Reunião realizada dia 06 de Março com Gerência, pedagogos e técnicos
da instituição
Em primeira instância, a Gerente argumentou sobre a reunião anterior
com a gestora e a fiscal do Serviço de Convivência; em que esteve
presente as instituições ADRA, Guarda Mirim e EPSMEL, em que
abordou-se: Cumprimento de metas e repasses financeiros; estratégias
para o cumprimento das metas; priorização das listas de chamadas do
CRAS; fluxos de condução; possibilidade de oficinas nas escolas;
sensibilização das escolas sobre o Serviço de Convivência;
Possibilidade da modalidade III com presença diária; Abertura de metas
de adesão para os educandos frequentarem diariamente o Serviço de
Convivência; flexibilização de metas.
A Gerente pontuou que a proposta de atendimento à crianças de 5 anos
foi rejeitada pela assistência social.
A Gerente também pontuou que as unidades estão cumprindo as
metas.
Foi pontuado que há a necessidade de anteciparmos as vagas para
evitar problemas quando há diversos desligamentos.
Enviar os resultados de busca ativa (principalmente às sem sucesso)
para o CRAS de referência.
Foi argumentado que a Sede atualmente possui 200 vagas disponíveis
para serem preenchidas, e que é necessário cumprirmos as metas.
A Gerente pontuou que a Assistência dialoga sobre desenvolver
estratégias para atendermos em vários locais de vulnerabilidade.
Quanto à secretaria da EPESMEL, deve-se seguir o cronograma de
atendimento e realizar busca ativa.
As unidades devem verificar a disponibilidade do motorista e como
ocorre o agendamento para o uso de veículos.
Os técnicos devem identificar faltas dos educandos em cursos livres e
incentivá-los a participar tanto dos cursos quanto do Serviços de
Convivência.
Quanto à unidade de Paiquerê, deve-se agilizar a organização dos
cursos e oficinas, definir metas e abrangência em cada território,
especialmente em Guairacá, incluindo quem será atendido e quando,
pois este é o território de foco.
Deve-se criar oficinas de sensibilização sobre política de trabalho jovem
e economia solidária, além de estabelecer uma tabela de indicadores,
contemplando as especificidades do Serviço de Convivência.
Garantir que o Serviço de Convivência mantenha suas características
distintivas. Se houver interação com escolas, será para aplicar os
indicadores e objetivos que o Serviço possui.
Estabelecer corretamente os temas transversais com metodologias
ativas.
Explorar estratégias para além do espaço em que estamos atualmente
situados.
Estabelecer novos projetos e abrir possibilidades para ampliar a lista de
espera.
Sancionar as vagas e metas, e mapear a capacidade de atendimento
aos sábados.
Identificar os educandos e as atividades a serem apresentadas.
Explorar oportunidades de trabalhar fora da lista de espera.
Considerar procedimentos e antecedência para agenda, lanche, uso do
auditório, ônibus e excedentes.
Formalizar o trabalho educativo referente à organização de festas nas
instituições e reuniões, registrando as reuniões para evitar violência
institucional e refletir sobre as posturas dos participantes.
Definir competências e autonomias dos técnicos, clarificando
informações que constavam no edital de contratação, bem como o
entendimento desse edital.
Garantir que ouvir não seja confundido com aceitação.
Manter os fluxos para atender às metas e flexibilizar os atendimentos
durante junho, julho e férias.
Oficializar por e-mail a não entrega de relatórios e planejamentos
instrumentais específicos.
Criar bancos de horas para escrever oportunidades.
Designar educadores de apoio para demandas específicas (como busca
ativa).
Realizar a identificação de todos os materiais recebidos no projeto.
Reavaliar os gastos com materiais, cortar pedidos de jogos e realizar
uma pesquisa sobre os custos dos materiais solicitados.
Os pedagogos devem viabilizar o uso eficaz e a consulta dos recursos
disponíveis, garantindo que educadores tenham acesso a materiais
como tintas e artigos de arte.
Cortar tecido, apenas com a autorização da gerência.
Pedir para que os educadores peçam materiais dos quais já possui
habilidades para uso.
Organizar para que os educadores auxiliem e realizem as demandas
que lhe são autorizadas.
Deve-se habilitar a instituição para que ela funcione sem algum agente
específico (como técnico, educador, limpeza, etc.).
Os pedagogos e técnicos devem promover a utilização em ações, de
materiais que já foram produzidos revitalizando desse modo as obras e
o espaço.
Deve-se buscar outras estratégias artísticas para datas específicas e
garantir que lanches diferenciados sejam oferecidos às crianças e
adolescentes atendidos, priorizando a instituição antes de expor para
outros.
Cuidar e preservar dos materiais disponíveis.
Melhorar a aplicabilidade dos temas transversais, levando em
consideração os diálogos e melhorias pontuadas pelos educandos em
sala.
Os técnicos devem elaborar uma síntese de atendimento aos educandos
e compartilhá-la no grupo pedagógico, filtrando as informações que
realmente podem ser compartilhadas, para aprimoramento em conjunto.
As informações compartilhadas pelos educandos com os educadores
devem também ser repassadas aos técnicos, garantindo transparência e
alinhamento entre as equipes.
No caso específico dos pedagogos (Andressa e Chagas) diante de um
atendimento técnico complexo, é importante participar apenas dos mais
viáveis, considerando seus atributos pedagógicos, e rotina institucional
de atendimento e diálogo social com o educando.
Quanto às técnicas Karina e Flávia, diante de casos mais complexos,
compartilharem com a gerência, buscando melhores abordagens e
soluções.
Os técnicos devem se atentar ao contexto e ao preenchimento da ficha
Sinan.
Deve-se possuir assertividade nas devolutivas de informações ao CRAS.
Foi levantada a seguinte questão: É possível construir uma turma
específica de música, levando em consideração as preferências e
interesses dos participantes?
Haverá um olhar mais clínico, a fim de oportunizar o futebol aos
educandos da Modalidade III, bem como articulações, entre sede e
Paiquerê de modo a viabilizar as práticas do futebol para os educandos
da área rural.
Observação: Cabe ressaltar que foi aberta a fala aos técnicos, e muitos
da sede contribuíram, discutindo sobre matrículas e a importância do
monitoramento das turmas diante de suas especificidades.