Introdução ao Six Sigma e Metodologias
Introdução ao Six Sigma e Metodologias
Objetivos esperados...
Diretores Diretores
• Estabelece a visão e as estratégias do
programa.
• Define as diretrizes e propõe as equipes de
trabalho.
• Provê os recursos necessários.
• Apoia publicamente a iniciativa.
A estrutura orgânica das empresas
Black Belts
A estrutura orgânica das empresas
Black Belts
A estrutura orgânica das empresas
Identificação
do Problema
D
Observação M
P
Análise A
Plano de Ação
I
D Execução
C Verificação
Padronização C
A
Conclusão
Metodologias de Análise e Solução de Problemas
Up Grade
Tecnológico
DMAIC
Black Belt
A P
DMAIC
Green Belt
DMAIC
Yellow Belt
PDCA
C
Completo D
PDCA
Rápido
SDCA
Manter
Produto não
Conforme
LSE: 110
Conforme
Produto
Target: 100
LIE: 90
Produto não
Conforme
Define
Control Measure
Improve Analyse
Informações Preliminares
Objetivos
Define • Caracterizar o problema
• Definir a meta do projeto
Conceitos e Ferramentas
Control Measure • SIPOC
• Matrizes de Priorização
• Gráfico Sequencial Histórico
• Declaração do Problema
• Benefícios do Projeto
• Meta de Melhoria
Improve Analyse
• Mapeamento de Processo
Gráfico Sequencial Histórico
15,0%
Problema
10,0%
5,0%
Valor Ideal
0,0%
mai/20 jun/20 jul/20 ago/20 set/20 out/20 Média Vl Ideal
Média Histórica 20,0%
Valor Ideal 5,0%
Realizado 20,0% 16,7% 20,0% 23,3% 23,3% 16,7%
Meta
• Média Histórica = 20%.
• Benchmark = 10%.
• Meta = (20% + 10%) / 2 = 15%
• Objetivo Gerencial: Reduzir a proporção de produtos não conformes.
• Valor: de 20% para 15%.
• Prazo: até jan/2021.
“META: Reduzir a proporção de produtos não conformes de 20% para 15% até
jan/2021”.
Os objetivos de cada fase
Objetivos
Define • Validar o sistema de medição
• Definir a capacidade inicial do processo
Conceitos e Ferramentas
Control Measure • MSA (Measure System Analysis)
• Matriz de Causa e Efeito
• Gráfico de Pareto
• Teste de Normalidade
• Resumo Gráfico
• Análise de Capacidade
Improve Analyse
• Ver e Agir
• FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)
Análise do Sistema de Medição – Final
Número de Inspetores >> 4 (2 a 4)
N° de Peças Inspecionadas >> 10 (2 a 20)
Tolerância do Processo >> 90,0
Desvio Padrão do Processo >> 106,10
Número de Inspetores
Nº da Amostra Range
Inspetor 1 Inspetor 2 Inspetor 3 Inspetor 4
Amostra 1 1.001,39 1.000,89 1.001,89 1.002,39 1,50
Amostra 2 1.055,67 1.055,17 1.056,17 1.056,67 1,50
Amostra 3 1.151,20 1.150,70 1.151,70 1.152,20 1,50
Amostra 4 1.084,93 1.084,43 1.085,43 1.085,93 1,50
Amostra 5 1.056,25 1.055,75 1.056,75 1.057,25 1,50
Amostra 6 1.050,60 1.050,10 1.051,10 1.051,60 1,50
Amostra 7 1.137,24 1.136,74 1.137,74 1.138,24 1,50
Amostra 8 1.089,97 1.089,47 1.090,47 1.090,97 1,50
Amostra 9 1.132,47 1.131,97 1.132,97 1.133,47 1,50
Amostra 10 1.089,74 1.089,24 1.090,24 1.090,74 1,50
Desvio Padrão das Medições >> 44,5 Range Médio >> 1,50
Análise do Sistema de Medição
Critérios de Avaliação
Menor ou igual a 20% >> Sistema de medição satisfatório
Entre 20% e 30% >> Sistema de medição requer moderação melhoria
Maior ou igual a 30% >> Sistema de medição requer forte melhoria
Resultados da Análise
Variabilidade da Medição >> 3,71
R&R em relação à Tolerância >> 4,1% Sistema de medição satisfatório
R&R em relação ao Processo >> 0,7% Sistema de medição satisfatório
Resultado do Estudo
Capacidade Inicial (Cpk) – Peso da Barra de Chocolate
Dados do Processo
Capacidade
Desempenho
Defeitos PPM
Os objetivos de cada fase
Objetivos
Define • Realizar a análise do processo
• Identificar as causas raízes
Conceitos e Ferramentas
Control Measure • Análise Gráfica de Dados
• Controle Estatístico de Processo
• Teorema do Limite Central
• Intervalos de Confiança
• Testes de Hipóteses
• ANOVA (Analysis of Variance)
Improve Analyse
• Tamanho da Amostra e Poder da Prova
• Tempestade de Ideias
• Diagrama de Ishikawa
• Estudo dos Por Quês
Boxplot – Peso do Açúcar por Turno por Tipo de Açúcar
Há diferenças
significativas entre
Boxplot of Peso_Açúcar
os turnos de
240 produção
230
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
400
Peso_Leite em Pó_1
350
300
250
Linha Linha_1 Linha_2 Linha_1 Linha_2 Linha_1 Linha_2
Turno Turno_1 Turno_2 Turno_3
Tempestade de Ideias e Estudo dos Por Quês
Problemas Focados
• Dosagem excessiva de açúcar no 2º turno.
• Dosagem excessiva de leite em pó no 1º turno.
Causas Primárias
➢ Pesagem de ingredientes acima do padrão.
Objetivos
Define • Definir os condições ideais de processo
• Implantar ações de bloqueio das causas raízes
Conceitos e Ferramentas
Control Measure • Correlação e Regressão
• Interação entre Fatores
• Experimento Fatorial
• DOE (Design of Experiments)
• Plano de Ação
• Cronograma do Plano de Ação
Improve Analyse
• Gráfico Sequencial da Meta
• Gráfico Sequencial do Saving
Plano de Ação
Meta do Projeto
15,0%
Valor Atingido
10,0%
Valor Ideal
5,0%
0,0%
Média nov/20 dez/20 jan/21 fev/21 mar/21 abr/21
Média Histórica 20,0%
Meta do Projeto 20,0% 20,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0%
Realizado 16,7% 16,7% 13,3% 6,7% 10,0% 6,7%
Os objetivos de cada fase
Objetivos
Define • Definir a capacidade final do processo
• Assegurar a implantação das ferramentas de
padronização
Dados do Processo
Capacidade
Desempenho
Defeitos PPM
Padronização e Conclusão
Objetivos
Identificar a cadeia completa de geração de valor e de atenção ao cliente:
✓ Quem são os fornecedores (internos e externos) dessas entradas;
✓ Quais são as entradas (produtos e serviços) necessárias para atender o negócio;
✓ Qual é o negócio (unidade gerencial) gerador desses produtos e/ou serviços;
✓ Quais são os saídas (produtos e serviços) entregues aos clientes;
✓ Quem são os clientes (internos e externos) atendidos.
Proposição de Valor
Unidade Gerencial
Fornecedores Entradas Negócio Saídas Clientes
Processos
Estrutura Física
Descrição de Negócio – Cafeteria
Unidade Gerencial
Fornecedores Entradas Negócio Saídas Clientes
Distribuidores Matérias Primas Cafeteria Café Expresso Adultos
Magazines Utensílios Cappuccino Adolescentes
Oferecer
Concessionárias Energia Elétrica derivados de Chocolate Crianças
café a clientes de
fino paladar na
região
metropolitana
por meio de
processos
exclusivos
Supervisor
Atendentes
Quiosque
Estrutura da Descrição de Negócio
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
A elaboração
1. Caracterize a unidade
gerencial
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
A elaboração
2. Identifique cada saída e
seus respectivos clientes
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
A elaboração
2. Identifique cada saída e
seus respectivos clientes
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
A elaboração
2. Identifique cada saída e
seus respectivos clientes
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
A elaboração
2. Identifique cada saída e
seus respectivos clientes
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
A elaboração
3. Identifique as entradas e
os fornecedores para cada
saída
FORNECEDORES ENTRADAS SAÍDAS CLIENTES
NEGÓCIO
Internos e Externos Produtos e Serviços Produtos e Serviços Internos e Externos
UNIDADE GERENCIAL
0 0
0
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
A elaboração
3. Identifique as entradas e
os fornecedores para cada
saída
FORNECEDORES ENTRADAS SAÍDAS CLIENTES
NEGÓCIO
Internos e Externos Produtos e Serviços Produtos e Serviços Internos e Externos
UNIDADE GERENCIAL
0 0
0
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
A elaboração
3. Identifique as entradas e
os fornecedores para cada
saída
FORNECEDORES ENTRADAS SAÍDAS CLIENTES
NEGÓCIO
Internos e Externos Produtos e Serviços Produtos e Serviços Internos e Externos
UNIDADE GERENCIAL
0 0
0
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
A elaboração
3. Identifique as entradas e
os fornecedores para cada
saída
FORNECEDORES ENTRADAS SAÍDAS CLIENTES
NEGÓCIO
Internos e Externos Produtos e Serviços Produtos e Serviços Internos e Externos
UNIDADE GERENCIAL
0 0
0
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Matrizes de Priorização
Objetivos esperados...
Conceito
Mapa de processo é a principal ferramenta de gestão utilizada para identificar a
cadeia geradora de valor de uma organização. Revela como é a dinâmica de
funcionamento interno, bem como a empresa se conecta com o mundo exterior.
Processo deriva da palavra latina procedere, que significa a ação de avançar, ir
para frente.
A sua vez, mapa de processo é uma ferramenta utilizada para representar o
conjunto sequencial e peculiar de tarefas com o objetivo de se atingir uma meta.
Os mapas de processos podem ser dispostos verticalmente (Padrão ANSI) ou,
horizontalmente (Padrão Swimlane).
Conceito e Objetivos
Objetivos
• Avaliar a eficácia do processo e oportunizar a simplificação para aumentar sua
eficiência.
• Demonstrar as tarefas que agregam e as que não agregam valor, visando a
padronização e a redução de perdas.
• Revelar os gargalos e origem dos retrabalhos.
• Estruturar as informações em base de dados para implantação de rotinas em
sistema integrados – ERP (Enterprise Resources Planning).
Principais Símbolos
Tarefa ou atividade
Processo predefinido
Armazenamento on-line
Armazenamento de dados
Versões conhecidas
O que realmente é:
Ordene as Tarefas
1. Realizar setup da cafeteira.
2. Preparar o café.
3. Preparar o serviço.
4. Inspeção final.
5. Servir o café.
N
Realizar
Preparar Preparar Café Servir o
Início set up da Fim
o café o serviço ok? café
cafeteira S
Proposição de Valor
Unidade Gerencial
Fornecedores Entradas Negócio Saídas Clientes
Distribuidores Matérias Primas Cafeteria Café Expresso Adultos
Magazines Utensílios Cappuccino Adolescentes
Oferecer
Concessionárias Energia Elétrica derivados de Chocolate Crianças
café a clientes de
Entradas fino paladar na Expectativas
Pó de café região Sabor
Açúcar metropolitana Aroma
Água por meio de Temperatura
Cafeteira processos Cor
Xícara exclusivos Apresentação
Guardanapo Preço
Filtro Supervisor Rapidez
Colher Atendentes Consistência
Bandeja
Quiosque
Proposição de Valor
N
Realizar
Preparar Preparar Café Servir o
Início setup da Fim
o café o serviço ok? café
cafeteira S
N
Realizar
Preparar Preparar Café Servir o
Início setup da Fim
o café o serviço ok? café
cafeteira S
ORGANIZAÇÃO
Sistema 1 (Negócio 1) Sistema 2 (Negócio 2)
Processo 1 Processo 3
Processo 2 Processo 4
Processos Primários
PCP
Processos de Apoio
Recursos Departamento
Direção Controladoria TI
Humanos Pessoal
Alinhamento Estratégico
Lucro
Estratégias de Estratégias de
Crescimento Produtividade
Indicadores de Desempenho – KPI’s
Lucro
Estratégias de Estratégias de
Crescimento Produtividade
Vender Mais
Processos Primários
Lucro
Estratégias de Estratégias de
Crescimento Produtividade
Gastar Menos
Processos Primários
Lucro
Estratégias de Estratégias de
Crescimento Produtividade
Vender Mais Gastar Menos
Processos de Apoio
Perda Perda
Unidade
São os produtos e/ou serviços que estão sendo processados, ou que foram
entregues aos clientes.
Exemplos:
➢ Um bem, uma peça, um objeto, um equipamento, um componente, um lote, um
pálete, outros.
➢ Um evento, uma transação, uma operação, uma entrega, uma negociação, uma
venda, outros.
Conceito de Não Conformidade
Não Conformidade
É o não atendimento total ou parcial de algum requerimento formal, de
caráter interno ou externo à organização.
Como exemplos podemos citar: normas, leis, requisitos, regulamentos, contratos
ou outras exigências escritas.
Observação
• O conceito de não conformidade está intrinsecamente relacionado aos de
referências de aceitação e de rejeição.
Conceito de Referências de Aceitação e de Rejeição
Critério Quantitativo
▪ São parâmetros numéricos (variáveis) utilizados para avaliar a conformidade
(ex.: limites de especificação, tolerâncias, metas de resultados, índices de
capabilidade).
Critério Qualitativo
▪ São parâmetros apreciativos (atributos) utilizados para avaliar a conformidade
(ex.: bom x ruim, passa x não passa, atende x não atende, certo x errado).
Conceito de Defeito e de Defeituoso
Defeito
É qualquer desvio da característica de um produto ou serviço quanto à sua
funcionalidade, em seus aspectos quantitativos e/ou qualitativos.
Defeituoso
É qualquer produto ou serviço que apresente um ou mais defeitos.
Uma unidade pode ter um ou mais defeitos, dependendo da quantidade de
oportunidades que se considere.
Inspecionando 20 veículos...
Amostra Defeitos Defeituosos
01 07 04
02 09 03
03 06 03
04 00 00
05 02 01
Resumo das inspeções dos 20 veículos...
Portanto:
▪ % Defeituosos = 11 / 20 * 100%
=> % Defeituosos = 55%
Defeitos por Unidade – DPU
Portanto:
▪ DPU = (09 + 08 + 07) / 20 = 24 defeitos / 20 unidades
=> DPU = 1,20 DPU
Defeitos por Oportunidade – DPO
Portanto:
▪ DPO = (09 + 08 + 07) / 260 = 24 defeitos / 260 oportunidades
=> DPO = 0,092308
Defeitos por Milhão de Oportunidades – DPMO
Portanto:
▪ DPMO = 0,092308 * 1.000.000
=> DPMO = 92.308
Quantos defeitos produzimos?
