Mapas Mentais de Matemática para Revisão
Mapas Mentais de Matemática para Revisão
370-36
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foram criados de modo que você possa revisar o assunto sem precisar voltar várias vezes para a
teoria por falta de informações nas suas ferramentas de revisão.
Ao longo dos materiais, você vai encontrar informações estratégicas, mnemônicos e os
melhores bizus. É a sua aprovação a um Revisura Maps de distância.
PARTE 2 de 2
Álgebra
Expressões x Igualdades x Equações x Inequações x Funções
Expressões Equação
Estruturas que misturam números e letras
Igualdade, na qual pelo menos uma das
(variáveis), sem a presença
expressões envolvidas é algébrica.
de um sinal de igualdade ou desigualdade.
Ex.: x2 −3x + 2 = 8
Aritmética: Apenas números e sinais
*
Ex.: 6. {20 – [ 30 – 20 ÷ (6 − 4). 3]} Inequações
* Algébrica: Apresenta letras (variáveis)
Desigualdades entre expressões.
Ex.: x2 −3x + 2 Possuem os sinais de maior (>) ou menor (<).
a2 − b2 = (a + b)(a − b)
Ex.: 5 ∙ 3 = 15, 5 e 3 são fatores e 15 é o produto.
Equações
Tipos de Equações do 2º Grau:
Completa: ax2 + bx + c = 0
Falta o termo
Uma equação do segundo grau é do tipo: independente ax2 + bx = 0
Inequações de 1º Grau
Resolução: -4x > 15 + x
São desigualdades onde um dos membros -4x – x > 15 + x - x
é uma expressão do primeiro grau.
-5x > 15
Simbologia: Dividiremos ambos os lados por -5. Com isso,
devemos inverter > para <
* a > b ⇒ a é maior que b
* a ≥ b ⇒ a é maior ou igual a b
−5x 15 Logo:
* a < b ⇒ a é menor que b < x < -3
Ver Exemplo! −5 −5
* a ≤ b ⇒ a é menor ou igual a b
Graficamente:
Sempre que multiplicarmos ou dividirmos a
inequação por um número negativo, o sinal da x < -3
Importante: inequação mudará de sentido.
-3
Se for > ficará <, se for ≥ ficará ≤ e vice-versa
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Inequação do 2º Grau
Conceito Cálculo de Δ:
É uma expressão matemática que envolve uma Δ = b2 − 4ac Logo, temos duas raízes
variável elevada ao quadrado e outras Δ = (−5) 2 − 4∙2∙2 Reais e distintas
variáveis ou constantes, em que a relação
Δ = 25 − 16 = 9
entre os termos é uma desigualdade.
Raízes: −b + ∆ −(−5) + 9 5 + 3 8
Ex.: 3x2 − 2x + 4 ≤ 0 x′= = = = = 2
2a 2∙2 4 4
2x2 − x ≥ x2 + x −b ± b2 − 4ac
Exemplo: x=
2a
Resolver a seguinte inequação: −b − ∆ −(−5) − 9 5 − 3 2 1
x′′= = = = =
2a 2∙2 4 4 2
2x2 − 5x + 2 ≤ 0 Gráfico:
Resolução:
Chamamos y a função quadrática do 1º termo.
y = 2x2 − 5x + 2
2
Coeficientes: a = 2, b = -5 e c = 2
1
2
- 1
S= x ∈ R| ≤ x ≤ 2
Concavidade: Voltada para cima, pois a > 0 2
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Conceito Exemplo:
São juros calculados apenas sobre o valor Um comerciante contraiu um empréstimo de R$ 800,00,
principal (quantia inicial) durante um comprometendo-se a pagar a dívida ao final de 4 meses,
determinado período de tempo. à taxa de juros simples de 5% ao mês.
Os juros permanecem constantes ao Qual o valor dos juros a serem pagos?
longo do tempo. Resolução: Bizu:
J = C∙i∙t
Fórmula A taxa de juros e o período
J = 800∙0,05∙4 devem estar na mesma unidade
J = 160 reais de tempo.
J = C∙i∙t Exemplo:
Onde: Um capital de R$ 2000,00 aplicado em regime de juros
J = Juros Simples
simples à uma taxa mensal de 5% durante 6 meses, gerou
C = Capital (valor principal) um montante de ...?
i = Taxa de juros
Resolução:
t = Período de tempo Montante M = C∙(1 + i∙t) M = 2000∙1,3
M = 2000∙(1 + 0,05∙6)
M=C+J ou M = C∙(1 + i∙t) M = 2600 reais
M = 2000∙(1 + 0,3)
Juros Compostos
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Conceito Exemplo:
São juros calculados sobre o valor principal
e também sobre os juros acumulados Pedro aplicou R$ 20.000,00 em um investimento que
anteriormente. rende 20% ao ano a juros compostos.
Qual é o montante que Pedro terá ao final de 3 anos?
A partir do segundo período, os juros são
calculados sobre o montante do período anterior
(não sobre o capital inicial). Resolução:
M = C∙(1 + i) t
Fórmula 20 3
M = 20000∙(1 + )
100
M = C∙(1 + i)t
M = 20000∙(1 + 0,20) 3
Onde: Bizu:
M = Montante M = 20000∙(1,20) 3
C = Capital (valor principal) A taxa de juros e o
período devem estar na M = 20000 ∙ 1,728
i = Taxa de juros
mesma unidade de
t = Período de tempo tempo. M = 34.560 reais
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Sistemas de Medidas,
Orientação Temporal e Espacial
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Sistema de
Transformar 5 decâmetro
Exemplo: em centímetro.
Medidas
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.
km hm dam m dm cm mm
Comprimento 5, 0
Sistema de
Transformar 26,5 decilitro
Exemplo: em hectolitro.
Medidas
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.
Sistema de
Transformar 256,58
Exemplo: gramas em quilogramas.
Medidas
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.
kg hg dag g dg cg mg
Massa 2 5 6, 5 8
Sistema de Exemplo:
Transformar 2580,50 decâmetro
quadrado (dam2 ) em quilômetro
quadrado (km2 ).
Medidas Quilometro
quadrado
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.
Hectômetro
quadrado
Decâmetro
quadrado
Metro
quadrado
Decímetro
quadrado
Centímetro
quadrado
Milímetro
quadrado
Área km2 hm2 dam2 m2 dm2 cm2 mm2
No SI, a unidade padrão é o
25 80, 50
Metro ao quadrado (m2 ).
2º Passo: Mover a vírgula para a coluna quilômetro quadrado.
Transformações de Unidades:
Ou seja, 4 (2 colunas x 2 algarismo) casas para a esquerda.
Basicamente, movemos a posição da vírgula.
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro
Para converter uma unidade, movemos a vírgula duas casas para quadrado quadrado quadrado quadrado
cada coluna da tabela. Em cada coluna teremos dois algarismos
(exceto pelas extremidades). km2 hm2 dam2 m2
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro Logo, 2580,50 decâmetro
quadrado quadrado quadrado quadrado quadrado quadrado quadrado
quadrado é igual a 0,25805
km2 hm2 dam2 m2 dm2 cm2 mm2 quilômetro quadrado.
0,25805 km2
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Sistema de Exemplo:
Transformar 3,450 metro ao cubo
(m3 ) em centímetro ao cubo (cm3 ).
Medidas Quilômetro
ao cubo
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.
Hectômetro
ao cubo
Decâmetro
ao cubo
Metro ao
cubo
Decímetro
ao cubo
Centímetro
ao cubo
Milímetro
ao cubo
Temperatura
A temperatura pode ser medida em graus
Celsius (°C), Fahrenheit (°F) ou Kelvin (K). Transformações entre Escalas:
(Unidades mais usadas)
Orientação Temporal
Relógio Exemplo: Converter 4600 segundos
1 dia tem 24 horas. em horas, minutos e segundos.
1 hora tem 60 minutos. Primeiro convertemos para minutos:
1 minuto tem 60 segundos.
4600 60 Logo, 4600 segundo é igual a 76
(-) 420 minutos e 40 segundos
76
Exemplo: Converter 2500 segundos 400 Agora vamos converter 76
em minutos. (-) 360
minutos para horas.
(40)
Como 1 minuto tem 60 segundos, vamos
dividir 2500 por 60. 76 60 Temos que 76 minutos é igual a
(-) 60 1 hora e 16 minutos
2500 60 1
(-) 240
(16) Logo, 4600 segundos é igual a
41 1h 16min e 40s
100
(40)
Como 1 dia tem 24 horas:
Temos o quociente igual 41 e o resto 40.
Exemplo: Converter 78 24
Logo, temos 41 minutos e 40 segundos 78 horas em dias. (-) 72 Logo, 78 horas é igual a
3
(6) 3 dias e 6 horas
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Orientação Temporal
Calendário Não são períodos regulares.
Semana Podem ter 30 ou 31 dias e fevereiro
Mês tem 28 dias ou 29 (Bissexto) .
1 semana tem 7 dias.
Os dias da semana se repetem
Bizu: Para descobrir se o mês é de 30 dias ou 31,
continuamente (sequência cíclica).
usamos a dica do punho fechado.
Os meses posicionados nos ossos têm 31 dias.
Exemplo: Supondo que hoje é Os meses posicionados nas cartilagens têm 30 dias.
segunda-feira, qual dia da semana
será daqui a 58 dias? Março Maio Outubro
Julho Agosto
Janeiro Dezembro
Devemos dividir 58 dias por 7 (dias de
uma semana) e observamos o resto. Ossos
Orientação Temporal
Mês Calendário
1 ano geralmente tem 365 dias.
Exemplo: Supondo que hoje é dia 17 Ano Exceção: Ano bissexto tem 366 dias.
de junho, que dia será daqui a 72 dias?
Orientação Espacial
Conceito Plano Cartesiano
Formado por duas retas perpendiculares.
Distância entre dois pontos
O ponto de encontro entre as duas retas é É obtido pelo teorema de Pitágoras.
chamado de origem. É o ponto (0, 0).
Um ponto é definido por um par de d2 = (∆x) 2 + (∆y) 2
coordenadas (x, y). Exemplo:
∆x = (7 – 4) = 3 ∆y = (10 – 6) = 4
Exemplo: A (2, 3), B (-2, 1) e C (3, -1) Calcular a distância
y entre os pontos d2 = (3) 2 + (4) 2
3 A (2, 3) A(7, 10) e B(4, 6) d =5
d= 9 + 16 = 25
Lei de Correspondência
É a lei (fórmula) que associa a varável independente
Conceito (x) à variável dependente (y).
É a relação entre um conjunto de entrada Exemplo:
(Domínio) e um conjunto de saída (Contradomínio)
em que cada elemento do domínio está associado Qual a lei de correspondência que associa cada número
a um único elemento de contradomínio. Real x ao número y, sendo y o dobro de x?
D Im Resolução:
y = 2x ou f(x) = 2x 5 10
3 6
x x=5 → y = 2∙5 = 10
y = f(x)
x=3 → y = 2∙3 = 6 -2 -4
x = -2 → y = 2∙(−2) = −4 1 2
3
Domínio Imagem 1 1 2 3
x= → y = 2∙ =
3 3 3 Domínio Imagem
x = Variável independente
Bizu:
y = Variável dependente
Domínio: Conjunto de valores que podem ser atribuídos a x.
Imagem: Conjunto de valores que y assume, em correspondência aos valores de x.
Funções
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III -
Exemplos
Verificar se os esquemas representam uma função.
Domínio Imagem
SIM NÃO
I -
Cada elemento do Não pode o mesmo elemento do domínio estar
domínio está associado associado a mais de um elemento no
a um único elemento contradomínio.
no contradomínio.
IV -
Domínio Imagem
II -
SIM
Pode ter mais de um
elemento no domínio Domínio Imagem
associado a um elemento NÃO
no contradomínio. Não pode haver elemento no domínio
Domínio Imagem
que não esteja associado a um
elemento no contradomínio.
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Funções
Exemplo:
Determine as coordenadas de cada ponto no plano
cartesiano abaixo:
Y
Plano Cartesiano B
E
Conceito
A
É um sistema de coordenadas utilizado para representar
pontos no espaço bidimensional.
F I H X
É formado por dois eixos perpendiculares que se cruzam
em um ponto central, chamado de origem. C
x = horizontal (eixo das abscissas)
y = vertical (eixo das ordenadas) J G D
Funções
Resolução:
1º Passo: Vamos supor alguns valores para x e
encontrarmos os valores para y.
Construção de Gráficos A B C D E F G
x -3 -2 -1 0 1 2 3
É possível construir o gráfico de uma função y -6 -4 -2 0 2 4 6
conhecendo a sua lei de correspondência.
y
1º Passo: Construir uma tabela relacionando os G 3º Passo:
valores de x com os valores de y, calculados através
da lei de correspondência. F
2º Passo: Representar cada par ordenado (x, y)
por um ponto no plano cartesiano. E
3º Passo: Liga-se os pontos formando uma curva
“provável” que contenha todos os pontos. D x
Exemplo: 2º Passo: C
A
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Função do 1º Grau
Conceito Gráfico
A representação gráfica de uma função do 1º grau é uma reta.
