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Classificação de Risco em Edifícios N2

O documento caracteriza os espaços do Centro de Formação, classificando-os segundo a legislação em vigor sobre segurança contra incêndios, incluindo o Decreto-Lei n.º 220/2008 e suas alterações. O edifício é classificado como de utilização mista, com diversas utilizações-tipo e categorias de risco, sendo a principal a Tipo IV, referente a atividades educativas. A análise dos locais de risco e das condições de segurança resulta na classificação do edifício na 2.ª categoria de risco, considerando fatores como altura, efetivo total e características dos espaços.

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Classificação de Risco em Edifícios N2

O documento caracteriza os espaços do Centro de Formação, classificando-os segundo a legislação em vigor sobre segurança contra incêndios, incluindo o Decreto-Lei n.º 220/2008 e suas alterações. O edifício é classificado como de utilização mista, com diversas utilizações-tipo e categorias de risco, sendo a principal a Tipo IV, referente a atividades educativas. A análise dos locais de risco e das condições de segurança resulta na classificação do edifício na 2.ª categoria de risco, considerando fatores como altura, efetivo total e características dos espaços.

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1.

Caracterize os espaços, identificando a respetiva utilização-tipo e categoria de


risco justificando as suas opções com base na legislação em vigor.

O Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, alterado pelo Decreto-lei n.º 224/2015, de 9 de


outubro, sofreu a 3ª alteração pela Lei n.º 123/2019, de 18 de Outubro, que estabelece o
Regime Jurídico da Segurança Contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE), engloba as disposições
regulamentares de segurança contra incêndio aplicáveis a todos os edifícios e recintos,
distribuídos por 12 utilizações-tipo, sendo cada uma delas, por seu turno, estratificada por quatro
categorias de risco de incêndio. Também a Portaria n.º 1532/2008, de 29 de dezembro
Regulamento Técnico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios (RT-SCIE), que define a
regulamentação técnica das condições de segurança contra incêndio em edifícios e recintos,
sofreu alterações, com a publicação da Portaria nº 135/2020, de 2 de junho, onde são aprovados
um vasto conjunto de importantes alterações de SCIE. Esta portaria abrange as condições técnicas
exteriores comuns dos edifícios em exploração, as condições de comportamento ao fogo,
isolamento e proteção, as condições de evacuação, as condições das instalações técnicas, as
condições dos equipamentos e sistemas de segurança e as condições de autoproteção e
considerados não apenas os edifícios de utilização exclusiva, mas também os edifícios de
ocupação mista. Ora sendo o Centro de Formação um edifício de ocupação mista, a sua
classificação será feita nos termos alínea 5) do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 224/2015 ” os edifícios
e recintos de utilização mista aplicam-se as exigências mais gravosas de entre as diversas utilizações-tipo no que
respeita às condições de autoproteção dos espaços comuns, às condições de resistência ao fogo dos elementos
estruturais comuns, às condições de resistência ao fogo dos elementos de compartimentação comuns, entre si e das vias
de evacuação comuns, e às condições de controlo de fumos em vias de evacuação comuns, podendo partilhar os
sistemas e equipamentos de segurança contra risco de incêndio do edifício.”

A utilização-Tipo (UT) de um edifício é uma classificação que se dá a partir do uso dominante que
esse edifício tem. É atribuída de acordo com o artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 220/2008, alterado
pelo Decreto-Lei n.º 224/2015 e na nota técnica nº 1 da Prociv (Utilizações-Tipo de edifícios e
recintos), e auxiliar os projetistas e adoção das Medidas de autoproteção na identificação
expedita a que UT pertence um determinado edifício, parte de edifício ou recinto, para efeito de
aplicação do RT-SCIE.
O Centro de Formação, como entidade gestora do Edifício Centro de formação é o responsável,
durante todo ciclo de vida do edifício, pela manutenção das suas condições de segurança contra
risco de incêndio e da execução das medidas de autoproteção aplicáveis aos espaços que lhe
pertençam e comuns às outras utilizações, para efeitos de SCIE é composto pela seguinte UT:
- Tipo II “estacionamentos”, engloba os edifícios destinados exclusivamente à recolha de veículos
e seus reboques;
- Parques de estacionamento cobertos, abertos ou fechados, e ao ar livre, públicos ou privados;
-Tipo III “administrativos”, são edifícios onde se desenvolvem atividades administrativas, de
atendimento ao púbico ou de serviços;
- Tipo IV «escolares», corresponde a edifícios ou partes de edifícios recebendo público, onde se
ministrem ações de educação, ensino e formação ou exerçam atividades lúdicas ou educativas
para crianças e jovens, podendo ou não incluir espaços de repouso ou de dormida afetos aos
participantes nessas ações e atividades, nomeadamente escolas de todos os níveis de ensino,
creches, jardins –de -infância, centros de formação, centros de ocupação de tempos livres
destinados a crianças e jovens e centros de juventude” [alínea d) do ponto 1 do art. 8.º do
Decreto-Lei 220/2008, alterado pelo Decreto-Lei 224/2015].
Conforme nota técnica nº 1 da Autoridade Nacional de Proteção Civil – ANPC, acho pertinente
assinalar outra tipologia onde em meu entender se enquadra os 2 auditórios:
-TIPO VI “ESPETÁCULOS E REUNIÕES PÚBLICAS” Edifícios, partes de edifícios, recintos itinerantes
ou provisórios e ao ar livre que recebem público, destinados a espetáculos, reuniões públicas,
exibição de meios audiovisuais, bailes, jogos, conferências, palestras, culto religioso e exposições,
podendo ser, ou não, polivalentes, e desenvolver as atividades referidas em regime não
permanente:
- Auditórios;
Atendendo ao seu uso, os edifícios e recintos podem ser de utilização exclusiva (quando integrem
uma única utilização-tipo) ou de utilização mista (quando integrem diversas utilizações-tipo), e
devem respeitar as condições técnicas gerais e específicas definidas para cada utilização-tipo.

