Processo Seletivo Campina do Monte Alegre 2025
Processo Seletivo Campina do Monte Alegre 2025
I – DAS FUNÇÕES
1.1 O Processo Seletivo destina-se à contratação temporária para as funções
constantes no item 1.2 deste edital, observadas as necessidades de contratação e
ordem de classificação que ficarão sujeitos à normatização emitida pela Prefeitura
Municipal de Campina do Monte Alegre.
Ensino Superior
Função Vagas Carga Salário Requisitos Taxa de
1
Horária Base Inscrição
Ensino Superior
Completo em
Nutrição e Registro
Nutricionista 01 150 Horas R$ 2.685,59 R$ 60,00
com Regularidade
no Respectivo
Conselho – CRN
Ensino Superior
Completo –
R$ 23,42
PEB II - Arte 02 180 Horas Graduação com R$ 60,00
por h/a
licenciatura em
Artes
Ensino Superior
Completo –
R$ 23,42
PEB II - Ciências CR 90 horas Graduação com R$ 60,00
por h/a
licenciatura em
Ciências
Ensino Superior
Completo –
R$ 23,42
PEB II - Geografia 01 180 Horas Graduação com R$ 60,00
por h/a
Licenciatura em
Geografia
Ensino Superior
Completo –
R$ 23,42
PEB II - História 01 135 Horas Graduação com R$ 60,00
por h/a
licenciatura em
História
Ensino Superior
Completo –
PEB II – Letras – R$ 23,42 Graduação com
CR 90 Horas R$ 60,00
Língua Inglesa por h/a licenciatura em
letras – Língua
Inglesa
Ensino Superior
Completo –
PEB II – Letras – R$ 23,42 Graduação com
01 180 Horas R$ 60,00
Português por h/a licenciatura em
letras – Língua
Portuguesa
Ensino Superior
Completo –
PEB II – R$ 23,42
01 180 Horas Graduação com R$ 60,00
Matemática por h/a
licenciatura em
Matemática
Ensino Superior
Professor de
R$ 23,42 Completo –
Educação 04 190 Horas R$ 60,00
por h/a Graduação com
Básica I
licenciatura plena
2
em Pedagogia
Ensino Superior
Professor de Completo –
Educação Graduação com
R$ 23,42
Básica I – 01 180 Horas licenciatura plena R$ 60,00
por h/a
Educação em Pedagogia e
Especial especialização em
Educação Especial
Legenda:
*Inscrições para candidatos com deficiência observar o item III deste edital.
**CR – Cadastro Reserva
1.5 A jornada semanal de trabalho para cada função está prevista no 1.2 e os horários
de trabalho serão definidos pela Prefeitura Municipal de Campina do Monte Alegre
conforme as necessidades da administração e o interesse público.
II – DAS INSCRIÇÕES
2.1 A inscrição do candidato implicará o conhecimento e aceitação tácita das normas
e condições do Processo Seletivo, tais como se acham estabelecidas neste Edital e
seus anexos, bem como em eventuais aditamentos, comunicados e instruções
específicas para a realização do Processo Seletivo, em relação às quais não poderá
ser alegada qualquer espécie de desconhecimento.
2.2 A inscrição deverá ser efetuada das 10h00min do dia 10/04/2025 às 16h00min do
dia 22/04/2025 (período em que a 2ª via do boleto estará disponível),
exclusivamente pela internet nos sites [Link] e
[Link].
2.2.2 Em hipótese alguma o candidato poderá realizar mais de uma prova, exceto se
não houver espaço físico disponível no município e as provas forem aplicadas em
horários diferentes.
[Link] Não será permitida inscrição por meio bancário, pelos Correios, redes sociais,
e-mail, fac-símile, condicional ou fora do prazo estabelecido.
2.2.3 Em hipótese alguma o candidato poderá realizar mais de uma prova no mesmo
período.
3
2.2.4 Caso o número de candidatos inscritos exceda à oferta de lugares existentes
nos colégios da cidade de Campina do Monte Alegre/SP, a CONSCAM reserva-se do
direito de alocá-los em cidades próximas à determinada para aplicação das provas,
não assumindo, entretanto, qualquer responsabilidade quanto ao transporte e
alojamento desses candidatos.
b) ter idade mínima de 18 (dezoito) anos e não ter atingido, na data da posse, a idade
para aposentadoria compulsória;
e) possuir o nível de escolaridade exigida para a função pública e, quando for o caso,
habilitação profissional formal para o desenvolvimento das atribuições inerentes à
função;
f) ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições da função, comprovada
em avaliação médica.
h) apresentar outros documentos exigidos por lei, dentro dos prazos previamente
estabelecidos;
2.4.1 Se, por qualquer razão, o cheque usado para pagamento do boleto de inscrição
for devolvido ou efetuado pagamento a menos do valor da taxa, a inscrição do
candidato será automaticamente cancelada.
2.4.2 Não será aceito pagamento da taxa de inscrição por depósito em caixa
eletrônico, pela ECT (correios), fac-símile, transferência eletrônica, DOC, ordem de
pagamento ou depósito comum em conta corrente, condicional ou fora do período de
inscrições ou por qualquer outro meio que não os especificados neste Edital.
2.6 O candidato que prestar declaração falsa, inexata ou, ainda, que não satisfizer
todas as condições estabelecidas neste Edital, terá sua inscrição cancelada e,
consequentemente, anulados todos os atos dela decorrentes, mesmo que aprovado
e que o fato seja constatado posteriormente.
2.8.1 Não deverá ser enviada à Prefeitura Municipal de Campina do Monte Alegre ou
à CONSCAM qualquer cópia de documento, exceto os documentos de deficiente,
conforme previsto neste edital.
2.8.2 Não haverá devolução de importância paga, ainda que pago fora do período de
inscrição, seja qual for o motivo alegado, exceto se o Processo Seletivo não se realizar
ou se ocorrer pagamento em duplicidade.
2.11 A partir das 16h00min (horário de Brasília) do último dia do período das
inscrições, a ficha de inscrição e o boleto bancário, INCLUSIVE 2ª VIA, não
estarão mais disponíveis no site.
2.12 O descumprimento das instruções para inscrição pela internet implicará a não
efetivação da inscrição.
2.14 O candidato que necessitar de condições especiais, inclusive prova braile, prova
ampliada, etc., deverá, no período das inscrições, encaminhar por SEDEX à
CONSCAM solicitação contendo nome completo, RG, CPF, telefone (s) bem como a
solicitação de condição especial, prevista no Anexo III desse Edital e os recursos
necessários para a realização da (s) prova (s), indicando, no envelope, o Processo
Seletivo N.º 001/2025 da Prefeitura Municipal de Campina do Monte Alegre, e a função
para a qual está inscrito.
2.14.1 O candidato que não o fizer, durante o período das inscrições e conforme o
estabelecido no Capítulo III, não terá a sua prova especial preparada ou as condições
especiais providenciadas.
6
2.14.2 O atendimento às condições especiais pleiteadas para a realização da(s)
prova(s) ficará sujeito à análise da viabilidade e razoabilidade do solicitado.
2.15 Para efeito dos prazos estipulados neste Capítulo será considerada a data da
postagem fixada pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT.
3.3.1 No caso do percentual de que trata o “caput” deste artigo, se a fração do número
for inferior a 0,5 (cinco décimos), o número será desprezado, não se reservando vagas
para pessoas com deficiência e se a fração do número for igual ou superior a 0,5
(cinco décimos), o número será arredondado, de modo que o número de vagas
destinadas às pessoas com deficiência seja igual ao número inteiro subsequente.
3.4 Não havendo candidatos com deficiência, aprovados para as vagas reservadas,
estas serão preenchidas pelos demais candidatos aprovados, observando-se a ordem
de classificação, para os aprovados.