É um tipo de função que relaciona variáveis
de forma direta e proporcional. O coeficiente angular “a” determina a inclinação da reta
no gráfico da função.
Ela pode ser representada pela seguinte O coeficiente linear “b” determina onde a reta corta o eixo y.
equação geral:
Como o gráfico é uma reta, basta obtermos dois pontos e ligá-los.
y = 0 → 0 = 2∙x − 1 1
Ex: f(x) = 3x + 2 (a = 3 e b = 2)
1 = 2∙x 2
f(x) = -5x – 3 (a = -5 e b = -3) -1
1
x=
2
Função do 1º Grau
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Equação da reta
Equação
Encontrar a equação da reta que passa por dois pontos. Raiz da Equação
Para isso precisamos encontrar os coeficientes a e b.
É o valor da variável x que faz com que f(x) = 0.
Exemplo: Exemplo:
Obter a equação da reta que passa pelos Encontrar a raiz da função f(x) = 2x + 4
pontos A(-1, 5) e B(2, -4).
2x + 4 = 0
Sabemos que a equação da reta é dada por: y = ax + b
2x = −4
Sabemos também que as coordenadas de um ponto é P(x, y)
−4
Ponto B: x= x = −2
Ponto A: 2
Logo: −4 = a∙2 + b
5 = a∙ −1 + b
Assim temos:
5 = −a + b −4 = (b − 5)∙2 + b
a=b−5
−4 = 2∙b − 10 + b Logo:
a=b−5 a = 2− 5
−4 + 10 = 2b + b
a = −3 y = -3x + 2
6 = 3b b=2
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Função do 1º Grau
Crescimento e Decrescimento
Crescente Constante
Quando o Quando o coeficiente
coeficiente angular angular “a” for igual
“a” for maior que que zero (a = 0).
zero (a > 0).
Exemplo:
Decrescente
f(x) = 2x + 4 Crescente
Quando o
coeficiente angular f(x) = -3x + 2 Decrescente
“a” for menor que
zero (a < 0). f(x) = 2x Crescente
f(x) = 9 Constante
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Função do 2º Grau
Conceito Raízes da Equação
É a função onde a variável y é definida por um São os valores da variável x que faz com que f(x) = 0.
polinômio de segundo grau em relação a x. A função do 2º grau apresenta duas raízes.
Para resolução, usamos a fórmula de Bhaskara.
A forma geral de uma função do 2º grau é:
Suas raízes serão dadas por:
y = ax2 + bx + c
−b ± Δ
Onde: x= Onde: Δ = b2 − 4ac
2a
f(x) = Valor da função para um dado valor de x.
x = Variável independente. Ou:
a, b e c são números reais e a ≠ 0. −b + b2 − 4ac
x′=
2a
Ex.: f x = 3x2 − 2x + 1 (a = 3, b = -2 e c = 1)
−b ± b2 − 4ac
f x = 2x2 − 4x (a = 2, b = -4 e c = 0) x=
2a
f x = 5x2 + 3 (a = 5, b = 0 e c = 3) −b − b2 − 4ac
x′′=
2a
f x =−3x2 (a = -3, b = 0 e c = 0)
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Função do 2º Grau
Raízes da Equação
Bizu: 2) Calcular o valor de delta (Δ):
Função do 2º Grau
Gráfico Concavidade da parábola
Conceito a > 0: Concavidade voltada para cima:
A representação gráfica de uma função do
2º grau é uma parábola.
Vértice
Vértice
Bizu:
A parábola pode ter sua concavidade
voltada para cima ou para baixo.
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Função do 2º Grau
Coordenadas do vértice
Exemplo:
Conceito Encontrar as coordenadas do vértice da
O vértice da parábola é o ponto de máximo parábola da função:
ou mínimo de uma curva parabólica. y = x2 − 6x + 4
É o ponto dado por:
Resolução:
b ∆ Coeficientes: a = 1, b = -6, c = 4
V(− , − )
2a 4a Cálculo de xv :
b −6 6
Ou seja: xv = − =− = = 3
2a 2∙1 2
Cálculo de yv :
b ∆ ∆
xv = − e yv = −
2a 4a Δ = b2 − 4ac yv = −
4a Logo: V(3, -5)
Δ = (−6) 2 − 4∙1∙4
20
Δ = 36 − 16 = 20 yv = − = −5
4∙1
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b −5 5
Exemplo: xv = − =− =
2a 2∙2 4 5 9
Logo: V ,−
Construa o gráfico da seguinte função: 4 8
∆ 9 9
yv = − =− =−
y = 2x2 − 5x + 2 4a 4∙2 8
Função do 2º Grau
Sinal 2º Caso: ∆ = 0: Tem-se duas raízes iguais.
1º Caso:
∆ > 0: Tem-se duas raízes distintas.
- -
+ +
a<0
+ + a>0
-
3º Caso: ∆ < 0: Não admite raízes reais.
a>0
+ - -
- - + + a<0
a<0
a>0
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Inequação do 2º Grau
Conceito Cálculo de Δ:
É uma expressão matemática que envolve uma Δ = b2 − 4ac Logo, temos duas raízes
variável elevada ao quadrado e outras Δ = (−5) 2 − 4∙2∙2 Reais e distintas
variáveis ou constantes, em que a relação
Δ = 25 − 16 = 9
entre os termos é uma desigualdade.
Raízes: −b + ∆ −(−5) + 9 5 + 3 8
Ex.: 3x2 − 2x + 4 ≤ 0 x′= = = = = 2
2a 2∙2 4 4
2x2 − x ≥ x2 + x −b ± b2 − 4ac
Exemplo: x=
2a
Resolver a seguinte inequação: −b − ∆ −(−5) − 9 5 − 3 2 1
x′′= = = = =
2a 2∙2 4 4 2
2x2 − 5x + 2 ≤ 0 Gráfico:
Resolução:
Chamamos y a função quadrática do 1º termo.
y = 2x2 − 5x + 2
2
Coeficientes: a = 2, b = -5 e c = 2
1
2
- 1
S= x ∈ R| ≤ x ≤ 2
Concavidade: Voltada para cima, pois a > 0 2
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Função Modular
Conceito Gráfico
É a função do tipo f(x) = |x| A representação gráfica de uma função modular
Envolve o módulo do número. é dada da seguinte forma:
Função Modular
Exemplo I 2x – 3 ≥ 0 II 2x – 3 < 0
2x ≥ 3 2x < 3
Calcule a seguinte função:
3 3
| 2x – 3 | = x + 2 x≥ x<
2 2
3
Resolução: 2x − 3 se x ≥
2x − 3 = 2
Logo: 3
− 2x − 3 se x <
2
Bizu: O que está em módulo não é
apenas a incógnita x e sim toda a 3
expressão 2x – 3. 3 Para x < :
* Para x≥ : * 2
2 Solução:
2x − 3 = x + 2
2x − 3 = x + 2
Temos que: 1
−(2x − 3) = x + 2 S= 5,
2x − 3 = x + 2 3
2x − 3 se 2x − 3 ≥ 0 (Iሻ −2x + 3 = x + 2
2x − 3 = ൝ 2x − x = 2 + 3
− 2x−3 se 2x − 3 < 0 (IIሻ
−2x − x = 2 − 3
x=5
−3x = −1 1
x=
3
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Função Modular
y
1º Passo: Gráfico I
Exemplo
x≥3 x
3
Construa o gráfico da seguinte função: y=x−3
−3
f(x) = | x – 3 | x = 0 → y = -3
y=0 → x=3 y
Resolução:
2º Passo: Gráfico II
3
x−3 se x−3 ≥ 0 (Iሻ x<3
x−3 =൝ y = −x + 3
− x−3 se x−3 < 0 (IIሻ
x=0 → y=3
3 x
y=0 → x=3
y
I x–3≥0 II x–3<0
x≥3 x<3 3
3º Passo: Unir os
x−3 se x≥3 gráficos
x−3 =ቊ
− x−3 se x<3
3 x
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Função Exponencial,
Logaritmos e Função Logarítmica
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Função Exponencial
Conceito 2) Se a > 1, então a função é crescente.
É a função do tipo: Dados dois números reais x1 e x2 :
f x = ax x x
Se x1 < x2 então a 1 < a 2
a é um real em que, a > 0 e a ≠ 1
3) Se 0 < a < 1, então a função é decrescente.
Domínio: R (reais)
Imagem: R∗+ (reais positivos)
Propriedades Dados dois números reais x1 e x2 :
x x
Se x1 < x2 então a 1 > a 2
Função Exponencial y
y = ax
Gráfico
Para todo a > 0 e x Real, temos ax > 0.
a>1
Logo y = ax está sempre acima do eixo x.
1
1) Se a > 1, então y = ax
aproxima-se de 0 quando x x
assume valores negativos cada
vez menores. y = ax y Bizu:
Sempre corta o
2) Se 0 < a < 1, então y = ax eixo y em y = 1.
aproxima-se de 0 quando x
assume valores positivos cada
vez maiores. 0<a<1
1
x
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Equação Exponencial
Exemplo:
Conceito
Resolva as seguintes equações:
Aquela que apresenta a incógnita no x
expoente de pelo menos uma potência. x 1
a) 3 = 27 b) = 16
x 2
Ex.: 4 x = 8 Ex.: 1
= 16
4 Resolução:
Método a) 3 x = 27
Inequação Exponencial
Conceito Bizu: Quando não for possível reduzir a potências
de mesma base, devemos usar logaritmos.
É a inequação que apresenta a incógnita no
expoente de pelo menos uma potência.
Exemplo:
x
Ex.: 4 x > 8 Ex: 1
≥ 16 Resolva as seguintes equações:
4 x
1
a) 2x > 64 b) ≤ 16
Método 2
Reduzir ambos os membros da
Resolução:
inequação a potências de mesma base.
(0 < a ≠ 1) a) 2x > 64
2x > 26 X >6 S = {X ∈ R| X > 6}
ax 1 < ax 2 X1 < X2 (Se a > 1)
x
1
ax 1 < ax 2 X1 > X2 (Se 0 < a < 1) b) ≤ 16 -X≤4
2
x X ≥ -4
2−1 ≤ 24
S = {X ∈ R|X ≥ −4}
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Logaritmos
Conceito 1) O logaritmo de 1 em qualquer base (a)
é igual a 0.
O logaritmo de um número (b) é o expoente
(x) ao qual outro número, chamado base (a), loga 1 = 0 Pois a0 = 1
deve ser elevado de modo que a potência ax
seja igual a b.
2) O logaritmo da própria base é igual a 1.
loga b = x ax = b
loga a = 1 Pois a1 = a
(0 < a ≠ 1) Bizus
(b > 0)
Onde:
3) A potência de base (a) e expoente
a = base do logaritmo
loga b é igual a (b).
b = Logaritmando
x = Logaritmo
aloga b = b
log3 9 = 2, pois 3 2 = 9
Ex.: 1 4) Se logaritmos de mesma base são iguais, então os
1 logaritmandos também são iguais.
log3 3 = , pois 3 2 = 3
2
loga b = loga c b=c
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Logaritmos
Propriedades
Sistemas de Logaritmos
1) Logaritmo do Produto:
Sistema de Logaritmos Decimais:
Logaritmos que apresentam a loga b∙c = loga b + loga c
base 10.
Ex.: log4 6 = log4 2∙3 = log4 2 + log4 3
Representação:
Logaritmos
Mudança de Base Bizu
Relação de loga b com logb a .
Fazemos:
logc b loga b ∙ logb a = 1
loga b =
logc a
Ex.: log3 2 ∙ log2 3 = 1
Exemplos: Exemplo:
log10 3 0,4771 Calcule o valor de:
a) log2 3 = = ≅ 1,59
log10 2 0,3010
y = log5 3 ∙ log7 2 ∙ log3 5 ∙ log2 7
Auxílio da
loge 4 calculadora Resolução:
b) log3 4 =
loge 3
y = log5 3 ∙ log7 2 ∙ log3 5 ∙ log2 7
ln 4 1,3863
log3 4 = = ≅ 1,26 Bizu:
ln 3 1,0986
y = log5 3 ∙ log3 5 ∙ log7 2 ∙ log2 7
As questões geralmente
fornecem os valores. y = 1 ∙1 = 1
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Função Logarítmica
Conceito y
f(x) = loga x
É a função do tipo: Gráfico
1) Se a > 1, então y = loga x
f(x) = loga x aproxima-se de 0 quando y
assume valores negativos cada 1 x
vez menores.
Onde:
a é um número Real em que: (a > 1)
(Crescente)
(0 < a ≠ 1)
y
Bizu:
É a inversa da função
exponencial. 2) Se 0 < a < 1, então y = loga x 1
aproxima-se de 0 quando y
x
Ex.: y = log2 x y = log x assume valores positivos cada
vez maiores.
y = log5 x y = ln x f(x) = loga x
(0 < a < 1)
(Decrescente)
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Equação Logarítmica
Conceito Resolução:
É aquela que apresenta a 1º Passo: Usar a propriedade de logaritmo de
incógnita no logaritmando ou na mesma base.
base do logaritmo.
