EXAMES LABORATORIAIS
Hemograma (HEM) –
Glicose em Jejum (GLS) –
Hemoglobina Glicada (HGL) –
Lipidograma (LIG) –
Transaminase Oxalacetica (TGO) –
Transaminase Piruvica (TGP) –
UREIA (URE) –
CREATINA (CRE) –
Gama Glutamil Transfer (GGT) –
Fosfatase Alcalina (FAL) –
Bilirrubinas (BIL) –
Amilase (AMI) –
Proteina C-Reativa –
Fator Reumatoide –
Hormônio Tireoestimulante (TSH) –
T4 Livre (TLL-HP) –
Microssomal, Anticorpos (ANTI) –
Testosterona (TES) –
Testosterona Livre Calculada –
PSA Livre/Total – PSS – HP –
Globulina Ligadora de Hormônio –
Hormônio Folículo Estimulante –
Hormônio Lu teinizante –
Sódio (SOD) –
Potássio (POT) –
Cloro (CRT) –
Proteinas totais e fracionadas –
Ácido Úrico –
25-Hidroxivitamina D –
Vitamina B-12 –
Calcio – CAL
VHS –
Fator Anti-nuclear –
Sumario de Urina (EAS) –
Parasitologico de Fezes –
Avaliação do Fígado:
Tempo de Protrombina (TAP) –
Proteínas Totais e Frações –
Fosfatase Alcalina –
Bilirrubina Total e Frações –
Gama GT –
TGO (AST) -
TGP (ALT) –
Lactato desidrogenase (LDH) –
Amilase –
Lipase –
Glicemia e Insulina
Avaliação Renal:
Ureia Sérica –
Creatinina Sérica –
Relação Uréia/Creatinina –
Ritmo de filtração glomerular –
Cistatina C –
Eletrólitos Séricos ([Link], K, Mg) –
Uroanálise completa –
Proteinúria de 24 horas
Avaliação Hematológica e Imunológica
Hemograma -
Contagem de reticulócitos –
Tipagem sanguínea –
Status do ferro (ferritina, ferro sérico, transferrina, IST, etc.) -
Teste de Coombs direto e indireto –
Dosagem de imunoglobulinas séricas –
Pesquisa de antígeno e/ou anticorpos –
Vitamina B12 e Folatos –
TAP, TTPA e D-dímero –
Avaliação da Tireoide
Hormônio Tireoestimulante (TSH) –
Tetraiodotironina (T4) livre e/ou total –
Triiodotironina (T3) livre e/ou total –
Anticorpos Antitireoperoxidase (Anti TPO) –
Anticorpos Antitireoglobulina (Anti-Tg) –
Anticorpos Anti-receptores de TSH (TRAb) –
Avaliação Óssea
Cálcio Sérico -
Cálcio Urinário -
Fósforo Sérico –
Fósforo Urinário –
Fosfatase Alcalina –
Vitamina D (25 hidroxivitamina D) -
Vitamina D (1,25 dihidroxivitamina D) –
Paratormônio –
Avaliação Reprodutiva
Hormônio Luteinizante (LH)
Hormônio folículo-estimulante (FSH)
Estradiol –
Progesterona –
Prolactina –
Testosterona –
Antígeno Prostático específico (PSA) –
Espermograma –
Avaliação Geral
Proteína C reativa –
Velocidade de hemossedimentação (VHS) –
Glicemia –
Perfil lipídico (triglicérides, colesterol, HDL, LDL, etc)
Ácido Úrico –
Lactato desidrogenase (LDH) –
Creatina quinase (CK) –
Bacterioscopia e cultura de tecidos e fluidos biológicos –
Gasometria Arterial –
Exame parasitológico de fezes (EPF) –
Hemograma
Eritograma (anemias):
Hemácia (hematócrito) (Concentração de células no sangue) (se baixa evidencia uma anemia)
Hemoglobina (proteína responsável pelo transporte de oxigênio no sangue)
HCM = (Hemoglobina Corpuscular Média) Concentração de Ferro (Coloração) (Normocrômica,
Hipocrômica, Hipercrômica)
VCM = Tamanho da Hemácia (Microcítica ou Macrocítica)
CHCM = Concentração de ferro nas hemácias (se baixa é baixa concentração de ferro)
RDW = Hemácias diferentes entre si.
