Título em até 15 palavras, no idioma do texto, sem itálico e centralizado: caixa alta
somente no início do título e substantivos próprios
Translated title: capital letters only at the beginning of the title and proper nouns
Título traducido: mayúsculas solo al inicio del título y nombres propios
RESUMO (deve conter até 200 palavras, sem siglas)
Objetivo: Deve ser apresentado em tempo verbal no infinitivo, utilizando linguagem coerente
com o tipo de pesquisa e mantendo a concisão. É fundamental que o objetivo esteja alinhado
com a introdução do artigo, contextualizando o problema de pesquisa e justificando sua
relevância.
Método: Deve apresentar informações sobre o tipo de estudo, amostra, período, local da
pesquisa, coleta e análise dos dados devem ser apresentadas de forma clara e objetiva, sem
excesso de detalhes. O método deve estar alinhado com a seção de método do artigo
completo, fornecendo informações mais detalhadas sobre o desenho do estudo e os
procedimentos utilizados.
Resultados: Os principais achados do estudo devem ser apresentados de forma concisa e
clara, sem detalhes excessivos. Os resultados devem estar alinhados com a seção de resultados
do artigo completo, fornecendo informações mais detalhadas sobre as análises estatísticas
realizadas e os principais resultados encontrados.
Conclusão: É preciso responder ao objetivo do estudo incluindo uma síntese dos principais
resultados e as implicações práticas ou teóricas desses resultados. Podem ser destacadas as
limitações do estudo e possíveis direções para futuras pesquisas. Estudos teóricos podem
utilizar “Considerações finais” ao invés de “Conclusão”.
Descritores: Três a seis descritores, nos três idiomas, extraídos do DeCS ou MeSH.
Separados por ponto e com somente as iniciais em caixa alta.
ABSTRACT (must contain up to 200 words, without acronyms)
Objective: It should be presented in the infinitive tense, using language consistent with the
type of research and keeping it concise. It is essential that the objective is aligned with the
introduction of the article, contextualizing the research problem and justifying its relevance.
Method: Information about the type of study, sample, period, research location, data
collection and analysis must be presented in a clear and objective manner, without excessive
details. The method should align with the method section of the full article, providing more
detailed information about the study design and procedures used.
Results: The main findings of the study should be presented concisely and clearly, without
excessive details. The results must be aligned with the results section of the full article,
providing more detailed information about the statistical analyzes performed and the main
results found.
Conclusion: It is necessary to respond to the objective of the study including a synthesis of
the main results and the practical or theoretical implications of these results. The limitations
of the study and possible directions for future research can be highlighted. Theoretical studies
may use “Final considerations” instead of “Conclusion”.
Descriptors: Three to six descriptors, in the three languages, extracted from DeCS or MeSH.
Separated by a dot and with only the initials in capital letters.
RESUMEN (debe contener hasta 200 palabras, sin siglas)
1
Objetivo: Debe presentarse en tiempo infinitivo, utilizando un lenguaje acorde con el tipo de
investigación y manteniéndolo conciso. Es fundamental que el objetivo esté alineado con la
introducción del artículo, contextualizando el problema de investigación y justificando su
pertinencia.
Método: La información sobre el tipo de estudio, muestra, período, lugar de la investigación,
recolección y análisis de datos debe presentarse de manera clara y objetiva, sin excesivos
detalles. El método debe alinearse con la sección de métodos del artículo completo, brindando
información más detallada sobre el diseño del estudio y los procedimientos utilizados.
Resultados: Los principales hallazgos del estudio deben presentarse de manera concisa y
clara, sin excesivos detalles. Los resultados deben estar alineados con la sección de resultados
del artículo completo, proporcionando información más detallada sobre los análisis
estadísticos realizados y los principales resultados encontrados.
Conclusión: Es necesario responder al objetivo del estudio incluyendo una síntesis de los
principales resultados y las implicaciones prácticas o teóricas de estos resultados. Se pueden
destacar las limitaciones del estudio y las posibles direcciones para futuras investigaciones.
