Disciplina: Geometria Analítica
Professor: Raimundo de Souza
Aula 4: Reta e Plano em R3.
4. Reta e Plano em R3
4.1 Plano em R3
Na Geometria Plana e Espacial, você aprendeu que por três pontos não colineares no espaço ou,
equivalentemente, por duas retas concorrentes, passa um único plano. Essas não são as únicas maneiras de
caracterizar um plano. Veremos aqui que dado um ponto por onde o plano deve passar e dada uma direção
perpendicular a toda reta desse plano, existe apenas esse plano satisfazendo essas condições. Em linguagem
vetorial, isso significa que a direção perpendicular ao plano é dada por um vetor não nulo, dito o vetor normal
ao plano, denotado por 𝑛⃗, e que esse vetor é perpendicular a todo vetor do plano. Para uma melhor
visualização geométrica, tomaremos todos os vetores com origem no ponto P0 por onde o plano deve passar.
Figura 4.1: Representação de um plano no R3.
Vamos representar um plano graficamente por um “pedaço”, usualmente na forma de um paralelogramo
(Figura 4.1), pois seria impossível representá-lo em um espaço limitado, dado que o plano é infinito. Usaremos
letras gregas minúsculas para representar os planos, exemplo: π, α, β, θ, etc.
Esses são os ingredientes fundamentais para estabelecer a equação do plano. Senão vejamos, suponha 𝑛⃗ =
(𝑎, 𝑏, 𝑐) um vetor normal a um plano π, passando pelo ponto 𝑃0 = (𝑥0 , 𝑦0 , 𝑧0 ) interno ao plano π. A condição
necessária e suficiente para que um outro ponto 𝑃 = (𝑥, 𝑦, 𝑧) esteja nesse plano π é que 𝑛⃗ = (𝑎, 𝑏, 𝑐) seja
ortogonal ao vetor ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑃0 𝑃, conforme ilustrado na Figura 4.1. Isso significa que o produto escalar entre 𝑛⃗𝑒𝑃 0𝑃 é
nulo. Então
𝑛⃗. ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑃0 𝑃 = 𝑎(𝑥 − 𝑥0 ) + 𝑏(𝑦 − 𝑦0 ) + 𝑐(𝑧 − 𝑧0 ) = 0
Esta é chamada de equação normal do plano.
Efetuando os cálculos indicados nessa equação:
𝑎𝑥 − 𝑎𝑥0 + 𝑏𝑦 − 𝑏𝑦0 + 𝑐𝑧 − 𝑐𝑧0 = 0
𝑎𝑥 + 𝑏𝑦 + 𝑐𝑧 = 𝑎𝑥0 + 𝑏𝑦0 + 𝑐𝑧0
Fazendo 𝑑 = 𝑎𝑥0 + 𝑏𝑦0 + 𝑐𝑧0 , resulta em:
𝑎𝑥 + 𝑏𝑦 + 𝑐𝑧 = 𝑑
Que é dita a equação Geral do plano.
Portanto, podemos concluir que qualquer plano pode ser representado por uma equação do tipo
𝑎𝑥 + 𝑏𝑦 + 𝑐𝑧 = 𝑑 e reciprocamente qualquer equação desse tipo representa um plano.
Uma outra forma de encontrar a equação do plano é assumir a hipótese que não temos um vetor interno e
um normal ao plano mas sim três pontos dispersos no espaço e através deles criar um plano.
Exemplo:
1) Encontrar a equação geral do plano que passa por 𝑃0 = (−3,2,0) e tem vetor normal 𝑛⃗ = (1, −4, −2).
2) Encontre a equação geral do plano que passa pelos pontos 𝑃0 = (1, −3,2), 𝑃 = (4,0,1) e 𝑄 = (2, −1,5).
4.1.1 Equação vetorial do plano e equações paramétricas do plano
Considere três pontos não colineares: A, B e C quaisquer do espaço tridimensional R3. As condições para um
ponto P qualquer, pertencer ao plano π, são:
1. Os vetores ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐵, ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐶 e ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝑃 são linearmente dependentes, logo existe uma combinação linear do vetor
⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝑃 em relação aos vetores ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐵 e ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐶 , ou seja, existem dois números reais κ1 e κ2, tais que:
⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝑃 = 𝑘1 ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐵 + 𝑘2 ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐶
Que é chamada de equação vetorial do plano π e os dois vetores ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐵 e ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐶 são chamados de vetores diretores
do plano.
