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Controle de Erros em Redes de Computadores

A aula aborda o Nível de Enlace, suas funções e controle de erros, incluindo técnicas como Paridade e Checksum. Também explora redes cabeadas e sem fio, além de equipamentos de interconexão. O conteúdo é dividido em partes que detalham cada um desses tópicos, proporcionando uma compreensão abrangente sobre a infraestrutura de redes.

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Controle de Erros em Redes de Computadores

A aula aborda o Nível de Enlace, suas funções e controle de erros, incluindo técnicas como Paridade e Checksum. Também explora redes cabeadas e sem fio, além de equipamentos de interconexão. O conteúdo é dividido em partes que detalham cada um desses tópicos, proporcionando uma compreensão abrangente sobre a infraestrutura de redes.

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Infraestrutura e Sistemas

Computacionais
Cristina Moreira Nunes – Aula 07
Relembrando • Nível de Enlace
o conteúdo do • Serviço à camada de rede
• Controle de fluxo
vídeo anterior
Aula 07
• Dividida em cinco partes.
• Continuação das funções do Nível de Enlace.
• Apresentação dos principais conceitos relacionados à padrões de
redes locais com e sem fio.
• Compreensão do funcionamento dos equipamentos de
interconexão de computadores.
O que você • Parte 1 – Nível de Enlace
vai aprender • Parte 2 – CRC e Exercícios
nessa aula • Parte 3 – Redes Cabeadas
• Parte 4 – Redes sem Fio
• Parte 5 – Equipamentos de Interconexão
Aula 7

• Parte 1 – Nível de Enlace


• Controle de erros
• Paridade
• Checksum
Aula 7

• Parte 2 – Nível de Enlace


• CRC
• Exercícios das técnicas de controle de erro
Aula 7

• Parte 3 – Redes Cabeadas


• Modelo das Redes Locais
• Protocolos da Família Ethernet
• Histórico
• Características
• Controle de acesso ao meio
Aula 7

• Parte 4 – Redes sem fio


• Padrões das redes sem fio
• Funcionamento
• Controle de acesso ao meio
Aula 7

• Parte 5 – Equipamentos de Interconexão


• Repetidor
• Hub
• Switch
• Roteador
O que você vai
precisar para
acompanhar Capítulos de livros de rede de computadores ou materiais que
explicam técnicas de controle de erro, protocolo Ethernet, Wi-Fi,
essa aula e equipamentos de interconexão.
Ethernet Alliance: [Link]
Wi-Fi Alliance : [Link]
O que você • Parte 1 – Nível de Enlace
vai aprender • Parte 2 – CRC e Exercícios
nessa aula • Parte 3 – Redes Cabeadas
• Parte 4 – Redes sem Fio
• Parte 5 – Equipamentos de Interconexão
Nível de Enlace

Nível 3 Nível 3

Protocolo nível 2
Nível 2 Nível 2

Protocolo nível 1
Nível 1 Nível 1

Meio físico
Nível de Enlace
• Funções:
• fornecer um serviço à camada de rede;
• determinar como os bits da camada física são agrupados em quadros
(enquadramento);
• controlar fluxo de quadros;
• controlar o acesso ao meio físico;
• controlar os erros de transmissão.
Controle de Erros
• O nível de enlace utiliza os serviços fornecidos pelo nível físico.
• O nível de enlace deve detectar e, as vezes, corrigir erros.
• O fluxo de bits é dividido em quadros e um controle de erro é calculado para cada
quadro.
• Quando um quadro chega ao destino, o controle de erro é recalculado.

• Formato típico de quadros

Cabeçalho Dados Cauda

Controle de erros
Controle de Erros 1 bit errado

• Detecção de Erros
• Correção de Erros

Erros em rajada
• Tipos de erros
• Erros isolados (1 bit)
• Erros em rajada (mais comuns, vários bits)

Forouzan
Controle de Erros

Forouzan
Controle de Erros
• Como é impossível eliminar todos os erros que ocorrem em uma transmissão,
deve haver a possibilidade de recuperar a informação perdida.
• Primeiro deve-se detectá-lo.
• Os métodos de detecção de erros são baseados na inserção de bits extra na
informação transmitida.
Detecção de Erros
Métodos de
detecção

Verificação
Checksum CRC
de Paridade

Paridade
simples

Paridade
Combinada
Verificação de Paridade
• Mecanismo de detecção de erros que possui o menor custo
associado.
• Dois tipos:
• Paridade simples (ou de caracter)
• Paridade combinada
Paridade Simples
• Consiste em adicionar um bit ao final dos dados para indicar a paridade.
• Paridade par: o número de bits 1 deve ser par
• Paridade ímpar: o número de bits 1 deve ser ímpar

