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Formação de Palavras e Semântica

O documento aborda o processo de formação de palavras, incluindo derivação e composição, além de discutir aspectos semânticos como sinonímia e antonímia. A derivação é explicada por diferentes tipos, como prefixal, sufixal e parassintética, enquanto a composição é dividida em justaposição e aglutinação. O texto também explora relações semânticas, como equivalência, oposição e hierarquia entre palavras.

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O documento aborda o processo de formação de palavras, incluindo derivação e composição, além de discutir aspectos semânticos como sinonímia e antonímia. A derivação é explicada por diferentes tipos, como prefixal, sufixal e parassintética, enquanto a composição é dividida em justaposição e aglutinação. O texto também explora relações semânticas, como equivalência, oposição e hierarquia entre palavras.

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Índice

Introdução..........................................................................................................................3
1. Processo de formação de palavras..........................................................................4
1.1. Palavra primitiva.................................................................................................4
1.2. Palavra composta................................................................................................4
2. Derivação................................................................................................................4
2.1. Derivação prefixal...............................................................................................5
2.2. Derivação sufixal................................................................................................5
2.3. Derivação parassintética (ou parassíntese).........................................................5
2.4. Derivação regressiva...........................................................................................5
2.5. Derivação imprópria...........................................................................................6
3. Composição............................................................................................................6
3.1. Composição justaposição....................................................................................6
3.2. Composição por aglutinação...............................................................................6
4. Semântica...............................................................................................................6
4.1. Relação de equivalência ou semelhança.............................................................7
4.2. Sinonímia............................................................................................................7
4.3. Tipos de Sinónimos............................................................................................8
4.3.1. Sinónimos Totais.............................................................................................8
4.3.2. Sinónimos Parciais..........................................................................................8
4.4. Relação de Oposição...........................................................................................8
4.4.1. Tipos de Antónimos........................................................................................8
4.5. Relação de Hierarquia.......................................................................................10
4.5.1. Relação Parte-todo........................................................................................12
[Link]. Relações fonéticas e gráficas das palavras................................................12
[Link]. Relação de Inclusão ou Parte-todo............................................................13
Conclusão........................................................................................................................14
Bibliografia......................................................................................................................15
Introdução

O presente trabalho de TELP vai abordar sobre o tema Processo de formação de


palavras e sobre a semântica. Sendo assim a derivação é o processo pelo qual uma
palavra nova (derivada) forma-se a partir de uma única outra palavra já existente
(chamada primitiva). Em gera, a derivação se dá pelo acréscimo de prefixo ou sufixo à
palavra primitiva. E quanto a composição é ma palavra é formada por composição
quando, para constituí-la, juntam-se duas ou mais palavras (ou radicais).

Para a elaboração deste trabalho foi possível através da implementação da seguinte


metodologia: consulta bibliografia de algumas obras que versam sobre os temas
tratados.
1. Processo de formação de palavras

É o conjunto de processos morfo-sintácticos que permitem a criação de unidades novas


com base em morfemas lexicais. Utilizam-se assim para formar as palavras, os afixos de
derivação ou os procedimentos de composição.

Para que você possa diferenciar bem esses processos e, com isso, evitar erros na
resolução de exercícios, vamos inicialmente fazer a distinção entre três tipos de
palavras:

1.1. Palavra primitiva

São aquelas que dão origem as outras e as palavras derivadas são aquelas que se
originam das outras.

Ex: pedra, cidade, rua, sol, etc.

A palavra primitiva pode servir de ponto de partida para a formação de outras palavras.

Palavra derivada: é toda palavra que ser forma a partir de uma outra palavra pré-
existente.

Ex: novidade (novo); ensolarada (sol).

1.2. Palavra composta

É toda palavra que se forma a partir da reunião de duas ou mais palavras (ou radicais).

Ex.: pontapé (ponta+pé); azul-claro (azul +claro)

Os dois processos principais que são:

2. Derivação

É o processo pelo qual uma palavra nova (derivada) forma-se a partir de uma única
outra palavra já existente (chamada primitiva). Em gera, a derivação se dá pelo
acréscimo de prefixo ou sufixo à palavra primitiva.

A derivação pode ocorrer das seguintes maneiras:


2.1. Derivação prefixal

Quando acrescentamos um prefixo à palavra primitiva.

Ex.: RE (prefixo) + fazer (palavra primitiva) = refazer (deriv. prefixal)

2.2. Derivação sufixal

Quando acrescentamos um sufixo à palavra primitiva.

Ex.: ponta (palavra primitiva) + EIRO (sufixo) = ponteiro (deriv. sufixal)

2.3. Derivação parassintética (ou parassíntese)

Ocorre quando a um determinado radical acrescentam-se, ao mesmo tempo, um prefixo


e um sufixo.

