0% acharam este documento útil (0 voto)
54 visualizações17 páginas

Protocolo IP: Estrutura e Roteamento

O documento aborda o Protocolo de Internet (IP), detalhando suas características, limitações e o formato dos datagramas IPv4 e IPv6. Discute também o roteamento IP, incluindo protocolos como RIP e OSPF, que são utilizados para encaminhamento de pacotes em redes. Além disso, menciona a transição do IPv4 para o IPv6 e soluções para problemas de endereçamento, como NAT e CIDR.

Enviado por

matheus.blima
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
54 visualizações17 páginas

Protocolo IP: Estrutura e Roteamento

O documento aborda o Protocolo de Internet (IP), detalhando suas características, limitações e o formato dos datagramas IPv4 e IPv6. Discute também o roteamento IP, incluindo protocolos como RIP e OSPF, que são utilizados para encaminhamento de pacotes em redes. Além disso, menciona a transição do IPv4 para o IPv6 e soluções para problemas de endereçamento, como NAT e CIDR.

Enviado por

matheus.blima
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

protocolRouterRouterHostHost

protocolDataLinkDataLinkIPDataLinkDataLinkIPDataLinkDataLinkDataLinkIP
protocolIP
protocolIP
protocolTCP
LinkApplicationTCPIPNetworkAccessApplication
ApplicationTCPIPData
INTERNET PROTOCOL – IP

Redes de Computadores  Definido na RFC 791


 Usado entre duas ou mais máquinas em rede
para encaminhamento dos dados
 Protocolo de rede mais popular

 Principal protocolo da camada de rede


Camada de Rede do Modelo TCP/IP
 Responsável pelo endereçamento a nível de rede
 Transição
 IPv4
 IPv6
Protocolo IP e Roteamento IP

INTERNET PROTOCOL – IP CARACTERÍSTICAS


 Implementado em hosts e roteadores  Sistema de entrega fim-a-fim
 Não orientado à conexão
 Sem controle de erros e sem reconhecimento

 Não executa
Controlede erros sobre os dados da aplicação
Controlede fluxo
Seqüenciamento de dados
Entrega ordenada
CARACTERÍSTICAS CARACTERÍSTICAS
 Não garante integridade de dados  Encaminhamento da informação
 Rede Virtual  Serviço de comunicação não-confiável
 Esconde  Serviço de entrega: Melhor Esforço
a arquitetura física da Internet
 Conversão de endereços IP em endereços físicos
 Identificadores universais
 Endereços  Provê envio e recebimento
IP
 Erros: ICMP
 Datagrama IP  Usado por hosts e roteadores para comunicar informações
 Unidade de Transferência do nível de rede
 Tamanho variável

CARACTERÍSTICAS LIMITAÇÕES
 Suporte aos serviços  Limitações dos Endereços
 Um-para-um (unicast)  Expansão da Rede
 Um-para-todos (broadcast)  Endereços IP de 32 bits poderão estar completamente
 Um-para-vários (multicast)
alocados em pouco tempo
 Requer o suporte de outros protocolos (como: IGMP,
roteamento multicast)

unicast broadcast multicast


FORMATO DOS DATAGRAMAS IP FORMATO DOS DATAGRAMAS IP
(IPV4) (IPV4)
 Número de Versão
• IPv4

 Indica o tamanho do cabeçalho


 Indica onde os dados começam

 Identifica os diferentes tipos de datagramas IP


 Exemplos: baixo atraso, alta vazão ou confiabilidade

 Comprimento total do datagrama IP


(cabeçalho + dados) em bytes

FORMATO DOS DATAGRAMAS IP FORMATO DOS DATAGRAMAS IP


(IPV4) (IPV4)

 Auxiliam no processo de fragmentação do datagrama IP


 Presentes apenas na versão do IPv4

 Garante que datagramas não circulem infinitamente


pela rede
 Decrementado de um ao passar por um roteador

 Número que indica para que protocolo da camada


de transporte acima (TCP ou UDP) os dados serão
enviados
FORMATO DOS DATAGRAMAS IP FORMATO DOS DATAGRAMAS IP
(IPV4) (IPV4)
 Auxilia um roteador na detecção
de erros de bits em um
datagrama IP

 Endereço IP do nó de rede remetente

 Endereço IP do nó de rede destino

FORMATO DOS DATAGRAMAS IP FORMATO DOS DATAGRAMAS IP


(IPV4) (IPV4)