Objetivos
Define • Caracterizar o problema
• Definir a meta do projeto
Conceitos e Ferramentas
Control Measure • SIPOC
• Matrizes de Priorização
• Gráfico Sequencial Histórico
• Declaração do Problema
• Benefícios do Projeto
• Meta de Melhoria
Improve Analyse
• Mapeamento de Processo
Gráfico Sequencial Histórico
15,0%
Problema
10,0%
5,0%
Valor Ideal
0,0%
mai/20 jun/20 jul/20 ago/20 set/20 out/20 Média Vl Ideal
Média Histórica 20,0%
Valor Ideal 5,0%
Realizado 20,0% 16,7% 20,0% 23,3% 23,3% 16,7%
Características importantes
✓ Deve-se avaliar o comportamento histórico do indicador em relação ao valor ideal
estabelecido pela empresa.
✓ Deve-se expressar a dimensão física do problema.
✓ Deve-se revelar a dimensão financeira correspondente.
Declaração do Problema
Nos últimos seis meses a proporção de produtos não conformes foi de 20%, entretanto o
valor ideal para esse indicador é no máximo 5%.
Tal proporção representa 36 lotes rejeitados com peso acima do nominal no período,
correspondendo a uma perda estimada em R$ 720 mil por ano.
Benefícios do Projeto
Benefícios Financeiros
✓ Quais são os benefícios financeiros caso a meta de melhoria seja atingida?
• Custo evitado (cost avoid) em 12 meses.
• Redução de custos (cost reduction) em 12 meses.
$$$
Cost Avoid
Saving
Custo Padrão
Cost Reduction
Benefícios do Projeto
Meta Geral
Uma meta é composta por um objetivo Portanto, a meta para o primeiro giro seria:
gerencial, um valor e um prazo para ser
atingida. Meta = (20% + 10%) / 2 = 15%
Regra prática
Em nosso exemplo, a média histórica foi de Descrição da Meta Geral
20% e, suponhamos que o benchmark¹ seja Reduzir a proporção de produtos não
10%. conformes de 20% para 15% até
jan/2021.
Nota 1: O Benchmark pode ser interno ou externo.
Mapeamento de Processo
N
Cortar e
Pesar os Misturar os Resfriar o
Início Ok? embalar o Fim
ingredientes ingredientes produto S produto
OUTPUTS OUTPUTS
Sabor do Sabor do
produto produto
Textura do Textura do
produto produto
Cor do produto Cor do produto
Pesagem certa Mistura
homogênea
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Introdução ao Minitab
Objetivos esperados
Ao final desse módulo o participante será capaz de:
▪ Distinguir as principais funções do Minitab.
▪ Abrir um projeto no Minitab e trabalhar com suas ferramentas básicas.
Tela inicial
Salvando arquivos...
MINITAB salva três tipos de arquivos:
Projeto
Guarda todo o trabalho realizado numa sessão (Worksheet, Sessão e
Gráficos) e, sua extensão é .MPJ.
Worksheet
Guarda apenas as planilhas de cálculo realizadas numa sessão
(Worksheet) e, sua extensão é .MTW.
Gráfico
Guarda apenas os gráficos realizados numa sessão (Gráficos) e, sua
extensão é .MGF.
File...
Tipos de dados
MINITAB diferencia as colunas de dados em três categorias:
• Numéricos – MINITAB não distingue esta coluna.
• Alfanuméricos – MINITAB distingue a coluna agregando a letra T ao
indicador da mesma.
• Data / Hora – MINITAB distingue a coluna agregando a letra D ao
indicador da mesma.
Série de números aleatórios
MINITAB pode criar séries de números aleatórios que seguem diferentes
distribuições de probabilidade.
Para isso necessita de um gerador, ou seja, as premissas para a criação
dos números aleatórios. Por default MINITAB considera a data, hora,
minuto, segundo e décimos de segundo em que se executa o comando.
Criando séries...
Vamos criar três séries que obedecem as seguintes características:
Série Inteiros
➢ 20 números aleatórios inteiros, valor mínimo 10 e máximo 30.
Abrindo Criando Sé[Link]
Série de números inteiros...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Criando séries...
Vamos criar três séries que obedecem as seguintes características:
Série Inteiros
➢ 20 números aleatórios inteiros, valor mínimo 10 e máximo 30.
Série Conhecidos
➢ Duas sequências começando por 5 e terminando por 10, incrementado
de 1 em 1, cada valor repetido 3 vezes.
Criando série de números conhecidos...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Criando séries...
Vamos criar três séries que obedecem as seguintes características:
Série Inteiros
➢ 20 números aleatórios inteiros, valor mínimo 10 e máximo 30.
Série Conhecidos
➢ Duas sequências começando por 5 e terminando por 10, incrementado
de 1 em 1, cada valor repetido 3 vezes.
Série Nomes
➢ Cinco sequências de 3 nomes, repetidos 4 vezes.
Criando série de nomes...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O Resultado...
Criando gráficos
Vamos construir um Histograma e um Boxplot a partir de duas séries que
devem ser criadas segundo as características abaixo:
Série Operador
▪ 30 vezes José, 30 vezes Lucas e 30 vezes Pedro.
Séries de Resultados
▪ Coluna José: criar 100 números aleatórios que obedecem a uma distribuição
Normal, de média 70 e desvio padrão 5.
▪ Coluna Lucas: criar 100 números aleatórios que obedecem a uma distribuição
Normal, de média 60 e desvio padrão 5.
▪ Coluna Pedro: criar 100 números aleatórios que obedecem a uma distribuição
Normal, de média 85 e desvio padrão 5.
▪ Empilhar os resultados dos operadores na coluna Resultado.
Abrindo Grá[Link]
Criando série de nomes...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Criando série Normal...
Preenchendo o quadro de diálogo para José...
Preenchendo o quadro de diálogo para Lucas...
Preenchendo o quadro de diálogo para Pedro...
Empilhando os dados na coluna Resultado...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
Construindo os Histogramas...
Selecionando o tipo de gráfico...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
Histogram of José
Normal
20 Mean 71,08
StDev 5,553
N 100
15
Frequency
10
0
55 60 65 70 75 80
José
O resultado...
Histogram of Lucas
Normal
Mean 59,03
20
StDev 5,029
N 100
Frequency 15
10
0
50 55 60 65 70 75
Lucas
O resultado...
Histogram of Pedro
Normal
18 Mean 85,14
StDev 4,957
16 N 100
14
12
Frequency
10
0
76 80 84 88 92 96
Pedro
Construindo o BoxPlot...
Selecionando o tipo de gráfico...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
Boxplot of Resultado
100
90
80
Resultado
70
60
50
▪ Nominais
Informações > Contados
ATRIBUTOS
Qualitativas ▪ Ordinais
> Contados
▪ Discretos
Informações > Contados
VARIÁVEIS
Quantitativas ▪ Contínuos
> Medidos ou Calculados
Atributos – Escala Nominal
• Organização
Descritiva
• Descrição
Estatística
• Análise
Inferencial
• Interpretação
n
m = S xi / n
i=1
Exemplo 1:
Calculemos a média dos números 4, 6, 7, 3, 8, 3, 9, 5 e 2:
• m = (4 + 6 + 7 + 3 + 8 + 3 + 9 + 5 + 2) / 9 = 5,2
• A média portanto é 5,2.
Mediana
Exemplo 1:
Calculemos a mediana dos números 4, 6, 7, 3, 8, 3, 9, 5 e 2:
• Ordenemos os números: 2, 3, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9
• A mediana portanto é 5,0.
Exemplo 2:
Calculemos a mediada dos números 4, 6, 7, 3, 8, 3, 9, 5, 2, 4, 5 e 1:
• Ordenemos os números: 1, 2, 3, 3, 4, 4, 5, 5, 6, 7, 8, 9
• Calculando a mediana: (4 + 5) / 2 = 4,5
• A mediana portanto é 4,5.
Moda
Exemplo 1:
Identifiquemos a moda dos números 4, 6, 7, 3, 8, 3, 9, 5 e 2:
• A moda portanto é 3,0.
Exemplo 2:
Identifiquemos a moda da série Excelente, Regular, Bom, Regular,
Muito Bom e Ruim.
• A moda portanto é Regular.
Estatísticos de Dispersão
Conjunto A: 1, 2, 3, 4, 4, 4, 5, 6, 7
Desvios de A: -3, -2, -1, 0, 0, 0, +1, +2, +3
Quadrado dos Desvios de A: 9, 4, 1, 0, 0, 0, 1, 4, 9
• Variância de A = (9 + 4 + 1 + 0 + 0 + 0 + 1 + 4 + 9) / 9
• A Variância portanto é 3,11 para o conjunto A.
Calculando a Variância...
Conjunto B: 1, 3, 4, 4, 4, 4, 4, 5, 7
Desvios de B: -3, -1, 0, 0, 0, 0, 0, +1, +3
Quadrado dos Desvios de B: 9, 1, 0, 0, 0, 0, 0, 1, 9
• Variância de B = (9 + 1 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0 + 1 + 9) / 9
• A Variância portanto é 2,22 para o conjunto B.
Calculando a Variância...
Conjunto C: 1, 4, 4, 4, 4, 4, 4, 4, 7
Desvios de C: -3, 0, 0, 0, 0, 0, 0, 0, +3
Quadrado dos Desvios de C: 9, 0, 0, 0, 0, 0, 0, 0, 9
• Variância de C = (9 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0 + 9) / 9
• A Variância portanto é 2,00 para o conjunto C.
Comparando as Variâncias
• Variância de A = 3,11
• Variância de B = 2,22
• Variância de C = 2,00
Variância de A = 3,11
• Desvio Padrão de A = (3,11)1/2 = 1,76 Comparando os 3 Conjuntos
Variância de B = 2,22 A exemplo da Variância, o Desvio
Padrão revela o mesmo princípio que,
• Desvio Padrão de B = (2,22)1/2 = 1,49 quanto menor seu valor, mais próximos
os indivíduos estarão distribuídos em
Variância de C = 2,00 relação ao centro.
• Desvio Padrão de C = (2,00)1/2 = 1,41
Coeficiente de Variação
CV = s / m * 100%
Calculando o Coeficiente de Variação...
Comparando os 3 Conjuntos
CVA = 1,76 / 4,0 *100% = 44,0%
Pelo mesmo princípio anterior, quanto
CVB = 1,49 / 4,0 *100% = 37,3% menor o Coeficiente de Variação, mais
próximos os indivíduos estarão
CVC = 1,41 / 4,0 *100% = 35,3% distribuídos em relação ao centro.
População versus Amostra
Amostra População
Tomando amostras...
N = (Z * s / eA)²
Definições
N = tamanho da amostra
Z = 1,96 para uma nível de confiança de 95%
s = desvio padrão da população
eA = erro absoluto aceitável
Tamanho da amostra para dados variáveis
Exemplo
✓ Suponha que você é responsável por um armazém que contém 20 mil páletes de
produtos iguais e, necessita saber o peso aproximado de cada pálete.
✓ Admita também que você deseja ter 95% de certeza (nível de confiança) no cálculo do
peso médio dos páletes.
Regra Básica
1. Tomar uma amostra inicial aleatória da população (30 indivíduos).
2. Calcular o desvio padrão da amostra inicial (s).
3. Definir o erro absoluto aceitável (eA) – usualmente se calcula o valor com base na média
esperada (1,0 a 5,0%).
Tamanho da amostra para dados variáveis
Exemplo
• Supondo que a média esperada seja 50,0 Kg e que o desvio padrão da amostra inicial foi
4,0 Kg, podemos admitir um eA de 1,0 kg (2,0% da média esperada) para calcular o
tamanho ideal da amostra.
• Para o nível de confiança de 95%, o valor de Z é 1,96.
• Portanto, o tamanho da amostra será: N = (1,96 * 4,0 / 1,0)² = 61 indivíduos.
Agora, devemos coletar uma nova amostra com 61 indivíduos, calcular a média e o desvio
padrão correspondentes.
Supondo que o peso médio dos 61 indivíduos foi de 51,0 kg, podemos afirmar com 95%
de confiança que o peso médio da população se encontra entre 50,0 e 52,0 Kg (51,0 +/-
1,0 Kg).
N = Z² * p * (1 – p) / eR²
Definições
N = tamanho da amostra
Z = 1,96 para uma nível de confiança de 95%
p = proporção esperada
eR = erro relativo aceitável
Tamanho da amostra para proporções
Exemplo
✓ Suponha que você é responsável por uma pesquisa e deseja saber a preferência da
população de uma dada localidade dentre 4 produtos distintos (A, B, C e D).
✓ Suponha também que você deseja ter 95% de certeza (nível de confiança) quanto ao
resultado da pesquisa.
Regra Básica
1. Levantar quantas opções farão parte do alvo da pesquisa (no nosso caso são 4).
2. Calcular a proporção esperada.
3. Definir o erro relativo admissível (eR) – usualmente se utilizam valores entre 1,0 e
5,0%.
Tamanho da amostra para proporções
Exemplo
• Como temos 4 produtos distintos (A, B, C e D), a proporção esperada para cada um é
de 25% (logo, p = 0,25 e 1 – p = 0,75).
• Podemos admitir um eR de 3,0% (0,03) para calcular o tamanho ideal da amostra.
• Para o nível de confiança de 95%, o valor de Z é 1,96.
• Portanto, o tamanho da amostra será: N = 1,96² * 0,25 * 0,75 / (0,03)² = 800
indivíduos.
Agora, devemos realizar a pesquisa com 800 indivíduos e, analisar suas preferências.
Supondo que 60% dos 800 indivíduos amostrados optaram pelo produto C, podemos
afirmar com 95% de confiança que a preferência da população para esse produto ficará
entre 57 e 63% (60% +/- 3%).
Variação do Sistema de
Medição
A
Análise do Sistema de Medição
Variação do Real do
Processo
B
Análise do Sistema de Medição
Processo (B)
Medição (A)
Variação do Sistema de Medição
Operador 1 Operador 1
Operador 2 Operador 2
Operador 3 Operador 3
Instrumento Instrumento
com muita com pouca
exatidão exatidão
Estabilidade do Instrumento
Instrumento
com muita
estabilidade
Instrumento
com pouca
estabilidade
Instrumento
com muita
linearidade
Instrumento
com pouca
linearidade
Repetibilidade do Instrumento
Instrumento Instrumento
com alta com baixa
repetibilidade repetibilidade
Reprodutibilidade dos Operadores
Operador 1 Operador 4
Operador 2 Operador 5
Operador 3 Operador 6
Operador 1 Operador 1
Operador 2 Operador 2
Operador 3 Operador 3
RUIM
BOM
Estudo de R&R
1. Selecionar 2 a 4 operadores.
2. Coletar de 10 a 20 amostras.
3. Submeter cada amostra para ser medida até 5 vezes (provas) por cada
operador.
4. Solicitar que o primeiro operador realize as medições de todas as
amostras em ordem aleatória.
5. Solicitar que os demais operadores selecionados realizem as medições,
seguindo o procedimento anterior.
6. Repetir os passos 4 e 5 até completar as provas.
7. Concluído o item anterior, realizar a MSA e analisar os resultados do
estudo.
Parâmetros dos estudos de R&R
Dados Atributos
✓ % de Efetividade
Dados Variáveis
✓ % Tolerância (P/T)
✓ % Variação do Processo (P/TV)
✓ % de Contribuição
✓ Índice de Discriminação
MSA – % Efetividade
s2Sistema de Medição
% Contribuição =
s2Processo
B
Discriminação =
A
Índice
% Efetividade - - < 100%
% Variação do Processo (P/TV) ≤ 20% Entre 20% e 30% ≥ 30%
% Tolerância (P/T) ≤ 20% Entre 20% e 30% ≥ 30%
% Contribuição ≤ 4% Entre 4% e 9% ≥ 9%
Índice de Discriminação >5 =5 <5
Abrindo R&R [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Analisando o resultado gráfico...
