0% acharam este documento útil (0 voto)
11 visualizações16 páginas

Direitos da Personalidade e Capacidade Civil

Enviado por

danieleac
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
11 visualizações16 páginas

Direitos da Personalidade e Capacidade Civil

Enviado por

danieleac
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

2 [Arts. 2º e 943, CC e S.

642, STJ] FGV 2024 - Analista Judiciário (TJ-MS)

1 [Art. 2º, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Procurador do Estado (PGE-ES) Albertina está grávida de Renato. Ocorre que, poucos dias antes do parto, o pai
de Renato, Otávio, é assassinado em um brutal assalto.
Nesse caso, é correto afirmar que Renato, ao tempo da morte de seu pai não tem
A titularidade de direitos da personalidade ao nascituro é reconhecida
personalidade jurídica, mas pode ser sujeito de direitos, como receber
desde a sua concepção.
indenização por danos morais.

( ) Verdadeiro
( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro
Gabarito: Verdadeiro
Art. 2º A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei
põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.
Art. 2º A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei
põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.

Art. 943. O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la transmitem-se


com a herança.

Súmula 642, STJ - O direito à indenização por danos morais transmite-se com o
falecimento do titular, possuindo os herdeiros da vítima legitimidade ativa para
ajuizar ou prosseguir a ação indenizatória.

3 [Art. 3º, CC] VUNESP 2023 - Tabelião / Oficial de Registros - Provimento (TJ-AL)

De acordo com o Código Civil, são absolutamente incapazes de exercer


pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16 (dezesseis) anos.

( ) Verdadeiro
( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro

Art. 3º São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil


os menores de 16 (dezesseis) anos. (Redação dada pela Lei nº 13.146, de 2015)
(Vigência)

4 [Art. 4º, II, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Procurador do Estado (PGE-RN) 6 [Art. 4º, IV, CC] FGV 2024 - 2º Exame Nacional da Magistratura (ENFAM)

São absolutamente incapazes os viciados em tóxicos. Marcos, atualmente com 50 anos, em união estável com Ana sem pacto de
convivência, teve três filhos, Pedro de 17 anos, Henrique de 15 anos e Júlia de 12
( ) Verdadeiro anos. Júlia é portadora de uma síndrome rara e, por isso, Ana se viu obrigada a
abandonar sua promissora carreira de jornalista para cuidar da filha.
( ) Falso Marcos é empresário e sempre foi um pai responsável. No entanto, nos últimos
anos desenvolveu o vício em jogos de azar, potencializado pela facilidade das
apostas online. A pedido de Ana, Marcos se submeteu a tratamento, mas não
Gabarito: Falso conseguiu largar o vício, fato confessado por ele e atestado pelo médico
assistente. É raro o dia em que Marcos não está envolvido em apostas, o que
Art. 4º São incapazes, relativamente a certos atos ou à maneira de os exercer:
causa grande desgaste da família, tanto emocional quanto financeiro, pois é
[...] comum ele vender bens para sustentar o vício. Além disso, o endividamento já
coloca em risco a subsistência da família. Ana, então, decide propor ação de
II - os ébrios habituais e os viciados em tóxico;
interdição, a fim de limitar os atos de Marcos na vida civil.
[...] Diante da situação hipotética narrada e com base na legislação vigente, analise a
afirmativa a seguir.
Marcos, considerando a sua idade, a atividade empresarial que desempenha e o
seu papel de provedor da família, independentemente do vício em jogos de azar,
5 [Art. 4º, III, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Procurador do Estado (PGE-RN) não se enquadra em nenhuma hipótese de incapacidade, razão pela qual não está
sujeito à interdição.

Aquele que, por causa permanente, não consegue exprimir sua vontade é ( ) Verdadeiro
considerado absolutamente incapaz.
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso
Art. 4º São incapazes, relativamente a certos atos ou à maneira de os exercer:
Gabarito: Falso
(Redação dada pela Lei nº 13.146, de 2015) (Vigência)

Art. 4º São incapazes, relativamente a certos atos ou à maneira de os exercer: [...]


IV - os pródigos.
[...]
III - aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua [...]
vontade; Art. 1.767. Estão sujeitos a curatela :
[...] [...]
V - os pródigos.
7 [Art. 4º, IV, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Procurador do Estado (PGE-RN) 9 [Art. 5º, § único, I, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Procurador do Estado (PGE-RN)

Os pródigos são considerados relativamente incapazes. Os pais podem, voluntariamente, emancipar filho(a) que tenha 16 anos de idade
incompletos.
( ) Verdadeiro
( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro
Gabarito: Falso
Art. 4º São incapazes, relativamente a certos atos ou à maneira de os exercer:
Art. 5º, Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:
[...]
I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante
IV - os pródigos.
instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença
do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos;
[...]
8 [Art. 5º, CC] FGV 2024 - Exame Nacional da Magistratura (ENFAM)

Felipe, brasileiro nato, casado, estudante, 16 anos de idade; Renata, brasileira


10 [Art. 5º, § único, I, CC] FGV 2024 - Delegado de Polícia (PC-SC)
nata, solteira, servidora pública efetiva, 17 anos de idade; e Valter, brasileiro
naturalizado, viúvo, aposentado, 83 anos de idade, resolveram constituir uma
associação. George Granger e Anna Macbeth, pais de Jane, fruto de uma relação casual,
Entre os três, a capacidade para exercer pessoalmente os atos da vida civil decidem emancipar a filha, que tem dezesseis anos e três meses de vida. Sobre a
encontra-se em Felipe, Renata e Valter. hipótese, de acordo com o ordenamento jurídico vigente, a emancipação pela
concessão dos pais será feita mediante instrumento público, independentemente
( ) Verdadeiro de homologação judicial.

( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Verdadeiro

Art. 5º A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica
Gabarito: Verdadeiro
habilitada à prática de todos os atos da vida civil. Parágrafo único. Cessará, para
os menores, a incapacidade: Art. 5º, Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:
I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante
I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante
instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença
instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença
do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos;
do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos;
II - pelo casamento;
III - pelo exercício de emprego público efetivo; [...]
IV - pela colação de grau em curso de ensino superior;
V - pelo estabelecimento civil ou comercial, ou pela existência de relação de
emprego, desde que, em função deles, o menor com dezesseis anos completos
tenha economia própria.

11 [Art. 5º, § único, I, CC] VUNESP 2024 - Tabelião / Oficial de Registros - Remoção 12 [Art. 5º, parágrafo único, II, III, IV e V, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Advogado da
(TJ-SP) União (AGU)

Não é atribuição de tutor conceder emancipação ao tutelado por escritura Conforme o disposto no Código Civil, o casamento, a colação de grau em curso
pública. de ensino superior, o exercício de emprego público efetivo e a existência de
relação de empregos que garanta economia própria ao menor com dezesseis
( ) Verdadeiro anos completos são hipóteses legais de emancipação.

( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Verdadeiro

Art. 5º A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica
Gabarito: Verdadeiro
habilitada à prática de todos os atos da vida civil.
Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade: Art. 5º A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica
habilitada à prática de todos os atos da vida civil.
I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante
instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:
SENTENÇA do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos; I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante
instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença
do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos;
II - pelo casamento;
III - pelo exercício de emprego público efetivo;
IV - pela colação de grau em curso de ensino superior;
V - pelo estabelecimento civil ou comercial, ou pela existência de relação de
emprego, desde que, em função deles, o menor com dezesseis anos completos
tenha economia própria.
13 [Art. 5º, § único, III c/c 1.523, CC] FGV 2024 - Analista Jurídico (TJ-SC) 14 [Art. 5º, § único, III, CC] VUNESP 2025 - Promotor de Justiça (MPE-SP)

Cabecel fica órfão aos 16 anos e Camoriente é nomeada sua tutora. Um ano O exercício de emprego público efetivo não está dentro das hipóteses legais em
depois, com seu primeiro salário no cargo de oficial de justiça no Tribunal de que cessa a incapacidade para os menores de dezoito anos.
Justiça de Santa, compra um anel valiosíssimo, toma coragem e pede em
casamento Camoriente, por quem sempre fora apaixonado. Nesse caso, não há ( ) Verdadeiro
causa impeditiva ou suspensiva do casamento.
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso
Art. 5º, Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:

Gabarito: Verdadeiro [...]

