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Infarto Agudo do Miocárdio: Causas e Sintomas

O infarto agudo do miocárdio (IAM) é a morte das células do coração devido à interrupção súbita do fluxo sanguíneo, geralmente causada por aterosclerose e formação de coágulos. Os principais sintomas incluem dor no peito, que pode irradiar para outras partes do corpo, e fatores de risco como tabagismo, hipertensão e diabetes. O tratamento envolve a desobstrução da artéria afetada, podendo ser realizado por angioplastia ou medicamentos, além de medidas preventivas como exercícios e controle dos fatores de risco.

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Infarto Agudo do Miocárdio: Causas e Sintomas

O infarto agudo do miocárdio (IAM) é a morte das células do coração devido à interrupção súbita do fluxo sanguíneo, geralmente causada por aterosclerose e formação de coágulos. Os principais sintomas incluem dor no peito, que pode irradiar para outras partes do corpo, e fatores de risco como tabagismo, hipertensão e diabetes. O tratamento envolve a desobstrução da artéria afetada, podendo ser realizado por angioplastia ou medicamentos, além de medidas preventivas como exercícios e controle dos fatores de risco.

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O que é infarto agudo do miocárdio (IAM)?

O Setor de Cardiologia do Hospital Israelita Albert Einstein define o infarto agudo do


miocárdio, ou ataque cardíaco, como um processo de morte das células de uma região do
músculo do coração devido à formação de um coágulo que interrompe o fluxo sanguíneo
de forma súbita e intensa.
A principal causa do infarto é a aterosclerose, doença em que placas de gordura se
acumulam no interior das artérias coronárias, chegando a obstruí-las. Na maioria dos
casos, o infarto ocorre quando há o rompimento de uma dessas placas, levando à
formação do coágulo e interrupção do fluxo sanguíneo, que resulta na diminuição da
oxigenação das células do músculo cardíaco (miocárdio).
O infarto pode ocorrer em diversas partes do coração, e isso dependerá de qual artéria foi
obstruída. Em casos raros o infarto pode acontecer por contração da artéria,
interrompendo o fluxo de sangue ou por desprendimento de um coágulo originado dentro
do coração e que se aloja no interior dos vasos.

Causas do infarto agudo do miocárdio


O artigo Síndromes Coronarianas Agudas, publicado no Manual MSD, exemplifica que o
músculo cardíaco precisa de um fornecimento constante de sangue rico em oxigênio. As
artérias coronarianas, que se ramificam da aorta assim que esta sai do coração, fornecem
esse sangue. Uma síndrome coronariana aguda ocorre quando um bloqueio repentino em
uma artéria coronariana reduz extremamente ou interrompe o fornecimento de sangue a
uma área do músculo cardíaco (miocárdio). A falta de fornecimento de sangue a qualquer
tecido é denominada isquemia.
Se o fornecimento for reduzido extremamente ou cortado por mais de alguns minutos, o
tecido cardíaco morre. Um ataque cardíaco, também denominado infarto do miocárdio
(IM), é a morte do tecido cardíaco devido à isquemia.
Um coágulo sanguíneo é a causa mais comum do bloqueio da artéria. Normalmente, a
artéria já está parcialmente estreitada por um acúmulo de colesterol e outros materiais
gordurosos na sua parede (ateroma). Um ateroma pode se romper ou estourar, o que
libera substâncias que tornam as plaquetas mais pegajosas, estimulando a formação de
coágulos. Em cerca de dois terços das pessoas, o coágulo se dissolve por conta própria,
normalmente dentro de um ou dois dias. No entanto, até esse momento, alguns danos
cardíacos geralmente já ocorreram.
Pouco frequentemente, um ataque cardíaco ocorre quando um coágulo se forma no
próprio coração, rompe-se, e se aloja em uma artéria coronariana. Outra causa rara é um
espasmo de uma artéria coronariana que interrompe o fluxo de sangue. Espasmos podem
ser causados por drogas, como a cocaína. E, às vezes, a causa é desconhecida.