Los estudios teóricos pueden utilizar "Consideraciones finales" en lugar de "Conclusión".
Descriptores: De tres a seis descriptores, en los tres idiomas, extraídos de DeCS o MeSH.
Separados por un punto y con solo las iniciales en mayúsculas.
INTRODUÇÃO
A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, que se associa ao dano
tecidual real ou potencial, considera-se que a dor pode apresentar fases e escalas, a sua
percepção depende de cada indivíduo (Iasp, 2021). Entretanto, quando a dor é relacionada ao
câncer, o seu impacto é maior, pois quando mal controlada, afeta diretamente na aceitação da
quimioterapia, reduzindo o apetite e a qualidade do sono, além de prejudicar as atividades
sociais e ocupacionais (Coveller et. al, 2021). Presente em vários momentos da enfermidade, a
dor afeta a qualidade de vida dos pacientes e se torna um complexo desafiador para os
profissionais de saúde, pois, a percepção dos sintomas vai além da sensação álgica do corpo,
ela é uma experiência também multifatorial (Gomes; Melo, 2023).
No entanto, é essencial que os pacientes oncológicos recebam uma orientação
adequada sobre como descrever e comunicar a dor ao profissional de saúde, uma vez que o
manejo eficaz da mesma depende de uma avaliação precisa quanto a sua intensidade e
características. Um dos métodos que desempenha papel fundamental neste processo é a Escala
Visual Analógica (EVA), pois ela se baseia na percepção do próprio paciente sobre a sua dor,
avaliando-a por meio de uma escala numérica de 0 a 10 (Oliveira et. al, 2019) (Sedrez;
Monteiro, 2020).
As terapias complementares não medicamentosas têm se destacado no cenário de
alívio da dor atual, pois possuem diversidade nas opções de tratamento realizadas, não
necessitam de alto investimento ou recursos tecnológicos, contribuindo na promoção do bem-
estar e melhoria da qualidade de vida dos pacientes (Machado et. al, 2022).
2
Da mesma forma, com o intuito de promover conforto e bem-estar aos pacientes, as
medidas não farmacológicas são intervenções que não usam medicamentos para tratar a dor,
em vez disso, fazem o uso de métodos e terapias alternativas. Yoga, fitoterapia, chás,
compressas ou massoterapia são alguns exemplos. Essas abordagens promovem o bem-estar,
além de complementar os tratamentos tradicionais, permitindo que o usuário participe
ativamente de seu próprio cuidado, por meio de tratamentos empíricos e orientações para o
autocuidado em casa (Santos et. al, 2022). Neste sentido, o tratamento complementar é visto
como uma extensão da medicina tradicional, geralmente utilizado nos casos de pacientes
oncológicos, pois nem sempre a terapia farmacológica é suficiente para redução dos sintomas,
tornando assim relevante o uso das Práticas Integrativas Complementares (PICs), que
representam um conjunto de recursos empíricos que promovem na recuperação e no bem estar
do paciente (Aguiar; Kanan; Masiero, 2019), (Nascimento; Santos; Alves, 2022). Além disso,
a enfermagem tem autonomia para fazer o uso de algumas práticas integrativas,
proporcionando cuidado assegurado por diversos dispositivos legais, dentro os quais destaca-
se a Resolução COFEN 197/97 que serviu de base para o desenvolvimento de outras
resoluções que regulamentam o desenvolvimento específico destas práticas, como a
resolução COFEN 739/2024 que regulamenta o uso de práticas como acupuntura,
musicoterapia, meditação, aromaterapia e auriculoterapia (COFEN, 2024).
Portanto, o conhecimento das formas de tratamento complementar para os
pacientes auxilia no manejo da dor e é uma modalidade menos agressiva, podendo trazer
efeitos mais rápidos de melhora, porém, com curta duração. Torna-se ideal o reconhecimento
de tais práticas para a orientação adequada e sua utilização complementar aliada a terapia
farmacológica (Mendonça et. al, 2023).
