Java – Plataformas
A tecnologia Java está dividida em plataformas.
Cada plataforma oferece um conjunto de funcionalidades
para o desenvolvimento de diferentes tipos de aplicações
Existem três plataformas baseadas na tecnologia Java
Java ME – Java Platform, Micro Edition
Java SE – Java Platform, Standard Edition
Java EE – Java Platform, Enterprise Edition
Programação para Internet 70
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Java – Plataformas
Java ME – Java Platform, Micro Edition
Fornece um ambiente específico para a criação de aplicações destinadas a
dispositivos como telefones celulares, pagers, PDAs, Smartphones; etc.
Destinado a criação de aplicações para dispositivos móveis
Java SE – Java Platform, Standard Edition
Fornece um ambiente completo para o desenvolvimento de aplicações em
destktops (clientes) e também servidores
Base da tecnologia Java. Fornece a máquina virtual (JRE – Java Runtime
Environment)
Java EE – Java Platform, Enterprise Edition
Define um padrão para o desenvolvimento de aplicações baseadas em
componentes e estruturadas em várias camadas
Seu foco é o desenvolvimento de aplicações do lado servidor, cujo objetivo é
prover funcionalidades para aplicações distribuídas
Programação para Internet 71
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Java – Java EE
O padrão Java EE define um grupo da APIs( Application Programming
Interfaces) que pode ser combinado para a criação de aplicações
distribuídas baseadas ou não na Web
produto mas uma especificação.
O Java EE não é um produto, especificação
A especificação é criada pela JCP (Java Community Process)
Esta comunidade é responsável pelo desenvolvimento da tecnologia
Java e é aberta a qualquer desenvolver ou empresa interessado na
tecnologia
Esta especificação é então implementada pelas mais variadas
companhias como, por exemplo:
ORACLE
SUN
BEA
IBM
JBOSS
Programação para Internet 72
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Java – Java EE
O resultado desta implementação é um Servidor de Aplicações
(Application Server)
Exemplos de servidores de aplicações compatíveis com o padrão J2EE
O l
Oracle
Oracle - Oracle Application Server 10g
Sun - Sun GlassFish Enterprise Server
BEA – Oracle WebLogic Server
IBM – Websphere
JBoss – JBoss Application Server
SAP AG - Web Application Server
Sybase – EAServer
Adobe - JRun Server
Borland – AppServer
Fujitisu – Interstage Application Server
Os servidores implementam uma das especificações Java EE (1.2; 1.3;
1.4 , 5 e 6)
Programação para Internet 73
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicações Distribuídas
Camadas
O modelo para desenvolvimento de aplicações utilizando o Java EE é
baseado em uma arquitetura multicamadas
Cada camada contém componentes de acordo com a sua função.
Basicamente existem as seguintes camadas:
Cliente (Client Tier)
Camada Web (Web Tier)
Camada de Negócios (Bussiness Tier)
Camada Enterprise Information System (EIS)
A camada Web Tier estará presente quando a aplicação for baseada na
WEB ou seja, o cliente é um navegador (browser)
A arquitetura acima é conhecida como três camadas (3-tier) visto que
existem 3 máquinas envolvidas:
O cliente;
O servidor de aplicações Java EE
O servidor de banco de dados
Programação para Internet 74
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicações Distribuídas
Camadas
Cliente (Client Tier)
Componentes que são executados na máquina do cliente.
Podem ser executados em um Browser ou uma aplicação desktop baseada no Java SE
Camada Web (Web Tier)
Componentes que são executados em um servidor Java EE
Basicamente tratam da apresentação do conteúdo na WEB
Esta camada é responsável por gerar e enviar para o cliente o conteúdo gerado de forma dinâmica
Camada de Negócios (Bussiness Tier)
Contém os objetos relacionados ao negócio e suas regras
O servidor de aplicações oferece recursos como controle de transações, de sessões para os objetos
desta camada.
Pode ser implementa com EJB (Enterprise JavaBeans)
Camada Enterprise Information System (EIS)
Consiste dos recursos que serão utilizados pela aplicação. Inclui gerenciadores de banco de dados
(DBMS) e aplicações legadas, baseadas em mainframes, por exemplo.
Esta camada é executada fora do servidor J2EE e a arquitetura J2EE possui uma interface para
esta camada, que pode ser feita, por exemplo, através de conectores
Programação para Internet 75
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicações Distribuídas
Camadas – Arquitetura Java EE
Visão Geral das Camadas
Programação para Internet 76
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicações Distribuídas
Arquitetura Java EE
Comunicação entre as várias camadas
Programação para Internet 77
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicações Distribuídas
Arquitetura Java EE
Camada Web (Web Tier)
JavaBeans; JSP Pages; Servlets
Programação para Internet 78
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicações Distribuídas
Arquitetura Java EE
Camada de Negócios (Business Tier)
Baseada em EJB
Programação para Internet 79
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Java EE contêineres
O contêiner fornece a infra-estrutura para a execução de um componente
específico da plataforma
O servidor J2EE fornece dois tipos básicos de contêineres:
têi
WEB contêiner
EJB contêiner
Programação para Internet 80
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Java EE contêineres
Web Contêiner
Executa Servlets e páginas JSP
Servlets
São classes Java que podem ser chamados dinamicamente e que podem executar
alguma
a gu a funcionalidade.
u c o a dade
Estes programas podem ser executado em um Servidor Web ou em um contêiner para
Servlets
Normalmente estão ligados a geração de conteúdo para browsers.