3.6.1 Para efeito do prazo estipulado no item 3.6, será considerada a data de
postagem na ECT.
3.6.2 O tempo para a realização da(s) prova(s) a que os candidatos deficientes serão
submetidos, desde que requerido justificadamente, poderá ser diferente daquele
previsto para os demais candidatos, levando-se em conta o grau de dificuldade
apresentado em decorrência da deficiência.
3.7 O candidato que, no ato da inscrição, não declarar ser deficiente ou aquele que se
declarar e não atender ao solicitado no item 3.6, não será considerado portador de
deficiência.
3.8 O candidato convocado inscrito como deficiente que atender ao disposto neste
edital, será convocado pela Prefeitura Municipal, em época oportuna, para perícia
médica a fim de verificar a configuração e a compatibilidade da deficiência.
3.11 A condição de deficiente após a contratação não poderá ser arguida para
justificar a concessão de readaptação da função e de aposentadoria por invalidez.
IV – DAS PROVAS
4.1 O Processo Seletivo realizar-se-á através de provas objetivas de caráter
8
eliminatório e classificatório para todas as funções.
4.2 A divulgação do local e horário das provas deverá ser acompanhada pelo
candidato por meio de Edital de Convocação a ser disponibilizado no Mural da
Prefeitura Municipal de Campina do Monte Alegre e nos sites
[Link] e [Link] , não podendo
ser alegada qualquer espécie de desconhecimento.
4.2.1 Eventualmente, se, por qualquer que seja o motivo, o nome do candidato não
constar na Lista de Inscrito para as provas, esse deverá apresentar com recurso
conforme previsto no item 8.2 deste edital.
4.2.3 A inclusão de que trata este item será realizada de forma condicional, sujeita à
posterior verificação da regularidade da referida inscrição.
4.3 O candidato somente poderá realizar a(s) prova(s) na data, horário e local definido,
não podendo ser alegada qualquer espécie de desconhecimento.
4.4 O candidato que, eventualmente, necessitar alterar algum dado cadastral, deverá
solicitar através do site [Link], escolher a opção fale conosco
correção de cadastro do candidato e preencher os dados obrigatórios.
4.5 O candidato que não atender aos termos do item 4.5 deverá arcar, exclusivamente,
com as consequências advindas de sua omissão.
4.6 São de responsabilidade do candidato, inclusive no que diz respeito aos seus
dados pessoais, a verificação e a conferência do material entregue para a realização
das provas.
4.7 No dia da realização da prova caso o candidato queira fazer alguma reclamação,
denúncia ou sugestão, deverá procurar a coordenação ou os fiscais do local em que
estiver prestando as provas para que as providências necessárias possam ser
tomadas de forma imediata e registradas na folha de ocorrência.
9
b) apresentar-se fora de local, sala, turma, data e horário estabelecidos no Edital de
Convocação;
e) estiver, durante a aplicação da (s) prova (s), fazendo uso de calculadora, relógio
com calculadora e/ou agenda eletrônica ou similar;
f) estiver, no local de prova (s), portando qualquer equipamento eletrônico e/ou sonoro
e/ou de comunicação, ligados;
i) não devolver ao fiscal os materiais de aplicação das provas, conforme previsto neste
edital;
Da Prova Objetiva
4.9 A prova objetiva, para todas as funções, visa avaliar o grau de conhecimento
teórico do candidato, necessário ao desempenho da função.
Quantidade
Função Prova
de Questões
Português 10
Todas as funções Matemática 05
Conhecimentos Específicos 10
4.13 O candidato deverá comparecer ao local designado para a(s) prova(s), constante
do Edital de Convocação, com antecedência mínima de 30 minutos do horário previsto
para seu início, munido de:
4.13.1 Somente será admitido na sala ou local de prova (s) o candidato que apresentar
um dos documentos discriminados na alínea “b” do item 4.13 deste Capítulo e desde
que permita, com clareza, a sua identificação.
4.13.2 O candidato que não apresentar o documento, conforme a alínea “b” do item
4.13 deste Capítulo, não fará a(s) prova(s), sendo considerado ausente e eliminado
do Processo Seletivo.
4.15 Não será admitido na sala ou no local de provas o candidato que se apresentar
após o horário estabelecido para o seu início.
11
4.16 Durante a(s) prova(s) objetiva(s), não serão permitidas qualquer espécie de
consulta a códigos, livros, manuais, impressos, anotações e/ou outro tipo de pesquisa,
utilização de outro material não fornecido pela CONSCAM, de relógio, telefone celular
ou qualquer equipamento eletrônico, protetor auricular, boné, gorro, chapéu e óculos
de sol.
4.17 O telefone celular e/ou qualquer equipamento eletrônico, deverá ser desligado
antes de entrar no prédio de aplicação e, durante a aplicação das provas, deverão
permanecer desligados no chão ou dentro da bolsa até a saída da sala, sob pena de
eliminação do candidato.
4.18 Não haverá segunda chamada, seja qual for o motivo alegado, para justificar o
atraso ou a ausência do candidato, nem aplicação das provas fora do local, sala,
turma, data e horário pré-estabelecidos.
4.20.1 Para tanto, a candidata deverá solicitar antecipadamente (em até 03 dias úteis
da aplicação da prova) através do e-mail: contato@[Link], inserir no
assunto: Solicitação – Amamentação – Processo Seletivo da Prefeitura Municipal de
campina do Monte Alegre.
[Link] A candidata, neste momento, deverá fechar seu caderno de prova, se for o
caso, e deixá-lo sobre a carteira.
4.20.4 Excetuada a situação prevista no item 4.20 deste Capítulo, não será permitida
a permanência de qualquer acompanhante, inclusive criança, nas dependências do
local de realização das provas, podendo ocasionar inclusive a não participação do
candidato no Processo Seletivo.
4.21 Não haverá prorrogação do tempo previsto para a aplicação das provas em
virtude de afastamento, por qualquer motivo, de candidato da sala ou local de provas.
12
4.22 É reservado à CONSCAM e a Prefeitura Municipal de Campina do Monte Alegre,
caso julgue necessário, o direito de utilizar detector de metais durante a aplicação das
provas.
4.23 O horário de início da (s) prova (s) será(ão) definido(s) em cada sala de aplicação,
após os devidos esclarecimentos sobre sua aplicação.
4.26.2 Não será computada questão com emenda ou rasura, ainda que legível, nem
questão não respondida ou que contenha mais de uma resposta, mesmo que uma
delas esteja correta.
4.26.3 Não deverá ser feita nenhuma marca fora do campo reservado às respostas ou
à assinatura, sob pena de acarretar prejuízo ao desempenho do candidato.
4.27 O candidato que tenha solicitado fiscal transcritor, provas em braile ou ampliada,
deverá indicar os alvéolos a serem preenchidos pelo fiscal designado para tal
finalidade.
4.28 O candidato somente poderá retirar-se da sala de aplicação da (s) prova (s)
objetiva depois de transcorrido 01 (uma) hora de duração, levando consigo somente
o caderno de prova.
4.28.1 Após o término do prazo previsto para a duração da prova, não será concedido
tempo adicional para o candidato continuar respondendo questão da prova objetiva
ou procedendo à transcrição para a folha de respostas.
4.30 Os 03 (três) últimos candidatos presentes nas salas de aplicação da(s) prova(s)
deverão aguardar o fechamento dos envelopes das provas e demais documentos e
13
assiná-los.
5.1.4 O candidato que não obtiver nota igual ou superior a 50 (cinquenta) pontos na
prova objetiva será eliminado do Processo Seletivo.
VI – DA PONTUAÇÃO FINAL
14
6.1 A pontuação final dos candidatos aprovados será a soma das notas das provas
realizadas pelo candidato.
7.2.1 Persistindo, ainda, o empate, poderá haver sorteio na presença dos candidatos
envolvidos.