Art. 1.523. Não devem casar: III - pelo exercício de emprego público efetivo;

[…] [...]

IV - o tutor ou o curador e os seus descendentes, ascendentes, irmãos, cunhados


ou sobrinhos, com a pessoa tutelada ou curatelada, enquanto não cessar a tutela
ou curatela, e não estiverem saldadas as respectivas contas.
15 [Art. 5º, § único, IV, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Procurador do Estado (PGE-RN)

Art. 5º A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica
A legislação civil permite ao menor de idade emancipar-se caso ele ingresse em
habilitada à prática de todos os atos da vida civil.
curso de ensino superior.
Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:
I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante ( ) Verdadeiro
instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença ( ) Falso
do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos;
II - pelo casamento;
III - pelo exercício de emprego público efetivo; Gabarito: Falso

[…] Art. 5º A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica
habilitada à prática de todos os atos da vida civil.
Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:
[...]
IV - pela colação de grau em curso de ensino superior;
[...]

16 [Art. 7º, CC] VUNESP 2025 - Promotor de Justiça (MPE-SP) 17 [Arts. 7º, 37 e 38, CC] FCC 2024 - Procurador do Estado (PGE-GO)

O óbito, que encerra a personalidade jurídica de uma pessoa, pode ser José, contando 85 anos de idade, dirigia seu automóvel, na companhia de sua
presumido quanto aos ausentes nos casos previstos em lei, de modo que não esposa, Josefa, com 50 anos, não chegando ao destino, e deles não se teve mais
poderá ser declarada a morte presumida sem a decretação prévia de ausência. notícia. Pedro, pretendendo encontrá-los, fretou um avião, que desapareceu.
Nessas circunstâncias, a sucessão definitiva de
( ) Verdadeiro José poderá ser requerida, depois de cinco anos de suas últimas notícias, e de
Josefa, dez anos depois de transitada em julgado a sentença que concedeu a
( ) Falso abertura da sucessão provisória; o Juiz poderá declarar por sentença a morte
presumida de Pedro, depois de esgotadas as buscas e averiguações.

Gabarito: Falso ( ) Verdadeiro


Art. 7º Pode ser declarada a morte presumida, sem decretação de ausência: ( ) Falso
I - se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida;
II - se alguém, desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado
até dois anos após o término da guerra. Parágrafo único. A declaração da morte
Gabarito: Verdadeiro
presumida, nesses casos, somente poderá ser requerida depois de esgotadas as
buscas e averiguações, devendo a sentença fixar a data provável do falecimento.
Pedro: art. 7º P ode ser declarada a morte presumida, sem decretação de ausência:

I - se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida;

[...]

Parágrafo único. A declaração da morte presumida, nesses casos, somente poderá


ser requerida depois de esgotadas as buscas e averiguações, devendo a sentença
fixar a data provável do falecimento.

Josefa: Art. 37. Dez anos depois de passada em julgado a sentença que concede a
abertura da sucessão provisória, poderão os interessados requerer a sucessão
definitiva e o levantamento das cauções prestadas.

José: Art. 38. Pode-se requerer a sucessão definitiva, também, provando-se que o
ausente conta oitenta anos de idade, e que de cinco datam as últimas notícias
dele.
18 [Art. 7º, CC] VUNESP 2024 - Tabelião / Oficial de Registros - Provimento (TJ-SP) 20 [Art. 13 e 14, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Procurador do Estado do Pará (PGE-
PA)
Quanto à morte presumida, é correto afirmar: só pode ser declarada se houver
prévia decretação de ausência e abertura da sucessão definitiva. A respeito dos direitos da personalidade, é correto afirmar que a garantia da
higidez física não se estende ao corpo morto, pois, uma vez cessada a
( ) Verdadeiro personalidade, a tutela dos direitos da personalidade relativos ao corpo deixa de
existir.
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso
Art. 7º Pode ser declarada a morte presumida, sem decretação de ausência:
I - se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida;
Gabarito: Falso
II - se alguém, desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado
até dois anos após o término da guerra. Art. 13. Salvo por exigência médica, é defeso o ato de disposição do próprio corpo,
quando importar diminuição permanente da integridade física, ou contrariar os
Parágrafo único. A declaração da morte presumida, nesses casos, somente poderá
bons costumes.
ser requerida depois de esgotadas as buscas e averiguações, devendo a sentença
fixar a data provável do falecimento. […]

Art. 14. É válida, com objetivo científico, ou altruístico, a disposição gratuita do


próprio corpo, no todo ou em parte, para depois da morte.
19 [Art. 8º, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Advogado da União (AGU)
[…]

O direito brasileiro adota a comoriência como critério definidor do momento da


morte de duas pessoas que falecerem na mesma ocasião, quando não for
possível averiguar se a morte de um precedeu à do outro.
21 [Art. 25, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito Substituto (TJ-ES)
( ) Verdadeiro
Quanto aos ausentes e seus bens, de acordo com o Código Civil, é correto afirmar
( ) Falso
que o cônjuge do ausente, sempre que não esteja separado judicialmente, ou de
fato por mais de três anos antes da declaração da ausência, será o seu legítimo
curador.
Gabarito: Verdadeiro

Art. 8 o Se dois ou mais indivíduos falecerem na mesma ocasião, não se podendo


( ) Verdadeiro
averiguar se algum dos comorientes precedeu aos outros, presumir-se-ão ( ) Falso
simultaneamente mortos.

Gabarito: Falso

Art. 25. O cônjuge do ausente, sempre que não esteja separado judicialmente, ou
de fato por mais de dois anos antes da declaração da ausência, será o seu
legítimo curador.

22 [Art. 28, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito Substituto (TJ-ES) 24 [Art. 31, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito Substituto (TJ-ES)

Quanto aos ausentes e seus bens, de acordo com o Código Civil, é correto afirmar Quanto aos ausentes e seus bens, de acordo com o Código Civil, é correto afirmar
que a sentença que determinar a abertura da sucessão provisória só produzirá que os imóveis do ausente não poderão ser desapropriados nem hipotecados,
efeito um ano depois de publicada; mas, logo que haja o trânsito em julgado, salvo após a partilha, quando terão de volta o status da disponibilidade.
proceder-se-á à abertura do testamento, se houver, e ao inventário e a partilha
dos bens, como se o ausente fosse falecido. ( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso

Art. 31. Os imóveis do ausente só se poderão alienar, não sendo por


Gabarito: Falso
desapropriação, ou hipotecar, quando o ordene o juiz, para lhes evitar a ruína.
Art. 28. A sentença que determinar a abertura da sucessão provisória só produzirá
efeito cento e oitenta dias depois de publicada pela imprensa; mas, logo que passe
em julgado, proceder-se-á à abertura do testamento, se houver, e ao inventário e
partilha dos bens, como se o ausente fosse falecido.
25 [Art. 38, CC] FGV 2024 - Juiz Substituto (TJ-PE)

Como fazia todas as manhãs, um belo dia, Robson saiu de sua casa às oito
horas para fazer a sua caminhada. No entanto, desta vez não retornou para o
23 [Art. 29, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito Substituto (TJ-ES)
seu domicílio. Seus familiares procuraram em todos os lugares a que
habitualmente ia e buscaram notícias junto aos seus amigos e a pessoas que
Quanto aos ausentes e seus bens, de acordo com o Código Civil, é correto afirmar estavam nos lugares por onde Robson teria passado ao caminhar, mas ninguém
que antes da partilha, não pode o juiz ordenar a conversão dos bens móveis, sabia dele. Robson é divorciado há muitos anos e tem um primo em outra cidade
sujeitos a deterioração ou a extravio, em imóveis ou em títulos garantidos pela chamado Aderbal, além de dois filhos que moram com ele: Cláudio, de 23 anos,
União. e Laura, de 21 anos.
Sobre a ausência de Robson, julgue o item a seguir.
( ) Verdadeiro Se for provado que Robson conta oitenta anos de idade na data da propositura
da ação de ausência, e que datam de cinco anos as últimas notícias dele, é
( ) Falso possível requerer diretamente a abertura da sucessão definitiva.