3x − 4 = 2x − 2
Exemplos: 3x − 2x = − 2 + 4
log5 (x + 2) = log5 (3x −2) x=2
logx (3x − 2) = logx 3
2º Passo: Analisar a condição de existência.
Igualdade entre dois logaritmos de Logaritimando > 0
mesma base: I. 3x − 4 > 0 II. 2x − 2 > 0
Exemplo: 3x > 4 2x > 2
Resolva a equação: 4 x>1
x>
3
log3 (3x − 4) = log3 (2x −2)
Como x = 2, logo satisfaz as S = {2}
condições de existência.
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Equação Logarítmica
Igualdade entre um logaritmo e Exemplo envolvendo as propriedades:
um número Real: Resolva a equação:
Resolva a equação: 2log3 x = log3 (x + 2) + log3 (2x − 3)
log5 (3x + 4) = 2 Resolução:
log3 x2 = log3 [(x + 2)∙(2x − 3)] 0 = 2x2 − x2 + x − 6
Resolução:
x2 + x − 6 = 0
Usar a propriedade padrão: x2 = (x+2)∙(2x−3)
x2 = 2x2 − 3x + 4x − 6 x1 = −3 x2 = 2
loga b = x ax = b
Condições de existência: 0
I.
log5 (3x + 4) = 2 3x = 21 I. x > 0
-2
II.
21 II. x + 2 > 0
5 2 = 3x + 4 x= x > -2 III.
3/2
3
3x + 4 = 25 III. 2x - 3 > 0 I ∩ II ∩ III
x=7
3x = 25 - 4 2x > 3 3/2
3
x> x1 = −3 não satisfaz S = {2}
2
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Inequação Logarítmica
Conceito a) log2 (3x − 2) > 4
Pois 24 = 16
É a inequação que apresenta a Resolução:
incógnita no logaritmando ou na
log2 (3x − 2) > log2 16 a = 2 (sinal permanece)
base do logaritmo.
Exemplos: 3x − 2 > 16 Condição de
Exemplos: 3x − 2 > 0 existência
3x > 18
3x > 2
log5 (x + 2) > log5 (3x −2) x>6 2
x> S= x ∈ R x > 6}
logx (3x − 2) ≥ logx 3 3
Equação Exponencial
Conceito
Logaritmo
Resolução:
Algumas equações exponenciais não a) 3 x = 5 Mudança de base
podem ser reduzidas a uma igualdade x = log3 5
de potências de mesma base.
log 5 0,6990 x = 1,465
Nestas questões usamos os conceitos x= = = 1,465
log 3 0,4771
de logaritmos para resolvermos a
Uso da
equação. calculadora
b) 24x−1 = 7
ax = b x = loga b 24x m−n bm
=7 b = n
Com 0 < a ≠ 1 21 b
b > 0 24x = 14
Exemplo: n
x bm∙n = bm
24 =14
Resolver as seguintes equações:
16 x = 14
a) 3 x = 5 b) 24x−1 = 7
Mudança de base
log 14 1,1461 x = 0,952
x = log16 14 = = = 0,952
log 16 1,2041
Uso da calculadora
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Polinômios
Polinômios
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Monômio Operações
Monômio Adição e Subtração:
É uma expressão algébrica que consiste Devemos ter monômios com variáveis
em um único termo. semelhantes.
Conservamos a parte literal e adicionamos ou
Esse termo é geralmente composto pela
subtraímos os coeficientes.
multiplicação de um número e potências cuja base
são letras e os expoentes são números naturais. Ex.: 5xy9 - 3xy9 = 2xy9
Coeficiente Multiplicação e Divisão:
Ex.: 3x2 5xy9 Multiplicamos ou dividimos coeficiente com
coeficiente e parte literal com parte literal.
Parte literal
Ex.: (4x2 y3 )∙(5x2 y2 ) = 4∙5∙x2+2 ∙y3+2
Ex.: 3x2 (Grau: 2) 2) Monômio com várias variáveis: o grau será 3) Monômio sem variáveis:
a soma dos expoentes. seu grau é 0.
Ex.: 5xy3 (Grau: 1 + 3 = 4) Ex.: 8 (Grau: 0)
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Polinômios
Conceito
Valor numérico
É a soma de monômios não semelhantes.
É o resultado obtido quando você substitui a
Forma geral: variável independente por um número
específico e, em seguida, efetuamos as
P x = an xn + an−1 xn−1 + … + a1 x1 + a0 operações do polinômio.
Exemplo:
Ex.: P x = 3x3 + 4x2 − x + 8 Calcular o valor numérico para x = 2.
P x = 2x3 + 3x2 − 3x − 5
Grau e Coeficiente dominante
Grau: Maior grau entre os graus de Resolução:
seus monômios. Substituir x por 2 e efetuar as operações.
Coeficiente dominante: Coeficiente do
P 2 = 2 ∙ 23 + 3 ∙ 22 − 3 ∙ 2 − 5
monômio de maior grau.
P 2 =2∙8 +3∙4 − 6 − 5
Ex.: P x = −4x3 + 3x2 − 5x + 9
P 2 = 16 + 12 − 6 − 5
Grau: 3
P 2 = 17
Coeficiente dominante: -4
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Raiz
Polinômios
Polinômio Nulo
É um valor de "x" que torna a equação É um polinômio cujos coeficientes de todos
polinomial P(x) igual a zero. os termos são iguais a zero.
Exemplo: P x ≡0
Verificar se 2 e 5 são raízes do
polinômio a seguir: Polinômios Idênticos
P x = x3 − 6x2 + 11x − 6 São polinômios que têm exatamente os mesmos termos,
com os mesmos coeficientes e os mesmos expoentes,
Resolução: mas podem ser escritos em diferentes formas.
Para x = 2 Exemplo:
P 2 = 23 − 6 ∙ 22 + 11 ∙ 2 − 6
Quais os valores de a, b e c para que os polinômios a
P 2 = 8 − 24 + 22 − 6 = 0 seguir sejam idênticos?
Para x = 5 g x = − 2x2 + 5x + 4
f x = ax2 + (b − 2)x + (c + 3)
P 5 = 5 3 − 6 ∙ 5 2 + 11 ∙ 5 − 6
P 5 = 125 − 150 + 55 − 6 = 24 a = −2 a = −2
ቐb − 2 = 5 b=5+2=7 b=7
Logo: Apenas “2” é uma das c+3=4 c=4−3=1
raízes do polinômio. c=1
Polinômios
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g x = 3x2 + x − 2
1º Passo: Use a técnica da distribuição para
Ex.: f x = −2x2 + 2x + 3
multiplicar os termos.
f x + g(x) = −2x2 + 3x2 + 2x + x+ 3 − 2 2º Passo: Some os termos semelhantes.
f x + g(x) = x2 + 3x + 1
Ex.: f x = 2x2 + 2x + 3 g x = 3x + 2
Subtração
Subtraia os coeficientes dos termos
semelhantes. Mantenha a variável e f x ∙ g x = (2x2 + 2x + 3) ∙(3x + 2)
o expoente inalterados.
Polinômios
1º Passo: Dividimos o termo de maior grau de
f(x) pelo termo de maior grau de g(x).
4x3 + 4x2 + 3x + 5 2x + 1
Operações entre polinômios
2x2
2º Passo: Multiplicar o termo encontrado pelo
Divisão divisor e subtrair este valor do dividendo.
Envolve a divisão de um polinômio (denominado
dividendo) por outro polinômio (denominado divisor) 4x3 + 4x2 + 3x + 5 2x + 1
para obter um quociente e, possivelmente, um resto. − (4x3 + 2x2 )
2x2
2x2 + 3x + 5
Dividendo Divisor
3º Passo: Repetir o processo.
f x g x
...
q x 4x3 + 4x2 + 3x + 5 2x + 1
r x − (4x3 + 2x2 ሻ
Resto Quociente 2x2 + x + 1
2x2 + 3x + 5
Como agora o dividendo −(2x2 + x)
f x =g x ∙q x +r x é um polinômio de grau 2x + 5 Como:
inferior ao divisor,
−(2x + 1)
Exemplo: chegamos ao final da f x =g x ∙q x +r x
divisão. 4
f x = 4x3 + 4x2 + 3x + 5
g x = 2x + 1 4x3 + 4x2 + 3x + 5 = (2x + 1) ∙(2x2 + x + 1) + 4
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Raciocínio Sequencial
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Raciocínio Sequencial
Geralmente o enunciado fornece uma sequência e pede para
encontrar o próximo termo.
Deve-se descobrir um padrão para a sequência, seja ela numérica,
entre objetos, figuras, letras, dentre outros.
É importante que tenha pelo menos três elementos que caracterizem
a lógica da sequência.
(Algumas séries necessitam de mais elementos).
Raciocínio Sequencial
(VUNESP - Adaptada) Ou seja: 2x – 1
Analise a sequência a seguir: (x é o termo anterior)
4, 7, 13, 25, 49, ... Ex: 7=2∙4−1=8−1=7
Admitindo-se que a regularidade dessa 13 = 2 ∙ 7 − 1 = 14 − 1 = 13
sequência permaneça a mesma para os
números seguintes, determine o sétimo 2º Passo: Concluir a sequência até o 7º termo.
termo da sequência. 1º = 4
2º = 7
Resolução: 3º = 13
1º Passo: Encontrar a Lei de Formação da sequência. 4º = 25
(Antes de ver, analise e tente encontrar) 5º = 49
6º = 2 ∙ 49 − 1 = 98 − 1 = 97
Após observar a sequência, vemos
7º = 2 ∙ 97 − 1 = 194 − 1 = 193
que sempre o termo é igual ao dobro
do anterior menos um.
Logo o 7º termo é igual a 193.
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Raciocínio Sequencial
(FUNDATEC – Adaptada) Bizu: Sequência de Fibonacci: É aquela em que
Observe a seguinte sequência: cada termo subsequente corresponde à
soma dos dois anteriores.
I - I - II - III - V - ? - XIII - XXI – XXXIV
Considerando que existe uma lógica para
Exemplo:
a formação da sequência, qual o valor do
III (3) = II (2) + I (1)
termo da lacuna?
V (5) = III (3) + II (2)
Resolução:
2º Passo: Com a Lei de Formação, encontrar o
1º Passo: Encontrar a Lei de Formação da sequência. termo da lacuna.
(Antes de ver, analise e tente encontrar)
V (5) + III (3) = VIII (8)
Observamos que se trata da sequência Observe:
de Fibonacci, representada em VIII (8) + V (5) = XIII (13)
algarismos romanos.
Resposta: VIII
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Raciocínio Sequencial
(FGV – Adaptada)
Para acharmos o valor do 2019º termo,
Observe a sequência infinita a seguir.
dividimos 2019 por 10 e analisamos o resto.
BCDFGHGFDCBCDFGHGFDCBCDFGHGFDCBCD...
Raciocínio Sequencial
(FCC – Adaptada) Observe:
Observe abaixo, os três triângulos formados por 7
palitos de fósforo. Lúcia quer construir uma faixa 2 4 6
horizontal de 120 triângulos, seguindo a mesma regra 1 3 7
5
de construção da figura.
Logo:
NºPalitos = NºTriângulos − 1 ∙2 + 3
Raciocínio Sequencial
(CESGRANRIO)
A Figura mostra as cinco etapas seguidas para se dobrar uma folha de papel, conforme disposta inicialmente
na etapa 1. Foram feitas duas dobras, nas etapas 2 e 4, ao longo dos segmentos tracejados, que dividem ao
meio a folha presente nas etapas 1 e 3, respectivamente.
1 2 3 4 5
Raciocínio Sequencial
Resolução:
Para resolver essa questão iremos fazer o Partindo-se da figura 3.1 para a 1.1
passo-a-passo de trás para frente.
2.1 1.1
Progressões Aritméticas e
Geométricas
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Progressão Aritmética
Conceito Classificação
É uma sequência de números em que a diferença Crescente: r > 0 Ex.: 5, 10, 15, 20, 25 ...
entre dois termos consecutivos é constante.
Essa diferença constante é chamada de Decrescente: r < 0 Ex.: 25, 20, 15, 10, 5 ...
"razão" da progressão aritmética.
Constante: r = 0 Ex.: 3, 3, 3, 3, ...