Date of study:
Assessment Agreement
Reported by:
Name of product: Maior concordância
Misc: dos operadores em
Pouca variabilidade
relação ao padrão
dos operadores 1 e 2
Within Appraisers Appraiser vs Standard
100 95,0% C I 100 95,0% C I
P ercent P ercent
90 90
Percent
Percent
80 80
70 70
Muita variabilidade
do operador 3
Menor concordância
60 60
dos operadores em
1 2 3 1 2 3
relação ao padrão
Appraiser Appraiser
Analisando os resultados analíticos...
Within Appraisers
Assessment Agreement
Appraiser # Inspected # Matched Percent 95% CI
1 30 30 100,00 (90,50; 100,00)
2 30 30 100,00 (90,50; 100,00)
3 30 25 83,33 (65,28; 94,36)
Esses índices revelam a concordância das medições realizadas por cada operador em
relação a si mesmo.
Analisando os resultados analíticos...
# Matched: Appraiser's assessment across trials agrees with the known standard.
Esses índices revelam a concordância das medições realizadas por cada operador em
relação ao padrão.
Analisando os resultados analíticos...
# Passa / Não Passa: Assessments across trials = Passa / standard = Não Passa.
# Não Passa / Passa: Assessments across trials = Não Passa / standard = Passa.
# Mixed: Assessments across trials are not identical.
Esses índices revelam a discordância das medições realizadas por cada operador em
relação ao padrão (Repetibilidade) e em relação a si próprio (Mixed).
Analisando os resultados analíticos...
Between Appraisers
Assessment Agreement
# Inspected # Matched Percent 95% CI
30 24 80,00 (61,43; 92,29)
Esse índice revela a concordância das medições realizadas pelos operadores entre si
(Reprodutibilidade).
Analisando os resultados analíticos...
Percent
55
80
50
0
Gage R&R Repeat Reprod Part-to-Part 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Amostra
Discriminação do R Chart by Operador
Resultado by Operador
Sistema de Medição João Oscar Pedro
O ideal é que a linha
Sample Range
2 UCL=2,189 60
_ 55
seja horizontal
1
R=0,670
0 LCL=0 50
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Average
X=52,14 Oscar
LCL=50,88
50
50
Pedro
sobreponham
45
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
45
Amostra 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Amostra
Analisando os resultados analíticos...
Source DF SS MS F P
Amostra 9 551,349 61,2610 166,063 0,000
Operador 2 0,725 0,3626 0,983 0,382
Repeatability 48 17,707 0,3689
Total 59 569,782
O sistema de medição (Gage R&R) exerce pouca influência sobre a variação total
observada, visto que o % de contribuição é inferior a 4%.
Nesse caso, a variação observada é predominantemente devida à variação das
amostras / processo (Part-To-Part).
Analisando os resultados analíticos...
Process tolerance = 10
O sistema de medição (Gage R&R) exerce pouca influência sobre a variação total
observada, visto que o % de contribuição é inferior a 4%.
Nesse caso, a variação observada é predominantemente devida à variação das
amostras / processo (Part-To-Part).
Analisando os resultados analíticos...
O sistema de medição (Gage R&R) exerce relativa influência sobre a variação total
observada, visto que o % P/TV é superior a 30%, embora o % P/T se encontre
num patamar inferior a 20%.
Nesse caso, a variação observada é predominantemente devida à variação das
amostras (Part-To-Part).
O índice de discriminação é adequado por ser superior a 5.
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Matriz de Causa & Efeito
Objetivos esperados...
Objetivo
Estabelecer uma relação numérica entre as Variáveis de Entrada e as
Variáveis de Resposta de um processo, identificando a importância de
cada uma delas sob o ponto de vista do cliente.
Lembramos apenas que as Entradas são as variáveis que afetam o
processo e, as Respostas são os atributos críticos para a satisfação do
cliente.
Lembram de como prepara um café?
N
Realizar
Preparar Preparar Café Servir o
Início setup da Fim
o café o serviço ok? café
cafeteira S
-
Importância para o Cliente >>
Impacto >> 1 - Baixo / 4 - Médio Baixo / 7 - Médio Alto / 10 - Alto
Variáveis de Entrada (X's) Total Impacto
01 - 0
02 - 0
03 - 0
04 - 0
05 - 0
06 - 0
07 - 0
08 - 0
09 - 0
10 - 0
Variáveis de resposta e variáveis de entrada
Variáveis de Resposta (Y's)
01 02 03 04 05
Importância para o Cliente:
1 - Baixa Importância
2 - Média Baixa Importância
3 - Média Importância
Temperatura
Consistência
4 - Média Alta Importância
5 - Alta Importância
Aroma
Sabor
Cor
Importância para o Cliente >>
Impacto >> 1 - Baixo / 4 - Médio Baixo / 7 - Médio Alto / 10 - Alto
Variáveis de Entrada (X's) Total Impacto
01 Pó de café 0
02 Açúcar 0
03 Água 0
04 Cafeteira 0
05 Filtro 0
06 Xícara 0
07 Guardanapo 0
08 Colher 0
09 Bandeja 0
10 - 0
Importância das variáveis de resposta para o cliente
Variáveis de Resposta (Y's)
01 02 03 04 05
Importância para o Cliente:
1 - Baixa Importância
2 - Média Baixa Importância
3 - Média Importância
Temperatura
Consistência
4 - Média Alta Importância
5 - Alta Importância
Aroma
Sabor
Cor
Importância para o Cliente >> 5 5 4 3 5
Impacto >> 1 - Baixo / 4 - Médio Baixo / 7 - Médio Alto / 10 - Alto
Variáveis de Entrada (X's) Total Impacto
01 Pó de café 0
02 Açúcar 0
03 Água 0
04 Cafeteira 0
05 Filtro 0
06 Xícara 0
07 Guardanapo 0
08 Colher 0
09 Bandeja 0
10 - 0
Avaliando o impacto de cada variável de entrada...
Variáveis de Resposta (Y's)
01 02 03 04 05
Importância para o Cliente:
1 - Baixa Importância
2 - Média Baixa Importância
3 - Média Importância
Temperatura
Consistência
4 - Média Alta Importância
5 - Alta Importância
Aroma
Sabor
Cor
10*5 + 10*5 + 4*4 + 7*3 +
10*5 = 187 Importância para o Cliente >> 5 5 4 3 5
Impacto >> 1 - Baixo / 4 - Médio Baixo / 7 - Médio Alto / 10 - Alto
Variáveis de Entrada (X's) Total Impacto
01 Pó de café 187 10 10 4 7 10
02 Açúcar 94 7 4 4 1 4
03 Água 100 10 1 1 7 4
04 Cafeteira 163 7 7 10 1 10
05 Filtro 118 7 4 4 4 7
06 Xícara 64 4 4 4 1 1
07 Guardanapo 22 1 1 1 1 1
08 Colher 22 1 1 1 1 1
09 Bandeja 22 1 1 1 1 1
10 - 0
Gráfico de Pareto
O Gráfico de Pareto é uma ferramenta utilizada para qualificar a categoria que revela maior
oportunidade de ganho (problema focado) para o alcance da meta do projeto.
Dicas importantes
✓ A disposição das barra é sempre em ordem decrescente.
✓ Estratifique de 3 até 7 categorias para localizar adequadamente o problema;
✓ Os resultados devem ser expressos em valores absolutos e a escala deve ser ajustada
para o valor total;
✓ Estratifique seu problema de maneira a concentrar 80% dele em 20% das categorias
(regra de Pareto);
✓ Caso não consiga atender o item anterior, certifique-se que a primeira coluna (problema
focado) é suficientemente grande para que a meta do projeto seja atingida;
✓ Pode haver uma categoria “Outros” que consolide diversas categorias de pouca
representatividade, cuja barra deve ser disposta no final do gráfico, não devendo
exceder 10% do total.
Abrindo Gráfico de [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Gráfico de Pareto
Percent
60
Total
400
300 40
200
20
100
0 0
Variáveis de Entrada fé ar er er
ca e ir a ilt
ro gua c a ra e ja
lh h
et F Á
Aç
ú
Xí
c nd o Ot
de a f Ba C
Pó C
Total 187 163 118 100 94 64 22 22 22
Percent 23,6 20,6 14,9 12,6 11,9 8,1 2,8 2,8 2,8
Cum % 23,6 44,2 59,1 71,7 83,6 91,7 94,4 97,2 100,0
Foco do Projeto
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Introdução a Probabilidade
Objetivos esperados...
Conceito Características
É a atribuição de probabilidade a Abaixo podemos encontrar as três
todos os valores possíveis que pode características básicas afetas às
assumir uma variável sob análise. distribuições de probabilidade:
Distribuição Discreta de ➢ A probabilidade associada a um
Probabilidade evento sempre é maior ou igual a 0
e menor ou igual a 1.
✓ É aplicada quando a variável sob
análise é discreta, por natureza. ➢ A soma da probabilidade de todos
os eventos possíveis em uma
Distribuição Contínua de
distribuição de probabilidades é
Probabilidade
sempre igual a 1.
✓ É aplicada quando a variável sob
análise é contínua, por natureza.
Conceito de Distribuição Contínua de Probabilidade
50
40
Frequência
30
20
10
0
97 98 99 100 101 102 103
Distribuição Contínua de Probabilidade – 5.000 peças
300
Frequência
200
100
0
97 98 99 100 101 102 103 104
Distribuição Contínua de Probabilidade – 50.000 peças
2000
Frequência 1500
1000
500
0
96,0 97,2 98,4 99,6 100,8 102,0 103,2 104,4
Distribuição Contínua de Probabilidade – infinitas peças
1000
500
0
96,0 97,2 98,4 99,6 100,8 102,0 103,2 104,4
Distribuições de Probabilidade
Normal
Uniforme
Exponencial
Dados
t de Student
Contínuos
Lognormal
Distribuições de Chi Quadrada
Probabilidade F
Bernoulli
Dados Binomial
Discretos Hipergeométrica
Poisson
Distribuições de Probabilidade
Normal
Uniforme
Exponencial
Dados
t de Student
Contínuos
Lognormal
Distribuições de Chi Quadrada
Probabilidade F
Bernoulli
Dados Binomial
Discretos Hipergeométrica
Poisson
Introdução a Distribuição Normal de Probabilidade
- (x – m)2 / 2s2
f(x) = 1 e
2p s
Onde:
m = média s = desvio padrão
p = 3,14159 e = 2,17828
Visualização gráfica da Distribuição Normal de Probabilidade
Eixo y
A extensão...
A assíntota...
f (x)
A simetria...
-∞ +∞
Eixo x
Probabilidade de dois eventos
P(A) + P(B) = 1
P(A) P(B)
-∞ +∞
Probabilidade de dois eventos
P(A) + P(B) = 1
P(C) + P(D) = 1
P(C) P(D)
-∞ +∞
Probabilidade de dois eventos
P(A) + P(B) = 1
P(C) + P(D) = 1
P(E) + P(F) = 1
P(E) P(F)
-∞ +∞
Probabilidade usando m e s
68,26%
1s 1s
-∞ +∞
m ± 1s
Probabilidade usando m e s
1s 1s 1s 1s
-∞ +∞
m ± 2s
Probabilidade usando m e s
-∞ +∞
m ± 3s
Exercício prático...
Peso Desvio
Linha 3*s (g) LIC (g) LSC (g)
Médio (g) Padrão (g)
Linha 1 1.000 10 30 970 1.030
Linha 2 900 10 30 870 930
Linha 3 1.000 50 150 850 1.150
Linha 4 1.100 30 90 1.010 1.190
Supondo que o peso nominal das barras de chocolate seja 1.000 g e que
os limites inferior e superior de especificação sejam, respectivamente, LIE
= 955 g e LSE = 1.045 g.
Que medidas devemos tomar em relação às 4 linhas de produção
mencionadas anteriormente?
Exercício prático...
Dispensa medidas
Linha 1 (Processo Padronizado)
Centralizar o processo
Linha 2 (Projeto de MASP)
Reduzir a dispersão
Linha 3 (Projeto de 6 Sigma)
Centralizar o processo e
Linha 4 reduzir a dispersão
(Projeto de 6 Sigma)
País m s
A 165 4
B 175 6
C 185 2
País C
País A
País B
-∞ +∞
165 175 185
Distribuição Normal Estândar
O eixo dos z
A média 0
O desvio padrão 1
-∞ +∞
-3 -2 -1 0 +1 +2 +3
Eixo z
Representando Graficamente
165
169
153
157
161
173
177
z
-3 -2 -1 0 +1 +2 +3
Convertendo valores de x...
z = (x – m) / s
O significado de z...
Exercício 1:
Qual é a porcentagem da população do país A que mede 161 cm ou
menos?
Como a altura média vale 165 cm, teremos:
z = (161 – 165) / 4 = -1
• Para x = 161, o valor de z é portanto -1.
Identificando graficamente...
P(z ≤ -1,00)
-∞ -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +∞
Buscando o diretório no MINITAB...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
Portanto a porcentagem
correspondente é 15,87%.
Calculando a probabilidade...
P (z ≥ 0,25)
-∞ -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +∞
Ajustando os valores...
MINITAB nos dá
P (z ≤ 0,25)
-∞ -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +∞
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
Portanto a porcentagem
correspondente é 40,13%.
Calculando a probabilidade...
P (0,75 ≤ x ≤ -1,50)
-∞ -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +∞
Ajustando os valores...
P (z ≤ -1,50)
-∞ -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +∞
Ajustando os valores...
Agora devemos calcular o valor da probabilidade dada por essa outra área
azulada do gráfico:
MINITAB nos dá
P (z ≤ 0,75)
-∞ -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +∞
Preenchendo o quadro de diálogo...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
P(-1,50 ≤ z ≤ 0,75) =
0,7734 – 0,0668 = 0,7066
Portanto a porcentagem
correspondente é 70,66%.
Calculando a probabilidade...
85%
-∞ -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +∞
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
z = 1,0364
Histogram of Normal
Normal
20 Mean 69,85
StDev 1,130
N 100
15
Esse histograma
lembra o formato
Frequency
de um sino?
10
0
68 69 70 71 72
Normal
Construindo os Histogramas...
Histogram of Uniforme
Normal
Mean 70,45
12
StDev 9,061
N 100
10
Esse histograma
8 lembra o formato
Frequency
de um sino?
6
0
52,5 60,0 67,5 75,0 82,5 90,0
Uniforme
Construindo os Histogramas...
Histogram of Qui_Quadrado
Normal
25 Mean 5,137
StDev 3,017
N 100
20
Esse histograma
lembra o formato
15
Frequency
de um sino?
10
0
-2 0 2 4 6 8 10 12
Qui_Quadrado
Construindo os Histogramas...
Histogram of Misterio
Normal
35 Mean 35,82
StDev 40,10
30 N 100
25 Esse histograma
lembra o formato
Frequency
20 de um sino?
15
10
0
-40 0 40 80 120 160 200
Misterio
Teste de Normalidade
Essa ferramenta analítica é utilizada para determinar se os dados
analisados provêm ou não de uma distribuição normal de probabilidades.
