DFI
Definição de dto fiscal.
Noção de tributo,
Artigo 1º da LGT, no nº 1 fala da lei que regula as relações jurídico-
tributárias.
AT, agindo enquanto tal> seria um recém-licenciado na ESACT, a estagiar
na autoridade tributaria? no entanto seria não, pois não temos um conceito
que nos guie aqui para uma resposta segura.
Mas para um exemplo mais concreto seria a AT a executar uma divida a
Ascendi, ou uma divida de IMI, este sendo que é um imposto municipal e
não é um imposto estadual, e não tem como sujeito ativo a AT, sendo assim
torna-se difícil saber se a AT está a agir como a administração tributaria ou
não.
Conceito de tributo, para isso temos de o recortar dos diversos meios de
financiamento do Estado.
5 categoria dos meios de financiamento do Estado
Receitas patrimoniais – estes provêm do património das entidades
publicas, Ex venda de bilhetes para o acesso ao castelo de Bragança.
ex ET único acionista da CDG, sendo esta uma SA, e uma
entidade com fins lucrativas, e esse lucro pertence ao ESTADO
seu único acionista. Gera lucro e é uma receita patrimonial.
Ex de praias propriedade do Estado, sendo estas
concessionadas pelo ET, e tem como contrapartida o
pagamento de um preço (sendo uma receita patrimonial do
ET)
Nota: Tanto as RP e as TP não podem servir de base
para o financiamento de um estado, más as TP podem
em alguns estados os chamados Estados em
desenvolvimento vivem de TP de outros estados.
E as RP quanto ao modelo de financiamento dois tipos
de estados o estado patrimonial e o estado fiscal,
PTM, é financiado através de receitas do património do
estado. Ex ET PTM, Arabia saudita.
E o ET fiscal é aquele em que o financiamento se faz
através de tributos e aqui existe esta corelação entre
ET fiscal e democracia, Países da OCDE, não podem
ser a principal fonte de recita do estado terá de ser
residual.
Transferências públicas (são transferências gratuitas
que os Estados fazem aos outros Estados) ex tendo em
conta os terremotos em Marrocos, Turquia, os Estados
fizeram uma transferência para estes países.
Divida só deve ser utilizada em duas situações, perante guerra ou
catástrofe ou para financiar a formação de bens de capital, bens de
retorno.
Multas e coimas são forma de financiamento, e o que é desejável é
que não seja. Isto é esta receita é que seja reduzida
Tributo: forma normal de financiamento do estado são os tributos
No ordenamento jurídico PT não tem uma definição concreta.
DF de tributo : É a doutrina e jurisprudência e hoje nos
definimo-lo como uma prestação (de dar )
patrimonial, coativa ( imposta pela lei) não tem
carater punitivo, é estabelecida como obrigatória pela
lei, a favor de uma entidade publica,( excecionalmente
uma entidade privada) e tem também um elemento
finalístico, como finalidade a cobertura de despesas
publicas.
excecionalmente uma entidade privada > portagens, o
tributo constitui uma fonte de receita propiá a
concecionária.
Tipos de tributos art 3 nº 2.
Imposto -
Taxa
Contribuição financeira
Art 3º lgt
DFÇa entre estres três
1- Imposto DF usual
Prestação pecuniária (em dinheiro) coativa a favor de uma entidade publica
unilateral, com caráter definitivo (não é um empréstimo) e que se destina
principalmente ao financiamento das despesas gerais. EX do não é um
empréstimo, pois antigamente o estado obrigava as pessoas a emprestar, e
era com isso que as pessoas a chamavam de imposto.
Não é um empréstimo pois não é reembolsável.
Destina-se a financiar as entidades publicas.
Que entidades pb São essas? São entid, Territoriais, regiões autónomas,
autarquias. Ou seja o imposto não pode ter uma finalidade especifica. não
se pode criar um imposto por ex para financiar a saúde. Princípio da não
consignação da receita dos impostos.
