcool na
adolescência, em que abordara de forma profunda sobre esta problemática com base nos
dados disponíveis ao longo da pesquisa. De salientar que, o álcool é a substância mais
consumida entre os jovens, sendo que a idade de início de uso tem sido cada vez menor,
aumentando o risco de dependência futura.
O uso de álcool na adolescência está associado a uma série de comportamentos de risco, além
de aumentar a chance de envolvimento em acidentes, violência sexual e participação em actos
ilícitos. O uso de álcool por adolescentes está fortemente associado à morte violenta, queda
no desempenho escolar, dificuldades de aprendizado, prejuízo no desenvolvimento e
estruturação das habilidades cognitivo-comportamentais e emocionais do jovem. O consumo
de álcool causa modificações neuroquímicas, com prejuízos na memória, aprendizado e
controle dos impulsos.
Os profissionais que lidam com adolescentes devem estar preparados para uma avaliação
adequada quanto ao possível uso abusivo ou dependência de álcool nesta faixa etária.
Entretanto, é importante destacar que os critérios empregados por alguns instrumentos para o
diagnóstico de abuso e dependência de álcool foram desenvolvidos para adultos e devem ser
aplicados com ressalvas para adolescentes. Assim, é fundamental que os profissionais
conheçam as características da adolescência e as particularidades da dependência química
nesta faixa etária.
Para a realização desta pesquisa foram usadas alguns métodos e referencias bibliográficas que
ao longo do trabalho irão sendo referenciadas.
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2. Tema
De acordo com LAKATOS e MARCONI (2009:106) " Tema é o assunto que se deseja
provar ou desenvolver. Independentemente da sua origem, o tema é, necessariamente amplo".
Contudo com esta abordagem importa destacar o seguinte tema:
O Impacto do Abuso de Álcool
3. Delimitação do Tema
Delimitar o tema estabelecer limite para investigação. Este trabalho limita-se particularmente
em avaliar o Impacto do Abuso de Álcool na Adolescência.
4. Objectivo Geral
Define de modo geral, o que se pretende alcançar com a realização da pesquisa.
Identificar os factores que levam os adolescentes e os jovens a optarem em consumir
o álcool precocemente.
4.1. Objectivos Específicos
Define etapas que devem ser cumpridas para alcançar o objectivo geral.
Descobrir até que ponto o álcool pode influenciar negativamente na vida social dos
adolescentes;
Seleccionar e condicionar meios para melhorar a condição de vida saudável dos
adolescentes em vez do consumo de álcool;
Mostrar as desvantagens do consumo do álcool e dar a conhecer as boas práticas e
hábitos saudáveis para os adolescentes.
5. Justificativa
A escolha deste tema deve-se ao facto de, verificar-se actualmente este problema, o consumo
do álcool e drogas principalmente nos adolescentes e jovens, com maior evidência nas
cidades onde o maior número da população é jovem. Também este problema tem sido
destacado e debatido em varias frentes e em vários órgãos de comunicação social, com vista a
exporem-se as consequências que advém no consumo do álcool precocemente, serve também
como uma chamada de atenção aos pais e encarregados de educação a responsabilidade de
educarem os seus filhos com base em hábitos e actividades saudáveis que visam manter o
bom estado de espírito como por exemplo, a pratica de desporto e outras actividades
recreativas.
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Espera-se que o resultado do trabalho seja proveitoso, pois, de certa forma contribuíram para
a mudança de comportamento e atitudes por parte dos adolescentes e jovens.
6. Problematização
Formular o problema consiste em dizer, de maneira explícita, clara, compreensível e
operacional, qual a dificuldade com a qual nos defrontamos e que pretendemos resolver,
limitando seu campo e apresentando suas características. Desta forma, o objectivo da
formulação do problema da pesquisa é tomá-lo individualizado, específico, inconfundível.
Quais são os factores e as causas que estão por detrás ou que levam os adolescentes
jovens a optarem por consumir o álcool e as drogas?
7. Hipóteses
É uma proposição que se faz na tentativa de verificar a avaliação de respostas existentes para
um problema.
A maioria dos adolescentes jovens não têm noção das consequências que à advirão
por causa do consumo do álcool e das drogas precocemente;
A ausência de informação ou seja, a negligência dos pais e encarregados de educação
em controlar os seus filhos e atitudes não aceitáveis por parte dos adolescentes em
ouvir o conselho dos pais ou dos familiares sobre esta prática;
8. Metodologia
Para a realização deste projecto de pesquisa foram utilizados várias metodologias tais como:
entrevista, inquérito, pesquisa bibliografia e o uso da internet. De acordo com REI (2006:38)
entrevista «consiste no desenvolvimento da precisão e focalização fidedigna a relida de um
certo acto social como a conservação. É uma técnica de recolha de dados que tem por
finalidade ao receptor um determinado assunto a ser elaborada pelo entrevistador ao
entrevistado». Durante a realização deste trabalho foram entrevistados vários adolescentes e
jovens se tinham informação sobre o prejuízo e as consequências do consumo do álcool.