O Servlet implementa a interface Servlet e possui um funcionamento pré-definido
Os Servlets recebem e respondem a requisições feitas normalmente através do
protocolo HTTP
JavaServer Pages (JSP)
Consistem de uma maneira p para criar conteúdo dinâmico p
para a Web
Seu objetivo é criar uma separação entre a apresentação e os dados que estarão
presentes em uma página no navegador.
Normalmente a página JSP é um modelo que contém tanto o conteúdo estático, como
a indicação de como o conteúdo dinâmico será gerado
Programação para Internet 81
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Java EE contêineres
EJB Contêiner
Realiza a criação, destruição e gerenciamento dos EJBs (Enterprise JavaBeans)
Enterprise JavaBeans
Enterprise JavaBeans é um padrão para o desenvolvimento de componentes,
utilizando
u a do a linguagem Java,
guage Ja podem se
a, que pode ser implantados (deployed)
p a ados (dep em qua
oyed) e qualquer
que
servidor J2EE. Em sua essência são classes Java.
Existem vários tipos de EJBs cada um com características próprias
Além disso o contêiner de EJBs é responsável pelo:
Gerenciamento Distribuído de Transações
Implementação da Segurança
Gerenciamento de Recursos
Persistência dos EJBs
Acesso Remoto
Transparência de Localização
Monitoramento
Todas as funções são realizadas de forma transparente pelo servidor de aplicações.
O EJB contêiner é aquele que realmente caracteriza um servidor de aplicações
baseado na especificação Java EE
Programação para Internet 82
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Java EE contêineres
EJB Contêiner
Existem vários tipos de EJBs cada um com características próprias
O seu uso depende das características da aplicação, de suas vantagens e desvantagens
particulares
TIPO SUB TIPO
SUB‐TIPO DESCRIÇÃO
Componentes que simplesmente realizam a chamada de métodos.
Stateless (sem estado)
Utilizado para a implementação das regras de negócio
Session Componentes com estado funcionam como um proxy para aplicações
Stateful (com estado) do cliente. Estes componentes mantém seu estado entre as chamadas
de Métodos
Componentes sem estado que estão ligados ao Java Message Service
Message
(JMS), utilizado para chamada assíncrona de métodos
Componentes com estados que fazem o encapsulamento de uma
Component Managed
entidade de um banco de dados.
dados O servidor de aplicações gera o
(CMP)
código para conectar estes objetos a um banco de dados específico
Entity
Componentes com estados que fazem o encapsulamento de
entidades complexas de um banco de dados. Neste caso o
Bean Managed (BMP)
desenvolvedor deve escreve o código necessário para acessar o objeto
no banco de dados
Programação para Internet 83
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Apache Tomcat
O apache Tomcat basicamente é um contêiner Web (Servlets e JSP)
O Tomcat é a implementação de referência das especificações para
Servlets e JavaServer Pages
Estas especificações são desenvolvidas pela Sun através da JCP (Java
Community Process).
A JCP é uma entidade aberta que possui como membros pessoas e
empresas envolvidas com a tecnologia Java.
A seguintes tabela mostra as versões das especificações e as
respectivas versões do Tomcat
Especificações Versão Apache Versão Miníma
Versão Atual
Servlet/JSP Tomcat Java SE
3.0/2.2 7.0.x 7.0.21 1.6
2.5/2.1 6.0.x 6.0.32 1.5
2.4/2.0 5.5.x 5.5.33 1.4
2.3/1.2 4.1.x 4.1.40 1.3
2.2/1.1 3.3.x 3.3.2 1.1
Programação para Internet 84
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicações WEB
Em sua concepção a WEB é um meio para a troca de documentos HTML
entre diferentes pontos, utilizando a infra-estrutura oferecida pela
Internet.
A medida que a WEB se popularizou novas aplicações começaram a
surgir
Em muitos sites da WEB o conteúdo não poderia ser constituído de
código HTML estático, mas precisaria ser alterado, muitas das vezes
a cada minuto.
A partir desta necessidade começaram a surgir meios para se conseguir
a produção de conteúdos dinâmicos
A primeira
i i proposta t para a criação
i ã d de conteúdos
t úd di dinâmicos
â i ffoii através
t é d do
CGI (Common Gateway Interface)
Este mecanismo permite a execução de um código, escrito em C ou Perl,
através do navegador
Programação para Internet 85
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicações WEB Usando CGI
Uma aplicação CGI pode ser invocada da seguinte forma:
[Link]
Aplicação CGI, porém apresenta algumas desvantagens:
Criada a partir de linguagens procedimentais
Instabilidade em uma aplicação CGI pode impedir até a operação do servidor
Problemas de Escalabilidade. A cada chamada uma nova instância da
aplicação é criada, criando um novo thread e consumindo recursos do
servidor.