Como a área que os serviços administrativos ocupam não é superior a 10% do total do edifício
onde se encontram, então estes mesmos serviços podem ser enquadrados na UT IV. De acordo
com o artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 220/2008, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2015, por
razões de exploração e funcionamento, as bibliotecas, as salas polivalentes e os
refeitórios/cantina podem dispensar a aplicação do n.º 3 do artigo 8.º do Decreto-Lei n.º
220/2008, passando estes espaços a integrar a UT IV, independentemente do efetivo, da área e
da entidade que os explora. Sendo assim, o Centro de formação constitui um edifício de utilização
exclusiva, sendo uma UT IV.
Conforme artigos 10.º e 11.º do Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios - RJ-
SCIE (Classificação dos locais de risco e Restrições do uso em locais de risco) do Decreto-Lei
220/2008, alterado pelo Decreto-Lei 224/2015 e pela Lei n.º 123/2019, permite identificar todos
os espaços dos edifícios e recintos, com exceção dos espaços interiores a fogos de habitação e das
vias horizontais e verticais de evacuação, são classificados entre seis possíveis locais de risco, de A
a F, consoante a natureza do risco.
Local de Risco. A – Local que não apresenta riscos especiais, no qual se verifiquem
simultaneamente as seguintes condições:
- O efetivo não exceda 100 pessoas;
- O efetivo de público não exceda 50 pessoas;
- Mais de 90% dos ocupantes não se encontrem limitados na mobilidade ou nas
capacidades de perceção e reação a um alarme;
- As atividades nele exercidas ou os produtos, materiais e equipamentos que contém não
envolvam riscos agravados de incêndio.

Local de Risco B – local acessível ao público ou ao pessoal afeto ao estabelecimento, com um


efetivo superior a 100 pessoas ou um efetivo de público superior a 50 pessoas, no qual se
verifiquem simultaneamente as seguintes condições:
- Mais de 90% dos ocupantes não se encontrem limitados na mobilidade ou nas capacidades de
perceção e reação a um alarme;
- As atividades nele exercidas ou os produtos, materiais e equipamentos que contém não
envolvam riscos agravados de incêndio.
Local de Risco C – local que apresenta riscos agravados de eclosão e de desenvolvimento de
incêndio devido, quer às atividades nele desenvolvidas, quer às características dos produtos,
materiais ou equipamentos nele existentes.
Local de Risco D – local de um estabelecimento com permanência de pessoas acamadas ou
destinado a receber crianças com idade não superior a seis anos ou pessoas limitadas na
mobilidade ou nas capacidades de perceção e reação a um alarme.
Local de Risco E – local de um estabelecimento destinado a dormida, em que as pessoas não
apresentem as limitações indicadas nos locais de risco D.
Local de Risco F – local que possua meios e sistemas essenciais à continuidade de atividades
sociais relevantes, nomeadamente os centros nevrálgicos de comunicação, comando e controlo.
Os fatores de risco que condicionam esta classificação variam de UT para UT, havendo alguns
comuns.
Tabela n.º 3: Fatores que determinam a categoria de risco de uma UT.
UT I II III IV V VI VII VIII IX X XI XII
Altura ● ● ● ● ● ● ● ● ● ● ●
Área bruta ●
Saída direta exterior ● ● ●
Coberto versus ar livre ● ● ● ●
Efetivo total ● ● ● ● ● ● ● ● ●
Efetivo D ou E ● ● ●
N.º pisos abaixo PR ● ● ● ● ● ● ●
Carga de incêndio ●
Densidade de carga de incêndio modificada ●

Assim, para o Centro de formação UT IV foi considerado os fatores:


 Altura da UT - a diferença de cota entre o plano de referência e o pavimento do último
piso acima do solo, suscetível de ocupação por essa utilização-tipo;
 Efetivo total - o número máximo estimado de pessoas que pode ocupar em simultâneo
um dado espaço de um edifício ou recinto;
 Efetivo locais de risco (D e E) - a classificação de qualquer área de um edifício ou recinto,
em função da natureza do risco de incêndio, com exceção dos espaços interiores de cada
fogo e das vias horizontais e verticais de evacuação;
 Espaço coberto ou ao ar livre – áreas exteriores e interiores dos edifícios ou recintos;
 Número de pisos abaixo do plano de referência - o plano de nível, à cota de pavimento
do acesso destinado às viaturas de socorro, medida na perpendicular a um vão de saída
direta para o exterior do edifício;
De acordo com os artigos 12.º e 13.º do RJ-SCIE descrever mais detalhadamente a classificação
das quatro categorias de risco para cada UT. Cada uma das 12 utilizações-tipo UT (ver NT 01)
existentes em edifícios, recintos ou suas partes é classificada, em termos de risco, numa de quatro
categorias (da 1.ª, menos gravosa, à 4.ª mais gravosa).
O Centro de formação é constituído por dois pisos, um rés-do-chão (Piso 1) e um 1º andar (Piso 2)
e foi calculado o número de efetivo conforme o art.º 51.º da Portaria 1532/2008 e pelo art. 10.º
do DL 220/2008, alterado pelo DL 224/2015.

IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO
Centro de Formação
Morada: Rua Herculano Mendonça, nº 43
Vila Real de Santo António
Rua principal- Este: Rua Herculano Mendonça
• Pé direito de cada piso = 3 metros
Tem também um parque de estacionamento subterrâneo com lugares para 50 automóveis que se
encontra no piso -1.
PIS LOC CATEGORI
UT LOCAL O ÁREA EFETIVO AL DE RISCO A DE RISCO OBSERVAÇÕES
(m2)
IV 2 A 1 Pelo art. 10.º/1 a) do
Integrado Sala de 40 12 DL 220/2008, alterado
Reuniões pelo DL 224/2015
IV 2 1 Pelo art. 10.º/1 c) do
Integrado 4 Salas de 50 100 A/C Considera-se espaço DL 220/2008,
Formação com risco de carga de alterado pelo DL
incêndio devido às 224/2015
atividades
desenvolvidas,
materiais e
equipamentos
(Computadores)
IV 2 21,5 1 Pelo art. 10.º/1 a) do
Integrado 7 Gabinetes 7 A DL 220/2008, alterado
pelo DL 224/2015
IV 2 A 1 Pelo art. 10.º/1 a) do
Integrado Sala de 40 12 DL 220/2008, alterado
Reuniões pelo DL 224/2015
IV 2 1 Pelo art. 10.º/1 b) do
Integrado Auditório 253,5 200 B DL 220/2008,
alterado pelo DL
224/2015
IV 2 WC 2 A 1 Pelo art. 10.º/1 a) do
Integrado DL 220/2008,
alterado pelo DL
224/2015
Piso 2
IV 1 2 Pelo art. 10.º/1 d) do
Integrado 40 66 D Efetivo em locais de DL 220/2008, alterado
Creche risco D =<100(6 func e pelo DL 224/2015
60 crianças)
IV 1 1 Pelo art. 10.º/1 b) do
Integrado Cantina 200 120 B Principio da não DL 220/2008,
simultaneidade alterado pelo DL
224/2015
IV Cozin 1 1 Pelo art. 10.º/1 c) do
Integrado ha 3 DL 220/2008, alterado
30 C pelo DL 224/2015

IV 1 A
Integrado 2 Gabinetes
IV 1 1 Pelo art. 10.º/1 b) do
Integrado Auditório 253,5 200 B DL 220/2008,
alterado pelo DL
224/2015
IV 9 WC 1 A 1 Pelo art. 10.º/1 a) do
Integrado DL 220/2008,
alterado pelo DL
224/2015
1 115, 6 1 Pelo art. 10.º/1 a) do
IV Secretaria do 5 A Na soma das áreas = DL 220/2008,
+ 136,5 m2 o espaço alterado pelo DL
UTIII Centro +
2 tem mais de 10 % do 224/2015
21
Público total do edifício
(771,5 m2)
RC - Piso 1
Estacionamen -1 1 Pelo art. 10.º/1 a) e
IV to 50 A - Espaço Coberto 3.º al. n) do DL
UTII coberto - Altura < 9 m 220/2008, alterado
- Área Bruta < 3200 pelo DL 224/2015
m2
- Nº de pisos abaixo
do plano de
referência: 1
Garagem -1

Assim para Categoria de risco, como estamos perante um edifício com menos de 9m de altura,
efetivo total inferior a 500 pessoas e efetivo em locais de risco D inferior a 100, sendo que Centro
de Formação apresenta um efetivo em local D superior ou igual a 25, enquadra-se na 2.ª categoria
de risco (com locais de risco D).

Fonte: Decreto-Lei nº 220/2008, ANEXO III (quadro referido no n.º 1 do artigo 12.º)

2. Elabore o organograma relativo à organização de segurança, com indicação do


responsável de segurança, delegado de segurança e equipas do sistema de segurança
interno; definir algumas funções aplicáveis a cada equipa.
A entidade responsável pela manutenção das condições de segurança e implementação das
medidas de autoproteção, que pode ser pessoa coletiva ou individual, que se designa por
responsável de segurança (RS). Conforme disposto na Portaria n.º 135/2020, no n.º 3 do artigo
205.º, “A organização em situação de emergência deve contemplar: a) Os organogramas hierárquicos e
funcionais do SSI cobrindo as várias fases do desenvolvimento de uma situação de emergência,
nomeadamente as atividades descritas nos n.ºs. 4 e 5 do presente artigo; b) A identificação dos delegados e
agentes de segurança componentes das várias equipas de intervenção, respetivas missões e
responsabilidades, a concretizar em situações de emergência”.
Assim, cabe como entidade gestora do Edifício Centro de formação ser o responsável, conforme
disposto no n.º 1 do artigo 194.º da Portaria 1532/2008 (RT-SCIE), de 29 de Dezembro que varia
em função das utilizações tipo, tal como está representado no quadro seguinte:

Quadro – Responsáveis de Segurança por utilização tipo

Face às características do estabelecimento de formação, existe a necessidade da constituição de


um sistema organizativo interno onde pessoal dos gabinetes, funcionários são designados para o
desempenho de funções operacionais específicas em situação de emergência. Assim, face ao
horário laboral compreendido entre as 09h00 e as 18h00 e dos recursos humanos permanentes
no centro de formação (20 pessoas), fica estipulado as funções e as tarefas dos diversos
intervenientes constantes de uma lista, afixada em local apropriado. São sempre equacionados
um elemento efetivo e um elemento de reserva para o caso de o primeiro estar indisponível na
altura da ocorrência.
De acordo com o quadro XL da Portaria n.º 1532/2008, durante o horário de funcionamento do
Centro de Formação, deve ser assegurada a presença simultânea de um número mínimo de
elementos das equipas de segurança como se mostra no quadro seguinte. A forma como as MAP
foram elaboradas para o Centro de Formação garante o número de elementos necessários da
equipa de segurança.

Número mínimo de elementos das equipas de segurança

Número mínimo de elementos das


UT Categoria de risco
equipas de segurança
IV 2.ª (com locais de risco D) Seis

Durante o período de funcionamento do centro de formação fica assegurada a presença


simultânea do número mínimo de seis elementos da equipa de segurança e no máximo de dez
elementos.
ORGANIGRAMA DE EMERGÊNCIA

A composição das equipas e atribuições das funções de emergência tem como centro de controlo
a secretaria por estar no r/c, bem como existir escadarias de acesso ao estacionamento coberto e
piso 2 (1º andar) permitir a evacuação perante vários cenários de emergência. Apresenta-se de
seguida uma hipótese para a equipa de emergência.
EQUIPA DE EMERGÊNCIA

Função Nome/ Contacto Substituto

Responsável de segurança João Sá (900000000) Zélia Trindade (900000000)

Delegado de Segurança Paulo Osório Zélia Trindade (900000000)


(900000000)

9:00 h – 18:00 h
Zélia Trindade
Equipa de Alarme e Alerta/
Equipa de informação e
vigilância
Piso -1 Coordenadores de evacuação
Rui Teixeira Lila Castro