1100001

1100001
Par?

Cálculo do bit de
paridade Conta 1’s

11000011 Recebe os bits

MEIO
Paridade Simples
• Exemplo

Transmissão Recepção
1100000  2 bits 1  11000000 11000000 OK
par
1010100  3 bits 1  10101001 10101001 OK
1100000  2 bits 1  11000001 11000001 OK
ímpar
1010100  3 bits 1  10101000 10101000 OK
Paridade Simples
• Problema:
• Caso um número par de bits tenha sido invertido, o receptor não será capaz de
perceber o erro, pois a paridade ainda estará correta.
• O que acontece quando 2 bits mudarem (ou erros em rajada que mantiveram a
mesma paridade)

Transmissão Recepção
1100000  2 bits 1  11000000 10100000 OK
par
1010100  3 bits 1  10101001 10000111 OK
1100000  2 bits 1  11000001 11001101 OK
ímpar
1010100  3 bits 1  10101000 11111110 OK
Paridade Combinada
• Agrupa-se os bits em blocos e os organiza em forma de uma tabela.
• Para cada linha da tabela, define-se o bit de paridade.
• Para cada coluna, o mesmo processo é realizado, gerando informações para
mais uma sequência de dados.
Paridade Combinada
• Dados originais: 1100111 1011101 0111001 0101001

• Sequencias geradas:
11001111 – 10111011 – 01110010 – 01010011 – 01010101
Paridade Combinada
• Problema: Se 2 bits mudarem na mesma posição.

Enviado

Recebido
Detecção de Erros
Métodos de
detecção

Verificação
Checksum CRC
de Paridade

Paridade
Simples

Paridade
Combinada
Soma de Verificação (Checksum)
• Também adiciona informação de redundância ao quadro.
• Transmissor:
• Subdivide o bloco em segmentos iguais de n-bits (ex.: 16 bits Checksum16).
• Segmentos são somados (resultado da soma = n bits).
• Na soma é feito o complemento de 1, e acrescentada no final do bloco de dados
original, formando os bits de redundância (campo de checksum).
• Receptor:
• Subdivide o bloco em segmentos iguais, soma os segmentos e complementa o
resultado.
• O resultado deve dar igual a 0.
Soma de Verificação (Checksum)
Soma em binário
• Exemplo – Transmissão: 0+0=0
0+1=1
• Suponha o envio dos dados: 10101001 e 00111001, usando a 1+0=1
técnica de checksum de 8 bits. 1 + 1 = 0 e “vai 1”

1 1 1 1

10101001 técnica de representação


+ 00111001 de números positivos e negativos

11100010 (soma)
Checksum: 00011101 (complemento de 1 – inverte todos os bits)

Sequência enviada: 10101001 00111001 00011101


(checksum)
Para Saber Mais

• Aritmética Binária e técnicas de representação de números inteiros com


sinal
• FOROUZAN, B.; MOSHARRAF, F. Fundamentos da ciência da computação.

• MONTEIRO, M. Introdução a Organização de Computadores.


Soma de Verificação (Checksum)
• Exemplo – Recepção livre de erros....
Exemplo: 10101001 00111001 00011101 (checksum de 8 bits)
1 1 1 1

10101001
00111001
+ 00011101 (checksum)
11111111 (soma)
00000000 (complemento de 1)

Resultado: 00000000 (transmissão OK!)


Soma de Verificação (Checksum)
• Exemplo – Recepção com erros
Exemplo: 10101111 11111001 00011101 (checksum de 8 bits)
1 1 11 11 11 1 1 1

10101111
11111001
+ 00011101 (checksum)
11000101
+ 1 (carry)
11000110 (soma)
00111001 (complemento de 1)

Resultado: 00111001 (transmissão com erros!)


Soma de Verificação (Checksum)
• Detecta todos os erros envolvendo uma quantidade ímpar de bits.
• Detecta maioria dos erros envolvendo uma quantidade par.

• Problema:
• Se um ou mais bits de uma sequência forem corrompidos, e os correspondentes na
mesma posição do outro segmento também, a soma da coluna não detectará o
problema.
Resumo do • Nível de Enlace
que vimos • Controle de erros
até agora • Paridade
• Checksum
Relembrando • Nível de Enlace
o conteúdo do • Controle de erros
vídeo anterior • Paridade
• Checksum
O que você • Parte 1 – Nível de Enlace
vai aprender • Parte 2 – CRC e Exercícios
nessa aula • Parte 3 – Redes Cabeadas
• Parte 4 – Redes sem Fio
• Parte 5 – Equipamentos de Interconexão
Detecção de Erros
Métodos de
detecção

Verificação
Checksum CRC
de Paridade

Paridade
Simples

Paridade
Combinada
Verificação de Redundância Cíclica (CRC)
• CRC (Cyclic Redundancy Check)
• Técnica melhor que as anteriores.
• Consiste em adicionar um código de redundância no final dos dados.
• Baseia-se em tratar os bits de uma mensagem como coeficientes binários de um polinômio
variável X qualquer.
• Um quadro de k bits é representado por um polinômio em X, de ordem k-1.