Para isso são verificados os seguintes fatores:
➢ Alinhamento dos pontos vermelhos em relação à linha azul.
➢ O P Value obtido pelo teste de hipótese realizado.
✓ Na prática, devemos comparar o P Value calculado com o nível de
significância do teste (Risco a), que usualmente é de 5,0%
(0,05).
✓ Adotando o Risco a de 5,0%, teremos 95,0% de certeza sobre o
resultado apresentado pelo teste (Nível de Confiabilidade).
✓ Isso significa dizer que, se o P Value resultante do teste for igual
ou superior a 0,05, podemos afirmar que os dados são normais.
Observações finais
✓ Os testes de hipótese Anderson-Darling e Kolmogorov-Smirnov são
recomendados para aplicações onde se requeira maior rigor (análises
laboratoriais, P&D, ambientes controlados).
✓ O teste de hipótese Ryan-Joiner (similar ao Shapiro-Wilk) é
recomendado para aplicações de menor rigor (“chão de fábrica”).
✓ Os testes analíticos perdem a precisão quando dispomos de uma
quantidade muito grande de dados e, eventualmente o P Value pode
resultar inferior a 0,05, mesmo se os dados forem normais.
✓ Para esses testes, a análise do histograma prevalecerá para concluir a
questão da normalidade caso o P Value resulte inferior a 0,05.
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
60
50 P Value é
40
30 maior que
20 Os pontos 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
0,1
66 67 68 69 70 71 72 73 74
Normal
O resultado...
60
50 P Value é
40
30 menor que
20 Os pontos não 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
0,1
40 50 60 70 80 90 100
Uniforme
O resultado...
60
50 P Value é
40
30 menor que
20 Os pontos não 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
0,1
-5 0 5 10 15
Qui_Quadrado
O resultado...
60
50 P Value é
40
30 menor que
20 Os pontos não 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
0,1
-100 -50 0 50 100 150 200
Mistério
Abrindo Exercício Teste de [Link]
Mais diversão...
1. Abra o arquivo e realize o teste de normalidade para os conjuntos A, B, C e D.
2. Analise os resultados.
3. Salve arquivo como projeto.
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Resumo Gráfico
Objetivos esperados
Median
Median
Median
Median
Mais diversão...
1. Abra o arquivo e elabore o resumo gráfico para os conjuntos A, B, C e D.
2. Analise os resultados.
3. Salve arquivo como projeto.
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Análise de Capacidade
Objetivos esperados...
Limites de Especificação
São os valores estabelecidos com base nas necessidades ou expectativas dos clientes
(mercado, legislação, engenharia, fabricante).
• LIE Limite Inferior de Especificação (LSL: Lower Specification Limit).
• LSE Limite Superior de Especificação (USL: Upper Specification Limit).
Limites de Controle
São calculados em função da variação natural do processo, e toma como base sua média
aritmética e seu desvio padrão.
• LIC Limite Inferior de Controle (LCL: Lower Control Limit) = Média – 3s.
• LSC Limite Superior de Controle (UCL: Upper Control Limit) = Média + 3s.
Tipos de Dados
Bom
Ruim
Defeitos Defeitos
Subgrupo 3
Subgrupo 4
Subgrupo 5
Longo Prazo
(Overall)
60
50
40
30
20
10
5
0,1
97 98 99 100 101 102 103
Linha_1
Prova de normalidade da Linha_2...
60
50
40
30
20
10
5
0,1
90,0 92,5 95,0 97,5 100,0 102,5
Linha_2
Prova de normalidade da Maq_3...
60
50
40
30
20
10
5
0,1
95 100 105 110 115
Linha_3
Prova de normalidade da Fábrica...
80
Percent
50
20
5
1
0,01
80 90 100 110 120
Fábrica
Refletindo sobre os subgrupos...
Resultado da Processo no
amostra curto prazo
Dados de
96,0 97,5 99,0 100,5 102,0 103,5 105,0 desempenho
Processo no
O bserv ed P erformance E xp. Within P erformance E xp. O v erall P erformance longo prazo
P P M < LS L 0,00 P P M < LS L 0,19 P P M < LS L 0,29
P P M > U S L 0,00 P P M > U S L 0,16 P P M > U S L 0,24
P P M Total 0,00 P P M Total 0,36 P P M Total 0,53
Capacidade da Linha_1...
Cp > 1,33
Cp = 1,00
Cp < 1,00
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26
Avaliando o Cp e o Cpk...
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26
Avaliando o Cp e o Cpk...
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26
Avaliando o Cp e o Cpk...
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26
Avaliando o Cp e o Cpk...
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26
Avaliando o Cp e o Cpk...
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26
Avaliando o Cp e o Cpk...
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26
Avaliando o Cp e o Cpk...
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26
Avaliando o Cp e o Cpk...
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26
Índices de Capacidade
Cp
O Cp é utilizado para avaliar a variabilidade do processo em relação aos limites de
especificação (LSL e USL), e portanto revelar se o processo atende ou não às
especificações.
a. Para o cálculo do Cp é utilizado o desvio padrão de curto prazo (sst).
b. Como o cálculo do Cp não leva em consideração do valor do Target, ele nos diz qual
seria a capacidade do processo como se estivesse centrado.
c. Na prática, os valores de referência para o Cp são:
▪ Cp ≥ 1,33 indica que o processo é capaz no curto prazo.
▪ Cp entre 1,00 e 1,33 indica que o processo é capaz no curto prazo, mas requer
acompanhamento mais rigoroso.
▪ Cp ≤ 1,00 indica que o processo não é capaz no curto prazo.
Índices de Capacidade
Cpk
O Cpk é utilizado para avaliar a distância entre a média do processo e os limites de
especificação (LSL e USL), e portanto revelar se de fato o processo está centrado ou não.
a. O valor do Cpk será o menor valor dentre o Cpl (Lower) e o Cpu (Upper), que para seu
cálculo utilizam o desvio padrão de curto prazo (sst).
b. O valor do Cpk será igual ao Cpl, se a média do processo estiver mais próxima ao
limite inferior de especificação (LSL) ou, será igual ao Cpu, se a média do processo
estiver mais próxima ao limite inferior de especificação (USL).
c. Na prática, os valores de referência para o Cpk são:
▪ Cpk = Cp indica que o processo está centrado.
▪ Cpk ≥ 1,33 indica que o processo é capaz no curto prazo.
▪ Cpk entre 1,00 e 1,33 indica que o processo é capaz no curto prazo, mas requer
acompanhamento mais rigoroso.
▪ Cpk ≤ 1,00 indica que o processo não é capaz no curto prazo.
Índices de Capacidade
Cpm
O Cpm é utilizado para avaliar a variabilidade do processo em relação aos limites de
especificação (LSL e USL), bem como a distância entre a média do processo em relação ao
Target.
a. Em efeitos práticos o Cpm é melhor que o Cpk porque além de avaliar os dados do
processo em relação aos limites de controle (LSL e USL), avalia também a distância da
média real em relação ao Target.
b. Na prática, os valores de referência para o Cpk são:
▪ Cpm ≥ 2 não existe dados fora dos limites de especificação e não é necessário
validar a medição, pois a capabilidade é muito alta.
▪ Cpm ≥ 1 estatisticamente não há dados fora dos limites de especificação, mas o
sistema de medição (R&R) precisa ser validado.
Desempenho da Linha_1...
Pp
O Pp é utilizado para avaliar a variabilidade do processo em relação aos limites de
especificação (LSL e USL) e ressalta os problema de dispersão porque contempla os
efeitos do longo prazo.
a. Para o cálculo do Pp é utilizado o desvio padrão de longo prazo (slt).
b. Como o cálculo do Pp não leva em consideração do valor do Target, ele nos diz qual
seria o desempenho do processo como se estivesse centrado.
c. Na prática, os valores de referência para o Pp são:
▪ Pp ≥ 1,33 indica que o processo tem ótimo desempenho no longo prazo.
▪ Pp entre 1,00 e 1,33 indica que o processo tem bom desempenho no longo prazo,
mas requer acompanhamento mais rigoroso.
▪ Pp ≤ 1,00 indica que o processo não tem bom desempenho no longo prazo.
Índices de Desempenho
Ppk
O Ppk é utilizado para avaliar a distância entre a média do processo e os limites de
especificação (LSL e USL), e portanto revelar se de fato o processo está centrado ou não.
a. O valor do Ppk será o menor valor dentre o Ppl (Lower) e o Ppu (Upper), que para seu
cálculo utilizam o desvio padrão de curto prazo (slt).
b. O valor do Ppk será igual ao Ppl, se a média do processo estiver mais próxima ao
limite inferior de especificação (LSL) ou, será igual ao Ppu, se a média do processo
estiver mais próxima ao limite inferior de especificação (USL).
c. Na prática, os valores de referência para o Ppk são:
▪ Ppk = Pp indica que o processo está centrado.
▪ Ppk ≥ 1,33 indica que o processo tem ótimo desempenho no longo prazo.
▪ Ppk entre 1,00 e 1,33 indica que o processo tem bom desempenho no longo
prazo, mas requer acompanhamento mais rigoroso.
▪ Ppk ≤ 1,00 indica que o processo não tem bom desempenho no longo prazo.
Compilando os valores de referência...
s s s s s s s s s s s s
-∞ m +∞
LSL USL
Abrindo Exercício Capacidade de [Link]
Mais diversão...
1. Abra o arquivo e gere 3 séries de 300 dados cada uma, com as seguintes
bases e empilhe os resultados na coluna Fábrica:
Linha 1: Média 200 e Desvio Padrão 10
Linha 2: Média 180 e Desvio Padrão 20
Linha 2: Média 220 e Desvio Padrão 30
2. Realize a capacidade de processo, considerando o Target de 210, LSL 180 e
USL 240.
3. Analise os resultados.
4. Salve arquivo como projeto.
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Measure
Objetivos esperados...
Objetivos
Define • Validar o sistema de medição
• Definir a capacidade inicial do processo
Conceitos e Ferramentas
Control Measure • MSA (Measure System Analysis)
• Matriz de Causa e Efeito
• Gráfico de Pareto
• Teste de Normalidade
• Resumo Gráfico
• Análise de Capacidade
Improve Analyse
• Ver e Agir
• FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)
Análise do Sistema de Medição
Número de Inspetores >> 4 (2 a 4)
N° de Peças Inspecionadas >> 10 (2 a 20)
Tolerância do Processo >> 90,0
Desvio Padrão do Processo >> 106,10
Número de Inspetores
Nº da Amostra Range
Inspetor 1 Inspetor 2 Inspetor 3 Inspetor 4
Amostra 1 1.104,70 1.098,00 1.127,80 1.138,90 40,90
Amostra 2 1.130,20 1.168,50 1.093,00 1.083,00 85,50
Amostra 3 1.083,30 1.129,70 1.115,80 1.101,90 46,40
Amostra 4 1.103,40 1.123,60 1.009,70 1.110,00 113,90
Amostra 5 1.104,00 1.133,70 1.109,70 1.031,10 102,60
Amostra 6 1.142,60 1.103,50 1.115,20 1.194,90 91,40
Amostra 7 1.070,90 1.155,40 1.092,80 1.079,00 84,50
Amostra 8 1.066,10 1.090,60 1.087,80 1.121,60 55,50
Amostra 9 1.079,90 1.059,70 1.089,20 1.072,70 29,50
Amostra 10 1.155,40 1.076,00 1.094,20 1.125,20 79,40
Desvio Padrão das Medições >> 35,2 Range Médio >> 72,96
Análise do Sistema de Medição
Critérios de Avaliação
Menor ou igual a 20% >> Sistema de medição satisfatório
Entre 20% e 30% >> Sistema de medição requer moderação melhoria
Maior ou igual a 30% >> Sistema de medição requer forte melhoria
Resultados da Análise
Variabilidade da Medição >> 180,65
R&R % P/T >> 200,7% Sistema de medição requer forte melhoria
R&R % P/TV >> 33,1% Sistema de medição requer forte melhoria
Resultado do Estudo
Variáveis de Entrada (X’s) e Variáveis de Resposta (Y’s)
N
Cortar e
Pesar os Misturar os Resfriar o
Início Ok? embalar o Fim
ingredientes ingredientes produto S produto
Textura do produto
2 - Média Baixa Importância
Sabor do produto
3 - Média Importância
Cor do produto
Peso da barra
4 - Média Alta Importância
5 - Alta Importância
Percent
60
Total 500
400
40
300
200 20
100
0 0
Variável (X) r r fr r
c
oau
nd _Pó _Pó ca Ing nt
o
tim es the
aC te u ú e a
_C ite_ ei ca _Ac r o_ tim p_B T_R O
M L a P ic Ba
P_ Le P_ P_C M _ m
P_ P_ T Te
Total 128 125 125 122 119 89 56 56 41 41
Percent 14,2 13,9 13,9 13,5 13,2 9,9 6,2 6,2 4,5 4,5
Cum % 14,2 28,0 41,9 55,4 68,6 78,5 84,7 90,9 95,5 100,0
Foco do Projeto
Teste de Normalidade – Peso da Barra de Chocolate
60
50
40
Valor P é
30 maior que
20 Os pontos 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
1
0,1
1050 1075 1100 1125 1150
Peso Barra
Resumo Gráfico – Peso da Barra de Chocolate
Intervalos de Confiança
Median
• É importante que o grupo realize uma observação minuciosa no local onde o problema
ocorre e, se possível deve-se filmar e fotografar as evidências encontradas.
• Três questões importantes devem ser verificadas, para que a etapa de observação seja
efetivamente concluída.
O Ver e Agir é uma ferramenta utilizada para planejar ações imediatas e eliminar os erros
fáceis.
• Busca a eliminação de erros fáceis e a correção de pequenas anomalias.
• É utilizado basicamente para a remoção de sintomas, mas não garante o bloqueio das
causas fundamentais.
Efetividade das Ações
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
FMEA
Objetivos esperados...
F Failure Falha
M Mode Modo
E Effect Efeito
A Analysis Análise
Objetivo
N
Realizar
Preparar Preparar Café Servir o
Início setup da Fim
o café o serviço ok? café
cafeteira S
Pouco pó de café Café sem aroma 5 Medida inadequada 6 Inspeção visual 7 210
Pouco pó de café Café sem aroma 5 Medida inadequada 6 Inspeção visual 7 210
Pouco pó de café Café sem aroma 5 Medida inadequada 6 Inspeção visual 7 210
Pouco pó de café Café sem aroma 5 Medida inadequada 6 Inspeção visual 7 210
Pouco pó de café Café sem aroma 5 Medida inadequada 6 Inspeção visual 7 210
Dicas importantes:
➢ Divulgue o plano de ação com os envolvidos, justificando as medidas
propostas para garantir o entendimento e o comprometimento de todos.
➢ Estabeleça a periodicidade da revisão e atualize o cronograma e
verifique a execução das medidas propostas.
➢ Depois da implementação das ações recomendadas recalcule o NPR.
Mais diversão...
