Lean Six Sigma: Princípios e Práticas
Lean Six Sigma: Princípios e Práticas
GREEN BELT
Como uma qualificação
Green Belt deve ser
LEAN MANUFACTURING
Prof. Dr. Helder Diniz
LEAN MANUFACTURING
LEAN MANUFACTURING VS SIX SIGMA
Sakichi
Toyoda
EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO LEAN
1892 1937 1945
Pedido Recebimento
Sakichi
Toyoda 1%
SISTEMA
TOYOTA Valor
DE 99% Desperdício
PRODUÇÃO
EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO LEAN
1892 1937
Sakichi
Toyoda
1990 – Publicado o livro “ A máquina que mudou o mundo” (Womack, Jones e Roos) com resultados e análise da
pesquisa iniciada em 85;
– Usado terno Lean Manufacturing para caracterizar o TPS, que se apresentou como
novo paradigma, em contra ponto à produção em massa;
– Alta variedade baixos volumes com custos mínimos, investimentos reduzidos e
elevados padrões de qualidade;
– Metade dos operários em fábrica, espaço de fabricação, ativos fixos, tempo para
desenvolver novos produtos, estoques, defeitos, etc.
O QUE É O LEAN?
Metodologia?
Ferramenta?
Sistema de Gestão?
1. Especificar Valor sob a ótica do cliente;
2. Identificar o Fluxo de Valor e alinhar as atividades que criam Valor;
3. Realizar essas atividades em Fluxo Contínuo (sem interrupções);
4. Sempre que alguém as solicita (Puxado);
5. Buscando sua Perfeição (cada vez mais eficaz);
O Princípio do Não-Custo
MURA
MUDA
3 MU’s
Conceito
Como acontece... Caminhão para 3t
““… A insuficiência de padronização e
racionalização cria desperdício (Muda),
inconsistência (Mura) e irracionalidade
(Muri) em procedimentos de trabalho e
horas de trabalho que, eventualmente,
levam à produção de produtos
defeituosos.” ”
(Sistema Toyota de Produção; Além produção em larga escala por Taichi Ohno)
3 MU’s
• De fato é sistêmica: Produção irregular (Mura) conduz ao stress e sobrecarga (Muri), que geram defeitos e
desperdícios(Muda).
• Variação nas demandas do cliente, nas variações de processo e outras variações (MURA)
• Sobrecarga (MURI) resultante de variação de demanda ou processo (MURA)
• Desperdício na utilização de pessoas ou máquinas nos processos (MUDA)
MUDA Perda = Muda
Defeito DESPERDÍCIO
Transporte
Estoque
Processamento
Movimentação
SUPERPRODUÇÃO Produzir mais (ou mais rápido)
do que o requerido pelo
processo, negócio ou cliente
Contramedidas:
•Lotes pequenos
•Balanceamento dos processos
de produção.
•Padronização das atividades
•Limpeza e organização da
área
•Utilização de padrões visuais.
PROCESSAMENTO Adição de atividades não
requeridas pelo desenvolvimento
do processamento do produto
Contramedidas:
•Padronização: definição e utilização
de procedimentos
•Padrões de qualidade.
•Revisão de processos
Excesso de material (Matéria-
prima, material em processo)
que são necessários à produção
ESTOQUE
É a perda sob a forma de estoque de matéria-
prima, material em processamento e produto
acabado.
Uma grande barreira para o ataque às
perdas por estoque é a “vantagem” que os
estoques proporcionam de aliviar os
problemas de sincronia entre os processos.
No ocidente, os estoques são vistos como
um “mal necessário”. O STP utiliza a
estratégia de diminuição gradativa dos
estoques intermediários como uma forma de
identificar outros problemas no sistema,
escondidos por trás dos estoques.
ESTOQUE Excesso de material (Matéria-
prima, material em processo)
que são necessários à produção
Contramedidas:
•Análise e balanceamento de
atividades do processo
•Uso de conexões/kanban
•Otimização de layout
MOVIMENTAÇÃO Ações de pessoas ou
equipamentos que não
adicionam valor ao produto
Contramedidas:
•Análise das atividades dentro das
etapas dos processos/PDT
•Spaghetti Chart
•Mapeamento de fluxo de valor
•Padronização
•Otimização de layout do PDT
TRANSPORTE Toda movimentação, que não
agrega valor, de produtos e/ou
insumos de um local para outro
Contramedidas:
•Otimização de Layout
•Rotas de transporte pré-
determinadas.
•Buscar e entregar ao mesmo tempo
•Áreas designadas para recolhimento
e entregas
•Meios de transporte apropriados
•Spaghetti Chart
Perda Transporte
x
Perda Movimentação
Contramedidas:
•Análise das atividades dentro das
etapas dos processos
•Spaghetti Chart
•Mapeamento de fluxo de valor
•Padronização
•Otimização de layout do PDT
MURI
Operações realizadas com dificuldade ou fora de padrão
de trabalho.
Máquina
Mental
MURI
Físico
MURI
Máquina
Mental
Número de
decisões
“A sequência natural
deve também ser a
sequência correta”
MURA Significa inconsistência ou
variaçãode processos ( operação
não natural).
ORDENAÇÃO - SEITON
LIMPEZA - SEISO
PADRONIZAÇÃO - SEIKETSU
DISCIPLINA - SHITSUKE
5S
Denominação
Conceito Objetivo particular
Português Japonês
Eliminar do espaço de
Utilização 整理, Seiri Separar os desnecessários
trabalho o que seja inútil
Organizar o espaço de
Organização 整頓, Seiton Situar os necessários
trabalho de forma eficaz
Melhorar o nível de
Limpeza 清掃, Seisō Suprimir os supérfluos
limpeza
Garantir um ambiente
Padronização 清潔, Seiketsu Manter o nível atingido
seguro para o trabalho.
Incentivar esforços de
Auto-disciplina 躾, Shitsuke Seguir melhorando
aprimoramento
O que é o 5S?
Metodologia, ferramenta,
Sistema…?
COMO?
Qual o foco do 5S Criando e
mantendo
padrões...
Qual o foco do 5S - Exemplos
1º SENSO - SEIRI UTILIZAÇÃO
Senso de Utilização
SEIRI Separar
Coisas/Dados
Não Potencialmente útil ou valiosa Venda, doação, sorteio
Necessários
Dicas importantes
• Sempre bloqueie as causas que levam à desarrumação.
•Tome cuidado para não descartar o que você precisa.
• Meça os resultados decorrentes desta prática.
1º S - UTILIZAÇÃO
Colocar junto a
Colocar no É possível Cada pessoa
almoxarifado que se Hora
use
Várias
Algumas Materiais, vezes ao
vezes por Ferramentas, dia
equipamentos
ano
Algumas Várias
vezes por vezes por
mês semana
SEM SENSO
DEPOIS DO 1º S...
2º SENSO - SEITON ORDENAÇÃO
SENSO DE ORDENAÇÃO OU
DE ORGANIZAÇÃO...?
TANTO FAZ...?
2º S - ORGANIZAÇÃO Seiri Eliminação de Supérfluo
Seiton Organização
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
Como fazer
• Definir critérios e locais apropriados.
• Facilitar a procura.
• Criar sistema de identificação visual dos objetos.
• Devolver os objetos aos seus devidos lugares após utilizá-los.
• “Um lugar para cada coisa, Cada coisa no seu lugar”
2º S - ORGANIZAÇÃO
Seiton Organização
Benefícios
• Rapidez e facilidade na busca de documentos e objetos.
• Controle sobre o que cada um usa.
• Redução de acidentes
• Facilidade de comunicação.
• Facilidade de acesso aos materiais e equipamentos, reduzindo tempo de busca
•Evitar estoque em duplicidade
Dicas importantes
• Sempre bloqueie as causas que levam a linha à desarrumação
• Converse com seus parceiros para saber a melhor forma de organizar a área.
2º S - ORGANIZAÇÃO
EXEMPLOS
DEPOIS DO 2º S...
3º SENSO - SEISO LIMPEZA
Melhorar o nível de limpeza
Material adequado;
Ambiente Arrumado e
Limpo
3º S - LIMPEZA Seiri Eliminação de Supérfluo
Seiton Organização
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
SEISO significa limpar sempre e deixar sempre limpo, manter o local de trabalho em
perfeita condição de operação.
Como fazer
• Descobrir e eliminar as fontes de sujeira.
• Manter limpa as superfícies.
• Verificar o estado de uso enquanto se faz a limpeza.
• Comprometimento de todos.
• Limpar os objetos antes de guardar.
• Evitar sujar.
• Desenvolver o hábito de limpeza.
3º S - LIMPEZA
Seisou Limpeza
Benefícios
• Purificação dos postos de trabalho.
• Satisfação dos funcionários.
• Maior controle sobre equipamentos, ferramentas e máquinas.
• Eliminação de desperdícios.
• Redução de ajustes
Dicas importantes
• Mais importante que limpar é não sujar.
• Limpeza deve ser considerada como sinônimo de inspeção.
3º S - LIMPEZA
DECIDIR…
DEPOIS DO 3º S...
4º SENSO - SEIKETSU PADRONIZAÇÃO
Garantir um ambiente seguro para o
trabalho
Facilita a visualização
dos itens da área
Facilita a manutenção do
ambiente de trabalho;
Saúde e Higienização
4º S - PADRONIZAÇÃO Seiri Eliminação de Supérfluo
Seiton Organização
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
Como fazer
•Preparar padrões e normas de:
•Limpeza
•Inspeção
•Identificação
•Utilização
•Organização
4º S - PADRONIZAÇÃO
Seiketsu Padronização
Benefícios
• Reduz acidentes.
• Melhora a saúde geral dos funcionários.
• Eleva o nível de satisfação dos funcionários.
• Facilita as relações humanas.
• Divulga positivamente a imagem do setor, da Cia e dos funcionários.
Dicas importantes
• Não padronize em excesso!!!
• Converse com as pessoas da sua área para definir a padronização.
• A padronização tem a função de ajudar, não complicar...
4º S - PADRONIZAÇÃO
ANTES DEPOIS
4º S - PADRONIZAÇÃO
DEPOIS DO 4º S...
5º SENSO - SHITSUKE DISCIPLINA
Manutenção da
implementação e
padronização.
Trabalhar
comprometimento de
equipe para manutenção e
melhoria autonomamente
5º S - DISCIPLINA Seiri Eliminação de Supérfluo
Seiton Organização
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
Como fazer
• Tornar a prática dos “S” anteriores uma rotina.
• Compartilhar os objetivos (visão / missão).
• Transformar a disciplina dos “5S” em autodisciplina, incorporando definitivamente os valores
que o programa recomenda.
• Criar mecanismo de avaliação e motivação.
• Participar ativamente dos programas de treinamento.
• Melhorar a comunicação em geral.
5º S - DISCIPLINA Seiri Eliminação de Supérfluo
Seiton Organização
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
Benefícios
• Cumprimento dos procedimentos operacionais.
• Constante auto-análise e busca de aperfeiçoamento dos funcionários.
• Melhor entrosamento entre todos os níveis da empresa.
• Sentimento de “dono do negócio”- Ownership
• Conscientização da participação de todos na melhoria da qualidade de vida.
5º S - DISCIPLINA
EXEMPLOS
SHE.
Melhoria Específica.
Manut. Planejada
Integração com outros pilares
[Link]
Office TPM
Treinamento
REGRAS
DINÂMICA 5S
Encontrar números de 1 a
50
Encontrar os números na
sequência
Em 30s
27
30
12
62
35
8
23
47 40
10 58
79
DINÂMICA 5S
E aí?
Conseguiram chegar
em que número?
Vamos tentar
novamente?
MELHORIA REALIZADA
DINÂMICA 5S
APLICAR SENSO DE
UTILIZAÇÃO
Retirar todos os números
que não estão no intervalo
entre 1 e 50
Em 30s
27
30
12
35
8
23
47 40
10
DINÂMICA 5S
E aí?
Conseguiram chegar
mais longe?
Vamos tentar
mais uma vez?
MELHORIA REALIZADA
DINÂMICA 5S
APLICAR SENSO DE
ORDENAÇÃO
Revelar como foram
ordenados os números
Em 30s
3º 6º 9º
2º 5º 8º
1º 4º 7º
Dinâmica – Aplicando o 2º Senso
27
30
12
35
8
23
47 40
10
DINÂMICA 5S
Bem melhor, não?
Conseguiram os 50?
Vamos tentar
chegar agora?
MELHORIA REALIZADA
DINÂMICA 5S
APLICAR SENSO DE
PADRONIZAÇÃO
Em 30s
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
41 42 43 44 45 46 47 48 49 50
TÉCNICAS E AUDITORIAS
FERRAMENTAS – 5S
IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO
Auditorias
5º Passo
Implementação
do 3º S
7º Passo
Implementação
do 5º S
6º Passo
Implementação
do 4º S
IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO
IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO
IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO
PADRINHO DE
ÁREA
Centraliza a
coordenação das
ações
Ao alternar o
padrinho, dissemina-
se a cultura
Conhecer toda a metodologia de 5S
PADRINHO DE Ser referência de 5S para a fábrica
ÁREA Acompanhar as reuniões dos setores
Ser o responsável por instruir e puxar o 5S em
algum setor
Acompanhar o plano de ação do setor em que é
padrinho
Fazer visitas ao setor em que é padrinho (2,5
horas semanais)
Monitorar datas de mudança de S da linha e
agendar com pilar a auditoria.
Realizar auditorias informais com a linha
Acompanhar a auditoria do pilar
Acompanhar as reuniões dos setores
Atualizar e acompanhar o plano de
implementação do setor
PADRÃO VISUAL
Define a condição de
base
Referência para
liderança/gestores
impor a disciplina
AUDITORIAS
AUDITORIAS
Formulários
AUDITORIAS
AUDITORIAS – Indicadores de controle
AUDITORIAS – Indicadores de controle
120
117 117
115,7 116,7
110 113,7 113,7 113
111,5 112,5 111,7
109 110
107,7
100 103
101,3
95,3
90
80
70
Pontuação
60
50
40
30
20
10
0
0
AVG AVG 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 BM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 OBJ
2003 2004 2005 2006
AUDITORIAS – Plano de Ação
DIVULGAÇÃO
AUDITORIAS – Divulgação dos resultados
DIVULGAÇÃO
AUDITORIAS – Divulgação dos resultados
DIVULGAÇÃO
LEAN SIX SIGMA
GREEN BELT
Como uma qualificação
Green Belt deve ser
LEAN SIX SIGMA
GREEN BELT
LEAN MANUFACTURING
ROTEIRO
Corte Montagem
Operador A
Cadeira A CORTE MONTAGEM Kit Ferram A Cadeira A
CORTE MONTAGEM
Cadeira B
Operador B
Operador 1 Operador 2
Cadeira B CORTE MONTAGEM Kit Ferram B
Kit Ferram 1 Kit Ferram 2
Benefícios de uma produção em massa
Alto
Variedade de padronizada,
personalizado, Grande variedade
Baixo
Estrutura do Processo grande variedade de produtos
produtos com variedade
moderada de produtos
de produtos
limitada
Baixo
Alto
Baixo Alto
R. H. Hayes and S. C. Wheelwright. “Link Manufacturing Process
and Product Life Cycles,” Harvard Business Review(1979,
January–February): 133–140.