Piso 1 Coordenadores de evacuação ( creche) 3 Educadoras e 2 auxiliares


Inês dos Santos Pedro Sousa
Equipa de Evacuação
Piso 2 Coordenadores de evacuação
José dos Santos Manuel Soares

Ponto de encontro Zona 1 - Responsável ponto de encontro


Idalina Ferreira

Ponto de encontro Zona 2 (piso -1) - Responsável de ponto de encontro


Equipa de concentração e
controlo Lila Castro Rui Teixeira

Todos os professores das salas de formação


Todos os coordenadores de evacuação
Equipa de primeiros socorros Inês Castro – auxiliar da creche Maria Conceição
cozinha 09h00- 17h00
Equipa de corte de energia e José Oliveira Pedro Duarte
gás/Equipa de manutenção cozinha 09h00- 17h00

FUNÇÕES DA EQUIPA DE EMERGÊNCIA

Função Responsabilidades
- É o responsável máximo da entidade gestora do espaço.
- Designar o Delegado de segurança para a execução das
Responsável de segurança
medidas de autoproteção.
(É quem lidera toda a situação de - Prestar apoio ao comandante dos bombeiros durante as
emergência e quem contacta com operações de socorro.
as entidades oficiais) - Comandar as equipas especializadas da organização de emergência
da escola.
- Informar a PSP e os bombeiros sobre as ausências do
ponto de encontro.
- Contactar com as entidades externas (comunicação social, polícia).
- Determinar, após indicação dos bombeiros, o regresso às
instalações.
- Avaliar a situação de emergência e comunica-a ao
Responsável de Segurança.
Delegado de segurança
- Autorizar a evacuação do edifício.
(É a pessoa mais operacional na - Informar o Responsável de Segurança de eventuais anomalias.
execução e implementação das
- Coordenar as atividades decorrentes das medidas de autoproteção.
medidas de autoproteção)
- Ordenar os cortes de energia e gás.
- Coordenar as operações até à chegada dos Bombeiros.
- Dar o apoio necessário aos Bombeiros.
- Acompanhar os Bombeiros / PSP até ao local do sinistro.
- Confirmar se alguém ficou retido nas instalações.
- Avisar os Bombeiros 000 309 300/112.
Equipa de alarme e alerta

(É a 1ª equipa a iniciar funções - Contactar e informar o Responsável de Segurança do edifício.


aquando o indicio de foco de
- Alertar por telefone, todas as alas do edifício, dando também a
incêndio)
indicação do Ponto de Encontro.

- Orientar os ocupantes do edifício para a saída e para o


ponto de encontro.

Função Responsabilidades

- Alertar todos os que se encontram na ala para a


Equipa de evacuação necessidade de evacuar o edifício e informar a localização
do ponto de encontro.
(A missão desta equipa é assegurar
a evacuação ordenada parcial ou - Auxiliar os ocupantes deficientes assegurando que todos
total do espaço e garantir que o chegam ao ponto de encontro.
alarme foi percecionado.)
- Impedir o regresso aos locais evacuados.

- Impedir a utilização de portas que não devem ser usadas em


caso de emergência;

- Comprovar que não ficam pessoas retidas no interior,


efetuando o varrimento dos ocupantes até às saídas ou vias
de evacuação.

- Conferir o n.º de pessoas, para informar o responsável de


segurança.
Equipa de concentração e controlo
(Constituída pelos responsáveis dos
pontos de encontro, tem por
missão concentrar os indivíduos
evacuados e fazer o controlo dos - Coordenar operações no ponto de encontro;
mesmos)
- Receber indicações dos coordenadores de evacuação sobre
ausências de indivíduos no ponto de encontro.

- Informar o Responsável de Segurança sobre as ausências.

Equipa de informação e vigilância


(Esta equipa tem por missão
- Facilitar os meios e as condições de operação à equipa
realizar o apoio das equipas
externas) de 1ª Intervenção e prestar-lhe o apoio necessário;
- Dirigir-se para o local de acesso a viaturas de socorro, a fim de
indicar aos Bombeiros o percurso para a zona acidentada e outras
informações sobre eventuais sinistrados;
- Regular a circulação interna das viaturas, mantendo livre os acessos.

- Prestar os primeiros cuidados aos feridos


Equipa de primeiros socorros
- Acompanhar os feridos até à chegada de serviços
especializados externos.

Função Responsabilidades

Equipa 1ª Intervenção - Em caso de incêndio, sem correr riscos, tentam extinguir o fogo
utilizando os meios de 1ª intervenção disponíveis.

Equipa de corte de energia e gás


- Efetuar os cortes de gás e de energia.

Equipa de manutenção - Intervir nos equipamentos e instalações para repor as condições


de segurança.