• Exemplo: mensagem
1 0 1 0 0 0 1 1 0 1 x9+x7+x3+x2+x0
polinômio gerador
1 1 0 1 0 1 x5+x4+x2+x0
CRC
• Transmissor:
• O polinômio de ordem k - 1 é dividido, em aritmética módulo 2, por um polinômio gerador
de ordem n, tendo como resultado um quociente e um resto de ordem n - 1.
• Gera em sua saída os k bits originais, seguidos dos n bits correspondentes ao polinômio
obtido como resultado da divisão.

• Receptor:
• Divide o bloco de dados pelo mesmo número binário.
• Divisão exata: bloco recebido com sucesso.
• Divisão com resto: bloco corrompido.
Geração do CRC
• Cálculo:
• Definir o divisor predeterminado (n+1 bits).
• Acrescentar, ao final da sequência, n bits em
zero.
• Dividir esse valor pelo divisor predeterminado.
• O resto da divisão será o CRC (n bits).
• Substituir os 0’s pelo CRC calculado (resto).

Operação de OU exclusivo ou Xor:


0 XOR 0 = 0
0 XOR 1 = 1
1 XOR 0 = 1
1 XOR 1 = 0
Para Saber Mais

• Operações lógicas (AND, OR, NOT, XOR):


• FOROUZAN, B.; MOSHARRAF, F. Fundamentos da ciência da computação.

• MONTEIRO, M. Introdução a Organização de Computadores.


CRC
• O divisor é comumente representado na forma de um polinômio.
• Deve respeitar as seguintes propriedades:
• Não deve ser divisível por x
• Deve ser divisível por x+1

• Exemplo: x8 + x2 + x1 + 1 (CRC8)
CRC
• Transformação do polinômio gerador em binário.
CRC
• Polinômios Padronizados

• Exemplo de uso:
• Protocolos de enlace (ex: Ethernet – CRC32)
Case
mensagem polinômio
1 0 1 0 0 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 1 0 1 0 1
Exemplo de
transmissão 1 1 0 1 0 1
0 1 1 1 0 1 1
1 1 0 1 0 1
0 0 1 1 1 0 1
0 0 0 0 0 0
1 1 1 0 1 0 1 1 0 0 1 0
1 1 0 1 0 1 1 1 0 1 0 1
0 1 1 1 1 1 0 0 1 1 1 0
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1 1 1 1 1 0 0 1 1 1 0 resto
1 1 0 1 0 1
0 1 0 1 1 0
mensagem que será enviada 0 0 0 0 0 0
1 0 1 1 0 0
1 0 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 1 0 1
0 1 1 0 0 1
CRC
Case
mensagem recebida polinômio
Exemplo de 1 0 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 1 0 1
recepção sem
1 1 0 1 0 1
erros 0 1 1 1 0 1 1
1 1 0 1 0 1
0 0 1 1 1 0 1
0 0 0 0 0 0
1 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 1
1 1 0 1 0 1 1 1 0 1 0 1
0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 resto
1 1 0 1 0 1
0 1 0 1 1 1 A mensagem recebida está correta!
0 0 0 0 0 0
1 0 1 1 1 1
1 1 0 1 0 1
0 1 1 0 1 0
Case
mensagem recebida polinômio
Exemplo de 1 0 1 0 1 0 1 1 1 0 1 0 1 1 0 1 1 0 1 0 1
recepção com 1 1 0 1 0 1
erros 0 1 1 1 0 1 1
1 1 0 1 0 1
0 0 1 1 1 0 1
0 0 0 0 0 0
1 1 1 0 1 1 0 0 1 0 0 1
1 1 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0
0 1 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 0 resto
1 1 0 1 0 1
0 1 1 0 0 0 A mensagem recebida está com ERRO!
0 0 0 0 0 0
1 1 0 0 0 1
1 1 0 1 0 1
0 0 0 1 0 0
CRC
• Detecta todas as rajadas de erros que afetarem uma quantidade ímpar de bits.

• Detecta todas as rajadas de erros cujos comprimentos forem menores que ou iguais ao
grau do polinômio gerador.

• Detecta, com uma probabilidade muito alta, rajadas de erros cujos comprimentos forem
maiores que o grau do polinômio gerador.
Dinâmica

• Vamos fazer alguns exercícios?