Outro aspecto é que através de uma aplicação CGI não é possível agregar
recursos na aplicação como: estabelecimento de sessão; autenticação e
ç
autorização.
Neste contexto e como uma resposta a estas desvantagens, na
plataforma Java foi desenvolvido o conceito dos Servlets
Programação para Internet 86
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicações WEB Usando Servlets
São programas Java que podem ser chamados dinamicamente e que
podem executar alguma funcionalidade.
Este programas podem ser executado em um Servidor Web ou em um
contêiner para Servlets
Todos os Servlets implementam a interface Servlet
O servlet possui um ciclo de vida padrão e desta forma os métodos são
chamados de uma maneira pré-determinada.
init()
service()
destroy()
Programação para Internet 87
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servlets - Operações
Métodos são chamados durante o ciclo de vida de um Servlet:
init()
Chamado na inicialização do Servlet uma única vez, antes que o mesmo possa
responder às requisições feitas pelos clientes
clientes.
service()
Chamado a fim de que o Servlet possa responder a uma solicitação.
Em aplicações HTTP este método verifica qual o tipo de requisição (GET, POST,
etc.) e encaminha o fluxo, conforme cada caso, para o métodos que tratarão cada
situação
Uma mesma instância de um Servlet pode ser utilizada por vários clientes,
permitindo desta forma a economia de recursos do servidor.
destroy()
Chamado uma única vez, antes que o objeto seja destruído.
Responsável pela liberação dos recursos alocados pelo método init()
Programação para Internet 88
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servlets – API Java
Os Servlets são definidos como uma interface na API Java, sendo assim uma
classe qualquer deve implementar esta interface a fim de que possa ser
considerando um Servlet
Esta interface é definida no pacote [Link]
Métodos definidos pela interface:
void destroy()
Responsável pela finalização do Servlet e liberação de recursos
ServletConfig getServletConfig()
Retorna um objeto ServeletConfig que contém informações de inicialização e de configuração
de um Servlet
[Link] getServletInfo()
Retorna informações sobre o Servlet como autor,versão; etc
void init(ServletConfig config)
Responsável pela inicialização e alocação de recursos
void service(ServletRequest req, ServletResponse res)
Chamado pelo contêiner a fim de que o Servlet possa responder a uma requisição de serviço.
Esta interface é implementada pela classes: [Link];
[Link]
Programação para Internet 89
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
HttpServlet
Normalmente os Servlets a fim de serem executados sobre o protocolo
HTTP, o mesmo utilizado pela WEB
O protocolo HTTP define as seguintes operações:
GET
Requisita uma página para leitura
HEAD
Requisita o cabeçalho de uma página WEB
PUT
Envia uma página a fim de ser escrita em servidor WEB
POST
Envia informações que são adicionadas a uma página WEB
DELETE
Remove uma página WEB
A classe HttpServlet uma classe abstrata que cria um Servlet próprio
para uso com a Web.
Esta classe está definida no seguinte pacote: [Link]
Programação para Internet 90
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
HttpServlet
A classe HpptServlet define os métodos para que o Servlet possa ser utilizado
juntamente com o protocolo HTTP
Normalmente uma classe deverá especializar os métodos definidos nesta classe
a fim de imprimir o comportamento desejado pelo Servlet
Métodos principais
doGet(HttpServletRequest req, HttpServletResponse resp)
Utilizado em requisições do tipo HTTP GET
doHead(HttpServletRequest req, HttpServletResponse resp)
Utilizado em requisições do tipo HTTP HEAD
doPost(HttpServletRequest req, HttpServletResponse resp)
Utilizado em requisições do tipo HTTP POST
( p q
doPut(HttpServletRequest q, HttpServletResponse
req, p p p)
resp)
Utilizado em requisições do tipo HTTP PUT
doDelete(HttpServletRequest req, HttpServletResponse resp)
Utilizado em requisições do tipo HTTP DELETE
init; destroy; getServletInfo
Programação para Internet 91
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
HttpServlet
Normalmente os métodos Service, doOptions e doTrace não são
especializados
Os método doGet() e doPost() são os métodos usualmente
especializados
As informações utilizadas na requisição e na resposta estão
encapsuladas em HttpServletRequest e HttpServletResponse
Programação para Internet 92
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
HttpServlet
Além dos métodos descritos anteriormente que devem ser especializados
existe outros métodos muito utilizados em um Servlet
public ServletContext getServletContext()
Permite o obter um objeto que representa o contêiner do Servlet
public ServletConfig getServletConfig()
Recupera um objeto ServletConfig.