Executar FMEA e
Obter uma visão Identificar os Estabelecer os Determinar
geral do sistema modos de falha efeitos da falha Criticidade
possíveis
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analisys
Executar FMEA e
Obter uma visão Identificar os Estabelecer os Determinar
geral do sistema modos de falha efeitos da falha Criticidade
possíveis
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analisys
Executar FMEA e
Obter uma visão Identificar os Estabelecer os Determinar
geral do sistema modos de falha efeitos da falha Criticidade
possíveis
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analisys
Executar FMEA e
Obter uma visão Identificar os Estabelecer os Determinar
geral do sistema modos de falha efeitos da falha Criticidade
possíveis
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analisys
Executar FMEA e
Obter uma visão Identificar os Estabelecer os Determinar
geral do sistema modos de falha efeitos da falha Criticidade
possíveis
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analisys
Executar FMEA e
Obter uma visão Identificar os Estabelecer os Determinar
geral do sistema modos de falha efeitos da falha Criticidade
possíveis
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analisys
1. Revisar o projeto:
a. Realizar followup adequado e/ou ações corretivas do projeto.
PFMEA – Process Failure Mode and Effect Analisys
• A forma sugerida para aplicação do mapa do processo passa por duas etapas:
a) Realizar o mapeamento do processo (o fluxograma horizontal é a forma
mais comum utilizada) para visualizar a sequência das etapas de
processo.
b) Realizar o mapa de processo para detalhar cada etapa do processo.
i. A ferramenta sugerida para esta etapa é o fluxograma vertical de
processo.
Fluxograma Vertical
2. Descrever:
qual o
setor/processo,
quem está
3. Descrever elaborando e a
sequencial- data.
mente os
passos da
atividade.
Caso haja
dispositivos
de controle,
check-lists ou
quaisquer
observações
importantes,
descrever no
campo de
descrição
PFMEA
Process Failure Mode and Effect
Analysis
Análise do Processo
Padronização
Fluxo do Plano de
PFMEA (processos da
processo Controles operação)
A condução da PFMEA
• É necessário identificar
• Como a etapa do processo poderia ser afetada por
• Outras etapas (no mesmo nível).
• Os processos de fornecimento.
• Os processos de uso do cliente.
• Como os defeitos e seus efeitos foram causados ou evitados no
passado:
• Lições aprendidas.
• O que fazer.
• O que não fazer.
O Escopo
Controles Ações
Recomendadas
Controles
Modo de Ações
Efeitos Causa Controles
Falha Recomendadas
Controles Ações
Recomendadas
Causa Controles
Controles
Modo de Ações
Requisito Efeitos Causa Controles
Falha Recomendadas
Formulário FMEA
LOGO DA
EMPRESA
Etapa do processo / Função, Requisitos
Processo Atual
Possível ou
Etapa do Possíveis Efeitos Possíveis Causas da Ações Responsável e Data Ações Realizadas e
OCORRÊNCIA (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
Requisito Potencial Modo Controles de Controles de
DETECÇÃO (1 - 10)
DETECÇÃO (1 - 10)
OCORRÊNCIA (1 - 10)
Processo/Função da Falha Falha Recomendadas para Conclusão Data de Conclusão
de Falha Prevenção Detecção
NPR
NPR
Quais são as
especificações,
Qual é o impacto no Quais são as possíveis Quais as ações Quem é o responsável
Qual é a etapa do parâmetros, ciclo, De quais maneiras Quais os controles Quais os controles Quantas ações foram
cliente se esta falha causas do modo de falha? recomendadas para para assegurar que as
processo que está vazão, ou quaisquer esta etapa do existentes para prevenir a existentes para detectar a completadas (progresso) e
não for prevenida ou (Como elas poderiam reduzir a ocorrência, ou ações sejam concluidas e
sendo analisada? condições para processo pode falhar? falha? falha? quando foram?
corrigida? ocorrer?) melhorar a detecção? suas respectivas datas?
execução da etapa do
processo?
0 0
A água deve
estar com a
0 0
temperatura a
90ºC
0 0
A jarra deve
estar livre de 0 0
sujeiras
Potencial Modo de Falha e seus efeitos
Processo Atual
Possível ou
Etapa do Possíveis Efeitos Possíveis Causas da Ações Responsável e Data Ações Realizadas e
OCORRÊNCIA (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
Requisito Potencial Modo Controles de Controles de
DETECÇÃO (1 - 10)
DETECÇÃO (1 - 10)
OCORRÊNCIA (1 - 10)
Processo/Função da Falha Falha Recomendadas para Conclusão Data de Conclusão
de Falha Prevenção Detecção
NPR
NPR
Quais são as
especificações,
Qual é o impacto no Quais são as possíveis Quais as ações Quem é o responsável
Qual é a etapa do parâmetros, ciclo, De quais maneiras Quais os controles Quais os controles Quantas ações foram
cliente se esta falha causas do modo de falha? recomendadas para para assegurar que as
processo que está vazão, ou quaisquer esta etapa do existentes para prevenir a existentes para detectar a completadas (progresso) e
não for prevenida ou (Como elas poderiam reduzir a ocorrência, ou ações sejam concluidas e
sendo analisada? condições para processo pode falhar? falha? falha? quando foram?
corrigida? ocorrer?) melhorar a detecção? suas respectivas datas?
execução da etapa do
processo?
8
0 0
• Quais são as possíveis causas do modo de falha? (Como elas poderiam ocorrer?)
• A possível causa da falha é definida pela forma como o modo de falha pode
ocorrer, descrita em termos de algo que possa ser corrigido ou controlado.
• Cada causa atribuível a um modo de falha deve ser listada e considerada
separadamente.
• Devem ser determinadas pela equipe usando o conhecimento e experiência sobre
o assunto.
• As possíveis causas podem ser determinadas diretamente ou pelo entendimento
dos mecanismos de falha.
Processo Atual
Possível ou
Etapa do Possíveis Efeitos Possíveis Causas da Ações Responsável e Data Ações Realizadas e
OCORRÊNCIA (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
Requisito Potencial Modo Controles de Controles de
DETECÇÃO (1 - 10)
DETECÇÃO (1 - 10)
OCORRÊNCIA (1 - 10)
Processo/Função da Falha Falha Recomendadas para Conclusão Data de Conclusão
de Falha Prevenção Detecção
NPR
NPR
Quais são as
especificações,
Qual é o impacto no Quais são as possíveis Quais as ações Quem é o responsável
Qual é a etapa do parâmetros, ciclo, De quais maneiras Quais os controles Quais os controles Quantas ações foram
cliente se esta falha causas do modo de falha? recomendadas para para assegurar que as
processo que está vazão, ou quaisquer esta etapa do existentes para prevenir a existentes para detectar a completadas (progresso) e
não for prevenida ou (Como elas poderiam reduzir a ocorrência, ou ações sejam concluidas e
sendo analisada? condições para processo pode falhar? falha? falha? quando foram?
corrigida? ocorrer?) melhorar a detecção? suas respectivas datas?
execução da etapa do
processo?
Encher a jarra Para 1 xícara, Quantidade Café muito forte Marcas de nível da
com água deve ter a errada de água ou muito fraco jarra apagadas
quantidade 8 0 0
mínima de 100 ml
8 Vazamento de
água da jarra. 0 0
Processo Atual
Possível ou
Etapa do Possíveis Efeitos Possíveis Causas da Ações Responsável e Data Ações Realizadas e
OCORRÊNCIA (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
Requisito Potencial Modo Controles de Controles de
DETECÇÃO (1 - 10)
DETECÇÃO (1 - 10)
OCORRÊNCIA (1 - 10)
Processo/Função da Falha Falha Recomendadas para Conclusão Data de Conclusão
de Falha Prevenção Detecção
NPR
NPR
Quais são as
especificações,
Qual é o impacto no Quais são as possíveis Quais as ações Quem é o responsável
Qual é a etapa do parâmetros, ciclo, De quais maneiras Quais os controles Quais os controles Quantas ações foram
cliente se esta falha causas do modo de falha? recomendadas para para assegurar que as
processo que está vazão, ou quaisquer esta etapa do existentes para prevenir a existentes para detectar a completadas (progresso) e
não for prevenida ou (Como elas poderiam reduzir a ocorrência, ou ações sejam concluidas e
sendo analisada? condições para processo pode falhar? falha? falha? quando foram?
corrigida? ocorrer?) melhorar a detecção? suas respectivas datas?
execução da etapa do
processo?
Encher a jarra Para 1 xícara, Quantidade Café muito forte Marcas de nível da Nenhuma
com água deve ter a errada de água ou muito fraco jarra apagadas
quantidade 8 4 0 0
mínima de 100 ml
Vazamento de Nenhuma
8 água da jarra. 5 0 0
A água deve Água muito Café muito forte A torneira não Sensitivo
estar com a quente está habilitada
8 8 0 0
temperatura a para água fria.
90ºC
Operador não foi Nenhuma
orientado sobre a
8 7 0 0
necessidade da
água fria.
A jarra deve Jarra suja ou Objetos Jarra não foi Nenhuma
estar livre de contaminada estranhos ou lavada
10 4 0 0
sujeiras contaminantes
no café
Café com gosto Jarra guardada de Procedimeto de
estranho. 10 forma inapropriada armazenagem 7 0 0
Controle de Detecção
Processo Atual
Possível ou
Etapa do Possíveis Efeitos Possíveis Causas da Ações Responsável e Data Ações Realizadas e
OCORRÊNCIA (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
Requisito Potencial Modo Controles de Controles de
DETECÇÃO (1 - 10)
DETECÇÃO (1 - 10)
OCORRÊNCIA (1 - 10)
Processo/Função da Falha Falha Recomendadas para Conclusão Data de Conclusão
de Falha Prevenção Detecção
NPR
NPR
Quais são as
especificações,
Qual é o impacto no Quais são as possíveis Quais as ações Quem é o responsável
Qual é a etapa do parâmetros, ciclo, De quais maneiras Quais os controles Quais os controles Quantas ações foram
cliente se esta falha causas do modo de falha? recomendadas para para assegurar que as
processo que está vazão, ou quaisquer esta etapa do existentes para prevenir a existentes para detectar a completadas (progresso) e
não for prevenida ou (Como elas poderiam reduzir a ocorrência, ou ações sejam concluidas e
sendo analisada? condições para processo pode falhar? falha? falha? quando foram?
corrigida? ocorrer?) melhorar a detecção? suas respectivas datas?
execução da etapa do
processo?
Encher a jarra Para 1 xícara, Quantidade Café muito forte Marcas de nível da Nenhuma Inspeção Visual
com água deve ter a errada de água ou muito fraco jarra apagadas
quantidade 8 4 4 128 0
mínima de 100 ml
A água deve Água muito Café muito forte A torneira não Sensitivo Nenhuma
estar com a quente está habilitada
8 8 4 256 0
temperatura a para água fria.
90ºC
Operador não foi Nenhuma Nenhuma
orientado sobre a
8 7 7 392 0
necessidade da
água fria.
A jarra deve Jarra suja ou Objetos Jarra não foi Nenhuma Inspeção Visual
estar livre de contaminada estranhos ou lavada
10 4 4 160 0
sujeiras contaminantes
no café
Café com gosto Jarra guardada de Procedimeto de Nenhuma
estranho. 10 forma inapropriada armazenagem 7 5 350 0
Ações Recomendadas, Responsável e Ações Relizadas
Processo Atual
Possível ou
Etapa do Possíveis Efeitos Possíveis Causas da Ações Responsável e Data Ações Realizadas e
OCORRÊNCIA (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
SEVERIDADE (1 - 10)
Requisito Potencial Modo Controles de Controles de
DETECÇÃO (1 - 10)
DETECÇÃO (1 - 10)
OCORRÊNCIA (1 - 10)
Processo/Função da Falha Falha Recomendadas para Conclusão Data de Conclusão
de Falha Prevenção Detecção
NPR
NPR
Quais são as
especificações,
Qual é o impacto no Quais são as possíveis Quais as ações Quem é o responsável
Qual é a etapa do parâmetros, ciclo, De quais maneiras Quais os controles Quais os controles Quantas ações foram
cliente se esta falha causas do modo de falha? recomendadas para para assegurar que as
processo que está vazão, ou quaisquer esta etapa do existentes para prevenir a existentes para detectar a completadas (progresso) e
não for prevenida ou (Como elas poderiam reduzir a ocorrência, ou ações sejam concluidas e
sendo analisada? condições para processo pode falhar? falha? falha? quando foram?
corrigida? ocorrer?) melhorar a detecção? suas respectivas datas?
execução da etapa do
processo?
Encher a jarra Para 1 xícara, Quantidade Café muito forte Marcas de nível da Nenhuma Inspeção Visual Substituir as jarras Huguinho. Jarras substituídas
com água deve ter a errada de água ou muito fraco jarra apagadas antigas 05/06/2021. 9/15. 01/06/2021
quantidade 8 4 4 128 8 1 3 24
mínima de 100 ml
A água deve Água muito Café muito forte A torneira não Sensitivo Nenhuma Instalação de Luizinho. Instalado em
estar com a quente está habilitada torneira e sistema 01/06/2021 05/06/2021
8 8 4 256 8 2 6 96
temperatura a para água fria. de água fria.
90ºC
Operador não foi Nenhuma Nenhuma Criar o método de Zezinho. Criado em
orientado sobre a utilização de água 01/06/2021 30/05/2021
8 7 7 392 8 1 8 64
necessidade da fria.
água fria.
A jarra deve Jarra suja ou Objetos Jarra não foi Nenhuma Inspeção Visual Implementar Zezinho. Criado em
estar livre de contaminada estranhos ou lavada inspeção antes da 01/06/2021 30/05/2021
10 4 4 160 10 1 4 40
sujeiras contaminantes armazenagem
no café
Café com gosto Jarra guardada de Procedimeto de Nenhuma Reformar Luizinho. Instalado em
estranho. forma inapropriada armazenagem instalações de 01/06/2021 10/06/2021
10 7 5 350 10 2 3 60
armazenamento
das jarras
Etapas posteriores
Limite Superior
3Q + 1,5 (3Q – 1Q)
3º Quartil
Mediana
1º Quartil
Limite Inferior
3Q – 1,5 (3Q – 1Q)
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado das máquinas...
O resultado agrupado...
O resultado agrupado...
Main Effects Plot – buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
Multivari Chart – buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
Individuals Chart – buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Individual Chart – Máquina 1
I Chart of Maquina_1
90
UCL=89,76
88
Individual Value
86
_
X=84,76
84
82
80 LCL=79,75
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Observation
Individual Chart – Máquina 2
I Chart of Maquina_2
94
UCL=93,355
93
Individual Value 92
91
90 _
X=89,753
89
88
87
86 LCL=86,151
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Observation
Individual Chart – Máquina 3
I Chart of Maquina_3
100 UCL=99,86
98
Individual Value
96 _
X=95,50
94
92
LCL=91,13
1
90
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Observation
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Controle Estatístico de Processo
Objetivos esperados
Dispersão sob
controle
Objetivo
LSL USL
Processo fora de controle – caso 1...
Média fora de
controle
Dispersão sob
controle
Objetivo
LSL USL
Processo fora de controle – caso 2...
Dispersão fora de
controle
Objetivo
LSL USL
Processo fora de controle – caso 3...
Média fora de
controle
Dispersão fora de
controle
Objetivo
LSL USL
Em resumo...