7.3 Os candidatos classificados serão enumerados, por função, em duas listas, sendo
uma geral (todos os candidatos aprovados) e outra especial (candidatos deficientes
aprovados), se for o caso.
a) Da Publicação do Edital;
[Link] Para os demais atos não elencados nos itens acima, divulgados ou publicados,
o prazo para apresentação de recurso será de 01 (um) dia útil, contados a partir da
15
data de divulgação e/ou publicação.
8.2.4 O recurso especificado no “caput” deste item não será aceito por meio de fac-
símile, e-mail, protocolado, pessoalmente ou por qualquer outro meio, exceto o
previsto neste Capítulo.
8.3 Quando o recurso se referir ao gabarito da prova objetiva, deverá ser elaborado
de forma individualizada, ou seja, 01 (um) recurso para cada questão e a decisão será
tomada mediante parecer técnico da Banca Examinadora.
8.3.3 O gabarito divulgado poderá ser alterado em função da análise dos recursos
interpostos e, caso haja anulação ou alteração de gabarito, as provas serão corrigidas
de acordo com o gabarito oficial definitivo.
8.4 A pontuação relativa à (s) questão (ões) anulada (s) será atribuída a todos os
candidatos presentes na respectiva prova.
8.6 A Banca Examinadora constitui última instância para os recursos, sendo soberana
em suas decisões, razão pela qual não caberão recursos adicionais.
8.7 O recurso interposto fora da forma e dos prazos estipulados neste Edital não será
conhecido, bem como não será conhecido aquele que não apresentar fundamentação
e embasamento, ou aquele que não atender às instruções constantes no item 8.2.
8.8 Não será aceito pedido de revisão de recurso e/ou recurso de recurso e/ou pedido
de reconsideração.
8.9 Somente serão considerados os recursos interpostos para a fase a que se referem
e no prazo estipulado, não sendo aceito, portanto, recursos interpostos em prazo
destinado a evento diverso daquele em andamento. O candidato que não interpuser
recurso no prazo mencionado será responsável pelas consequências advindas de sua
omissão.
16
8.10 A interposição de recursos não obsta o regular andamento das demais fases
deste Processo Seletivo.
IX – DA CONTRATAÇÃO
9.1 Após a homologação do resultado final do Processo Seletivo a Prefeitura Municipal
de Campina do Monte Alegre/SP responsabilizar-se-á pela divulgação de acordo com
a legislação municipal vigente.
10.5 Não serão fornecidas, por telefone ou e-mail, informações a respeito de datas e
horários de realização das provas e demais eventos. O candidato deverá observar
rigorosamente as formas de divulgação estabelecidas neste Edital e demais
publicações será comunicada na Prefeitura Municipal de Campina do Monte
Alegre/SP e nos sites [Link] e
[Link].
10.9 A legislação com entrada em vigor após a data de publicação deste Edital e
alterações, posteriores não serão objetos de avaliação da(s) prova(s) neste Processo
Seletivo.
10.10 As informações sobre o presente Processo Seletivo serão prestadas pelo e-mail
contato@[Link] (colocar no assunto: Processo Seletivo nº 01/2025 da
Prefeitura Municipal de Campina do Monte Alegre, sendo que após a homologação as
informações serão de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Campina do Monte
Alegre.
10.15 Toda menção a horário neste Edital e em outros atos dele decorrentes terá
como referência o horário oficial de Brasília.
10.17 Sem prejuízo das sanções criminais cabíveis, a qualquer tempo, a Prefeitura
Municipal de Campina do Monte Alegre poderá anular a inscrição, prova (s) ou
18
contratação do candidato, verificadas falsidades de declaração ou irregularidade no
Certame.
19
ANEXO I
NUTRICIONISTA
Executar as atividades de planejamento, supervisão, coordenação, treinamento,
orientação e implantação de programas e serviços de nutrição nas diversas unidades
da Prefeitura Municipal a fim de contribuir para a melhoria proteica, racionalidade e
economicidade dos regimes alimentares dos pacientes e da população, fazendo uso
de equipamentos e recursos disponíveis para a consecução dessas atividades,
podendo ainda responsabilizar-se pela coordenação de equipes e por funções de
direção.
PEB II – ARTE
1. Participar da elaboração da proposta pedagógica da escola;
2. Elaborar e cumprir plano de trabalho segundo a proposta pedagógica da escola;
3. Zelar pela aprendizagem dos alunos;
4. Planejar e ministrar aulas, aplicando atividades variadas, para que as crianças
adolescentes venham a desenvolver, as capacidades necessárias a aprendizagem,
de maneira agradável;
5. Coletar dados e informações, elaborar relatórios, boletins de controle e outros
instrumentos de anotações, apoiando-se na observação do comportamento e
desempenho dos alunos e os métodos empregados, para possibilitar uma correta
avaliação da aprendizagem.
6. Zelar pela conservação, higiene e segurança dos alunos e do meio ambiente, em
colaboração com a chefia imediata e demais funcionários, buscando prestar sempre
a qualidade da educação;
7. Participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao
desenvolvimento profissional;
8. Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a
comunidade;
9. Desincumbir-se das demais tarefas indispensáveis para se atingir os fins
educacionais da escola.
10. Ser assíduo e participar compromissadamente em todos os horários de trabalho
pedagógico (HTPC) de sua carga horária.
PEB II – CIÊNCIAS
1. Participar da elaboração da proposta pedagógica da escola;
2. Elaborar e cumprir plano de trabalho segundo a proposta pedagógica da escola;
3. Zelar pela aprendizagem dos alunos;
4. Planejar e ministrar aulas, aplicando atividades variadas, para que as crianças
adolescentes venham a desenvolver, as capacidades necessárias a aprendizagem,
de maneira agradável;
5. Coletar dados e informações, elaborar relatórios, boletins de controle e outros
instrumentos de anotações, apoiando-se na observação do comportamento e
desempenho dos alunos e os métodos empregados, para possibilitar uma correta
21
avaliação da aprendizagem.
6. Zelar pela conservação, higiene e segurança dos alunos e do meio ambiente, em
colaboração com a chefia imediata e demais funcionários, buscando prestar sempre
a qualidade da educação;
7. Participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao
desenvolvimento profissional;
8. Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a
comunidade;
9. Desincumbir-se das demais tarefas indispensáveis para se atingir os fins
educacionais da escola.
10. Ser assíduo e participar compromissadamente em todos os horários de trabalho
pedagógico (HTPC) de sua carga horária.
PEB II – GEOGRAFIA
1. Participar da elaboração da proposta pedagógica da escola;
2. Elaborar e cumprir plano de trabalho segundo a proposta pedagógica da escola;
3. Zelar pela aprendizagem dos alunos;
4. Planejar e ministrar aulas, aplicando atividades variadas, para que as crianças
adolescentes venham a desenvolver, as capacidades necessárias a aprendizagem,
de maneira agradável;
5. Coletar dados e informações, elaborar relatórios, boletins de controle e outros
instrumentos de anotações, apoiando-se na observação do comportamento e
desempenho dos alunos e os métodos empregados, para possibilitar uma correta
avaliação da aprendizagem.
6. Zelar pela conservação, higiene e segurança dos alunos e do meio ambiente, em
colaboração com a chefia imediata e demais funcionários, buscando prestar sempre
a qualidade da educação;
7. Participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao
desenvolvimento profissional;
8. Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a
comunidade;
9. Desincumbir-se das demais tarefas indispensáveis para se atingir os fins
educacionais da escola.
10. Ser assíduo e participar compromissadamente em todos os horários de trabalho
pedagógico (HTPC) de sua carga horária.