Este objeto contém a configuração do Servlet que contém parâmetros de
inicialização do Servlet, definidos no arquivo [Link]
public void log([Link] msg)
Escreve uma mensagem no arquivo de log do contêiner de Servlets
O nome do Servlet é adicionado ao início da mensagem (msg)
Programação para Internet 93
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
HttpServletRequest
A classe HpptServletRequest representa o pedido (request)
que é enviado do navegador(cliente) para o servidor
(contêiner de Servlets)
Todos os parâmetros que são passados do cliente para o
servidor estão encapsulados neste objeto
Este objeto é instanciado pelo contêiner e entregue para uso
do servlet
Os principais métodos da classe HttpServlet sempre
recebem um objeto HttpServletRequest
Programação para Internet 94
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
HttpServletRequest
Métodos Principais
public [Link] getParameter([Link] name)
Este método permite o acesso a parâmetros que são recebidos do cliente.
Cada parâmetro possui um nome (name) que deve ser informado
O nome está definido em um Form Html ou então na URL de acesso ao servlet
Ex: String sCmd = (String) [Link]("cmd");
public HttpSession getSession()
Retorna uma sessão (objeto HttpSession) associado ao pedido e caso a mesma não
exista uma nova sessão é criada
Através da sessão é possível compartilhar objetos entre vários execuções
pedido/resposta de um servlet
Ex: HttpSession session = [Link]();
p p
public HttpSession g (
getSession(boolean create))
Retorna uma sessão (objeto HttpSession) associado ao pedido
Uma nova sessão é criada somente se o parâmetro create igual a true
Programação para Internet 95
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
HttpServletResponse
A classe HpptServletRequest representa a reposta(response) que é
enviada do servidor (contêiner de Servlets) para o navegador(cliente)
Este objeto é instanciado pelo contêiner e normalmente é alterado pelo
servlet a fim de produzir o resultado desejado
Os principais métodos da classe HttpServlet sempre recebem um objeto
HttpServletResponse
Basicamente o servlet consiste em alterar este objeto conforme o
necessário
Este objeto contém métodos que permite o acesso ao cabeçalho
(headers) HTTP e cookies bem como ao conteúdo da resposta
Programação para Internet 96
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
HttpServletResponse
Métodos Principais
public void setContentType([Link] type)
Permite definir o tipo de resposta que será devolvida ao navegador
O tipo mais comum é "text/hmtl"
bli [Link]
public j i P i tW it getWriter()
tW it () throws
th j i IOE ti
[Link]
Este método obtém a stream (sequência de dados) que será utilizada na
resposta
Neste caso a stream representa uma sequência de carateres, como é um
caso do conteúdo do tipo "text/html"
public ServletOutputStream getOutputStream() throws
[Link]
Este método obtém a stream (sequência de dados) que será utilizada na
resposta
Neste caso a stream representa uma sequência de bytes (binária), como é
um caso do conteúdo do tipo MIME (Multipurpose Internet Mail Extensions)
como por exemplo: “application/zip”; application/pdf ou "image/jpeg"
Programação para Internet 97
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servlet Básico – Exemplo 1
package [Link];
import [Link].*; import [Link].*;
public class HelloWorldServlet extends HttpServlet {
protected void doGet(HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws ServletException,
IOE ti {
IOException
//Indica que o conteudo da reposta é página html
[Link]("text/html");
//Obtém a stream de caracteres da saída
PrintWriter out = [Link]();
//Conteúdo básico de uma página HTML
[Link]("<html>");
[Link]("<head>");
[Link]("<body bgcolor=\"blue\">");
[Link]("<h1>");
t i tl (" h1 ")
[Link]("HELLO SERVLET WORLD!");
[Link]("</h1>");
[Link]("</body>");
[Link]("</html>");
}
}
Programação para Internet 98
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servet Básico – Exemplo 2
Passagem de Parâmetros
package [Link];
import [Link].*; import [Link].*;
public class ParameterServlet extends HttpServlet {
protected void doGet(HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws ServletException,
IOE ti {
IOException
//Obém o valor do parâmetro
String sCmd = (String) [Link]("cmd");
[Link]("text/html");
PrintWriter out = [Link]();
[Link]("<html>");
[Link]("<body bgcolor=\"blue\">");
[Link]("<h1>");
[Link]("Uso de Parâmetros em um Servlet!");
[Link]("COMANDO
t i tl ("COMANDO = "+sCmd);
" C d)
[Link]("</h1>");
[Link]("O nome do comando acima foi passado como parâmetro.");
[Link]("</body>");
[Link]("</html>");
}
}
Programação para Internet 99
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servet Básico – Exemplo 3
Passagem de Parâmetros – Login
package [Link];
import [Link].*;
import [Link];
import [Link].*;
i
importt [Link].*;
j l t htt *
public class LoginServlet extends HttpServlet {
//Neste caso tanto doGet como doPost executarão as memas operações
protected void doPost(HttpServletRequest arg0, HttpServletResponse arg1) throws ServletException,
IOException {
doGet(arg0,arg1);
}
protected void doGet(HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws ServletException,
IOException {
//Para
//P definir
d fi i os usuários
á i e suas senha
h será
á criado
i d um HashMap
H hM
//que contém o nome do usuário e sua senha
HashMap<String,String> users = new HashMap();
[Link]("flavio", "123");
[Link]("mateus", "456");
//continua
Programação para Internet 100
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servet Básico – Exemplo 3
Passagem de Parâmetros – Login
[Link]("lucas", "101");
[Link]("joao", "1213");
//Obém o valor do parâmetro
String sNome = (String) [Link]("nome");
St i sSenha
String S h = (String)
(St i ) [Link]("senha");
t tP t (" h ")
[Link]("text/html");
PrintWriter out = [Link]();
String sStatus;
//Neste momento o Servlet poderia chamar uma classe
//responsável pela realização do serviço de login
//Neste exemplo, a fim simplificar será feita uma busca em um
//HashMap de usuarios e senhas. Neste mapa será fácil executar a a pesquisa
if () {
sStatus
St t = "USUÁRIO NÃO CADASTRADO!"