MÉTODO
APAGUE O TEXTO DESTA SEÇÃO E INCLUA O SEU. A seção Método
apresenta tipo de estudo, local de pesquisa, referencial metodológico utilizado, população e
amostra (identificada, coerente e cálculo amostral quando indicado), critérios de elegibilidade
(inclusão e exclusão - atentar para não considerar uso de Termo de Consentimento Livre e
Esclarecido como critério de elegibilidade), período e estratégia de coleta de dados, análise
dos dados, e aspectos éticos (incluir nº CAAE registrado na Plataforma Brasil e protocolo de
aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa). Os estudos de abordagem qualitativa devem
explicitar o referencial ou quadro conceitual no corpo do texto científico.
3
Nos manuscritos resultantes de estudos que envolvem seres humanos, os autores
deverão indicar os procedimentos adotados para atender o que determina a Resolução Nº 466,
de 12 de dezembro de 2012, do Conselho Nacional de Saúde, bem como o número do
protocolo de aprovação do projeto de pesquisa no corpo do texto. Uma cópia do protocolo
deverá ser anexada no Passo 6 da plataforma ScholarOne, como documento suplementar.
Análise Estatística
Realizou-se análise descritiva (frequências absolutas e relativas) para caracterizar o
perfil sociodemográfico, consumo de tabaco/álcool, tipos de câncer e intervenções não
farmacológicas. A intensidade da dor foi categorizada em leve (0-2), moderada (3-7) e intensa
(8-10) conforme a Escala Visual Analógica (EVA). A eficácia das intervenções foi descrita
por proporções de benefício percebido ("Pouco", "Razoável", "Grande"). Diferenças por
gênero foram analisadas via comparação de distribuições.
Ferramentas
As análises e gráficos (barras agrupadas, heatmap, proporções) foram desenvolvidos
em R 4.3.1, utilizando os pacotes dplyr, ggplot2 e readxl. Códigos reprodutíveis estão
disponíveis sob solicitação.
RESULTADOS
A amostra do estudo constituiu 59 pacientes atendidos no serviço de terapia da dor,
com hegemonia do sexo feminino (55,9%, n=33) e idade média de 56,85 anos (±12,36). A
Tabela 1 diferencia as características sociodemográficas da amostra analisada. No que diz
respeito a ocupação atual, observou-se que 42,4% (n=25) dos participantes eram aposentados,
seguidos por beneficiários de auxílios sociais (22,0%, n=13), desempregados (18,6%, n=11),
empregados formais (10,2%, n=6) e autônomos (6,8%, n=4).
Tabela 1 - Características sociodemográficas dos pacientes incluídos no estudo, FCECON,
2025.
Variáveis Frequência %
Feminino 33 55,9%
Sexo
Masculino 26 44,1%
31-51 20 33,9%
Faixa etária (anos) 51-65 21 35,6%
>66 18 30,5%
Idade média: 56,85 ± | DP± 12,36
Estado civil Casado 23 39,0%
Divorciado 2 3,4%
4
União estável 7 11,9%
Viúvo 5 8,5%
Separado 3 5,1%
Solteiro 19 32,2%
Amarelo 3 5,1%
Branco 9 15,3%
Etnia* Indígena 2 3,4%
Pardo 40 67,8%
Negro 5 8,5%
Ensino superior completo 8 13,6%
Ensino superior incompleto 6 10,2%
Ensino médio completo 16 27,1%
Escolaridade
Ensino médio Incompleto 2 3,4%
Ensino fundamental completo 8 13,6%
Ensino fundamental incompleto 19 32,2%
Manaus 50 84,7%
Tefé 2 3,4%
Presidente Figueiredo 1 1,7%
Anori 1 1,7%
Município de residência Borba 1 1,7%
Altazes 1 1,7%
Jutaí 1 1,7%
Urucurituba 1 1,7%
Codajás 1 1,7%
Fonte: Dados da pesquisa, 2025.