Estas equipas devem ter especial atenção para o cenário da evacuação parcial, a ordem de
evacuação será comunicada verbalmente ao setor/piso onde se verificou a situação de
emergência. Numa evacuação geral o sinal de alarme é emitido com o toque intermitente da
campainha. A ação de evacuação, quando ativada, tem prioridade sobre qualquer outra ação de
emergência.
O plano de atuação define os procedimentos a adotar, de forma a combater o sinistro e minimizar
as suas consequências, até à chegada dos socorros externos. Deve-se seguir os respetivos
escalões de mobilização.
Reconhecimento, Combate e Alarme Interno
A pessoa que deteta a emergência deve avisar o RS e tentar controlar a emergência com os meios
de 1ª intervenção disponíveis. O RS deve certificar-se sobre a localização exata, extensão do
sinistro e se há vitimas a socorrer. De acordo com a situação aciona o alarme interno e procede
aos alertas exteriores. O DS aciona as equipas de evacuação e 1.ª intervenção que vão atuar em
simultâneo, bem como as equipas de corte de energia e de concentração e controlo.
Evacuação
O responsável da segurança dá ordem de evacuação sectorial ou total. Dada a ordem para
abandono das instalações, a equipa de evacuação, (constituída pelos “chefes de fila” e “cerra
fila”) orienta os ocupantes para as saídas. Compete ao “cerra fila” (professor) conferir os alunos
no ponto de reunião.
1.ª Intervenção
A equipa de 1.ª intervenção deve, de acordo com a formação que recebeu, utilizar de imediato os
extintores portáteis mais próximos do local do sinistro ou o equipamento de 1.ª intervenção mais
adequado.
Caso não consiga controlar a emergência, deve avisar o DS, fechar portas e janelas, abandonar o
local dirigindo-se para o LC e aguardar pela chegada dos socorros exteriores. O DS informa o RS
que não foi possível controlar o sinistro.
Corte de Energia
De acordo com as instruções do coordenador de segurança, as pessoas nomeadas procedem ao
corte geral/parcial da energia elétrica e fecho das válvulas de gás.
Concentração e Controlo
Esta equipa reúne as pessoas dispersas pela escola e procede à conferência de toda a população
que abandonou o edifício. Caso se verifiquem desaparecidos, deve ser avisado o RS e os
bombeiros.
Informação e Vigilância
Ao ser acionado o sinal de alarme interno, esta equipa, de acordo com as instruções do coordenador
de segurança, deve dirigir-se para as portas de acesso à escola, a fim de informar os socorros externos
sobre a localização exata do sinistro e pessoas em perigo. Deve ainda, controlar e orientar a
movimentação de pessoas e veículos.
Para além dos procedimentos acima referidos, compete ao Responsável de Segurança determinar,
após indicação dos bombeiros, o regresso às instalações.
Na reposição da normalidade deve evitar-se a repetição dos erros que deram origem à situação de
emergência, actuando de forma preventiva na melhoria das condições de segurança.

2. Identifique as Medidas de Autoproteção exigíveis para a categoria de risco


encontrada.

As medidas de autoproteção têm por objetivo garantir a manutenção das condições de segurança
contra incêndio e garantir uma estrutura e organização mínima de resposta a emergências. Pretendem
igualmente assegurar que os equipamentos e sistemas de segurança contra incêndios estão em
condições de ser operados permanentemente e que, em caso de emergência, os ocupantes
abandonam os seus locais de trabalho em segurança.

As medidas de autoproteção, previstas no artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 220/2008, alterado pelo
Decreto-Lei n.º 224/2015, exigíveis para o Centro de Formação de acordo com o artigo 198º, da
Portaria 1532/2008, de 29 de Dezembro são as indicadas no quadro seguinte:
Medidas de Autoproteção exigíveis para o Centro de Formação

UT Categoria de risco Medidas de Autoproteção


 Registos de Segurança art. 201
 Plano de prevenção art 203
IV 2.ª (com locais de risco D)  Plano de emergência interno art 205
 Ações de sensibilização e formação art
206
 Simulacros art 207

Configuração das equipas de segurança


De acordo com o artigo 200.º Organização da segurança o quadro XL da Portaria n.º 1532/2008, foi
revogado pela Portaria n.º 135/2020, de 2 de junho.
Quadro 3 - Número mínimo de elementos das equipas de segurança
UT Categoria de risco Número mínimo de elementos das
equipas de segurança

IV 2.ª (com locais de risco D) Seis

Assim, nos termos e ao abrigo do disposto no artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de
novembro, na sua redação atual, a forma como as medidas de autoproteção foram elaboradas para o
Centro de formação, foram feitas pelo n.º 3 do art 200.º, ou seja, (As medidas de autoproteção devem
estabelecer o dimensionamento das equipas de segurança, de acordo com as características de
exploração, de forma a assegurar a sua correta implementação, conforme os pressupostos nelas
previstos.)
Considera-se que durante o horário de funcionamento do Centro de formação, deve ser assegurada a
presença simultânea de um número mínimo de elementos das equipas de segurança.
Medidas de autoproteção – Obrigatórias
Registos de segurança
Artigo 201.º
1 — O RS deve garantir a existência de registos de segurança, destinados à inscrição de ocorrências
relevantes e à guarda de relatórios relacionados com a segurança contra incêndio, devendo
compreender, designadamente:
a) Os relatórios de vistoria e de inspeção ou fiscalização de condições de segurança realizadas por
entidades externas, nomeadamente pelas autoridades competentes;
b) Informação sobre as anomalias observadas nas operações de verificação, conservação ou
manutenção das
instalações técnicas, dos sistemas e dos equipamentos de segurança, incluindo a sua descrição,
impacte, datas da sua deteção e duração da respetiva reparação;
c) A relação de todas as ações de manutenção efetuadas em instalações técnicas, nos equipamentos e
sistemas
de segurança, com indicação do elemento intervencionado, tipo e motivo de ação efetuada, data e
responsável;
d) A descrição sumária das modificações, alterações e trabalhos perigosos efetuados nos espaços da
utilização -tipo, com indicação das datas do seu início e finalização; N.º 107 2 de junho de 2020 Pág.
157 Diário da República, 1.ª série
e) Os relatórios de ocorrências, direta ou indiretamente relacionadas com a segurança contra incêndio,
nomeadamente alarmes intempestivos ou falsos, princípios de incêndio ou atuação de equipas de
intervenção da utilização -tipo;
f) Cópia dos relatórios de intervenção dos bombeiros, em incêndios ou outras emergências na
entidade;
g) Relatórios sucintos das ações de formação e dos simulacros, previstos respetivamente nos artigos
206.º e 207.º, com menção dos aspetos mais relevantes.
2 — Os registos de segurança devem ser arquivados pelo período mínimo de 10 anos, em suporte de
papel ou digital, de modo a facilitar as auditorias nos termos previstos no n.º 3 do artigo 198.º.
Plano de prevenção
O Plano de Prevenção tem como principal objetivo, a definição dos procedimentos de prevenção a
adotar pelos membros da equipa de prevenção principalmente pelo Delegado de Segurança
garantindo a manutenção das condições de segurança e no qual se deve proceder à identificação da
utilização-tipo do edifício ou recinto, indicando se o mesmo é de utilização exclusiva ou de utilização
mista.
Artigo 203.º
1 - O plano de prevenção, quando exigido nos termos do presente regulamento, deve ser constituído:
a) Por informações relativas à:
i) Identificação da utilização-tipo;
ii) Data da sua entrada em funcionamento;
iii) Identificação do RS;
iv) Identificação de eventuais delegados de segurança;
b) Por plantas, à escala de 1:100 ou 1:200 com a representação inequívoca, recorrendo à simbologia
constante das normas portuguesas, dos seguintes aspectos:
i) Classificação de risco e efectivo previsto para cada local, de acordo com o disposto neste
regulamento;
ii) Vias horizontais e verticais de evacuação, incluindo os eventuais percursos em comunicações
comuns;
iii) Localização de todos os dispositivos e equipamentos ligados à segurança contra incêndio.
c) Pelos procedimentos de prevenção a que se refere no artigo anterior.
2 - O plano de prevenção e os seus anexos devem ser actualizados sempre que as modificações ou
alterações efectuadas na utilização-tipo o justifiquem e estão sujeitos a verificação durante as
inspecções regulares e extraordinárias.
3 - No posto de segurança deve estar disponível um exemplar do plano de prevenção.