CADASTRADO!";
}
else {
//Verifica se a senha está correta
//continua
Programação para Internet 101
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servet Básico – Exemplo 3
Passagem de Parâmetros – Login
String sUserPass = [Link](sNome);
if ([Link](sSenha))
sStatus = sNome + " - ACESSO AUTORIZADO! Seja bem-vindo";
else
St t = "ACESSO NÃO AUTORIZADO!"
sStatus AUTORIZADO!";
}
[Link]("<html>");
[Link]("<head>");
[Link]("<title> :) Login no Sistema ---- </title>");
[Link]("</head>");
[Link]("<body bgcolor=\"green\">");
[Link]("<h1>");
[Link]("Uso de Forms HTML em um Servlet!");
[Link]("LOGIN – RESULTADO" + sStatus);
[Link]("</h1>");
[Link]("</body>");
[Link]("</html>");
}
}
Programação para Internet 102
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servet Básico – Exemplo 3
Passagem de Parâmetros – Login
O Servlet pode ser chamado utilizando o seguinte formulário HTML
<html>
<head>
<title>Formulário de Login</title>
</head>
<body>
<h1>
Bem vindo à Página de Login...
</h1>
<form action="login" method="post">
<h2>Digite Seu Nome</h2> <input type="text" name="nome">
<h2>Digite Sua senha</h2> <input type="text" name="senha">
<input type="submit" value="&Entrar no site">
</form>
</body>
</html>
Os parâmetros "nome" e "senha" são obtidos no form e enviado no pedido
(request) para o servidor
Programação para Internet 103
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Apache Tomcat
O apache Tomcat basicamente é um contêiner Web (Servlets e JSP)
O Tomcat é a implementação de referência das especificações para
Servlets e JavaServer Pages
Estas especificações são desenvolvidas pela Sun através da JCP (Java
Community Process).
A JCP é uma entidade aberta que possui como membros pessoas e
empresas envolvidas com a tecnologia Java.
A seguintes tabela mostra as versões das especificações e as
respectivas versões do Tomcat
Especificações Versão Apache Versão Miníma
Versão Atual
Servlet/JSP Tomcat Java SE
3.0/2.2 7.0.x 7.0.12 1.6
2.5/2.1 6.0.x 6.0.32 1.5
2.4/2.0 5.5.x 5.5.33 1.4
2.3/1.2 4.1.x 4.1.40 1.3
2.2/1.1 3.3.x 3.3.2 1.1
Programação para Internet 104
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Tomcat – Estrutura de Pastas
Programação para Internet 105
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Tomcat – Estrutura de Pastas
/bin
Contém os scripts para inicialização ([Link] / [Link]) e finalização do
servidor ([Link] / [Link])
/conf
Arquivos de configuração do tomcat
[Link]
Definição dos serviços (elemento <Service>)oferecidos pelo Tomcat. Um serviço
consiste de uma coleção de conectores
O conector (elemento <Connector>) representa um ponto onde é possível receber
e responder a requests. Neste elemento é definido o protocolo e porta onde as
requisições serão recebidas
[Link]
t t l
Permite defnir papeis (<role>) e usuários (<user>)
Certas aplicações que são fornecidas com o Tomcat necessitam de papéis
específicos para funcionamento
<user username="admin" password=“pw" roles="tomcat,manager-gui,admin-gui"/>
Programação para Internet 106
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Tomcat – Estrutura de Pastas
/lib
Arquivos .Jar que compõe o Tomcat
/logs
Arquivos de log produzidos pelo Tomcat durante a execução
Um chamada do tipo “[Link]()” dentro de um Servlet será gravada
nos arquivos de log
/webapps
Aplicações Web Dinâmicas que estão disponíveis em uma instalação do
Tomcat
O nome de cada pasta equivale ao contexto da aplicação web e deve ser
fornecido para acesso à mesma através do navegador
Cada pasta destas deverá seguir o padrão para aplicações Web
Programação para Internet 107
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Estrutura de uma aplicação WEB
/ (Raiz da Aplicação)
Todos os arquivos de acesso públicos são colocados nesta pasta como por
exemplo: HTML; JSP; GIF; etc.