Ex: RE (prefixo) + pátria (palavra primitiva) + AR (sufixo) = repatriar (parassíntese)

Obs: A palavra só é formada por parassíntese se, ao tirarmos o prefixo ou sufixo, ela
deixar de ter sentido. Não existe, por exemplo, patriar. Se, tirando o prefixo ou sufixo, a
palavra continuar com sentido, dizemos que ela foi formada por derivação prefixal e
sufixal. Ex.: infelizmente

2.4. Derivação regressiva

Nesse caso, ao contrário dos anteriores, a palavra não aumenta sua forma, e sim
diminui, reduz-se.

Esse processo dá, principalmente, origem a substantivos a partir de verbos e ocorre com
a substituição da terminação do verbo pelas desinências A, E, O.

Convém notar que todo substantivo formado por derivação regressiva termina em A, E
ou O e indica uma acção. Para exemplificar esse processo, vamos considerar as duas
palavras grifadas na frase:

O resgate dos passageiros foi feito através da âncora. Resgate: termina em e e indica a
acção de resgatar, portanto é formada por derivação regressiva âncora: termina em a,
mas não indica acção, portanto não é formada por derivação regressiva. Trata-se de uma
palavra primitiva.
2.5. Derivação imprópria

É a passagem de uma palavra que pertencente a determinada classe gramatical


(substantivo, adjectivo, advérbio etc.) para outra classe.

Ex: fumar (é verbo) --> o fumar (é substantivo) claro (é adjectivo) --> ela fala claro (é
advérbio)

Note que a palavra muda de classe gramatical sem sofrer modificação em sua forma.

3. Composição

Uma palavra é formada por composição quando, para constituí-la, juntam-se duas ou
mais palavras (ou radicais).

A composição pode ser de dois tipos:

3.1. Composição justaposição

Quando as duas (ou mais) palavras que se juntam não perdem nenhum fonema,
mantendo, por isso, a pronúncia que apresentam antes da composição.

Ex: passatempo (passa + tempo); couve-flor (couve + flor); girassol (gira + sol); pé-de-
moleque (pé + de + moleque)

3.2. Composição por aglutinação

Quando pelo menos uma das palavras que se unem perde um ou mais fonemas,
sofrendo, assim, uma mudança em sua pronúncia.

Ex: petróleo (petra + óleo); fidalgo (filho + de + algo).

4. Semântica

Segundo FARIA, I. H. et al. (1996:344), “semântica é o estudo do significado (e noções


relacionadas) nas línguas”.

As palavras são unidades fonológicas que possuem uma unidade significativa e


pertencem a uma determinada classe gramatical. Elas podem estabelecer relações entre
si, tais como, a relação de equivalência ou semelhança, de oposição, de hierarquia ou
ainda relação de parte ou todo.
Algumas das relações semânticas mais importantes entre frases (mais correctamente,
proposições) são as de implicação escrita, pressuposição e contradição.

Uma implicação escrita pode ser entendida como uma relação entre uma frase ou
conjunto de frases (implicans) e uma outra frase (implicatum).

Exemplo: O carro é vermelho.

O Carro tem uma cor.

4.1. Relação de equivalência ou semelhança


Esta relação ocorre em caso de duas palavras ou mais palavras podem ser usadas num
determinado contexto de enunciação, mas mantendo ou conservando o mesmo sentido
de significação. Quando assim acontece, a palavra que substitui a outra é chamada de
palavra sinónima por possui essa equivalência ou semelhança de significação.

4.2. Sinonímia

A relação de sinonímia é a que se estabelece entre duas ou mais palavras que podem ser
usados no mesmo contexto, sem que exista uma alteração de significado do enunciado
em que ocorrem, isto quer dizer que sinónimos são palavras que têm um significado
idêntico, ou seja palavras que concorrem para o mesmo referente, mas significantes
diferentes.

Exemplos:

a) Eu penso que seremos remunerados pela ajuda;

a') Eu julgo que seremos remunerados pela ajuda;

b) A tia Lulu é uma mulher bela;

b´) A tia Lulu e uma mulher linda.

Como se pode verificar nos exemplos acima transcritos pode se notar que as palavras
“penso e julgo” em a) e a´) respectivamente e “bela e linda” em b) e b´) estabelecem
uma relação de equivalência ou de semelhança visto que as duas palavras em cada uma
das frases concorrem para um mesmo sentido de significação.
4.3. Tipos de Sinónimos
Dependentemente dos contextos os sinónimos podem ser parciais ou totais, ora
vejamos:

4.3.1. Sinónimos Totais


Sinónimos totais são palavras que se podem substituir em todos os contextos.

Exemplo: Cloreto de sódio / sal)

4.3.2. Sinónimos Parciais


Sinónimos parciais são palavras que se podem substituir apenas em alguns contextos.