PDCA
PDCA - Conceito É um método de gerenciamento de
processos ou de sistemas. É o
caminho para se atingirem as metas
atribuídas aos produtos dos sistemas
empresariais
Up Grade
Tecnológico
A P DMAIC
Black Belt
DMAIC
Green Belt
DMAIC
Yellow Belt
PDCA Completo
MASP
C D
PDCA Rápido
C - Check D - Do
As oito etapas do PDCA
CHECAR
6. Verificação
Deve-se verificar se o bloqueio das causas geradoras
do problema foi efetivo.
A - Act P - Plan
C - Check D - Do
As oito etapas do PDCA
AGIR
7. Padronização
Deve-se implantar meios de padronização para evitar
o reaparecimento do problema.
A - Act P - Plan
8. Conclusão
Deve-se realizar uma reflexão sobre o processo de
solução do problema e concluir o projeto.
C - Check D - Do
As oito etapas do PDCA
1. Identificação
2. Observação
3. Análise
A - Act P - Plan
4. Plano de Ação
5. Execução
6. Verificação
C - Check D - Do
Não
Meta
Sim
7. Padronização
8. Conclusão
Identificação do Problema
P 1 2 3 4 D 5 C 6 A 7 8
Média Histórica
4,00%
3,00%
1,00%
0,00% Problema
jan/20 fev/20 mar/20 abr/20 mai/20 jun/20 Média
Média Histórica 5,00%
Realizado 4,80% 5,60% 5,20% 4,20% 4,80% 5,40%
Cost Avoid
Saving
Custo Padrão
Cost Reduction
Identificação do Problema
P 1 2 3 4 D 5 C 6 A 7 8
• Lista de Verificação
• Gráfico de Pareto
• Meta de Melhoria
• Benchmark
• Ver e Agir
Lista de Verificação
A lista de verificação (Check List) é uma ferramenta utilizada para coletar
informações detalhadas sobre o problema, visando a realização da Análise de
Pareto.
Deve revelar as informações detalhadas (pistas) sobre o problema (o que, quando,
quem, como, onde, quanto?).
Motivo MFE Quantidade % S/ total % Acumulado
Sujeira 95.000 19% 19%
Contaminação 90.000 18% 37%
Cor 85.000 17% 54%
Dimensional 80.000 16% 70%
Embalagem 75.000 15% 85%
Peso 75.000 15% 10%
Total 500.000
Conclusão: NÃO HÁ DIFERENÇA SIGNIFICATIVA DA QUANTIDADE POR MOTIVO
Lista de Verificação
A lista de verificação (Check List) é uma ferramenta utilizada para coletar
informações detalhadas sobre o problema, visando a realização da Análise de
Pareto.
Deve revelar as informações detalhadas (pistas) sobre o problema (o que, quando,
quem, como, onde, quanto?).
Linha Quantidade % S/ total % Acumulado
Linha 1 300.000 60% 60%
Linha 2 60.000 12% 72%
Linha 3 50.000 10% 82%
Linha 4 40.000 8% 90%
Linha 5 30.000 6% 96%
Linha 6 20.000 4% 100%
Total 500.000
Conclusão: HÁ DIFERENÇA SIGNIFICATIVA DA QUANTIDADE POR LINHA
Gráfico de Pareto
Gráfico de Pareto
O Gráfico de Pareto é uma ferramenta utilizada para qualificar a categoria que revela maior
oportunidade de ganho (problema focado) para o alcance da meta do projeto.
Dicas importantes
✓ A disposição das barras é sempre em ordem decrescente.
✓ Estratifique de 3 até 7 categorias para localizar adequadamente o problema;
✓ Os resultados devem ser expressos em valores absolutos e a escala deve ser ajustada para
o valor total;
✓ Estratifique seu problema de maneira a concentrar 80% dele em 20% das categorias (regra
de Pareto);
✓ Caso não consiga atender o item anterior, certifique-se que a primeira coluna (problema
focado) é suficientemente grande para que a meta do projeto seja atingida;
✓ Pode haver uma categoria “Outros” que consolide diversas categorias de pouca
representatividade, cuja barra deve ser disposta no final do gráfico, não devendo exceder
10% do total.
Meta de Melhoria
Descrição da Meta
Meta
Reduzir o MFE de 5,0% para 3,0% até
Uma meta é composta por um objetivo gerencial,
dezembro.
um valor e um prazo para ser atingida.
Regra prática: suponha que a média histórica seja
5,0% e que o valor ideal seja 1,0% (benchmark¹).
Portanto, a meta para o primeiro giro seria:
•Brainstorming
• Análise dos 5 Porquês
•Diagrama de Causa e Efeito -
Ishikawa
Brainstorming
A Tempestade de Ideias (Brainstorming) é uma ferramenta utilizada para gerar ideias sobre as
causas prováveis que geram o problema.
• A elaboração da Tempestade de Ideias deve ser feita no local onde o problema ocorre e, tem
que contar com a participação de profissionais experientes no assunto.
• As ideias devem ser levantadas sem quaisquer tipos de censura.
• O time deve classificar as causas levantadas segundo o critério abaixo:
➢ É causa primária e pode ser tratada.
➢ É causa primária, mas não pode ser tratada.
➢ Não é uma causa primária.
➢ Não é causa.
• Em seguida o time deve priorizar as causas primárias que podem ser tratadas
5 Porquês
O Estudo dos Por Quês é uma ferramenta utilizada para identificar as causas fundamentais
que efetivamente originam o problema (causas raízes). Por esse motivo deve ser elaborado com
a máxima atenção de todos.
• O time deve dedicar tempo suficiente na análise das causas para que o diagnóstico do
problema seja o mais preciso possível.
• As causas são classificadas como primárias, secundárias, terciárias, quaternárias e assim por
diante, de acordo com a proximidade que se encontra do problema focado.
• É importante que o time qualifique adequadamente as causas, para que se tenha clareza do
que efetivamente cada uma representa.
Identificação da causa raiz: 5 porquês?
ANALISE O PROBLEMA
“O painel não está funcionando!”
Análise completa
4,00%
Meta do Projeto
3,00%
Valor Atingido
2,00%
1,00%
Valor Ideal
0,00%
Média jul/20 ago/20 set/20 out/20 nov/20 dez/20
Média Histórica 5,00%
Meta do Projeto 5,00% 5,00% 3,00% 3,00% 3,00% 3,00%
Realizado 4,50% 5,30% 2,75% 2,70% 2,80% 2,60%
Execução
P 1 2 3 4 D 5 C 6 A 7 8
• Padronização
Padronização
TAREFAS RECOMENDAÇÕES
Elaboração ou ▪ Estabeleça as novas ferramentas de padronização.
alteração do padrão ▪ Incorpore, sempre que possível, ferramentas à prova de bobeira
(fool proof = poka yoke).
Comunicação ▪ As ações definidas no plano devem ser amplamente divulgadas
na unidade gerencial (reuniões, comitês, gestão a vista).
Educação e ▪ Os mecanismos de treinamento devem ser aplicados com a
treinamento máxima atenção para garantir a plena compreensão das novas
ferramentas de padronização.
Acompanhamento da ▪ É importante que as novas ferramentas de padronização sejam
utilização do padrão monitoradas inicialmente com uma frequência maior para que
haja garantia que foram efetivamente incorporadas à rotina da
unidade gerencial.
Replicação das Ações ▪ Avalie todas as ações implantadas e verifique quais podem ser
replicadas para outras áreas.
Execução
P 1 2 3 4 D 5 C 6 A 7 8
• Problemas Remanescentes
• Lições Aprendidas
Conclusão
TAREFAS RECOMENDAÇÕES
Relação dos ▪ Analise os resultados.
problemas ▪ Elabore demonstrações gráficas para comprovar que as
remanescentes ferramentas de bloqueio foram efetivas e que os resultados são
sustentáveis.
Planejamento e ▪ Utilize a metodologia para atacar os problemas remanescentes
ataque aos problemas que efetivamente forem prioritários.
remanescentes
Reflexão ▪ Reflita cuidadosamente sobre as próprias atividades da solução
gerada pela equipe ao longo do projeto (cumprimento do
cronograma, profundidade da análise das causas, participação
dos integrantes, produtividade das reuniões, distribuição de
tarefas, aplicação plena da metodologia e das ferramentas).
LEAN SIX SIGMA
GREEN BELT
LEAN MANUFACTURING
ROTEIRO
APLICAÇÃO DE PLANILHA
PARA GIRO DE PDCA
A3
Relatório A3
Relatório A3 Objetivo: Estado futuro. Qual o target a
ser atingido.
Situação Atual: Informações
necessárias para medir o estado atual
(indicadores, sketchs)
Cronograma de atividades:
Planejamento de atuação de seu projeto.
Plano de ação: Acompanhamento das
ações do que foi planejado no
Cronograma
Plano de Ação
D
Monitoramento e
Acompanhamento
C/A
Relatório A3
D
P C A
Descrever seu problema a partir
Objetivo e situação das seguintes perguntas:
atual no A3 • O que é o problema;
• Onde o problema ocorre;
• Como o problema se manifestou;
• Como o problema foi gerado;
• Como o problema afeta o objetivo do
seu projeto;
• Quem é afetado pelo problema
(clientes, setores, etc.)
• O histórico do problema;
• Quantificar a extensão do problema;
• Mostrar o problema através de
gráficos;
• IMPORTANTE: Definir bem os
indicadores medidos para demonstrar
seu problema
A3 - MODELO
METAS
Análise de causa- O problema está
raiz no A3 relacionado com a causa-
raiz, então:
• Você pode utilizar um conjunto
de ferramentas para investigar
os principais motivos com o
intuito de chegar à causa-raiz.
A3 - MODELO
METAS
Definir as metas/objetivos
que o projeto pretende
Metas no A3 atingir, seguindo o
conceito SMART:
• Específico (Specific): focado e
direcionado no problema;
• Mensurável (Measurable):capaz
de ser medido e controlado;
• Achievable: meta atingível
• Realista (Realistic): passível de
atingimento.
• Dentro de um prazo (Timed):
planejada para ser atingida
dentro de um tempo.
A3 - MODELO
METAS
Plano de Ação no Definir as ações para
A3 atingir a meta/objetivo. É
importante que se tenha:
• Sequência de atividades;
• Prazo para conclusão das
atividades;
• Responsável único para cada
ação;
• 5W2H.
A3 - MODELO
METAS
Monitoramento do projeto
Resultados no A3 através dos indicadores de
resultado:
• Followup;
• Gráficos comparativos com os
dados iniciais da situação atual
• Verificação da efetividade das
ações;
• Monitoramento dos savings.
A3 - MODELO
METAS
Importante fechar os
Conclusão no A3 resultados após o período
de monitoramento,
indicando:
• Savings;
• Ganhos qualitativos do projeto
(se aplicável);
• Indicar ações de padronização.
A3 - MODELO
METAS
Gestão Visual
O que é Gestão Visual
Fluxo
Conexão
Acionamento de suporte
Segurança
Gestão de estoques
Gestão à vista
Layout para PDT’s
Ferramentas de Gestão Visual
Fluxo:
1. Demarcação de piso para definir fluxo
de pessoas e máquinas;
2. FIFO.
Ferramentas de Gestão Visual
Acionamento de suporte/ajuda:
1. ANDON.
Ferramentas de Gestão Visual
Segurança:
Ferramentas de Gestão Visual
Estoques:
1. Kanban de estoque.
3. WIP
Ferramentas de Gestão Visual
Gestão à vista:
1. Indicadores de Performance.
2. Indicadores de atividades
3. Qualidade
Ferramentas de Gestão Visual
Layout PDT’s:
1. Shadow Board.
2. 5T
KPI
O que é KPI
MÉTRICA NÃO É KPI! Todo KPI é uma métrica. Mas, nem toda métrica é um
KPI.
O que é KPI
Por si, é uma métrica. Para ser um KPI deve estar alinhado com os objetivos e
fatores relevantes.
O que é KPI
Então,
1. OEE
2. Disponibilidade de equipamento.
3. % MFE (Quantidade de MFE/Quantidade total produzido*100)
4. OTIF (On Time In Full)
5. Absenteísmo
6. Produtividade
7. Taxa de ocupação de armazém.
KAIZEN
O que é KAIZEN?
KAIZEN
Pessoas
Melhorando
Continuamente
Capacidades Operacionais
Pessoas bem treinadas e equipamentos de trabalho bem
conservados, confiáveis para atingirmos o padrão de estabilidade
operacional.
KAIZEN
Ex.: 1 - A serrilha (Lâmina) do suporte de fita durex não corta mais a fita. Vou fazer
um Kaizen para trocar por uma nova serrilha (Lâmina).
Ex.: 1 - A serrilha (Lâmina) do suporte de fita durex não corta mais a fita.
Vou fazer um Kaizen para eliminar o uso de fita durex na área.
Oportunidades
Padronização
Tempo
O Espírito do
Kaizen
Idéia
Genial!
Nem todo KAIZEN tem
que ser disruptivo
Idéia!
Tempo
Ferramentas
Kaizen
Ferramentas Kaizen
ADVANCED
Complexidade do
KAIZEN
STANDARD KAIZEN
problema
5G | 5W + 1H | 5 WHY + 7 WCM
TOOLS 3 Meses
1 Semana
Tempo de resolução
MFV
Mapeamento de fluxo de Valor
Conceito
Mapear a
Situação
Atual
Identificar
Necessidades
de Melhoria
Principais benefícios
Informação
FLUXO DA PRODUÇÃO
Material
O que mapear?