8.1. Inquérito
Constituiu em procurar saber quais são as consequências que o consumo de álcool poderá vir
a causar a vida social dos adolescentes.
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8.2. Pesquisa bibliografia
Nesta parte, foram consultadas varias obras que têm a ver com o tema em causa, como
também usou-se internet para obter mais informações.
8.3. Universo populacional
Os dados colhidos foram baseados em alunos com idades compreendidas entre 13 a 17 anos
de idade em ambos os sexos. A escolha desses adolescentes não foi feita de uma forma
aleatória, mas sim através de perguntas relacionadas ao consumo de álcool.
9. Amostra
É uma parcela convincentemente seleccionada do universo, é um subconjunto do universo.
No universo de 30 adolescentes, tivemos como amostra 12 adolescentes, dos quais 8 do sexo
masculino e 4 do sexo feminino, o que no total corresponde a 11,8 em termos de
percentagem.
10. Revisão da Literatura
10.1. O Impacto do Abuso de Álcool na Adolescência
O uso precoce de álcool tem sido apontado como preditor do abuso posterior de múltiplas
drogas e problemas relacionados. Quanto mais cedo se dá a experimentação, maior será o
risco de evolução no sentido da dependência, uma vez que a identidade e as competências da
vida estão em desenvolvimento, não dispondo ainda o jovem dos recursos psicológicos
necessários para lidar com determinadas vivências. Decorre daí que quanto mais precoce a
instalação da dependência, maiores os atrasos e dificuldades no desenvolvimento e maiores
os prejuízos cognitivos.
Os processos de maturação e de aquisição da capacidade de autocontrolo e de estima pessoal
tendem a interromper-se, deixando o adolescente excessivamente vinculado aos factores
externos, em detrimento dos factores internos, principalmente quando há baixa auto-estima,
fazendo-o manter relacionamentos com base apenas no consumo de drogas, revelando
dificuldades para a manutenção de relacionamentos verdadeiramente afectivos, como
namorar, formar laços autênticos de amizade e participar de grupos e actividades sociais,
atitudes que estão relacionadas a um desenvolvimento favorável da capacidade de
cooperação.
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O uso frequente de álcool na adolescência predispõe à dependência na vida adulta, uma vez
que está associado a prejuízos neuropsicológicos: se o adolescente está construindo sua
identidade e habitua-se a viver novas situações sob o efeito do álcool, tais como tomar
iniciativas sexuais, obtenção de prazer etc., a possibilidade de manter a prática do uso na vida
adulta aumenta. Paralelamente a estas vivências o córtex pré-frontal ainda está em
desenvolvimento, o que significa que habilidades que utilizam esse circuito, como
aprendizado de regras e tarefas focalizadas, podem ficar prejudicadas. Esse desvio da sua rota
de desenvolvimento terá prejuízos inevitáveis no desempenho dos papéis inerentes à vida
adulta, como o de trabalhar, a tarefa de educar os filhos e suas decorrências naturais, como a
promoção da saúde, o fornecimento de cuidados e a transmissão de valores éticos e morais.
Quatro itens sintetizam as consequências do uso de álcool por adolescentes, diferenciando-as
das consequências para os adultos, tanto por especificidades existenciais dessa fase da vida
quanto por características neuroquímicas relativas ao amadurecimento cerebral:
Mais adolescentes morrem em consequência do uso de álcool do que de todas as
outras substâncias juntas;
A intoxicação por álcool predispõe à prática de sexo sem segurança, à gravidez
indesejada e à violência sexual envolvendo agressor e vítima;
Relação entre uso indevido de álcool e prejuízos académicos (baixo rendimento
escolar, repetência) devido ao comprometimento da memória e sua importância nos
processos de aprendizagem, o que poderá, por sua vez comprometer sua auto-estima,
criando uma cadeia que se retroalimenta;
A percepção equivocada que o jovem tem da hierarquia dos prejuízos do beber
excessivo a maioria deles entende que o prejuízo pior é o comportamento inadequado
que apresenta quando alcoolizados. Apenas 20% entendem que seu uso indevido está
associado a agravos/acidentes fatais.
10.2. Problemas relacionados a diagnóstico e classificação
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Um dos primeiros obstáculos relacionados ao tema do uso problemático de álcool entre
adolescentes é a própria definição do que é o uso normal. Os sistemas classificatórios
apresentam discordâncias e necessidades de aprimoramento bastante comentadas na
literatura.