1. Em uma rede que utiliza a técnica de paridade, como as seguintes sequências de dados serão
enviadas? Considere paridade par.
a) 1100000_
b) 1111111_

2. Em uma rede que utiliza a técnica paridade, como as seguintes sequências de dados serão
enviadas? Considere paridade ímpar.
a) 1100000_
b) 1111111_
Dinâmica

1. Em uma rede que utiliza a técnica de paridade, como as seguintes sequências de dados
serão enviadas? Considere paridade par.
a) 11000000
b) 11111111

2. Em uma rede que utiliza a técnica paridade, como as seguintes sequências de dados serão
enviadas? Considere paridade ímpar.
a) 11000001
b) 11111110
Dinâmica

3. Considere uma rede que utiliza a técnica de verificação de paridade combinada. Está
técnica utiliza um bloco de 4 linhas com 7 bits por linha e acrescenta bits de paridade a
cada linha e a cada coluna. A sequência de dados a seguir foi recebida por um receptor.
Verifique se a sequência chegou com erros ou não. Considere paridade par.

a) 11001111 10111011 01111010 01010011 01010101


Dinâmica
Correção
3. Considere uma rede que utiliza a técnica de verificação de paridade combinada. Está
técnica utiliza um bloco de 4 linhas com 7 bits por linha e acrescenta bits de paridade a
cada linha e a cada coluna. A sequência de dados a seguir foi recebida por um receptor.
Verifique se a sequência chegou com erros ou não. Considere paridade par.

a) 11001111 10111011 01111010 01010011 01010101 A mensagem recebida está com ERRO!

1 1 0 0 1 1 1 1 correto
1 0 1 1 1 0 1 1 correto
0 1 1 1 1 0 1 0 errado
0 1 0 1 0 0 1 1 correto
0 1 0 1 0 1 0 1 correto

correto correto correto correto errado errado errado correto


Dinâmica

4. Um fluxo de bits 10111001 00111001 será transmitido com a utilização da técnica de


checksum, utilizando 8 bits. Mostre a sequência de bits do checksum calculado.
Dinâmica

4. Um fluxo de bits 10111001 00111001 será transmitido com a utilização da técnica de


checksum, utilizando 8 bits. Mostre a sequência de bits do checksum calculado.

1 1 1 1

1 0 1 1 1 0 0 1
0 0 1 1 1 0 0 1
1 1 1 1 0 0 1 0 (Soma)

0 0 0 0 1 1 0 1 Complemento de 1

Checksum = 00001101
Dinâmica

5. Dada a sequência de bits 100101010, indique qual será o valor do CRC usando o seguinte
polinômio gerador: x5+x3+x+1.
Dinâmica
Correção
mensagem polinômio
5. Dada a sequência de
bits 100101010, 1 0 0 1 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0 1 1
indique qual será o 1 0 1 0 1 1
valor do CRC 0 0 1 1 1 0 0
usando o seguinte 0 0 0 0 0 0
polinômio gerador: 0 1
1
1
0
1
1
0
0
01
11
x5+x3+x+1. 0 1 0 0 1 0 0 0 1 0 1 0 0
5 4 3 2 1 0 1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0
0 0 1 1 1 1 0 0 1 0 1 0 0 resto
1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0
0 1 1 1 1 0 0
1 0 1 0 1 1
0 1 0 1 1 1 0
CRC = 10100
1 0 1 0 1 1
0 0 0 1 0 1 0
0 0 0 0 0 0
0 0 1 0 1 0
Resumo do • Controle de erros
que vimos • CRC
até agora • Exercícios das técnicas de controle de erro
Relembrando • Controle de erros
o conteúdo do • CRC
vídeo anterior • Exercícios das técnicas de controle de erro
O que você • Parte 1 – Nível de Enlace
vai aprender • Parte 2 – CRC e Exercícios
nessa aula • Parte 3 – Redes Cabeadas
• Parte 4 – Redes sem Fio
• Parte 5 – Equipamentos de Interconexão
O Nível de Enlace nas Redes Locais
• As redes locais são padronizadas pelo IEEE (Institute of Eletrical and Electronics Engineers)
com o nome de IEEE 802.

IEEE 802.2 - Logical Link Control


IEEE 802.3 IEEE 802.4 IEEE 802.5 IEEE 802.11 MAC

Ethernet Token Bus Token Ring Wireless PHY


O Nível de Enlace nas Redes Locais
• Histórico da Ethernet (IEEE 802.3)
• A base para a tecnologia Ethernet foi estabelecida em 1970 com o programa
chamado Alohanet.
• Rede de rádio digital projetada para transmitir informações por uma frequência de rádio
compartilhada entre as ilhas do Havaí.
• Exigia que seguisse um protocolo no qual uma transmissão “não reconhecida” precisasse de
retransmissão após um curto período de espera.
• Ethernet surgiu no mesmo momento que o ALOHA.
• Ao término do seu Ph.D. Robert Metcalfe passou no verão no Havaí com Abramson (ALOHA),
antes de ingressar na Xerox PARC (Palo Alto Research Center).
• Xerox já tinha criado o que mais tarde foi chamado de Personal Computer (PC).
• Porém, eram máquinas isoladas.
O Nível de Enlace nas Redes Locais

• Histórico da Ethernet (IEEE 802.3)


• Usando o conhecimento adquirido com o
trabalho de Abramson, Metcalfe e David Boggs
implementaram a primeira LAN.
• Um único cabo coaxial.
• 3 Mbps
• Denominaram Ethernet.
Desenho feito por Robert Metcalfe em 1973
• Ethernet vem de éter. no centro de pesquisas da Xerox.