* autodeclarada
No tocante ao perfil religioso, a maior parte declarou-se católica (49,2%, n=29),
seguida por evangélica (42,4%, n=25). Apenas 6,8% (n=4) relataram não acreditar em
nenhuma religião (ateus), e 1,7% (n=1) identificaram-se como espíritas.
Em relação os hábitos de consumo, 49,2% (n=29) dos participantes eram ex-fumantes,
enquanto 49,2% (n=29) nunca fumaram. Só um paciente (1,7%) relatou uso atual de tabaco.
Quanto ao consumo de álcool, 67,8% (n=40) eram ex-consumidores, 30,5% (n=18) nunca
consumiram bebidas alcoólicas, e 1,7% (n=1) mantinham o hábito atual.
Os tipos de câncer mais prevalentes foram mama (22,0%, n=13), colo do útero
(18,6%, n=11) e próstata (11,9%, n=7), conforme detalhado na Tabela 2. A análise das
estratégias não farmacológicas narrou que o uso de chás foi a abordagem mais frequente
(77,97%, n=46), seguida por compressas (6,78%, n=4), massagem (6,78%, n=4) e fisioterapia
(5,08%, n=3).
5
Tabela 2 - Prevalência de câncer no universo amostral.
Tipos de câncer Frequência %
Mama 13 22,03%
Colo do útero 11 18,64%
Próstata 7 11,86%
Estômago 5 8,47%
Reto 5 8,47%
Cabeça e Pescoço 5 8,47%
Rins 4 6,78%
Pulmão 2 3,39%
Intestino 2 3,39%
Fígado 1 1,69%
Ovário 1 1,69%
Palato mole 1 1,69%
Cérebro 1 1,69%
Astrocitoma 1 1,69%
Fonte: Dados da pesquisa, 2025
Diferenças foram presenciadas entre os gêneros: mulheres priorizaram chás (69,7%,
n=23) e massagem (9,1%, n=3), enquanto homens destacaram-se pelo uso de chás (76,9%,
n=20) e compressas (7,7%, n=2) (Figura 1).
Figura 1 - Uso de Abordagens por Gênero.
Fonte: Dados da pesquisa, 2025.
Quanto à intensidade da dor, 69% dos relatos referiram-se à dor muscular, 68% a
membros superiores e 61% a regiões ósseas, com todos os locais anatômicos indicando
prevalência de dor intensa acima de 50% (Figura 2). A avaliação da eficácia das intervenções
6
(Figura 3) apontou que 37,3% (n=22) dos usuários de chás relataram benefício "razoável",
enquanto 15,3% (n=9) classificou o efeito como "grande".
Figura 2 - Distribuição da Intensidade da Dor por Local Anatômico.
Fonte: Dados da pesquisa, 2025.
Observação: dados agregados para locais com ≥5 ocorrências; valores <10% omitidos.
Figura 3 - Eficácia das Abordagens Não Farmacológicas.
Fonte: Dados da pesquisa, 2025.
7
Esses dados corroboram a heterogeneidade no perfil sociocomportamental e nas
escolhas terapêuticas dos pacientes, salientando a necessidade de abordagens personalizadas
no manejo da dor oncológica.
DISCUSSÃO
Os resultados da presente pesquisa evidenciam a ampla utilização de intervenções não
farmacológicas no manejo da dor oncológica, destacando-se, dentre as opções adotadas, o uso
de chás, compressas, massagem e fisioterapia. Tais práticas não somente refletem as escolhas
terapêuticas dos pacientes, mas também se encontram intrinsecamente enraizadas em
contextos culturais e religiosos, os quais exercem influência significativa nas práticas de
autocuidado. Estudos internacionais apontam que, em muitos países, o uso de terapias
complementares está enraizado em tradições culturais e na transmissão intergeracional de
saberes, o que se coaduna com a alta prevalência do uso de fitoterápicos e práticas
empiricamente estabelecidas observada em nossa amostra (1).