Sintomas do infarto agudo do miocárdio


O principal sintoma do Infarto é dor ou desconforto na região peitoral, podendo irradiar
para as costas, rosto, braço esquerdo e, raramente, o braço direito.
Esse desconforto costuma ser intenso e prolongado, acompanhado de sensação de peso
ou aperto sobre o tórax. Esses sinais podem ser acompanhados de outros sintomas,
como:

 Suor excessivo
 Palidez
 Alteração na frequência cardíaca

Já em idosos, o principal sintoma pode ser a falta de ar, e a dor também pode ser sentida
no abdome, semelhante a dor de uma gastrite ou esofagite de refluxo.
Nos diabéticos e idosos, o infarto pode ser assintomático, sem sinais específicos. Por isso,
deve-se estar atento a qualquer mal-estar súbito apresentado por esses pacientes.

Fatores de risco para o infarto agudo do miocárdio


Os principais fatores de risco para o infarto agudo do miocárdio são:

 Tabagismo
 Colesterol em excesso
 Hipertensão (pressão alta)
 Diabetes
 Obesidade
 Estresse
 Depressão

Os diabéticos têm de duas a quatro vezes mais chances de sofrer um infarto. Pacientes
com familiares próximos (pais ou irmãos) com histórico de infarto também tem mais
chance de desenvolver a doença.

Diagnóstico
Além da avaliação clínica dos sintomas, são feitos exames de eletrocardiograma,
ecocardiogama e cateterismo para identificar o infarto agudo do miocárdio.

Tratamento
O mais importante no tratamento do infarto é a desobstrução da artéria entupida. Existem
duas formas de realizar esta desobstrução: angioplastia coronária (desobstrução
mecânica) ou fibrinolíticos (desobstrução com medicamentos). No primeiro, um cateter-
balão é inserido por meio de uma punção arterial (no punho ou virilha) e direcionado até o
local do entupimento da artéria.
Esse cateter é inflado para que seja aberta a artéria. Em seguida é colocado um stent (um
dispositivo semelhante a uma mola), mantendo a artéria aberta e normalizando a
circulação de sangue. Já os fibrinolíticos são medicamentos para dissolução do coágulo.
Essa técnica é indicada somente quando não é possível a desobstrução por angioplastia,
pois pode causar hemorragias.
Além disso, são associados ao tratamento outros medicamentos para evitar a formação de
novos coágulos, prevenir arritmias e controlar o colesterol, além de favorecer a
cicatrização da área afetada.

Prevenção
Praticar exercícios físicos regularmente, manter uma alimentação balanceada, cessar o
tabagismo e controlar os fatores de risco, como diabetes, hipertensão arterial e colesterol
elevado, são ações fundamentais para evitar o entupimento das artérias e consequente
infarto agudo do miocárdio.
O choque
E um estado de hipoperfusão de órgãos, com resultante disfunção celular e morte. Os
mecanismos podem envolver volume circulante diminuído, débito cardíaco diminuído
e vasodilatação, às vezes com derivação do sangue para não passar pelos leitos
capilares de troca. Os sintomas incluem estado mental alterado, taquicardia,
hipotensão e oligúria. O diagnóstico é clínico, incluindo mensuração de pressão arterial
e, às vezes, marcadores de hipoperfusão tecidual (p. ex., lactato sanguíneo, deficit de
base). O tratamento consiste em reanimação por líquidos, incluindo hemoderivados se
necessário, correção do distúrbio subjacente e, às vezes, vasopressores.

O que é choque hipovolêmico?