2. Os vetores ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐵, ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐶 e ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝑃 estão “contidos” no plano π, na realidade são paralelos ao plano π, logo o
volume do paralelepípedo formado por estes vetores é zero, ou seja, o módulo do produto misto é
⃗⃗⃗⃗⃗ x 𝐴𝐶
zero, portanto: ( 𝐴𝐵 ⃗⃗⃗⃗⃗ ) . 𝐴𝑃
⃗⃗⃗⃗⃗ = 0. Do desenvolvimento da equação vetorial do plano temos:
Sejam:
A = (XA, YA, ZA)
B = (XB, YB, ZA)
C = (XC, YC, ZC)
P = (X, Y, Z)
⃗⃗⃗⃗⃗ = 𝑘1 𝐴𝐵
𝐴𝑃 ⃗⃗⃗⃗⃗ + 𝑘2 𝐴𝐶
⃗⃗⃗⃗⃗ → (X, Y, Z) - (XA, YA, ZA) = K1(XB, YB, ZA) + K2 (XC, YC, ZC)
(X – XA, Y – YA, Z – ZA) = (K1 XB, K1 YB, K1 ZA) + (K2 XC, K2 YC, K2 ZC)
Escrevendo cada coordenada como uma equação e isolando as variáveis x, y e z, temos o seguinte sistema de
equações, chamado de sistemas de equações paramétricas do plano π ou simplesmente de equações
paramétricas do plano.
𝑋 = 𝑋𝐴 + 𝐾1 𝑋𝐵 + 𝐾2 𝑋𝐶
{ 𝑌 = 𝑌𝐴 + 𝐾1 𝑌𝐵 + 𝐾2 𝑌𝐶
𝑍 = 𝑍𝐴 + 𝐾1 𝑍𝐵 + 𝐾2 𝑍𝐶
Exercício:
1) Determinar a equação normal do plano ϕ que contém o ponto S = (1,1,1) e é perpendicular ao vetor 𝑤
⃗⃗ =
(2,1,3).
4.2 Equações da reta no espaço
Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então
⃗⃗⃗⃗⃗ = 𝑡𝐵𝑃
𝑃 ∈ 𝑟 ⇔ ∃𝑡 ∈ 𝑅 ∣ 𝐴𝑃 ⃗⃗⃗⃗⃗
Como o ponto P pode ser visto como a translação do ponto A pelo vetor ⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗ , a condição
𝐴𝑃, isto é, 𝑃 = 𝐴 + 𝑡𝐵𝑃
acima também se escreve:
⃗⃗⃗⃗⃗
𝑃 ∈ 𝑟 ⇔ ∃𝑡 ∈ 𝑅 ∣ 𝑃 = 𝐴 + 𝑡𝐵𝑃
⃗⃗⃗⃗⃗ que é chamada equação paramétrica da reta r com
Assim, a reta r é caracterizada pela equação 𝑃 = 𝐴 + 𝑡𝐵𝑃
parâmetro t.
A equação 𝑃 = 𝐴 + 𝑡𝐵𝑃 ⃗⃗⃗⃗⃗ também pode ser chamada de equação vetorial da reta!, que passa no ponto
⃗⃗⃗⃗⃗ e parâmetro t.
P, tem vetor diretor 𝐵𝑃
Exemplo: Determinar a equação vetorial da reta r que passa no ponto A(1,3,4) e tem a direção do vetor 𝑣 =
(−1,2,5).
Solução: O ponto A é o ponto fixo no plano enquanto que 𝑣 é o vetor diretor da reta.
Forma geral da equação vetorial: P = A + t 𝑣
P = (x, y, z); A = (xA, yA, zA); t Є R; 𝑣 = (𝑥𝑣 , 𝑦𝑣 , 𝑧𝑣 )
Ao substituir o vetor 𝑣 e os pontos P e A, obtemos:
(x, y, z) = (xA, yA, zA) + t (xv, yv, zv) → (x, y, z) = (1, 3, 4) + t (-1, 2, 5) → Esta é a Equação Vetorial da reta.
4.2.1 Equação paramétrica da reta em coordenadas
Seja XYZ um sistema de eixos ortogonais no espaço e considere os pontos A e B em coordenadas: A = (a, b, c)
e B = (a0, b0, c0) pertencentes a reta r. Escrevendo o ponto P em coordenadas, P = (x, y, z), temos: 𝑃 = 𝐴 +
⃗⃗⃗⃗⃗
𝑡𝐵𝑃
(𝑥, 𝑦, 𝑧) = (𝑎, 𝑏, 𝑐) + 𝑡[(𝑎0 , 𝑏0 , 𝑐0 ) − (𝑎, 𝑏, 𝑐)]
(𝑥, 𝑦, 𝑧) = [𝑎 + 𝑡(𝑎0 − 𝑎), 𝑏 + 𝑡(𝑏0 − 𝑏), 𝑐 + 𝑡(𝑐0 − 𝑐)]
𝑥 = 𝑎 + 𝑡(𝑎0 − 𝑎)
𝑟 = { 𝑦 = 𝑏 + 𝑡(𝑏0 − 𝑏) , 𝑜𝑛𝑑𝑒𝑡 ∈ 𝑅.