99,73%
1s 1s 1s 1s 1s 1s
-∞ +∞
m ± 3s
Visualização Gráfica
1s 1s 1s 1s 1s 1s
m
Visualização Gráfica
Visualização Gráfica
Visualização Gráfica
1s 1s 1s 1s 1s 1s
m
Visualização Gráfica
1s 1s 1s 1s 1s 1s
m
Visualização Gráfica
1s 1s 1s 1s 1s 1s
m
Visualização Gráfica
1s 1s 1s 1s 1s 1s
m
Visualização Gráfica – Área de Variação Natural
1s 1s 1s 1s 1s 1s
Área de variação
Média
natural do
m
processo (99,73%)
1s 1s 1s 1s 1s 1s
1s 1s 1s 1s 1s 1s
1s 1s 1s 1s 1s 1s
1s 1s 1s 1s 1s 1s
1s 1s 1s 1s 1s 1s
1s 1s 1s 1s 1s 1s
1s 1s 1s 1s 1s 1s
1s 1s 1s 1s 1s 1s
1s 1s 1s 1s 1s 1s
Dados de
Variáveis Subgrupos? Xbar-R Chart
2≤n≤8
n?
Sim
n≥5
Xbar-S Chart
Tipos de Dados
P Chart
% Defeituosos
Não
O quê?
DPU
U Chart
Atributos Tamanho
Constante?
NP Chart
% Defeituosos
O quê?
Sim
Qtd Defeitos
C Chart
I-MR Chart – Dados Variáveis | n = 1
Aplicação
• Esta carta é utilizada quando o tamanho amostral usado para o controle
de processo é n = 1.
• Na carta I são plotados os valores individuais da amostra e, na carta
MR o módulo do range móvel do resultado de cada amostra em
relação ao resultado da amostra anterior.
Exemplo
• No arquivo CEP I-MR Chart podemos encontrar o valor da temperatura de
uma mistura de mosto num tanque de fermentação.
• Durante 30 horas, foram coletadas amostras da temperatura da mistura (1
unidade por hora) para que fosse elaborada a I-MR Chart.
Abrindo CEP I-MR [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Selecionando as opções de teste da carta...
O gráfico I-MR Chart
U C L=111,64
Individual Value
110
_
100 X=99,49
90
LC L=87,34
80 1
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
O bser vation
1
20 1 1
1
M oving Range
15 U C L=14,92
10
__
5 M R=4,57
2
0 2 LC L=0
2 2
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
O bser vation
I-MR Chart
Limites de Controle
Para os Valores Individuais (I) Onde:
UCLX = X + E2 * R UCLX = Limite Superior de Controle da Média
LCLX = X – E2 * R LCLX = Limite Inferior de Controle da Média
Para as Amplitudes Móveis (MR) X = Média dos Resultados
UCLMR = D4 * R E2 = Constante (2,66)
LCLMR = D3 * R UCLMR = Limite Superior de Controle do Range
LCLMR = Limite Inferior de Controle do Range
R = Range Médio
D3 = Constante (0,00)
D4 = Constante (3,27)
Xbar-R Chart – Dados Variáveis | 2 ≤ n ≤ 8
Aplicação
• Esta carta é utilizada quando o tamanho amostral usado para o controle
de processo é 2 ≤ n ≤ 8.
• Na carta Xbar são plotadas as médias das amostras (subgrupos) e na
carta R o range de cada amostra coletada.
Exemplo
• No arquivo CEP Xbar-R Chart podemos encontrar o valor do peso de um
produto alimentício.
• Durante 30 horas, foram coletadas amostras do produto (5 unidades por hora)
para que fosse elaborada a Xbar-R Chart.
Abrindo CEP Xbar-R [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Selecionando as opções de teste da carta...
O gráfico Xbar-R Chart
Sample M ean
2
2 _
_
50 2
X=48,61
40 LC L=40,02
1
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
1
40
U C L=31,50
30
Sample Range
20
_
R=14,90
10
0 LC L=0
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
Xbar-R Chart
Limites de Controle
Limites de Controle da Média Onde:
UCLX = X + A2 * R UCLX = Limite Superior de Controle da Média
LCLX = X – A2 * R LCLX = Limite Inferior de Controle da Média
Limites de Controle do Range X = Média das Médias dos Resultados
UCLR = D4 * R A2 = Constante (vide Tabela)
LCLR = D3 * R R = Range Médio
UCLR = Limite Superior de Controle do Range
n A2 D3 D4 d2
2 1,88 0,00 3,27 1,13
LCLR = Limite Inferior de Controle do Range
3 1,02 0,00 2,57 1,69 D3 = Constante (vide Tabela)
4 0,73 0,00 2,28 2,06 D4 = Constante (vide Tabela)
5 0,58 0,00 2,11 2,33
6 0,48 0,00 2,00 2,53
Xbar-S Chart – Dados Variáveis | n ≥ 5
Aplicação
• Esta carta é utilizada quando o tamanho amostral usado para o controle
de processo é n ≥ 5.
• Na carta Xbar são plotadas as médias das amostras (subgrupos) e na
carta S o desvio padrão de cada amostra coletada.
• Como trabalha com desvio padrão, Xbar-S é mais precisa que a Xbar-R.
Exemplo
• No arquivo CEP Xbar-S Chart podemos encontrar o valor do peso de um
produto alimentício.
• Durante 30 horas, foram coletadas amostras do produto (10 unidades por hora)
para que fosse elaborada a Xbar-S Chart.
Abrindo CEP Xbar-S [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Selecionando as opções de teste da carta...
O gráfico Xbar-S Chart
Sample M ean
51 _
_
X=49,72
48
45
LC L=43,44
1
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
1
12
U C L=11,04
Sample StDev
_
S =6,43
6
3
LC L=1,83
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
Xbar-S Chart
Limites de Controle
Limites de Controle da Média Onde:
UCLX = X + A3 * S UCLX = Limite Superior de Controle da Média
LCLX = X – A3 * S LCLX = Limite Inferior de Controle da Média
Limites de Controle do Range X = Média das Médias dos Resultados
UCLS = B4 * S A3 = Constante (vide Tabela)
LCLS = B3 * S S = Desvio Padrão Médio
UCLR = Limite Superior de Controle do Range
n A3 B3 B4
7 1,18 0,12 1,88
LCLR = Limite Inferior de Controle do Range
8 1,10 0,18 1,82 B3 = Constante (vide Tabela)
9 1,03 0,24 1,76 B4 = Constante (vide Tabela)
10 0,98 0,28 1,72
25 0,61 0,56 1,44
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Cartas de Controle para Atributos
Objetivos esperados
Dados de
Variáveis Subgrupos? Xbar-R Chart
2≤n≤8
n?
Sim
n≥5
Xbar-S Chart
Tipos de Dados
P Chart
% Defeituosos
Não
O quê?
DPU
U Chart
Atributos Tamanho
Constante?
NP Chart
% Defeituosos
O quê?
Sim
Qtd Defeitos
C Chart
P Chart – Dados Atributos | n Não Constante | % Defeituosos
Aplicação
• Esta carta é utilizada quando se deseja controlar a proporção de erros
e/ou defeitos encontrados em amostras de tamanhos diferentes.
• Na carta P são plotadas as proporções existentes entre a quantidade
de amostras defeituosas e o total de peças inspecionadas.
Exemplo
• No arquivo CEP P Chart podemos encontrar a quantidade de veículos
inspecionados e a de veículos defeituosos correspondentes a cada amostra.
• Durante 20 horas, foram coletadas amostras de tamanhos diferentes para que
fosse elaborada a P Chart.
Abrindo CEP P [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Selecionando as opções de teste da carta...
O gráfico P Chart
P Chart of Defeituosos
0,035
UCL=0,03283
0,030
0,025
Proportion
0,020 _
P=0,01907
0,015
0,010
0,005 LCL=0,00531
1 3 5 7 9 11 13 15 17 19
Sample
Tests performed with unequal sample sizes
P Chart
Limites de Controle
Limites de Controle da Média Onde:
UCLp = p + 3 * [(p * (1 – p) / n)]¹/² UCLp = Limite Superior de Controle da Média
LCLp = p - 3 * [(p * (1 – p) / n)]¹/² LCLp = Limite Inferior de Controle da Média
Aplicação
• Esta carta é utilizada quando se deseja controlar a quantidade de
defeitos por unidade encontrados em amostras de tamanhos
diferentes.
• Na carta U são plotadas os defeitos existentes em cada amostra
coletada (DPU) dividido pela quantidade de unidades inspecionadas.
Exemplo
• No arquivo CEP U Chart podemos encontrar a quantidade de veículos
inspecionados e o total de defeitos observados em cada amostra.
• Durante 20 horas, foram coletadas amostras de tamanhos diferentes para que
fosse elaborada a U Chart.
Abrindo CEP U [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Selecionando as opções de teste da carta...
O gráfico U Chart
0,20 UCL=0,1995
_
0,10 U=0,1041
0,05
LCL=0,0087
0,00
1 3 5 7 9 11 13 15 17 19
Sample
Tests performed with unequal sample sizes
U Chart
Limites de Controle
Limites de Controle da Média Onde:
UCLu = u + 3 * (u / N)¹/² UCLu = Limite Superior de Controle da Média
LCLu = u - 3 * (u / N)¹/² LCLu = Limite Inferior de Controle da Média
u = Média Global de Defeitos por Unidade
N = Média do Tamanho Amostral
NP Chart – Dados Atributos | n Constante | % Defeituosos
Aplicação
• Esta carta é utilizada quando se deseja controlar a proporção de erros
e/ou defeitos encontrados em amostras de tamanhos iguais.
• Na carta NP são plotadas as proporções existentes entre a quantidade
de amostras defeituosas e o total de peças inspecionadas.
Exemplo
• No arquivo CEP NP Chart podemos encontrar a quantidade de veículos
inspecionados e a de veículos defeituosos correspondentes a cada amostra.
• Durante 20 horas, foram coletadas amostras de tamanhos iguais para que fosse
elaborada a NP Chart.
Abrindo CEP NP [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Selecionando as opções de teste da carta...
O gráfico NP Chart
NP Chart of Defeituosos
50 1
UCL=46,81
40
Sample Count
__
30 NP=30,5
20
LCL=14,19
10
1 3 5 7 9 11 13 15 17 19
Sample
NP Chart
Limites de Controle
Limites de Controle para a Média Onde:
UCLnp = np + 3 * [(np * (1 – p)]¹/² UCL = Limite Superior de Controle da Média
LCLnp = np - 3 * [(np * (1 – p)]¹/² LCL = Limite Inferior de Controle da Média
n = Tamanho da Amostra
p = Proporção de Defeituosos
np = Número de Defeituosos
C Chart – Dados Atributos | n Constante | DPU
Aplicação
• Esta carta é utilizada quando se deseja controlar a quantidade de
defeitos por unidade encontrados em amostras de tamanhos iguais.
• Na carta C são plotadas os defeitos existentes em cada amostra
coletada.
Exemplo
• No arquivo CEP C Chart podemos encontrar a quantidade de veículos
inspecionados e o total de defeitos observados em cada amostra.
• Durante 20 horas, foram coletadas amostras de tamanhos iguais para que fosse
elaborada a C Chart.
Abrindo CEP C [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Selecionando as opções de teste da carta...
O gráfico C Chart
C Chart of Defeitos_C
18
16 UCL=16,26
14
12
Sample Count
10
_
8 C=7,85
0 LCL=0
1 3 5 7 9 11 13 15 17 19
Sample
C Chart
Limites de Controle
Limites de Controle da Média Onde:
UCLc = c + 3 * ( c )¹/² UCLc = Limite Superior de Controle da Média
LCLc = = c + 3 * ( c )¹/² LCLc = Limite Inferior de Controle da Média
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Diagrama de Ishikawa
Objetivos esperados
Ao final desse módulo o participante será capaz de:
▪ Elaborar um Diagrama de Ishikawa (Causa e Efeito).
Criando um Diagrama de Ishikawa
Vamos criar um Diagrama de Ishikawa (C&E) para identificar os fatores
que afetam uma linha de produção, tendo como referência os 6 M´s de
Ishikawa:
➢ Mão de Obra.
➢ Máquina.
➢ Matéria Prima.
➢ Método.
➢ Medição.
➢ Meio Ambiente.
Abrindo Diagrama de C&[Link]
Buscando função Cause-and-Effect...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O Resultado...
Diagrama de Ishikawa
Measurements Material Personnel
Baixa linearidade
Lote v encido Insuficiência de M O
Baixa repetibilidade
Baixa resistência P ouca experiência
P ouca estabilidade
Objetivos
Define ▪ Realizar a análise do processo
▪ Identificar as causas raízes
Conceitos e Ferramentas
Control Measure • Análise Gráfica de Dados
• Controle Estatístico de Processo
• Teorema do Limite Central
• Intervalos de Confiança
• Testes de Hipóteses
• ANOVA (Analysis of Variance)
Improve Analyse
• Tamanho da Amostra e Poder da Prova
• Tempestade de Ideias
• Diagrama de Ishikawa
• Estudo dos Por Quês
Limites de Especificação x Limites de Controle
Limites de Especificação
São os valores estabelecidos com base nas necessidades ou expectativas dos clientes
(mercado, legislação, engenharia, fabricante).
• LIE Limite Inferior de Especificação (LSL: Lower Specification Limit).
• LSE Limite Superior de Especificação (USL: Upper Specification Limit).
Limites de Controle
São calculados em função da variação natural do processo, e toma como base sua média
aritmética e seu desvio padrão.
• LIC Limite Inferior de Controle (LCL: Lower Control Limit) = Média – 3s.
• LSC Limite Superior de Controle (UCL: Upper Control Limit) = Média + 3s.
Limites de Especificação
Sample M ean
1110 _
_
X=1105,74
1100
1090
LC L=1087,23
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
U C L=67,83
60
Sample Range
45
_
30 R=32,08
15
0 LC L=0
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
Problema Focado
Tomando como base os limites de especificação e os de controle, concluímos que o peso
do açúcar e do leite em pó são as variáveis de entrada que estão provocando o
sobrepeso nas barras de chocolate, devendo ser focadas a partir de agora, visto que não
atendem às especificações de projeto.