O componente cultural tem papel determinante na escolha e adesão às intervenções.
Em comunidade onde práticas tradicionais e remédios naturais são culturalmente valorizados,
observa-se maior tendencia de pacientes recorrerem a essas alternativas mesmo diante de
tratamentos convencionais. Paralelamente, a dimensão religiosa também exerce influência
nesse cenário, pois muitos pacientes veem nas práticas não farmacológicas uma extensão de
suas crenças e de um cuidado holístico, que integra corpo, mente e espírito. Esta integração
encontra respaldo em estudos que apontam a associação entre religiosidade e uma melhor
tolerância à dor, possivelmente mediada por mecanismos psicossociais de enfrentamento (2).
Quanto à efetividade destas intervenções, nossos achados indicam que uma proporção
dos pacientes percebeu benefícios moderados com o uso dos chás, o que está em consonância
com evidências que sugerem efeitos benéficos de determinados fitoterápicos na redução de
sintomas e na melhoria da qualidade de vida. Contudo, a eficácia dessas intervenções pode
variar amplamente, dado que fatores como a variabilidade na composição dos preparados, a
dosagem e o modo de preparo não foram padronizados, limitando a comparabilidade dos
resultados. Revisões sistemáticas sobre acupuntura, massoterapia e outras abordagens
integrativas apontam resultados promissores, mas também ressaltam a necessidade de
protocolos rigorosamente controlados para validar essas intervenções em contextos
oncológicos (3 - 4).
Um aspecto relevante que não foi evidenciado em nosso estudo, mas que aparece na
literatura, é a utilização de intervenções como meditação e aromaterapia. Essas práticas,
8
embora bem documentadas em ensaios clínicos randomizados e revisões sistemáticas, não
foram reportadas em nossa amostra, o que pode refletir particularidades regionais ou até
(5)
mesmo lacunas na adesão dos pacientes às intervenções. Estudos de Gowin et al. e de
(6)
Schanaider et al. demonstram que a meditação, por exemplo, pode reduzir a percepção de
dor e melhorar parâmetros emocionais, sugerindo que sua ausência em nosso levantamento
representa uma oportunidade para futuras investigações que integrem tais abordagens de
forma sistemática.
Em conclusão, nossos achados reforçam a importância das intervenções não
farmacológicas no contexto oncológico, demonstrando que fatores culturais e religiosos
desempenham papéis significativos na escolha e na percepção de eficácia dessas terapias. A
ausência de determinadas práticas, identificadas em outras literaturas, evidencia a necessidade
de expandir a investigação para incluir uma gama mais ampla de intervenções, o que poderá
contribuir para o desenvolvimento de protocolos terapêuticos integrados e culturalmente
sensíveis.
CONCLUSÃO OU CONSIDERAÇÕES FINAIS
APAGUE O TEXTO DESTA SEÇÃO E INCLUA O SEU. A conclusão ou as
considerações finais devem responder, de forma clara, direta e objetiva, aos objetivos e
questão de pesquisa. Deve também apresentar as contribuições e inovações para ensino,
pesquisa, gestão e/ou assistência em enfermagem e saúde. Deve restringir-se aos dados
encontrados, sem a citação de referências.
Agradecimentos por ajuda financeira apoio financeiro, assistência técnica e outros
auxílios para a execução do trabalho não deverão ser mencionados no artigo submetido no
momento da submissão. Somente após o aceite do artigo estas informações deverão ser
inseridas após a seção Referências.
Conflitos de interesses podem surgir quando autores, revisores ou editores tenham
interesses que, mesmo não sendo completamente aparentes, possam influenciar seus
julgamentos sobre o que é publicado. O conflito de interesses pode ser de ordem pessoal,
comercial, política, acadêmica ou financeira. Quando os autores submetem um manuscrito,
são responsáveis por reconhecer e revelar conflitos de interesse que possam influenciar o
conteúdo do trabalho submetido à RGE.