PEB II – HISTÓRIA
1. Participar da elaboração da proposta pedagógica da escola;
2. Elaborar e cumprir plano de trabalho segundo a proposta pedagógica da escola;
3. Zelar pela aprendizagem dos alunos;
4. Planejar e ministrar aulas, aplicando atividades variadas, para que as crianças
adolescentes venham a desenvolver, as capacidades necessárias a aprendizagem,
de maneira agradável;
5. Coletar dados e informações, elaborar relatórios, boletins de controle e outros
instrumentos de anotações, apoiando-se na observação do comportamento e
desempenho dos alunos e os métodos empregados, para possibilitar uma correta
avaliação da aprendizagem.
6. Zelar pela conservação, higiene e segurança dos alunos e do meio ambiente, em
colaboração com a chefia imediata e demais funcionários, buscando prestar sempre
22
a qualidade da educação;
7. Participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao
desenvolvimento profissional;
8. Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a
comunidade;
9. Desincumbir-se das demais tarefas indispensáveis para se atingir os fins
educacionais da escola.
10. Ser assíduo e participar compromissadamente em todos os horários de trabalho
pedagógico (HTPC) de sua carga horária.
PEB II – MATEMÁTICA
1. Participar da elaboração da proposta pedagógica da escola;
2. Elaborar e cumprir plano de trabalho segundo a proposta pedagógica da escola;
3. Zelar pela aprendizagem dos alunos;
4. Planejar e ministrar aulas, aplicando atividades variadas, para que as crianças
adolescentes venham a desenvolver, as capacidades necessárias a aprendizagem,
de maneira agradável;
5. Coletar dados e informações, elaborar relatórios, boletins de controle e outros
instrumentos de anotações, apoiando-se na observação do comportamento e
desempenho dos alunos e os métodos empregados, para possibilitar uma correta
avaliação da aprendizagem.
6. Zelar pela conservação, higiene e segurança dos alunos e do meio ambiente, em
colaboração com a chefia imediata e demais funcionários, buscando prestar sempre
a qualidade da educação;
7. Participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao
desenvolvimento profissional;
8. Colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a
comunidade;
9. Desincumbir-se das demais tarefas indispensáveis para se atingir os fins
educacionais da escola.
10. Ser assíduo e participar compromissadamente em todos os horários de trabalho
pedagógico (HTPC) de sua carga horária.
25
ANEXO II
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CONHECIMENTOS GERAIS
Funções de Ensino Médio
Língua Portuguesa: Fonema. Sílaba. Ortografia. Classes de Palavras: substantivo,
adjetivo, preposição, conjunção, advérbio, verbo, pronome, numeral, interjeição e
artigo. Acentuação. Concordância nominal. Concordância Verbal. Sinais de
Pontuação. Uso da Crase. Colocação dos pronomes nas frases. Análise Sintática
Período Simples e Composto. Figuras de Linguagem. Interpretação de Textos.
Matemática: Radicais: operações – simplificação, propriedade – racionalização de
denominadores. Razão e Proporção. Porcentagem. Juros Simples. Conjunto de
números reais. Fatoração de expressão algébrica. Expressão algébrica – operações.
Expressões algébricas fracionárias – operações – simplificação. MDC e MMC.
Sistema de medidas: comprimento, superfície, massa, capacidade, tempo e volume:
unidades de medida; transformações de unidades. Estatística: noções básicas, razão,
proporção, interpretação e construção de tabelas e gráficos. Geometria: elementos
básicos, conceitos primitivos, representação geométrica no plano; Noções de
probabilidade e análise combinatória.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
AUXILIAR DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
ANTUNES, Celso. As inteligências múltiplas e seus estímulos. Campinas, Ed. Papirus,
2005.
BRASIL. Ministério da Educação. Referencial Curricular Nacional para a Educação
Infantil.
Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria da Educação Fundamental –
Brasília: MEC/SEF 1998.
______. Ministério da Educação. Critérios para um atendimento em creches que
respeite os direitos fundamentais das crianças. Brasília: MEC/SEB, 2009. Disponível
em: [Link] _____. Ministério
da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes curriculares nacionais para
educação infantil.
Brasília: MEC/SEB, 2010. Disponível em:
[Link]
ucac ao-infantil&Itemid=1152.
______. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de
Educação Básica. Resolução CNE/CEB n.º 5 de 17 de dezembro de 2009 – Fixa as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros
nacionais de qualidade para a educação infantil – Volume 1.
MEC/SEB, 2006. HOFFMANN. Jussara. Avaliação e educação infantil: um olhar
sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 2014.
Outras questões versando sobre as atividades e atribuições específicas da função.
NUTRICIONISTA
Nutrição básica. Nutrientes: conceito, classificação, funções, requerimentos,
recomendações e fontes alimentares. Aspectos clínicos da carência e do excesso.
Dietas não convencionais. Aspectos antropométricos, clínico e bioquímico da
avaliação nutricional. Nutrição e fibras. Utilização de tabelas de alimentos.
Alimentação nas diferentes fases e momentos biológicos. Educação nutricional.
Conceito, importância, princípios e objetivos da educação nutricional. Papel que
desempenha a educação nutricional nos hábitos alimentares. Aplicação de meios e
técnicas do processo educativo. Desenvolvimento e avaliação de atividades
educativas em nutrição. Avaliação nutricional. Métodos diretos e indiretos de avaliação
nutricional. Técnicas de medição. Avaliação do estado e situação nutricional da
população. Técnica dietética. Alimentos: conceito, classificação, características,
grupos de alimentos, valor nutritivo, caracteres organoléticos. Seleção e preparo dos
alimentos. Planejamento, execução e avaliação de cardápios. Higiene de alimentos.
Análise microbiológica, toxicológica dos alimentos. Fontes de contaminação. Fatores
extrínsecos e intrínsecos que condicionam o desenvolvimento de microorganismos no
alimento. Modificações físicas, químicas e biológicas dos alimentos. Enfermidades
transmitidas pelos alimentos. Nutrição e dietética. Recomendações nutricionais.
Função social dos alimentos. Atividade física e alimentação. Alimentação vegetariana
e suas implicações nutricionais. Tecnologia de alimentos. Operações unitárias.
Conservação de alimentos. Embalagem em alimentos. Processamento tecnológico de
produtos de origem vegetal e animal. Análise sensorial. Nutrição em saúde pública.
Análise dos distúrbios nutricionais como problemas de saúde pública. Problemas
nutricionais em populações em desenvolvimento. Dietoterapia. Abordagem ao
paciente hospitalizado. Generalidades, fisiopatologia e tratamento das diversas
enfermidades. Exames laboratoriais: importância e interpretação. Suporte nutricional
enteral e parenteral. Bromatologia. Aditivos alimentares. Condimentos. Pigmentos.
Estudo químico‐bromatológico dos alimentos: proteínas, lipídios e carboidratos.
Vitaminas. Minerais. Bebidas.
Outras questões versando sobre as atividades e atribuições específicas da função.