Próximos passos
1. Realizar análise gráfica.
2. Realizar a análise do sistema de medição.
3. Analisar a capacidade de processo.
4. Estabelecer as metas específicas.
5. Seguir para as próximas etapas da metodologia.
Teste de Normalidade – Peso do Açúcar
60
50
40 Valor P é
30 maior que
20 Os pontos 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
1
0,1
180 190 200 210 220
Peso Açúcar
Capacidade Inicial de Processo – Peso do Açúcar
60
50
40 Valor P é
30 maior que
20 Os pontos 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
1
0,1
320 330 340 350 360 370 380 390 400 410
Peso Leite Pó
Capacidade Inicial de Processo – Peso do Leite em Pó
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
Linha_1 Linha_2
Linha
Análise Gráfica de Dados – Boxplot
Não há diferenças
Boxplot of Peso_Açúcar significativas entre
240
os tipos de açúcar
230
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
Cristal Demerara
Tipo_Açúcar
Análise Gráfica de Dados – Boxplot
Há diferenças
significativas entre
Boxplot of Peso_Açúcar
os turnos de
240 produção
230
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
Peso_Açúcar_1
200
190
180
170
160 Há diferenças
significativas entre
150
Linha_1 Linha_2
os turnos de
Linha produção
Panel variable: Tipo_Açúcar
Análise Gráfica de Dados – Multivari Chart
200
Peso_Açúcar
190
180
170
160 Há diferenças
significativas entre
150
Linha_1 Linha_2 Linha_1 Linha_2
os turnos de
Linha produção
Panel variable: Turno
Boxplot – Peso do Leite em Pó por Turno
Há diferenças
significativas entre
Boxplot of Peso_Leite em Pó_1
os turnos de
450 produção
400
Peso_Leite em Pó_1
350
300
250
Turno_1 Turno_2 Turno_3
Turno
Boxplot – Peso do Leite em Pó por Linha
Não há diferenças
significativas entre
Boxplot of Peso_Leite em Pó_1
as linhas de
450 produção
400
Peso_Leite em Pó_1
350
300
250
Linha_1 Linha_2
Linha
Boxplot – Peso do Leite em Pó por Turno por Linha
Há diferenças
significativas entre
Boxplot of Peso_Leite em Pó_1
os turnos de
450 produção
400
Peso_Leite em Pó_1
350
300
250
Linha Linha_1 Linha_2 Linha_1 Linha_2 Linha_1 Linha_2
Turno Turno_1 Turno_2 Turno_3
Multivari Chart – por Linha por Linha por Turno
360
340
320 Há diferenças
significativas entre
300
os turnos de
Linha_1 Linha_2 produção
Linha
Metas Específicas
Considerações Preliminares
✓ A análise gráfica realizada para a variável peso do açúcar deve ser realizada também
para a variável peso do leite em pó, visto que este fator também não atende aos
limites de especificação de projeto.
✓ Para ambos casos, deve-se definir metas específicas tanto para as médias, quanto para
os desvios padrões, pois nenhum desses parâmetros atende aos requisitos estabelecidos.
✓ As metas específicas devem ser estabelecidas com o propósito de garantir que a meta
geral seja efetivamente atingida.
Tempestade de Ideias
A Tempestade de Ideias (Brainstorming) é uma ferramenta utilizada para gerar ideias sobre
as causas prováveis que geram o problema.
• A elaboração da Tempestade de Ideias deve ser feita no local onde o problema ocorre e,
tem que contar com a participação de profissionais experientes no assunto.
• As ideias devem ser levantadas sem quaisquer tipos de censura.
• O time deve classificar as causas levantadas segundo o critério abaixo:
➢ É causa primária e pode ser tratada.
➢ É causa primária, mas não pode ser tratada.
➢ Não é uma causa primária.
➢ Não é causa.
• Em seguida o time deve priorizar as causas primárias que podem ser tratadas.
Causa Primária
Exemplo
Resultado >> O bolo queimou!!!
O Estudo dos Por Quês é uma das ferramentas utilizadas para identificar as causas
fundamentais (raízes) que efetivamente originam o problema.
Por esse motivo deve ser elaborado com a máxima atenção de todos.
• As causas são classificadas como primárias, secundárias, terciárias, quaternárias e assim
por diante, de acordo com a proximidade que se encontra do problema focado.
• O time deve dedicar tempo suficiente na análise das causas para que o diagnóstico do
problema seja o mais preciso possível.
• É importante que o time qualifique adequadamente as causas, para que se tenha clareza
do que efetivamente cada uma representa.
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Teorema do Limite Central
Objetivos esperados...
s
sx =
n
▪ sX é também conhecido como Erro Padrão da Média (SE_Mean –
Standard Error of the Mean).
▪ s é o desvio padrão da população.
▪ n é o tamanho da amostra.
Exercício com dados
Variable Maximum
XBar_2Dados 8,401
XBar_3Dados 4,712
XBar_4Dados 4,4064
XBar_5Dados 3,9825
XBar_6Dados 3,7773
Histogram of XBar_2Dados
Normal
Mean 3,910
9
StDev 1,463
N 30
8
6
Frequency
0
1 2 3 4 5 6 7 8
XBar_2Dados
Dispersão
Resultado para 3 dados...
Histogram of XBar_3Dados
Normal
Mean 3,253
20
StDev 0,5992
N 30
15
Frequency
10
0
1 2 3 4 5 6 7 8
XBar_3Dados
Dispersão
Resultado para 4 dados...
Histogram of XBar_4Dados
Normal
Mean 3,513
25 StDev 0,4756
N 30
Frequency 20
15
10
0
1 2 3 4 5 6 7 8
XBar_4Dados
Dispersão
Resultado para 5 dados...
Histogram of XBar_5Dados
Normal
Mean 3,529
40 StDev 0,2953
N 30
30
Frequency
20
10
0
1 2 3 4 5 6 7 8
XBar_5Dados
Dispersão
Resultado para 6 dados...
Histogram of XBar_6Dados
Normal
60 Mean 3,427
StDev 0,2022
N 30
50
40
Frequency
30
20
10
0
1 2 3 4 5 6 7 8
XBar_6Dados
Dispersão
Exercício usando o Minitab
Criar uma tabela com 100 colunas e 250 linhas, contendo números que
obedeçam a uma distribuição normal, de média 100 e desvio padrão 5.
Usar Set Base = 10.
Abrindo Teorema do Limite [Link]
Ajustando a base...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
Calculando a média de cada linha...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Resumo Gráfico da Coluna 1...
Summary for C1
A nderson-Darling N ormality Test
A -S quared 0,12
P -V alue 0,989
M ean 100,46
S tDev 4,88
V ariance 23,83
S kew ness 0,110757
Kurtosis -0,021689
N 250
M inimum 88,56
1st Q uartile 97,11
M edian 100,35
3rd Q uartile 103,57
90 96 102 108 114 M aximum 116,43
95% C onfidence Interv al for M ean
99,85 101,07
95% C onfidence Interv al for M edian
99,72 101,35
95% C onfidence Interv al for S tDev
9 5 % C onfidence Inter vals
4,49 5,35
Mean
Median
Median
Parâmetro
Real
Amostra
População de
Individuais
m, s
m
IC de 95% para a média
População de
Individuais
m, s
95,0% s
sX =
n
95,0% s
sX =
n
m – 2 s/n1/2 ≤ m ≤ m + 2 s/n1/2
IC de 95% para a média
População de Há alguma
Individuais chance de
m, s equívoco?
95,0% s
sX =
n
2,5% 2,5%
95,0%
2,5% 2,5%
Cenário Risco a
Retrabalho menor De 5 a 10%
Retrabalho maior De 1 a 5%
Danos ou demandas De 0,1 a 1%
Morte De 0,01 a 0,1%
Morte massiva Inferior a 0,001
▪ Para médias com s conhecido
▪ Para médias com s desconhecido
Intervalos de Confiança ▪ Para desvios padrões
▪ Para proporções
IC para médias com s conhecido
Observações
▪ A distribuição estatística de referência é a Distribuição Normal.
▪ O Risco a se divide em dois, metade em cada lado da curva de
distribuição.
IC para médias com s conhecido
População de
Individuais
m, s
População de
Médias
m, s/n1/2
95,0%
2,5% 2,5%
Histogram of Eficiência
(with 95% Z-confidence interval for the Mean, and StDev = 1,5)
15,0
População de
12,5 Individuais m, s
10,0
Frequency
7,5
5,0
2,5
0,0 _
X
Boxplot of Eficiência
(with 95% Z-confidence interval for the Mean, and StDev = 1,5)
_
X
87 88 89 90 91 92 93 94 95
Eficiência
O IC para a
Média
O resultado...
Histogram of Peso
(with 95% Z-confidence interval for the Mean, and StDev = 1)
15,0
População de
12,5 Individuais m, s
10,0
Frequency
7,5
5,0
2,5
0,0 _
X
Boxplot of Peso
(with 95% Z-confidence interval for the Mean, and StDev = 1)
_
X
O MINITAB nos diz com 95% de confiança que a média do peso das
barras de chocolate está entre 99,697 e 100,251 gramas, portanto a
informação contida no relatório de produção é passível de verificação.
Observação
▪ A distribuição estatística de referência é a Distribuição t Student.
Exemplo 1
Histogram of Eficiência
(with 95% t-confidence interval for the mean)
15,0
População de
12,5 Individuais m, s
10,0
Frequency
7,5
5,0
2,5
0,0 _
X
Boxplot of Eficiência
(with 95% t-confidence interval for the mean)
_
X
87 88 89 90 91 92 93 94 95
Eficiência
O IC para a
Média
O resultado...
Observação
▪ A distribuição estatística de referência é a Distribuição Qui Quadrado.
Exemplo
Median
Podemos afirmar com 95%
de confiança que o
89,2 89,4 89,6 89,8 90,0 90,2
supervisor está certo
▪ Para médias com s conhecido
▪ Para médias com s desconhecido
Intervalos de Confiança ▪ Para desvios padrões
▪ Para proporções
IC para proporções
p ± Z 1-a/2(p(1-p)/n)1/2 ≤ p ≤ p ± Z a/2(p(1-p)/n)1/2
Observações
▪ Esta é uma aproximação da equação que utiliza uma Distribuição F.
▪ A aproximação se usa quando se dão três condições:
a. A amostra é grande (n ≥ 30).
b. O valor de np e n(1-p) é maior que 5.
c. A população é muito maior que a amostra.
Exemplo 1
• Organização
Descritiva
• Descrição
Estatística
• Análise
Inferencial
• Interpretação
A Hipótese Nula (H0) assume sempre que nada mudou, ou seja, que
não existe diferenças entre as distintas populações ou, por outro lado, que
a variável X não influi sobre a variável Y de um processo.
Parâmetro Condição
Médias H0: m1 = m2
Proporções H 0 : P1 = P 2
A Hipótese Alterna (Ha)
Atual < Antiga Ha: m1 < m2 Ha: s12 < s22 Ha: P1 < P2
Atual > Antiga Ha: m1 > m2 Ha: s12 > s22 Ha: P1 > P2
Provas bilaterais
População de H0 : m 1 = K
Individuais
m, s Ha: m1 ≠ K
População de IC = 95,0%
Médias
m, s/n1/2
2,5% 2,5%
K IC K
O Risco a é dividido
Prova unilateral à direita
População de H0 : m 1 = K
Individuais
m, s Ha: m1 < K
População de IC = 95,0%
Médias
m, s/n1/2
5,0%
IC K
População de H0 : m 1 = K
Individuais
m, s Ha: m1 > K
População de IC = 95,0%
Médias
m, s/n1/2
5,0%
K IC
Ha: s12 ≠ s22 Ha: s12 < s22 Ha: s12 > s22
Exemplo 3
91,0
90,8
Mean
90,6
90,4
90,2
90,0
Nova Usada
Maquina
Elaborando o BoxPlot...
Selecionando o tipo de gráfico...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado gráfico...
Boxplot of Rendimento
100
Vale realmente a pena
realizar esse
investimento?
Rendimento 95
90
85
Nova Usada
Maquina
Visualizando graficamente...
mNova - mUsada
Visualizando graficamente...
mNova - mUsada
Visualizando graficamente...
mNova - mUsada
Visualizando graficamente...
mNova - mUsada
Visualizando graficamente...
mNova - mUsada
Visualizando graficamente...
mNova - mUsada
Visualizando graficamente...
mNova - mUsada
Entendendo o P Value...
P Value IC = 95,0%
Risco a
K
IC
P Value IC = 95,0%
Risco a
K
IC
Testes de Hipóteses
✓ 1 Amostra vs 1 Objetivo
• s conhecido (1 Sample Z)
• s desconhecido (1 Sample t)
✓ 2 Amostras Independentes (2 Sample t)
TESTES PARA MÉDIAS
▪ 1 Amostra x 1 Objetivo
Testes de Hipóteses ✓ s conhecido
✓ s desconhecido
▪ 2 Amostras independentes
Exemplo
Histogram of Peso
(with Ho and 95% Z-confidence interval for the Mean, and StDev = 1,67)
8
Se o objetivo
7 está fora do IC,
a H0 é rejeitada
6
5
Frequency
1
O objetivo 0 _
X
-1 Ho
100 101 102 103 104
Peso
O IC para a
Média
O Boxplot...
Boxplot of Peso
(with Ho and 95% Z-confidence interval for the Mean, and StDev = 1,67)
Nota-se que a
média do peso
real é maior que
a estabelecida
no projeto
O objetivo _
X
Ho
Histogram of Peso
(with Ho and 95% t-confidence interval for the mean)
8
Se o objetivo
7 está fora do IC,
a H0 é rejeitada
6
5
Frequency
0 _
X
-1 Ho
97 98 99 100 101
Peso
O IC para a
Média O objetivo
O Boxplot...
Boxplot of Peso
(with Ho and 95% t-confidence interval for the mean)
Nota-se que a
média do peso
real é menor que
a estabelecida
no projeto
_
X
Ho
O objetivo
97 98 99 100 101
Peso
O IC para a
Média
O resultado...
Teste de Normalidade
✓ Deve-se realizar o teste de normalidade para os subgrupos racionais, objetos
das provas a serem realizadas.
Teste de Variâncias
✓ Deve-se realizar o teste para saber se as variâncias dos subgrupos racionais
são iguais ou não.
✓ Aprenderemos a realizar esse teste durante o estudo da ANOVA (Analysis of
Variance).
Teste de Hipóteses
✓ Deve-se realizar a prova de hipóteses para duas amostras independentes.
Exemplo 1
60
50 P Value é
40
maior que
30
0,05
20
10
1
13 14 15 16 17 18
Perda_Usada
Teste de Normalidade da Máquina Nova...
60
50 P Value é
40
maior que
30
0,05
20
10
1
10 11 12 13 14 15
Perda_Nova
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogos...
Selecionando o tipo de gráfico...
Checando as opções...
Marcando a formulação do teste...
O Boxplot...
13
12
11
10
Perda_Nova Perda_Usada
O resultado...
A H0 é rejeitada
A perda da máquina nova é
efetivamente menor que a
da máquina usada
Exemplo 2
60
50 P Value é
40
maior que
30
0,05
20
10
1
80 85 90 95 100
Rend_Usada
Teste de Normalidade da Máquina Nova...
60
50 P Value é
40
maior que
30
0,05
20
10
1
80 85 90 95 100
Rend_Nova
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogos...
Selecionando o tipo de gráfico...
Checando as opções...
Marcando a formulação do teste...
O Boxplot...
94 O rendimento da
máquina nova é
92 aparentemente
igual ao da
90 máquina usada
88
Data
86
84
82
80
Rend_Nova Rend_Usada
O resultado...
A H0 é aceita
O rendimento da máquina
nova é efetivamente igual ao
da máquina usada
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Testes de Hipóteses para
Variâncias
Objetivos esperados...
Testes de Hipóteses
✓ 1 Amostra vs 1 Objetivo
✓ 2 Amostras Independentes (2 Variances)
TESTES PARA VARIÂNCIAS
Testes de Hipóteses ▪ 1 Amostra vs 1 Objetivo
▪ 2 Amostras Independentes
Exemplo
Median
O IC para o
Desvio Padrão
O Histograma...
Median
O IC para o
Desvio Padrão
TESTES PARA VARIÂNCIAS
Testes de Hipóteses ▪ 1 Amostra vs 1 Objetivo
▪ 2 Amostras Independentes
Exemplo
Ha: s2N ≠ s2U Ha: s2N < s2U Ha: s2N > s2U
Abrindo Teste de Hipóteses – Variâ[Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogos...