A reter O imposto tem apenas a contrapartida genérica do funcionamento
dos serviços estaduais. Ac do TC nº 539/2015
Art 4 LGT
Taxa > assentam na prestação concreta,
Em contrapartida de uma prestação administrativa algo que é oferecido pela
administração, provocada ou aproveitada pelo sujeito passivo assumindo
uma natureza sinalagmática, pressupõe a realização de uma
contraprestação especifica resultante de uma relação concreta entre o
contribuinte e a administração.
Carater bilateral ou sinalagmático # imposto
Contrapartida art 4º n 2 serviço publico, ex ida ao hospital a pessoa pagava
uma taxa e recebia um serviço.
O reu tal como o autor está obrigado a pagar a taxa, e em contrapartida
recebe um serviço do órgão judicial.
2º situação utilização de um bem do domínio publico: portagens.
Taxas de companhia aéreas.
3º modalidade, remoção de um limite jurídico ao exercício individual de uma
atividade proibida. Ex ocupação da via publica com esplanada.
Contribuição financeira art 4 LGT nº3, foram criadas pela revisão em 1997,
art 165, nº 1 alinha i.
Jurisprudência: um terceiro genérico de receitas fiscais que poderão ser
qualificadas como uma taxa coletiva, numa prestação coletiva que é
prestada ao um grupo.
Ex caso de contribuição pagas pelas empresas farmacêuticas a infamed, e o
infamed aproveita e isso aumenta a confiança das pessoas que compram
esses medicamentos, pois se o ET não controlar a qualidade dos
medicamentos as entidades produtoras do medicamento terão dificuldades
em manter as suas atividades económicas. Então se justifica que estas
entidades paguem estas contribuição económica não por um benefício que
obtém individualmente, mas para benéfico coletivo.
Imposto enquanto na taxa e contribui existe um pressuposto está num
serviço especifico que vai beneficiar um grupo, mas no imposto não existe,
isto é o imposto basear-se apenas, por um lado na obrigação que as pessoas
tem de contribuir para as despesas PB, pois todas as pessoas beneficiam da
existência do ET e utilidades que o estado oferece e proporciona, e por outro
lado na capacidade contributiva-
capacidade Contributiva é riqueza não uma riqueza qualquer, é a partir do
ponto em que se satisfaz todas as necessidades básicas. Então o imposto
assenta na capacidade contributiva.
contribuição especial art 4º nº 3,
Ex
O Estado faz investimentos avultados numa zona, que fazem aumentar o
valor dos bens imóveis situados nessa zona. A contribuição especial irá
recair sobre os proprietários dos imóveis abrangidos por essa vantagem.
Ex: O Estado tem gastos com uma atividade da qual beneficiam em
particular um conjunto de sujeitos. Por exemplo, os gastos com a
manutenção da floresta ou com o fornecimento de energia elétrica. A
contribuição irá recair sobre os agentes económicos que mais beneficiam
com as florestas ou sobre os agentes económicos que retiram lucros do
setor da energia elétrica.
Isto é temos um aumento da capacidade contributiva.
E por isso o imposto não é uma contribuição financeira.
Noção do Direito Tributário é o conjunto de normas jurídicas que
regulam a criação, o lançamento e a arrecadação (cobrança) dos
tributos. A relação juridicotributaria tem como eixo o fulcro o tributo.
Classificação de imposto primeira classificação que estudamos, é a
que classifica os impostos em função da sua base: sobre que
assentam os impostos.
Diz o artigo 4º, n.º 1 da LGT que “Os impostos assentam
essencialmente na capacidade contributiva, revelada, nos termos da
lei, através do rendimento ou da sua utilização e do património.”
Essas são as três manifestações possíveis da capacidade contributiva:
Rendimento ( despesa)
Património
Consumo ou despesa da lgt
impostos sobre o rendimentos, no sistema fiscal português, são o IRS e o
IRC, e também as contribuições para a segurança social.