De acordo com DE MICHELI e D, FORMIGONI (2001:20), haveria seis estágios no
envolvimento do adolescente com SPA: abstinência, uso experimental (em geral limitado ao
álcool), abuso inicial, abuso, dependência e recuperação. Esta classificação é interessante,
pois contempla características da adolescência: a experimentação de SPA, dentro de certos
padrões, pode ser considerada uma conduta normal neste período de desenvolvimento, no
qual o jovem percorre outras experimentações, como a da sexualidade. Sabe-se, por exemplo,
que a maioria dos adolescentes que experimentam uma substância de abuso não se tornará um
usuário regular da mesma5. Também, esta classificação permite o diagnóstico de abuso
inicial quando pequenos prejuízos começam a emergir, como um pior desempenho escolar
por estar sofrendo dos efeitos posteriores a um abuso de álcool.
A maioria dos instrumentos para avaliação de uso de SPA deriva, entretanto, do DSM6. Por
este sistema, os principais diagnósticos seriam de abuso e de dependência.
Para o diagnóstico de abuso, o adolescente precisaria apresentar, ao longo de um ano, um
dentre quatro sintomas ancorados, sobretudo, no uso recorrente da substância, apesar de
algum prejuízo social, pessoal ou legal. Para o diagnóstico de dependência, o adolescente
deveria apresentar, ao longo de um ano, três dentre sete sintomas que não se sobrepõem aos
sintomas de abuso. O DSM-IV apresenta uma série de vantagens, como a listagem de
critérios operacionais claros. O seu uso, porém, requer cautela, por vários motivos. Não há
critérios para crianças e adolescentes distintos de critérios para adultos, como já ocorre, por
exemplo, para a distinção entre Transtorno de Conduta e Personalidade Anti-Social. Também
há uma série de outras ressalvas, tanto para o abuso quanto para a dependência. Ao menos
dois dos sete sintomas de dependência são de base predominantemente biológica (tolerância e
abstinência), mas a resposta física ao álcool difere de acordo com a etapa do
desenvolvimento. O que significa dizer que, para uma doença de desenvolvimento lento
como o alcoolismo, seria improvável que estes elementos – em particular os sintomas de
abstinência – já se encontrassem evidentes com poucos anos de uso na adolescência.
Além disso, clinicamente, há dados que sugerem que a evolução da dependência de álcool em
adolescentes não segue a transição de abuso para dependência do DSM-IV, mas sim uma
sequência composta por sintomas de ambos diagnósticos desde estágios mais iniciais, talvez
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mais parecida ao que propõe a DE MICHELI e D, FORMIGONI: Primeiramente, haveria três
sintomas de dependência (tolerância, beber mais tempo ou quantia maior do que o desejado e
muito tempo em torno de álcool) e dois de abuso (prejuízos pessoais e sociais); em um
segundo estágio, haveria três sintomas de dependência (tentativas frustradas ou desejos de
diminuir ou interromper o consumo; escassez do repertório; e uso continuado, apesar de
problemas físicos ou emocionais) e dois de abuso (uso em situações com risco físico e
problemas legais) e, por fim, um terceiro estágio, caracterizado pelos sintomas físicos de
abstinência.
Com base nestes dados, parece-nos fundamental que, para avaliar o uso de álcool entre
adolescentes sobretudo no intuito de diagnosticar alguma patologia, o profissional tenha
conhecimento sobre a adolescência e sobre as particularidades da dependência química nesta
etapa da vida. Não há sustentação para simplesmente transpor o modelo de adultos para esta
faixa etária. A situação do problema: prevalência de experimentação, consumo regular, abuso
e dependência de álcool entre os adolescentes.
10.3. Factor de risco para o uso de álcool em adolescentes
O álcool é uma das substâncias psicoactivas mais precocemente consumidas pelos jovens.
Diferentes estudos, nacionais e estrangeiros, sistematicamente confirmam a impressão
genérica de que, se o álcool é facilmente obtenível e fartamente propagandeado, isto se
reflecte em seu consumo precoce e disseminado.
Genericamente, há informações consistentes sobre elementos que influenciam o início ou
mantêm o uso de substâncias por parte dos adolescentes. Alguns deles se encontram abaixo:
A experimentação inicial se dá pelo fato de o adolescente ter amigos que usam drogas,
gerando uma pressão de grupo na direcção do uso.
10.4. Impacto do uso de álcool em adolescentes
O uso problemático de álcool por adolescentes está associado a uma série de prejuízos no
desenvolvimento da própria adolescência e em seus resultados posteriores, como será
detalhado. Os prejuízos decorrentes do uso de álcool em um adolescente são diferentes dos
prejuízos evidenciados em um adulto, seja por especificidades existenciais desta etapa da
vida, seja por questões neuroquímicas deste momento do amadurecimento cerebral. Alguns
riscos são mais frequentes nesta etapa do desenvolvimento, pois expressam características
próprias desta etapa, como o desafio a regras e à omnipotência. O adolescente acredita estar
magicamente protegido de acidentes, por exemplo, e também se sente mais autónomo na
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transgressão, envolvendo-se, assim, em situações de maior risco, por muitas vezes com
consequências mais graves. Abaixo, alguns prejuízos associados à intoxicação e ao beber
regularmente nesta fase:
O uso de álcool por menores de idade está mais associado à morte do que todas as
substâncias psicoactivas ilícitas em conjunto.