Tipos de Kaizen
• Kaizen de Fluxo
o Melhorar Fluxo de material e de informação
• Kaizen de Processo
o Melhorar Fluxo das pessoas e dos processos
Desenho do estado atual
MOMENTO QUANTIDADE
ITEM
JIT LOCAL
Just In Sequence
SEQUÊNCIA
MOMENTO QUANTIDADE
ITEM
JIT LOCAL
Objetivo do JIT
o Garantir um FLUXO CONTÍNUO na
operação;
o Identificar, localizar e eliminar perdas;
o NÃO é um programa de controle e redução de
ESTOQUES.
Por que ELIMINAR ESTOQUES?
o Porque são PERDAS
o Escondem outras PERDAS
o Impedem que perdas sejam ELIMINADAS.
PRODUÇÃO PUXADA
Conexões: fluxo contínuo, FIFO, KANBAN
Produção puxada
o Processo CLIENTE vai até o processo FORNECEDOR e
retira somente a quantidade de material necessário para
realizar a produção solicitada
PROCESSO PROCESSO
FORNECEDOR CLIENTE
CONEXÕES
PCP
PCP
Máx. 3 un Máx. 3 un
PCP
Máx. 3 un
Takt-time
Tempo de Ciclo
6
TAKT-TIME
OPERADOR MÁQUINA
14
SIGNIFICADO E OBJETIVO
Significado Objetivo
A B C
As broncas
A B C
B C A C B A B C
Produzir A, B e C na quantidade de
acordo com a demanda
Eu sei o que você
está pensando...
Os benefícios
Previsibilidade
HEIJUNKA
Flexibilidade Estabilidade
O que é preciso
para implementar Requer uma ferramenta mais avançada de
redesenho para ganhar flexibilidade
Nivelamento Nivelamento
Takt-Time de volume de tipo
Estoque
Poka Yoke Heijunka Box
pulmão
GBO
Gráfico de Balanceamento de Operações
CONCEITOS
32
Conceito GBO O GBO indica os tempos de ciclo de cada
estação, posto de trabalho ou etapas de
processo.
Natural Tradicional
A B C D E A B C D E
GBO – Tipos de disposição na linha e balanceamentos
LEAN TT = 50
25
A B C D E
COMO CRIAR UM
GBO
4 PASSOS
36
1º Passo – Listar as
atividades Definir as operações em fluxo sequencial
Fonte:
[Link]
65132005000200008
2º Passo – Definir
Takt-time Definir o ritmo de produção baseado na
demanda do(s) cliente(s)
1 2 3 4 5
4º Passo – Montar o
Gráfico Estratificar as atividades.
Excesso de 95% a
carga de
Sobrecargatrabalho
97%
0.3
NVA
Atender a demanda
Fluxo contínuo
YAMAZUMI
Conceito Yamazumi significa EMPILHAR
Benefícios
JUST-IN-TIME
JIDŌKA
CQZD
Company
Company Wide
Wide Quality
WAYControl
Quality
LEAN Consulting(CWQC)
Control (CWQC) Ghinato, 1994 5
JIDŌKA - AutoNOmação
自 働 化
JI DŌ KA
AUTO NOMA ÇÃO
自律 自動化
JIRITSU JIDŌKA
Autonomia Automação
ESSENCIAL AUXILIAR
(sempre) (frequentemente)
A ideia central é neutralizar DANO (potencial) sobre o ENTE que flui (Material,
Informação, Cliente) e/ou AGENTES de produção (Operador, Máquina), impedindo
a geração e propagação de defeitos no processamento no fluxo
Detecção de
Fixação Acionamento
Processamento Alimentação Anorma- Solução
Estágio /remoção da máquina
lidades
Alimentação manual e
2 Máquina Homem Homem Homem Homem Homem
processamento automático
Alimentação e processamento
3 Máquina Máquina Homem Homem Homem Homem
automático
Jidōka
5 Automação com toque Máquina Máquina Máquina Máquina Máquina Homem
humano
Detecção de
Fixação Acionamento
Processamento Alimentação Anorma- Solução
Estágio /remoção da máquina
lidades
Alimentação manual e
2 Máquina Homem Homem Homem Homem Homem
processamento automático
Alimentação e processamento
3 Máquina Máquina Homem Homem Máquina Homem
automático
Jidōka
5 Automação com toque Máquina Máquina Máquina Máquina Máquina Homem
humano
• Origem TQC: Feigenbaum - artigo “Total Quality Control”, 1956 – Inspiração para os
Japoneses
• Na “versão japonesa”, a ideia central era que o CQ deveria ser exercido por todos os
funcionários em todas as áreas
As Diferenças:
• TQC: Sistema para a integração das tecnologias da qualidade dentro dos diversos
departamentos funcionais a fim de proporcionar satisfação ao cliente
全社的な品質管理
zensha-tekina hinshitsu kanri
LEAN WAY Consulting 13
O CWQC Japonês
• Shingo defendia que as atividades dos CCQ’s poderiam ser aprimoradas com o
treinamento e a aplicação de técnicas de engenharia industrial (EI), pois são muito
mais efetivas do que as técnicas de controle da qualidade comumente aplicadas pelos
CCQ’s
Erro: Execução imperfeita de alguma atividade, capaz de gerar dano ao objeto, aos
fatores de produção ou ao planejamento do fluxo de atividades.
Detecção Zero
Poka-Yoke + Inspeção na Fonte
de Erros Defeitos
Inspeção
Sucessiva
(Poka-Yoke) Erro
Controle Estatístico
(Amostral)
Inspeção Defeito
Final 100%
Defeito
Defeito
Defeito
Método de controle
Função de regulagem
(Propósito)
Método de advertência
Classificação dos
Método de contato
Sistemas Poka-Yoke
Função de detecção
Método do conjunto
(Técnicas utilizadas)
Método de etapas
Função de Regulagem
Controle X
Advertência
Função de Detecção
Contato X
Conjunto
Etapas
Função de Regulagem
Controle X
Advertência
Função de Detecção
Contato
Conjunto X
Etapas
Função de Regulagem
Controle
Advertência X
Função de Detecção
Contato X
Conjunto
Etapas
Função de Regulagem
Controle
Advertência X
Função de Detecção
Contato X
Conjunto
Medidor de altura
mínima para as
Etapas atrações em parques
de diversão / espaço
kids
Função de Regulagem
Controle
Advertência X
Função de Detecção
Contato
Conjunto
Etapas X
Contador e uma sirene alertam o operário se os componentes
certos não forem apanhados para montagem
Jidōka
Separação
Mecanismo de “Gestão à Vista” (MIERUKA) capaz de indicar Homem/
o status de um processo ou a ocorrência de uma Máquina
anormalidade, acionando a Cadeia de Ajuda caso Poka-Yoke
Inspeção na Fonte
necessário Andon
Jidōka
Separação
Atuação imediata e autônoma na identificação de Homem/
anomalias do processo, impedindo a ocorrência Máquina
de defeitos Poka-Yoke
Inspeção na Fonte
Andon
inspeção e
feedback
ação
Ciclo Longo
defeito
Efeito
erro
Causa
inspeção e
feedback Inspeção por
Julgamento
ação
Ciclo Longo
Inspeção
Informativa
defeito
Efeito
ação
erro Inspeção na
Fonte
Causa inspeção e
feedback
Ciclo Curto
LEAN WAY Consulting 32
Para Concluir
O Conceito do Jidōka (AutoNOmação) tem posição estrutural que, juntamente com o
Pilar JIT, proporciona equilíbrio ao Sistema LEAN (Sistema Toyota de Produção – TPS).
LEAN SYSTEM
• Origens e história
• Os Grupos de Karakuri
• O Legado do Karakuri: A Robótica
• Os Mecanismos Karakuri na Indústria
• A Abordagem e Requisitos para Aplicação dos Karakuri
• Karakuri é SMART
• Aplicações Combinadas dos Karakuri
• Tipos de Karakuri na Indústria
• Aplicações
• Kit Karakuri
LEAN WAY Consulting 35
Karakuri: Automação de Baixo Custo
• A palavra “karakuri” (絡繰) significa “truque” ou “mecanismo”, mas aplica-se aos
tradicionais bonecos mecanizados (autômatos) (絡繰人形) japoneses, populares
entre os séculos XVII e XIX.
• Os bonecos de madeira, “karakuri ningyou”, embora não sejam marionetes,
apresentam características similares, pois são movidos por dispositivos
mecânicos como: molas, polias, contrapesos, rodas dentadas, cordas, água, ar...
• No contexto da “Engenharia Industrial”, Karakuri designa os mecanismos de
acionamento que valem-se das leis básicas da física (gravidade; ação-reação; etc.)
para automação do trabalho humano a baixo custo – Low Cost Automation.
Aplicações Combinadas com: Poka-Yoke,
Sistemas de Testes, Sistemas de Transporte, AGV
18%
16%
15%
11%
• Desde 1993
• 80 Empresas Expositoras
• 300 Estandes (1/3 dos estandes é das diversas fábricas da Toyota no mundo)
Transporte Peças
VÍDEO 02
VÍDEO 03
• Os 3 GEN
• Custo (GENKA)
• Local de Trabalho (GENBA)
• Operador (NINGEN)
• Ir ao GENBA
Construir o KARAKURI
• Ver o GENBUTSU
(Produto e o Processo)
VÍDEO 04
VÍDEO 05
LEAN WAY Consulting 47
Requisitos para Aplicação dos Karakuri
e reutilizado
• Sistemas de Transporte
Flow Racks; Roletes; Cama de Esferas; Bancadas Móveis; Rodízios
• Poka-Yoke
• Luta pela Redução de Custos estará SEMPRE Presente – Karakuri Kaizen é uma
via ainda de muito potencial, sobretudo nas empresas instaladas no Brasil
LEAN SYSTEM
AULA de 05JUN21 – Tema 03
Elementos da Gestão da ROTINA no GENBA
Mieruka, Cadeia de Ajuda, Genba Walk, Kamishibai
Mieruka
(Gestão à
Vista)
Trabalho Genba
Padronizado Walk
Solução Kamishibai
Problemas (Auditoria
MIASP Escalonada)
Cadeia
de Ajuda
•YŌHOJU = NECESSÁRIO
REABASTECER!!!
LEAN WAY ACADEMY 66
MIERUKA (見える化) - Aplicações
Visualização do Fluxo
Supervisor de produção,
Líder da operação, Ajudar a área produtiva
Líderes das áreas de 1x/turno na resolução dos
apoio, problemas
Chefe de Produção
Disponibilizar recursos
Gerentes 1x/semana para resolução de
problemas
Disponibilizar recursos
Gerente da Planta 2x/mês para resolução de
problemas
Disponibilizar recursos
Diretores/Presidente 1x/mês para resolução de
problemas
• Check-list deve ser “compacto” para levar até o ponto de verificação; ex.: cartão
• Execução rápida; máximo de 10’ por cartão
• Não fazer pergunta da rotina
• Não incluir perguntas de itens rapidamente observáveis durante a rota do genba walk
• Deve ser escalonada (o que é importante para o processo é importante para todos)
• Abrir “Tratamento de Falha” para não conformidade
• Garantir escalonamento primeiro, para depois pensar em perguntas exclusivas por
nível hierárquico
Problema
O cartão tem a cor “vermelha” no verso. Posicionar o “vermelho” para fora é um aviso
claro à equipe que está realizando o Genba Walk que a linha/célula está com problema.
LEAN WAY ACADEMY 86
Kamishibai – Quadro
Líder Operacional
A auditoria é realizada
sistematicamente, com frequência
definida e padronizada para cada nível
da Cadeia de Ajuda.
+ Supervisor
Chefe/Gerente
Diretor/Presidente
Gerente
Diretor
Logística
Gerente Analista
Analista Diretor
Técnico
Gerente
Técnico
Supervisor
Analista
Abastecedor
120 min 90 min 60 min 10 min
OP
10 min 60 min 90 min 120 min
Técnico
Supervisor
Supervisor
Coord.
Técnico Gerente
Gerente
Diretor
Diretor
Produção Analista
Manutenção
Gerente
Detecção de
anormalidade
Andon é
Análise
acionado
científica
◼ Realizar atividades normais do ◼ Responder aos chamados dos TMs ◼ Responder aos chamados dos TMs
trabalho nos Andons nos Andons
◼ Trabalhar cfe operação padrão ◼ Responder a qualquer parada de ◼ Responder a qualquer parada de
◼ Coletar dados sobre a produção cfe máquina máquina
requerido ◼Comunicar problemas ao GL ◼ Comunicar os problemas relevantes ao
◼ Realizar setups cfe definido ◼ Analisar resultados da produção a gerente
◼ Ativar andons quando ocorrerem cada hora ◼ Analisar resultados da produção a
problemas ◼ Registrar resultados no painel de cada hora
acompanhamento ◼ Analisar área destinada à sucata e
◼ Realizar auditorias de qualidade a retrabalho
cada hora ◼ Responder aos problemas que
◼ Analisar área destinada à sucata e ocorrerem no processo cliente
Início do turno retrabalho ◼ Caminhar na área para analisar
até o intervalo ◼ Analisar status dos Kanbans situação:
(produção e matéria-prima) ◼ Conformidade dos TMs em relação aos
requisitos de segurança e qualquer
◼ Programar os setups
condição insegura;
◼ Responder aos problemas que ◼ Qualidade do produto;
ocorrerem no processo cliente ◼ Fluxo do material/processo: garantir que
◼ Registrar questões relevantes no a operação padrão é observada e
caderno de passagem de serviço dos seguida. Prestar atenção especial à falta
TLs ou excesso de material na produção
(estes são sinais de problemas)
◼ Níveis de estoque de matéria-prima
◼ Armazenamento e disposição de
resíduos
GHINATO, Paulo. Sistema Toyota de Produção - Mais do que Simplesmente Just-In-Time. Editora da Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul,
1996.
HINO, Satoshi. Inside de Mind of Toyota: Management Principles for Enduring Growth. Productivity Press, New York, 2006.
HIRANO, Hiroyuki. JIT Implementation Manual: A Complete Guide do Just-In-Time Manufacturing, Productivity Press, Portland, 1990.
LIKER, Jeffrey K. & FRANZ, James K. O Modelo Toyota de Melhoria Contínua. Bookman, Porto Alegre, 2013.
MONDEN, Y. Toyota Production System: An Integrated Approach to Just-In-Time. Third Edition, Engineering & Management Press, Norcross, 1998.