Ex.: 5, 10, 15, 20, 25, 30
Propriedades
Elementos 1. A soma dos termos extremos é igual a soma dos
termos equidistantes dos extremos.
a1, a2, a3, … an a1, a2, a3, a4, a5, a6
a1 = primeiro termo a1 + a6 = a 2 + a5 = a3 + a4
a2 = segundo termo (...) 2. O termo central de três termos consecutivos é igual a
an = n-ésimo termo Cálculo da razão: média aritmética dos outros dois:
r = razão da P.A. r = an - an−1
a1, a2, a3
a +a
a2 = 1 3 Ex.: 3, 6, 9 ... 6= 3 + 9 = 12 = 6
2 2 2
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Progressão Aritmética
Termo Geral Soma dos Termos
Expressão que representa qualquer termo an da É encontrada usando a fórmula da soma dos n
sequência em termos do primeiro termo a1 , da primeiros termos (Sn):
razão r e da posição do termo na sequência n.
a1 + an ∙n
Fórmula geral: Sn =
2
an = a1 + (n −1)∙r Exemplo:
Progressão Geométrica
Conceito Classificação
É uma sequência de números em que cada termo,
a partir do segundo, é obtido multiplicando o Crescente: q > 1 e a1 > 0 ou 0 < q < 1 e a1 < 0
termo anterior por uma constante fixa chamada Ex.: 2, 4, 8, 16, 32, ... (q = 2)
de "razão" da progressão.
Progressão Geométrica
Propriedades Termo Geral
Expressão que representa qualquer termo an da
1. O produto dos termos extremos é igual ao
sequência em termos do primeiro termo a1 , da
produto dos termos equidistantes dos extremos.
razão q e da posição do termo na sequência n.
a1, a2, a3, a4, a5, a6
Fórmula geral: an = a1 ∙ q(n − 1)
a1 ∙ a6 = a2 ∙ a5 = a3 ∙ a4
Exemplo:
2. O termo central de três termos consecutivos
é igual a média geométrica dos outros dois: Calcule o 7º termo da seguinte P.G.:
(2, 6, 18, 54, ...)
a1, a2, a3, a4, …
Resolução:
a2 = a1 ∙ a3 an = a1 ∙ q(n − 1)
an
q= a7 = 2∙ 3 (7 − 1)
Ex.: 2, 6, 18 ... an−1
6= 2∙18
a7 = 2∙ 3 6
6 = 36 = 6 6
q= =3 a7 = 2∙ 729 = 1458
2
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Progressão Geométrica
Soma dos Termos Soma dos Termos
P.G. Finita P.G. Infinita
Para |q| < 1
a1 ∙ (qn − 1) a
Fórmula geral: Sn = Fórmula geral: S∞ = 1 O termo final vai
q−1 1−q
ficando mais próximo
Exemplo: de zero.
Exemplo:
Calcule a soma do 6 primeiros termos da
Calcule a soma da seguinte P.G. Infinita:
seguinte P.G.: (2, 4, 8, 16, ...) 1 1 1
( , , , ...)
3 6 12
Resolução:
2∙ (26 − 1)
an S6 = Resolução: an a
q= 2−1 q= S∞ = 1
an − 1 an − 1 1−q
2∙ (64 − 1)
4 S6 = 1 1 1
q= =2 1 1 3 1 1 2 2
2 3 = 3 = ∙ =
q= 6 = ∙ = S∞ =
1 1 3 1 3
S 6 = 2∙ 63 = 126 1 6 1 2 1−
3 2 2
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Probabilidade
Probabilidade
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Conceito: Evento:
Estuda as chances de um determinado É o subconjunto de um espaço amostral.
resultado ocorrer. Um evento pode conter desde zero (conjunto
É a razão entre os casos favoráveis e vazio) até todos os resultados possíveis
os casos possíveis. (próprio espaço amostral).
Probabilidade
Categorias Especiais de Eventos
Eventos Independentes
1: A ocorrência de um deles não influencia
na ocorrência do outro.
2: Temos a intersecção dos eventos.
U = cara + coroa
Probabilidade
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Probabilidade da União
Conceito
A probabilidade da união de dois eventos A e B Bizu
mede a chance de que pelo menos um dos eventos União:
ocorra em um experimento aleatório. Ela considera
O conectivo “ou” indica a União e requer a soma.
todos os resultados que pertencem a A, B ou a
ambos, e é calculada pela fórmula: Intersecção:
O conectivo “e” indica a intersecção e requer a
P(A U B) = P(A) + P(B) − P(A B)
U
multiplicação.
Representação gráfica:
A B A B
A B
Área contada 2x
(Intersecção)
Probabilidade
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Bolas de basquete 30 30 3
P B = = = =
Total de bolas 30 + 20 50 5 3 1 3 6+5 3 11−3 8 4
P B ∪ F = + − = − = = =
5 2 10 10 10 10 10 5
Obs: P(fut) é a probabilidade de ser de futsal
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Probabilidade
Probabilidade Condicional (Teorema de Bayes)
Conceito Exemplo:
Probabilidade Exemplo:
(Questão) 10% das lâmpadas fabricadas pela
Árvore de probabilidade empresa A queimam antes de 1000h de
funcionamento. Das fabricadas pela empresa B, 5%
Conceito queima antes de 1000h de funcionamento. Das
fabricadas pela empresa C, 1% queima antes de
Usado para representar as várias possibilidades de
uma permutação ou combinação. 1000h de funcionamento. Em uma grande loja de
varejo, 20% das lâmpadas em estoque são da marca
Nele é possível organizar as informações de um A, 30% são da marca B e 50% são da marca C.
conjunto de eventos condicionais. Uma lâmpada é escolhida ao acaso do estoque dessa
A construção é feita através de ramificações de todas loja. Qual a probabilidade de que ela não queime
as possibilidades de todos os eventos. antes de 1000h de funcionamento?
Resolução:
Os Eventos “queima” e “não queima” dependem do evento “marca A”, “marca B” e “marca C”,
logo começaremos montar a árvore pelos eventos marcas.
Em seguida calculamos a probabilidade de queimar e não queimar em
relação a cada marca.
Após calcularmos, somamos as probabilidades de
não queimar.
Ver árvore na outra página
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Queimam: 5%
Marca B 0,3*0,05 = 0,015 ou 1,5%
Lâmpadas 30% = 0,3
Não Queimam:
30% - 1,5% = 28,5%
Bizu: O somatório de todas
as probabilidades das Marca C
ramificações de um mesmo 50% = 0,5 Queimam: 1%
nó é sempre igual a 1.
0,5*0,01 = 0,005 ou 0,5%
Não Queimam:
Logo, a probabilidade de que ela não queime é:
50% - 0,5% = 49,5%
18% + 28,5% + 49,5% = 96%
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Análise Combinatória
Análise
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Exemplo:
De quantas formas diferentes Pedro pode se
Combinatória
vestir, considerando que ele tem 4 camisas,
2 bermudas, 1 calça e 2 sapatos?
Análise Combinatória
Arranjo e Combinação Exemplo:
Tanto o Arranjo como a Combinação Suponha que em uma turma exista 10 alunos e que
consistem em escolher k elementos em você precisa escolher 2 deles para ser o líder e o
um total de n. vice-líder da turma. De quantas maneiras você
poderá fazer tal escolha?
A principal diferença entre eles é saber
se a ordem importa ou não.
Resolução:
Análise Exemplo:
Combinatória
Determine quantos números de 4
algarismos podemos formar com os
algarismos do conjunto A = {1, 2, 4, 6, 8}.
Fórmula: ARn,k = nk
Onde:
n = número total de elementos.
k = número de elementos do agrupamento. ARn,k = 5 4 = 5 ∙ 5 ∙ 5 ∙ 5 = 625
Análise Combinatória
Combinação Combinação com Repetição
A ordem não importa
(k + n − 1)!
Fórmula: CRn,k =
n! n! ∙ k − 1 !
Fórmula: Ck
n= Exemplo:
k! ∙ n − k !
Análise Combinatória
Permutação Permutação com repetição:
É a troca de posição de elementos
n!
de uma sequência. Fórmula: PRk =
n k!
Permutação sem repetição: Exemplo:
k n! 5! 5 ∙ 4 ∙ 3!
PRn = = = = 20
Exemplos: AMOR: ROMA, MORA, ROAM. k! 3! 3!
Resposta: 20 Anagramas
Aplicando a fórmula, temos:
Combinatória
É um tipo de permutação composta por n
elementos formando um circunferência.
n!
Fórmula: Pcircular = = n−1 !
n
Bizu: Nos problemas onde existe mais de um elemento
repetido, deve-se dividir pelos fatoriais de cada
elemento repetido. Exemplo:
Geometria Plana
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Geometria Plana
Conceito Reta
Geralmente representada pelas
Também chamada de geometria Euclidiana.
letras minúsculas do alfabeto. r
Área que estuda as figuras planas
(que não possuem volume). É ilimitada, ou seja, infinita
para os dois lados.
Bizu: Ponto, reta e plano não possuem
uma definição formal. Semirreta
É uma parte de uma reta que tem um s
ponto de partida (origem) e continua
Ponto infinitamente em uma direção
Geralmente representado pelas letras específica (representada por uma seta).
maiúsculas do alfabeto.
A Segmento de reta
B
É uma parte finita de uma reta, que possui s
C um ponto inicial e um ponto final.
Geometria Plana
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Segmentos de restas
Segmentos Congruentes Segmentos Consecutivos
Quando possuem a mesma medida. Quando possuem uma extremidade comum.
Símbolo: ≡
B
A B C
Ex:
A
AB ≡ CD Ex.: AB e BC são consecutivos.
C
D
Segmentos Adjacentes
Segmentos Colineares São colineares e consecutivos.
Possuem uma única extremidade em comum.
Quando pertencem a uma mesma reta.
Ex.:
A B C
A B C D
Ex.: AB e BC são adjacentes, pois são
colineares e consecutivos
Geometria
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Plana
Sejam A, B e C pontos colineares, determine
AC, Sendo AB = 28cm e BC = 16cm.
Resolução:
Exemplo: Retas Como os pontos A, B e C são colineares, eles
pertencem à mesma reta.
Sejam A, B e C três pontos distintos de uma
Como a questão não diz a sequência exata dos
reta. O segmento AB é igual a 2/3 do segmento pontos temos duas possibilidades.
AC. O segmento AC mede 45 centímetros. Qual
1ª Possibilidade:
é a medida do segmento AB em centímetros?
Logo: AC = AB + BC
28cm 16cm
Resolução: AC = 28 + 16
A B C
Para encontrar a medida de AB, basta multiplicar AC = 44cm
2/3 pelo comprimento de AC, que é 45 cm. 2ª Possibilidade:
16cm
2 2 Logo: AC = AB – BC
AB = ⋅AC AB = ⋅45
3 3 A C B AC = 28 – 16
90 28cm AC = 12cm
AB = = 30 cm
3
Geometria
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Paralelas
São aquelas que não se encontram em um mesmo
Plana
ponto, mas permanecem em um mesmo plano.
As retas em destaque
na cor azul são
paralelas à reta preta
Posições relativas entre retas de referência, sendo
também paralelas
entre si.
Concorrentes
São aquelas que se encontram em um
mesmo ponto. Reversas
São aquelas que não pertencem a nenhum
As retas em destaque na plano comum.
cor azul são concorrentes
à reta preta de
As retas em destaque na cor
referência, tendo como
azul são reversas à reta preta
ponto de interseção o
de referência, pois não
mesmo ponto.
apresentam plano em comum.
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Geometria Plana
Plano Ângulos
É uma superfície plana infinita que se estende É a medida da abertura entre duas retas ou planos
em todas as direções (é bidimensional). que se encontram em um ponto comum (vértice).
Complementação
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Geometria Plana
Classificação dos ângulos
Quanto à medida Quanto à complementação
Nulo: A medida é igual a 0º. Complementar: dois ângulos são
Agudo: A medida é menor que 90º complementares quando a soma de suas medidas
(e maior que 0º). é igual a 90º.
Geometria Plana
Polígonos
Conceito Elementos do polígono
É uma figura geométrica plana composta
por uma sequência finita de segmentos Lados: Segmentos de retas que originam o
de reta, chamados de lados. polígono.
Ângulos Vértices: Pontos onde os lados se unem.
Externos
Diagonais: Segmentos de retas que unem
Lados dois vértices não consecutivos.
Ângulos
internos
Ângulos internos: Ângulos formados nos vértices
por dois lados consecutivos.
(na parte interna)
Vértices
Ângulos externos: Ângulos formados nos vértices
Diagonais por um lado e pelo prolongamento do outro.
(na parte externa)
Geometria
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Polígono Convexo
É aquele em que qualquer linha reta traçada
Plana
entre dois pontos pertencentes ao interior do
polígono está completamente contida no
interior do polígono.
Polígonos Nº de Lados
Triângulo 3 B
Quadrilátero 4
Pentágono 5 Polígono Côncavo
Hexágono 6 Existem pontos no interior do polígono que
Heptágono 7 estão fora do polígono quando traçamos uma
Octógono 8 linha reta entre eles.
Eneágono 9
A
Decágono 10
Undecágono 11
Dodecágono 12
B
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Geometria Plana
Alguns Conceitos
Número de Diagonais
Perímetro
Medida que descreve o contorno de Onde:
uma figura geométrica plana. NL ∙ (NL − 3) D = Número de diagonais.
D=
2 NL = Número de lados.
Área
Medida que quantifica a extensão de
uma superfície plana. Exemplo: Quantas diagonais têm um heptágono.