O consumo de álcool na adolescência também está associado a uma série de prejuízos
académicos. Esses podem decorrer do défice de memória: adolescentes com
dependência de álcool apresentam mais dificuldade em recordar palavras e desenhos
geométricos simples após um intervalo de 10 minutos, em comparação a adolescentes
sem dependência alcoólica. Sabendo-se que a memória é função fundamental no
processo de aprendizagem e que esta se altera com o consumo de álcool, é natural que
este também comprometa o processo de aprendizagem.
A queda no rendimento escolar, por sua vez, pode diminuir a auto-estima do jovem, o
que representa um conhecido factor de risco para maior envolvimento com
experimentação, consumo e abuso de substâncias psicoactivas. Assim, a consequência
do uso abusivo de álcool para o adolescente poderia levá-lo a aumentar o consumo em
uma cadeia de retroalimentação, ao invés de motivá-lo a diminuir ou interromper o
uso.
A percepção que o adolescente tem sobre os problemas decorrentes do consumo de álcool
não acompanha, necessariamente, a hierarquia dos prejuízos considerados mais graves. Os
prejuízos associados ao uso de álcool estendem-se ao longo da vida. Os seus efeitos
repercutem na neuroquímica cerebral, em pior ajustamento social e no retardo do
desenvolvimento de suas habilidades, já que um adolescente ainda está se estruturando em
termos biológicos, sociais, pessoais e emocionais. Abaixo, alguns dos efeitos do uso de álcool
na adolescência ao longo da vida:
O uso de álcool na adolescência expõe o indivíduo a um maior risco de dependência
química na idade adulta, sendo um dos principais preditores de uso de álcool nesta
etapa da vida. A manutenção do consumo em idade adulta pode ocorrer por diferentes
factores. O uso de álcool na adolescência pode ser apenas um marcador do uso de
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álcool na idade adulta ou, então, pode interferir na neuroquímica cerebral, ainda em
desenvolvimento na adolescência.
O uso de álcool em adolescentes está associado a uma série de prejuízos
neuropsicológicos, como na memória. Outros danos cerebrais incluem modificações
no sistema dopaminérgico, como nas vias do córtex pré-frontal e do sistema límbico.
Alterações nestes sistemas acarretam efeitos significativos em termos
comportamentais e emocionais em adolescentes. É importante destacar que, durante a
adolescência, o córtex pré-frontal ainda está em desenvolvimento. Como ele pode ser
afectado pelo uso de álcool, uma série de habilidades que o adolescente necessita
desenvolver e que são mediadas por este circuito
Como o aprendizado de regras e tarefas focalizadas ficarão prejudicadas. O hipocampo,
associado à memória e ao aprendizado, é afectado pelo uso de álcool por adolescentes,
apresentando-se com menor volume em usuários de álcool do que em controlos e tendo sua
característica funcional afectada pela idade de início do uso de álcool e pela duração do
transtorno. Estes dados são importantes, pois demonstram haver um efeito cerebral
consequente ao consumo de álcool em adolescentes; os efeitos ocorrem em áreas cerebrais
ainda em desenvolvimento e associadas a habilidades cognitivo-comportamentais que
deveriam iniciar ou se firmar na adolescência.
O adolescente ainda está construindo a sua identidade. Mesmo sem um diagnóstico de abuso
ou dependência de álcool, pode se prejudicar com o seu consumo, à medida que se habitua a
passar por uma série de situações apenas sob efeito de álcool. Vários adolescentes costumam,
por exemplo, associar o lazer ao consumo de álcool, ou só conseguem tomar iniciativas em
experiências afectivas e sexuais se beberem. Assim, aprendem a desenvolver habilidades
apenas possíveis com o uso de álcool e, quando este não se encontra disponível, sentem-se
incapazes de desempenhar estas actividades, evidenciando uma outra forma de dependência.
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11. Bibliografia
DE MICHELI D, FORMIGONI. As razões para o primeiro uso de drogas e as
circunstâncias familiares prevêem os padrões de uso futuro? Jornal Brasileiro de
Dependência Química, 2001.
LAKATOS e MARCONI. Metodologia de Trabalho Científico, 7ª ed, São Paulo, atlas
editora, 2009.
REI, J. Esteves. Curso de Redacção II, Plátano Editora, Lisboa, 2006