• No século 19 acreditava-se que o espaço era


preenchido com algo (éter).
O Nível de Enlace nas Redes Locais
• Histórico da Ethernet (IEEE 802.3)
• Devido ao sucesso da Ethernet de 3 Mbps, DEC, INTEL e Xerox escreveram um novo
padrão em 1978:
• 10-Mbps Ethernet chamado de Padrão DIX.
• Com pequenas modificações o DIX tornou-se o padrão IEEE 802.3 em 1983.
• Metcalfe deixou a Xerox e formou a 3Com.
• Objetivo: desenvolver e vender adaptadores Ethernet para computadores pessoais.
O Nível de Enlace nas Redes Locais
• Coaxial fino com conector BNC
Evolução da Ethernet

[Link]
Evolução da Ethernet

[Link]
Ethernet Padrão
• Tecnologia de barramento broadcast, que operava a 10Mbps com controle
de acesso distribuído.
• Barramento: todas as estações compartilhavam um único canal de comunicação.
• Broadcast: todas as estações recebiam todas as transmissões.
• Principais características técnicas:
• IEEE 802.3
• Protocolo de Acesso ao Meio: Carrier Sense Multiple Access with Collision Detect
(CSMA/CD)
• Taxa Nominal: 10 Mbit/s
• Meios de Transmissão: Par Trançado, Cabo Coaxial e Fibra Ótica
Ethernet Padrão
• Controle de Acesso ao Meio (CSMA/CD)
• Todas as máquinas ouvem o barramento.
• Se ele não estiver ocupado, qualquer máquina pode transmitir.
• Se duas máquinas o fazem ao mesmo tempo, ocorre uma colisão.
• Ambas as estações interrompem a transmissão, esperam durante um tempo gerado
aleatoriamente e tentam transmitir novamente.
• Não existe um limite máximo para o tempo que uma máquina terá até conseguir transmitir com
sucesso.
• Esse tempo depende das condições de tráfego na rede e tende ao infinito em condições de
carga elevada.
• Controle de acesso ao meio é aleatório.
• Utilizava topologia em barra.
Ethernet Padrão
• Controle de Acesso ao Meio (CSMA/CD)
Endereçamento Ethernet
• Cada computador conectado a Ethernet possui um [Link]

endereço Ethernet ou endereço MAC, o qual é um inteiro 1A-2F-BB-76-09-AD

de 6 bytes. LAN
(wired or wireless)
137.196.7/24
• Este endereço normalmente é configurado na placa de 58-23-D7-FA-20-B0
71-65-F7-2B-08-53
rede, sendo único no mundo. [Link] [Link]

• Também chamados endereços físicos ou endereços de 0C-C4-11-6F-E3-98


[Link]

hardware. Kuroze
• Exemplo de um endereço Ethernet:
98:83:89:6F:93:2B
Endereçamento Ethernet
• O endereço Ethernet pode ser um dos seguintes tipos:
• Unicast: endereço físico de uma interface de rede;
• Multicast: endereço para um grupo de máquinas;
• Broadcast: endereço para todas as máquinas da rede.
• Endereço multicast um subconjunto dos computadores em uma rede responde a um endereço
multicast.
• Todos os computadores em um grupo multicast podem ser alcançados simultaneamente, sem afetar
computadores fora do grupo.
• Endereço broadcast - todos os bits setados em 1 (em binário)
• FF:FF:FF:FF:FF:FF
• A interface de rede da máquina aceita sempre 2 tipos de transmissões: unicast e broadcast.
Formato do Quadro

Behrouz Forouzan
Formato do Quadro

Behrouz Forouzan

• Preâmbulo ou Delimitador de quadro


• 8 bytes - 10101010
• Padrão 802.3 adiciona o Start of Frame (SoF).
• Último byte: 10101011
Formato do Quadro

Behrouz Forouzan

• Endereços de origem e destino – 48 bits cada


• Chamados endereços MAC (MAC Address).
• Cada adaptador de rede possui o seu próprio endereço MAC.
Formato do Quadro

Behrouz Forouzan

• Ethernet
• Campo Type indica o protocolo que esta sendo carregado no campo Data.
• 0806: Protocolo ARP
• 0800: Protocolo IPv4
• 86DD: Protocolo IPv6
• 802.3
• Length indica o comprimento do quadro.
Formato do Quadro

Behrouz Forouzan

• Data
• Campo de dados do quadro.
• Carrega até 1500 bytes por quadro.
• Normalmente encapsula outro protocolo, por exemplo, IPv4.
• Pad
• Complementa o campo Data quando este tem menos de 46 bytes.
Formato do Quadro

Behrouz Forouzan

• Checksum
• CRC32
Tamanho do Quadro

Behrouz Forouzan
Exemplo de Transmissão

00-07-E9-A6-F2-43 00-07-E9-A6-F2-53 0800 [Link] [Link] Data CRC

Dest. MAC Source MAC Type Source IP Dest. IP

IP Packet

Ethernet Frame
Para Saber Mais

• Ethernet Alliance: [Link]


