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Impacto das Redes Sociais na Saúde Mental

O estudo analisa a influência das redes sociais na saúde mental de adolescentes em uma escola pública de Augustinópolis-TO, revelando que o uso excessivo dessas plataformas está associado a problemas como ansiedade e isolamento social. A pesquisa, que envolveu a aplicação de questionários e rodas de conversa, constatou que muitos adolescentes sentem ansiedade por não responder mensagens rapidamente e que há uma necessidade urgente de ações educativas para promover um uso mais saudável das redes sociais. O projeto visa fortalecer o suporte psicológico nas escolas e contribuir para a formação de futuros médicos na área de saúde mental infantojuvenil.

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Impacto das Redes Sociais na Saúde Mental

O estudo analisa a influência das redes sociais na saúde mental de adolescentes em uma escola pública de Augustinópolis-TO, revelando que o uso excessivo dessas plataformas está associado a problemas como ansiedade e isolamento social. A pesquisa, que envolveu a aplicação de questionários e rodas de conversa, constatou que muitos adolescentes sentem ansiedade por não responder mensagens rapidamente e que há uma necessidade urgente de ações educativas para promover um uso mais saudável das redes sociais. O projeto visa fortalecer o suporte psicológico nas escolas e contribuir para a formação de futuros médicos na área de saúde mental infantojuvenil.

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A INFLUÊNCIA DAS REDES SOCIAIS NA SAÚDE MENTAL DE ADOLESCENTES

EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE AUGUSTINÓPOLIS - TO


Categoria do trabalho: xxxxxxxxxxxxxxxxx. (Inserir a categoria para qual o resumo será submetido)

Anderson Silva Carneiro1; Andressa Lara Carmo de Morais; Helena Rocha Abadia; Nicolas Nishi
Godinho; Leandro Pereira Rezende2.

1
Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS), Augustinópolis-TO (fonte Times New Roman 9, justificado)
2
Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS), Augustinópolis-TO (fonte Times New Roman 9, justificado)
Autor correspondente: andersoncarneiro@[Link]

Introdução: Na hodiernidade, o acesso à internet no Brasil tem aumentado a presença de


adolescentes nas redes sociais, o que também presencia-se um significativo aumento de
problemas relacionados ao uso excessivo dessas plataformas. Em estudos recentes, têm-se
uma intensa correlação do meio digital com o desenvolvimento de questões de ansiedade,
depressão, isolamento social, déficit da cognição e problemas de visão, por conta do uso
exagerado das mídias digitais. Nesse contexto, é fulcral compreender a interferência das redes
sociais na saúde mental dos jovens. Objetivos: Analisar os impactos comportamentais quanto
ao uso das redes sociais na saúde mental dos adolescentes em uma escola pública do
município de Augustinópolis-TO. Material e Métodos: O projeto de extensão foi
desenvolvido na Escola Estadual Santa Genoveva, no município de Augustinópolis-TO, com
aplicação de 93 questionários, para os desejaram participar, com 31 questões, voltadas aos
estudantes do 6º ao 9º do ensino fundamental 2, para analisar dados sobre o uso das redes
sociais e os seus efeitos. De forma paralela, foram realizadas rodas de conversas
socioeducativas com os estudantes, com a participação dos professores e gestores escolares.
Nesse contexto, os acadêmicos de medicina que compõem a equipe do projeto, vislumbram a
conscientização quanto ao manejo exacerbado das mídias digitais, assim como intervenções
práticas com fim de apoiar e preservar a saúde mental dos jovens. Resultados: Com base nos
dados coletados, o projeto constatou que o uso excessivo de redes sociais entre adolescentes
em Augustinópolis-TO está associado a preocupações sérias. Pais e professores dizem
observar mudanças comportamentais negativas, incluindo problemas de concentração,
prejuízo ao desempenho escolar e possíveis impactos na saúde mental, como ansiedade e
isolamento. Há um consenso sobre a necessidade de ações educativas e preventivas nas
escolas e em casa para promover um uso mais equilibrado e saudável das redes sociais.
Conclusão: A observação do impacto das redes sociais entre adolescentes revela a
necessidade urgente de medidas educativas, preventivas e interventivas nas escolas. Nesse
panorama, o projeto almeja não apenas analisar os principais problemas associados ao uso
excessivo dessas plataformas, mas também propor soluções viáveis para um uso mais
equilibrado e saudável. Dessa forma, ao envolver alunos, pais, professores e gestores, a
iniciativa pretende fortalecer o suporte psicológico dentro do ambiente escolar e contribuir
com a formação prática dos futuros médicos no campo da saúde mental infantojuvenil.

pergunta resposta frequência percentual (%)

Ansiedade por não sem resposta 4 4,6


responder mensagens
rapidamente
Ansiedade por não sim, sempre 10 11,49
responder mensagens
rapidamente

Ansiedade por não às vezes 29 33,33


responder mensagens
rapidamente

Ansiedade por não raramente 13 14,94


responder mensagens
rapidamente

Ansiedade por não nunca 35 40,23


responder mensagens
rapidamente

Tristeza por não sem resposta 2 2,25


obter
curtidas/comentários

Tristeza por não sim,sempre 4 4,49


obter
curtidas/comentários

Tristeza por não às vezes 12 13,48


obter
curtidas/comentários

Tristeza por não raramente 7 7,87


obter
curtidas/comentários

Tristeza por não nunca 66 74,16


obter
curtidas/comentários

Comparação sem resposta 3 3,41


negativa com outras
pessoas

Comparação sim, muito 8 9,09


negativa com outras
pessoas

Comparação às vezes 9 10,23


negativa com outras
pessoas

Comparação raramente 11 12,5


negativa com outras
pessoas

Comparação nunca 60 68,18


negativa com outras
pessoas

Com base nos dados coletados por meio de 91 questionários aplicados a estudantes do 6º ao 9º
ano do ensino fundamental da Escola Estadual Santa Genoveva, observou-se que o uso
excessivo das redes sociais está associado a efeitos negativos na saúde mental dos
adolescentes. Em relação à ansiedade por não responder mensagens rapidamente, 11,5% dos
adolescentes relataram sentir essa ansiedade com frequência (“sim, sempre”), enquanto 33,3%
disseram sentir “às vezes”. Apenas 40,2% afirmaram “nunca” ter esse sentimento, o que
demonstra um impacto significativo do imediatismo digital no bem-estar psicológico.
No que se refere à tristeza ou sentimento de frustração por não obter curtidas ou comentários
em postagens, a maioria expressiva (72,4%) respondeu “nunca”, o que pode sugerir uma
possível minimização desse fator — embora 7,1% tenham admitido sentir-se tristes “às
vezes”, e 3,6% relataram sentir isso com frequência. É importante considerar que sentimentos
como vergonha ou desejo de parecer indiferente podem levar a subnotificação nesse tipo de
pergunta.
Já sobre a comparação negativa com outras pessoas nas redes sociais, 67,9% responderam
“nunca”, mas 9,2% afirmaram sentir isso “com frequência” e 8% “às vezes”. Esses dados
indicam que, embora uma parte dos adolescentes não perceba impactos imediatos, há um
grupo expressivo vulnerável à influência negativa das redes.

Palavras-chave: Adolescência, Problemas Psicossociais, Redes Sociais, Saúde mental e Uso


exacerbado.

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