No caso do TOMCAT o diretório raiz da aplicação é criado dentro da pasta
webapps
/WEB-INF
Os arquivos desta pasta não são de acesso público
Esta pasta contém um arquivo chamado [Link], conhecido como
deployment descriptor, que contém as configurações para uma aplicação
WEB
/WEB INF/classes
/WEB-INF/classes
Todas as classes java compiladas (.class) são colocadas neste local
/WEB-INF/lib
Todas as classes que estão compactadas em um arquivo JAR são colocadas
neste diretório
Programação para Internet 108
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Deployment Descriptor
O arquivo [Link] é conhecido como "deployment descriptor"
Este arquivo contém toda a configuração do servlet que será utilizada
pelo contêiner de servlets (Tomcat)
Este arquivo é escrito em XML e deve possuir no mínimo os seguintes
elementos:
<web-app>
<context-param>
</context-param>
<servlet>
</servlet>
<servlet-mapping>
</servlet-mapping>
</web-app
Programação para Internet 109
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Deployment Descriptor
Elementos – Versão 2.5
context-param
description
display-name
distributable
ejb-ref
ejb local ref
ejb-local-ref
env-entry
error-page
filter
filter-mapping
icon
jsp-config
listener
login-config
mime-mapping
resource-env-ref
resource-ref
security-constraint
security-role
servlet
servlet-mapping
session-config
web-app
welcome-file-list
Programação para Internet 110
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Deployment Descriptor
Servlets 2.5 - JSP 2.1 (Tomcat 6)
<web-app
xmlns:xsi="[Link]
xmlns="[Link]
p //j / / /j
xmlns:web="[Link]
xsi:schemaLocation="[Link]
[Link]
id="WebApp_ID" version="2.5"
>
<display-name>web app name</display-name>
<!
<!– outras declarações >
-->
</web-app>
Programação para Internet 111
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Deployment Descriptor
Servlets 2.4 - JSP 2.0 (Tomcat 5)
<web-app
xmlns="[Link]
xmlns:xsi="[Link]
p // g/ /
xsi:schemaLocation="[Link]
[Link] version="2.4"
>
<display-name>web app name</display-name>
<!– outras declarações -->
</web app>
</web-app>
Programação para Internet 112
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Deployment Descriptor
Para acessar Servlets este deve possuir no mínimo os seguintes elementos:
<web-app xmlns="[Link]
xmlns:xsi="[Link]
xswie:bs-cahpepm
p p _a2L_o4c.axtsido"n="[Link]
p //j / / /j
version="2.4">
<servlet>
<servlet-name>ServletUniqueName</servlet-name>
<servlet-class>servletClassFile</servlet-class>
</servlet>
<servlet-mapping>
<servlet-name>ServletUniqueName</servlet-name>
<url pattern>/rootFolder</url pattern>
<url-pattern>/rootFolder</url-pattern>
</servlet-mapping>
</web-app>
Programação para Internet 113
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Deployment Descriptor
O elemento <servlet> contém dois elementos-filho que descrevem o servlet
O elemento <servlet-name> deve ser único no arquivo [Link]. Este nome será utilizado para
referenciar o servle em outros elementos como no elemento <servlet-mapping>
O nome da classe (<servlet-class>)é o nome completo a partir da pasta classes. Indica a classe
será utilizada como resposta ao chamado do servlet
Caso a classe esteja em um pacote o nome do mesmo deve ser utilizado
Ex: [Link]
O elemento <servlet-mapping> é utilizado para realizar uma ligação entre um caminho
e um determinado servlet
Para isto este elemento contém um elemento-filho como o nome do Servlet (<servlet-name>) e um
elemento (<url-pattern>) que descreve a um caminho URL
Quando este caminho estiver presente a solicitação será mapeada para o servlet indicado no
arquivo [Link] - indicado por (<servlet-name>)
Exemplos:
/servApp – Neste caso qualquer URL que finalize com /servApp será mapeada para o
servlet ([Link]
*.do – Neste caso qualquer URL que termine com a string ".do" será mapeada para o servlet
([Link]
Programação para Internet 114
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Deployment Descriptor
Exemplo
Programação para Internet 115
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
ServletContext
Esta classe representa o contexto da aplicação ou seja o contêiner de um
Servlet
Através desta classe o Servlet pode obter parâmetros comuns existentes
no arquivo WEB XML; gravar operações em um arquivo de log e ainda
[Link];
redirecionar pedidos
Existe um único contexto em cada aplicação Web.
A aplicação Web pode conter vários Servlets e todos compartilham o
mesmo contexto.