Exemplo: A minha mulher está doente.

A minha esposa está doente.

As palavras destacadas (“mulher” e “esposa”) são sinónimas; no entanto, na frase


“A mulher é o sexo forte.” Já não é possível considerar uma possível substituição da
palavra sublinhada por “esposa”, logo neste caso não funcionam como termos
sinónimos. Disponível em: [Link]

4.4. Relação de Oposição


É a relação semântica entre duas ou mais palavras que, embora partilhando algumas
propriedades semânticas que as relacionam, têm significados opostos.

As palavras que estabelecem relação por oposição são chamadas de palavras


Antónimas, é por assim dizer que antónimos são palavras que apresentam significados
opostos ou contrários.

Exemplo: alto/baixo; gordo/ magro; jovem/velho; terra/mar; pai/filho.

4.4.1. Tipos de Antónimos


a) Antonímia contraditória: a relação de oposição entre as palavras implica uma
exclusão recíproca.
Exemplo: Vivo/morto;

Solteiro/casado;

Homem/mulher
b) Antonímias contrárias/graduáveis são aquelas em que entre duas palavras de
significado contrário existem um ou mais conceitos intermédios, significando que a
relação de oposição é graduável.
Exemplo: alto/baixo

Baixo/alto

Curto/cumprido

c) Antonímia conversa: neste caso, a realçar de oposição obriga que, havendo


inversão dos termos na frase, se utilize outras palavras para manter o mesmo
sentido. Este tipo de Antonímia ocorre sobretudo no campo das relações de
parentesco (marido/mulher), dos intercâmbios sociais (médico/paciente) e das
relações temporais e espaciais (antes/depois).

Exemplo: dar/receber;

Pai/ filho

Andar/correr.

Para LYONS (1979:128) apresenta três tipos de oposições de sentido, nomeadamente: a


Complementaridade, a Antonímia e a Reciprocidade, onde para a primeira pode ser
definida por uma relação que se estabelece entre pares de palavras como solteiro e
casado. Além disso, a complementaridade acrescenta a tais pares de unidades lexicais o
facto de que a negação de um implica a afirmação do outro e a afirmação de um implica
a negação do outro.

Exemplo: “João não é casado” implica “João é solteiro”

“João é casado” implica “João não é solteiro”

Embora ocorra normalmente o facto de que a negação de um implica a afirmação do


outro, é em geral possível “anular” uma ou ambas as implicações.

Exemplo: “João é casado e solteiro”

O segundo tipo de oposição que o autor apresenta é a Antonímia propriamente dita. O


que caracteriza os antónimos dessa classe é o facto de poderem ser regularmente
graduáveis. E a comparação entre eles pode ser explícita ou implícita. As frases
explicitamente comparativas podem ser de dois tipos:

 Duas coisas podem ser comparadas em relação a certa “propriedade”.


Exemplo: Nossa casa é maior que a sua.

 Dois “estados” da mesma coisa podem ser comparados em relação à “propriedade”


em questão.
Exemplo: Nossa casa é maior do que era.

Na comparação entre Antónimos implicitamente graduados, a negação de um termo


antonímico não implica a afirmação do outro.

Exemplo: “Nossa casa não é grande” não implica “Nossa casa é pequena”.

Os Antónimos (grande e pequeno) não se referem a qualidades independentes e


opostas; são simples recursos lexicais de gradação. Assim, o item grande é relativo;
perde toda a sua significação quando privado de sua conotação mais do que e menos do
que; significa qualquer tamanho tomado como ponto de partida; esse ponto vária de
acordo com o contexto.

A reciprocidade, por fim, é a relação em que os termos opostos estão em permuta


assimétrica: pai/filho (se A é pai de B, então B é filho de A).

De acordo com PELACHIN & PEREIRA (2004:375) “a sinonímia e Antonímia


constituem a maneira de organizar as palavras e perceber que entre elas pode haver
semelhança de sentido, que constitui a sinonímia (esbelto e magro; gordo e obeso) ou
oposição de sentido, que constitui a Antonímia (magro e gordo) dependendo do
contexto”.

4.5. Relação de Hierarquia

A heteronímia é uma relação de hierarquia semântica entre palavras, em que o


significado de uma (o heterónimo), por ser mais geral, inclui o de outras (os hipónimo).

Por seu lado, a homonímia é uma relação de hierarquia semântica entre palavras em
que o significado de uma (o hipónimo), por ser mais específico, se encontra incluído no
de outra (o heterónimo). Assim, podemos falar em heterónimo para designar o termo
genérico onde podem ser incluídos vários elementos específicos deles dependentes
semanticamente. Estes elementos específicos contidos na designação genérica são
os hipónimo.