Plano de emergência interno - PEI


Artigo 205.º
1 - São objectivos do plano de emergência interno do edifício ou recinto, sistematizar a evacuação
enquadrada dos ocupantes da utilização-tipo, que se encontrem em risco, limitar a propagação e as
consequências dos incêndios, recorrendo a meios próprios.
2 - O plano de emergência interno deve ser constituído:
a) Pela definição da organização a adoptar em caso de emergência;
b) Pela indicação das entidades internas e externas a contactar em situação de emergência;
c) Pelo plano de actuação;
d) Pelo plano de evacuação;
e) Por um anexo com as instruções de segurança a que se refere o artigo 199.º;
f) Por um anexo com as plantas de emergência, podendo ser acompanhadas por esquemas de
emergência.
3 - A organização em situação de emergência deve contemplar:
a) Os organogramas hierárquicos e funcionais do SSI cobrindo as várias fases do desenvolvimento de
uma situação de emergência, nomeadamente as actividades descritas nos [Link] 4 e 5 do presente
artigo;
b) A identificação dos delegados e agentes de segurança componentes das várias equipas de
intervenção, respectivas missões e responsabilidades, a concretizar em situações de emergência.
4 - O plano de actuação deve contemplar a organização das operações a desencadear por delegados e
agentes de segurança em caso de ocorrência de uma situação perigosa e os procedimentos a observar,
abrangendo:
a) O conhecimento prévio dos riscos presentes nos espaços afectos à utilização-tipo, nomeadamente
nos locais de risco C, D e F;
b) Os procedimentos a adoptar em caso de detecção ou percepção de um alarme de incêndio;
c) A planificação da difusão dos alarmes restritos e geral e a transmissão do alerta;
d) A coordenação das operações previstas no plano de evacuação;
e) A activação dos meios de primeira intervenção que sirvam os espaços da utilização-tipo,
apropriados a cada circunstância, incluindo as técnicas de utilização desses meios;
f) A execução da manobra dos dispositivos de segurança, designadamente de corte da alimentação de
energia eléctrica e de combustíveis, de fecho de portas resistentes ao fogo e das instalações de
controlo de fumo;
g) A prestação de primeiros socorros;
h) A protecção de locais de risco e de pontos nevrálgicos da utilização-tipo;
i) O acolhimento, informação, orientação e apoio dos bombeiros;
j) A reposição das condições de segurança após uma situação de emergência.
5 - O plano de evacuação deve contemplar as instruções e os procedimentos, a observar por todo o
pessoal da utilização-tipo, relativos à articulação das operações destinadas a garantir a evacuação
ordenada, total ou parcial, dos espaços considerados em risco pelo RS e abranger:
a) O encaminhamento rápido e seguro dos ocupantes desses espaços para o exterior ou para uma
zona segura, mediante referenciação de vias de evacuação, zonas de refúgio e pontos de encontro;
b) O auxílio a pessoas com capacidades limitadas ou em dificuldade, de forma a assegurar que
ninguém fique bloqueado;
c) A confirmação da evacuação total dos espaços e garantia de que ninguém a eles regressa.
6 - As plantas de emergência, a elaborar para cada piso da utilização-tipo, quer em edifícios quer em
recintos, devem:
a) Ser afixadas em posições estratégicas junto aos acessos principais do piso a que se referem;
b) Ser afixadas nos locais de risco D e E e nas zonas de refúgio.
7 - Quando solicitado, devem ser disponibilizadas cópias das plantas de emergência ao corpo de
bombeiros em cuja área de actuação própria se inserem os espaços afectos à utilização-tipo.
8 - O plano de emergência interno e os seus anexos devem ser actualizados sempre que as
modificações ou alterações efectuadas na utilização-tipo o justifiquem e estão sujeitos a verificação
durante as inspecções regulares e extraordinárias.
9 - No posto de segurança deve estar disponível um exemplar do plano de emergência interno.
Depois de implementado e de modo a assegurar que o PEI funciona corretamente, é necessário que o
mesmo se mantenha atual face às características das instalações e aos meios disponíveis. É igualmente
importante que as atualizações sejam objeto de divulgação adequada junto dos intervenientes.
Formação em segurança contra incêndio
Todos os colaboradores do Centro de formação devem ter conhecimento dos riscos que podem
ocorrer nos seus edifícios e conhecer as medidas de autoproteção. O RS ou DS deve desenvolver um
conjunto de ações de formação, contribuindo desta forma para o desenvolvimento de uma cultura de
segurança. Estas ações de sensibilização e formação vão permitir a difusão de conhecimentos
adequados ao desenvolvimento de práticas seguras, bem como à atuação face a uma situação de
emergência. Devem possuir formação no domínio da segurança contra incêndio:
- Os funcionários e colaboradores das entidades exploradoras dos espaços afetos à UT;
- Todas as pessoas que exerçam atividades profissionais no Centro Educativo por períodos
superiores a 30 dias;
- Todos os elementos com atribuições previstas nas atividades de autoproteção.
Os trabalhadores de empresas externas que exerçam atividades profissionais no Centro Educativo por
períodos inferiores a 30 dias ou os possíveis visitantes, estarão devidamente informados dos principais
procedimentos ter em caso de emergência pois, à sua chegada ao Centro Educativo, ser-lhes-á
entregue as Instruções de Prevenção e as Instruções Particulares de Emergência que lhe dizem
respeito.
É conveniente realizar ações formativas de reciclagem para os elementos das equipas de segurança
com especial atenção às equipas de intervenção e de primeiros socorros. Para além disso, a renovação
ou incorporação de pessoal novo nas equipas, bem como possíveis modificações das instalações,
procedimentos de trabalho, equipamentos, etc., também devem originar novas ações de formação.
No fim de cada ação de formação deverá ser realizado um relatório onde sejam mencionados os
aspetos mais relevantes, as principais dificuldades dos formandos e os resultados das avaliações (se
existirem). Pretendem-se aplicar um plano de formação do Centro de formação que deve ser
organizado pelo RS ou DS com base na informação que se apresenta no quadro seguinte:
Quadro - Plano de ações de formação
Ação de Conteúdos programáticos Destinatários N.º de
formação horas
Sensibilização - Familiarização com os espaços da UT; Os referidos no
para a - Cumprimento do plano de prevenção; primeiro
segurança - Cumprimento do PEI; parágrafo deste 4
contra - Instruções técnicas básicas de utilização dos meios de capítulo
incêndio primeira intervenção e botoneiras de alarme;
- Divulgação das Instruções Gerais de Emergência.