Programação para Internet 116
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Passagem de Parâmetros de
Configuração
Context-Param
O elemento context-param permite o uso parâmetros de inicialização
para todo o sistema
A partir de qualquer servlet ou página JSP é possível obter seus valores
através do método getInitParameter da classe ServletContext
O elemento contém dois elementos filhos que contém o nome do
parâmetro (param-name) e o valor do parâmetro (param-value)
O parâmetro sempre é obtido como String
<context-param>
<param-name>webmaster-email</param-name>
<param-value>webmaster@[Link]</param-value>
</context-param>
Programação para Internet 117
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
ServletContext
Métodos Principais
Representa o contexto da aplicação
Caminho físico de arquivos; [Link]
O objeto ServletContext poder ser obtido com o seguinte método da classe
HttpServlet
public ServletContext getServletContext()
public [Link] getInitParameter([Link] name)
Este método permite obter o valor de parâmetros existentes no arquivo [Link]
Para isto é necessário informar o nome do parâmetro (name)
Um exemplo de parâmetros é uma string que contém o nome do banco de dados
public RequestDispatcher getRequestDispatcher([Link] path)
O RequestDispatcher é um objeto que recebe pedido do cliente e envia este pedido
para qualquer
l recurso dde uma aplicação
li ã webb existente
i t t no servidor,
id como por exemplo,
l
um Servlet, um arquivo HTML ou um JSP
Para obter este objeto é necessário informar o caminho (path) do recurso
RequestDispatcher rd = [Link]("/[Link]")
Programação para Internet 118
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
HttpSession
O protocolo HTTP é stateless, ou seja, um conjunto request/response
independe de outro
Normalmente é necessário implementar na aplicação do conceito de
sessão onde um conjunto de diferentes request/reponse estão ligados
entre si
Exemplo: Aplicação bancária – agência e conta são informadas apenas no
primeiro request, porém é compartilhada por todos os outros
request/response
Classe Implementa o conceito de sessão
Métodos principais
Object getAttribute(String name)
void setAttribute(String name, Object value)
void invalidate()
void setMaxInactiveInterval(int interval)
boolean isNew()
Programação para Internet 119
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servlets
Classes API – Visão Geral
Programação para Internet 120
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Armazenamento e Recuperação de
Informações (Objetos)
É possível armazenar e recuperar informações em tempo de
execução de um servlet
Desta forma é possível o intercambio de informações entre
diferentes servlets
Armazenar Objeto
void setAttribute(String name, Object object)
Recuperar Objeto
Object getAttribute(String name)
Programação para Internet 121
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Armazenamento e Recuperação de
Informações (Objetos)
O objeto armazenado pode estar em diferentes escopos, conforme sua
necessidade
Nível Aplicação
Classe: ServletContext
Objeto armazenado está disponível para todos os servlets daquele contexto, todas as
sessões existentes e qualquer pedido ou resposta
Durante toda a execução da aplicação
Nível Sessão
Classe: HttpSession
Objeto armazenado esteja disponível para todos os servlets
Duração equivalente à Sessão
Nível Pedido
HttpServletRequest
Objeto armazenado pode ser enviado para outro servlet através do RequestDispatcher
Duração do pedido
Programação para Internet 122
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servlets
Encaminhamento de Pedido
Uma operação comum entre vários servlets é o encaminhamento do
pedido (request)
Para isto é utilizado a classe RequestDispatcher
Este objeto pode ser obtido tanto a partir do contexto da aplicação
(ServletContext) quanto de um pedido (HttpServletRequest)
O código abaixo mostra como encaminhar o pedido uma página de erro
(/errorpage) que neste caso pode ser tratado por outro servlet
1. RequestDispatcher rd;
2. q g q p p g
rd = [Link]("/errorpage");
//Encaminhar request e response para outro servlet
3. [Link](request, response);
Programação para Internet 123
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Exemplo
Realização Login
Programação para Internet 124
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Exemplo – Login
Encaminhamento Pedido
Programação para Internet 125
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Armazenamento e Recuperação de Informações
Contexto Aplicação (ServletContext)
1. public class LoginStaticServlet extends HttpServlet {
2. public void init(ServletConfig config) throws ServletException {
3. [Link](config);
4. ServletContext context = [Link]();
5
5. t t tAtt ib t ("LOGINCOUNTER"
[Link]("LOGINCOUNTER",new I t (0))
Integer(0));
6. }
7. protected void doPost(HttpServletRequest request, HttpServletResponse
response) throws ServletException, IOException {
8. //...
9. String loginreceived = [Link]("user");
10. String password = [Link]("password");
11. ServletContext context = [Link]();
12. retorno = [Link](loginreceived, password);
13.
13 if (retorno){
14. //login com sucesso
15. Integer loginCounter;
16. loginCounter = (Integer) [Link]("LOGINCOUNTER");
17. //A cada login com sucesso o contador é acrescido de um
18. loginCounter = loginCounter + 1;
19. [Link]("LOGINCOUNTER", loginCounter);
}
Programação para Internet
20.