Resolução:
Apótema Sabemos que um heptágono é um polígono
Medida utilizada para descrever a distância composto de 7 lados.
entre o centro de uma figura geométrica
regular e um dos seus lados. Logo: NL = 7.
Usando a fórmula do cálculo de diagonais, temos:
Diagonal
Segmento de reta que une dois 7 ∙ (7 − 3) 7 ∙ 4 28
D= = = = 14 diagonais
vértices não consecutivos. 2 2 2
Geometria
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Plana
Si = (NL − 2) ∙ 180º
Onde:
Si = Soma dos ângulos internos.
Alguns Conceitos NL = Número de lados.
Ângulo Externo
Exemplo: Determine a soma dos ângulos internos
de um hexágono.
β
É o ângulo formado 𝜶
pelo prolongamento Resolução: Sabemos que um hexágono é um polígono
de um lado de composto de 6 lados.
um polígono e o lado
adjacente a ele. Logo: NL = 6.
Geometria Plana
Triângulos Isósceles
Conceito Dois lados iguais e dois
ângulos iguais.
Figura geométrica plana composta por
três lados e três ângulos.
Bizu:
Classificação em relação L L
Os ângulos
internos da
Equilátero aos lados base são iguais.
𝜶 𝜶
Três lados iguais e os três ângulos
iguais (60º). B
Bizu:
𝜶 A altura é dada por: Escaleno
L L Os três lados e os três ângulos são diferentes.
h L∙ 3
h=
2
c
𝜶 𝜶 Onde: a
L h = Altura do triângulo.
L = Lado do triângulo.
b
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Geometria Plana
Triângulos
Retângulo Classificação em relação
Possui um ângulo interno de exatamente aos lados
90º (ângulo reto).
Os outros dois ângulos são agudos Agudo
(menores que 90º)
Ex.:
O lado oposto ao ângulo reto é chamado de Todos os três ângulos
hipotenusa, os demais lados são chamados internos são agudos
catetos. (menores que 90º)
Obtuso
Cateto Ex.:
Ângulo Possui um ângulo interno
Reto maior que 90º e os outros
dois são agudos.
Cateto
Geometria Plana
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Semelhança de triângulos
Conceito
Exemplo:
Dois triângulos são semelhantes, se:
Calcular o valor de x nos triângulos a seguir:
A A’
b c b' c'
24 cm x
C a B
C’ a' B’
60º 60º
Geometria Plana
Área do Triângulo Exemplo:
Calcular a área do 7 cm
É dada pelo produto entre a medida da
triângulo usando a fórmula
base e da altura, dividido por 2.
de Herão:
14 cm
b∙h
A= Resolução:
2
Tendo a = 14, b = 9 e c = 7
Fórmula de Herão 1) Calcular o semi-perímetro:
a + b + c 14 + 9 + 7 30
A= s∙(s − a)∙(s − b)∙(s − c) s= = = = 15
2 2 2
2) Aplicar a fórmula:
Onde:
b c A= s∙(s − a)∙(s − b)∙(s − c)
a+b+c
s=
2 A= 15∙(15 − 14)∙(15 − 9)∙(15 − 7)
a s = semi-perímetro A= 15∙1∙6∙8
a, b e c = lados A= 720 A ≅ 26,83 cm2
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Geometria Plana
Relações métricas no triângulo retângulo
Exemplo 01:
c b
h No triângulo ao lado, calcule
o valor de “n”. n
m n Resolução: 20cm
a 324 = 20 ∙ n
b2 = a∙n
Com base no triângulo, temos: 324
18 2 = 20 ∙ n n=
20
≅ 16,20cm
b∙c = a∙h c2 = a∙m
Exemplo 02:
b2 = a∙n h2 = m∙n h
Calcule a altura (h) do seguinte
triângulo.
Onde: a – Hipotenusa 7cm 12cm
b e c – Catetos Resolução:
h – Altura relativa da hipotenusa h = 84 ≅ 9,16cm
h2 = m∙n
m e n – Projeções dos catetos
sobre a hipotenusa h2 = 12 ∙ 7
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Resolução: C F
x r3
Aplicamos o teorema de
18cm
Pitágoras:
a2 = b2 + c2
24cm Onde: Logo:
x2 = 24 2 + 18 2 r1, r2 e r3 = retas paralelas.
AB DE
x = 576+324 t1 e t2 = retas transversais. =
BC EF
x= 900 = 30cm
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Geometria Plana
Quadriláteros
Conceito
Retângulo
Figura geométrica plana composta por
quatro lados e quatro vértices. É um paralelogramo com quatro ângulos
retos (90 graus).
Os lados opostos são congruentes.
Paralelogramo
b
É um quadrilátero com lados opostos
paralelos.
a a
Os lados opostos são congruentes e os
ângulos opostos são iguais.
b b
Onde: Onde:
a
h a
Área: A = b∙h Área: A = b∙a
b
Perímetro: P = 2 ∙ (a + b) Perímetro: P = 2 ∙ (a + b)
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Geometria Plana
Quadriláteros
Quadrado Trapézio
É um retângulo com lados congruentes. É um quadrilátero com pelo menos
Todos os ângulos são retos e os lados um par de lados paralelos chamados
são congruentes.
Losango de bases.
É um paralelogramo com lados Os outros dois lados são chamados
L de pernas.
congruentes.
Os ângulos internos não são b
L L necessariamente retos.
a h c
Área:
L a a
D∙d B
Área: A = L2 D A=
2 (B + b)
Área: A= ∙h
Perímetro: 2
Perímetro: P = 4 ∙ L a a
P = 4∙a Perímetro: P=a+b+c+B
d
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Geometria Plana
Circunferência
Conceito
Figura geométrica plana que consiste em
uma linha curva fechada, na qual todos os Características da circunferência
pontos estão equidistantes de um ponto
central chamado de centro.
Centro
Diâmetro
É o ponto no interior da circunferência a
partir do qual todos os pontos da É um segmento de reta que passa pelo centro da
circunferência estão equidistantes. circunferência e é delimitado por dois pontos da
circunferência. O diâmetro é igual ao dobro do raio.
Raio
É a distância do centro de uma circunferência
a qualquer ponto da sua curva.
Todos os pontos da circunferência D
estão a uma distância igual ao raio r
(diâmetro)
do centro. (raio)
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Geometria Plana
Circunferência Área
Características da circunferência A = π∙r2
Corda
É um segmento de reta que une Reta Secante
dois pontos da circunferência. Intercepta a circunferência em dois
Uma corda não passa Comprimento pontos diferentes.
necessariamente pelo centro É o contorno da circunferência.
da circunferência. Reta Tangente
Também é conhecido como perímetro
da circunferência. Intercepta a circunferência em
apenas um ponto.
C = 2πr
C
(comprimento)
Bizu
corda
A razão entre o
comprimento de uma
circunferência e seu
diâmetro é igual à
constante π. Reta Secante Reta Tangente
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Geometria Plana
Circunferência
Características da circunferência
Setor Circular Exemplo:
É uma parte da circunferência Calcule a área do setor circular da
limitada por dois segmentos de reta figura abaixo:
que partem do centro e um arco da
circunferência que os conecta. Resolução:
40°
Área do setor 40º A= ∙π∙6 2
360°
α
α A= ∙π∙r2 A=
1
∙π∙6 2
360º 9
α = ângulo central
do setor circular A = 12,56m
Arco
É o segmento de curva da circunferência que
une os dois raios do setor circular.
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Geometria Espacial
Geometria Espacial
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Conceito Face
Superfície que compõe a parte externa de
É um ramo da matemática que estuda as
um sólido tridimensional.
propriedades e as relações das figuras
geométricas no espaço tridimensional. Delimitada por arestas e pode ser plana
ou curva, dependendo do sólido.
Vértice
Face
Ponto onde três ou mais arestas se encontram
em um sólido tridimensional.
Vértice
Aresta
Linha segmentada que conecta dois vértices
em um sólido tridimensional.
Ela é a linha de interseção entre duas faces
Aresta e representa a borda do sólido.
Geometria Espacial
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Conceito
Prisma
É uma figura geométrica tridimensional que
possui duas bases congruentes e paralelas, e
faces laterais que são paralelogramos.
Prisma Reto x Prisma Oblíquo
Prisma Reto Prisma Oblíquo
É um prisma no qual as arestas laterais
É um prisma no qual as arestas laterais não são
são perpendiculares às bases.
perpendiculares às bases.
Todas as faces laterais do prisma reto são
retângulos ou quadrados. As faces laterais do prisma oblíquo são paralelogramos,
mas não retângulos.
h h
Geometria Espacial
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Paralelepípedo
Conceito
Volume
Sólido tridimensional caracterizado por
ter seis faces retangulares.
V=L∙C∙H
É um caso especial de um prisma retangular,
onde todas as faces são retângulos.
Área Lateral
AL = 2∙ (L∙ H + C ∙H൯
H
Onde:
Área Total
L H = altura AT = AL + 2AB
C L = largura
C = comprimento Onde: AB =Área da base
Geometria Espacial
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Cubo
Conceito Volume
É um sólido tridimensional com seis faces
quadradas, arestas de igual comprimento V = a3
e ângulos retos.
Área Lateral
a AL = 4∙a2
Cilindro Volume
Conceito
V = Ab ∙h ou V = π∙R2 ∙h
É um sólido tridimensional que consiste
em duas bases circulares paralelas e uma
superfície lateral curva.
Cilindro aberto:
Área Lateral
AL = 2∙π∙R∙h
h
h
2∙π∙R
Área Total
Comprimento
Onde: AT = 2∙Ab+ AL da
circunferência
h = altura
R
R = Raio da base
Geometria Espacial
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Tronco de Cilindro
Conceito Volume
Figura geométrica tridimensional resultante da É igual ao volume do tronco antes do corte
remoção de uma porção de um cilindro. menos o volume descartado.
Onde:
Vt = V − Vd V = Volume do
cilindro
Volume descartado:
a
Onde: πR2 ∙(a − b)
b Vd =
a = altura maior 2
b = altura menor
R = Raio da base
R Logo, o volume πR2 ∙(a + b)
do tronco:
Vt =
2
Geometria Espacial
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Cone Geratriz
Conceito É o segmento de reta que liga o vértice do
Figura geométrica tridimensional que cone a um ponto na circunferência da base.
consiste em uma base circular e um vértice,
no qual todos os pontos da superfície Bizu: Usa-se o teorema de Pitágoras para
lateral do cone estão ligados ao vértice. encontrar o valor de g.
g Onde: Al = π ∙ R ∙ g At = A l + AB
h
h = Altura
Onde:
R = Raio da base
Volume AB = Área da base
g = Geratriz
AB ∙ h
V=
R 3
Geometria Espacial
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Tronco de Cone
Conceito Área Total
É uma figura geométrica tridimensional
que surge quando uma parte de um Área Lateral At = Al + Ab + AB
cone é removida.
Al = π∙(r + R) ∙ gt Ab = área da base menor
AB = área da base maior
g
h
Volume
h
H Volume do troco de cone é igual ao volume do
G
r cone maior menos o volume do cone menor.
gt Vt = Vtotal − Vc
ht
ou
R
ht
Vt = ∙(Ab + Ab ∙AB + AB )
3
Geometria Espacial
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Pirâmide
Conceito Área Lateral
Figura geométrica tridimensional que Área da face 4∙l∙ap PB ∙ap
consiste em uma base poligonal e faces Al = 4∙Af = =
l∙ ap 2 2
triangulares que convergem em um
Af = PB = Perímetro da base
ponto chamado vértice. 2
l Onde:
l al = aresta lateral
ap = apótema da pirâmide Base Base Base Base
Triangular Quadrada Pentagonal Hexagonal
Geometria Espacial
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Tronco de Pirâmide
Conceito
É uma figura geométrica tridimensional Área Lateral
que surge quando uma parte de uma Área da face
pirâmide é removida. Al = n ∙Af
(l + L) ∙ apt
Af = n = número de lados da base
2
h h
Volume
Área Total Volume do troco da pirâmide é
H l l
l igual ao volume da pirâmide
At = Al + Ab + AB
maior menos o volume da
pirâmide menor.
ht
apt Vt = Vpma − Vpme
L Onde:
ht = altura do tronco Vpma = Volume maior
L apt = apótema do tronco Vpme = Volume menor
Geometria Espacial
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Esfera
Conceito
Figura geométrica tridimensional onde Fuso Esférico e Cunha Esférica
todos os pontos do espaço estão a uma
mesma distância de um ponto central.
É completamente simétrica em todas R R
as direções.
α
α
Área Total
R
At = 4∙π∙R2
Geometria Analítica
Geometria
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Exemplo:
Determine as coordenadas de cada ponto no plano
Analítica
cartesiano abaixo:
Y
B
Plano Cartesiano E
Conceito A
Onde: dab = 16 + 9
Xa , Xb , Ya e Yb são as
dab = 25 dab = 5
coordenadas dos pontos.