𝑧 = 𝑐 + 𝑡(𝑐0 − 𝑐)
Exemplo:
Determinar as equações paramétricas da reta r que contém os pontos A = (1, 0, 0) e B = (0, 1, 1)
Solução:
⃗⃗⃗⃗⃗ = (0,1,1) − (1,0,0) = (−1,1,1)
Calcular o vetor 𝐴𝐵
𝑥 =1−𝑡
𝑟 = { 𝑦 = 𝑡 , 𝑜𝑛𝑑𝑒𝑡 ∈ 𝑅.
𝑧=𝑡
são as equações paramétricas da reta r.
Exemplo:
1) Determine as equações vetorial e paramétrica de uma reta que passa pelo ponto (5, 1, 3) e é paralela ao
vetor i + 4j – 2k.
4.2.2 Reta paralela a um vetor
⃗⃗⃗⃗⃗ é
Dizemos que uma reta r é paralela a um vetor 𝑣 quando, para quaisquer dois pontos A e B de r, o vetor 𝐴𝐵
múltiplo de 𝑣 .
Assim, o ponto P pertence à reta r que passa por A e é paralela ao vetor 𝑣 se, e somente se, existe t ∈ R tal que
⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝑃 = 𝑡𝑣, ou seja, 𝑃 = 𝐴 + 𝑡𝑣 .
Em termos de coordenadas, se A = (a, b, c) e 𝑣 = (𝛼, 𝛽, 𝛾), as equações paramétricas de r são:
𝑥 = 𝑎 + 𝑡𝛼
𝑟 = {𝑦 = 𝑏 + 𝑡𝛽 , 𝑜𝑛𝑑𝑒𝑡 ∈ 𝑅.
𝑧 = 𝑐 + 𝑡𝛾
Exemplo:
Determine se os pontos P = (1, 1, 1) e Q = (0, −1, 0) pertencem à reta r que passa pelo ponto A = (1, 1, −1) e é
paralela ao vetor 𝑣 = (1, 2, −1).
Solução:
Basta substituir os valore na equação:
𝑥 =1+𝑡
𝑟 = { 𝑦 = 1 + 𝑡2 , 𝑜𝑛𝑑𝑒𝑡 ∈ 𝑅.
𝑧 = −1 − 𝑡
Logo P ∈ r se, e somente se, existe t ∈ R, tal que
1=1+𝑡
{ 1 = 1 + 2𝑡
1 = −1 − 𝑡
Das duas primeiras temos que t = 0, mas a terceira equação nos diz que 1 = -1, t =0.
Portanto, P não pertence a reta r.
Exercício: verificar se o ponto Q pertence a reta.
4.3 Equação simétrica da reta no espaço
Consideremos as equações paramétricas da reta r que passa pelo ponto {x - a} over {α}
e é paralela ao vetor 𝑣 = (𝛼, 𝛽, 𝛾). Quando as três coordenadas do vetor 𝑣 são diferentes de zero, podemos
colocar em evidência o parâmetro t em cada uma das equações:
𝑥−𝑎
𝑡=
𝛼
𝑦−𝑏
𝑡=
𝛽
𝑧−𝑐
𝑡=
𝛾
Essas são as chamadas equações simétricas da reta r que passa no ponto A = (a, b, c) e possui vetor diretor
𝑣 = (𝛼, 𝛽, 𝛾).
Exemplo: Escrever as equações simétricas da reta r que passa no ponto A(1,3,4) e tem a direção do vetor v =
(2, -6, 10).
Solução:
𝑥−𝑎 𝑥−1
𝑡= =
𝛼 2
𝑦−𝑏 𝑦−3
𝑟 = {𝑡 = = , 𝑠𝑒𝑛𝑑𝑜𝑡 ∈ 𝑅.