- Procedimentos de prevenção dos equipamentos aí Colaboradores


Formação instalados; que exerçam as
específica em - Procedimentos de alarme a cumprir em caso de suas funções 4
locais de deteção ou perceção de um incêndio; nesses locais
risco D e F - Procedimentos de alerta;

- Instruções técnicas básicas de utilização dos meios de

primeira intervenção;
- Familiarização com os espaços das UT;

Formação - Familiarização com os diferentes toques da sirene; Todas as


específica - Cumprimento do plano de prevenção; equipasde
para as - Cumprimento do PEI; segurança 4
equipas de - Divulgação das Instruções de Gerais e Especais de
segurança Emergência.
- Instruções técnicas básicas de utilização dos meios de

primeira intervenção;
- Instruções técnicas teóricas e práticas específicas de Equipa de 1.ª 2
utilização intervenção
dos meios de primeira intervenção
- Instruções técnicas teóricas e práticas específicas de Equipa de 1. os 2
primeiros socorros
socorros

- Localização dos cortes e meios de acionamento dos Equipa de cortes,


sistemas de segurança; alarme e alerta 1
- Divulgação das formas corretas de atuar.

- Legislação aplicável à SCIE;

Formação - Gestão e organização das Medidas de Autoproteção;

específica em - Características dos sistemas de segurança 4


SCIE implementados no Centro Educativo; Delegado de

- Comportamentos a adotar em caso de emergência; Segurança

- Organização da emergência.

Conforme o Artigo 206.º Ações de sensibilização e formação contempla:


1 - Devem possuir formação no domínio da segurança contra incêndio:
a) Os funcionários e colaboradores das entidades exploradoras dos espaços afectos às utilizações-tipo;
b) Todos as pessoas que exerçam actividades profissionais por períodos superiores a 30 dias por ano
nos espaços afectos às utilizações-tipo;
c) Todos os elementos com atribuições previstas nas actividades de autoprotecção.
2 - As acções de formação a que se refere o número anterior, a definir em programa estabelecido por
cada RS nos termos do presente regulamento, poderão consistir em:
a) Sensibilização para a segurança contra incêndio, constantes de sessões informativas que devem
cobrir o universo dos destinatários referidos n.º 1, com o objectivo de:
i) Familiarização com os espaços da utilização-tipo e identificação dos respectivos riscos de incêndio;
ii) Cumprimento dos procedimentos genéricos de prevenção contra incêndios ou, caso exista, do plano
de prevenção;
iii) Cumprimento dos procedimentos de alarme;
iv) Cumprimento dos procedimentos gerais de actuação em caso de emergência, nomeadamente dos
de evacuação;
v) Instrução de técnicas básicas de utilização dos meios de primeira intervenção, nomeadamente os
extintores portáteis;
b) Formação específica destinada aos elementos que, na sua actividade profissional normal, lidam com
situações de maior risco de incêndio, nomeadamente os que a exercem em locais de risco C, D ou F;
c) Formação específica para os elementos que possuem atribuições especiais de actuação em caso de
emergência, nomeadamente para:
i) A emissão do alerta;
ii) A evacuação;
iii) A utilização dos comandos de meios de actuação em caso de incêndio e de segunda intervenção,
que sirvam os espaços da utilização-tipo;
iv) A recepção e o encaminhamento dos bombeiros;
v) A direcção das operações de emergência;
vi) Outras actividades previstas no plano de emergência interno, quando exista.
3 - As acções de sensibilização a que se refere a alínea a) do número anterior devem ser programadas
de modo a que:
a) Incluam como destinatários, nas utilizações-tipo I das 3.ª e 4.ª categorias de risco, os ocupantes dos
fogos de habitação;
b) Incluam como destinatários, nas utilizações-tipo IV, os alunos e formandos que nelas permaneçam
por um período superior a 30 dias;
c) Incluam como destinatários, nas utilizações-tipo IX, os frequentadores dos espaços que neles
permaneçam por um período superior a 30 dias;
d) Os seus destinatários as tenham frequentado no prazo máximo de 60 dias após a sua entrada em
serviço nos espaços da utilização-tipo, com excepção dos referidos da alínea b) em que as acções
devem ser realizadas no primeiro período do ano escolar.
4 - As acções de sensibilização para os destinatários referidos nas alíneas b) e c) do número anterior
podem não incluir as instruções de técnicas de utilização dos meios de primeira intervenção.
Simulacros
Artigo 207.º
1 - Nas utilizações-tipo que possuam plano de emergência interno devem ser realizados exercícios com
os objectivos de teste do referido plano e de treino dos ocupantes, com destaque para as equipas
referidas no n.º 3 do artigo 205.º, com vista à criação de rotinas de comportamento e de actuação,
bem como ao aperfeiçoamento dos procedimentos em causa.
2- Resposta à 4 pergunta do trabalho
3 - Quando as características dos ocupantes inviabilizem a realização de exercícios de evacuação,
devem ser realizados exercícios de quadros que os substituam e reforçadas as medidas de segurança,
designadamente nos domínios da vigilância do fogo e das instruções de segurança.
Em conformidade com o Artigo 22.º do Decreto-Lei 220/2008, alterado pelo Decreto-Lei 224/2015:
- As modificações às medidas de autoproteção aprovadas devem ser apresentadas na ANPC,
para parecer, sempre que se verifique a alteração da categoria de risco ou da utilização tipo.
- As modificações das medidas de autoproteção não mencionadas no parágrafo anterior devem
ser aprovadas pelo RS, constar dos registos de segurança e ser implementadas.
- A mudança de entidade responsável pela manutenção das condições de SCIE da UT deve ser
comunicada à ANPC.
4. Indique a periodicidade de realização de simulacros no caso do presente estabelecimento.
A periocidade da realização de simulacro no centro de formação deve ser realizada com o objetivo de
testar o Plano de Emergência em geral e, em particular, os procedimentos de emergência e treinar
todos os colaboradores, com destaque para a Equipa de Segurança, com vista à criação de rotinas de
comportamento e aperfeiçoamento de procedimentos.
Os simulacros devem ser realizados com a periodicidade definida de acordo com a sua utilização-tipo e
a sua categoria de risco. De acordo com o artigo 207.º/2 b) da Portaria n.º 1532/2008, o Centro de
Formação, sendo uma UT IV de 2.ª categoria de risco com locais de risco D. Assim, deve sempre
realizar um exercício de simulacro por ano, sendo obrigatório que este seja concretizado no início do
ano escolar, garantido que não ocorre um prazo superior a 2 anos entre cada exercício de simulação.
2 - Na realização dos simulacros:
a) Devem ser observados os períodos máximos entre exercícios, constantes do quadro XLI abaixo:
Periodicidade da realização de simulacros
b) Nas utilizações-tipo IV deve ser sempre realizado um exercício no início do ano escolar;
c) Os exercícios devem ser devidamente planeados, executados e avaliados, com a colaboração
eventual do corpo de bombeiros em cuja área de actuação própria se situe a utilização-tipo e de
coordenadores ou de delegados da protecção civil;
d) A execução dos simulacros deve ser acompanhada por observadores que colaborarão na avaliação
dos mesmos, tarefa que pode ser desenvolvida pelas entidades referidas na alínea anterior;
e) Deve ser sempre dada informação prévia aos ocupantes da realização de exercícios, podendo não
ser
rigorosamente estabelecida a data e ou hora programadas.
Os exercícios devem ser devidamente planeados, executados e avaliados, com a colaboração eventual
do corpo de bombeiros em cuja área de atuação própria se situa o edifício.
Os simulacros são atividades de rotina, que visam complementar a formação também aprendida e têm
como principais objetivos:

 Treinar as equipas de segurança e os ocupantes em caso de emergência;


 Criar rotinas, procedimentos e competências para os ocupantes, levando-os a proceder de
forma adequada em situações reais de emergência.
 Testar procedimentos previstos no plano de emergência;
 Testar a coordenação com os bombeiros.
No que diz respeito à preparação para os simulacros, apresentam-se de seguida algumas diretrizes que
devem ser seguidas:
- Selecionar a ocorrência a simular com rotatividade no risco e cenário. Por exemplo, num simulacro
simular foco de incêndio, noutro simular fuga de gás;
- Escolher o tipo de evacuação a realizar, parcial ou total;
- Assegurar que os meios a utilizar durante o simulacro se encontram operacionais, nomeadamente
comunicações, meios de intervenção, alarme, etc.;
- Optar em divulgar o simulacro a entidades externas e convidá-las a participar (exemplo: Bombeiros);
- Agendar dia, hora e local;
- Comunicar aos colaboradores e utilizadores dos espaços a realização do simulacro, podendo,
contudo, não divulgar integralmente a data e hora programadas, cenários selecionados, etc.;
- Convidar observadores externos, caso desejável, para auxiliarem na avaliação do simulacro.
Durante o simulacro deverão ser analisados e avaliados todos os ocupantes, incluindo as equipas de
segurança e os seus comportamentos. Deverão ser tidos em consideração, alguns itens,
nomeadamente:
- Eficácia das comunicações (mensagem claramente transmissível e de modo eficiente);
- Cumprimento das Instruções Gerais, Especiais (incluindo cortes de energia, etc.);
- Utilização correta dos meios de intervenção;
- Evacuação ordeira e completa
Chegada e permanência nos pontos de encontro.
Devem ser efetuados registos quer do planeamento do simulacro, quer do modo como este decorreu,
indicando as principais medidas corretivas a implementar conforme os percalços que ocorreram. Se
existir participação de entidades externas nos simulacros (como por exemplo os Bombeiros), também
estas devem entregar um relatório por elas elaborado.
Após a realização de cada simulacro, deverá ser elaborado um Relatório do simulacro.
Convém alertar que os exercícios de simulação são devidamente planeados pelo Responsável de
Segurança, Delegado de Segurança e restante Equipa de Segurança. Os simulacros serão executados e
avaliados, preferencialmente, com a colaboração do corpo de bombeiros da área do edifício, podendo
ter a participação de delegados da proteção civil municipal, pelo menos uma vez em cada dois anos. A
execução dos simulacros será acompanhada por observadores (elementos externos à equipa de
segurança) que colaborarão na avaliação dos mesmos.

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