Tarten II foi o décimo segundo imperador de [[Arvandor]].
Seu domínio durou 16
anos, encerrando com seu assassinato por um herege fanático durante seu sono.
Tarten II foi conhecido pela sua política de preservação à cultura dos povos, indo
contra seus antepassados e permitindo a liberdade cultural aos povos anexados ao
império, com destaque à liberdade de culto e religião. Ele é considerado por
historiadores como o pioneiro para o sincretismo religioso de Arvandor e o primeiro
a permitir a chegada de novas nações ao reino, sem a necessidade da guerra.
Tarten II foi responsável pela indução de sono de [[Citra]] com a ajuda da [[Santa
Tríade do Resplandecer]].
Devido a um histórico de insatisfação dos súditos, a influência de Citra entre o
conselho real se tornou inquestionável, ao ponto que o imperador temia a perda de
seu poder político para a conselheira, temendo a possibilidade de se tornar um
refém da igreja. Como uma forma de manter seu poder, Tarten se uniu ao Cardeal
Willsin, e em um complô durante o ritual, assassinou o atual clero e prendeu Citra
em sua condição atual. Com isso, a prioridade de manter a religião do reino foi
cessada, tornando-o atraente a povos refugiados de outros reinos e continentes
longínquos.