Resumo do • Redes Locais Cabeadas
que vimos • Modelo das Redes Locais
até agora • Protocolos da Família Ethernet
• Histórico
• Características
Relembrando • Redes Locais Cabeadas
o conteúdo do • Modelo das Redes Locais
vídeo anterior • Protocolos da Família Ethernet
• Histórico
• Características
O que você • Parte 1 – Nível de Enlace
vai aprender • Parte 2 – CRC e Exercícios
nessa aula • Parte 3 – Redes Cabeadas
• Parte 4 – Redes sem Fio
• Parte 5 – Equipamentos de Interconexão
Redes sem Fio

WAN
IEEE 802.20

MAN
IEEE 802.16

WLAN
IEEE 802.11

PAN
IEEE 802.15
Redes sem Fio
• Tipos de redes sem fio
• Ad hoc
• Backbone sem fio
• Dispositivos móveis se comunicam diretamente uns
com os outros:
• elementos são móveis e servem como roteadores.
• Fácil instalação

Exemplo:
Protocolo Bluetooth
Redes sem Fio
• Infra-estruturada
• Backbone fixo, com fio AP
• Dispositivos móveis comunicam diretamente com
os pontos de acesso (AP)
• Adequado para locais onde APs podem ser
instalados

Exemplo:
IEEE 802.11
Controle de Acesso ao Meio
• Collision Avoidance (CDMA-CA)
• CSMA – ouve o meio antes de transmitir.
• CA (Collision Avoidance): Evita colisão
• Não detecta colisão.
• A colisão é evitada obrigando uma estação a esperar um certo período de tempo aleatório
antes da transmissão.
Controle de Acesso ao Meio
Origem sender receiver

1 Se detector meio ocioso por DIFS DIFS


Então transmite o quadro todo
2 Se o meio estiver ocupado Então
inicia o tempo de backoff randômico data
temporizador faz a contagem regressiva enquanto o canal
está ocioso
transmite quando o temporizador expirar SIFS
Se não houver ACK, aumenta o intervalo de backoff
randômico, repite o 2 ACK

Receptor
Se o quadro foi recebido corretamente
retorna ACK depois de SIFS
Controle de Acesso ao Meio
• Collision Avoidance: RTS/CTS
• A origem “reserva” o uso do canal para quadros de dados usando pequenos pacotes
de reserva.
• Ela primeiro transmite um pequeno pacote de solicitação para envio (RTS) para o
access point usando CSMA.
• RTSs ainda podem colidir uns com os outros.
• O access point envia em broadcast o CTS (clear to send) em resposta ao RTS.
• CTS é ouvido por todos os nodos.
• A origem transmite o quadro de dados.
• A outras estações adiam suas transmissões.
Controle de Acesso ao Meio
A B
AP

colisão

tempo
DATA (A)
atrasa a transmissão
Faixas de Frequência
• Bandas de Frequência ISM (Industrial, Scientific and Medical)
• Bandas reservadas internacionalmente para o desenvolvimento Industrial, científico e
médico.
• As frequências usadas podem variar de país para país.
• Faixa de 6 GHz liberada pela Anatel em 2021.
Padrões IEEE 802.11
Padrões IEEE 802.11

Technically Speaking

• todos usam CSMA/CA para acesso múltiplo e têm versões para acess points e redes ad-hoc.
Padrão IEEE 802.11ac
• Tem uma forma de transmissão inteligente
• Tecnologias Beamforming + Multi-user MIMO (multi-user multiple input/multiple output):
• Transmite fluxos de dados independentes para múltiplas estações diferentes no mesmo tempo.
• Em vez de propagar as ondas de modo uniforme para todas as direções, os roteadores sem fio
reforçam o sinal para os locais onde há computadores conectados.
• Conversa simultaneamente com diversos aparelhos conectados ao roteador sem qualquer
interrupção.
2,4GHz x 5GHz
• Quanto mais alta a frequência do sinal transmitido, mais forte ele vai ser,
contudo, menor será o seu alcance.
• 2,4 GHz é mais eficiente para atravessar objetos sólidos, como paredes.
2,4GHz x 5GHz x 6GHz

[Link]
2,4GHz x 5GHz x 6GHz

[Link]
Padrões x Faixas de Frequências

[Link]
Padrão IEEE 802.11ad (WiGig)
• Objetivo: viabilizar redes extremamente rápidas para operar em faixas de
frequências altas da ordem de 60 GHz.
• Tecnologia de redes sem fio de área pessoal (PAN) para wireless docking.
• Diferentes dispositivos possam parear em um pequeno espaço
• Exemplo: substituição dos cabos HDMI entre dispositivos audiovisuais em uma sala de
estar.
Padrão IEEE 802.11ah (HaLow)
• Ideal para suportar a comunicação no contexto da Internet das coisas (IoT).
• Opera em frequências abaixo do GHz, nas faixas não licenciadas nas
proximidades dos 900 MHz.
• Implica em maior área de cobertura e melhor penetrabilidade do sinal ao
enfrentar obstáculos do que as frequências mais altas.
• Benefício:
• baixo consumo de energia.
• Aspecto negativo:
• faixa de frequência com pouca banda disponível.
• Aplicações com pouco volume de dados.
Padrões IEEE 802.11