OHNO, Taiichi. Sistema Toyota de Produção – Além da Produção em Larga Escala. Bookman. Porto Alegre, 1997.
PRODUCTIVITY PRESS. Poka-yoke: Improving Product Quality by Preventing Defects. Cambridge, 1988.
SHIMOKAWA, Koichi & FUJIMOTO, Takahiro. O Nascimento do Lean: Conversas com Taiichi Ohno, Eiji Toyoda e Outras Pessoas que deram forma ao
Modelo Toyota de Gestão. Bookman, Porto Alegre, 2011.
SHINGO, Shigeo. Sistema de Produção com Estoque-Zero: O Sistema Shingo para Melhorias Contínuas. Bookman. Porto Alegre, 1996.
SHINGO, Shigeo. The sayings of Shigeo Shingo: key strategies for plant improvement. Productivity Press, Cambridge, 1987.
SHINGO, Shigeo. Zero quality control: source inspection and the poka-yoke system. Productivity Press. Cambridge, 1986.
SHINOHARA, Isao. NPS – New Production System: JIT Crossing Industry Boundaries. Productivity Press. Cambridge, 1988.
SUZAKI, Kiyoshi. The New Shop Floor Management: Empowering People for
LEANContinuous Improvement, The Free Press, New York, 1993.
WAY Consulting 96
CONTATO
Paulo GHINATO
ghinato@[Link]
@ghinatopaulo
[Link]/in/ghinato
[Link]
[Link]
Trabalho Padronizado
SMED
5S
5S
Desenvolver a cultura de organização e
limpeza da empresa;
ORDENAÇÃO - SEITON
LIMPEZA - SEISO
PADRONIZAÇÃO - SEIKETSU
DISCIPLINA - SHITSUKE
5S
Denominação
Conceito Objetivo particular
Português Japonês
Eliminar do espaço de
Utilização 整理, Seiri Separar os desnecessários
trabalho o que seja inútil
Organizar o espaço de
Organização 整頓, Seiton Situar os necessários
trabalho de forma eficaz
Melhorar o nível de
Limpeza 清掃, Seisō Suprimir os supérfluos
limpeza
Garantir um ambiente
Padronização 清潔, Seiketsu Manter o nível atingido
seguro para o trabalho.
Incentivar esforços de
Auto-disciplina 躾, Shitsuke Seguir melhorando
aprimoramento
O que é o 5S?
Metodologia, ferramenta,
Sistema…?
COMO?
Qual o foco do 5S Criando e
mantendo
padrões...
Qual o foco do 5S - Exemplos
1º SENSO - SEIRI UTILIZAÇÃO
Senso de Utilização
SEIRI é separar aquilo que é necessário daquilo que não é necessário, (e os excessos) e
eliminar o desnecessário.
Como fazer
• Analisar tudo que está no local de trabalho.
• Separar o necessário do que não é necessário.
• Verificar a utilidade.
• Manter o estritamente necessário.
Benefícios
•Liberação de espaço
•Eliminação de perda de tempo.
•Redução de acidentes.
•Tornar o ambiente mais claro, confortável e fácil de limpar.
•Ampliar espaço.
•Evitar a compra desnecessária de materiais.
1º S - UTILIZAÇÃO Coisas usadas constantemente Colocar o mais próximo possível do local
(toda hora ou todo dia) de trabalho (painéis, coletes, cinturões)
SEIRI Separar
Coisas/Dados
Não Potencialmente útil ou valiosa Venda, doação, sorteio
Necessários
Dicas importantes
• Sempre bloqueie as causas que levam à desarrumação.
•Tome cuidado para não descartar o que você precisa.
• Meça os resultados decorrentes desta prática.
1º S - UTILIZAÇÃO
Colocar junto a
Colocar no É possível Cada pessoa
almoxarifado que se Hora
use
Várias
Algumas Materiais, vezes ao
vezes por Ferramentas, dia
equipamentos
ano
Algumas Várias
vezes por vezes por
mês semana
SENSO DE ORDENAÇÃO OU
DE ORGANIZAÇÃO...?
TANTO FAZ...?
2º S - ORGANIZAÇÃO Seiri Utilização
Seiton Ordenação
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
Como fazer
• Definir critérios e locais apropriados.
• Facilitar a procura.
• Criar sistema de identificação visual dos objetos.
• Devolver os objetos aos seus devidos lugares após utilizá-los.
• “Um lugar para cada coisa, Cada coisa no seu lugar”
2º S - ORGANIZAÇÃO
Seiton Ordenação
Benefícios
• Rapidez e facilidade na busca de documentos e objetos.
• Controle sobre o que cada um usa.
• Redução de acidentes
• Facilidade de comunicação.
• Facilidade de acesso aos materiais e equipamentos, reduzindo tempo de busca
•Evitar estoque em duplicidade
Dicas importantes
• Sempre bloqueie as causas que levam a linha à desarrumação
• Converse com seus parceiros para saber a melhor forma de organizar a área.
2º S - ORGANIZAÇÃO
EXEMPLOS
DEPOIS DO 2º S...
3º SENSO - SEISO LIMPEZA
Melhorar o nível de limpeza
Material adequado;
Ambiente Arrumado e
Limpo
3º S - LIMPEZA Seiri Eliminação de Supérfluo
Seiton Organização
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
SEISO significa limpar sempre e deixar sempre limpo, manter o local de trabalho em perfeita
condição de operação.
Como fazer
• Descobrir e eliminar as fontes de sujeira.
• Manter limpa as superfícies.
• Verificar o estado de uso enquanto se faz a limpeza.
• Comprometimento de todos.
• Limpar os objetos antes de guardar.
• Evitar sujar.
• Desenvolver o hábito de limpeza.
3º S - LIMPEZA
Seisou Limpeza
Benefícios
• Purificação dos postos de trabalho.
• Satisfação dos funcionários.
• Maior controle sobre equipamentos, ferramentas e máquinas.
• Eliminação de desperdícios.
• Redução de ajustes
Dicas importantes
• Mais importante que limpar é não sujar.
• Limpeza deve ser considerada como sinônimo de inspeção.
3º S - LIMPEZA
DECIDIR…
DEPOIS DO 3º S...
4º SENSO - SEIKETSU PADRONIZAÇÃO
Garantir um ambiente seguro para o
trabalho
Facilita a visualização
dos itens da área
Facilita a manutenção do
ambiente de trabalho;
Saúde e Higienização
4º S - PADRONIZAÇÃO Seiri Eliminação de Supérfluo
Seiton Organização
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
Como fazer
•Preparar padrões e normas de:
•Limpeza
•Inspeção
•Identificação
•Utilização
•Organização
4º S - PADRONIZAÇÃO
Seiketsu Padronização
Benefícios
• Reduz acidentes.
• Melhora a saúde geral dos funcionários.
• Eleva o nível de satisfação dos funcionários.
• Facilita as relações humanas.
• Divulga positivamente a imagem do setor, da Cia e dos funcionários.
Dicas importantes
• Não padronize em excesso!!!
• Converse com as pessoas da sua área para definir a padronização.
• A padronização tem a função de ajudar, não complicar...
4º S - PADRONIZAÇÃO
ANTES DEPOIS
4º S - PADRONIZAÇÃO
DEPOIS DO 4º S...
5º SENSO - SHITSUKE DISCIPLINA
Manutenção da
implementação e
padronização.
Trabalhar
comprometimento de
equipe para manutenção e
melhoria autonomamente
5º S - DISCIPLINA Seiri Eliminação de Supérfluo
Seiton Organização
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
Como fazer
• Tornar a prática dos “S” anteriores uma rotina.
• Compartilhar os objetivos (visão / missão).
• Transformar a disciplina dos “5S” em autodisciplina, incorporando definitivamente os valores
que o programa recomenda.
• Criar mecanismo de avaliação e motivação.
• Participar ativamente dos programas de treinamento.
• Melhorar a comunicação em geral.
5º S - DISCIPLINA Seiri Eliminação de Supérfluo
Seiton Organização
Seisou Limpeza
Seiketsu Padronização
Shitsuke Disciplina
Benefícios
• Cumprimento dos procedimentos operacionais.
• Constante auto-análise e busca de aperfeiçoamento dos funcionários.
• Melhor entrosamento entre todos os níveis da empresa.
• Sentimento de “dono do negócio”- Ownership
• Conscientização da participação de todos na melhoria da qualidade de vida.
5º S - DISCIPLINA
EXEMPLOS
SHE.
Melhoria Específica.
Manut. Planejada
Integração com outros pilares
[Link]
Office TPM
Treinamento
REGRAS
DINÂMICA 5S
Encontrar números de 1 a
50
Encontrar os números na
sequência
Em 30s
27
30
12
62
35
8
23
47 40
10 58
79
DINÂMICA 5S
E aí?
Conseguiram chegar
em que número?
Vamos tentar
novamente?
MELHORIA REALIZADA
DINÂMICA 5S
APLICAR SENSO DE
UTILIZAÇÃO
Retirar todos os números
que não estão no intervalo
entre 1 e 50
Em 30s
27
30
12
35
8
23
47 40
10
DINÂMICA 5S
E aí?
Conseguiram chegar
mais longe?
Vamos tentar
mais uma vez?
MELHORIA REALIZADA
DINÂMICA 5S
APLICAR SENSO DE
ORDENAÇÃO
Revelar como foram
ordenados os números
Em 30s
3º 6º 9º
2º 5º 8º
1º 4º 7º
Dinâmica – Aplicando o 2º Senso
27
30
12
35
8
23
47 40
10
DINÂMICA 5S
Bem melhor, não?
Conseguiram os 50?
Vamos tentar
chegar agora?
MELHORIA REALIZADA
DINÂMICA 5S
APLICAR SENSO DE
PADRONIZAÇÃO
Em 30s
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
41 42 43 44 45 46 47 48 49 50
TÉCNICAS E AUDITORIAS
FERRAMENTAS – 5S
IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO
Auditorias
5º Passo
Implementação
do 3º S
7º Passo
Implementação
do 5º S
6º Passo
Implementação
do 4º S
IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO
IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO
IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO
PADRINHO DE
ÁREA
Centraliza a
coordenação das
ações
Ao alternar o
padrinho, dissemina-
se a cultura
✓ Conhecer toda a metodologia de 5S
PADRINHO DE ✓ Ser referência de 5S para a fábrica
ÁREA ✓ Acompanhar as reuniões dos setores
✓ Ser o responsável por instruir e puxar o 5S em
algum setor
✓ Acompanhar o plano de ação do setor em que é
padrinho
✓ Fazer visitas ao setor em que é padrinho (2,5
horas semanais)
✓ Monitorar datas de mudança de S da linha e
agendar com pilar a auditoria.
✓ Realizar auditorias informais com a linha
✓ Acompanhar a auditoria do pilar
✓ Acompanhar as reuniões dos setores
✓ Atualizar e acompanhar o plano de
implementação do setor
PADRÃO VISUAL
Define a condição de
base
Referência para
liderança/gestores
impor a disciplina
AUDITORIAS
AUDITORIAS
Formulários
AUDITORIAS
AUDITORIAS – Indicadores de controle
AUDITORIAS – Indicadores de controle
120
117 117
115,7 116,7
110 113,7 113,7 113
111,5 112,5 111,7
109 110
107,7
100 103
101,3
95,3
90
80
70
Pontuação
60
50
40
30
20
10
0
0
AVG AVG 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 BM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 OBJ
2003 2004 2005 2006
AUDITORIAS – Plano de Ação
DIVULGAÇÃO
AUDITORIAS – Divulgação dos resultados
MILK RUN
Conceito O termo se baseia na cultura
americana de distribuir o leite porta
à porta
É a combinação de carregamentos de
vários fornecedores dentro de um
perímetro geográfico próximo e
estratégico.
Mais segura...
Taiichi Ohno
SDCA
Standardise - padronizar
Do - fazer
Check - checar
Act – agir
Relação PDCA e SDCA
Act
Relação PDCA e SDCA
Act
Após a verificação na fase C, há dois
desdobramentos possíveis:
A S
A S
C D
melhoria
A S C D
C D
tempo
Etapas do SDCA
Standardise
• Nesta fase, os padrões são criados;
A S • Os procedimentos para os novos padrões
estabelecidos devem ser escritos pelos
envolvidos no processo;
• IMPORTANTE: envolver os executantes
das atividades do processo na criação dos
procedimentos
Do
• Nesta fase, os padrões são
A S implementados;
• Experenciar o padrão;
• Treinar os envolvidos;
• Desenvolver a prática do padrão.
C D
Etapas do SDCA
Check
• Nesta fase, serão comparados os padrões
A S com a prática;
• Experenciar o padrão;
• Para garantir que haja um padrão, é
preciso responder a 4 perguntas básicas:
• Existe um padrão?
• Está atualizado e disponível?
C D • Todos que precisam, conhecem?
• Todos que precisam, seguem?
Etapas do SDCA
Act
• Nesta fase, caso necessário, modificar o
A S padrão;
• A modificação deve ser baseada nos
resultados da checagem da fase anterior;
• Caso a aderência do padrão seja
verificada e confirmada, o ciclo foi
finalizado.
C D
Trabalho
Padronizado
Conceito Trabalho
Padronizado Garantir que a tarefa
seja realizada:
Com o mínimo de
desperdício possível
Trabalho Padronizado
Pressi Cortar
onar Dobra
Por Furar
Puxar r
sobre
NVAA VAA
Arrum Levan Encai
Inserir
ar tar xar
SMED
Single Minute Exchange of Die
Objetivos SMED
Diminuir os tempos de troca
Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-NC-ND ELIMINAR erros frequentes nos
momentos das trocas
Reduzir perdas de produção
Objetivos SMED
Reduzir tarefas improdutivas
Possibilidades de Falha de
Qualidade
Estoques de Material em
Processo
X Possibilidades de Falha de
Qualidade
Estoques de Material em
Processo
Flexível
Estoques de Material em
Processo
X Possibilidades de Falha de
Qualidade
Eficiente &
Estoques Produtos
Acabados Previsível
Flexibilidade de portfólio PA
A VISÃO DE SHIGEO Antes Classificação
Internas: Não se diferenciavam Separação das tarefas
as atividades de de preparação interna
executadas com a preparação interna e da preparação externa.
máquina parada externa
Interna
Externa
Atividades de Externas
Interna
SETUP Externa
Interna
Externa
Externas: Interna Internas
executadas com a Externa
máquina operando
104
AS ATIVIDADES DE SETUP DENTRO DO SMED
ANTES CLASSIFICAÇÃO TRANSFERÊNCIA MELHORIA
Não se diferencia a • Separação das tarefas • Conversão de tarefas • Otimizar todos os aspectos
preparação interna da internas e externas internas em externas. das operações de
externa • Padronização das tarefas • Padronização das tarefas preparação
Externas Internas
Interna
Externa Externas
Interna Externas Externas
Externa
Interna
Externas
Externa
Interna Internas
Internas
Externa Internas
105
Os passos de
Definir equipe e mapear
implementação do atividades
SMED
Separar atividades internas das
externas
113
VERIFICANDO OS GANHOS
114
SETUP PADRÃO
O Setup proposto deve ser validado realizando a
cronoanálise.