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Geometria
4 +(−2) 10 + (−6)
Resolução: M= ,
2 2
Analítica
4 − 2 10 − 6 2 4
M= , = , M = (1,2)
2 2 2 2
Y
Ponto médio de um segmento Representação
10
Gráfica:
Fórmula
M= Xa + Xb Ya + Yb
,
2 2 2
M
4
Exemplo: -2 1
X
Calcule as coordenadas do ponto médio do
segmento AB, sendo A (4,10) e B (-2,-6).
-6
Geometria
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Exemplo:
Encontre a equação reduzida da reta que
Analítica
passa pelos pontos A (1,2) e B (2,5).
Resolução:
Y = mx + n Substituindo:
Equação da Reta
Equação Geral Equação Segmentada
Onde:
ax + by + c = 0 x y −c
−c
p + q= 1 p= e q=
a b
Exemplo:
Exemplo:
Encontre a forma geral da equação da reta que
passa pelos pontos A (0,-3) e B (3,-2). Converter a equação 2x + 4y - 8 = 0 para a
forma segmentada:
Resolução: .
Geometria Analítica
Exemplo:
Distância entre ponto e reta
Determine a distância entre o ponto P(0,2) e
a reta r: 4x - 3y - 11 = 0.
a∙xo + b∙yo + c
d= Resolução:
a 2 + b2 a=4
Temos:
xo = 0 b = -3
y yo = 2 c = -11
P reta
d Logo:
−6 − 11
d=
a∙xo + b∙yo + c 16+ 9
d=
a2 + b2 −17
d=
25
x 4∙0 + (−3)∙2 + (−11)
d=
Onde: 17
4 2 + (−3) 2 d=
xo e yo = Coordenadas do ponto 5
P(xo , yo )
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Geometria Analítica
Circunferência
Conceito Exemplo:
Figura geométrica em que todos os pontos
Determine a equação reduzida da
estão a uma mesma distância de um ponto fixo
circunferência que tem centro no ponto
chamado centro.
C(2, -4) e raio r = 2.
Essa distância constante é chamada de raio (r).
Resolução:
Equação Reduzida (x − xc ) 2 + (y − yc ) 2 = r2
(x − xc ) 2 + (y − yc ) 2 = r2 (x − 2) 2 + (y − (−4)) 2 = 22
Onde: (x − 2) 2 + (y + 4) 2 = 4
xc e yc = Coordenadas do centro
r = raio da circunferência
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Geometria
Resolução:
Temos que a equação geral é:
Analítica
x2 + y2 − 2∙xc ∙x − 2∙yc ∙y + x2 2 2
c + yc − r = 0
I II III
Igualando os termos:
Circunferência I − 2∙xc ∙x = − 4x II − 2∙yc ∙y = 6y
− 2∙xc = − 4 − 2∙yc = 6
Equação Geral −4 6
xc = yc =
−2 −2
x2 + y2 − 2∙xc ∙x − 2∙yc ∙y + x2 2 2
c + yc − r = 0
xc = 2 yc = −3
xc e yc = Coordenadas do centro
Onde:
r = raio da circunferência
III x2 2 2
c + yc − r = 4 r2 = 9
22 + (−3) 2 − r2 = 4 r= 9
Determine as coordenadas do
Exemplo: centro e o raio da seguinte 4 + 9 − r2 = 4 r=3
circunferência: − r2 = 4 − 4 − 9 C(2, −3)
x2 + y2 − 4∙x + 6∙y + 4 = 0 − r2 = − 9
Logo:
r=3
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Geometria Analítica
Elipse 2a = medida do eixo maior
Conceito Onde: 2b = medida do eixo menor
Semelhante a uma forma oval. F₁ e F₂ = focos 2c = distância focal
Conjunto de todos os pontos em um plano O = centro c
= excentricidade
cuja soma das distâncias a dois pontos fixos, a
A₁A₂ = eixo maior
chamados focos, é constante (2a).
B₁B₂ = eixo menor a2 = b2 + c2
B₁
Equação
b a
Eixo maior na horizontal:
A₁ F₁ F₂ A₂
2b
O c (x − xo ) 2 (y − yo ) 2
+ =1
a2 b2
Onde:
Eixo maior na vertical:
B₂ PF₁ + PF₂ = 2a
2c (y − yo ) 2 (x − xo ) 2
P = Ponto na Elipse + =1
2a 2 2
a b
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Geometria Analítica
Elipse 2º Passo: Determinar os
Exemplo: valores de a e b.
y (4,5)
Resolução: (x − xo ) 2 (y − yo ) 2
+ =1
a2 b 2
1º Passo: Determinar as coordenadas (x − 4) 2 (y − 4) 2
do centro. (x − 4) 2 (y − 4) 2 + =1
+ =1 5 1
C(4, 4) 2 2
( 5) 1
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Geometria Analítica
Hipérbole 2a = medida do eixo real
Conceito Onde: 2b = medida do eixo imaginário
Conjunto de todos os pontos em um plano cuja F₁ e F₂ = focos 2c = distância focal
diferença (em valor absoluto) a dois pontos c
O = centro = excentricidade
fixos, chamados focos, é constante (2c). a
A₁A₂ = eixo real
B₁B₂ = eixo imaginário c2 = a2 + b2
B₁
c Equação
b
F₁ F₂ Eixo real na horizontal:
2b
A₁ O a A₂
(x − xo ) 2 (y − yo ) 2
− =1
P a2 b2
B₂ Onde: Eixo real na vertical:
2a
PF₂ − PF₁= 2a
2c (y − yo ) 2 (x − xo ) 2
− =1
P = Ponto na Hipérbole a 2 b 2
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Geometria Analítica
Hipérbole b
c=2
Exemplo:
c
b a=1
Determine a equação da seguinte Hipérbole: F₂
F₁ c2 = a2 + b2
A₁ a A₂
y b2 = c2 − a2
b2 = 2 2 − 1 2
A₂ F₂ c=2 b2 = 3
F₁ A₁ (6,5)
Parábola
Onde:
Conceito
P₁, P₂, ... = pontos na parábola.
Conjunto de todos os pontos em um plano que p
estão equidistantes de um ponto fixo F = foco VF =
d = diretriz 2
chamado foco e de uma reta fixa chamada
diretriz. p = parâmetro VF = eixo de simetria
reta V = vértice
d (diretriz)
P’₂
P’₁ P₂ Equação
P₁
Eixo de simetria na horizontal:
V’ V
(y − yo ) 2 = 2p(x − xo )
F
Onde:
VF = VV’
Eixo de simetria na vertical:
p P₁F = P₁ P’₁
P₂F = P₂P’₂ (x − xo ) 2 = 2p(y − yo )
(...)
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Ângulos
Ângulos
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Ângulos
Quanto à medida
Nulo: A medida é igual a 0º.
Agudo: A medida é menor que 90º (e maior que 0º).
Classificação dos ângulos
< 90º
Quanto à complementação
Reto: A medida é exatamente 90º.
Complementar: dois ângulos são
complementares quando a soma de suas
medidas é igual a 90º. = 90º
Ângulos
Conversão entre Graus e Radianos
Bissetriz de um Ângulo
Linha que divide um ângulo em dois ângulos
180º rad congruentes.
A bissetriz divide o ângulo ao meio,
Exemplo: criando dois ângulos com medidas iguais.
Resolução:
180º rad 𝜶 B
Bissetriz
60º x O
𝜶
60º∙ π π AÔB e BÔC são
x= = rad congruentes.
180º 3 A
π
x= rad
3
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Trigonometria
Trigonometria
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Ciclo Trigonométrico
Conceito Representação
Representação gráfica utilizada para visualizar π
90°=
as relações entre os ângulos e as funções 2
trigonométricas.
Um ciclo completo corresponde a 360º Sentido Positivo
ou 2π radianos.
2° 1°
Dividido em 4 partes (Quadrantes). Quadrante Quadrante
Ponto de origem é colocado no lado 180°= π 0º
positivo do eixo x.
360°= 2π
3° 4°
Ângulo Positivo: Marcado no sentido anti-horário
Quadrante Quadrante
a partir do ponto de origem.
Ângulo Negativo: Marcado no sentido horário Sentido Negativo
a partir do ponto de origem.
3π
270°=
2
Trigonometria
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Ciclo Trigonométrico
Exemplo:
Ângulos Congruentes
Represente no ciclo trigonométrico os
seguintes ângulos: São ângulos que possuem o mesmo ponto de
α = 120° e β =-60°. origem e o mesmo ponto final.
Exemplo:
α β Encontre o ângulo congruente a 480°.
Está entre 90º e 180°. Como -60° é negativo
Logo está no 2º devemos deslocar no Resolução:
quadrante. sentido horário. 1º Passo: Dividir o ângulo por 360° (volta completa).
90° 90°
460° 360° 90°
120° -360° 1
180°
180°
0° 0° (100°) 100°
-60° 180°
O quociente 1 é o número de 0°
voltas completas.
270° O resto 100° é o ângulo
270°
congruente a 460°. 270°
Trigonometria
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Funções Trigonométricas
Seno
Sinais 90°=
π
Projetado sobre o eixo vertical. 2
Seu valor é a distância entre a projeção e o 2°Q 1°Q
centro do ciclo.
Varia ente -1 e 1.
senα
α
- -
3°Q 4°Q
O
3π
270°=
2
Valores Positivos: 1°Q e 2°Q
−1 ≤ senα ≤ 1
Valores Negativos: 3°Q e 4°Q
Trigonometria
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Funções Trigonométricas
Cosseno
Sinais 90°=
π
Projetado sobre o eixo horizontal. 2
Seu valor é a distância entre a projeção e o 2°Q 1°Q
centro do ciclo.
Varia ente -1 e 1.
180°= π
- + 0º
360°= 2π
α
- +
3°Q 4°Q
O cosα Eixo dos cossenos
3π
270°=
2
Valores Positivos: 1°Q e 4°Q
−1 ≤ cosα ≤ 1
Valores Negativos: 2°Q e 3°Q
Trigonometria
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Funções Trigonométricas π
90°=
2
Tangente
2°Q 1°Q
Reta paralela ao eixo dos senos.
Varia entre −∞ e +∞.
Eixo dos senos
Sinais
180°= π
- + 0º
360°= 2π
senα
α
tgα
+ -
3°Q 4°Q
O cosα Eixo dos cossenos 3π
270°=
2
Valores Positivos: Quando seno e cosseno tiverem
o mesmo sinal.
senα
tgα =
cosα Valores Negativos: Quando seno e cosseno tiverem
o sinais diferentes.
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tg2 α + 1 = sec2 α
Funções Trigonométricas
Relação entre seno e cosseno cotg2 α + 1 = cossec2 α
sen2 α + cos2 α = 1
Outras funções
Cotangente Cossecante
cosα 1 Secante
cotgα = ou cotgα = 1
senα tgα cossecα =
1 senα
secα =
Sinal = Mesmo da Tangente cosα
Sinal = Mesmo do Seno
Sinal = Mesmo do Cosseno
Trigonometria
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Funções Trigonométricas
Alguns ângulos Soma e Subtração de Ângulos
α senα cosα tgα cos(a + b) = cosa·cosb – sena·senb
Cosseno:
0° 0 1 0
cos(a - b) = cosa·cosb + sena·senb
1 3 3
30°
2 2 3
2 2 sen(a + b) = sena·cosb + senb·cosa
45° 1
2 2
1
Seno:
3
60° 3 sen(a - b) = sena·cosb – senb·cosa
2 2
90° 1 0 ---
Tangente:
180° 0 -1 0
270° -1 0 --- tga + tgb tga − tgb
tg(a + b) = tg(a − b) =
1 − tga∙tgb 1 + tga∙tgb
Trigonometria
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Triângulo Retângulo
B
Seno
β cateto oposto c b
a sen = senα = senβ =
hipotenusa a a
c
α Cosseno
C
A b b c
cateto adjacente cosβ =
cos = cosα =
hipotenusa a a
Onde:
c e b = catetos
a = hipotenusa Tangente
Bizu: c b
a2 = b2 + c2 tg =
cateto oposto
tgα = tgβ =
cateto adjacente b c
Teorema de Pitágoras
Trigonometria
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Triângulo Retângulo
Exemplo:
Encontrar o valor de x:
No triângulo abaixo, determine o seno Pelo Teorema de Pitágoras, temos:
do ângulos β.
a2 = b2 + c2 x = 225 −81
B
15 2 = 9 2 + x2 x = 144
β
15 x2 = 15 2 − 9 2 x = 12
9
Calcular o seno de 𝛃:
C
A x cateto oposto 12
sen𝛃 = sen𝛃 =
Resolução: hipotenusa 15
Sabemos que se trata de um triângulo retângulo.