O choque hipovolêmico é uma situação de emergência decorrente da perda de grande
quantidade de líquidos e sangue. Essa situação faz com que o coração deixe de
bombear sangue para o corpo, levando a problemas em vários órgãos e colocando a
vida do paciente em risco.
O que causa o choque hipovolêmico?
O choque hipovolêmico acontece quando há uma hemorragia em que se perde muito
sangue. Essa situação, geralmente, acontece após acidentes de trânsito, quedas de
grande altura, hemorragia interna, úlceras ativas, feridas ou cortes profundos e
menstruação intensa. Quando os órgãos não são propriamente irrigados com oxigênio,
ocorre a morte celular, falência de órgãos e, consequentemente, a morte.
Quais são os sintomas do choque hipovolêmico?
Os sintomas do choque hipovolêmico são decorrentes da perda excessiva de líquidos e
podem incluir: náuseas e vômitos; cansaço excessivo e tontura; dor de cabeça
progressiva e constante; confusão; dedos e lábios azulados e sensação de desmaio.
Geralmente os sintomas são facilmente identificáveis, por isso é importante começar o
tratamento imediatamente.
Quais são as formas de tratamento do choque hipovolêmico?
O tratamento do choque hipovolêmico é feito por transfusão sanguínea e
administração de soro na veia, para repor o sangue e os líquidos perdidos e prevenir
complicações graves. Além disso, é importante tratar a causa do choque hipovolêmico,
para que o paciente pare de perder líquidos ou sangue. Se o paciente não for tratado
rapidamente e perder um litro de sangue (⅕ do total), morrerá.
Choque anafilático
O que é:
É a forma mais grave de reação de hipersensibilidade (alergia), desencadeada por
diversos agentes como drogas, alimentos e contrastes radiológicos. Os sinais e
sintomas podem ter início após segundos à exposição ao agente ou até uma hora
depois. A avaliação e o tratamento imediatos são fundamentais para evitar a morte.
Principais causas:
– venenos: abelhas, marimbondos, vespas, etc;
– medicamentos: alguns antibióticos, como a penicilina, alguns antiinflamatórios,
anestésicos, contrastes contendo iodo, insulina, entre outros;
– alimentos: camarão, mariscos, frutos do mar, amendoim, dentre outros;
– latex: derivados da borracha, como luvas.
Sintomas:
– sensação de desmaio;
– pulso rápido;
– dificuldade de respiração, incluindo chiados no peito, tosse;
– náusea e vômito;
– dor no estômago;
– inchaço nos lábios, língua ou garganta;
– placas altas e com coceira na pele (urticária);
– pele pálida, fria e úmida;
– tontura, confusão mental, perda da consciência;
– parada cardíaca.
Tratamento:
O tratamento do choque anafilático deve ser iniciado com rapidez nos serviços de
saúde de urgência e emergência. É importante saber que, apesar de ser uma situação
de emergência, é controlável e reversível desde que diagnosticada e tratada a tempo.
O esclarecimento e a correta orientação do paciente e de seus familiares, bem como a
prevenção, constituem o melhor tratamento da anafilaxia, reduzindo sua mortalidade.
Choque cardiogênico: o que é?
O choque cardiogênico é um distúrbio cardíaco grave e agudo em que o corre
uma redução das contrações dos músculos cardíacos, fazendo com que o
coração não consiga bombear sangue em quantidade suficiente para todo o
corpo, resultando em falta de oxigênio nos tecidos, e sintomas como respiração
rápida, desmaio repentino e aumento exagerado dos batimentos cardíacos.

A causa mais comum do choque cardiogênico é o infarto agudo do miocárdio,


mas também pode surgir devido a outras condições de saúde que afetam o
músculo ou as válvulas cardíacas, a membrana que recobre o coração ou o
sistema de condução elétrico do coração, como cardiomiopatias, miocardite ou
regurgitação mitral aguda, por exemplo.