( ) Verdadeiro
Gabarito: Falso
( ) Falso
Art. 29. Antes da partilha, o juiz, quando julgar conveniente, ordenará a conversão
dos bens móveis, sujeitos a deterioração ou a extravio, em imóveis ou em títulos
garantidos pela União.
Gabarito: Verdadeiro

Art. 38. Pode-se requerer a sucessão definitiva, também, provando-se que o


ausente conta oitenta anos de idade, e que de cinco datam as últimas
notícias dele.
26 [Art. 38, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito Substituto (TJ-ES) 28 [Art. 44, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito (TJ-GO) - atualizada

Quanto aos ausentes e seus bens, de acordo com o Código Civil, é correto afirmar São pessoas jurídicas de direito privado, segundo o Código Civil: associações,
que pode-se requerer a sucessão definitiva, independentemente do prazo da sociedades, fundações, organizações religiosas e partidos políticos.
sentença de ausência, provando-se que o ausente conta 80 anos de idade, e que
datam de cinco anos as últimas notícias dele. ( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito atualizado: Falso

Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:


Gabarito: Verdadeiro
I - as associações;
Art. 38 . Pode-se requerer a sucessão definitiva, também, provando-se que o
ausente conta oitenta anos de idade, e que de cinco datam as últimas notícias II - as sociedades;
dele. III - as fundações.
IV - as organizações religiosas; (Incluído pela Lei nº 10.825, de 22.12.2003)
V - os partidos políticos. (Incluído pela Lei nº 10.825, de 22.12.2003)
27 [Art. 41, IV, CC] FGV 2023 - Juiz Federal (TRF - 1ª Região) [...]
VII - os empreendimentos de economia solidária. (Redação dada pela Lei nº
Um determinado ente da federação pretende criar, com autorização legal, nova 15.068, de 2024)
pessoa jurídica para exercer atividade econômica em sentido estrito, mas pede
um parecer à sua procuradoria sobre a melhor estrutura a adotar.
Nesse sentido, sobre as principais características das entidades que compõem a
Administração Pública indireta, é correto afirmar que a autarquia pode ter
29 [Art. 44, IV, CC] FCC 2024 - Analista Judiciário - Área Administrativa (TRT - 11ª
personalidade jurídica de direito público ou privado, de acordo com à sua área de
Região - AM e RR)
atuação. São exemplos de autarquias a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e
a Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Segundo o disposto no Código Civil, as organizações religiosas têm natureza
( ) Verdadeiro jurídica de pessoa jurídica de direito público interno.

( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso

Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:


Gabarito: Falso
[…]
Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:
IV - as autarquias, inclusive as associações públicas;
[…]
IV - as organizações religiosas;
[…]

30 [Art. 44, V, CC] FCC 2023 - Analista Judiciário (TRT - 12ª Região) 31 [Art. 45, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Analista de Planejamento (INPI)

De acordo com o Código Civil, os partidos políticos são pessoas jurídicas de O início da existência legal de uma fundação ocorre com a inscrição do ato
direito privado. constitutivo no registro civil de pessoas jurídicas.

( ) Verdadeiro ( ) Verdadeiro
( ) Falso ( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro Gabarito: Verdadeiro

Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado: Gabarito: Verdadeiro

[…] Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:


V - os partidos políticos. [...]
[...] III - as fundações.
[...]
Art. 45. Começa a existência legal das pessoas jurídicas de direito privado com a
inscrição do ato constitutivo no respectivo registro, precedida, quando necessário,
de autorização ou aprovação do Poder Executivo, averbando-se no registro todas
as alterações por que passar o ato constitutivo.

Parágrafo único. Decai em três anos o direito de anular a constituição das pessoas
jurídicas de direito privado, por defeito do ato respectivo, contado o prazo da
publicação de sua inscrição no registro.
32 [Art. 48, § único, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Procurador Federal (AGU) 33 [Art. 48-A, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Promotor de Justiça (MPE-SC)

As decisões tomadas pela pessoa jurídica que tiver administração coletiva, por Segundo o Código Civil, sem prejuízo do previsto em legislação especial e em
maioria de votos, poderão ser anuladas se decorrerem de atos constitutivos, as pessoas jurídicas de direito privado podem realizar suas
I - violação do estatuto da pessoa jurídica. assembleias gerais por meio eletrônico, respeitados os direitos previstos de
II - erro. participação e de manifestação, exceto para fins de destituição dos
III - dolo. administradores e de alteração do estatuto.
IV - simulação.
V - fraude. ( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso
Art. 48-A. As pessoas jurídicas de direito privado, sem prejuízo do
Gabarito: Verdadeiro
previsto em legislação especial e em seus atos constitutivos, poderão
Art. 48. Se a pessoa jurídica tiver administração coletiva, as decisões se tomarão realizar suas assembleias gerais por meio eletrônico, inclusive para os
pela maioria de votos dos presentes, salvo se o ato constitutivo dispuser de modo fins do disposto no art. 59 deste Código, respeitados os direitos
diverso. previstos de participação e de manifestação. (Incluído pela Lei nº
Parágrafo único. Decai em três anos o direito de anular as decisões a que se refere 14.382, de 2022)
este artigo, quando violarem a lei ou estatuto, ou forem eivadas de erro, dolo, [...]
simulação ou fraude.
Art. 59. Compete privativamente à assembléia geral: (Redação dada
pela Lei nº 11.127, de 2005)
I – destituir os administradores; (Redação dada pela Lei nº 11.127, de
2005)
II – alterar o estatuto. (Redação dada pela Lei nº 11.127, de 2005)
Parágrafo único. Para as deliberações a que se referem os incisos I e II
deste artigo é exigido deliberação da assembléia especialmente
convocada para esse fim, cujo quorum será o estabelecido no estatuto,
bem como os critérios de eleição dos administradores.(Redação dada
pela Lei nº 11.127, de 2005)

34 [Art. 48-A c/c 59, I e II, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Promotor de Justiça 35 [Art. 48-A e 59, CC] CESPE/CEBRASPE 2025 - Analista Judiciário – Área Judiciária
Substituto (MPE-SC) – Sem Especialidade (TRF - 6ª Região)

À luz do disposto na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB), Julgue a assertiva a seguir.
no Código Civil bem como da jurisprudência do STF, julgue o próximo item, Embora a legislação civil permita que as assembleias gerais de pessoas jurídicas
relativos a pessoas, domicílio e bens. de direito privado sejam realizadas por meio eletrônico, a alteração do estatuto
Segundo o Código Civil, sem prejuízo do previsto em legislação especial e em social de associação civil deve, impreterivelmente, ser realizada em assembleia
atos constitutivos, as pessoas jurídicas de direito privado podem realizar suas presencial, sob pena de nulidade absoluta.
assembleias gerais por meio eletrônico, respeitados os direitos previstos de
participação e de manifestação, exceto para fins de destituição dos
administradores e de alteração do estatuto. ( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso
Art. 48-A. As pessoas jurídicas de direito privado, sem prejuízo do previsto em
Gabarito: Falso legislação especial e em seus atos constitutivos, poderão realizar suas
assembleias gerais por meio eletrônico, INCLUSIVE para os fins do disposto no art.
Art. 48-A. As pessoas jurídicas de direito privado, sem prejuízo do previsto em
59 deste Código, respeitados os direitos previstos de participação e de
legislação especial e em seus atos constitutivos, poderão realizar suas
manifestação.
assembleias gerais por meio eletrônico, inclusive para os fins do disposto no art.
[…]
59 deste Código, respeitados os direitos previstos de participação e de
Art. 59. Compete privativamente à assembléia geral:
manifestação.
[…]
II – alterar o estatuto.
Art. 59. Compete privativamente à assembléia geral:
I – destituir os administradores;

II – alterar o estatuto.
36 [Art. 50, CC] FGV 2024 - Exame Nacional da Magistratura (ENFAM) 38 [Art. 50, § 2º, II, CC] FGV 2024 - Promotor de Justiça (MPE-GO)