x 4
sen𝛃 = sen𝛃 =
Onde: 9 e x = catetos 15 5
15 = hipotenusa
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Números Complexos
Números Complexos
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Números Complexos
propriedades
Módulo ( Z ) ou ρ
O módulo do número Z = a + b.i é
o número Z = a2 + b2
Conjugado (Z)
O conjugado do número Z = a + b.i é Ex.: Z = 2 + 3i Z= 22 + 3 2
o número Z = a − b.i
Z= 4+9
Z= 13
Ex.: Z = 2 + 3i Z = 2 − 3i
Norma Z
Oposto (-Z) A norma do número Z = a + b.i é o
O oposto do número Z = a + b.i
número Z = a2 + b2
é o número -Z = −a − b.i
Ex.: Z = 2 + 3i Z = 22 + 3 2
Ex.: Z = 2 + 3i
Z =4+9
−Z = − 2 − 3i Z = 13
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Números Complexos
Operações na forma algébrica
Adição Subtração
Dado dois números complexos: Dado dois números complexos:
Z₁: a + b ∙ i e Z₂: = c + d ∙ i
Z₁: a + b ∙ i e Z₂: c + d ∙ i
Z₁ + Z₂ = (a + c) + (b + d) ∙ i
Z₁ − Z₂ = (a − c) + (b − d) ∙ i
Z₁ = 4 + 3i
Exemplo: Exemplo:
Z₁ = 4 + 3i
Z₂ = 2 + 2i
Z₂ = 2 + 2i
Z₁ ⋅ Z₂ = (a + bi) ⋅ (c + di)
i= −1 Resolução:
Z₁ ⋅ Z₂ = ac + adi + bci + bdi² i² = −1
Z₁ ⋅ Z₂ = (ac − bd) + (ad + bc) ⋅ i
Z₁ ⋅ Z₂ = ac + adi + bci + bd ⋅ (−1)
Z₁ ⋅ Z₂ = ac + adi + bci − bd Z₁ ⋅ Z₂ = [4 ⋅ (−2) − 3 ⋅ 1] + [4 ⋅ 1 + 3 ⋅ (−2) ] ⋅ i
Z₁ ⋅ Z₂ = ac − bd + adi+ bci
Z₁ ⋅ Z₂ = [−8 − 3] + [4 − 6] ⋅ i
Divisão Determine
Z₁
Z₂
, sendo:
Z₁ = 3 − 7i
Z₂ = 3 + 4i
Dado dois números complexos Z₁ e Z₂ :
Z₁: a + b ∙ i e Z₂: = c + d ∙ i
Resolução:
Z₁ Z₁ Z₂ Onde: Z₁ (ac + bd) (bc − ad)
= ∙ Z₂ = conjugado do = + ⋅i
Z₂ Z₂ Z₂ Z₂ c²+ d² c²+ d²
denominador.
Logo: Z₁ (a + bi) ⋅ (c − di) sabemos que Z₁ [3 ⋅ 3 + (−7)⋅4] [(−7) ⋅ 3 − 3 ⋅ 4]
= = + ⋅i
Z₂ (c + di) ⋅ (c − di) i² = −1 Z₂ 3²+ 4² 3²+ 4²
Z₁ ac − adi + bci + bd
=
Z₂ c²+ d² Z₁ 19 33
=− − ⋅i
Z₂ 25 25
Z₁ (ac + bd) (bc − ad)
= + ⋅i
Z₂ c²+ d² c²+ d²
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Números Complexos
Potências de i Forma Trigonométrica ou Polar
i° = 1 i⁴ = 1 Bizu: Z = a + bi Z = ρ(cosθ + i ⋅ senθ)
i¹= i i⁵ = i
Repetem-se de
i²= -1 i⁶ = -1 quatro em quatro
i⁷ = -i Im Eixo imaginário
i³= -i unidades.
b
P senθ =
ρ
Lembre-se: b ρ a
Exemplo: i²¹ = ? Divida o expoente por 4 cosθ =
ρ
θ Re
21 4
i²¹ = ? i²¹ = i⁴ ⁵ ∙ i¹
.
-20 5 Eixo real
a
x (1) resto
i²¹ = i⁴ ∙ i¹
.
Onde:
i²¹ = 1 ∙ i¹ P = afixo ou imagem geométrica.
O expoente é múltiplo ρ = módulo.
de 4 i²¹ = i θ = argumento principal.
Números Complexos
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Exemplo:
1 3
Determine a forma trigonométrica do seguinte número complexo: Z = + i⋅
2 2
1º Passo: 2º Passo:
Determine o argumento principal (θ):
Determine o módulo (ρ):
3
1+3 senθ =
b
= 2 = 3
ρ = a2 + b2 ρ= ρ 1 2
4
1
2 2 a 1
1 3 4 cosθ = = 2 =
ρ= + ρ= ρ 1 2
2 2 4
3
Portanto, o valor de θ cujo senθ = e
ρ= 1 2
1 3 1
ρ= + cosθ = é o θ = 60º.
4 4 Logo: 2
ρ=1
Z₂ = 3 (cos60º + i ⋅ sen60º)
Bizus: Resolução:
Z₁ ⋅ Z₂ = ρ₁ ⋅ ρ₂ [cos (θ₁ + θ₂) + i ⋅ sen (θ₁ + θ₂)]
O módulo é igual ao produto dos
módulos de Z₁ e Z₂ Onde:
ρ₁= 6 θ₁ = 240º
O argumento é igual à soma dos ρ₂= 3 θ₂ = 60º
argumentos de Z₁ e Z₂
Z₁ ⋅ Z₂ = 6 ⋅ 3[cos (240º+60º) + i ⋅ sen(240º+60º)]
Z₂ = 3 (cos60º + i ⋅ sen60º)
Bizus: Resolução:
Onde: ρ₁= 6 θ₁ = 240º
O módulo é igual ao quociente dos
ρ₂= 3 θ₂ = 60º
módulos de Z₁ e Z₂.
Z₁ 6
O argumento é igual à diferença dos = ⋅ [cos (240 − 60) + i⋅sen(240 − 60)]
argumentos de Z₁ e Z₂. Z₂ 3
Z₁
= 2⋅(cos 180º + i⋅sen180º)
Z₂
Números Complexos
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Potenciação e Radiciação
Potenciação
Radiciação
Zⁿ = ρⁿ ⋅ [cos (n ⋅ θ) + i ⋅ sen(n ⋅ θ)] n θ + 2kπ θ +2kπ
Z = n ρ ⋅ [cos + i⋅sen ]
n n
Exemplo: π π
Z= 2 ⋅ [cos + kπ + i⋅sen + kπ ]
4 4
Determine as raízes quadradas do
seguinte número complexo: Substituir os valores de k até k = n -1, ou seja, 2 -1 = 1
π π Para k = 0:
Z = 2⋅[cos + i⋅sen ] π π
2 2 Z= 2 ⋅ [cos + 0∙π + i⋅sen + 0∙π ]
4 4
Resolução:
n θ + 2kπ θ +2kπ π π
Z = n ρ ⋅ [cos n
+ i⋅sen n
] Z= 2 ⋅ (cos
4
+ i⋅sen )
4
Matrizes e Determinantes
Matrizes
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Conceito Representação
É uma estrutura matemática composta por a11 = 2
números organizados em linhas e colunas. a11 a12 Ex.: a12 = 1
A= a a22 A= 2 1
3 0 −2 21 3 −1 a21 = 3
Ex: A= 4 1 −1 a22 = -1
2 1 3
Ordem de uma Matriz
Elementos Determinada pelo número de linhas e colunas
Cada elemento é representado por aij . que uma matriz possui.
i = Linha Onde:
Onde: Representada por: m x n
j = Coluna m = número de linhas
n = número de colunas
Linha 2
Ex.: Ex:
a₂₃ = A= 1 3 −1
4 1 2
Coluna 3 Ordem = 2 x 3
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Matriz Linha
Diagonais da Matriz Quadrada:
Apresenta apenas uma linha.
a b c Diagonal
Ex.: A = [2 1 −1 0] Diagonal d e f Principal
Ordem = 1 x 4 Secundária g h i
Tipos de Matrizes
Matriz Nula Matriz Identidade
Possui todos os elementos iguais É uma matriz quadrada onde todos os
a zero. elementos da diagonal principal são iguais a
1 e todos os demais são iguais a 0.
Ex.: 0 0 0
1 0 0
A= 0 0 0 Ex.:
A= 0 1 0
0 0 0
0 0 1
Ex.: 2 0 0
A= 0 1 0 4 0 0
Ex.:
0 0 −1 A = −1 2 0
3 1 2
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Bizu: (At ) t = A At = −A
0 −2 3
Matriz Simétrica Ex.:
At = 2 0 −4
Matriz em que sua transposta é igual a 0 2 −3 −3 4 0
própria matriz. A = −2 0 4
3 −4 0 0 3
At = A 1 2 3 1 2 3
−2
−A = 2 0 −4
A= 2 4 5 At = 2 4 5 −3 4 0
3 5 6 3 5 6
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Matrizes
Lei de Formação Resolução:
Regra ou método que é seguido para Como a matriz é de ordem 2 x 2, temos:
determinar os elementos de uma matriz
com base em alguma relação ou padrão a11 a12
específico. A= a a22
21
Bizu:
a11 = (1 + 1) 2 = 22 = 4
Essa lei varia. Não há uma única “lei”
que se aplique a todas as matrizes. a12 = (1 + 2) 2 = 3 2 = 9
a21 = (2 + 1) 2 = 32 = 9
Exemplo: a22 = (2 + 2) 2 = 4 2 = 16
Determine a matriz de ordem 2 x 2
formada pela seguinte lei:
4 9
Logo: A=
Aij = (i + j) 2 9 16
Matrizes
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Multiplicação de um
escalar por uma matriz
Operações com Matrizes Cada elemento da matriz é multiplicado
pelo número.
Matrizes
Propriedades da Multiplicação
Associativa Elemento Neutro
Existindo o produto A∙(B∙C), então:
Onde:
I = Matriz Identidade
A∙ B∙C = (A∙B)∙C I∙A = A∙I = A
A = Matriz Quadrada
Matrizes Exemplo:
2 3
Matriz Inversa (A−1 ) A=
1 2
É uma matriz que, quando multiplicada por outra Resolução:
matriz, resulta na matriz identidade.
A∙A−1 = I
A∙A−1 = A−1 ∙A = I Sendo:
Bizu: A−1 = a b e I= 1 0
c d 0 1
Nem sempre a matriz tem uma matriz Logo:
inversa. Caso a matriz não possua uma
inversa, dizemos que é uma matriz A∙A−1 = I
singular.
2 3 ∙ a b = 1 0
1 2 c d 0 1
Continuação:
Matrizes
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Propriedades da Multiplicação
Exemplo (Continuação ): a = −2c a=2
a = −2 ∙ (−1)
2a + 3c 2b + 3d = 1 0
a + 2c b + 2d 0 1
II) b + 2d = 1 3d
b=−
2
3d 3d
b=− − + 2d = 1
2a + 3c = 1 2 2 3∙2
b=−
2b + 3d = 0 2
−3d + 4d
a + 2c = 0 a = −2c =1
b + 2d = 1 2
b = −3
−3d + 4d = 2
I) 2a + 3c = 1 d=2
2(−2c) + 3c = 1
−4c + 3c = 1 2 −3
Logo: A =
−c = 1 −1 2
c = −1
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Determinantes
Conceito
Matriz de 2ª ordem
É um número escalar que pode ser
associado a uma matriz. O determinante é dado pelo produto da
É definido apenas para matrizes diagonal principal menos o produto da
quadradas. diagonal secundária.
Determinantes
Matriz de 3ª ordem 2 1 1
Ex.:
Para encontrar o determinante, usamos a A= 3 1 2
regra de Sarrus. 1 −1 0
1º Passo: 1º Passo:
det(A) = 2
Determinantes
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a b
A= a b
c d A= B = k∙a k∙b
c d k∙c k∙d
a b
B = a k∙b C=
c k∙d k∙c k∙d
det(B) = kn ∙det(A)
det(B) = det(C) = k∙det(A)
Onde:
n = Ordem da Matriz
Determinantes
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a b 0 A=
a b B= c d
A= c d 0 det(A) = 0 c d a b
e f 0
det(B) = − det(A)
Onde:
Determinante da Matriz Transposta F1 , F2 , F3 … = Linhas ou Colunas
a, b ... = Coeficientes (números)
O determinante de uma matriz é igual ao
determinante da matriz transposta.
Ex.: 1 2 3 Observe:
a b c a d g A= 2 3 1 L3 = 1∙L1 + 2∙L2
A= d e f At = b e h 5 8 5
g h i c f i Logo:
(5, 8, 5) = 1∙(1, 2, 3) + 2∙(2, 3, 1)
(5, 8, 5) = (5, 8, 5)
Determinantes
Menor Complementar Resolução:
É o determinante de uma submatriz Devemos eliminar a linhas e a coluna do
originada eliminando a linha e a coluna elemento a23 (2):
do elemento aij .
