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Experimentos de Circuitos RC, RL e RLC

O relatório apresenta experimentos sobre circuitos RC, RL e RLC em corrente alternada, abordando conceitos como reatância, frequência de corte e ressonância. Os resultados incluem medições de tensão, corrente e impedância, com análise de erros percentuais em relação a valores teóricos. O objetivo é entender na prática os conceitos de circuitos elétricos e suas características.
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Experimentos de Circuitos RC, RL e RLC

O relatório apresenta experimentos sobre circuitos RC, RL e RLC em corrente alternada, abordando conceitos como reatância, frequência de corte e ressonância. Os resultados incluem medições de tensão, corrente e impedância, com análise de erros percentuais em relação a valores teóricos. O objetivo é entender na prática os conceitos de circuitos elétricos e suas características.
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS

DEPARTAMENTO DE FÍSICA

ENGENHARIA QUÍMICA – FISICA EXPERIMENTAL IV

TURMA 02

RELATÓRIO DOS EXPERIMENTOS I, II, III: CIRCUITO RC, RL E


RLC EM CORRENTE ALTERNADA

Alunos: RA:

Gabriela Hikaru Miyai 102827

Gabriele Corrente Rover 105053


Professor: Wilson Ricardo
Weinand

Maringá, outubro de 2018.


1. Introdução
1.1. Circuito Resistivo

Para um circuito ser considerado resistivo, é necessário que ele possua um


resistor

R, cuja resistência é dada em Ohms (Ω) e uma fonte de corrente alternada, cuja
tensão ou

força eletromotriz (fem) é medida em Volts (V). Abaixo, na figura 1, está um


exemplo de

um circuito resistivo.

Figura 1: Circuito resistivo.

A fem pode ser calculada utilizando a expressão 1, em que ωd =


2πf.

ε = εmsen(ωdt) (1)
Aplicando a lei das malhas de Kirchhoff, temos
que:

ε − VR = 0 (2)
Substituindo a equação (1) em (2), obtém-
se:

VR = εmsen(ωdt) (3)
Sabemos também, pela Lei de Ohm,
que:

(4)

Portanto, podemos encontrar também a expressão para calcular a


corrente:

i = imsen(ωdt) (5)
Pelas expressões (1) e (5), pode-se observar que a corrente e a tensão
estão em fase,

o que também pode ser visto com maior clareza nas figuras 2 e 3, sendo a
segunda o que

chama-se de Diagrama de
Fasores.
Figura 2: Circuito resistivo: tensão e corrente em
fase.

Figura 3: Diagrama de fasores para o circuito


resistivo.

Um circuito resistivo é importante, pois é capaz de produzir uma potência,


por ser

dissipativo. A potência média de um resistor pode ser calculada pela


expressão 6:

(6)

Vale a pena lembrar que os termos que acompanham a parte oscilatória de


cada

uma das expressões representam a amplitude máxima do que se está


calculando.
[Link] Capacitivo

Em um circuito capacitivo, encontra-se uma fonte de corrente alternada e um

capacitor, cuja capacitância C é medida em Farad (F) e a reatância capacitiva, em


Ohms

(Ω). Este elemento de circuito é capaz de armazenar carga, podendo ser carregado
e

descarregado. Na figura 4, temos o exemplo de um circuito


capacitivo.

Figura 4: Circuito capacitivo.

A reatância capacitiva pode ser calculada a partir da


equação 7:

(7)

A tensão da fonte é dada pela equação 1. Sabe-se também que a corrente é


a

derivada da carga pelo tempo e que a carga total de um


capacitor é:

q = C. V (8) Com isso, substituindo a expressão 1 em


8 e derivando-a, obtém-se uma para

calcular a corrente:
(9)

Por 1 e 9, depreende-se que corrente e tensão não estão em fase, mas sim
que a
π
corrente está adiantada ⁄2 em relação à tensão. Nas figuras 5 e 6 este fenômeno
fica mais visível.

Figura 5: Circuito capacitivo: corrente adiantada em relação à


tensão.

Figura 6: Diagrama de fasores para um circuito


capacitivo.

Este tipo de circuito não é dissipativo e, portanto, sua potência média é


nula.