 Permite a ampliação de um cabeçalho IP


 Comprimentos variáveis; Dificuldade de identificação do começo
do campo de dados
 Tempo de processamento em roteadores pode variar bastante

 Campo principal do datagrama


 Carrega a carga útil
 Contém o segmento da camada de transporte a ser entregue ao destino
FRAGMENTAÇÃO E REMONTAGEM IP EXEMPLO
 Enlace da rede possui tamanho máximo de
transferência – o MTU
 Maior quadro possível no enlace
 Diferentes tipos de enlace, diferentes MTUs
 Fragmentação
 Datagrama IP maior dividido em datagramas remontagem
menores
 Divisão ocorre dentro da rede
 Remontagem
 Datagrama é remontado no destino final
 Bitsdo cabeçalho IP usados para identificar e ordenar
fragmentos relacionados

ENDEREÇAMENTO IP EXEMPLO
 Endereço IPv4
 32 bits
 Número de Interfaces
 Roteador
 Geralmente possui várias interfaces
 Host
 Geralmente possui uma única interface
 Obs: cada interface costuma ter um endereço IP
 Hierarquia de endereçamento
 Prefixo
 Determina a rede a que o computador está acoplado
 Sufixo
 Identifica um computador acoplado em cada rede
SUB-REDES CLASSES
 Interfaces de dispositivos com mesma parte de  5 classes
sub-rede do endereço IP  Classe A
 Dispositivospodem fisicamente alcançar os outros  8 bits para a sub-rede
sem ajuda de um roteador  Classe B
 16 bits para a sub-rede
 Classe C
 Endereço IP
 24 bits para a sub-rede
 Sub-rede
 Classe D
 Ordem mais alta
 Endereços Multicast
 Host
 Classe E
 Ordem mais baixa
 Endereços reservados para uso futuro

CLASSES CLASSES: PROBLEMA


 Desperdício de Endereços IP
 Classe B permite até 65534 endereços
Faixa de
 Classe C permite até 254 endereços
endereços
até
a

a
 Se uma organização precisasse de 534 endereços,
a
poderia ter de obter classe de rede B, desperdiçando,
assim, 65000 endereços
a

a
SOLUÇÕES
PROBLEMA
 Classless InterDomain Routing – CIDR
 Padronizado em 1993 pela IETF (Internet Engineering
Task Force)
 A parte do endereço que representa a sub-rede possui
tamanho arbitrário
 Formato do endereço: a.b.c.d/x, em que x é o número de
bits na porção do endereço que representa a sub-rede

Endereços IP estão acabando!


 Comentários:
 Eliminação das classes para endereçamento
 Encaminhamento mais complicado

SOLUÇÕES EXEMPLO
 Network Address Translation - NAT
 RFC 1631 de 1994
 Motivação: rede local precisa usar somente um único
endereço IP, quando há necessidade de falar com o
mundo externo
 Apenas um endereço IP para todos os dispositivos
 Mudança de endereço de dispositivos na rede local sem
necessidade de notificar o mundo externo
 Viabiliza mudança do ISP (provedor de acesso à Internet)

sem mudar o endereço dos dispositivos na rede local


 Segurança

 Dispositivos dentro da rede local não são explicitamente

endereçáveis e dificilmente acessíveis, de fora


COMO OBTER UM ENDEREÇO IP? IPv6
 Hosts  Definido no RFC 2460
 Em um arquivo de configuração  Sucessor do IPv4 designado pela IETF
 Windows: registro
 Unix: arquivo
 Motivação
 DHCP: Dynamic Host Configuration Protocol  Poucos endereços IPv4
 Dinamicamente através de um servidor  Mudança no cabeçalho dos datagramas para
 Redes processamento/encaminhamento mais rápido e para
 Porção alocada do espaço de endereço do seu provedor facilitar a provisão de QoS – Qualidade de Serviços
 Provedores  IPv5
 Entidades Nacionais de Gerência de Internet  Protocolo de fluxo em tempo real experimental, e
 ICANN - Internet Corporation for Assigned Names nunca foi amplamente utilizado.
and Numbers

FORMATO DOS DATAGRAMAS IP


FORMATO DOS DATAGRAMAS IPV6 (IPV6)
 Número de Versão
• IPv4, IPv6

 Função semelhante á o campo Type of Service do formato


IPv4
 Prioridade a datagramas

 Identificação de um fluxo de datagramas


(Definição dúbia)
FORMATO DOS DATAGRAMAS IP
FORMATO DOS DATAGRAMAS IPV6 (IPV6)