REFERÊNCIAS
9
1. Molassiotis A, Fernández-Ortega P, Pud D, Ozden G, Scott JA, Panteli V, et al. Use of
complementary and alternative medicine in cancer patients: a European survey. Ann Oncol.
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other therapies: systematic review. BrJP [Internet]. 21 de junho de 2024 [citado 4 de abril
de 2025];7:e20240019. Disponível em:
[Link]
1.
2.
3. Referências deverão ser formatadas usando o marcador de numeração do Word, na ordem
em que aparecem no texto pela primeira vez. A lista de referências deve ser composta por
todas as obras citadas do decorrer do texto;
4. Utilizar espaçamento simples e fonte 12, alinhamento à esquerda, sem negrito e itálico;
5. Em publicações com mais de seis autores, citar os seis primeiros seguidos da expressão
“et al.”;
6. Indicar, preferencialmente, endereço doi válido dos artigos online referenciados. Não
havendo, indicar endereço URL de acesso válido e data de acesso, informando ano, mês e
dia, conforme exemplo: (citado 2023 abr 12);
7. A RGE aceita até 2 (duas) referências de preprint, desde que extremamente necessárias.
Sugere-se fortemente que durante o processo de avaliação por pares e a prova de prelo, os
autores verifiquem se a versão citada do preprint já foi publicada, e, se possível,
atualizem com a referência do periódico correspondente. No caso de teses e dissertações,
recomenda-se que sejam citados, preferencialmente, os artigos provenientes das mesmas;
8. As referências, de abrangência nacional e internacional, devem ser atualizadas (no
mínimo 75% dos últimos três a cinco anos), sendo aceitáveis fora desse período no caso
de constituírem referencial primário ou clássico sobre um determinado assunto;
10
9. Para os artigos disponibilizados em português e inglês, deve ser referenciada a versão em
inglês, preferencialmente, com a paginação correspondente;
10. Todas as referências devem, obrigatoriamente, seguir modelo Vancouver, devem ser
apresentadas de modo correto e completo. A veracidade das informações contidas na lista
de referências é de responsabilidade dos autores;
11. Os títulos dos periódicos devem ser abreviados de acordo com o Catálogo NLM ou de
acordo com o Portal de Revistas BVS;
12. Desabilitar macros ativas de gerenciadores de referências (ex. Mendeley, Endnote, etc.),
convertendo as referências em texto. As referências devem estar livres para a
normalização;
13. Referências de legislação federal (leis, portarias, decretos...) devem indicar endereço
disponível, preferencialmente, de sua publicação no Diário Oficial.
MODELOS DE REFERÊNCIAS
Artigo em periódico científico online com doi
Rodrigues JAP, Lacerda MR, Galvão CM, Gomes IM, Cubas MR, Fernandes APP.
Construction of a nursing care protocol for children in post-hematopoietic stem cell
transplantation. Rev Gaúcha Enferm. 2022;43:e20210028. doi: [Link]
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Silva JMS, Cardoso VC, Abreu KE, Silva LS. A feminização do cuidado e a sobrecarga da
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Disponível em: [Link]
view/42114/23913
Livro com autor pessoal
Charmaz K. A construção da teoria fundamentada: guia prático para análise qualitativa. Porto
Alegre: Artmed; 2009.
Livro com autor organização
World Health Organization. Global tuberculosis report 2017. Geneva: WHO; 2017 [cited
2022 Oct 24]. Available from: [Link]
Capítulo de livro
Fauci AS, Lane H C. Human immunodeficiency virus disease: AIDS and related disorders. In:
Jameson JL, Fauci A, Kasper D, Hauser S, Longo D, Loscalzo J, editors. Harrison's Principles
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Legislação
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2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes
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11
Oficial União. 2017 set 22 [citado 2022 nov 05];154(183 Seção 1):68-76. Disponível em:
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data=22/09/2017&jornal=1&pagina=68&totalArquivos=120
12