[Link] Indutivo

O circuito indutivo, como o próprio nome sugere, é composto por uma fonte
de

corrente alternada e por um indutor, que é uma bobina (enrolamento de espiras) e


armazena

energia magnética. A sua indutância L é medida em Henry (H) e a reatância


indutiva em

Ohms (Ω). Na figura 7 observa-se um circuito


indutivo.
Figura 7: Circuito indutivo.
Pode-se calcular a reatância indutiva pela seguinte
equação:

xL = 2πfL (10)
A tensão alternada faz com que a bobina se comporte de acordo com a
equação 11:

(11)

Quando a integramos, obtém-se a equação da corrente no circuito


indutivo:

(12)

Analisando a o termo oscilatório e a equação 1, conclui-se que a corrente


está

atrasada em relação à tensão. Isto também pode ser visto nas figuras 8 e 9, a
seguir:

Figura 8: Circuito indutivo: corrente atrasada em relação à


tensão.
Figura 9: Diagrama de fasores para o circuito
indutivo.

1.4. Circuitos RC, RL e RLC

Assim como o diagrama fasorial foi importante no estudo dos circuitos

apresentados anteriormente, também será de grande valia quando reunirmos os

componentes de cada circuito para compor um novo. As imagens que se seguirão


mostram,

respectivamente, os circuitos RC, RL e RLC e seu diagrama fasorial


correspondente.
Figura 13: Figura 12:
ma fasorial para um circuito RL em Circuito RC em série.

Figura 11:
ma fasorial para o circuito RC em

Circuito RL em série.

Figura 14: Circuito RLC em série.


Figura 10:
Figura 15: Diagrama fasorial para um circuito RLC em
série.

Existem vários conceitos importantes quando se trata destes tipos de circuitos, por

exemplo a ressonância, frequência de corte, tensão pico e pico, fase, entre


outros.

Um circuito se diz em ressonância quando a reatância capacitiva (xC) e a reatância


indutiva

(xL) se igualam. Quando isso acontece, o circuito RLC opera na chamada


frequência de

ressonância, cuja equação


é:

(13)

Já a frequência de corte se dá quando a reatância se iguala à resistência do


circuito RC ou

RL. Ela também pode ser calculada, mas cada tipo de circuito possui sua própria

expressão:

• RC:

(14)

• RL

(15) A
tensão pico a pico é a tensão medida entre a crista e o vale da onda analisada.
Seu valor

é o dobro da amplitude da onda e, de modo geral, é a forma de tensão utilizada


nos

equipamentos utilizados nos experimentos laboratoriais, como o


osciloscópio.

A fase é a diferença entre duas ondas na mesma frequência em referência ao


mesmo ponto

no tempo, sendo que ela pode ser medida em ângulo ou tempo. Quando existe
uma

diferença de fase, diz-se que as ondas estão fora de fase e quando não existe,
estão em

fase. O objetivo desta atividade é montar, testar e analisar circuitos RC, RL e RLC

para

entender na prática os conceitos vistos até


então.
2. Dados e
Resultados

2.1. Circuito RC Tabela 1: Dados medidos e

calculados.

R (Ω) 100,28 C (nF) 10,41


152,46
fc(calc) (kHz)

Tabela 2: Dados medidos e


calculados.

f (Hz) VT (V) VR (V) VC (V) Φ (°) 10430 10 0,744


10 -77,6 20330 10 1,38 9,84 -73,4 30570 10,1 2
9,84 -68,8 40160 10 2,54 9,68 -65,1 50130 10,1
3,28 9,52 -63 60060 10,1 3,68 9,36 -61,9 70030
10,1 4,2 9,2 -57,2 80350 10 4,64 8,8 -53,3
90690 10,1 4,12 8,64 -52 100600 10 5,52 8,32 -
50,9 110600 10 5,92 8,16 -46,6 130200 10 6,48
7,76 -41 150200 10 7,04 7,28 -39,5 160400 10
7,2 7,04 -37 180500 10 7,6 6,72 -35,7 200300
10,1 7,92 6,32 -36,6 500000 10 9,28 3,2 -16,5
700300 10 9,6 2,24 -13,6 Gráfico 1: VT, VR E
VC em função da frequência.
Pelo gráfico 1, sabe-se que a frequência de corte (frequência na qual VR=VC)
experimental é aproximadamente 152,51 kHz. Calculando a porcentagem de erro,
obtémse 0,03%, que

é considerado desprezível.