PEB II – ARTE
Tendências Pedagógicas da Arte na Educação; Relação ensino/escola/legislação; A
teoria versus prática em Arte na escola; Metodologias e concepções do ensino de
Arte; Arte alinhada à BNCC; Materiais de Arte; Arte e Educação Inclusiva; Os
Parâmetros Curriculares Nacionais no ensino de Artes; Formação do professor de
arte; Planejamento das aulas e conteúdos ; Avaliação em Arte/Educação; História da
Arte Educação e suas determinantes socioculturais; História da arte universal; História
da arte do Brasil; Curadoria; Pluralidade cultural: códigos estéticos e artísticos de
diferentes culturas; Interculturalidade; Cultura Popular Brasileira; Cultura popular e
32
Cultura de Massa; Movimentos Artísticos; Conhecimento sobre Artes visuais; Teatro;
Dança; Música; Cinema; Artistas (pintores, escultores, dançarinos, cineastas,
dramaturgos etc.) e suas técnicas/obras/histórias; A dança e a música nos diferentes
povos; Os diferentes sentidos de beleza nas culturas; O corpo como suporte da
música e da dança; A arte nos espaços urbanos; Música: Movimentos Artísticos; A
Arte Urbana e o Graffiti; A Cultura Hip Hop – Rap, Breakdance e DJs; O
empoderamento urbano do movimento negro; As mulheres na arte; O negro na arte;
A história e técnicas da Fotografia; A arte digital; Optical Art; Os instrumentos
musicais: tipos, história, técnicas, características; História da dança, do teatro, do
cinema brasileiro e mundial; Arte Clássica e Neoclássica; Estilos de dança; Pintura e
música impressionista; A arte plástica e sua relação com a música; Arquitetura; Música
Popular Brasileira; Jogos Teatrais; Instrumentos de Percussão na música afro; A
Xilogravura e Cordel; Arte Naif; A arte na Ditadura Militar Brasileira; Arte na
Publicidade e Propaganda – Jingles; História da música; A paisagem sonora e a
música descritiva; O Movimento Tropicalista; A história e a arte cinematográfica;
Gêneros cinematográficos; História da educação musical no Brasil e no mundo;
principais autores da educação musical; História da dança no Brasil e no mundo;
principais autores estudiosos da dança; Corpo e cena: Possibilidade de criação,
produção e distribuição na conte; Cultura e Prática Brasileira; história do teatro no
Brasil e no mundo; Principais teóricos do teatro brasileiro e do mundo; Técnicas de
tetro; Técnicas de utilização do palco, Iluminação, Maquiagem, Cenário, Música,
Corpo; Interação com o público; Tipos de personagens; Clown e palhaços; Gêneros
teatrais; Dramaturgia da Cena Contemporânea; A história do teatro vinculada às artes
plásticas; Fotoetnografia: pesquisa em artes e ciências humanas; Performance e
Espetacularidade; pesquisas atuais em artes cênicas; Antropologia.
SUGESTÃO BIBLIOGRÁFICA:
ANDRADE, Mário de. Pequena história da música. – Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
[Link], James Dudley. As principais teorias do cinema: uma introdução. –
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., [Link], Rudolf. Arte e percepção visual:
uma psicologia da visão criadora: nova versão. Tradução de Ivonne Terezinha de
Faria. – São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.
BAHIANA, Ana Maria. Como ver um filme. – Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
[Link], Ana Mae (org.). Arte-educação: leitura no subsolo. - 1. ed. -- São
Paulo: Cortez, [Link], Ana Mae. Arte-educação no Brasil. - 1. ed. - São
Paulo: EDITORA PERSPECTIVA LTDA, [Link], Ana Mae. Inquietações e
mudanças no ensino da arte. – 7ª ed. –São Paulo: Cortez, 2012.
BARDI, Pietro Maria. Pequena história da arte: introdução aos estudos dasartes
plásticas. – 2ª ed. – [Link], Roy. Elementos básicos da música.
Tradução de Maria Teresa de Resende Costa. – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,
[Link], Augusto. 200 Exercícios e jogos para o ator e não-ator. – Rio de Janeiro:
Editora Civilização Brasileira, [Link]. Base Nacional Comum Curricular -
BNCC. Capítulos: 1 e 2 (páginas 7 a 32); Capítulo 4 (página 191 a 210).BRASIL.
Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e
quarto ciclos: apresentação dos temas transversais. – Brasília: MEC/SEF,
[Link]. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: Arte. – Brasília : MEC/SEF,
[Link]. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: Introdução aos parâmetros
curriculares nacionais. – Brasília : MEC/SEF, [Link], John. Arquitetura e Arte no
33
Brasil Colonial. – Brasília, DF: IPHAN / MONUMENTA, [Link], Jorge. O que é
arte. – 15ª ed. – São Paulo, SP: Editora Brasiliense, [Link], Edith. Formas de
pensar o desenho: desenvolvimento do grafismoinfantil. – 5ª ed. – Porto Alegre, RS:
Zouk, [Link] Nacional da Federação de Arte-Educadores do Brasil (15.:
2004: Rio de Janeiro, RJ) XV CONFAEB, 2004. Trajetória e políticas do ensino de
artes no Brasil. – Rio de Janeiro: FUNARTE: Brasília: FAEB, [Link],
Paulo Roberto Prado. Apreciação de gêneros musicais na escola: possíveis
percursos. – São Paulo: Cultura Acadêmica, [Link], Aaron. Como Ouvir e
Entender Música. Tradução de Luiz Paulo Horta. Editora Artenova, [Link],
André. Arquivologia e patrimônio musical. – Salvador: Edufba, [Link],
Rejane Galvão et al. Artes. – São Paulo: Cultura Acadêmica: Universidade Estadual
Paulista: Núcleo de Educação à Distância, 2013. – (Coleção Temas de Formação; v.
5).COUTINHO, Rejane Galvão (org.). Desafios para a docência em arte: teoria e
prática. – São Paulo: Universidade Estadual Paulista: Núcleo de Educação a
Distância, [Link], Alessandra Ancora de. Teatro na formação de educadores: o
jogo teatral e a escrita dramatúrgica. Doutorado em Educação (Psicologia da
Educação). Pontífica Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. São Paulo,
[Link], Maria Heloísa Corrêa de Toledo. Arte na educação escolar. – 4ª ed. –
São Paulo: Cortez, [Link], Iveta Maria Borges Ávila. Brincando e
aprendendo: um novo olhar para o ensino da música. – São Paulo: Cultura Acadêmica:
Universidade Estadual Paulista, Pró-Reitoria de Graduação, [Link], Maria
Ignez Mantovani. Planejamento e Realização de Exposições. - Brasília, DF: Ibram,
2018. (Coleção Cadernos Museológicos, 3).FREITAS, Enio de. História e cinema:
encontro de conhecimento em sala de aula. – São Paulo: Cultura Acadêmica,
[Link], Jerzy. Em busca de um teatro pobre. – 3ª ed. – Rio de Janeiro:
Editora Civilização Brasileira, [Link], E. H. A história da Arte. – 16ª ed. –
LTC Editora, [Link], Paulo Emílio Sales. O cinema no século. Cia das Ltras,
[Link], Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de
trabalho. – Porto Alegra: Artmed, [Link], Rosa. Arte/educação modernista
e pós-modernista: fluxos na sala de aula. – Porto Alegre: Penso, [Link],
Rocio. Fundamentos da dança – “Corpo – Movimento – Dança”. Editora Unicentro,
[Link] Brasileiro de Museus. Caderno da Política Nacional de Educação
Museal. Brasília, DF: IBRAM, [Link]ÃO, Giselle et al. A música na Escola. – São
Paulo: Allucci e Associados Comunicações, [Link], Ricardo Ottoni Vaz.
Metodologia do ensino de teatro. – Campinas, SP: Papirus, 2001. (Coleção
Ágere).KLEE, Paul. Sobre a arte moderna . Expresso Zahar. Edição do [Link],
Luiz Gonzaga Assis de. A hora do Cinema Digital – Democratização e Globalização
do Audiovisual. São Paulo: Imprensa Oficial, [Link], Índia Mara; PENAFRIA,
Manuela (org.). Estéticas do digital: Cinema e tecnologia. LabCom, [Link],
Renan Belmonte. O cânone visual: as belas-artes em discurso. – 1ª ed. – São Paulo:
Cultura Acadêmica, [Link], Rodrigo. O som da revolução: história cultural do
rock, 1965-196. - Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, [Link], Paulo César
Cardozo de. Jogo musical e humanização: um olhar lúdico, complexo e sistêmico na
educação. – 1ª ed. – São Paulo: Cultura Acadêmica, [Link], Marcos.