Para aplicações de altíssima


definição ou realidade virtual Canais de 160 MHz permitem
melhor experiências ao usuário

Ótimo para uso diário e suporta


Alta capacidade e velocidade vários usuários
para as aplicações mais
avançadas

Boa cobertura para todos os


dias, necessidade de Melhor para IoT; longo alcance,
conectividade de largura de conectividade de baixa potência,
banda leve penetração através de paredes

Wi-Fi Alliance
Glossário

• Wi-Fi Alliance está tentando simplificar as coisas.


• Em vez de manter os nomes técnicos 802.11a/b/g/n/ac/ax, a organização decidiu
adotar uma nomenclatura sequencial, que indica a geração do padrão.

Nomenclatura Tecnologia suportada

Wi-Fi 4 IEEE 802.11n

Wi-Fi 5 IEEE 802.11ac

Wi-Fi 6 IEEE 802.11ax (2,4 GHz e 5 GHz)

Wi-Fi 6E IEEE 802.11ax (2,4 GHz e 5 GHz e 6 GHz)

Wi-Fi 7 IEEE 802.11be


Para Saber Mais

• Wi-Fi Alliance : [Link]


Resumo do • Redes sem Fio
que vimos • Padrão IEEE 802.11
até agora
Relembrando • Redes sem Fio
o conteúdo do • Padrão IEEE 802.11
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O que você • Parte 1 – Nível de Enlace
vai aprender • Parte 2 – CRC e Exercícios
nessa aula • Parte 3 – Redes Cabeadas
• Parte 4 – Redes sem Fio
• Parte 5 – Equipamentos de Interconexão
Interconexão de redes locais
• Existência de diferentes padrões de rede
• necessidade de conectá-los

Behrouz Forouzan
Repetidores
• Equipamentos que regeneram sinais elétricos.
• Recebe, regenera e retransmite sinais nas duas
direções.
• Não fazem tratamento algum à informação que
passa através dele.
• Utilizados quando se tem cabos muito longos.
• Potência do sinal não é suficiente para fornecer a
corrente necessária por toda a extensão do cabo.
Behrouz Forouzan
• Permite conectar dois segmentos da rede.
• Trabalham diretamente no nível físico.
Repetidores

Behrouz Forouzan
Hubs
• Dispositivo que conecta dois ou mais equipamentos de rede.
• Funciona como um “T”, como se fosse na rede elétrica.
• Consiste num repetidor multiportas.
• Ao receber a informação de uma porta, ele distribui por todas as outras.
• Todas as estações “ouvem” todas as transmissões.
• Com um hub é possível fazer uma conexão física entre diversos computadores em uma
topologia estrela.
Switches
• Trabalham no nível de Enlace do Modelo OSI.
• Pontes com múltiplas portas.
• Possibilidade de criar redes virtuais.
• Permitem a interconexão entre máquinas diretamente.
• Simulação de uma ligação ponto-a-ponto.
• As estações não “brigam” para ver quem vai utilizar o meio de transmissão.
• Vantagem em relação aos hubs, pois estes somente conseguem fazer conexão do tipo broadcast.
• Aumentam o desempenho da rede se comparado com os hubs.
Switches Source: A
Dest: D

A D
• O switch aprende a localização dos hosts. A
• Quando um quadro é recebido: F B
• O switch “aprende” a localização da origem.
• Armazena sua localização em uma tabela. 1 2
6
3
5 4

E C
D
Kurose

MAC addr interface TTL Tabela do Switch


(inicialmente está
A 1 60
vazia)
Switches Source: A
Dest: D

A D
• Quando a localização do destino, D, é A
desconhecida. F
• Envia o quadro para todos os hosts.
B
• Quando a localização é conhecida. 1 2
6A D
• Envia o quadro somente para aquele host. 3
5 4

E C
DA D
Kurose

MAC addr interface TTL Tabela do Switch


A 1 60 (inicialmente está
60 vazia)
D 4
Switches
• Utilizando-se um switch no lugar do hub, a largura de banda é dedicada entre
as estações.

1 Gpbs

1 Gpbs 1 Gpbs

1 Gpbs
Switches
VLANs (Virtual LANs)
• Subgrupo lógico dentro de uma LAN, criado por software, sem precisar mover e separar
fisicamente dispositivos.
• Criam domínios de broadcast para as portas do switch.
• Switch conectando 3 VLANs
• Switch precisa fazer o papel de roteadores.

Behrouz Forouzan
VLANs (Virtual LANs)

Behrouz Forouzan
VLANs (Virtual LANs)
• Dois switches em um
backbone usando VLANs.