A falência da empresa caracteriza, por si só, exercício abusivo e ilícito da Pedro Silva é o sócio majoritário das sociedades empresárias pertencentes à
atividade empresarial e dá ensejo à desconsideração da personalidade jurídica. família Silva: Silva Eventos Ltda., Silva Tour Ltda. e Silva Alimentos e Bebidas
Ltda.
( ) Verdadeiro A Silva Eventos Ltda. foi constituída há 2 anos e é administrada diretamente por
Carlos, filho mais novo de Pedro, com 20 anos de idade. A sociedade empresária
( ) Falso enfrenta dificuldades financeiras, deixando de cumprir algumas obrigações. Em
razão disso, Carlos não faz qualquer retirada, nem mesmo a título de pro labore.
No entanto, utiliza o cartão de crédito da sociedade para algumas despesas
Gabarito: Falso pessoais de pequeno valor, como transporte e alimentação.
A Silva Tour Ltda. foi constituída há mais de 30 anos e sempre foi a grande
Art. 50. Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de realização de Pedro Silva que, justamente por isso, não poupa esforços e
finalidade ou pela confusão patrimonial, pode o juiz, a requerimento da parte, ou
estratégias para reerguer a sociedade empresária que perdeu muitos clientes e
do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo, desconsiderá-la para está deficitária desde 2020. Já a Silva Alimentos e Bebidas Ltda. vem
que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos apresentando crescimento e lucros consideráveis.
aos bens particulares de administradores ou de sócios da pessoa jurídica Diante dos resultados das três empresas e visando preservar ao máximo, o
beneficiados direta ou indiretamente pelo abuso. (Redação dada pela Lei nº patrimônio da família, Pedro Silva transfere parte considerável dos bens móveis e
13.874, de 2019) imóveis da Silva Alimentos e Bebidas Ltda. para a Silva Tour Ltda., além de pagar
os credores da Silva Tour com recursos da Silva Alimentos e Bebidas Ltda. A
estratégia é bem-sucedida para salvar a Silva Tour Ltda. mas a Silva Alimentos e
Bebidas passa a acumular dívidas e entra em colapso financeiro, deixando de
37 [Art. 50, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Procurador do Estado (PGE-ES) cumprir suas obrigações com diversos credores.
Diante da situação hipotética narrada, analise a afirmativa a seguir.
A utilização do cartão de crédito da Silva Eventos Ltda. para as despesas de
De acordo com o STJ, a aplicação da teoria da desconsideração da
transporte e alimentação de Carlos configura confusão patrimonial,
personalidade jurídica prevista no Código Civil exige a ocorrência
independentemente do valor de tais despesas.
de abusos da sociedade, decorrentes do desvio de finalidade ou da
demonstração de confusão patrimonial, apenas.
( ) Verdadeiro
( ) Verdadeiro ( ) Falso
( ) Falso

Gabarito: Falso

Gabarito: Verdadeiro Art. 50 […]

Art. 50. Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de § 2º Entende-se por confusão patrimonial a ausência de separação de fato entre
finalidade ou pela confusão patrimonial, pode o juiz, a requerimento da parte, ou os patrimônios, caracterizada por:
do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo, desconsiderá-la para […]
que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos II - transferência de ativos ou de passivos sem efetivas contraprestações, exceto
aos bens particulares de administradores ou de sócios da pessoa jurídica os de valor proporcionalmente insignificante.
beneficiados direta ou indiretamente pelo abuso. (Redação dada pela Lei nº
13.874, de 2019)

39 [Art. 50, § 2º, II, CC] VUNESP 2024 - Promotor de Justiça Substituto (MPE-RO) - 40 [Art. 50, § 2º, II, CC] VUNESP 2024 - Tabelião / Oficial de Registros - Provimento
Texto adaptado (TJ-SP)

Abel, sócio de uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, Em meio à reorganização societária de grupo econômico familiar, uma sociedade
transfere grande parte de seus ativos para a pessoa jurídica, sem separação de empresarial transfere ativos expressivos a outra integrante do mesmo grupo, sem
fato entre os patrimônios e sem a efetiva contraprestação. contraprestação. Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta é ilícita, vez
Em face do narrado, é correto afirmar que se trata de situação hipotética na qual que caracterizadora de confusão patrimonial.
resta caracterizada a possibilidade de desconsideração da personalidade
jurídica. ( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Verdadeiro
Art. 50, § 2º Entende-se por confusão patrimonial a ausência de separação de
Gabarito: Verdadeiro
fato entre os patrimônios, caracterizada por: (Incluído pela Lei nº 13.874, de 2019)
Art. 50. […]
[...]
§ 2º Entende-se por confusão patrimonial a ausência de separação de fato entre
II - transferência de ativos ou de passivos sem efetivas contraprestações,
os patrimônios, caracterizada por:
exceto os de valor proporcionalmente insignificante; e (Incluído pela Lei nº
I - cumprimento repetitivo pela sociedade de obrigações do sócio ou do 13.874, de 2019)
administrador ou vice-versa;
[...]
II - transferência de ativos ou de passivos sem efetivas contraprestações, exceto
os de valor proporcionalmente insignificante; e

III - outros atos de descumprimento da autonomia patrimonial.


41 [Art. 50, § 4º, CC] VUNESP 2023 - Juiz Substituto (TJ-SP)

Sobre a desconsideração da personalidade jurídica, julgue o seguinte item.


Mesmo com a comprovação da existência de grupo econômico, faz-se necessária
a presença dos requisitos previstos no artigo 50 do Código Civil para a
desconsideração da personalidade da pessoa jurídica.

( ) Verdadeiro
( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro

Art. 50 […]
§ 4º A mera existência de grupo econômico sem a presença dos requisitos de que
trata o caput deste artigo não autoriza a desconsideração da personalidade da
pessoa jurídica.
42 [Art. 50, § 4º, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Advogado da União (AGU) 43 [Art. 50, § 4º, CC] FCC 2024 - Analista Judiciário - Área Judiciária (TRF - 3ª
Região)

A existência de grupo econômico, aliada ao desvio de finalidade ou à


confusão patrimonial, autoriza a desconsideração da personalidade Um banco concedeu empréstimos de mais de R$ 200 milhões à sociedade ABC
jurídica. Indústria Ltda. para financiar a ampliação das suas instalações. Dois terços das
quotas dessa sociedade pertenciam às sociedades DEF Indústria Ltda, e GHI
( ) Verdadeiro Indústria Ltda., ao passo que o terço restante pertencia a João da Silva, que, por
sua vez, era titular de todas as quotas dessas outras duas sociedades. Como a
( ) Falso mutuária não honrou o empréstimo, o banco ajuizou contra ela uma execução.
Posteriormente, o banco requereu a desconsideração da personalidade jurídica
de ABC Indústria Ltda., para que os bens dos seus sócios (ou seja, DEF Indústria
Gabarito: Verdadeiro Ltda, GHI Indústria Ltda. e João da Silva) pudessem ser alcançados pela
execução, sob o fundamento exclusivo de todos eles integrarem um mesmo
Art. 50. Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo grupo econômico.
desvio de finalidade ou pela confusão patrimonial, pode o juiz, a
requerimento da parte, ou do Ministério Público quando lhe couber Nesse caso, de acordo com o Código Civil, a mera existência de grupo econômico
intervir no processo, desconsiderá-la para que os efeitos de certas e não autoriza a desconsideração da personalidade jurídica da sociedade ABC
determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens Indústria Ltda. em relação a nenhum dos seus sócios.
particulares de administradores ou de sócios da pessoa jurídica
beneficiados direta ou indiretamente pelo abuso. (Redação dada pela
( ) Verdadeiro
Lei nº 13.874, de 2019)
[…] ( ) Falso

§ 4º A mera existência de grupo econômico sem a presença dos


requisitos de que trata o caput deste artigo não autoriza a
desconsideração da personalidade da pessoa jurídica. (Incluído pela Lei Gabarito: Verdadeiro
nº 13.874, de 2019)
Art. 50 Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de
finalidade ou pela confusão patrimonial, pode o juiz, a requerimento da parte, ou
do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo, desconsiderá-la para
que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos
aos bens particulares de administradores ou de sócios da pessoa jurídica
beneficiados direta ou indiretamente pelo abuso.
[…]

§ 4º A mera existência de grupo econômico sem a presença dos requisitos de que


trata o caput deste artigo não autoriza a desconsideração da personalidade da
pessoa jurídica.