O choque cardiogênico é uma emergência médica, e se não for tratado com


urgência, pode levar à morte. Por isso, se existir suspeita de choque
cardiogênico, deve-se ir imediatamente ao hospital ou o pronto socorro mais
próximo para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado o mais
rápido possível

Sintomas do choque cardiogênico


Os sintomas que podem indicar um possível choque cardiogênico são:
 Respiração rápida;
 Aumento exagerado do batimento cardíaco;
 Dor no tórax;
 Pulso fraco;
 Suor sem causa aparente;
 Pele pálida, fria e pegajosa;
 Pés e mãos frios;
 Diminuição da quantidade de urina;
 Alterações da consciência;
 Desmaio repentino.
Além disso, o choque cardiogênico pode levar a um acúmulo de líquido nos pulmões
ou edema pulmonar, podendo também surgir falta de ar e sons anormais ao respirar,
como chiado, por exemplo.
Uma vez que o choque cardiogênico é mais comum após um infarto, estes sintomas
são também acompanhados dos sintomas de infarto, como sensação de pressão no
peito, dor que se espalha para o braço, ombros ou mandíbula, sensação de bola na
garganta, náuseas ou vômitos.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico de choque cardiogênico precisa ser feito o mais rápido possível no
hospital e, por isso, caso exista suspeita é muito importante ir rapidamente à urgência
do hospital.
O médico poderá utilizar alguns exames, como medição da pressão arterial,
eletrocardiograma, ecocardiografia, raio X do tórax ou angiografia coronária, além de
exames de sangue, testes das enzimas cardíacas e gasometria, para confirmar o
choque cardiogênico e iniciar o tratamento mais adequado.
Possíveis causas
Embora o infarto seja a causa mais frequente de choque cardiogênico, outros
problemas também podem causar esta complicação. Outras possíveis causas incluem:
 Doenças das válvulas cardíacas;
 Regurgitação mitral aguda;
 Insuficiência ventricular direita;
 Miocardite aguda;
 Doença arterial coronariana;
 Arritmias cardíacas;
 Trauma direto no coração;
 Cardiomiopatias;
 Estenose da aorta;
 Dissecção da aorta;
 Tamponamento cardíaco;
 Embolia pulmonar;
 Intoxicação do coração por medicamentos, como doxorrubicina;
 Overdose de medicamentos, como bloqueadores dos canais de cálcio;
 Distúrbios metabólicos, como acidose;
 Distúrbios eletrolíticos, como cálcio ou fosfato.
Além disso, na fase mais avançada da sepse, que é uma infecção generalizada do
organismo, também pode surgir o choque séptico com comprometimento do músculo
cardíaco, e levar ao choque cardiogênico, resultando quase sempre em morte.
choque séptico
é definido como sendo uma complicação grave da sepse, em que mesmo com a
realização do tratamento adequado com a reposição de fluidos e antibióticos, a pessoa
continua com a pressão arterial diminuída e níveis de lactato superior a 2 mmol/L.
Esses parâmetros são avaliados regularmente no hospital para verificar a evolução do
paciente, resposta ao tratamento e necessidade da realização de outros
procedimentos.
O choque séptico é considerado um desafio, pois quando o paciente chega nesse
estágio da doença, já se encontra mais debilitado, além de que há maior foco
infeccioso e maior predomínio de substâncias tóxicas produzidas pelos
microrganismos.
Por diminuição da pressão arterial, é comum que pessoas em choque séptico
apresentem também maior dificuldade na circulação do sangue o que faz com que
chegue menos oxigênio a órgãos importantes como o cérebro, o coração e os rins. Isto
faz com que surjam outros sinais e sintomas mais específicos do choque séptico,
como diminuição da quantidade de urina e alterações do estado mental.
O tratamento do choque séptico é feito na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com o
uso de medicamentos e antibióticos para regularizar as funções cardíacas e renal e
eliminar o microrganismo causador da infecção, além de monitorização da pressão e
níveis de lactato.
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Choque séptico: o que é, sintomas, causas e tratamento
Revisão médica: Drª Sylvia Hinrichsen
Infectologista
setembro 2021
O choque séptico é definido como sendo uma complicação grave da sepse, em que
mesmo com a realização do tratamento adequado com a reposição de fluidos e
antibióticos, a pessoa continua com a pressão arterial diminuída e níveis de lactato
superior a 2 mmol/L. Esses parâmetros são avaliados regularmente no hospital para
verificar a evolução do paciente, resposta ao tratamento e necessidade da realização
de outros procedimentos.
O choque séptico é considerado um desafio, pois quando o paciente chega nesse
estágio da doença, já se encontra mais debilitado, além de que há maior foco
infeccioso e maior predomínio de substâncias tóxicas produzidas pelos
microrganismos.
Por diminuição da pressão arterial, é comum que pessoas em choque séptico
apresentem também maior dificuldade na circulação do sangue o que faz com que
chegue menos oxigênio a órgãos importantes como o cérebro, o coração e os rins. Isto
faz com que surjam outros sinais e sintomas mais específicos do choque séptico,
como diminuição da quantidade de urina e alterações do estado mental.
O tratamento do choque séptico é feito na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com o
uso de medicamentos e antibióticos para regularizar as funções cardíacas e renal e
eliminar o microrganismo causador da infecção, além de monitorização da pressão e
níveis de lactato.