115
Verificar os ganhos de redução de Setup
VAMOS DE VÍDEO?
117
Planejamento de Demanda e
Hoshin Kanri
Planejamento de Demanda e
Hoshin Kanri
Objetivos esperados...
Conceito
• O Planejamento de Demanda (Demand Planning) é um processo de
gestão da cadeia de suprimentos e valor para previsão de demanda de
produtos ou serviços, garantindo:
• Atendimento desta demanda no prazo, quantidade e requisitos dos clientes.
• O objetivo é atingir um equilíbrio dos níveis de inventário para atendimento dos
clientes sem estoques excedentes.
Conceito e Objetivos
Previsão Estatística
• Formação de modelos estatístico a partir de dados históricos para criar os
forecasts da Supply Chain.
• Importante determinar a acuracidade dos modelos, identificar os outliers e
entender as pressuposições.
• Sazonalidades também podem ser analisadas com as ferramentas de previsão
estatística.
Aspectos do Planejamento de Demanda
Gestão do Trading
• O objetivo geral é conectar a marca com o cliente.
• Eventos decorrentes da ação dessa área podem impactar na demanda do
produto/serviço.
• Importante prever estatisticamente os impactos sobre a demanda que estes
eventos podem causar.
Práticas para o Planejamento de Demanda
Princípios
• Há 5 princípios que definem o Pensamento Lean:
Lean Thinking
Valor
• É a percepção que o consumidor tem
de um bem que atenda seu conjunto
de necessidades.
• Tudo o que incrementa a experiência
do cliente com o produto ou serviço.
• Qualidade.
• Durabilidade.
• Nível de serviço de atendimento.
• Exclusividade
• Funcionalidade
• Baixo preço.
Lean Thinking
Cadeia de Valor
• Refere-se ao caminho pelo qual o
valor flui para transformação do
produto ou serviço.
• Alguns conceitos e ferramentas são
importantes:
• Takt-time.
• Lead-time.
• Combate a desperdícios como
movimentação e transporte.
• Layout de processo
• Mapeamento de processo, entre
outros.
Lean Thinking
Fluxo
• Refere-se à maneira pela qual o
produto ou serviço e seus respectivos
fatores de agregação de valor fluem
na cadeia de valor.
• Alguns conceitos e ferramentas são
importantes:
• Fluxo contínuo.
• Nivelamento (Heijunka).
• GBO.
• MFV (Mapeamento do Fluxo de
Valor).
Lean Thinking
Perfeição
• Busca da perfeição, filosofia
conhecida pela cultura Kaizen.
• Alguns conceitos e ferramentas são
importantes:
• Melhoria Contínua.
• PDCA.
• SDCA.
▪ Identificar Valor
▪ Mapear o Fluxo de Valor
Lean Demand Planning ▪ Criar um Fluxo
5 PASSOS ▪ Criar um Processo Puxado
▪ Melhoria Contínua
Conceito e Objetivos
Identificar Valor
• Entender claramente quais os valores
dos clientes, o que eles estão
dispostos a pagar e o que eles não
estão dispostos a pagar.
• Ainda que para o Lean Demand
Planning o foco seja no cliente final, o
desdobramento é no cliente interno.
É necessário obter-se um plano
preciso para que os desdobramentos
sejam igualmente precisos.
Lean Demand Planning
Identificar Valor
• Há diferentes usos de previsão de
demanda, com diferentes
necessidades e utilizadas por pessoas
diferentes.
• Exemplo: ter acuracidade de
demanda dos SKU’s para reposição
para 2 meses é importante. Mas, para
planejamento de capacidade, é
necessário um nível mais robusto de
informação.
• Além da acuracidade de previsão de
demanda, a informação gerada pelo
processo de planejamento de
demanda deveria ser utilizada dentro
de uma organização de uma forma
estruturada.
Lean Demand Planning
Identificar Valor
• A informação de variações entre
previsto e realizado e respectivos
motivos são importantes para tomada
de decisão.
• Exemplo: análise destas variações
de demanda e consumo para
análise de desenvolvimento para
lançamento de novos produtos,
ou ajustes de produtos existentes.
Lean Demand Planning
Criar um Fluxo
• Criar ou modificar o fluxo que atenda
os requisitos e demandas do negócio
e clientes. Efetivamente consiste em:
• Dimensionar/revisar o fluxo a
partir da identificação de valores e
ineficiências.
• Identificar os recursos necessários
e o uso eficiente dos mesmos.
• Definir e implementar VAAs e
devidos fluxos.
• Remover ou mitigar as NVAAs,
adequando o fluxo.
Lean Demand Planning
Perfeição
• O desdobramento em ações/projetos
de melhoria para atender ao
Planejamento de Demanda.
• O Mapeamento de Fluxo de Valor
indicará os principais gargalos que
estejam impactando no processo.
Lean Demand Planning
Perfeição
• O conceito Kaizen e seus projetos se
interrelacionam e melhoram o PD
em:
• Previsão estatística.
• Inteligência de mercado.
• Desenvolvimento de novos
produtos.
• Gerenciamento de consenso,
entre outros.
Planejamento de Demanda e
Hoshin Kanri
Objetivos esperados...
Conceito
• Hoshin Kanri é uma expressão do japonês que tem o seguinte significado:
• Ho – Direção e Shin – Agulha
• Kan – Controle e Ri - Razão
• Hoshin Kanri é uma abordagem sistemática que integra as atividades diárias
de toda organização com os seus objetivos estratégicos. (Akao, 1991.)
• O princípio primordial é cada colaborador deve incorporar no seu cotidiano uma
contribuição para as prioridades da organização no nível estratégico. (Winter e
Chau, 2007).
Conceito, Histórico e Objetivos
Histórico
• Hoshin Kanri surge no Japão nos anos 60, como uma maneira de as empresas
japonesas melhorarem o desempenho no cenário de reconstrução pós-guerra.
• Surge a partir de uma combinação de conceitos de Deming (PDCA) e Juran
(ênfase em gestão – Managerial Breakthrough e Gestão da Qualidade). Ou seja,
nasce no berço do TQM (Total Quality Management).
• No início dos anos 80, chega aos EUA, sendo adotado em empresas como HP,
IBM, P&G, entre outras.
Conceito, Histórico e Objetivos
Objetivos
• Realizar um planejamento estratégico para gestão de projetos, como um
sistema de qualidade, voltado para o cliente, ou como um sistema de negócios.
• A sistemática tem como objetivo obtenção de lucro de forma sustentável.
(Pinto, 2014)
Estrutura (Framework) do HK
Processo de 7 passos
7. Revisão Anual
O Planejamento Hoshin
7. Revisão Anual
O Planejamento Hoshin
7. Revisão Anual
O Planejamento Hoshin
7. Revisão Anual
O Planejamento Hoshin
7. Revisão Anual
O Planejamento Hoshin
CATCHBALL
7. Revisão Anual
O Planejamento Hoshin
CATCHBALL
• Um sistema de negociação para alinhamento de objetivos e metas.
• Caracteriza-se pela discussão nas duas direções e sentidos dentro da estrutura
orgânica da organização (vertical e horizontal).
• Os planos e meios para atingimento de metas são discutidas com foco no
consenso entre os agentes dos níveis organizacionais.
O Planejamento Hoshin
7. Revisão Anual
O Planejamento Hoshin
6. Revisão Mensal
7. Revisão Anual
O Planejamento Hoshin
6. Revisão Mensal
• As revisões mensais servem para garantir o cumprimento das ações.
• As etapas 5 e 6 rodam em ciclos PDCA.
O Planejamento Hoshin
7. Revisão Anual
7. Revisão Anual
O Planejamento Hoshin
7. Revisão Anual
• A revisão anual ocorre para validação da efetividade das ações.
• A efetividade deve ser orientada aos objetivos que foram definidos pela Alta
Administração.
Implementação do Hoshin Kanri
Modelo Brilman
Conceito e Objetivos
Conceito
• Neste modelo, os colaboradores planejam e assumem compromissos e
responsabilidades que definem:
• O objetivo, que é desdobrado do nível estratégico.
• Os meios para atingimento de metas e objetivos.
• A direção do progresso (redução, eliminação dos fatores de perdas).
• Indicadores numéricos para medição de progresso.
Estrutura de implementação
As fases de implementação
• A estrutura de implementação ocorre em 5 fases:
1. Planejamento estratégico.
2. Obtenção de consenso para desenvolvimento de política.
3. Monitoramento do HK.
4. Monitoramento e avaliação dos processos.
5. Avaliação do processo pela Alta Administração.
Estrutura de implementação
1. Planejamento estratégico
• Define-se o Hoshin, que é o direcionamento a ser seguido, definindo os
objetivos e metas e realizando a análise SWOT.
• Os objetivos devem ser objetivos-chave, que devem atingir as rupturas,
resumindo-se a 3.
• O foco de tempo é anual.
Estrutura de implementação
3. Monitoramento do HK
• Monitorar o desdobramento e
• Realizar ajustes de direcionamento se necessários.
Estrutura de implementação
1º
PASSO
Estrutura da Matriz X
1º PASSO
• Definir os objetivos focados da ruptura da situação atual para a situação futura
(3-5 anos).
Estrutura da Matriz X
2º
PASSO
1º
PASSO
Estrutura da Matriz X
2º PASSO
• Alta gestão detalha, desdobra e define as metas anuais junto com a Gestão
Senior dentro do período de 1 ano.
Estrutura da Matriz X
3º
PASSO
2º
PASSO
1º
PASSO
Estrutura da Matriz X
3º PASSO
• Nesta etapa, às metas são atribuídos planos de ação.
• São desdobradas para os níveis tático e operacional.
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Curso LEAN SIX SIGMA
LEAN SYSTEM
AULA de 14AGO21
Cultura, Liderança & Desenvolvimento de Pessoas
Elementos Chave da Transformação LEAN
• Nome
• Empresa
• Expectativas
Conteúdo
• Genchi Genbutsu (Go & See – “Vá Ver por Você Mesmo”)
Os “3 GEN”: Genba (Lugar Real), Genbutsu (Coisa Real), Genjitsu (Fato Real)
物づくりは人づくりです
MONOZUKURI WA HITOZUKURI DESU
Êxito C
P
o
r
Cumprimento do “Padrão” (Disciplina?) n
o
s
p
t d
Confiança no Método (Padrão) ó
â e
s
n
Domínio do Método i
c
t
i
o
Entendimento a
LÍDER-INSTRUTOR APRENDIZ
Palavras de Quem Sabe...
Taiichi Ohno
Pai do TPS
Aprender a APRENDER para Aprender a ENSINAR
SHUHARI... um modelo de aprendizagem originado nas artes marciais que busca
guiar aprendizes até o momento do domínio do conhecimento
Praticados rotineiramente...
• OJT (On the Job Training): desenvolvimento do nível de habilidade & esforço “ideal”
(eficiência!!!)
Liderança: Tradicional x Lean
Liderança LEAN
Liderança LEAN é um padrão de atuação adotado por líderes que tem assumido cada
vez mais a função de educadores, desafiando e apoiando as pessoas na busca de
melhorias e resolução de problemas, no GENBA.
Líder como Treinador
Ensinando
• detalhada e cuidadosamente
• fazendo e explicando
• observando e atuando
• Ensinar “fazendo”
Envolve Ensinar...
• o trabalho operacional
• a seguir e melhorar os padrões
• a resolver problemas
• a trabalhar em equipe
1. Preparar os envolvidos
2. Apresentar a operação
3. Experimentar fazendo
4. Acompanhar
LOCAL:
• Reserve o tempo necessário
• Organize a área de trabalho
• Informe os envolvidos para que não haja interferências
APRENDIZ:
• Deixe o aprendiz à vontade
• Descubra o que ele conhece sobre a atividade
• Desperte o interesse do aprendiz pela atividade
1. Preparação do Aprendiz
O instrutor faz uma cuidadosa e detalhada demonstração (53”~2’) do trabalho. Dizer o que
está sendo demonstrado
1- Diga, mostre e ilustre um passo importante de cada vez: começar dizendo
quantos passos há no trabalho como um todo
2 - Repita a execução, enfatizando os Pontos Chave: Execute e diga os pontos
chave em cada passo importante. Pontos chave > “macetes”. Recorrer à “folha de
detalhamento do trabalho”
3 - Repita, dizendo as “razões” p/os pontos chave: ajuda a lembrar e executar
Repetir o ciclo acima no mínimo 3 vezes, até que o treinando tenha entendido a atividade
Passo Importante
• Os pontos chave descrevem “como” executar as atividades. É fácil “ver” o que está
sendo feito, é muito mais difícil entender como está sendo feito
1. Aplicar torniquete Pressionar p/aumentar tamanho da veia Para destacar a melhor veia
2. Selecionar a veia Grande o suficiente p/acomodar um De forma que o contraste entre na
cateter tamanho padrão razão desejada
3. Limpar a área c/gaze em álcool Deixar o álcool secar ao ar Causa dor quando ainda úmido de
álcool
4. Inserir a agulha na veia No mesmo sentido da corrente na veia Evitar perfurar a veia
5. Conectar a seringa ao cateter Puxando a seringa até ver o sangue fluir Agulha não esta na veia se o sangue
não flui
6. Injetar 2 ml de cloreto de sódio Usar todo o volume de cloreto Limpar sangue do cateter
7. Segurar o cateter junto ao braço Aplicando esparadrapo na entrada do Evitar que o cateter fique frouxo
cateter
8. Injetar contraste
9. Remover o cateter e aplicar gaze e
esparadrapo
3. Experimentar Fazendo
Não avançar para o Passo 3 até que o instrutor tenha certeza de que o aprendiz
entendeu todos os passos importantes, pontos chave e suas razões
1 - Faça o aprendiz executar – corrija os erros: Deixe o aprendiz executar em
silêncio, sem preocupar-se em explicar. Observar e intervir em caso de erro
2 - Faça-o explicar cada passo importante enquanto executa: Assegura que o
aprendiz entende o trabalho “mentalmente”. 1~2 palavras-chave... dica. Revise o
resultado
3 - Faça-o explicar pontos chave enquanto executa: Qual foi o 1º passo importante?