 Número de bytes no datagrama IPv6


 Após o pacote do cabeçalho

 Identifica o protocolo cujo conteúdo será entregue


 Mesmos valores de campo do IPv4

 Número que é decrementado de um para cada


roteador que repassa o datagrama
 Se chegar a 0, datagrama é descartado

FORMATO DOS DATAGRAMAS IP


FORMATO DOS DATAGRAMAS IPV6 (IPV6)

 Endereço IP de 128 bits do nó remetente

 Endereço IP de 128 bits do nó destino

 Carga útil do datagrama


 Utiliza a informação do campo próximo cabeçalho para passar
adiante o datagrama
38
IPv4 VERSUS IPv6 ENDEREÇAMENTO
 Grande espaço de endereçamento  Exemplo de uso
 Jogos olímpicos de verão 2008
 Escopo/Zonas de endereço
 Auto-configuração sem estado  3,4 * (10 ) endereços

 Mobilidade  8 grupos de 4 dígitos hexadecimais

 Jumbogramas  Regras de redução

 Não suporta fragmentação


 Processamento simplificado

PROBLEMAS TRANSIÇÃO DO IPv4 PARA O IPv6


 Incompatibilidade com IPv4  Todos os roteadores não podem ser atualizados
 Overhead maior simultaneamente
 Dificuldade de substituição  Tunelamento
 Conjuntos de roteadores IPv4 formam um “túnel”
entre nós IPv6
 IPv6 transportado como “conteúdo” de datagramas
IPv4 entre roteadores IPv4
TUNELAMENTO TUNELAMENTO

C para D

DÚVIDAS?

Roteamento IP
Roteamento IP Roteamento IP
Os roteadores fornecem :
Roteamento é o processo de encaminhamento de
pacotes entre nós de rede. O roteamento faz parte Um meio primário de unir dois ou mais
do Protocolo de Internet (IP) e é utilizado em segmentos de rede IP fisicamente separados.
combinação com outros serviços de protocolo de Encaminhamento de pacotes para outros
rede para fornecer capacidades de encaminha- hosts TCP/IP.
mento entre hosts que estão localizados em Devem ser capazes de encaminhar a
segmentos de rede separados dentro de uma rede comunicação baseada em IP entre redes para
usando o Protocolo TCP/IP. outros hosts de rede IP.

Protocolo de Roteamento RIP Protocolo de Roteamento RIP


Temporizador route invalid (rota inválida): Determina o tempo
O funcionamento do protocolo RIP, consiste na divulgação que deverá se passar antes que um roteador determine que uma rota
de rotas de cada roteador para seus vizinhos (situados na se tornou inválida. Ele chegará a esta conclusão se não tiver
mesma rede). escutado qualquer atualização sobre determinada rota por esse
período.
O RIP utiliza três tipos de temporizadores:
 Temporizador route update (atualização de rotas): Define o Temporizador route flush (remoção efetiva da rota): Define o
tempo entre uma rota tornar-se inválida e efetivamente ocorrer a
intervalo entre as atualizações periódicas no roteamento, em
sua remoção da tabela de rotas. Antes de ser removida da tabela, o
que o roteador envia uma cópia completa de sua tabela de
roteador notifica seus vizinhos quanto ao problema iminente desta
roteamento para todos os vizinhos.
rota.
Protocolo de Roteamento RIP PROTOCOLO DE ROTEAMENTO RIP

Cada roteador divulga sua tabela de rotas através de um [Link] [Link] [Link] [Link]
broadcast na rede. Os demais roteadores situados na mesma
rede recebem a divulgação e verificam se possuem todas as
rotas divulgadas, com pelo menos o mesmo custo (custo é a
quantidade de roteadores até o destino). [Link]
[Link]
eth0
[Link]
eth1
[Link]
eth0
[Link]
eth0
[Link]
eth1
[Link]
eth0
[Link]

S0/0 S0/0 S0/1 S0/0 S0/1 S0/0

Se não possuírem rota para determinada rede divulgada, ROTEADOR1 ROTEADOR2 ROTEADOR3 ROTEADOR4

incluem mais uma entrada na sua tabela de rotas e colocam o


roteador que a divulgou como o gateway para aquela rede.

Protoclo de Roteamento OSPF Protocolo de Roteamento OSPF

O OSPF é um protocolo baseado no conceito


de mapas distribuídos: todos os nós da rede A especificação do protocolo OSPF é aberta,
possuem uma cópia do mapa da rede, que é ou seja, de domínio público. Daí vem o "O" (Open)
regularmente atualizado. de OSPF. O "SPF" é para Shortest Path First.