Tabela 3: Dados calculados.

I (A) 1/f (1/Hz) XCexp (Ω) XC (Ω) Z exp (Ω) R (Ω) 0,0074 9,59E-05 1347,85 1465,84
1351,57 100,28 0,0138 4,92E-05 715,04 752,02 722,04 100,28 0,0199
3,27E-05 493,38 500,12 503,47 100,28 0,0253 2,49E-05 382,17 380,69
395,11 100,28 0,0327 1,99E-05 291,06 304,98 307,85 100,28 0,0367
1,67E-05 255,06 254,56 274,07 100,28 0,0419 1,43E-05 219,66 218,32
241,47 100,28 0,0463 1,24E-05 190,19 190,28 215,00 100,28 0,0411
1,10E-05 210,30 168,58 232,98 100,28 0,0550 9,94E-06 151,15 151,97
181,39 100,28 0,0590 9,04E-06 138,22 138,23 170,77 100,28 0,0646
7,68E-06 120,09 117,42 156,45 100,28 0,0702 6,66E-06 103,70 101,79
144,25 100,28 0,0718 6,23E-06 98,05 95,32 140,25 100,28 0,0758 5,54E-
06 88,67 84,70 133,86 100,28 0,0790 4,99E-06 80,02 76,33 128,29 100,28
0,0925 2,00E-06 34,58 30,58 106,07 100,28 0,0957 1,43E-06 23,40 21,83
102,97 100,28

Gráfico 2: XCexp e XC em função do inverso da


frequência.

Utilizando a equação da reta dos pontos de XCexp, que é y = 1E+07x +16,811, mais
especificamente seu coeficiente angular, é possível calcular a capacitância
experimental.

A tangente desta reta é igual à e assim descobre-se que Cexp=1,59.10-8


F.

Comparando com a capacitância nominal, o desvio percentual corresponde a


52,74%.

Gráfico 3: XCexp, Zexp e R em função da


frequência.

Neste caso, para que se tenha a chamada frequência de corte, é necessário que
XCexp seja igual a R. Para conseguir este valor, basta igualar a equação da reta de
XCexp ao valor de R. A equação para a reatância capacitiva é y=10 7.x-0.959. Portanto,
a frequência de corte é

163,13 kHz. Comparando com a frequência de corte calculada inicialmente, a

porcentagem de erro equivale a


7%.

Gráfico 4: Fase em função da


frequência.
2.2. Circuito RL

De acordo com a tabela a baixo, pode-se obter uma relação entre as


tensões e a

frequência e calcular a frequência de corte, com valor de 104,52 kHz ou


104520 Hz.

Tabela 4: Dados do experimento

R (Ω) 2191,00

L (mH) 3,336

Fc (Hz) 104581,94

Tabela 5: Relação entre frequência e as tensões pico a


pico

f (Hz) VT(V) VR (V) VL (V)

10560 10 10 1,05

30210 10,1 9,76 2,96

40520 10,1 9,44 3,8

50560 10,1 9,12 4,56

60390 10,1 8,68 5,2

70030 10,1 8,48 6

80000 10,1 8,08 6,56

90580 10,1 7,68 7,04

100000 10,1 7,28 7,44

110500 10,1 6,96 7,84

120500 10,1 6,48 8,16

130000 10 6,16 8,32


140800 10 5,76 8,64
150300 10 5,44 8,8

180500 10 4,44 9,28

200000 10 3,88 9,44

300300 10 1,88 9,84

Com os valores da Tabela 5, pode-se plotar o seguinte gráfico e obter-se como


valor

experimental de frequência de corte de 100 kHz. Dessa forma, o desvio calculado


foi de

4,32%.

Gráfico 5

frequência (Hz)

Ao fazer uma análise quanto à impedância obtemos a seguinte


tabela:

Tabela 6: Frequência e impedância experimental e


teórica

f(Hz) X L XL(exp)
teórico(Ω) (Ω)
10560 2,21E+02 230,055

30210 6,33E+02 664,484

40520 8,49E+02 881,97

50560 1,06E+03 1095,5

60390 1,27E+03 1312,58

70030 1,47E+03 1550,24


80000 1,68E+03 1778,83
90580 1,90E+03 2008,42
100000 2,10E+03 2239,15
110500 2,31E+03 2468,02
120500 2,52E+03 2759,04
130000 2,72E+03 2959,27
140800 2,95E+03 3286,5
150300 3,15E+03 3544,26
180500 3,78E+03 4579,39
200000 4,19E+03 5330,68
300300 6,29E+03 11467,8
Gráfico 6: Gráfico obtido da tabela 6.
Para construir um gráfico relacionando R, XL exp XL , Zexp, Z em função da
frequência foi necessário calcular cada uma dessas variáveis obtendo então a tabela 7.
Tabela 7
f(Hz) XL teórico
(Ω)
XL(exp)
R (Ω) Z(exp)
(Ω)
Z (Ω)
(Ω) 10560 2,21E+02 230,055 2191 2203,045 2202,14
30210 6,33E+02 664,484 2191 2289,546 2280,58
40520 8,49E+02 881,97 2191 2361,854 2349,70
50560 1,06E+03 1095,5 2191 2449,612 2433,61
60390 1,27E+03 1312,58 2191 2554,085 2530,05
70030 1,47E+03 1550,24 2191 2683,973 2636,85

80000 1,68E+03 1778,83 2191 2822,184 2758,53

90580 1,90E+03 2008,42 2191 2972,241 2898,55

100000 2,10E+03 2239,15 2191 3132,777 3031,43


110500 2,31E+03 2468,02 2191 3300,245 3187,42

120500 2,52E+03 2759,04 2191 3523,176 3342,68

130000 2,72E+03 2959,27 2191 3682,089 3495,42

140800 2,95E+03 3286,5 2191 3949,881 3674,46

150300 3,15E+03 3544,26 2191 4166,809 3836,07

180500 3,78E+03 4579,39 2191 5076,541 4370,37

Gráfico 7

frequência (Hz)

Pelo gráfico 3, o valor obtido da frequência foi de 180 kHz. Fazendo uma
análise quanto à frequência e a fase obteve-se a seguinte tabela:
Tabela 8

f(Hz) Ø (o) Ø exp(o) 10560 5,765811 4,18 30210


16,11212 14,8 40520
21,17873 20,16 50560
25,80138 24,8 60390
30,00394 29,9 70030 33,807
31,7 80000 37,4142 36,6
90580 40,89633 40,9
100000 43,71698 44,3
110500 46,57612 47,2
120500 49,04529 49 130000
51,18414 53,8 140800
53,39616 54,2 150300
55,16898 58,3 180500
59,91194 63 200000
62,3945 66,5 300000
70,78111 80,2

Gráfico 8

frequência (Hz)

2.3. Circuito RLC

Para construir o gráfico em função da frequência e tensão total pico a pico,


tensão

no indutor, tensão no capacitor e tensão no


resistor.

Tabela 9: Dados do experimento

R (Ω) 10020

L (H) 0,0026

C (F) 1,02E-08
Tabela 10

f (Hz) VT(Vpp) VR VL Vc

12250 10 0,936 2,12 12,1

16080 10 1,43 4,04 14,2

20370 10 2,28 7,84 17,8


10
20
30
40
50
60
70 160000
160000
160000
160000
160000
160000
160000
160000
180000
180000
180000
180000
180000
180000
180000
180000
180000

angulo
0

60000
60000
60000
80000
80000
80000
80000
100000
100000
100000
100000
100000
120000
120000
120000
120000 200000
120000 200000
120000 200000
140000 200000
140000 200000
140000 200000
140000 200000
140000 200000
140000 200000
140000 200000

24350 10 3,28 16,2 25,2

26510 10 5,44 25,2 32,8

28470 10 7,66 37,6 40,8


29410 10 8,56 43,6 47,2

30800 10 9,2 40 46,8

31750 10 8,72 48 44

32470 10 7,92 44,4 39,2

34290 10 6,24 36,8 28,8

36420 10 4,64 29,2 20,4

40710 10 3,12 22,2 12,2

44430 10 2,4 18,8 8,72

48170 10 2 16,6 6,72

51650 10 1,74 15,6 5,32

Gráfico 9
frequência (Hz)

Pelo gráfico, pode-se obter o valor 30,80 kHz para a frequência de corte retirada
do gráfico

5. Calculando-se a desvio do valor calculado de 30,96 kHz com um desvio


percentual de

0,5%. Além disso, a partir desse gráfico é possível concluir várias pontos. Quando
f<fc, o

circuito tende a ser mais capacitivo pois Xc>X L, assim, quando f>fc o circuito tende
a ser mais indutor pois Xc<X L. E quando chega-se ao ponto de Xc=X L concluímos
que o circuito é resistivo.

