25ª SEMANA DE ENFERMAGEM DA
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI - URCA
TÍTULO
VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA UM DESAFIO PARA SAÚDE PÚBLICA
Autores:
Lorena Farias Rodrigues Correia1 ; Márcia Reinaldo Gomes2 ;Gislaine da Silva Rocha3 ;Angélica Giliane Soares
dos Santos ; Maria Nizete Tavares Alves Maria de Fátima Vasques Monteiro .
4 5; 6
INTRODUÇÃO RESULTADOS
Durante muitos anos, o parto era realizado em Os estudos corroboram que, a violência obstétrica é
domicílio por pessoas leigas ou parteiras da uma junção de maus tratos, sejam eles físicos,
região, com o avanço nas ações e serviços de psicológico ou verbais praticados a mulher em
saúde e tecnologias estes passaram a ser trabalho de parto, além de procedimentos
realizados em casas de parto e maternidades. Na desnecessários como as episiotomias, restrições
década de 90 foi instituída a Rede de apenas ao leito no pré-parto, tricotomia, ocitocina de
Humanização do Parto e Nascimento visando a rotina e a presença de acompanhante no parto, além
garantia da humanização no parto. A violência da manobra de Kristeller, toque constante por
obstétrica é caracterizada por ações que diversos profissionais e uso de enema. Verificou-se
transgredem o direito das mulheres durante o que são comuns, comentários constrangedores à
período gravídico-puerperal, comprometendo a mulher, e realização de procedimentos sem o
sua autonomia. consentimento da parturiente ou sem orientação
OBJETIVOS quanto a necessidade da realização do procedimento.
Descrever as intervenções que caracterizam a
violência obstétrica.
CONCLUSÕES
METODOLOGIA Mesmo existindo uma Política Nacional de
Humanização no Parto, a violência obstétrica
Revisão integrativa da Literatura permanece como um problema sanitário a ser
Abordagem qualitativa e descritiva
enfrentado, com foco na informação, educação
permanente em saúde e adequação dos serviços.
Bases de dados BDENF, MEDLINE E LILACS
Biblioteca Virtual em Saúde
os descritores em saúde "violênciaobstétrica"
and “parto” and "autonomia pessoal.
REFERÊNCIAS
1. Brasil. Ministério da Saúde (Brasil). Humaniza SUS: PolíticaNacional de Humanização – PNH.
Brasília: Ministério da Saúde.
Critérios de inclusão: últimos 5 anos e que 2. Botti ML. Violência institucional e a assistência às mulheres no parto. In: Anais do Colóquio
Nacional de Estudos de Gênero e História: contribuições de enfermagem. 2010.
estivessem disponíveis na íntegra nos idiomas inglês, 3. CARDOSO ESTUMANO, V. K. .; SILVEIRA DE MELO, L. G. da .; BENTES RODRIGUES, P. .;
português e espanhol, excluiu-se aqueles duplicados e RÊGO COELHO, A. C. do . Violência obstétrica no Brasil: casos cada vez mais frequentes. Revista
Recien - Revista Científica de Enfermagem, [S. l.], v. 7, n. 19, p. 83–91, 2017. DOI:
os que não se encaixavam na temática. 10.24276/rrecien2358-3088.2017.7.19.83-91.
4. Queiroga JS, Silva RV. A violência obstétrica no parto: uma realidade brasileira. João Pessoa. 2014.
Foram selecionados 15 estudos, que após os critérios 5. Soares BP, Vasconcelos TC, Quaresma JS, Rodrigues, RLS, Alcântara, JPB, Costa, MQ. Violência
de elegibilidade obteve-se 6 para amostra final Obstétrica e suas implicações. Montes Claros: Rev RENOME. 2014
6. Rodrigues PD, Alves HD, Branco Riker LBM, Mattos RDulfe MAP, Vieira DGB. A violência
obstétrica como prática no cuidado na saúde da mulher no processo parturitivo: análise reflexiva.
Rev Enferm UFPE. 2015;9(Supl.5):8461-7.
1 Discente do 7° semestre do curso de graduação em enfermagem da universidade regional do cariri. Membro do Grupo de Pesquisa e Extensão em Saúde da Criança e do Adolescente – GRUPECA. Bolsista PROEX. Email: [Link]@[Link]
2 Discente do 8° semestre do curso de graduação em enfermagem da universidade regional do cariri Bolsista e Monitora da disciplina de Saúde da Mulher. Membro do projeto de extensão Aleitamento Materno na Comunidade: Ambulatório
Itinerante. Email; [Link]@[Link]
3 Discente do 9° semestre do curso de graduação em enfermagem da universidade regional do cariri. Bolsista PIBIC URCA FECOP, membro do laboratório de pesquisa de enfermagem em estomaterapia (LENF) Email; gislaine. rocha@[Link]
4 Discente do 6° semestre do curso de graduação em enfermagem da universidade regional do cariri Email: angelicagiliane@[Link]
[Link] em Ciências da saúde pela faculdade de medicina do ABC, professora adjunta do departamento de enfermagem da Universidade Regional do Cariri. Email; [Link]@[Link]
6 Enfermeira. Doutora em Ciências da saúde pela faculdade de medicina do ABC. Docente do curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Regional do Cariri. Membro do Grupo de Pesquisa e Extensão em Saúde da Criança e do
Adolescente - GRUPECA. Email: [Link]@[Link]