Assim, os nós são capazes de computar a OSPF é um protocolo de roteamento interno


rota localmente, e como todos possuem o mesmo cuja especificação é aberta e que utiliza o
mapa, as rotas são coerentes em todos os nós, algoritmo de menor caminho.
evitando laços de roteamento (loops).
Protocolo de Roteamento OSPF
Protocolo de Roteamento OSPF

Características do OSPF: Roteamento baseado no Tipo de Serviço: o


OSPF pode usar o campo Type of Service para
Suporte a diversas métricas: no RIP, a única
indicar ao protocolo qual métrica utilizar para o
métrica permitida é o número de saltos. O OSPF
roteamento.
permite o uso de diversas métricas, como por
exemplo: atraso, vazão, e confiabilidade. Balanceamento de carga: o OSPF permite a
divisão da carga entre o primeiro melhor
Algoritmo dinâmico: o OSPF se adapta rápida
caminho e o segundo melhor caminho. É
e automaticamente a alterações na topologia da
comprovado que a divisão do tráfego melhora a
rede.
eficiência do roteamento.

Protocolo de Roteamento OSPF


Principais comandos dos roteadores Cisco
Compatibilidade com sistemas hierárquicos: O
OSPF permite que o roteador não seja obrigado a Os equipamentos cisco possuem duas
conhecer toda a topologia da rede. O roteador só sessões de execução.
precisa conhecer a topologia da "área" a que ele
pertence.
Segurança: O OSPF possui um esquema de - Execução modo usuário
autenticações para garantir que apenas - Execução modo privilegiado
roteadores confiáveis propaguem informações.
Principais comandos dos roteadores Cisco
Principais comandos dos roteadores Cisco
Router# disable Muda do modo privilegiado
para o modo usuário (S/R)
Permitem (por exemplo) associar nomes de host
a endereços IP através do comando IP HOST. Router# show startup-config Exibe o arquivo de
configuração salvo na NVRAM (S/R)
Comandos Principais:
Router#show version Exibe a versão do IOS,
Router> enable Muda do modo usuário para o origem e nome do arquivo IOS (S/R)
modo privilegiado (S/R)
Router#show flash Exibe a quantidade de
memória flash (S/R)

Principais comandos dos roteadores Cisco Principais comandos dos roteadores Cisco

Router# copy <origem> <destino> (S/R) Router#copy running-config tftp Copia o arquivo
Router# copy running-config startup-config de configuração ativo RAM para um servidor
Copia o arquivo de configuração ativo na RAM TFTP (S/R)
para a NVRAM (S/R) Router#copy tftp running-config Copia de um
Router# copy startup-config running-config servidor TFTP para a RAM (S/R)
Copia o arquivo de configuração de backup para Router#erase startup-config Apaga o arquivo
a RAM (S/R) de configuração de backup da NVRAM (S/R)
Principais comandos dos roteadores Cisco Principais comandos dos roteadores Cisco

Router#reload Reinicializa (S/R)


Router>ping Testa a conectividade até um
Router#setup Entra no modo de SETUP
perguntas para sair tecle CTRL + C (S/R) determinado host (S/R)

Router#configure terminal Entra no modo de Router>traceroute Testa as etapas do caminho


configuração global (S/R) até um host (S/R)
Router#hostname (nome do host) Define o Router>telnet Acesso remoto a um host.
nome do host (S/R) (S/R)

Principais comandos dos roteadores Cisco Principais comandos dos roteadores Cisco
Para criar Entroncamento (VLAN) no Roteador
Router# show ip route Exibe a tabela de
roteamento (R) Router> enable
Router# show interfaces Exibe parâmetros e Router#configure terminal
estatísticas das interfaces (S/R) Router(config)#interface fastethernet 0/0
A sigla (S/R) significa que este comando pode ser utilizado tanto no switch
cisco como no roteador Router(config-if)#no shutdown para levantar a
A sigla (R) significa que este comando pode ser utilizado apenas no
roteador
interface
Router(config-if)#exit
Principais comandos dos roteadores Cisco

Router(config)#interface fastEthernet 0/0.1 para


criação de interface virtual 0.1
Router(config-subif)#encapsulation dot1Q 222
onde 222 é o número da Vlan Dúvidas?
Router(config-subif)#ip address “ ip” “máscara”
Router(config-subif)#no shutdown
Router(config-subif)#exit

Você também pode gostar