História & música: história cultural da música popular. – Belo Horizonte: Autêntica,
[Link], João Paulo Costa do. Abordagens do pós-moderno em música:
a incredulidade nas metanarrativas e o saber musical contemporâneo.- São Paulo:
Cultura Acadêmica, [Link], Fayga. Universos da arte. Revisão técnica:
Noni Ostrower. – 1ª ed. – Campinas, SP: Editora da Unicamp, [Link], Enny.
34
Fundamentos da Música – Volume 1. São Paulo: Associação Amigos do Projeto Guri,
[Link], Enny. Iniciação Musical – Volume 1. São Paulo: Associação Amigos
do Projeto Guri, [Link], Maura. Música (s) e seu ensino. Editora
[Link], Priscila Leonel de Medeiros. Um encontro com a mediação cultural:
40 museus em 40 semanas. São Paulo: Cultura Acadêmica, [Link]ÇA, Graça.
História da arte. – 16ª ed. – Editora Ática.
Publicações da Revista do patrimônio histórico e artístico nacional - Iphan. Disponíveis
em: [Link] RAMALHO E
OLIVEIRA, Sandra. Imagem também se lê. – São Paulo: EdiçõesRosari, 2009.
RENGEL, Lenira Peral et al. Elementos do Movimento na Dança. - Salvador: UFBA,
[Link], Lenira Peral; SCHAFFNER, Carmen Paternostro; OLIVEIRA,
Eduardo. Dança, Corpo e Contemporaneidade. Salvador: UFBA, Escola de Dança,
[Link], Anatol. O teatro épico. – São Pulo: Editora [Link],
Cecilia Almeida. Gesto inacabado: processo de criação. - São Paulo: FAPESP:
Annablume, [Link], R. Murray. O ouvido pensante. Tradução de Marisa
Trench de O. Fonterrada. – São Paulo: Fundação Editora da UNESP, [Link],
Jussara Sobreira. O fazer-dizer do corpo: dança e performatividade. - Salvador:
EDUFBA, [Link], Viola. Improvisação para o teatro. – Editora Perspectiva.
(Coleção Estudos).STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-
moderno. Tradução de Angela Lobo de Andrade. – Rio de Janeiro: Ediouro,
[Link], Nájela Tavares. Teoria e metodologia do ensino da arte. – Guarapuava:
UNICENTRO, [Link], Adalberto Luis; JUNQUEIRA, Renata Soares (orgs.).
Teatro, cinema e literatura: confluências. – São Paulo: Cultura Acadêmica,
[Link], Maria Celeste Almeida. Paisagens sígnicas: uma reflexão sobre as
artes visuais contemporâneas. Salvador: EDUFBA, [Link], João. Ensaios
sobre arte e estética. – 1ª ed. - Londrina: Canvas Design 2012.
Atenção para o conteúdo específico para todos os profissionais da Educação.
Outras questões versando sobre as atividades e atribuições específicas da função.
PEB II – CIÊNCIAS
Psicologia da Aprendizagem e do Desenvolvimento; Didática Geral; Metodologia de
Ensino; Psicologia da Educação; Tendências pedagógicas; Tendências Pedagógicas
das Ciências na Educação; Relação ensino/escola/legislação; A teoria versus prática
em Ciências na escola; Metodologias e concepções do ensino de Ciências;
Tendências Pedagógicas das Ciências na Educação; Ciências aliada à BNCC;
Metodologias do ensino de Ciências; Materiais para o ensino de Ciências; Ciências e
Educação Inclusiva; Ar; Água; Solo; Vírus; Moneras, Protistas e Fungos; Evolução
dos Seres Vivos; Seres vivos e adaptação; Seleção natural/Mutação; categorias de
Classificação; Nomenclatura científica básica de classificação dos seres vivos.
Animais: Ordenação evolutiva da filogenia dos principais grupos do reino animal com
seus respectivos representantes; Estudo dos Políferos e Celenterados; Estudo dos
Platelmintos, Nematelmitos e Anelídeos; Estudo dos Moluscos; Estudo dos
Vertebrados Superiores: classificação, ecologia, caracteres básicos morfofisiológicos,
reprodução e importância do estudo; Vegetais: Os grandes grupos de vegetais: Algas
Pluricelulares; Briófitas e Pteridófitas; Gimnospermas: representantes, reprodução e
importância; Angiosperma: classificação e representantes, caracteres estruturais,
fisiológicos e importância; Corpo Humano: Célula; Tecido: conceito, tipos e função;
Sistemas Digestivo, Respiratório, Circulatório, Nervoso e Reprodutor: composição e
principais considerações funcionais destes sistemas; Educação Sexual; Drogas e
35
seus efeitos; Matéria: Conceito; Tipos; Propriedade; Energia; Diferenças entre
fenômenos químicos e físicos; Substâncias: simples, compostas/uso das substâncias
na indústria; Funções Químicas: ácidos, bases, sais e óxidos; Características
diferenciais das misturas e das combinações; misturas e seus processos de
fracionamento; combinações ou reações químicas – tipos e fatores que a influenciam;
Movimento: conceito, tipos e seus fatores; Massa, força e aceleração;
Metodologia/didática de ensino de Ciências; Educação Inclusiva e Ciências; principais
Cientistas; História da Ciência/Educação em Ciência; Principais educadores; Atenção
para o conteúdo específico para todos os profissionais da Educação. Outras questões
versando sobre as atividades e atribuições específicas do cargo/função.
SUGESTÃO BIBLIOGRÁFICA:
APEZZATO-DA-GLORIA, Beatriz [et al]. Anatomia vegetal. 2ª ed. – Viçosa: Ed. UFV,
[Link], Robert D.; RUPPERT, Edward E. Zoologia dos Invertebrados. – 6ª ed.
– Editora [Link], Fernando (org.). Ensino de ciências e matemática III:
contribuições da pesquisa acadêmica a partir de múltiplas perspectivas. – São Paulo:
Cultura Acadêmica, [Link]. Base Nacional Comum Curricular - BNCC.
Capítulos: 1 e 2 (páginas 7 a 32); Capítulo 4 (página 319 a 350).BRASIL. Secretaria
de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ciências naturais. –
Brasília: MEC/SEF, [Link]. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em
Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e
parasitárias: guia de bolso. – 8ª ed. rev. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
Ensino de primeira à quarta série: Introdução aos parâmetros curriculares nacionais.
– Brasília: MEC/SEF, [Link], William. Uma breve história da ciência. – L&PM,
[Link], A [et al]. A necessária renovação do ensino de Ciências. São
Paulo, Cortez, [Link], AMA. org. Ensino de ciências e matemática, II: temas
sobre a formação de conceitos. - São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura
Acadêmica, [Link], AMA. org. Ensino de ciências e matemática, V: história
e filosofia da ciência. - São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica,
[Link], Maria Cristina da Cunha. Teoria e prática em ciências na escola: o
ensino-aprendizagem como investigação: volume único. – São Paulo: FTD, 2010.
(Coleção teoria e prática).CARVALHO, Ana Maria Pessoa de (org.). Calor e
temperatura: um ensino por investigação. – São Paulo: Editora Livraria da Física,
[Link] científica: um direito de todos. – Brasília: UNESCO, 2003.
DARWIN, Charles. A Origem das Espécies, no meio da seleção natural ou a lutapela
existência na natureza, 1 vol., tradução do doutor Mesquita [Link]: conceitos
fundamentais. Universidade Federal do Espírito Santo – UFES. Centro Tecnológico –
CT. Programa de Pós Graduação em Engenharia Ambiental – PPGEA UFES,
[Link], R. org. Ensino de ciências e matemática, I: temas sobre a formação de
professores. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, [Link],
Eugene P. Fundamentos de Ecologia. – 6ª ed. - Fundação Calouste Gulbenkian, 1988.