Sobre o património são o IMI, o IMT e o is.
Imposto sobre as despesas/consumo, iva, mais importante. Embora o sj
passivo não é o consumidor, mas o objetivo é atingir o consumidor final.
Os impostos especiais sobre o consumo são: o imposto sobre os produtos
petrolíferos e energéticos (ISP), o imposto sobre o álcool, as bebidas
alcoólicas e as bebidas adicionadas de açúcar ou outros edulcorantes
(IABA), e o imposto sobre o tabaco (IT).
Impostos diretos e indiretos
No direto o sujeito passivo é a mesma pessoa detentora da capacidade
contributiva que se pretende atingir. Ex impostos sobre o rendimento, irs, a
pessoa que trabalha por conta doutrem, é esse mesmo trabalhador por
contadeoutrem.
E no indireto não é a mesma pessoa que se pretende atingir
Iva o sujeito passivo é o comerciante o pp do supermercado sj passivo, não
é a capacidade sj passivo que o imposto pretende atingir, sendo que o
imposto pretende atingir a capacidade contributiva das pessoas que vão
comprar a quem vai ao supermercado, isto e repercute no preço.
O impostos reais e pessoais
Reais incidem sobre objetivamente sobre a riqueza, sem consideração pelas
condições pessoais do sujeito passivo. Ex o iva
Pessoais incidem também sobre a riqueza, mas têm em conta as
condições pessoais do sujeito passivo (agregado familiar, despesas,
etc.) ex irs
Impostos periódicos e de obrigação única
situação que dá origem à relação jurídico-tributária é uma situação
permanente ou que tende a prolongar-se no tempo.
Obrigação pagamento, o imóvel, onde nasce a partir do momento em que
se adquiri um imóvel e extingue-se ali mesmo.
Impostos de prestação fixa e de prestação variável
Nos impostos de prestação variável, de largo os mais comuns, o imposto
varia com a matéria coletável.
São de prestação variável, mas a caso em que não são assim ex o irs para
determinado rendimento o irs são de 30% a prestação é variável.
Em casos raros a prestação possa ser fixa.
Importante é distinguir as várias formas.
Proporcional tem uma taxa que é sempre a mesma, a matéria coletável,
ex o Iva. Um anel de ouro preço 500€, taxa de 23%.
Progressivo em que a taxa aumenta consoante a matéria coletavelvai
aumentando
Degressiva taxa variável, sendo que a taxa é progressiva ate um certo
limite, e a partir desse limite torna-se constante.
Imposto regressivos em que a taxa diminui em que a matéria coletável
diminui.
Impostos principais, acessórios e dependentes
acessórios: vai acrescer ao imposto principal e tem uma existência
totalmente dependente do imposto principal, aplicamos a lei da quele
sujeito passivo se resultar imposto principal a pagar daquele sujeito
passivo então depois haverá imposto acessório
se não resultar imposto principal daquele sujeito passivo ent também
não vai haver imposto acessório.
dependentes cuja existência e aplicação no concreto de cada sj
passivo não esta totalmente dependente do imposto principal e o que
acontece é apenas que uma parte ou umas das grandes partes que
regulam imposto pendente é o caso da derrama municipal, é um
imposto depende do IRC. PD ser aplicado em caso da empresa n
pague IRC, todas as regras são as do código do irs.
23/09/2024
27/09/2024
Princípios do dto fiscal
1- Formais e os materiais
Formais: o mais importante e aquele que existe em todos
ordenamentos jurídicos;
O principio da legalidade dos impostos
Ele foi conceptualizado, existia em Inglaterra, mas já tinha em
PT, é o principio de que so os parlamentos podem criar os
impostos, é a ideia de que o povo vai pagar os impostos, e os
impostos não podem ser cobrador sem uma lei aprovada no
parlamento.
No mundo o principio da legalidade significa que os impostos
tem de ser criados no parlamento