Quantos pontos chave? Qual o 1º ponto chave neste passo?
4 - Faça o aprendiz explicar as “razões” para cada ponto chave: Demonstrando
entender porque o trabalho deve ser executado seguindo cada ponto chave
Modernamente, nas empresas japonesas, a palavra DOJO tem sido aplicada para
designar o “local de treinamento” no qual são reproduzidas as condições de trabalho na
fábrica (no genba), de forma que o instrutor (sensei) possa treinar e orientar o aprendiz
na correta execução das atividades
• Quanto mais próximo do GENBA (da “linha de frente”, onde quer que ela
esteja!!!), mais estruturado é o trabalho padronizado
Trabalho Padronizado – Líder de Time
Atividade Frequência
Atividade Frequência
Mecanismos
5S / Gestão à Vista /
Kamishibai / Genba Walk
/ Cadeia Ajuda / Trabalho
Padronizado/ TRF /
Poka-Yoke / Kanban /
VSM / Relatórios A3
Normas / Regras / Atitudes
Genchi Genbutsu / Por Quê 5X / Mentalidade PDCA /
Mentalidade A3 / Ensinar FAZENDO / Melhoria CONTÍNUA
via Método Científico / Processo GARGALO sempre
“protegido” / Gestão de Fluxo a partir dos 3R’s (Ritmo,
Rotas, Rotinas)
Crenças / Paradigmas / Modelos Mentais
O processo “certo” e estável produz e sustenta o resultado / problemas são imediatamente
evidenciados / Todos são capazes de aprender / Eu sou o maior responsável pelo meu
autodesenvolvimento / Ninguém cresce sozinho / Trabalho em equipe é chave / A principal
responsabilidade do líder é desenvolver o seu time / Todos devem estar engajados na solução dos
problemas e da melhoria contínua / O conhecimento adquirido na solução de problemas e melhoria
contínua deve ser compartilhado
Crenças & a Mudança...
Minam... Sustentam...
• Nosso negócio/empresa é diferente... é muito mais • Minha principal responsabilidade, como líder, é
complexo. desenvolver o meu time.
• Isso aqui não é para principiantes. • O processo “certo” e estável produz e sustenta o
• Bom... eu estou fazendo a minha parte... resultado.
• Não vai funcionar... já se tentou isso no passado. • Não escondemos os problemas; Resolvemos ou
pedimos ajuda para resolver!
• Eu sabia que não ia dar certo... eu avisei (Síndrome
de Hardy). • Todos são capazes de aprender.
• O que importa é o resultado. Resultado a qualquer • Ninguém cresce sozinho; juntos somos mais fortes;
custo. trabalho em equipe é chave para o nosso
crescimento.
• Esconda o erro ou jogue na quadra alheia!
• Eu sou o maior responsável pelo meu
• Cada um no seu quadrado.
autodesenvolvimento.
• Cada um por si e Deus por todos.
• Todos devem estar engajados na solução rápida dos
• Manda quem pode, obedece quem tem juízo. problemas e promoção da melhoria contínua.
• Aqui tem que ter “Q.I.” (quem indica). • O conhecimento adquirido na solução de problemas
e melhoria contínua deve ser compartilhado.
Mecanismos, Normas & Crenças
Exemplo Geral
Mecanismos
Relatórios / PO / 5S / VSM /
DSQ / Gestão à Vista / PDCA /
Auditoria de Segurança / Genba Walk /
BPMN / FIFO / LIFO / Indicadores de
Desempenho / Kanban / Projeção de
Produção / Multidisciplinariedade
Liderança LEAN
Liderança LEAN é um padrão de atuação adotado por líderes que tem assumido cada
vez mais a função de educadores, desafiando e apoiando as pessoas na busca de
melhorias e resolução de problemas, no GENBA.
Criando um Ambiente Propício para o HITOZUKURI
1. Crie uma cultura LEAN e alcance o alinhamento dos trabalhadores com o NORTE Verdadeiro
2. Mantenha viva a sensação de pertencimento à organização
3. Certifique-se de que as pessoas certas sejam contratadas
4. Aplique processos para o desenvolvimento de habilidades de liderança que garantam a criação de um
ecossistema no qual todos se desenvolvam, por meio de experimentação e aprendizagem.
5. Gere campanhas de informação com o objetivo de reforçar certos comportamentos na organização
6. Estabeleça uma política transparente de recompensas e reconhecimentos
7. Garanta que todos tenham um ambiente de trabalho profissional que enfatize o trabalho em equipe
8. Ajude a alta gestão a desenvolver suas habilidades gerenciais e compreensão do Lean Thinking
9. Tente reter talentos através de planos de desenvolvimento personalizados
10. Recrute funcionários que possam se adaptar às necessidades operacionais do negócio
11. Agilize o sistema de sugestões e outros canais de ideias
[Link] da tradução de objetivos estratégicos em metas operacionais para cada trabalhador
[Link] mecanismos para facilitar a adaptação das pessoas às novas mudanças, a partir do
aprendizado contínuo e comunicação transparente
Para Concluir & Refletir
Para atuar como Líder LEAN é preciso esforço e constância de
propósito para mudar a mentalidade...
• Fazer as coisas da “maneira certa” é mais importante e mais valorizado do que “fazer
as coisas certas” (o Processo CERTO é o que garante o Resultado). O KATA pode
ajudar muito!!!
Para Concluir & Refletir
• Para Acreditar?
ghinato@[Link]
@ghinatopaulo
[Link]/in/ghinato
[Link]
[Link]
Conceito
• O OEE (Overall Equipment Effectiveness) é um indicador de performance
geral do equipamento ou sistema.
• Consiste no cálculo da utilização de um equipamento ou sistema que mede sua
performance pela relação: número de unidades produzidas vs. Capacidade
nominal.
• É um indicador concebido para evidenciar a eficiência do trabalho, sua
performance e recursos aplicados em relação à produtividade.
Conceito, Histórico e Objetivos
Histórico
• O OEE foi descrito, enquanto componente do TPM (Total Productive
Maintenance) pela primeira vez, por Seiichi Nakajima, no livro TPM Tenkai
(1982).
• Nos anos 80, após o TPM ficar mais conhecido no ocidente, o conceito OEE
também tornou-se igualmente difundido.
• No final dos anos 90, Arno Koch publicou OEE Toolkit e OEE para Operadores.
• Em 2006, foi criado o CETPM (Centre of Excellence for TPM) na Universidade de
Tecnologia Aplicada de Ansbach, na Alemanha. Os cursos de OEE são requisitos
nos seus cursos.
Conceito, Histórico e Objetivos
Objetivos
• O OEE tem como um dos objetivos principais ser o direcionador de
performance de manufatura.
• Este indicador é definido com base em conceitos e princípios básicos para
efeitos de cálculo e análise:
• Capacidade Nominal e Utilização;
• OPE (Overall Production Effectiveness);
• As 6 maiores perdas (não são os 7 desperdícios do Lean);
• TEEP (Total Effective Equipment Performance) e
• OEE.
▪ Definição dos Termos de Tempo
▪ 6 Maiores Perdas
OEE ▪ Capacidade de Produção e Utilização
Overview ▪ OPE
▪ TEEP
▪ Estrutura OEE
OEE - Overview
Paradas Programadas
Tempo de Produção
Tempo Não-
Programado
OEE - Overview
Tempo Não-Programado
• É o tempo disponível do equipamento
para produzir além do que está sendo
produzido, que, entre alguns
exemplos podem estar:
• Feriados;
• Final de semana;
• Férias coletivas;
• Falta de demanda por período
longo de tempo;
Tempo Não-Programado
• Sazonalidades.
OEE - Overview
Paradas Programadas
• É o tempo designado para atividades Paradas Programadas
relacionadas ao equipamento,
sistema ou linha que são previamente
programadas e necessárias ao
processo, tais como:
• Parada para limpeza;
• Manutenção preventiva;
• Refeição;
• Trials;
• Treinamentos;
• Falta de demanda pontual;
• Outros.
OEE - Overview
Paradas Não-Programadas
Paradas Não-programadas
• É o tempo total de paradas
inesperadas, que são caracterizadas
pelo grupo dos 6 maiores tipos de
perda.
• São as paradas que causam perda de
produtividade por interrupção ou
ruptura de produção e/ou perda de
velocidade/ritmo de produção.
OEE - Overview
Micro Paradas
Micro paradas
• São as paradas caracterizadas
geralmente pela curta duração
(menos de 10 minutos), mas, ao
serem somadas ao longo de um
período, apresentam-se uma perda
significativa.
• São classificadas, quando apresentam
a característica acima, como perdas
crônicas.
• Podem indicar uma deterioração do
equipamento.
• Ex.: obstrução frequente, travamento
de equipamento constante, etc.
OEE - Overview
Macro Paradas
Macro paradas
• São paradas com um tempo mais
longo (maiores que 10 minutos), mas
que não têm característica de
recorrência com alta frequência.
• São classificadas, quando apresentam
a característica acima, como perdas
esporádicas.
• O cômputo deve ser calculado entre o
tempo que ocorre a parada até o
momento em que o equipamento é
restabelecido à condição base,
considerando velocidade, requisitos
de processo, entre outros.
OEE - Overview
Macro Paradas
Macro paradas
• Podem ser ocasionadas por falha do
equipamento:
• Falha elétrica
• Falha mecânica
• Falha de automação
• Podem ser geradas por outros
eventos de processo.
• Ruptura de fornecimento de
material.
• Nível de estoque alto.
• Mão-de-obra.
OEE - Overview
Troca de Ferramentas
Troca de ferramentas
• São as paradas caracterizadas pelas
trocas de ferramentas necessárias
para produzir outros tipos de produto
no equipamento ou linha.
• Acontecem quando ocorre a mudança
de produto em linha, podendo ser
características de tipo: cor, tamanho,
número de conexões, embalagem,
entre outros.
• Podem acontecer por SETUP: troca de
modelo, sabor, entre outros.
OEE - Overview
Qualidade
Qualidade
• As perdas de qualidade são geradas
quando são produzidas unidades fora
das especificações. Ou seja, quando
ocorre uma não-conformidade do
produto.
• Podendo ser caracterizada como
refugo: descarte do produto.
• Podendo ser caracterizada como
retrabalho ou reprocesso: quando a
unidade de produção será
reprocessada em alguma etapa do
processo (ou etapas), ou em uma
etapa de retrabalho específica.
OEE - Overview
Startup e Shutdown
Startup e Shutdown
• Estas paradas ocorrem quando o
equipamento, sistema ou linha de
produção tem de ser desligadas e
religadas em períodos específicos.
• Startup após parada anual de
manutenção preventiva;
• Startup após fim de semana
• Startup após refeições.
• Estas perdas devem ser consideradas
no processo de ramp-up pós-parada,
desaceleração da velocidade de
produção, entre outros eventos
similares.
OEE - Overview
Perda de Velocidade
Perda de velocidade
• Geralmente, esta perda não é
caracterizada como uma parada, mas
como uma redução da velocidade ou
ritmo, o que impacta na
produtividade.
• A referência para efeitos de cálculo e
caracterização da perda por
velocidade será a capacidade de
produção estabelecida de produção
da linha, sistema ou equipamento.
OEE - Overview
OPE=
OEE - Overview
Qualidade: F/E
E Produção realizada
Perdas de
Qualidade:
OEE= B/A x D/C x F/E
F Produção aprovada reprocessso
e refugo
OEE - Overview
OEE - Disponibilidade
• A Disponibilidade é o percentual do: Tempo disponível para produção – Tempo
de parada por indisponibilidade do equipamento / Tempo disponível para
produção.
• Tempo de parada por indisponibilidade do equipamento:
• Macro paradas do equipamento;
• Micro paradas do equipamento;
• Trocas de ferramentas;
• Startup e Shutdown.
OEE - Overview
Macro paradas
Micro paradas
Paradas Programadas
Tempo de Produção
Tempo Não-Programado
OEE - Overview
Macro paradas
Micro paradas
Paradas Programadas
Tempo de Produção
Tempo Não-Programado
OEE - Overview
Macro paradas
Micro paradas
Paradas Programadas
Tempo de Produção
Tempo Não-Programado
OEE - Overview
Macro paradas
Micro paradas
Paradas Programadas
Tempo de Produção
Tempo Não-Programado
OEE - Overview
Disponibilidade
Disponibilidade (%)=
OEE - Overview
OEE - Performance
• A Performance é o percentual da: Produção possível na capacidade máxima
possível (deduzindo-se as perdas por breakdown de equipamento) – Tempo de
perdas por performance / Produção possível na capacidade máxima possível
(deduzindo-se as perdas por breakdown de equipamento).
• Tempo de perdas por performance:
• Redução de velocidade de linha por motivos operacionais;
• Indisponibilidade de MOD;
• Redução de ritmo de produção.
OEE - Overview
Macro paradas
Micro paradas
Paradas Programadas
Tempo de Produção
Tempo Não-Programado
OEE - Overview
Macro paradas
Micro paradas
Paradas Programadas
Tempo de Produção
Tempo Não-Programado
OEE - Overview
Performance
Performance (%)=
OEE - Overview
OEE - Qualidade
• O fator Qualidade é o percentual de: Número de unidades aprovadas sem
retrabalho ou reprocesso / Produção Realizada (excetuando-se as perdas de
equipamento e de performance).
OEE - Overview
Macro paradas
Micro paradas
Paradas Programadas
Tempo de Produção
Tempo Não-Programado
OEE - Overview
Macro paradas
Micro paradas
Paradas Programadas
Tempo de Produção
Tempo Não-Programado
OEE - Overview
Qualidade
Qualidade (%)=
OEE - Overview
Exercício
• Uma linha está produzindo Chocolate Alpino Meio Amargo 50% Cacau com um
tempo de ciclo de 30s para uma máquina de 4 moldes. Abaixo está o relatório
diário de produção:
• Tempo Programado para Produção: 24h
• Total Produzido: 8.500 unidades
• Total Refugado por contaminação: 250 unidades
• Total Reprocessado por cor: 250 unidades
• 30min de parada por sobreaquecimento do molde
• 30min de parada por falta de operador
• 1h de parada por quebra de correia
• 1,5h de parada para troca de moldes
• 30min de parada para reinício de equipamento por temperatura.