PÉREZ, D. G. [et al]. Para uma imagem não deformada do trabalho científico. Ciência
& Educação, v.7, n.2, p.125-153, 2001.PÉREZ, Leonardo Fabio Martínez. Questões
sociocientíficas na prática docente: ideologia, autonomia e formação de professores.
São Paulo: Editora Unesp, [Link], NA. org. Ensino de ciências e matemática,
IV: temas de investigação. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica,
2010.
POUGH, F. Harvey. A vida dos vertebrados. – 4º ed. – São Paulo: Atheneu Editora,
[Link], Alfredo Roque. A história da luz. -São Paulo: Editora Livraria da
36
Física, 2008.SÃO PAULO. Currículo do Estado de São Paulo: Ciências da Natureza
e suas tecnologias. Secretaria da Educação; coordenação geral, Maria Inês Fini;
coordenação de área, Luis Carlos de Menezes. – São Paulo: SEE, [Link],
Georges. Como ensinar as ciências experimentais? Didática e formação. – Brasília:
UNESCO, OREALC, [Link], Gerard J. Corpo humano: fundamentos de
Anatomia e Fisiologia. – 4ª ed. – Artmed Editora, [Link], Wilson [et al].
Decifrando a Terra. – São Paulo: Oficina de Textos, [Link], Lincoln. Fisiologia
vegetal. 3ª ed. – Porto Alegre: Artmed, [Link]ário básico de recursos naturais
e meio ambiente. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. – 2ª ed.
Atenção para o conteúdo específico para todos os profissionais da Educação.
Outras questões versando sobre as atividades e atribuições específicas da função.
PEB II – GEOGRAFIA
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:
terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: Geografia. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos. Ensino de geografia: práticas e textualizações
no cotidiano. – Porto Alegre: Mediação, 2000.
GOGOY, Paulo R. Teixeira de et al. História do pensamento geográfico e
epistemologia em Geografia. – São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
MARTINELLI, Marcello. Mapas da Geografia e cartografia temática. – 5ª ed. – São
Paulo: Contexto, 2009.
MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. 19. ed. São
Paulo, Annablume, 2003.
PEZZATO, João Pedro. Formação docente e geografia escolar: um estudo de caso
entre Brasil e Espanha. – São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço. - São Paulo: Hucitec, 1996.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado, fundamentos Teórico e
metodológico da geografia. - São Paulo: Hucitec, 1988.
SANTOS, Milton. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. – 9ª ed. – Rio
de Janeiro: Record, 2006.
SANTOS, Milton. Por uma Geografia Nova. – 6ª ed. – São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2004.
SANTOS, Milton. Território: Globalização e Fragmentação. – 4º ed. – São Paulo:
Editora HUCITEC, 1998.
SÃO PAULO. Currículo do Estado de São Paulo: Ciências Humanas e suas
tecnologias: Geografia / Secretaria da Educação; coordenação geral, Maria Inês Fini;
coordenação de área, Paulo Miceli. – São Paulo: SEE, 2010.
VESENTINI, José William. Repensando a geografia escolar para o século XXI. - São
Paulo: Plêiade, 2009.
ZANGALLI, Junior, Paulo Cesar. Entre a ciência, a mídia e a sala de aula:
contribuições da Geografia para o discurso das mudanças climáticas. São Paulo:
Cultura Acadêmica, 2015. Atenção para o conteúdo específico para todos os
profissionais da Educação.
Atenção para o conteúdo específico para todos os profissionais da Educação.
Outras questões versando sobre as atividades e atribuições específicas da função.
PEB II – HISTÓRIA
BARROSO, Véra Lucia Maciel. Et al. Ensino de história: desafios contemporâneos. –
Porto Alegre: EST: EXCLAMAÇÃO: ANPUH/RS, 2010.
37
BITTENCOURT, Circe Maria F. Ensino de História: fundamentos e métodos. São
Paulo, Cortez, 2005.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:
terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: História. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CUNHA, Euclides da. Canudos e outros temas. – Brasília: Senado Federal, Conselho
Editorial, 2003.
História/ vários autores. – Curitiba: Secretaria de Estado da Educação do Paraná,
2006.
OLIVEIRA, Isabella Santana. Ensino de história no quarto ciclo do ensino
fundamental: um estudo de eixos temáticos no livro didático. UNIVERSIDADE
ESTADUAL DE SANTA CRUZ – UESC, 2010.
OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (org.). História: ensino fundamental. – Brasília:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010.
Projeto História: revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em História e do
Departamento de História da Pontífica Universidade Católica de São Paulo n. 0 (1981)
– São Paulo: EDUC, 1981.
SÃO PAULO. Currículo do Estado de São Paulo: Ciências Humanas e suas
tecnologias / Secretaria da Educação; coordenação geral, Maria Inês Fini;
coordenação de área, Paulo Miceli. – São Paulo: SEE, 2010.
Atenção para o conteúdo específico para todos os profissionais da Educação.
Outras questões versando sobre as atividades e atribuições específicas da função.
PEB II – MATEMÁTICA
Psicologia da Aprendizagem e do Desenvolvimento; Didática Geral; Metodologia de
41
Ensino; Psicologia da Educação; Tendências Pedagógicas da Matemática na
Educação; Relação ensino/escola/legislação; A teoria versus prática em Matemática
na escola; Metodologias e concepções do ensino de Matemática; Tendências
Pedagógicas da Matemática na Educação; Matemática aliada à BNCC; Metodologias
do ensino de Matemática; Materiais para o ensino de Matemática; Matemática e
Educação Inclusiva; Aritmética e conjuntos: Os conjuntos numéricos (naturais,
inteiros, racionais, irracionais e reais); operações básicas, propriedades, divisibilidade,
contagem e princípio multiplicativo; Proporcionalidade; Álgebra; Equações de 1º e 2º
graus; funções elementares, suas representações gráficas e aplicações: lineares,
quadráticas, exponenciais, logarítmicas e trigonométricas; progressões aritméticas e
geométricas; polinômios; números complexos; matrizes, sistemas lineares e
aplicações na informática; fundamentos de matemática financeira; Espaço e forma:
Geometria plana, plantas e mapas; geometria espacial; geometria métrica; geometria
analítica; Principais matemáticos; Tratamento de dados: Fundamentos de estatística;
análise combinatória e probabilidade; análise e interpretação de informações
expressas em gráficos e tabela; Matemática, sociedade e currículo: Currículos de
Matemática e recentes movimentos de Reforma; Os objetivos da Matemática na
Educação Básica; Seleção e organização dos conteúdos; Tendências em Educação
Matemática (resolução de problemas, modelagem, etnomatemática, história da
matemática e mídias tecnológicas); Número e suas operações (Número, álgebra,
geometria, medidas e estatística); Sistemas de Medidas: comprimento, área, volume,
capacidade, massa, ângulo, tempo; Regra de Três e proporções; Cálculos algébricos:
produtos notáveis, fatoração de expressões algébricas; Equações, inequações e
sistemas polinomiais de 1º e 2º graus; Estudo de Funções: 1° e 2° Graus, logarítmica,
exponencial, trigonométricas; Geometria Plana e espacial; Sequências e progressões;
Matrizes e Determinantes; Sistemas Lineares; Análise Combinatória; Matemática
Financeira: Juros simples e compostos, juros e funções; A matemática na história;
Trigonometria: no triângulo retângulo e triângulos quaisquer; Geometria Analítica:
ponto e reta, circunferência, secções cônicas; Estatística: termos de uma pesquisa
estatística, Representação Gráfica, medidas de tendência central, medidas de
dispersão, testes de significância; Polinômios e Equações Algébricas; Noções de
limites, derivadas e integral.