Exemplos: Animal (hiperónimo) → cão, gato, galinha, cobra, elefante, tigre


(hipónimo);

Flor (heterónimo) → margarida, dália, magnólia, sardinheira, roseira


(hipónimo).

É por assim dizer que a hiponímia e a hiperonímia são relações de sentido entre palavras
tal que o significado de uma está incluído no significado da outra, sendo o termo mais
genérico chamado de hiperónimo e o termo mais específico chamado de hipónimo.

Por exemplo: palavras como computador, monitor, impressora e teclado apresentam


certa familiaridade de sentido pelo facto de pertencerem ao mesmo campo semântico,
ou seja, ao universo da informática. Já a palavra equipamento tem um sentido mais
amplo, que engloba todas as outras. No caso, dizemos que o computador, monitor,
impressora e teclado são hipónimo de equipamento. Equipamento, por sua vez, é um
hiperónimo das outras palavras.

Na perspectiva de PELACHIN & PEREIRA (2004: 376) diz que “ a hiperonímia e


homonímia são palavras de sentido genérico”; e os segundos, “palavras de sentido mais
específico e principalmente na construção de textos, é fundamental perceber que se
relacionam”.

Palavras de sentido genérico ou hiperónimos.

Exemplos:

a) Fruta é hiperónimo de maçã, banana, laranja;


b) Ser humano é hiperónimo de homem, mulher, criança.
Palavras de sentido mais específico ou hipónimos.

Exemplos:

a) Maçã, banana, laranja são hipónimos de fruta;


b) Homem, mulher, criança são hipónimos de ser humano.
4.5.1. Relação Parte-todo
[Link]. Relações fonéticas e gráficas das palavras

a) Homofonia
As palavras homófonas são palavras que têm a mesma pronúncia, mas grafias e
significados diferentes.
Exemplo: O teu conselho foi útil
Pertence ao concelho dos ministros Lisboa
Ele estava sem dinheiro
Dei-lhe cem escudos

b) Homografia
As palavras homógrafas são aquelas que estabelecem relações entre palavras que
possuem a mesma forma gráfica, mas formas fonéticas diferentes e significados
diferentes.

Exemplo: Colher (nome de utensílio doméstico)

Colher (verbo)

c) Homofonia
Palavras homófonas são as que nas suas relações entre palavras, se pronunciam da
mesma maneira, mas apresentam grafia e significado diferentes.

Exemplo: Sem (preposição)

Cem (quantificador numeral)

d) Paronímia
As palavras parónimas são as têm sentidos diferentes, mas formas relativamente
próximas.

Exemplo: Previdência [cautela, precaução]


Providência [circunstância feliz]

[Link]. Relação de Inclusão ou Parte-todo


a) Holonímia/Meronímia
Relação de inclusão entre palavras em que uma representa o todo (holónimo) e a(s)
outra(s) a parte (merónimo).

Exemplo: corpo (holónimo)

– Cabeça, braços, pernas, tronco (merónimos)

A holonímia é uma relação de hierarquia semântica entre palavras, em que o


significado de uma (o holónimo) refere um todo do qual a outra (o merónimo) é parte
constituinte. A meronímia é uma relação de hierarquia semântica entre palavras, em
que o significado de uma (o merónimo) remete para uma parte constituinte da outra (o
holónimo).

Exemplo: Planta (holónimo) raiz, caule, tronco, folhas, ramos, flores (merónimos);

Casa (holónimo) → quarto, sala, cozinha, despensa (merónimos).

As relações de holonímia/meronímia distinguem-se das de hiperonímia/hiponímia na


medida em que nestas há uma transferência de propriedades semânticas que não se
verificam naquelas. Por exemplo, “sardinha” é hipónimo de “peixe”, porque também é
“peixe”. Já a palavra “escama” não pode ser encarada como um hipónimo de “peixe”,
uma vez que, apesar de ser uma parte do peixe (merónimo), não é um subtipo de peixe.

Exemplos:

As palavras “peixe” e “ave” são hipónimos de “animal”. Na relação de hierarquia


semântica entre palavras, em que o significado de uma (designada por hipónimo), por
ser mais específico, se encontra incluído no de outra (designada por hiperónimo).
Conclusão

Chegando ao fim deste trabalho conclui-se que o Processo de formação de palavras é o


conjunto de processos morfo-sintácticos que permitem a criação de unidades novas com
base em morfemas lexicais onde na qual utilizam-se assim para formar as palavras, os
afixos de derivação ou os procedimentos de composição. Foi com grande êxito que se
fez o presente trabalho espero que seja de grande suporte no que tange o tema dado.
Bibliografia

FARIA, I. H. et al (org.), Introdução à Linguística Geral e Portuguesa, Lisboa,


Editorial Caminho, 1996.

PELACHIN, M. M. e PEREIRA, H. B. Português: na trama do texto. São Paulo: FTD, 2004.

[Link]

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