OEE - Overview
Exercício
• Informar/calcular os seguintes dados:
• % Disponibilidade
• % Performance
• % Qualidade
• OEE
Conceito
• O FTA é uma ferramenta de análise de sistemas que avalia sistemas complexos
e não-complexos, identificando causas-raízes de eventos indesejados (falhas).
• Um modelo gráfico, denominado de Fault Tree (Árvore de Falha), para
entendimento do modo como as falhas de componentes do sistema se
propagam.
• Serve para estabelecer uma relação causal da(s) causa(s) e efeito(s) da(s)
falha(s).
Conceito, Objetivos e Histórico
Objetivos
• Definir um método padronizado para analisar falhas, problemas em um
sistema, equipamento.
• Realizar avaliações do nível de confiabilidade de sistemas, equipamentos e seus
respectivos processos.
• Indica a prioridade das ações para tratativas das falhas, focando nos fatores
causais.
Conceito, Objetivos e Histórico
Histórico
• Foi desenvolvida em 1961 por H. Watson e A. Mearns na Bell Telephone
Company.
• Em 1963, a Boeing reconhece a FTA como um sistema análise de confiabilidade
e segurança.
• Em 1966, a Boeing começa a utilizar a FTA como uma ferramenta avaliação e
desenvolvimento de aeronaves comerciais.
▪ Abordagens da FTA
▪ Pontos Fortes da FTA
Visão Geral ▪ Aplicações da FTA
Overview ▪ Observações importantes
sobre FTA
Abordagens da FTA
2. Definir o
6. Validar a árvore
evento
de falhas
indesejado
3. Estabelecer o 7. Modificar a
perímetro árvore de falhas
8. Documentar e
4. Montar a
aplicar os
árvore de falhas
resultados
8 etapas do processo FTA
1. Definir o sistema
• Fazer o levantamento de informações do projeto/sistema, tais como:
• Blueprints, plantas, sketchs, fichas de processo, diagramas de processo,
entre outros.
• Analisar e estudar:
• Operação do sistema;
• Componentes e interface do sistema;
• Interação hardware/software;
• Operações de manutenção;
• Procedimentos de testagem.
8 etapas do processo FTA
3. Estabelecer o perímetro
• Definir as premissas da análise.
• Limitar as dimensões do problema.
• Desempenho do sistema – áreas de impacto;
• Definir profundidade e detalhamento da análise;
• Definir o escopo da análise – quais subsistemas e componentes.
• Estabelecer os níveis (desdobramentos) da análise.
8 etapas do processo FTA
1. Definir o
sistema.
8. Documentar e 2. Definir o
aplicar os evento
resultados Sistema indesejado
(Projetos e
dados)
7. Modificar a 3. Estabelecer o
árvore de falhas perímetro
5. Avaliar a árvore
de falhas
▪ Termos, símbolos e
definições.
Construindo a FTA ▪ Processo de criação da
Os passos de construção e definições Árvore de Falhas
Construindo a FTA
Símbolos básicos da AF
Eventos Básicos
• Eventos de Falha:
• Falha Primária: falha no componente básico.
• Falha Secundária: falha causada por motivos externos.
• Evento normal:
• Evento normalmente esperado dentro da funcionalidade do sistema.
• Normalmente é uma funcionalidade binária: ligado ou desligado, ativado ou
desativado.
Construindo a FTA
Pressão de saída
de caldeira EVENTO NORMAL – Casa
10Kgf/cm2
Construindo a FTA
Eventos de Gate
• Um ícone de decisão lógica para combinar os eventos.
• São 5 os principais ícones:
• E, OU, RESTRIÇÃO, Prioridade E e Exclusive OU.
• Indicam uma expansão da falha para os níveis abaixo.
Construindo a FTA
Símbolos de Gate da AF
ÍCONE AÇÃO DESCRIÇÃO
Eventos de condição
• Uma condição anexa para um evento.
• Estabelece uma condição que é requerida para atender para que um evento
ocorra.
Eventos de transferência
• Indica um ramo para outra árvore.
• Uma transferência só ocorre no nível de Eventos Gate.
• Ocorrem quando há um processo paralelo que impacta no sistema analisado.
• Representado pelo ícone do triângulo.
ENTRADA SAÍDA
Construindo a FTA
Gate OU
• As entradas são idênticas às saídas, porém mais detalhadas.
Gate &
• As duas causas devem contribuir para a falha e ocorrer simultaneamente.
Processo de Construção da AF
• A árvore é desenvolvida utilizando:
• Níveis.
• Camadas.
• Ramificações.
• Níveis:
• Topo: define e descreve o Evento Indesejado no sistema
• Intermediário: define as relações entre as funções do sistema e o
desempenho do componente.
• Base: define os eventos básicos ou modos de falha dos componentes.
Construindo a FTA
Componente
Subsistema
Cenário
Funcional
Metodologia de Construção da AF
• Constrói-se a cada gate em um processo decisório que envolve 2 questões
• Passo 1: Imediato, Necessário e Suficiente (I-N-S)?
• Passo 2: Primário, Secundário e Comando (P-S-C)?
Construindo a FTA
PASSO 1
• O que é Imediato, Necessário e Suficiente (I-N-S)?
• Deve-se identificar todos os eventos I-N-S para causar o evento do gate.
• Devem ser testados até serem satisfeitos
PASSO 2
• Identificar todos os eventos Primários, Secundários e de Comando que causam
o evento do gate.
• Falha Primária: Falha inerente ao componente
• Falha Secundária: Falha causada por fatores externos
• Falha de Comando: Um estado de falha comandado por uma falha anterior.
Construindo a FTA
PASSO 2
PSV S37 abriu
P S Instrumento PI- C
PSV S37 abriu PSV S37 abriu
49 não
devido à alta devido à falha de
comunicou
pressão montagem
intertravamento
P Instrumento PI- C
Cabeamento 49 sinalizou
oxidado informação
errada
Construindo a FTA
Exemplo de Construção de AF
Iluminação
falhou
I-N-S
P, S, C
Construindo a FTA
Exemplo de Construção de AF
Iluminação
falhou
I-N-S
P C
A iluminação
Lâmpada
não recebe
queimou corrente
A
C C
Não há energia Não há I-N-S
elétrica aterramento
Construindo a FTA
Exemplo de Construção de AF
Circuito do Falha de
C Aterramento
aberto
P abertura do Fio
terra
I-N-S
Falha de Falha de
Operador abriu Operador abriu
abertura chave abertura chave
a chave A a chave B
A B
X3 B X4 C
Construindo a FTA
Exemplo de Construção de AF
I-N-S
Baterias
Falha no
Falharam
cabeamento
(Fornec. EE)
D E
Construindo a FTA
Exemplo de Construção de AF
Abordagem
Recomendada
Circuito do Falha de
Aterramento abertura do Fio
aberto terra
X2
Falha de Falha de
Operador abriu Operador abriu
abertura chave abertura chave
a chave A a chave B
A B
X3 B X4 C
Bibliografia
Conceito
• O TPM é um programa de manutenção baseado em um conceito focado na
manutenção de plantas e equipamentos, prescindindo um envolvimento de toda
a empresa para melhorar o OEE (Overall Equipment Effectiveness):
• Total: todos o colaboradores são envolvidos para eliminar todos os
acidentes, defeitos e paradas.
• Productive: as ações são tomadas para mitigar e/ou eliminar causas de
problemas que diminuam a produtividade.
• Maintenance: manter as condições de base dos equipamentos.
Conceito, Histórico e Objetivos
Histórico
• A gênese do TPM remete ao início dos anos 1950, quando o conceito de
Manutenção Preventiva começou a ser difundido no Japão. Apesar do conceito
de MP ter vindo dos EUA.
• Nippondenso, do grupo Toyota, foi a primeira empresa a utilizar o TPM nas suas
plantas a nível global.
• Sistematicamente, foi ampliada e difundido pelo presidente da JIPM (Japanese
Institute of Plant Maintenance), Seichi Nakajima em 1971.
• A primeira implementação, fora do Japão, foi realizada na Kodak, em 1987.
• O TPM surge como uma metodologia complementar ao TQM nos aspectos
relacionados à manutenção.
Conceito, Histórico e Objetivos
Objetivos
• O TPM coloca a manutenção como parte importante do negócio, desmistifica a
manutenção enquanto uma atividade não-produtiva.
• O objetivo específico principal, em essência, é diminuir ao mínimo as
emergências e intervenções de manutenção não-planejada.
• No longo prazo, consolidar uma cultura de melhoria contínua da eficiência da
planta, equipamentos e processos, tendo como principal fator a melhoria de
habilidades e competências das pessoas envolvidas.
Conceito, Histórico e Objetivos
Objetivos
• Desdobrando-se os objetivos específicos, TPM tem como objetivos os seguintes:
• Reduzir custos
• Aumentar a produtividade com maior nível de qualidade.
• Evitar o desperdícios.
• Enviar para os clientes produtos especificados.
• Produzir em lotes menores, favorecendo uma maior flexibilidade do sistema
produtivo.
Conceito, Histórico e Objetivos
Objetivos
• Pela perspectiva PQCDSM, o TPM tem como alvo:
• Produtividade: alcançar 90% de OEE, rodar os equipamentos 24/7.
• Qualidade: mirar no Zero Defeito e Zero Reclamações de Clientes.
• Custo: redução de 30% do custo de manufatura.
• Delivery (Entrega): 100% de OTIF, dentro dos requisitos dos clientes.
• Segurança: Zero Acidente, Zero Incidente Ambiental.
• Moral: aumentar a participação de sugestões de melhoria, desenvolver
colaboradores flexíveis e multidisciplinar.
Aspectos do TPM e TQM
Diferenças
Manutenção Corretiva
• Manutenção necessária para correção de falhas que resultam em perdas
significativas e rupturas de continuidade de processo. Há dois tipo de
manutenção corretiva:
• Corretiva não-programada: quando ocorre a quebra inesperada do
equipamento e/ou ruptura do fluxo produtivo..
• Corretiva programada: é intervenção que é realizada de forma planejada
para restabelecer a condição base do equipamento, no qual havia perdas
significativas: produtividade, lentidão, entre outros.
Tipos de Manutenção
Manutenção Preventiva
• Intervenções para garantir e manter as condições de base do equipamento,
considerando as especificações de projeto, prevenindo falha e deterioração
acelerada e prevendo as condições de deterioração natural.
• A manutenção preventiva é o tipo de intervenção baseada no tempo – TBM
(Time Based Maintenance).
• Consiste em realizar inspeções, limpezas e troca de componentes
periodicamente, baseados nas especificações do componente.
Tipos de Manutenção
Manutenção Preditiva
• Manutenção cujas intervenções focam na verificação do tempo de vida dos
componentes e tratativas correspondentes.
• É uma manutenção baseada na condição dos componentes – CBM (Condition
Based Maintenance).
• Faz-se a gestão de manutenção a partir da análise de tendência, medindo e
analisando dados referentes à deterioração (natural ou acelerada).
Tipos de Manutenção
Manutenção Melhorativa
• Manutenção de abordagem incremental: melhorar o equipamento além das
condições de base do equipamento.
• Realizada a partir de melhoria dos padrões de manutenção e/ou de projetos de
melhoria.
• Vinculada ao conceito Kaizen.
Tipos de Manutenção
Manutenção Autônoma
• Trata-se das atividades de manutenção preventiva realizada pela operação.
• Parte da premissa da capacitação da mão-de-obra operacional para que esta
consiga desempenhar atividades de manutenção de baixa complexidade e que
correspondam à manutenção das condições de base mais elementar.
Tipologia de Manutenção
Manutenção Melhorativa
Manutenção preditiva
Mix de tipologia de manutenção
Manutenção cíclica
Manutenção Corretiva
Equipamentos Equipamentos
não essenciais essenciais
Estrutura do TPM
Pilares do TPM
• O TPM, enquanto metodologia, consiste em 8 pilares, 1 base de fundação (5S)
que dão sustentação a resultados de excelência, conforme imagem abaixo:
ENVIRONMENT (SHE)
GESTÃO ANTECIPADA
MELHORIA FOCADA
(KOBETSU KAIZEN)
MANUTENÇÃO DA
TREINAMENTO
(JISHU HOZEN)
EDUCAÇÃO E
TPM OFFICE
QUALIDADE
PLANEJADA
(EEM)
5S
5S
MANUTENÇÃO AUTÔNOMA
(JISHU HOZEN)
MANUTENÇÃO
Estrutura do TPM
PLANEJADA
MANUTENÇÃO DA
QUALIDADE
MELHORIA FOCADA
(KOBETSU KAIZEN)
5S
GESTÃO ANTECIPADA
(EEM)
EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
PERFORMANCE DE CLASSE MUNDIAL
TPM OFFICE
Estrutura do TPM
5S
• Assim como para o TPM, o 5S é a base da metodologia pelo motivo mais
simples possível: os problemas não conseguem ser vistos claramente sem a
aplicação dos 5 sensos:
• Utilização
• Ordenação
• Limpeza
• Padronização
• Disciplina
MANUTENÇÃO AUTÔNOMA
(JISHU HOZEN)
MANUTENÇÃO
Estrutura do TPM
PLANEJADA
MANUTENÇÃO DA
QUALIDADE
MELHORIA FOCADA
(KOBETSU KAIZEN)
5S
GESTÃO ANTECIPADA
(EEM)
MANUTENÇÃO AUTÔNOMA (JISHU HOZEN)
EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
PERFORMANCE DE CLASSE MUNDIAL
TPM OFFICE
Estrutura do TPM
5 – Inspeção Autônoma
6 – Padronização
ANTES DEPOIS
Sempre fazer
o check list
de saída de
cada step
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6 7
Primary school 1
Level of study Middle school 2 2
Diploma 3
0 ? years ? 10 1
Work experience 11 ? years ? 25 2 1
26 ? years ? 40 3
Poor 1
Technical skills Sufficient 2 3
Good 3
Poor 1
Methodological skills Sufficient 2 3
Good 3
More than 3 events per year 1
Absenteeism 1 ? Events per year ? 2 2 3
0 Events per year 3
1 Suggestion per month 1
Proactivity / Constructiveness 2 ? Suggestions per monthr ? 3 2 3
More than 3 Suggestions per month 3
Low 1
Physical attitude Medium 2 2
High 3
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6 7
MANUTENÇÃO
Estrutura do TPM
PLANEJADA
MANUTENÇÃO DA
QUALIDADE
MANUTENÇÃO PLANEJADA
MELHORIA FOCADA
(KOBETSU KAIZEN)
5S
GESTÃO ANTECIPADA
(EEM)
EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
PERFORMANCE DE CLASSE MUNDIAL
TPM OFFICE
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO PLANEJADA
• O objetivo principal deste pilar é aumentar ao máximo a confiabilidade dos
equipamentos para quebras e geração de defeitos.