3 7 4
Representado por Mij . A= 2 1 2
1 4 2
Exemplo:
Sobra a seguinte matriz:
Determine o menor complementar do
3 7
elemento a23 , da matriz a abaixo: A=
1 4
Determinante da nova matriz:
3 7 4
A= 2 1 2 M23 = 3∙4 −7∙1
1 4 2
M23 = 12 − 7 M23 = 5
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Determinantes
Cofator Resolução:
Exemplo: i + j = 1 + 1 = 2 (par)
Determinantes
Exemplo:
Teorema de Laplace
Calcule o determinante da seguinte matriz:
Fornece uma maneira de calcular o
determinante de uma matriz quadrada
3 1 0 1
qualquer.
A = 0 −1 3 4
1 1 0 2
1º Passo: Escolher uma fila (Linha ou Coluna). 0 1 1 −1
Bizu: Preferência para fila com mais zeros.
Resolução:
2º Passo: Multiplicar cada elemento da fila 1º Passo: Escolher uma fila:
pelo seu cofator.
1ª Coluna.
3º Passo: Somar os valores encontrados no
2º passo. 2º Passo: Multiplicar cada elemento da fila
pelo seu cofator:
Continuação:
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Determinantes
2º Passo: (...)
Elemento a31 : 1 0 1
Elemento a11 : C31 = −1 3 4
1 1 −1
−1 3 4
C11 = 1 0 2 C31 = M31 = 1∙3∙ −1 + 0∙4∙1 + 1∙(−1)∙1 − [1∙3∙1 + 0∙(−1)∙ −1 +
1 1 −1 1∙1∙4]
C31 = M31 = −3 − 1 − (3 + 4)
C11 = M11 = −1 ∙0∙ −1 + 3∙2∙1 + 4∙1∙1 −
[4∙0∙1 + 3∙1∙ −1 + (−1)∙1∙2] C31 = M31 = − 4 − 7 = −11
Como: a21 = 0 D = 45 + 0 – 11 + 0
Sistemas Lineares
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Sistemas Lineares
Classificação
Possível Determinado (SPD) Exemplo:
Matriz incompleta:
2x + 3y = 5
Apresenta uma única solução. 2 3
O determinante da matriz incompleta 4x − 2y = 10 4 −2
é diferente de 0 (zero).
DMi = 2 ⋅ (−2) − 3 ⋅ 4
DMi = 2 3
Bizu: 4 −2
DMi = − 4 − 12
Para determinar a matriz incompleta, basta
observar a seguinte característica: DMi = − 16
*A matriz é formada apenas pelos coeficientes
das incógnitas. Como o determinante da matriz incompleta
é diferente de 0 (zero), é um sistema
possível e determinado (SPD).
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Classificação 1º Passo:
Determinante da matriz incompleta (DMi )
2 3 DMi = 2 ⋅ 6 − 3 ⋅ 4
Possível e Indeterminado (SPI) 4 6
DMi = 0
Apresenta infinitas soluções.
2º Passo:
O determinante da matriz incompleta e os Determinantes secundários (Dx , Dy ):
determinantes secundários são iguais a 0 (zero).
5 3 Dx = 5 ⋅ 6 − 3 ⋅ 10
Dx =
Bizus: 10 6 Dx = 30 − 30
Determinantes secundários: Dx = 0
1º Passo:
Sistemas Lineares
Determinante da matriz incompleta (DMi )
DMi = 1 ⋅ 4 − 2 ⋅ 2
1 2
DMi = 4 − 4
Classificação
2 4
DMi = 0
2º Passo:
Sistema Impossível Determinantes secundários (Dx , Dy ):
Sistema Homogêneo
1º Passo: Isolar uma das incógnitas.
Todos os termos independentes são x + 2y = 5
iguais a 0 (zero).
x = 5 − 2y
2x − y + z = 0
Ex.:
4x + 2y − 2z = 0 2º Passo: Substituir o valor encontrado.
3x + y − z = 0 3x − y = 8
x = 5 − 2y
Soluções dos Sistemas 3 (5 − 2y) − y = 8
15 − 6y − y = 8 x = 5 − 2∙1
Método de substituição:
− 7y = 8 − 15 x=5−2
1º passo: Isolar uma das incógnitas.
− 7y = − 7 x=3
2º passo: Substituir o valor encontrado na −7
outra equação. y=
−7
S = 3, 1
y=1
Sistemas Lineares
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Teorema de Cramer
Dy 1º Passo: Determinante da matriz incompleta.
Dx Dz
x= y= z= (...)
DMi DMi DMi DMi = 1 ⋅ (−1) − 1 ⋅ 2
DMi = 1 1 DMi = − 3
2 −1 DMi = − 1 − 2
Onde:
DMi = Determinante da matriz 2º Passo: Determinantes secundários.
incompleta
Dx = 5 1 Dx = 5 ⋅ (−1) − 4 ⋅ 1
Dx , Dy , Dz = Determinante 4 −1 Dx = − 9
Dx = −5 − 4
secundários.
Dy = 1 5 Dy = 1 ⋅ 4 − 5 ⋅ 2 Dy = − 6
2 4 Dy = 4 − 10
x+y=5
Exemplo: 3º Passo: Encontrar as variáveis.
2x − y = 4
Dx − 9 Dy −6
x= = =3 y= = =2 S = 3, 2
DMi − 3 DMi − 3
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Tabelas e Gráficos
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Tabelas e Gráficos
Tabelas
Conceito Título: fornece uma descrição concisa
do conteúdo analisado.
São utilizadas para organizar conjuntos de
dados para facilitar a análise e Cabeçalho: contém as variáveis ou
interpretação de informações. categorias que estão sendo medidas.
Título
Ex:
Tabela 1.1: Vendas mensais do 1º Semestre
Corpo: contém os dados
Mês Vendas Cabeçalho
propriamente ditos.
janeiro 120
fevereiro 150 Bizu:
Corpo
março 110 Cada célula na tabela representa um valor
abril 180 específico, no qual corresponde à
intersecção de uma linha e uma coluna.
maio 200
junho 160
Fonte: Relatório da empresa Rodapé Rodapé: usados para fornecer explicações
adicionais, bem como identificar a fonte
dos dados.
Tabelas
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Tabelas de frequência
Conceito
Organizam dados em categorias e mostram a
contagem ou a frequência de ocorrências em Exemplo:
cada categoria. Alturas de um grupo de 10 alunos:
160 – 160 – 170 – 165 – 170 – 175 – 170 – 160 – 165 - 170
1) Frequência Absoluta (FA )
Representa o número real de ocorrências em
cada classe ou quantas vezes um dado cai Tabela de frequência de alturas
dentro de um determinado intervalo. Frequência Frequência
Altura Porcentagem
Absoluta Relativa
2) Frequência Relativa (FR ) 160 3 0,30 30%
É a proporção ou porcentagem da frequência 165 2 0,20 20%
absoluta em relação ao total de observações. 170 4 0,40 40%
175 1 0,10 10%
É dada por: FA Onde:
FR = Total 10 1 100%
n n = número total de
observações.
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Exemplo: Bizus:
Alturas de um grupo de 20 alunos: *A representação “a ⊢ b” refere-se ao intervalo
150 – 151 – 153 – 158 – 160 – 161 – 161 – 163 [a, b[, em que inclui a, mas não inclui b.
– 164 – 166 – 169 – 171 -173 – 175 – 175 –
178 – 182 – 185 – 188 - 192 *Amplitude é dada pela diferença de b – a .
*A representação “a ⊢⊣ b” inclui ambos os limites.
Tabelas
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Frequências Acumuladas
Gráficos
Categoria Porcentagem
aluguel 30%
alimentação 25%
transporte 15%
entretenimento 10%
outros 20%
Conceito Exemplo: TOTAL 100%
Mostra a representação visual que
Tipos de
facilita a apresentação, interpretação Entretenimento
e análise de dados.
despesas
10% Outros
20%
Transporte
15%
Gráfico de setores
Mostra a proporção das partes em 30%
relação ao todo. 25% Aluguel
Alimentação
Também conhecidos como Bizu:
gráfico de pizza.
O ângulo de cada setor é encontrado por regra de três
São circulares e divididos em setores,
em que cada setor representa uma 360º⋅30%
categoria específica. Ex.: aluguel x=
100% 360º 100%
30% x
x = 108°
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Gráficos
Gráfico de Barras
Verticais
(vendas)
100
75
Gráfico de Barras
50
São úteis para comparar quantidades 40
entre diferentes categorias.
Também utilizados para demonstrar
mudanças ao longo do tempo. A B C D (produto)
(vendas)
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160 ⊢ 170
Frequência
Absoluta
2
Frequência
Relativa
0,133
Porcentagem
13,3%
170 ⊢ 180 7 0,466 46,6%
Histograma
180 ⊢ 190 5 0,333 33,3%
Tipo específico de gráfico de barras que
190 ⊢⊣ 200 1 0,066 6,6%
representa a distribuição de frequências
de um conjunto de dados. Total 15 - -
Valores agrupados em classes de * Porcentagens aproximadas
intervalos.
Bizu: Gráfico:
Gráficos Mês
Janeiro
Fevereiro
Vendas
550
600
(mês)
JAN FEV MAR ABR MAIO JUN
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Medidas de Centralidade,
Variabilidade e Dispersão
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Médias
Média Aritmética Simples
Conceito Exemplo:
Razão entre a soma dos elementos e a
quantidade de elementos (n). Determine a média aritmética simples
dos seguintes números:
4, 8, 12, 6, 10 , 14.
Fórmula:
x1 + x2 + … + x n Resolução:
M=
n 4 + 8 + 12 + 6 + 10 + 14
M=
6
54
M= M=9
6
Médias
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Média Geométrica
Exemplo:
Conceito
Raiz enésima (índice n) dos produtos Determine a média geométrica dos
dos termos. seguintes termos:
2, 4, 8.
Fórmula:
Resolução:
n=3
Mg = n x1 ⋅ x2 ⋅ … ⋅ xn
3
Mg = 2 ⋅ 4⋅ 8
3
Onde: Mg = 64
n = números do termos. 3
Mg = 43 Mg = 4
Médias
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Média Harmônica
Exemplo:
Conceito
Razão entre o número total de Determine a média harmônica dos
elementos e a soma dos inversos seguintes termos:
dos respectivos elementos.
3, 6 e 12
Fórmula: Resolução: 3
Mh =
n=3 7
n
Mh = 12
1 1 1 3
+ + … +x Mh = 12
x1 x2 n 1 1 1
+ + Mh = 3 ⋅
3 6 12 7
3
Mh = 36
4+2+1 Mh =
7
12
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Mediana
Exemplo:
Determine a mediana do seguinte
conjunto de dados:
18 – 12 - 20 - 15 - 22
Conceito
Medida estatística que representa o Ordenar os dados:
valor central de um conjunto de 12 – 15 - 18 - 20 - 22
dados ordenado. Como n é ímpar:
Para calcular a mediana, os dados
precisam estar organizados em ordem Mediana = X5 + 1 = X3 = 18 (3º elemento)
crescente ou decrescente. 2
Exemplo:
Sendo: X1 , X2 , X3 , …, Xn Determine a mediana do seguinte
conjunto de dados:
Se n for ímpar = Xn + 1
18 – 12 - 20 - 15 – 25 - 22
2
X n + Xn + 1 12 – 15 - 18 - 20 – 22 - 25
2 2 Como n é par:
Se n for par = X6+X6 + 1
2
Mediana = 2 2 = X3 + X4 = 18 + 20 = 19
n = número de elementos 2 2 2
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Moda
Conceito Dados Agrupados
Valor (ou valores) que ocorre com A Moda é o valor com maior
mais frequência. frequência.
Bizu:
Exemplo:
Um conjunto de dados pode ter mais de
uma moda. Tabela: Notas dos alunos.
Notas Frequência
6 5
Ex: 10 – 15 – 20 – 15 – 22 – 15 – 18 – 7 12
20 - 25 8 8
Moda: 15 9 7
10 3
Ex: 2 – 3 – 8 – 3 – 7 – 8 – 1 – 8 – 3 - 6
Como a nota 7 teve maior frequência (12), temos:
Moda: 8 e 3
Moda: 7
Variância
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Conceito Exemplo:
Descreve o quão distante individualmente os
valores de um conjunto de dados estão da média Determine a variância do seguinte
aritmética desse conjunto. conjunto de dados:
Bizu: Notas dos alunos:
Uma variância baixa indica que os valores Turma A: 5 – 6 – 5 – 4 - 5
tendem a estar próximos à média, enquanto uma
variância alta indica que os valores estão
Resolução:
dispersos em relação à média.
Turma A:
5 + 6 + 5 + 4 + 5 25
(x1 − ഥx) 2 +(x2 − ഥx) 2 + … + (xn − x
ഥ) 2 x
ഥ= = =5
5 5
σ2 =
n
2 (5−5) 2 + (6−5)2 + (5−5)2 + (4−5) 2 + (5−5)2
σ =
2 5
Onde: σ = Variância 1+1 2
x
ഥ = Média Aritmética σ2 = = = 0,40
5 5
n = Número de elementos
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Desvio Padrão
5 + 6 + 5 + 4 + 5 25
Turma A: x
ഥ= = =5
5 5