𝛽 −6
𝑧−𝑐 𝑧−4
𝑡= =
𝛾 10
4.4 Equações reduzidas da reta
𝑥−𝑎
Podemos observar que α, β e γ devem ser não nulos, para evitar a divisão por zero. As equações 𝑡 = 𝛼
=
𝑦−𝑏 𝑧−𝑐
𝛽
= 𝛾
são chamadas equações simétricas da reta r que passa no ponto A = (a, b, c) e possui vetor diretor
𝑣 = (𝛼, 𝛽, 𝛾). Dadas as equações simétricas da reta r, podemos isolar duas variáveis em função de uma
terceira. Por exemplo, vamos isolar y e z em função de x. Vejamos:
𝑥−𝑎 𝑦−𝑏 𝛽 𝛽
𝛼
= 𝛽
que resulta em 𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑛, desde que 𝑚 = 𝛼 𝑒𝑛 = 𝑏 − 𝛼 𝑎.
𝑥−𝑎 𝑧−𝑐 𝛾 𝛾
= que resulta em 𝑧 = 𝑝𝑥 + 𝑞, desde que 𝑝 = 𝑒𝑞 = 𝑐 − 𝑎.
𝛼 𝛾 𝛼 𝛼
Portanto, temos as seguintes equações reduzidas da reta r em função da variável x:
𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑛
{ 𝑧 = 𝑝𝑥 + 𝑞 }
𝑥−1 𝑦−3 𝑧−4
Exemplo: Encontre as equações reduzidas da reta r, onde 2
= −6
= 10
.
Solução:
𝑥−1 𝑦−3 −6 −6
= , desde que 𝑚 = = −3𝑒𝑛 = 3 − 1 = [Link] resulta em 𝑦 = −3𝑥 + 6.
2 −6 2 2
𝑥−1 𝑧−4 10 10
2
= 10
, desde que 𝑝 = 2
= 5𝑒𝑞 = 4 − 2
1 = −[Link] resulta em 𝑦 = 5𝑥 − 1.
Portanto, temos as seguintes equações reduzidas da reta r em função da variável x:
𝑦 = −3𝑥 + 6
{ }
𝑧 = 5𝑥 − 1
Para identificar um ponto e o vetor diretor de uma reta cujas equações estão na forma reduzida, igualamos a
variável livre a um parâmetro, ou seja, as equações paramétricas são [x = t; y = mt + n; z = p t + q].
NOME EQUAÇÃO
𝑛⃗. ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗
𝑃0 𝑃 = 𝑎(𝑥 − 𝑥0 ) + 𝑏(𝑦 − 𝑦0 ) + 𝑐(𝑧 − 𝑧0 )
Equação normal do plano
=0
Equação Geral do plano 𝑎𝑥 + 𝑏𝑦 + 𝑐𝑧 = 𝑑
PLANO
Equação vetorial do plano ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝑃 = 𝑘1 ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐵 + 𝑘2 ⃗⃗⃗⃗⃗
𝐴𝐶
𝑋 = 𝑋𝐴 + 𝐾1 𝑋𝐵 + 𝐾2 𝑋𝐶
Equações paramétricas do plano { 𝑌 = 𝑌𝐴 + 𝐾1 𝑌𝐵 + 𝐾2 𝑌𝐶
𝑍 = 𝑍𝐴 + 𝐾1 𝑍𝐵 + 𝐾2 𝑍𝐶
Equação vetorial da reta ⃗⃗⃗⃗⃗
𝑃 = 𝐴 + 𝑡𝐵𝑃
RETA 𝑥 = 𝑎 + 𝑡(𝑎0 − 𝑎)
Equação paramétrica da reta em
𝑟 = { 𝑦 = 𝑏 + 𝑡(𝑏0 − 𝑏) , 𝑜𝑛𝑑𝑒𝑡 ∈ 𝑅.
coordenadas
𝑧 = 𝑐 + 𝑡(𝑐0 − 𝑐)
𝑥−𝑎
𝑡=
𝛼
𝑦−𝑏
Equação simétrica da reta 𝑡=
𝛽
𝑧−𝑐
𝑡=
𝛾
𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑛
Equações reduzidas da reta { 𝑧 = 𝑝𝑥 + 𝑞 }
Exercício:
1) Determinar a equações paramétricas e simétricas da reta r que contém os pontos A= (3,0,1) e B = (2,1,2), e
verificar se o ponto E = (1,2,3) e a origem do sistema pertencem à reta.
2) Determinar as equações paramétricas e simétricas da reta r dada pela interseção dos planos α: x + y + z +1=
0 e β: 2x + 3y + z = 0.
3) Determinar as equações simétricas da reta que passa no ponto A(2,1,5) e tem a direção do vetor (3, 4, 6).