44 [Art. 50, § 4º, CC] FGV 2024 - Exame Nacional da Magistratura (ENFAM) 46 [Art. 48-A e 59, CC] CESPE/CEBRASPE 2025 - Analista Judiciário – Área Judiciária
– Sem Especialidade (TRF - 6ª Região)

Foi decretada a falência do grupo econômico XPTO e o Administrador Judicial


nomeado, exercendo seu múnus, ajuizou incidente de desconsideração da Julgue a assertiva a seguir.
personalidade jurídica após identificar inconsistências na contabilidade das Embora a legislação civil permita que as assembleias gerais de pessoas jurídicas
falidas. A respeito da desconsideração da personalidade jurídica, a mera de direito privado sejam realizadas por meio eletrônico, a alteração do estatuto
existência de grupo econômico enseja a desconsideração da personalidade social de associação civil deve, impreterivelmente, ser realizada em assembleia
jurídica. presencial, sob pena de nulidade absoluta.

( ) Verdadeiro
( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Falso

Gabarito: Falso
Gabarito: Falso
Art. 50, § 4º A mera existência de grupo econômico sem a presença dos
Art. 48-A. As pessoas jurídicas de direito privado, sem prejuízo do previsto em
requisitos de que trata o caput deste artigo não autoriza a desconsideração da
legislação especial e em seus atos constitutivos, poderão realizar suas
personalidade da pessoa jurídica.
assembleias gerais por meio eletrônico, INCLUSIVE para os fins do disposto no art.
59 deste Código, respeitados os direitos previstos de participação e de
manifestação.
[…]
45 [Art. 50, § 5º, CC] VUNESP 2023 - Juiz Substituto (TJ-SP) Art. 59. Compete privativamente à assembléia geral:
[…]
Sobre a desconsideração da personalidade jurídica, julgue o seguinte item. II – alterar o estatuto.
Constitui desvio de finalidade a alteração da finalidade original da atividade
econômica específica da pessoa jurídica.

( ) Verdadeiro 47 [Art. 62, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Promotor de Justiça (MPE-AM)

( ) Falso
A fundação poderá ser criada por disposição testamentária.

Gabarito: Falso
( ) Verdadeiro

Art. 50 […]
( ) Falso

§ 5º Não constitui desvio de finalidade a mera expansão ou a alteração da


finalidade original da atividade econômica específica da pessoa jurídica.
Gabarito: Verdadeiro

Art. 62. Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento,
dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se
quiser, a maneira de administrá-la.
48 [Art. 62, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Promotor de Justiça (MPE-AM) 50 [Art. 65, § único, CC] FGV 2023 - Técnico Judiciário (TJ-RN)

É ilegal a criação de fundação por ato de disposição testamentária. Carina é técnica judiciária e, em seu trabalho, se depara com uma demanda em
que se questiona a existência e a validade da criação de determinada fundação.
( ) Verdadeiro Para certificar adequadamente quanto à regularidade do processo, Carina deverá
observar que cumpre ao Ministério Público do Rio Grande do Norte velar pelas
( ) Falso fundações situadas nesse Estado, inclusive elaborando o estatuto se a pessoa
designada pelo instituidor não o fizer no prazo ou, não havendo prazo, em cento e
oitenta dias.
Gabarito: Falso
( ) Verdadeiro
Art. 62. Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento,
dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se ( ) Falso
quiser, a maneira de administrá-la.

Gabarito: Verdadeiro

Art. 65 […]
49 [Art. 62, § único, VIII, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Promotor de Justiça (MPE-
AM) Parágrafo único. Se o estatuto não for elaborado no prazo assinado pelo
instituidor, ou, não havendo prazo, em 180 dias, a incumbência caberá ao
Ministério Público.
Um rico empresário pretende destinar, mediante disposição testamentária, uma parte
legítima do seu patrimônio para a criação de uma fundação com o fim de promover a
democracia no âmbito do Estado brasileiro.
Em relação a essa situação hipotética, julgue o item que segue.
A fundação poderá ser criada por disposição testamentária.

( ) Verdadeiro
( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro

Art. 62. Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento,
dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se
quiser, a maneira de administrá-la.

Parágrafo único. A fundação somente poderá constituir-se para fins de: (Redação dada pela
Lei nº 13.151, de 2015)

[...]

VIII – promoção da ética, da cidadania, da democracia e dos direitos humanos;

51 [Art. 65, parágrafo único, CC] VUNESP 2023 - Promotor de Justiça Substituto 52 [Art. 76, parágrafo único, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Promotor de Justiça
(MPE-SP) Substituto (MPE-SC)

Sobre fundações, de acordo com o Código Civil, é correto afirmar que se o À luz do disposto na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB),
estatuto da fundação não for elaborado no prazo assinado pelo instituidor, ou, no Código Civil bem como da jurisprudência do STF, julgue o próximo item,
não havendo prazo, em cento e oitenta dias, a incumbência caberá ao Ministério relativos a pessoas, domicílio e bens.
Público. Conforme o Código Civil, o domicílio do incapaz é o do seu representante ou
assistente; o do servidor público, o lugar em que exercer permanentemente suas
( ) Verdadeiro funções; o do militar, onde servir, e, sendo este da Marinha ou da Aeronáutica,
onde o navio ou a aeronave estiverem matriculados; o do marítimo, onde o navio
( ) Falso estiver atracado; e o do preso, o lugar em que cumprir a sentença.

( ) Verdadeiro
Gabarito: Verdadeiro
( ) Falso
Art. 65. Aqueles a quem o instituidor cometer a aplicação do patrimônio, em tendo
ciência do encargo, formularão logo, de acordo com as suas bases (art. 62), o
estatuto da fundação projetada, submetendo-o, em seguida, à aprovação da
Gabarito: Falso
autoridade competente, com recurso ao juiz.
Art. 76. […]
Parágrafo único. Se o estatuto não for elaborado no prazo assinado pelo
instituidor, ou, não havendo prazo, em cento e oitenta dias, a incumbência caberá Parágrafo único. O domicílio do incapaz é o do seu representante ou assistente; o
ao Ministério Público. do servidor público, o lugar em que exercer permanentemente suas funções; o do
militar, onde servir, e, sendo da Marinha ou da Aeronáutica, a sede do comando a
que se encontrar imediatamente subordinado ; o do marítimo, onde o navio estiver
matriculado; e o do preso, o lugar em que cumprir a sentença.

53 [Art. 75, I, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito (TJ-PR)

Domicílio é o local onde a pessoa estabelece sua residência com âmbito


definitivo. Com base no Código Civil, é correto afirmar sobre o tema que: o
domicílio da União é o local de onde o administrador despacha.

( ) Verdadeiro
( ) Falso

Gabarito: Falso

Art. 75. Quanto às pessoas jurídicas, o domicílio é:


I - da União, o Distrito Federal;
[...]
54 [Art. 73, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito (TJ-PR) 56 [Art. 78, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito (TJ-PR)

Domicílio é o local onde a pessoa estabelece sua residência com âmbito Nos contratos escritos, é defeso especificar domicílio onde cumpra seus direitos
definitivo. Com base no Código Civil, é correto afirmar sobre o tema que: o e obrigações deles resultantes.
domicílio da pessoa que não tenha residência habitual é o local de seu último
domicílio declarado. ( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso

Art. 78. Nos contratos escritos, poderão os contratantes especificar domicílio


Gabarito: Falso
onde se exercitem e cumpram os direitos e obrigações deles resultantes.
Art. 73. Ter-se-á por domicílio da pessoa natural, que não tenha residência
habitual, o lugar onde for encontrada.

57 [Art. 71, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Analista de Planejamento (INPI)

55 [Art. 71, CC] FGV 2023 - Juiz de Direito (TJ-PR)


Se uma pessoa viver alternadamente em mais de uma residência, será
considerada seu domicílio aquela em que permanecer por mais tempo.
Para a pessoa natural que tiver diversas residências, onde alternativamente viva,
considerar-se-á domicílio qualquer um deles. ( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso

Art. 71. Se, porém, a pessoa natural tiver diversas residências, onde,
Gabarito: Verdadeiro
alternadamente, viva, considerar-se-á domicílio seu qualquer delas.
Art. 71. Se, porém, a pessoa natural tiver diversas residências, onde,
alternadamente, viva, considerar-se-á domicílio seu qualquer delas.