Behrouz Forouzan
Roteador
• Opera na camada de rede.
• Sua principal função é selecionar o caminho mais apropriado
entre as redes e repassar os pacotes recebidos.
• Interliga redes diferentes.
• Filtragem e reenvio baseado no endereço do Nível de Rede
(endereço IP).
• Consulta tabelas de roteamento.
• Usa protocolos de roteamento para aprender a melhor rota.
• Podem detectar mudanças de rota para evitar congestionamento
ou enlaces que não estão operando.
Roteador Como a máquina [Link] conversa com a [Link]?

[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
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[Link] [Link]
[Link]

1º - Manda o datagrama
para o roteador

[Link]

[Link] [Link]
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Roteador Como a máquina [Link] conversa com a [Link]?

[Link]
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[Link] [Link]

[Link] [Link]
[Link]

2º - Roteador verifica para


que rede é o pacote

[Link]

[Link] [Link]
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Roteador Como a máquina [Link] conversa com a [Link]?

[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
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[Link] [Link]
[Link]

3º - Roteador verifica que


é para outra rede e envia
o datagrama pela outra porta

[Link]

[Link] [Link]
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Roteador Como a máquina [Link] conversa com a [Link]?

[Link]
[Link]
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[Link] [Link]

[Link] [Link]
[Link]

4º - Roteador verifica para


que rede é o pacote

[Link]

[Link] [Link]
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Roteador Como a máquina [Link] conversa com a [Link]?

[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link] [Link]

[Link] [Link]
[Link]

5º - Roteador verifica que


é para outra rede e envia
o datagrama pela outra porta

[Link]

[Link] [Link]
[Link] [Link]
[Link] [Link]
Roteador Como a máquina [Link] conversa com a [Link]?

[Link]
[Link]
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[Link] [Link]
[Link]
6º - Roteador verifica para
que rede é o pacote
e o redireciona para a LAN
correta
[Link]

[Link] [Link]
[Link] [Link]
[Link] [Link]
Domínio de Colisão e de Broadcast
Domínio de colisão
Domínio de broadcast

Domínio de
broadcast

Domínio de colisão

Domínio de colisão
Domínio de broadcast
Rede com switches e roteador
• Pilha de protocolos

Behrouz Forouzan
Para Saber Mais

• Livro:
• Jim Kurose e Keith Ross. Redes de Computadores: Uma abordagem Top-
Down
Resumo do • Equipamentos de Interconexão
que vimos • Repetidor
até agora
• Hub
• Switch
• Roteador
Dinâmica

(INFRAERO 2009) No que concerne aos protocolos do nível de enlace de dados, considere:
I. Os protocolos de enlace de dados quase sempre colocam o CRC (código de redundância cíclica) no final, em
vez de inserí-lo no cabeçalho.
II. O CRC é calculado durante a transmissão e acrescentado ao fluxo de saída tão logo o último bit saia para o
fio.
III. Nos protocolos de enlace de dados, via de regra, o CRC é inserido no cabeçalho para agilizar o cálculo da
soma de verificação, já que no final o cálculo teria uma demora maior.
IV. Se o CRC estivesse no cabeçalho, seria necessário fazer uma passagem sobre o quadro para calcular o CRC
antes da transmissão. Isso exigiria que cada byte fosse tratado duas vezes.
É correto o que consta em:
a) I, II, III, apenas.
b) I, II e IV, apenas.
c) I, III e IV, apenas.
d) II, III e IV, apenas.
e) I, II, III e IV.

INFRAERO 2009 - FCC - Analista Superior III - Analista de Sistemas - Rede e Suporte
Dinâmica
(Enade 2014) A figura a seguir ilustra, por meio do Considerando as funções em cada dispositivo
modelo em camadas, o processamento da nesse processo, avalie as afirmações a seguir:
informação em uma transmissão de dados
I. Comutadores e hospedeiros analisam
utilizando comutadores, roteadores e hospedeiros.
endereços de camada 3 para o
encaminhamento de pacotes.
II. Roteadores precisam processar uma
quantidade maior de informações de
cabeçalho do que comutadores.
III. Comutadores examinam o endereço de
destino de camada 2 do quadro e tentam
repassá-lo para a interface que leva a esse
destino.
IV. Roteadores atuam até a camada de rede,
pois não fornecem isolamento de tráfego e
utilizam rotas inteligentes entre os
hospedeiros da rede.
Enade 2014 - Tecnologia em Redes de Computadores
Dinâmica

É correto apenas o que se afirma em


a) I.
b) IV. II. Roteadores precisam processar uma quantidade maior de
informações de cabeçalho do que comutadores.
c) I e II. III. Comutadores examinam o endereço de destino de camada
d) II e III. 2 do quadro e tentam repassá-lo para a interface que leva a
e) III e IV. esse destino.

Enade 2014 - Tecnologia em Redes de Computadores

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