Leucograma (Infecções)
Leucócitos = Infecção (se aumentada, significa estar com infecção)
Neutrófilos = (Infecção Bacteriana) (urinária, Pneumonia, Garganta, etc)
Promielocitos –
Mielocitos –
Metamielocitos –
Bastões – (são os neutrófilos jovens e que normalmente são encontrados no sangue
quando há infecções em fase aguda.)
Segmentados – (Infecção Bacteriana) (são os neutrófilos maduros e mais encontrados no
sangue.)
Eosinófilos – (Infecção Parasitária) (desejado de 2 a 4%)
Basofilos – (São as células de defesa ativadas em caso de inflamação crônica ou alergia prolongada
e, em condições normais, só é encontrado até 1%.)
Linfócitos típicos – (Infecção Viral) (Gripe, Covid, Virose, etc) (Os linfócitos são responsáveis pelo
combate a vírus e tumores e produção anticorpos. Quando aumentados, podem indicar uma infecção
viral, HIV, leucemia ou rejeição de um órgão transplantado, por exemplo)
Linfócitos atípicos – (são linfócitos que apresentam forma variada e que surgem normalmente
quando há infecções, principalmente infecções virais, como a mononucleose, herpes, AIDS, rubéola
e varicela.)
Monócitos – (São as células de defesa responsáveis for fagocitar microrganismos invasores, sendo
também chamados de macrófagos. Atuam contra vírus e bactérias sem distinção)
Blastos – (Em pessoas com leucemia aguda, o hemograma pode demonstrar uma diminuição das
hemácias e das plaquetas e um aumento dos leucócitos – este último, causado pela proliferação das
células doentes, chamadas blastos.)
Neutrofilia -
Leucócitos altos
O aumento dos leucócitos, também chamada de leucocitose,
acontece quando essas células estão acima de 11.000/µL. Esse
quadro pode se desenvolver por diversos motivos, sendo os
principais:
Infecção bacteriana ou viral
Processo inflamatório (trauma, cirurgias, doenças reumatológicas
e queimaduras)
Efeito colateral de alguns medicamentos (como corticóide)
Cânceres hematológicos (leucemias e linfomas) e
Doenças crônicas do sangue
Leucócitos baixos
De acordo com a especialista, o valor mínimo dos leucócitos é de
4.000/µL e a queda na quantidade dessas células, cientificamente
chamada de leucopenia, pode acontecer por alguns motivos, como:
Deficiência de vitaminas (ácido fólico, vitamina B12 e cobre)
Alterações na função da tireoide
Doenças autoimunes
Infecções virais agudas e crônicas
Efeito colateral de alguns medicamentos e
Doenças que afetam a medula óssea (leucemia e anemia
aplásica).
Linfócitos
Esse é um dos tipos de glóbulos brancos que existe e ele também
tem a função de defesa do organismo. A Drª. Mariana descreve que
o valor de referência dos linfócitos, ou seja, a quantidade de
células que deve estar no sangue, é de 1.000 a 4.000/µL.
No hemograma essas células aparecem divididas entre linfócitos
típicos e atípicos. Os linfócitos típicos são as células comumente
encontradas no sangue. Porém, quando há linfócitos atípicos,
significa que há a presença de linfócitos com um formato diferente,
isto é, eles são maiores. Esta mudança no formato acontece quando
essas células são estimuladas para combater um agressor.
“Atípicas nos linfócitos ocorrem com frequência em infecções virais”,
a médica afirma.
Linfócitos baixos
Quando essas células estão abaixo de 1.000/µL chamamos
de linfopenia e esse quadro pode acontecer por conta de:
Uso de medicamentos que atingem o sistema imune
(imunossupressores)
Tratamento de radioterapia e quimioterapia
Infecção pelo vírus HIV e
Alguns subtipos de linfoma
Quando se preocupar com linfócitos baixos?
Como há uma menor quantidade dessas células, o corpo não
consegue se defender adequadamente. Então, a principal
preocupação é que a pessoa tende a contrair mais infecções
oportunistas – inclusive, ter infecções frequentemente é um sintoma
de linfócitos baixos.
Linfócitos altos
Esse quadro, também chamado de linfocitose, acontece quando os
linfócitos estão acima de 4.000/µL e pode ser causado por:
Infecções virais (mononucleose, rubéola, hepatite etc)
Infecções crônicas (tuberculose) e
Câncer do sangue (leucemias e alguns subtipos de linfoma)