58 [Art. 75, § 1º, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Procurador do Tribunal de Contas 60 [Art. 92, CC] VUNESP 2023 - Promotor de Justiça Substituto (MPE-SP)
(TC-DF)
Em relação aos bens reciprocamente considerados, é correto afirmar que bem
A respeito da pessoa jurídica, dos direitos reais, da posse e dos atos unilaterais, acessório é aquele cuja existência supõe a do principal.
julgue o item subsequente, considerando o Código Civil e, no que couber, o
entendimento jurisprudencial dos tribunais superiores. ( ) Verdadeiro

Uma vez que o domicílio da pessoa jurídica é o local de sua sede, não é possível
( ) Falso
o ajuizamento de ação no local de suas filiais se a obrigação não tiver sido
contraída em nenhuma delas.
Gabarito: Verdadeiro
( ) Verdadeiro Art. 92. Principal é o bem que existe sobre si, abstrata ou concretamente;
( ) Falso acessório, aquele cuja existência supõe a do principal.

Gabarito: Verdadeiro
61 [Art. 93, CC] VUNESP 2023 - Promotor de Justiça Substituto (MPE-SP)

Art. 75 […]
Em relação aos bens reciprocamente considerados, é correto afirmar que são
§ 1º Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares pertenças os bens que, não constituindo partes integrantes, se destinam, de
diferentes, cada um deles será considerado domicílio para os atos nele praticados. modo duradouro, ao uso, ao serviço ou a aformoseamento de outro.

( ) Verdadeiro
( ) Falso

59 [Art. 84, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Advogado da União (AGU)

Gabarito: Verdadeiro
Considerando as disposições do Código Civil e a Jurisprudência do STJ a respeito
de bens, é correto afirmar que os materiais destinados a alguma construção, Art. 93. São pertenças os bens que, não constituindo partes integrantes, se
enquanto não forem empregados, não conservam sua qualidade de bens móveis. destinam, de modo duradouro, ao uso, ao serviço ou ao aformoseamento de outro.

( ) Verdadeiro
( ) Falso

Gabarito: Falso

Art. 84. Os materiais destinados a alguma construção, enquanto não forem


empregados, conservam sua qualidade de móveis; readquirem essa qualidade os
provenientes da demolição de algum prédio.
62 [Arts. 93 e 94, CC] VUNESP 2023 - Juiz de Direito (TJ-RJ) 64 [Art. 94, CC] VUNESP - Juiz de Direito (TJ-RJ)

As pertenças podem ser destacadas do bem principal, podendo, portanto, As pertenças em regra, são abrangidas pelos negócios jurídicos que dizem
figurarem como objeto de relações jurídicas próprias, sendo que, como regra, não respeito ao bem principal, salvo se o contrário resultar da lei, da manifestação de
seguem a sorte do bem principal. vontade, ou das circunstâncias do caso.

( ) Verdadeiro ( ) Verdadeiro
( ) Falso ( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro Gabarito: Falso

Art. 93. São pertenças os bens que, não constituindo partes integrantes, se Art. 94. Os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem
destinam, de modo duradouro, ao uso, ao serviço ou ao aformoseamento de outro. as pertenças, salvo se o contrário resultar da lei, da manifestação de vontade, ou
das circunstâncias do caso.
Art. 94. Os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem
as pertenças, salvo se o contrário resultar da lei, da manifestação de vontade, ou
das circunstâncias do caso.

65 [Art. 94, CC] VUNESP 2023 - Promotor de Justiça Substituto (MPE-SP)

63 [Art. 94, CC] VUNESP 2023 - Juiz de Direito (TJ-RJ) Em relação aos bens reciprocamente considerados, é correto afirmar que o
tratamento das pertenças no Código Civil confirma a regra de que o acessório
segue o principal.
As pertenças são bens acessórios que fazem parte integrante de outro bem
principal e seguem a sorte deste.
( ) Verdadeiro
( ) Verdadeiro ( ) Falso
( ) Falso

Gabarito: Falso

Gabarito: Falso Art. 94. Os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem
as pertenças , salvo se o contrário resultar da lei, da manifestação de vontade, ou
Art. 93. São pertenças os bens que, não constituindo partes integrantes, se
das circunstâncias do caso.
destinam, de modo duradouro, ao uso, ao serviço ou ao aformoseamento de outro.
Art. 94. Os negócios jurídicos que dizem respeito ao bem principal não abrangem
as pertenças, salvo se o contrário resultar da lei, da manifestação de vontade, ou
das circunstâncias do caso.

66 [Art. 95, CC] VUNESP 2023 - Promotor de Justiça Substituto (MPE-SP) 67 [Art. 96, CC] FGV 2024 - Delegado (PC-SC)

Em relação aos bens reciprocamente considerados, é correto afirmar que os Antônio Balduíno celebrou contrato de locação residencial com Gabriela Bala,
frutos e produtos podem ser objeto de negócio jurídico, apesar de ainda não pelo prazo de trinta meses. Gabriela, locatária, realizou diversas obras no bem,
separados do bem principal. com destaque para: a reforma do encanamento da cozinha, que se encontrava
com infiltrações e comprometiam a segurança do imóvel; a troca do cabeamento
( ) Verdadeiro da casa, tornando mais útil a internet, visto que ela trabalha em home office; a
construção de uma piscina para o lazer de seus filhos; e a alteração da pintura
( ) Falso externa do bem, que se encontrava em perfeito estado, transformando o imóvel
na casa da Barbie, sonho da locatária, embelezando o imóvel e valorizando-o em
cinquenta por cento, conforme corretores de imóveis da região. O contrato de
Gabarito: Verdadeiro locação prevê que as benfeitorias realizadas pela locatária serão indenizadas,
independentemente de autorização prévia, salvo as voluptuárias.
Art. 95. Apesar de ainda não separados do bem principal, os frutos e produtos
Diante da situação hipotética, a respeito do tema benfeitorias, é correto afirmar
podem ser objeto de negócio jurídico.
que todas as benfeitorias realizadas na situação narrada no enunciado devem ser
indenizadas, com exceção da construção da piscina, por ser voluptuária.

( ) Verdadeiro
( ) Falso

Gabarito: Falso

Art. 96. As benfeitorias podem ser voluptuárias, úteis ou necessárias.


§ 1º São voluptuárias as de mero deleite ou recreio, que não aumentam o uso
habitual do bem, ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor.
§ 2º São úteis as que aumentam ou facilitam o uso do bem.
§ 3º São necessárias as que têm por fim conservar o bem ou evitar que se
deteriore.

Observação: a alteração da pintura externa do bem, que se encontrava em perfeito


estado, transformando o imóvel na casa da Barbie, sonho da locatária,
embelezando o imóvel e valorizando-o em cinquenta por cento, conforme
corretores de imóveis da região também é considerada benfeitoria voluptuária.
68 [Art. 96, §§ 1º e 2º, CC, c/c arts. 35 e 36, Lei 8.245/91] FGV 2024 - XL Exame da 69 [Art. 98, CC] FGV 2023 - Juiz do Trabalho (CSJT)
OAB
São públicos os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito privado que
Antônio, locatário de um imóvel residencial, verificou uma enorme infiltração integram a Administração Pública.
atrás dos armários da cozinha. Com a finalidade de evitar maior deterioração do
imóvel, Antônio realizou a obra a fim de reparar o dano e conservar o bem. ( ) Verdadeiro
Aproveitando a presença do empreiteiro em sua casa, reformou todos os
armários dos quartos, para incluir portas de espelho e puxadores em cobre com o ( ) Falso
único objetivo de deixá-los mais sofisticados, pois os anteriores estavam em
perfeito estado. Aproveitou também a oportunidade para incluir um grande
aquário embutido na parede da sala. Diante da situação narrada, o reparo na Gabarito: Falso
cozinha é uma benfeitoria necessária, porque conserva e evita que a coisa se
Art. 98. São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas
deteriore, e a reforma dos armários e do aquário são benfeitorias voluptuárias,
jurídicas de direito público interno; todos os outros são particulares, seja qual for a
pois trata-se de mero deleite.
pessoa a que pertencerem.