Principais sintomas
Como o choque séptico é considerado uma complicação da sepse, os sinais e sintomas
apresentados pelo paciente são os mesmos, havendo febre alta e persistente e
aumento dos batimentos cardíacos. Além disso, em caso de choque séptico é possível
também observar:
 Pressão arterial muito baixa, sendo a pressão arterial média (PAM) menor ou
igual a 65 mmHg;
 Aumento na concentração de lactato circulante, sendo verificada
concentrações acima de 2,0 mmol/ L;
 Respiração rápida na tentativa de aumentar a quantidade de oxigênio
circulante;
 Elevação da temperatura acima do normal ou queda excessiva;
 Aumento dos batimentos cardíacos;
 Menor produção de urina;
 Perda da consciência ou confusão mental;
Os sintomas do choque séptico surgem quando o microrganismo chega na corrente
sanguínea e libera suas toxinas, que estimulam o sistema imune a produzir e liberar
citocinas e mediadores inflamatórios para combater essa infecção. No caso do
paciente não responder ao tratamento ou a toxicidade dos microrganismos ser muito
elevada, é possível que evolua para sepse grave e, em seguida, choque séptico.
causas do choque séptico
A ocorrência do choque séptico está relacionada com a resistência dos microrganismos
ao tratamento, além do sistema imunológico da pessoa. Além disso, a presença de
sondas e cateteres infectados, que são dispositivos médicos que estão em contato
direto com a pessoa hospitalizada também pode favorecer o choque séptico, isso
porque o microrganismo pode espalhar-se com mais facilidade pela corrente
sanguínea, proliferar e liberar toxinas que acabam por comprometer o funcionamento
do organismo e o suprimento de oxigênio para os tecidos.
Dessa forma, qualquer infecção pode provocar uma sepse ou um choque séptico
sendo causado principalmente por:
 Bactérias, como Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Klebsiella
pneumoniae, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Streptococcus sp.,
Neisseria meningitidis, dentre outras;
 Vírus, como influenza H1N1, H5N1, vírus da febre amarela ou vírus da dengue,
entre outros;
 Fungos, principalmente do gênero Candida sp.
As infecções que levam ao choque séptico podem surgir em qualquer local do corpo, e
algumas das mais comuns são pneumonia, infecção urinária, meningite, erisipela,
celulite infecciosa, infecção de feridas cirúrgicas ou contaminação de cateteres.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico do choque séptico é feito com base no exame clínico da pessoa e em
exames laboratoriais. Normalmente é feito um exame de sangue em que se identifica
se a contagem de células sanguíneas está alterada (hemácias, leucócitos e plaquetas),
se há algum problema na função dos rins, qual a concentração de oxigênio no sangue e
se há alguma alteração na quantidade de eletrólitos presentes no sangue. Os outros
testes que o médico pode solicitar estão relacionados com a identificação do
microrganismo que causa o choque.
O diagnóstico é conclusivo para choque séptico quando além dos sinais e sintomas
característicos de sepse, é identificada aumento na concentração de lactato e
persistência da pressão arterial baixa mesmo após o tratamento.

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