SUGESTÃO BIBLIOGRÁFICA:BARONI, Rosa Lúcia Sverzut. Aspectos da história da
análise de Cauchy a Lebesgue. – São Paulo: Cultura Acadêmica, [Link]. Base
Nacional Comum Curricular - BNCC. Capítulos: 1 e 2 (páginas 7 a 32); Capítulo 4
(página 263 a 318).BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais.
– Brasília: MEC/SEF, [Link]. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental:
Matemática. Brasília: MEC/SEF, [Link]. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental:
Introdução aos parâmetros curriculares nacionais. – Brasília : MEC/SEF, 1998.
BRITO, Arlete de Jesus; MIORIM, Maria Ângela; FERREIRA, Ana Cristina (Org.).
História de formação de professores: a docência da matemática no Brasil. - 2ª ed. -
Salvador: ED UFBA, [Link], Natanael Freitas. Sequências didáticas: estrutura
e elaboração. - Belém: SBEM / SBEM-PA, [Link]ências na educação matemática.
Em aberto: Órgão de divulgação do Ministério da Educação e do Desporto. - Em
Aberto, Brasília, ano 14, n. 62, abr./jun. [Link], João Bosco Pitombeira
Fernandes de (coord.). Matemática: Ensino Fundamental. - Brasília: Ministério da
42
Educação, Secretaria de Educação Básica, [Link], Miguel. Ensaios
temáticos: história e matemática em sala de aula. Belém: SBEM / SBEM-PA,
2017.D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação matemática: da teoria à prática. - 13. Ed. -
Campinas, SP: Papirus, [Link]. Matemática: contexto e aplicações – Volume
único. Ensino médio e preparação para a educação superior. Manual do professor. –
Editora Á[Link] SAUTOY , Marcus. A música dos números primos: a história de um
problema não resolvido na matemática. - Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,
[Link], Alexandre Augusto. Como é possível o conhecimento matemático?:
as estruturas lógico-matemáticas a partir da Epistemologia Genética. – 1ª ed. – São
Paulo: Cultura Acadêmica, [Link], Antonio Vicente Marafloti. Elementos de
História da Educação Matemática. – São Paulo: Cultura Acadêmica, [Link],
José Ruy. A conquista da matemática – Nova. – São Paulo: FTD, 1998. (Coleção a
conquista da matemática – 6ª série).GIOVANNI, José Ruy. A conquista da matemática
– Nova. – São Paulo: FTD, 1998. (Coleção a conquista da matemática – 8ª
série).GONÇALVES, Eliete Maria. Introdução ao estudo da álgebra linear. – São
Paulo: Cultura Acadêmica: Universidade Estadual Paulista, Pró-Reitoria de
Graduação, [Link]ÇALVES, Eliete Maria. Trigonometria. – São Paulo: Cultura
Acadêmica: Universidade Estadual Paulista, Pró-Reitoria de Graduação, 2008
GONÇALVES, Mirian Buss. Elementos de análise. - Florianópolis:
UFSC/EAD/CED/CFM, [Link], David J. Fundamentos da matemática
discreta. - Rio de Janeiro: LTC, [Link], W. Michael. O guia completo para quem
não é C.D.F.: pré-cálculo. – Rio de Janeiro, RJ: Alta Books, [Link], Iran
Abreu; CHAQUIAM, Miguel. História nas aulas de Matemática: fundamentos e
sugestões didáticas para professores. - Belém: SBHMat, [Link], Heitor
Guerra do. Metodologia e didática no ensino de matemática. Sociedade Mantenedora
de Educação Superior da Bahia S/C Ltda. Faculdade de Tecnologia e Ciências -
Ensino a Distância. – 1ª [Link], Mauri Cunha do. Estruturas Algébricas. –
São Paulo: Cultura Acadêmica: Universidade Estadual Paulista, Pró-Reitoria de
Graduação, [Link] desafios do ensino de matemática na educação básica. –
Brasília: UNESCO; São Carlos: EdUFSCar, [Link], Ana Carolina Costa;
CEDRO, Wellington Lima (orgs). Educação matemática: diferentes contextos,
diferentes abordagens. – Fortaleza: EdUECE, [Link] JUNIOR, Anízio.
Formas elementares: diagonal, triangular e de Jordan. – São Paulo: Cultura
Acadêmica: Universidade Estadual Paulista, Pró-Reitoria de Graduação, 2014.
ROQUE, Tatiana. História da matemática: uma visão crítica, desfazendo mitos e
lendas. – Rio de Janeiro: Zahar, [Link], Marângela Castejon, Rosemar (Orgs).
Olhares sobre o ensino da matemática: educação Básica. – Uberaba/MG: IFTM,
[Link], José Plínio O. Mello Margarida P; MURADI, Idani T. C. Introdução à
Análise Combinatória. – Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, [Link],
Marcus du. Os mistérios dos números: Uma viagem pelos grandes enigmas da
matemática (que até hoje ninguém foi capaz de resolver). Tradução de George
Schlesinger. – Editora [Link], Ian. O fantástico mundo dos números: A
matemática do zero ao infinito. Tradução de George Schlesinger. – Editora
[Link], Ian. Uma história da simetria na matemática. - Editora
[Link], Amal Rahif. O Jogo e a educação matemática: um estudo sobre
as crenças e concepções dos professores de matemática quanto ao espaço do jogo
no fazer pedagógico. – Dissertação (Mestrado em Educação Escolar) – Universidade
Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras, Campus de Araraquara,
[Link], MALBA. Matemática divertida e curiosa. – Editora Record.
43
Atenção para o conteúdo específico para todos os profissionais da Educação.
Outras questões versando sobre as atividades e atribuições específicas da função.
45
ANEXO III
Dados do candidato:
NOME:
INSCRIÇÃO: RG:
FUNÇÃO:
TELEFONE: CELULAR:
CANDIDATO (A) POSSUI DEFICIÊNCIA? SIM NÃO
Se sim, especifique a deficiência: _______________________________________
__________________________________________________________________
Nº do CID: ____________
Nº do CRM: ___________
ATENÇÃO: Esta declaração deverá ser enviada em envelope pela ECT (Empresa de
Correios e Telégrafos) via SEDEX, no período de inscrições, conforme disposto no
Capítulo III do Edital.
46
ANEXO IV
___________________________________________________________________
______________________________
Assinatura do Candidato
______________________________
Carimbo/Assinatura do Coordenador responsável
(CONSCAM)
47
ANEXO V
CRONOGRAMA
PROCEDIMENTO DATAS
Publicação do Edital 09/04/2025
Período de inscrições e disponibilização Das 10h00min do dia 10/04/2025
do boleto bancário, inclusive 2ª via às 16h00min do dia 22/04/2025
Data limite para pagamento das inscrições 23/04/2025
Divulgação da relação de candidatos
inscritos e convocação com indicação do
29/04/2025
local e horário da realização da prova
objetiva
Prazo de recursos com relação aos
30/04/2025
candidatos Inscritos
Divulgação da retificação da relação dos
02/05/2025
candidatos inscritos (se houver)
Realização das provas objetivas 04/05/2025
Divulgação de gabarito da prova objetiva 05/05/2025
Prazos de recursos em relação ao gabarito
06/05/2025
das provas objetivas
Divulgação dos julgamentos dos recursos 12/05/2025
Divulgação da retificação e homologação do
gabarito (se houver) e divulgação da nota da 15/05/2025
prova objetiva
Prazo de recurso em relação a prova
16/05/2025
objetiva
Publicação da retificação e/ou homologação
do resultado final e Publicação da 20/05/2025
homologação do Processo Seletivo
* As datas acima poderão sofrer alterações com prévia divulgação.
** Todas as divulgações referentes ao Processo Seletivo serão afixadas no Mural da
Prefeitura Municipal de Campina do Monte Alegre – SP e nos sites
[Link] e [Link] . As publicações
também serão realizadas no site [Link] no Diário
Oficial Eletrônico do Município.
48