( ) Verdadeiro
( ) Falso
70 [Art. 98, CC] FGV 2023 - Juiz do Trabalho (TST)

Gabarito: Verdadeiro Quanto aos bens públicos, considerando o disposto no Código Civil, é correto
Código Civil, art. 96. As benfeitorias podem ser voluptuárias, úteis ou necessárias. afirmar que são públicos os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito
privado que integram a Administração Pública.
§ 1 São voluptuárias as de mero deleite ou recreio, que não aumentam o uso
habitual do bem, ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor.
( ) Verdadeiro
[...]
( ) Falso
§ 3º São necessárias as que têm por fim conservar o bem ou evitar que se
deteriore.

Lei 8.245/91, art. 35. Salvo expressa disposição contratual em contrário, as Gabarito: Falso
benfeitorias necessárias introduzidas pelo locatário, ainda que não autorizadas
pelo locador, bem como as úteis, desde que autorizadas, serão indenizáveis e Art. 98 São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas
permitem o exercício do direito de retenção. jurídicas de direito público interno ; todos os outros são particulares, seja qual for a
pessoa a que pertencerem.
Art. 36. As benfeitorias voluptuárias não serão indenizáveis, podendo ser
levantadas pelo locatário, finda a locação, desde que sua retirada não afete a
estrutura e a substância do imóvel.

71 [Art. 99, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Promotor de Justiça (MPE-SC) 72 [Art. 99, II, CC] VUNESP 2023 - Tabelião / Oficial de Registros - Provimento (TJ-
AL)
À luz do disposto na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro
(LINDB), no Código Civil bem como da jurisprudência do STF, julgue o O bem público sede do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, utilizado para
próximo item, relativos a pessoas, domicílio e bens. julgamento dos recursos criminais e cíveis, é bem de uso especial.

À luz do Código Civil, são bens públicos: os dominicais, que ( ) Verdadeiro


constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público,
como objeto de direito pessoal, ou real, de cada uma dessas ( ) Falso
entidades; os de uso especial, tais como rios, mares, estradas, ruas e
praças; e os de uso comum do povo, tais como edifícios ou terrenos
destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, Gabarito: Verdadeiro
estadual, territorial ou municipal, inclusive os de suas autarquias.
Art. 99. São bens públicos:

( ) Verdadeiro [...]

( ) Falso II - os de uso especial, tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou


estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou municipal,
inclusive os de suas autarquias;

Gabarito: Falso [...]

Art. 99. São bens públicos:


I - os de uso comum do povo, tais como rios, mares, estradas, ruas e praças;
II - os de uso especial, tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou 73 [Art. 99, II, CC] FGV 2023 - Juiz do Trabalho (TST)
estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou municipal,
inclusive os de suas autarquias; Quanto aos bens públicos, considerando o disposto no Código Civil, é correto
III - os dominicais, que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito afirmar que o terreno destinado a serviço de autarquia municipal é bem público
público, como objeto de direito pessoal, ou real, de cada uma dessas entidades. de uso especial.
Parágrafo único. Não dispondo a lei em contrário, consideram-se dominicais os
bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado
( ) Verdadeiro
estrutura de direito privado. ( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro

Art. 99 São bens públicos:


[…]
II – os de uso especial, tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou
estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou municipal,
inclusive os de suas autarquias;
74 [Art. 99, § único, CC] FGV 2023 - Juiz do Trabalho (CSJT) 76 [Art. 100, CC] FGV 2024 - Analista Jurídico (TJ-SC)

Os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado Ao estudar o tópico atinente aos bens públicos, previsto no conteúdo
estrutura de direito privado são considerados de uso especial. programático do concurso público para o qual estava se preparando, Marilene
observou que, de acordo com o respectivo regime jurídico, tais bens são
( ) Verdadeiro penhoráveis, prescritíveis e inalienáveis quando afetados.

( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso

Art. 99, Parágrafo único. Não dispondo a lei em contrário, consideram-


Gabarito: Falso
se dominicais os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que
se tenha dado estrutura de direito privado. Art. 100. Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião.
Art. 101. Os bens públicos dominicais podem ser alienados, observadas as
exigências da lei.

75 [Art. 99, § único, CC] FGV 2023 - Juiz do Trabalho (TST)

Quanto aos bens públicos, considerando o disposto no Código Civil, é correto 77 [Art. 100, CC] VUNESP 2023 - Juiz Substituto (TJ-RJ)
afirmar que os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se
tenha dado estrutura de direito privado são considerados de uso especial.
A respeito de bens públicos, é correto afirmar que a desafetação é um dos
requisitos necessários que deve anteceder a alienação de bem público que tenha
( ) Verdadeiro destinação específica.
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso

Art. 99 […]
Gabarito: Verdadeiro
Parágrafo único. Não dispondo a lei em contrário, consideram-se dominicais os
bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado Art. 100. Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são
estrutura de direito privado. inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação, na forma que a lei
determinar.

78 [Art. 101, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Procurador do Estado (PGE-SE) 81 [Art. 103, CC] FGV 2023 - Juiz do Trabalho (TST)

Bens públicos dominicais são inalienáveis. Quanto aos bens públicos, considerando o disposto no Código Civil, é correto
afirmar que o uso comum dos bens públicos não pode ser retribuído.
( ) Verdadeiro
( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Falso

Gabarito: Falso
Gabarito: Falso
Art. 101. Os bens públicos dominicais podem ser alienados, observadas as
exigências da lei. Art. 103 O uso comum dos bens públicos pode ser gratuito ou retribuído, conforme
for estabelecido legalmente pela entidade a cuja administração pertencerem.

79 [Art. 101, CC] FGV 2023 - Juiz do Trabalho (TST)


82 [Art. 100 c/c 101 c/c 102, CC] FGV 2024 - Analista Jurídico (TJ-SC)
Quanto aos bens públicos, considerando o disposto no Código Civil, é correto
afirmar que os bens públicos dominicais não podem ser alienados. Ao estudar o tópico atinente aos bens públicos, previsto no conteúdo
programático do concurso público para o qual estava se preparando, Marilene
( ) Verdadeiro observou que, de acordo com o respectivo regime jurídico, tais bens são
impenhoráveis, imprescritíveis e passíveis de alienação quando dominicais.
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso

Art. 101 Os bens públicos dominicais podem ser alienados , observadas as


exigências da lei.
Gabarito: Verdadeiro

Art. 100. Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são
inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação, na forma que a lei
determinar.
80 [Art. 102, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Procurador do Estado (PGE-SE)

Bens públicos especiais podem ser alcançados pela usucapião. Art. 101. Os bens públicos dominicais podem ser alienados, observadas as
exigências da lei.
( ) Verdadeiro
( ) Falso Art. 102. Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião.

Gabarito: Falso

Art. 102. Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião.


83 [Art. 79, CC] FGV 2025 - Delegado de Polícia (PC-MG) 85 [Art. 113, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Promotor de Justiça (MPE-SC)

Um crime que tenha por objeto coisa alheia móvel, remetendo à definição do Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os
Código Civil, NÃO poderá incidir sobre: a árvore de elevado valor econômico usos do lugar de sua celebração, podendo as partes livremente
plantada no quintal. pactuar regras de interpretação, de preenchimento de lacunas e de
integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei.
( ) Verdadeiro
( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro
Gabarito: Verdadeiro
Art. 79. São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou
artificialmente. Art. 113. Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os
usos do lugar de sua celebração.

[...]

§ 2º As partes poderão livremente pactuar regras de interpretação, de


84 [Art. 111, CC] FCC 2023 - Analista Judiciário - Área Judiciária (TRT - 18ª Região)
preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas
daquelas previstas em lei. (Incluído pela Lei nº 13.874, de 2019)
De acordo com o Código Civil, a anuência das partes à celebração dos negócios jurídicos
em geral depende, necessariamente, de declaração de vontade expressa, que deverá ser
sempre formalizada por escrito, sob pena de não valer.

( ) Verdadeiro
( ) Falso

Gabarito: Falso

Art. 111. O silêncio importa anuência, quando as circunstâncias ou os usos o autorizarem, e


não for necessária a declaração de vontade expressa.