• Reduzir o custo de manutenção, focando no aumento de eficiência das
intervenções de manutenção, redução do custo com sobressalentes, entre
outros.
• O foco será: ZERO QUEBRA.
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO PLANEJADA
• O pilar é estruturado em 6 passos.
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 1 – Avaliar equipamentos e suas quebras
• Analisar os fatores de rendimento do(s) equipamento(s), considerando:
eficiência, histórico de manutenções realizadas, MTBF e taxa de gravidade das
falhas.
• Estratificar as causas das falhas, identificando os subgrupos, componentes,
tipologia de quebra, entre outras informações.
• Documentar as falhas e suas respectivas análises.
• Identificar o TBF (Time Before Failure) para analisar o tempo de operação em
função das intervenções realizadas.
• Desenvolver contramedidas de falhas.
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 1 – Avaliar equipamentos e suas quebras
• Os principais outputs desse passo são:
• Classificação de criticidade dos equipamentos.
• Sistema de gerenciamento inicial dos equipamentos.
• Machine Ledger.
• LUP’s para Manutenção Autônoma.
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 1 – Avaliar equipamentos e suas quebras
• Uma das principais ferramentas do passo 1 é a Machine Ledger:
Componentes Padrões e
Acompanhamento
Calendário de
Manutenção
(Plano)
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 2 – Eliminar a degradação acelerada
• O foco desse passo é aumentar o ciclo de vida do equipamento e seus
componentes e eliminação dos pontos de degradação do equipamento por
manutenção corretiva.
• Identificar e implementar melhorias para eliminação de pontos de degradação
acelerada do equipamento e seus componentes.
• O direcionador principal desse passo é o MTBF.
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 2 – Eliminar a degradação acelerada
• O que é o MTBF e como calcular:
• Mean Time Between
Failures
• Tempo médio entre falhas σ 𝑡𝑜𝑝𝑒𝑟𝑎çã𝑜
𝑀𝑇𝐵𝐹 =
• Utilizado apenas para 𝑁º 𝑅𝑒𝑝𝑎𝑟𝑜𝑠
equipamentos reparáveis
• É um indicador da
confiabilidade de um
produto ou um sistema
reparável.
• Medir MTBF para cada
equipamento Tempo
individualmente
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 2 – Eliminar a degradação acelerada
σ 𝑡𝑜𝑝𝑒𝑟𝑎çã𝑜
• O que é o MTBF e como calcular: 𝑀𝑇𝐵𝐹 =
𝑁º 𝑅𝑒𝑝𝑎𝑟𝑜𝑠
480 + 600 + 120 1200
480 600 120
𝑀𝑇𝐵𝐹 =
?
𝑁º 𝑅𝑒𝑝𝑎𝑟𝑜𝑠
=
2
𝑀𝑇𝐵𝐹 = 600
Tempo
30 90
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 3 – Construir um Sistema de de Gerenciamento
• O objetivo principal deste passo é desenvolver a atividade de manutenção,
focada na atividade de manutenção corretiva planejada utilizando-se da
informação estruturada que foi gerada nos passos anteriores.
• A parti disso, melhorar a gestão e o controle de atividades de manutenção e
diminuição da degradação natural de forma sistêmica.
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 4 – Implementar Sistema de Manutenção Preventiva
• Evoluir os padrões estabelecidos no passo 1: SMP’s, OLP’s e Machine Ledger,
consolidando um manutenção baseada no tempo (TBM – Time Based
Maintenance).
• A manutenção preventiva desdobra-se em dois documentos, onde são definidos
os cronogramas e plano de manutenção preventiva, já citados:
• CIL-R (Cleaning, Inspection, Lubrification & Retightening) para as atividades
de MA. Focado na manutenção da condição de base.
• Machine Ledger para as atividades de MP. Focado na eliminação de fatores
de degradação acelerada do equipamento.
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 5 – Implementar Sistema de Manutenção Preditiva
• Evoluir os padrões estabelecidos no passo 1: SMP’s, OLP’s e Machine Ledger,
consolidando um manutenção baseada na condição (CBM – Condition Based
Maintenance).
• O sistema de Manutenção Preditiva baseia-se em análise da condição de
componentes por análise de tendência de alguns fatores de deterioração em
relação a parâmetros relacionados à vida útil.
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 6 – Avaliação da Manutenção Planejada
• Neste passo, o propósito principal é garantir a utilização dos equipamentos
integral, sendo monitorado por um sistema de gestão de manutenção.
• Avaliar o sistema de gestão aplicado e sua eficiência, utilizando, entre
outros indicadores, MTTR (Mean Time To Repair) e MTTr (Mean Time do
Replace).
• Monitorar sistematicamente a confiabilidade pelos indicadores e métricas:
número de breakdowns, MTBF.
• Garantir a eficiência da gestão de manutenção, garantindo a assertividade dos
custos de manutenção.
• Consolidar uma gestão de custos de manutenção: custo de sobressalentes,
componentes, mão-de-obra, serviços especializados de manutenção, entre
outros.
Estrutura do TPM 1 2 3 4 5 6
MANUTENÇÃO PLANEJADA –
Passo 6 – Avaliação da Manutenção Planejada
Tempo
σ 𝑡𝑟𝑒𝑝𝑎𝑟𝑜
𝑀𝑇𝑇𝑅 =
𝑁º 𝑅𝑒𝑝𝑎𝑟𝑜𝑠
30 + 90 120
30 90 𝑀𝑇𝑇𝑅 = ? =
2 2
𝑀𝑇𝑇𝑅 = 60
MANUTENÇÃO AUTÔNOMA
(JISHU HOZEN)
MANUTENÇÃO
Estrutura do TPM
PLANEJADA
MANUTENÇÃO DA
QUALIDADE
MELHORIA FOCADA
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE
(KOBETSU KAIZEN)
5S
GESTÃO ANTECIPADA
(EEM)
EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
PERFORMANCE DE CLASSE MUNDIAL
TPM OFFICE
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE
• O objetivo do pilar é garantir a plena satisfação do cliente, garantindo o
atendimento de todos os requisitos e produtos e serviços livres de defeito.
• Entender quais aspectos, componentes e processos impactam na qualidade do
produto e desenvolver sistemáticas de controle ou de eliminação de suas
causas.
• Um dos propósitos é partir de uma abordagem reativa para uma abordagem
proativa para tratativa de problemas relacionados à qualidade (Quality Control
to Quality Assurance)
• Foco: Zero Defeito.
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE
• Os outputs esperados deste pilar são:
• Desenvolver atividades para estabelecer as condições do(s) equipamento(s)
para prevenção de defeitos de qualidade oriundos do equipamento.
• Padrões de manutenção para prevenção de geração de defeitos nos
equipamentos.
• Sistemática de detecção de defeitos no ponto de processamento.
• Operadores capacitados para garantia de qualidade por inspeções, medições
e utilização de dispositivos Poka Yoke.
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE
• Para desenvolver um sistema de garantia de qualidade para este pilar é
necessário realizar um levantamento de dados: defeitos e anomalias nos
equipamentos que geraram ou possam gerar produtos defeituosos.
• Os defeitos são classificados como:
• Defeitos detectados no cliente final – RNC’s externas.
• Defeitos internos – dados de retrabalho, refugo com análises de processo e
produto.
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE
• Dados relacionados a defeitos no produto que devem ser considerados na
análise:
• Severidade do defeito.
• Tendência de ocorrência de geração de produtos defeituosos na linha
(produção).
• Tendência de ocorrência de geração de produtos defeituosos no retorno de
produção de intervenções de BDM, Corretivas, Preventivas e/ou Preditivas.
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE
• Dados relacionados ao processo, na geração de defeitos que devem ser
considerados na análise:
• Condições de operação – parâmetros de processo, método, ferramentas,
padrões de operação e processo.
• Registros de modificação de parâmetros e ajustes de processo na ocorrência
de geração de defeitos.
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE
• Umas das ferramentas utilizadas neste passo são:
• Matriz X: A matriz X é usada para conectar o fenômeno/defeito com as
causas que os geraram e os componentes dos equipamentos que têm
impacto na qualidade, relacionado aos parâmetros operativos.
• Matriz QM: A MATRIZ QM é usada para exibir/ esclarecer as principais
especificações e parâmetros de processo que têm sido identificados na
Matriz X, atribuindo responsabilidade/Frequência e padrões a serem usados
a fim de executar inspeções.
A análise combinada com a Matriz X é usada para definir os parâmetros
ideais da máquina, necessários para atingir as condições de zero defeito.
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE
• Matriz X:
3- Indicar a correlação entre
característica/fase do processo O sistema da máquina pode
e componentes da máquina ser colocado nesta coluna.
que são afetados. 2- Identificar o fenômeno no
processo, ou seja, como é o
comportamento do processo
depois de ser gerada(reativo) ou
quando é susceptível de gerar
4- Escrevendo os valores dos (preventivo) o modo de falha no
componentes que criam as produto. O fenômeno deve incluir
condições ideais para zero defeitos
na máquina. O ideal é que estes
a dimensão, ou seja, não a
parâmetros tenham tolerâncias e temperatura, mas a alta
especificações. temperatura.
Outros exemplos podem ser;
tempo excessivo, movimento de
peça em x direções…
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE
• Matriz QM:
MANUTENÇÃO AUTÔNOMA
(JISHU HOZEN)
MANUTENÇÃO
Estrutura do TPM
PLANEJADA
MANUTENÇÃO DA
QUALIDADE
MELHORIA FOCADA
(KOBETSU KAIZEN)
5S
GESTÃO ANTECIPADA
(EEM)
MELHORIA FOCADA (KOBETSU KAIZEN)
EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
PERFORMANCE DE CLASSE MUNDIAL
TPM OFFICE
Estrutura do TPM
16 Maiores Perdas
• São divididas em 3 categorias:
• Perdas que impactam na eficiência de equipamento.
• Perdas que impactam na eficiência de Mão-de-obra.
• Perdas que impactam na utilização eficiente dos recursos para produção.
Estrutura do TPM
Tipos de perda
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO
Estrutura do TPM
PLANEJADA
MANUTENÇÃO DA
QUALIDADE
MELHORIA FOCADA
(KOBETSU KAIZEN)
5S
GESTÃO ANTECIPADA
(EEM)
EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
PERFORMANCE DE CLASSE MUNDIAL
TPM OFFICE
Estrutura do TPM
MANUTENÇÃO
Estrutura do TPM
PLANEJADA
MANUTENÇÃO DA
QUALIDADE
EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
MELHORIA FOCADA
(KOBETSU KAIZEN)
5S
GESTÃO ANTECIPADA
(EEM)
EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
PERFORMANCE DE CLASSE MUNDIAL
TPM OFFICE
Estrutura do TPM
EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
• O objetivo principal deste pilar é garantir as habilidades e competências
necessárias para os colaboradores para que estes executem suas atividades de
forma eficiente.
• Proporcionar aos sistemas de manufatura colaboradores multidisciplinares.
• Desenvolver os colaboradores evoluindo pelos 5 níveis de habilidade:
EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
• No desenvolvimento do pilar espera-se:
• Um aprimoramento contínuo do conhecimento, habilidades e competências
• Um sistema de treinamento para reciclagem para habilidades técnicas e
conhecimento dos equipamentos.
• Uma sistemática para garantir um ambiente ergonomicamente produtivo.
• Criar uma sistemática de treinamento baseado no auto-aprendizado.
Estrutura do TPM
EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
• O pilar é estruturado em 6 passos, sendo o passo 0 (zero) o pilar de atividades
preliminares bastante importantes.
MANUTENÇÃO
Estrutura do TPM
PLANEJADA
MANUTENÇÃO DA
QUALIDADE
MELHORIA FOCADA
(KOBETSU KAIZEN)
5S
GESTÃO ANTECIPADA
(EEM)
SAFETY, HEALTH & ENVIRONMENT (SHE)
EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
PERFORMANCE DE CLASSE MUNDIAL
TPM OFFICE
Estrutura do TPM
Acidentes fatais
Condição Insegura
Comportamento Inseguro
Estrutura do TPM
ENVIRONMENT
MANUTENÇÃO
Estrutura do TPM
PLANEJADA
MANUTENÇÃO DA
QUALIDADE
MELHORIA FOCADA
(KOBETSU KAIZEN)
5S
GESTÃO ANTECIPADA
(EEM)
EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO
PERFORMANCE DE CLASSE MUNDIAL
TPM OFFICE
Estrutura do TPM
TPM OFFICE
• Este pilar visa implementar melhorias nas atividades administrativas,
identificando e eliminando perdas.
• São 12 categorias de perdas relacionadas às atividades administrativas:
1. Perdas de processamento de atividades.
2. Perdas que implicam em custo em áreas de apoio: compras, contabilidade,
controladoria, comercial e outras.
3. Perdas de comunicação
4. Ociosidade.
5. Perdas por falta de precisão.
6. Quebra de equipamento de escritório
Estrutura do TPM
TPM OFFICE
• Este pilar visa implementar melhorias nas atividades administrativas,
identificando e eliminando perdas.
• São 12 categorias de perdas relacionadas às atividades administrativas:
7. Quebras e perdas por falha nos equipamentos de comunicação.
8. Perda de tempo em recuperação de informação.
9. Indisponibilidade de informação.
10. RNC’s de clientes por motivos logísticos.
11. Despesas por compras emergenciais.
12. Fluxo confuso de informações.
Estrutura do TPM
TPM OFFICE
• Tópicos para Kaizen no TPM Office:
• Redução de tempos de tarefas.
• Redução do tempo de retrabalho de informação.
• Nivelamento das atividades.
• Otimização do fluxo de informações.
• Redução de perdas por retrabalho.
Raízes fortes garantem
melhores frutos.