Para fazer uma análise quanto à impedância do circuito RLC, plotou-se o seguinte
gráfico

de acordo com a tabela:

Tabela 11

f (Hz) XL (Ω) Xc (Ω)

12250 22694,9 129532

16080 28308,3 99499,3

20370 34454,7 78226,3

24350 49489,0 76982,9

26510 46416,2 60414,7

28470 49184,3 53370,2

29410 51036,4 55250,5

30800 43565,2 50971,3

31750 55156,0 50559,6

32470 56172,7 49593,9

34290 59092,3 46246,2

36420 63056,9 44053,4


40710 71296,2 39180,8

44430 78490,0 36406

48170 83166,0 33667,2

51650 89834,5 30635,9

Na ressonância, a condição XL=Xc é atendida para que iM possa tender ao


infinito. A frequência natural, ou f0, tem como valor calculado de 30,98 kHz. Pelo
gráfico abaixo, obtém-se que o f0 é de 31,24 kHz. Portanto, o valor do desvio foi de
0,8%. Quando f< f0 a impedância do capacitor começa a aumentar enquanto a
impedância do indutor diminui,

e quando f> f0 o inverso ocorre.


Gráfico 10

f (Hz)

Como última análise, o gráfico abaixo mostra a relação entre a fase a


frequência.

Tabela 12

f (Hz) fase (°)

12250 -81,9

16080 -87
20370 -79,8

24350 -66

26510 -51,6

28470 -33

29410 -20,7

30800 6

31750 19

32470 30,9

34290 46,5

36420 59,7

40710 69,7

44430 73,1

48170 77,9

51650 78,3
100000
110000
120000
130000
140000 90000

10000

30000
30000
40000
40000
40000
20000
50000
30000
50000
40000
50000
50000
50000
60000
70000
80000 XL
Gráfico 11
f (Hz)

Pelo gráfico obtido com a relação entre a fase e a frequência, a f 0 experimental


é de 30,61 kHz, sendo assim, um desvio de 1,09%. Quando f< f 0 a fase apresenta
valores negativos, e quando f> f0 a fase começa a crescer, tendendo a 90o.

O fator da qualidade (Q) pode ser calculado a partir da seguinte


fórmula:

De acordo com o gráfico 5,

Portanto, a curva do depende do R já que I=VR/R e quanto maior é a


resistividade,

maior é largura de banda e portanto, menor é o fator de


qualidade.

Grande parte dos erros encontrados em cada circuito pode ser observado
por

motivos da qualidade do material trabalhado, sendo que diversas vezes os


capacitores e

resistores não encaixavam perfeitamente na placa, o que prejudicava na leitura do

osciloscópio. Outro problema estaria na calibragem do aparelho e na falta de


atenção para

manter a tensão total pico a pico em torno de 10 V mesmo após o aumento da


frequência,

o que pode ter propagado os erros já citados


anteriormente.
-100
100
-80
-60
-40
-20
20
40
60
80

10000 40000
20000 50000
30000 50000
30000 50000
40000 50000
40000

3. Conclusão
Conclui-se que para cada circuito, tanto o RC, RL como o RLC, existe a
correlação

entre as variáveis da frequência e da tensão pico a pico, as quais sofrem


alterações após a

passagem da frequência de corte. Além disso, pode-se concluir que os erros


apresentados

no experimento estão concentrados na execução e no manuseio o osciloscópio,


uma vez

que ele pode estar


descalibrado.

4. Referências
[1] WEINAND, W. R.; MATEUS, E. A.; HIBLER, I. Circuitos em Série sob Tensão

Alternada e Ótica. Universidade Estadual de Maringá. Centro de Ciências


Exatas.
Departamento de Física. Fevereiro de
2011.

[2] IRAMINA, A. S.; NETO, A. M.; SATO, F.; DIAS, G. S.; WEINAND, W. R.

Atividades para Fixação de Aprendizado dos Experimentos de Física


Experimental

IV. Universidade Estadual de Maringá. Centro de Ciências Exatas. Departamento


de

Física. Agosto de 2017.

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