Bronquite x Bronquite – obstrução crônica + inflamação das pequenas vias aérea
enfisema Enfisema - obstrução crônica + destruição do parênquima
Sintomas Dispneia, tosse crônica, expectoração
Policitemia
Sato2 <93% aa
Fatores de Tabagismo = principal fator de risco, >40 anos, inalação de gases, deficiência de alfa 1 antitripsina...
risco
Diagnóstico Suspeita clínica. + fator de risco = fazer espirometria
**Espirometria é necessária para estabelecer diagnostico
VEF1/CVF <0,7 pós broncodilatador = DPOC
Exame físico Tórax com aumento do diâmetro ântero-posterior, Taquipneia com expiração prolongada
presença de tiragem intercostal, diminuição da expansibilidade e do FTV, som hipertimpânico à percussão, murmúrio vesicular presente,
porém reduzido globalmente
Classificação à segundo a gravidade = GOLD
• 1 Leve = VEF1 > 80
• 2 moderado = 50 < VEF1 < 80
• 3 grave = 30< VEF1 <50
• 4 muito grave VEF1 < 30
à segundo as exarcebações
• E à >2 hospitalizações e/ou > 2 exarcebações em 1 ano
• A à 0- 1 exacerbação mMRC 0-1 ou CAT <10
• B à 0-1 exacerbação mMRC >12 ou CAT >10
Exames para RX Tórax, hemograma, dosagem de alfa 1 antitripsina, oximetria, espirometria, ECG, ecocardiograma.
solicitar - Radiografia de tórax: sinais de hiperinsuflação como retificação das cúpulas diafragmáticas, aumento dos espaços intercostais,
aprisionamento aéreo no espaço retroesternal e aumento do diâmetro ântero-posterior do tórax.
-Hemograma: Pode revelar leucocitose. Policitemia (hematócrito > 55%) pode indicar paciente com hipoxemia crônica.
-Gasometria arterial: Essencial para avaliação de hipoxemia, hipercapnia e do estado ácidobásico. pCO2 > 45 mmHg com bicarbonato
elevado sugere insuficiência respiratória crônica.
Pacientes com pCO2 > 45 mmHg e pH < 7,35 apresentam risco elevado de evolução para carbonarcose.
-Eletrocardiograma: flutter, fibrilação atrial e taquicardia atrial multifocal são taquiarritmias comuns em pacientes com DPOC. Pode
evidenciar sobrecarga de câmaras direitas, presente nos pacientes com cor pulmonale.
Tratamento E à LABA + LAMA à FORMOTEROL + IPRATRÓPIO à Se eosinofilia >300 considerar corticoide inalatório
A à LAMA
BàLABA+LAMA
Exacerbação Piora da dispneia + aumento da secreção + mudança do aspecto do escarro à últimos 14 dias
Oxigenioterapia à alvo sato2: 88 – 92%
SABA: Salbutamol 6-10 puffs a cada 20 minutos
Corticoide sistêmico – prednisona 30-40 mg por 5 a 7 dias
ATB : quando tem 2 ou mais sintomas cardinais. duração 5 a 7 dias.
• Ambulatorial sem risco de Pseudomonas: Macrolídeos ou Cefalosporinas de 2ª ou 3ª geração ou Amoxicilina-Clavulanato.
• Ambulatorial com risco de Pseudomonas: Quinolonas
• Hospitalizado sem risco de Pseudomonas: Quinolonas ou Cefalosporinas de 3ª geração.
• Hospitalizado com risco de Pseudomonas: Cefepime ou Ceftazidime ou Piperacilina-Tazobactam
Critérios para Resposta inadequada ao tratamento ambulatorial
hospitalizar Sintomas: cianose, confusão mental, edema periférico, piora da satO2, maior esforço respiratório;
Exarcebações frequentes ou hospitalização previa;
Comorbidades graves;
Suporte domiciliar ineficiente
UTIà Instabilidade hemodinâmica, hipoxemia sintomática persistente PaO2 <40 mmhg, confusão, letargia, necessidade de ventilação
mecânica.
Terapia não Cessação de tabagismo
farmacológica Reabilitação pulmonar – hospitalizados ou alta há <4 semanas
O2 domiciliar – PaO2 < 55 mmHg ou PaO2 56-60 com cor pulmonale ou Policitemia
BIlevel domiciliar – DPOC estável e hipercapnia importante