126
21. }
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Armazenamento de Informações
Contexto da Sessão
1. public class LoginStaticServlet extends HttpServlet {
2. protected void doPost(HttpServletRequest request, HttpServletResponse
response) throws ServletException, IOException {
3. //...
4
4. retorno = service doLogin(loginreceived password);
[Link](loginreceived,
5. if (retorno){
6. //login com sucesso
7. //...
8. //Cria a sessão usuário, caso a mesma não exista
9. HttpSession session = [Link](true);
10. //Armazena o nome do usuário na sessão
11. [Link]("USER", loginreceived);
12. //...
13.
13 //Encaminha pedido para o AppServerlet
14. RequestDispatcher rd;
15. rd = [Link]("/apphome");
16. [Link](request, response);
17. }
18. }
Programação para Internet 127
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Recuperação de Informações
Contexto da Aplicação e Sessão
1. public class AppServlet extends HttpServlet {
2. protected void doPost(HttpServletRequest request, HttpServletResponse
3. response) throws ServletException, IOException {
4. //recupera o contexto da aplicação e o valor dos atributos
5
5. S l tC t t context
ServletContext t t = thi tS l tC t t()
[Link]();
6. Integer logCounter = (Integer) [Link]("LOGINCOUNTER");
7. //Obtem o nome do usuario que realizou o login
8. HttpSession session = [Link]();
9. String sLoginName = (String) [Link]("USER");
10. [Link]("text/html");
11. PrintWriter out = [Link]();
12. [Link]("<html>");
13. [Link]("<head>");
14. [Link]("<title>AppHome</title>");
t i tl (" titl A H /titl ")
15. [Link]("</head>");
16. [Link]("<body>");
17. [Link]("Bem Vindo " + sLoginName);
18. [Link]("<h3>Sistema acessado "+ [Link]()+ " vezes");
19. [Link]("</body>");
20. [Link]("</html>");
21. } Programação para Internet 128
22. } Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Servlet
Papéis
No geral os servlets os servlets estão relacionados com dois papéis
básicos
Controle
Neste caso o servlet não é responsável pela produção de conteúdo
Realiza operações invocando serviços de outras classes
Armazena dados no contexto da aplicação, da sessão ou do pedido
ServletContext; HttpSession e HttpServletRequest
Encaminha pedido para outros servlets
RequestDispatcher
Exemplo Anterior: LoginServlet
Conteudo
Responsável pela produção de conteúdo
Servlet que efetivamente produz o código HTML
Devolve a resposta para o cliente
Obtém dados armazenados no contexto da aplicação, da sessão ou do pedido
Exemplo Anterior: AppServlet e LoginErrorServlet
Programação para Internet 129
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Arquitetura MVC para WEB
No caso da abordagem WEB existem algumas
particularidades, então o padrão ficou conhecido como
"Model 2"
Esta particularidade acontece pois o browser não é
necessariamente a parte VIEW do modelo pois o mesmo
simplesmente mostra um código HTML
Desta forma o código mostrado no browser está
desacoplado, pois precisa ser traduzido para o HMTL antes
de ser visualizado.
Programação para Internet 130
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Model 1 x Model 2
Model 1
Primeiro modelo disponível para o desenvolvimento de aplicações WEB
Elementos: Browser; Servlets/Páginas JSP e um Banco de dados
Neste modelo pode ocorrer duplicação de código
As regras de negócio e a Apresentação dos dados estão combinadas em um único
elemento, dificultando modificações e manutenções
Programação para Internet 131
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Model 1 x Model 2
Model 2
Segundo modelo disponível para o desenvolvimento de aplicações WEB
Baseado no modelo MVC (Model – View – Controller)
El t
Elementos: B
Browser; C t ll (Servlets);
Controller (S l t ) View(Servlets
Vi (S l t ou Páginas
Pá i JSP)
JSP);
Model(Outras classes) e um Banco de dados
Elementos separados e responsabilidades bem definidas
Facilita a reutilização de código e futuras modificações
Permite o uso de múltiplos Banco de Dados e Clientes
Programação para Internet 132
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Arquitetura MODEL 2
1.
1 O usuário envia o pedido que é recebido por um servleto de controle (Controller)
2. O servlet instância um ou mais Beans (Classes Java) para realizar o trabalho
3. O servlet adiciona os Beans no pedido, sessão ou contexto da aplicação e envia
o pedido para um Servlet de Conteúdo ou uma página JSP (VIEW)
4. Este finalmente extrai os dados destes Beans, produz a resposta HTML e envia
o resultado (response)
Programação para Internet 133
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicação Exemplo
Fluxo entre páginas
Programação para Internet 134
Flávio de Oliveira Silva, [Link].
Aplicação Exemplo - Servlets
Servlets envolvidos
Programação para Internet 135
Flávio de Oliveira Silva, [Link].