86 [Art. 113, § 2º, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Promotor de Justiça Substituto 87 [Art. 113, § 1º I, CC] CESPE / CEBRASPE 2023 - Delegado de Polícia Civil (PC-AL)
(MPE-SC)
Julgue o item a seguir, acerca dos negócios jurídicos.
No que diz respeito às disposições do Código Civil sobre fatos jurídicos, A interpretação do negócio jurídico independe da confirmação de sentido pelo
prescrição e prova, julgue o item a seguir. comportamento posterior das partes à sua celebração.
Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os usos do
lugar de sua celebração, podendo as partes livremente pactuar regras de ( ) Verdadeiro
interpretação, de preenchimento de lacunas e de integração dos negócios
jurídicos diversas daquelas previstas em lei.
( ) Falso

( ) Verdadeiro
Gabarito: Falso
( ) Falso
Art. 113. Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os
usos do lugar de sua celebração.

Gabarito: Verdadeiro § 1º A interpretação do negócio jurídico deve lhe atribuir o sentido que:

Art. 113. Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os I - for confirmado pelo comportamento das partes posterior à celebração do
usos do lugar de sua celebração. negócio;

[…] […]

§ 2º As partes poderão livremente pactuar regras de interpretação, de


preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas
daquelas previstas em lei.
88 [Art. 112, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Procurador do Estado (PGE-SE)

Ao se interpretar uma declaração de vontade, o sentido literal da linguagem deve


receber tanto peso quanto a intenção da declaração.

( ) Verdadeiro
( ) Falso

Gabarito: Falso

Art. 112. Nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas


consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.
89 [Art. 107, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Procurador do Estado (PGE-SE) 91 [Art. 106, CC] FCC 2023 - Analista Judiciário (TRT - 21ª Região)

As declarações de vontade com relevo jurídico, em geral, dependem de forma João e Maria concluíram entre si negócio jurídico cujo objeto era impossível ao
especial. tempo da celebração. Porém, antes de realizada a condição a que o negócio foi
subordinado, a impossibilidade do objeto cessou. Nesse caso, de acordo com o
( ) Verdadeiro Código Civil, o negócio é válido e, realizada a condição, produzirá efeitos
independentemente de ratificação.
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Falso

Art. 107. A validade da declaração de vontade não dependerá de forma especial,


senão quando a lei expressamente a exigir.
Gabarito: Verdadeiro

Art. 106 . A impossibilidade inicial do objeto não invalida o negócio jurídico se for
relativa, ou se cessar antes de realizada a condição a que ele estiver subordinado.

90 [Art. 178, I, CC] FGV 2023 - Defensor Público (DPE-RJ)

Acerca dos negócios jurídicos, analise a afirmativa a seguir:


92 [Art. 109, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Analista Judiciário (CNJ)

Os negócios jurídicos são anuláveis quando houver coação, sendo de quatro anos
o prazo de decadência para pleitear-se a anulação, contados da data em que a Julgue o item a seguir, referentes a disposições da Lei de Introdução às Normas
coação cessar. Ademais, a anulabilidade não tem efeito antes de julgada por do Direito Brasileiro (LINDB), aos direitos da personalidade e aos fatos, atos e
sentença. negócios jurídicos no direito civil.
A imposição de negócio solene pode ser estabelecida por convenção das partes,
( ) Verdadeiro às quais é facultado estipular a obrigatoriedade da utilização de escritura
pública, mesmo quando a lei dispensa essa formalidade.
( ) Falso
( ) Verdadeiro

Gabarito: Verdadeiro
( ) Falso

Art. 178. É de quatro anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do


negócio jurídico, contado: Gabarito: Verdadeiro
I - no caso de coação, do dia em que ela cessar;
Art. 177. A anulabilidade não tem efeito antes de julgada por sentença, nem se
pronuncia de ofício; só os interessados a podem alegar, e aproveita Art. 109. No negócio jurídico celebrado com a cláusula de não valer sem
exclusivamente aos que a alegarem, salvo o caso de solidariedade ou instrumento público, este é da substância do ato.
indivisibilidade.

93 [Art. 119, § único, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Analista de Planejamento (INPI) 95 [Arts. 118 e 119, CC] VUNESP 2025 - Promotor de Justiça (MPE-SP)

A anulação do negócio jurídico concluído pelo representante em conflito de Há eficácia no negócio jurídico firmado pelo representante, em nome do
interesses com o representado sujeita-se a prazo prescricional. representado judicialmente nomeado, ainda que fora dos limites de seus poderes,
não havendo que se falar em ineficácia ou em excesso de representação.
( ) Verdadeiro
( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Falso

Gabarito: Falso
Gabarito: Falso
Art. 119. É anulável o negócio concluído pelo representante em conflito de
interesses com o representado, se tal fato era ou devia ser do conhecimento de Art. 118. O representante é obrigado a provar às pessoas, com quem tratar em
quem com aquele tratou. nome do representado, a sua qualidade e a extensão de seus poderes, sob pena
de, não o fazendo, responder pelos atos que a estes excederem.
Parágrafo único. É de cento e oitenta dias, a contar da conclusão do negócio ou da
cessação da incapacidade, o prazo de decadência para pleitear-se a anulação Art. 119. É anulável o negócio concluído pelo representante em conflito de
prevista neste artigo. interesses com o representado, se tal fato era ou devia ser do conhecimento de
quem com aquele tratou.

Parágrafo único. É de cento e oitenta dias, a contar da conclusão do negócio ou da


cessação da incapacidade, o prazo de decadência para pleitear-se a anulação
94 [Art. 116, CC] VUNESP 2025 - Promotor de Justiça (MPE-SP) prevista neste artigo.

A respeito da personalidade e da capacidade jurídica, é possível afirmar


corretamente que o representante do incapaz manifesta sua própria vontade,
porém os efeitos do negócio jurídico por ele perpetrado recaem sobre o 96 [Art. 121, CC] CEBRASPE 2023 - Delegado de Polícia (PC-AL)
representado e seu patrimônio, se for o caso.
A cláusula condicional, que deriva exclusivamente da vontade das partes,
( ) Verdadeiro condiciona o efeito do negócio jurídico a evento futuro e incerto.
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Verdadeiro
Art. 116. A manifestação de vontade pelo representante, nos limites de seus
poderes, produz efeitos em relação ao representado. Gabarito: Verdadeiro

Art. 121. Considera-se condição a cláusula que, derivando exclusivamente da


vontade das partes, subordina o efeito do negócio jurídico a evento futuro e
incerto.
97 [Art. 121, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Analista de Planejamento (INPI) 99 [Art. 127, CC] CESPE/CEBRASPE 2023 - Analista Judiciário - Oficial de Justiça
Avaliador (TJ-ES)

Caso os contratantes decidam subordinar os efeitos do negócio jurídico a evento


futuro e incerto, estará caracterizada uma condição. Configura condição resolutiva do negócio jurídico o fato de um pai
prometer a uma filha repassar-lhe certo valor mensal até que ela
( ) Verdadeiro complete 20 anos de idade.
( ) Falso
( ) Verdadeiro
( ) Falso
Gabarito: Verdadeiro

Art. 121. Considera-se condição a cláusula que, derivando exclusivamente da


Gabarito oficial da banca: Verdadeiro
vontade das partes, subordina o efeito do negócio jurídico a evento futuro e
incerto. Art. 127. Se for resolutiva a condição, enquanto esta se não realizar, vigorará o
negócio jurídico, podendo exercer-se desde a conclusão deste o direito por ele
estabelecido.

98 [Art. 121, CC] CESPE / CEBRASPE 2023 - Delegado de Polícia Civil (PC-AL)

100 [Art. 124, CC] CESPE/CEBRASPE 2024 - Procurador do Estado (PGE-PR)


Julgue o item a seguir, acerca dos negócios jurídicos.
A cláusula condicional, que deriva exclusivamente da vontade das partes,
condiciona o efeito do negocio jurídico a evento futuro e incerto. Estipulada em negócio jurídico condição de não fazer coisa impossível, esta será
considerada inexistente.
( ) Verdadeiro
( ) Verdadeiro
( ) Falso
( ) Falso

Gabarito: Verdadeiro
Gabarito: Verdadeiro
Art. 121. Considera-se condição a cláusula que, derivando exclusivamente da
vontade das partes, subordina o efeito do negócio jurídico a evento futuro e
incerto. Art. 124. Têm-se por inexistentes as condições impossíveis, quando resolutivas, e
as de não fazer coisa impossível.

Você também pode gostar