Marcando a formulação do teste...
O resultado...
Test and CI for Two Variances: Peso_Nova; Peso_Usada H0: s2N = s2U
Method
Null hypothesis Sigma(Peso_Nova) / Sigma(Peso_Usada) = 1 Ha: s2N < s2U
Alternative hypothesis Sigma(Peso_Nova) / Sigma(Peso_Usada) < 1
Significance level Alpha = 0,05 a = 0,05
Statistics
Variable N StDev Variance
P>a
Peso_Nova 30 2,660 7,074
Peso_Usada 30 2,865 8,206
Tests P Value
Test
Method DF1 DF2 Statistic P-Value
F Test (normal) 29 29 0,86 0,346
A H0 é aceita
A variância da perda da
máquina nova é igual à da
máquina usada
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Testes de Hipóteses para Qui-
quadrado
Objetivos esperados...
Observações
a. A relação Sinal / Ruído é dada pelo Valor F da Distribuição F de
probabilidades.
b. A variação total é a soma da variação do sinal e do ruído.
Visualizando graficamente...
Sinal
Ruído
m1 m2 m3
Sinal
Ruído
m1 m2 m3
Teste de Variâncias
Deve-se inicialmente comprovar se os subgrupos obedecem à uma distribuição normal e,
identificar se suas variâncias são iguais.
✓ Dados Normais – considerar o resultado do Bartlett Test.
✓ Dados não Normais – considerar o resultado do Levene Test.
ANOVA
✓ Comprovada a condição de variâncias iguais, deve-se executar a ANOVA.
Fits e Residuais
Após executar a ANOVA, deve-se realizar a análise dos Fits e dos Residuais.
✓ Fits – média de cada subgrupo (valores observados).
✓ Residuais – diferença entre o valor observado e a média de cada subgrupo.
Abrindo Teste de Hipóteses ANOVA – [Link]
Elaborando o Resumo Gráfico...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Teste de Normalidade da Máquina 1
Median
Median
Median
Test for Equal Variances for Peso Ha: Ao menos uma variância é diferente
Bartlett's Test
Test Statistic 1,45 P Value
Maq_1 P-Value 0,484
Levene's Test a = 0,05
Test Statistic 0,88
P-Value 0,419
P>a
Máquina
Maq_2
A H0 é aceita
Não existe
diferença entre as
Maq_3 variâncias
10 12 14 16 18 20 22 24
95% Bonferroni Confidence Intervals for StDevs
Avaliando a igualdade das médias...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Selecionando o tipo de gráfico...
O Boxplot...
Boxplot of Peso
140
130
120
110
Peso
100
90
80
70
60
Maq_1 Maq_2 Maq_3
Máquina
O resultado...
90 20
Residual
Percent 50 0
10
-20
1
0,1 -40
-50 -25 0 25 50 -0,50 -0,25 0,00 0,25 0,50
Residual Fitted Value
Residual
8 0
4 -20
0 -40
-30 -20 -10 0 10 20 30 1 10 20 30 40 50 60 70 80 90
Residual Observation Order
Median
Median
Median
Test for Equal Variances for Lotes Ha: Ao menos um turno é diferente
Bartlett's Test
Test Statistic 0,70
Turno_1 P-Value 0,705
Levene's Test
Test Statistic 0,93 P Value
P-Value 0,400
a = 0,05
Turno
Turno_2
P>a
A H0 é aceita
Turno_3 Não existe
diferença entre os
6 8 10 12 14 16
turnos
95% Bonferroni Confidence Intervals for StDevs
Avaliando a igualdade das médias...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Selecionando o tipo de gráfico...
O Boxplot...
Boxplot of Lotes
180
170
160
150
Lotes
140
130
120
110
Turno_1 Turno_2 Turno_3
Turno
O resultado...
90 15
Residual
Percent 50 0
10
-15
1
0,1 -30
-30 -15 0 15 30 -0,50 -0,25 0,00 0,25 0,50
Residual Fitted Value
Residual
12 0
6 -15
0 -30
-20 -10 0 10 20 30 1 10 20 30 40 50 60 70 80 90
Residual Observation Order
Delta (d)
• Representa a diferença mínima que buscamos para que o teste seja significativo.
• Sensibilidade do Teste = d/s
Visualizando graficamente...
População 1
População 2
Risco a
m1 m2
Pergunta 1...
População 2
Risco a
m1 m2
Pergunta 2...
População 2
Risco a
m1 m2
Pergunta 2...
População 2
Risco b
m1 m2
Sensibilidade do teste
População 2
m1 m2
d/s
▪ 1 Sample Z
▪ 1 Sample t
▪ 2 Sample t
Tamanho da Amostra ▪ ANOVA
▪ 1 Proportion
▪ 2 Proportions
Exemplo 1 Sample Z
Sample Target
Difference Size Power Actual Power
-0,5 3 0,8 0,811520
Sample Target
Difference Size Power Actual Power
-0,5 6 0,8 0,834777
Sample Target
Difference Size Power Actual Power
0,5 12 0,8 0,832948
Deve-se coletar as
quantidades de amostras
indicadas para comprovar se
houve efetivamente redução
de perda em função do turno
▪ 1 Sample Z
▪ 1 Sample t
▪ 2 Sample t
Tamanho da Amostra ▪ ANOVA
▪ 1 Proportion
▪ 2 Proportions
Exemplo 1 Proportion
Sample Target
Comparison p Size Power Actual Power
0,6 160 0,85 0,851611
Sample Target
Comparison p Size Power Actual Power
0,7 71 0,85 0,853727
Objetivos
Define • Definir os condições ideais de processo
• Implantar ações de bloqueio das causas raízes
Conceitos e Ferramentas
Control Measure • Correlação e Regressão
• Interação entre Fatores
• Experimento Fatorial
• DOE (Design of Experiments)
• Plano de Ação
• Cronograma do Plano de Ação
Improve Analyse
• Gráfico Sequencial da Meta
• Gráfico Sequencial do Saving
Plano de Ação
Ferramentas de Padronização
Alta
Baixa
Design For Six Sigma
Automação
Efetividade da Padronização
Poka Yoke Redesenho
Ação Humana
Rotinas Estruturadas
Alarmes
5S
Documentação Estruturada
Manuais de Procedimentos
Instruções Escritas
Baixa
Alta
Instruções Verbais
PROCEDIMENTOS
Características
Ferramentas
SINALIZAÇÃO
Características
Ferramentas
PROTEÇÃO PASSIVA
Características
Ferramentas
PROTEÇÃO ATIVA
Características
Ferramentas
PROJETO
Características
Ferramentas
Meta do Projeto
15,0%
Valor Atingido
10,0%
Valor Ideal
5,0%
0,0%
Média nov/20 dez/20 jan/21 fev/21 mar/21 abr/21
Média Histórica 20,0%
Meta do Projeto 20,0% 20,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0%
Realizado 16,7% 16,7% 13,3% 6,7% 10,0% 6,7%
Gráfico Sequencial do Saving
R$35.000,00
R$30.000,00
R$25.000,00
R$20.000,00
R$15.000,00
R$10.000,00
R$5.000,00
R$0,00
ago/20 set/20 out/20 nov/20 dez/20 jan/21
Saving R$10.000,00 R$10.000,00 R$20.000,00 R$40.000,00 R$30.000,00 R$40.000,00
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Correlação e Regressão
Simples
Objetivos esperados...
Conceito
É a força da medição de associação linear que existe entre duas variáveis
independentes contínuas.
O resultado da análise é o índice de correlação (r), também conhecido
como Coeficiente de Correlação de Pearson, que nos indica não
apenas a força, como também sua direção e seu sentido.
O valor de r varia entre -1 e 1, e contempla as seguintes situações:
✓ r = -1 indica correlação forte negativa
✓ r = 0 indica que não há correlação
✓ r = 1 indica correlação forte positiva
Abrindo Correlação e Regressã[Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado...
Correlations: X; Y H0: r = 0
Pearson correlation of X and Y = 0,983
P-Value = 0,000 Ha: r ≠ 0
a = 0,05
P Value < a: há correlação
P Value ≥ a: não há correlação
Exercício 1
O Resultado...
O Resultado...
Correlations: X; Y_alt
Pearson correlation of X and Y_alt = 0,757
P-Value = 0,000
7500 % de variação
explicado pelo
modelo
5000
Y_alt
2500
2 3 4 5 6 7 8
X
Modelando com uma função polinomial...
O resultado gráfico...
correlação entre
4000 as variáveis em
análise
2000
2 3 4 5 6 7 8
X
Buscando os Fits e os Residuais...
Selecionando os itens...
Buscando os gráficos complementares...
Selecionando os gráficos...
O resultado...
Residual
Percent
0
50
-2000
10
1 -4000
-4000 -2000 0 2000 0 2500 5000 7500 10000
Residual Fitted Value
Residual
0
4
-2000
2
0 -4000
-3000 -2000 -1000 0 1000 2000 1 5 10 15 20 25 30 35 40
Residual Observation Order
Perda
quando aumentamos a
temperatura de 60 para 80ºC?
Diminui 4 pontos.
20 PSI
60 80 ºC
Visualizando graficamente...
Perda
quando aumentamos a pressão de
20 para 25 PSI?
Diminui 2 pontos.
20 PSI 25 PSI
60 80 ºC
Exemplo 2
Perda
quando aumentamos a pressão de
20 para 25 PSI?
A 60ºC é 6 pontos
menor e, a 80ºC é 2
pontos maior.
20 PSI 25 PSI
60 80 ºC
Abrindo Interaçã[Link]
Elaborando o Interactions Plot...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Resultado para a Perda_1A
60 80
Temp_1
Resultado para a Perda_1A
60 80
Temp_1
A pressão afeta
Main Effects Plot for Perda_2
moderadamente
Data Means
a perda.
Pres_2 Temp_2
30
25
20
15
Mean
20 25 60 80
Tempo_2 A temperatura
30
parece não
25 afetar a perda.
20
15
5 10
O tempo afeta
fortemente a
perda.
Elaborando o Interactions Plot para Perda_2...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado para Perda_2
Existe baixa
interação entre
Interaction Plot for Perda_2 pressão e
Existe baixa
Data Means tempo.
interação entre
pressão e 60 80 5 10
temperatura. 32
Pres_2
20
24 25
P r es_2
16
32
Temp_2
60
24 80
T emp_2
16
Existe baixa
interação entre
temperatura e T empo_2
tempo.
Elaborando o Main Effects Plot para Perda_3...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado para Perda_3
A pressão não
Main Effects Plot for Perda_3
afeta a perda.
Data Means
Pres_3 Temp_3
30,0
27,5
25,0
22,5
20,0
Mean
22,5
20,0
5,0 7,5 10,0
O tempo afeta
moderadamente
a perda.
Elaborando o Interactions Plot para Perda_3...
Preenchendo o quadro de diálogo...
O resultado para Perda_3
Não há
interação entre
Interaction Plot for Perda_3 pressão e
Não há
Data Means tempo.
interação entre
pressão e 20,0 22,5 25,0 5,0 7,5 10,0
temperatura. Pres_3
32
20
25
P r es_3 24
16
32 Temp_3
20,0
22,5
T emp_3 24 25,0
16
Há interação
entre
T empo_3
temperatura e
tempo.
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Introdução a Desenho de
Experimentos
Objetivos esperados...
Perda
minimizar as perdas em um
processo sensível a pressão e
temperatura, e que 25 PSI e 60
ºC seja sua condição ideal, mas
que não saibamos disso.
60 80 ºC
Visualizando graficamente...
Perda
minimizar as perdas desse
processo, cuja operação esteja
ajustada para 20 PSI e 60 ºC.
20 PSI
60 80 ºC
Visualizando graficamente...
Perda
realiza uma prova de hipóteses
para a temperatura de 80ºC.
Suponha que há
uma redução de 4
pontos nas perdas.
20 PSI
60 80 ºC
Visualizando graficamente...
Perda
prova de hipóteses à 25 PSI,
mantendo a temperatura de 80ºC.
À 20 PSI e 80 ºC se
obtém a menor
perda.
Conseguimos chegar
na condição ideal?
20 PSI 25 PSI
60 80 ºC
Visualizando graficamente...
Perda
melhorado o processo, não
conseguimos chegar em sua
condição ideal.
60 80 ºC
DOE – Regras de Elaboração
Os níveis
A amostra
DOE – Regras de Elaboração
➢ Número de combinações = 3 * 2 * 3 = 18
Gerando a matriz do DOE...
Nº da Prova Temperatura Pressão Tempo
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
Inserindo o fator Temperatura...
Nº da Prova Temperatura Pressão Tempo
1 60
2 60
3 60
4 60
5 60
6 60
7 70
8 70
9 70
10 70
11 70
12 70
13 80
14 80
15 80
16 80
17 80
18 80
Inserindo o fator Pressão...
Nº da Prova Temperatura Pressão Tempo
1 60 20
2 60 20
3 60 20
4 60 25
5 60 25
6 60 25
7 70 20
8 70 20
9 70 20
10 70 25
11 70 25
12 70 25
13 80 20
14 80 20
15 80 20
16 80 25
17 80 25
18 80 25
Inserindo o fator Tempo...
Nº da Prova Temperatura Pressão Tempo
1 60 20 4
2 60 20 6
3 60 20 8
4 60 25 4
5 60 25 6
6 60 25 8
7 70 20 4
8 70 20 6
9 70 20 8
10 70 25 4
11 70 25 6
12 70 25 8
13 80 20 4
14 80 20 6
15 80 20 8
16 80 25 4
17 80 25 6
18 80 25 8
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Experimento Fatorial Geral
Completo
Objetivos esperados...
A notação para um DOE Geral Fatorial Completo está dada pelo produto
dos níveis de cada fator e, o número de combinações é igual ao produto
dos níveis de cada fator no experimento.
Suponha que será realizado um DOE com três parâmetros:
• Temperatura (3 níveis)
• Tempo (2 níveis)
• Pressão (3 níveis)
Nesse caso, o DOE teria 3 x 2 x 3 = 18 combinações.
Elaborando uma Matriz de DOE
Tarefa
• Elabore a Matriz do DOE para esse experimento.
Matriz do DOE
Nº da Prova Região Categoria Unidades
1 Norte
2 Norte
3 Norte
4 Norte
5 Norte
6 Norte
7 Centro
8 Centro
9 Centro
10 Centro
11 Centro
12 Centro
13 Sul
14 Sul
15 Sul
16 Sul
17 Sul
18 Sul
Matriz do DOE
Nº da Prova Região Categoria Unidades
1 Norte Atacadista
2 Norte Atacadista
3 Norte Atacadista
4 Norte Varejista
5 Norte Varejista
6 Norte Varejista
7 Centro Atacadista
8 Centro Atacadista
9 Centro Atacadista
10 Centro Varejista
11 Centro Varejista
12 Centro Varejista
13 Sul Atacadista
14 Sul Atacadista
15 Sul Atacadista
16 Sul Varejista
17 Sul Varejista
18 Sul Varejista
Matriz do DOE
Nº da Prova Região Categoria Unidades
1 Norte Atacadista 3
2 Norte Atacadista 4
3 Norte Atacadista 5
4 Norte Varejista 3
5 Norte Varejista 4
6 Norte Varejista 5
7 Centro Atacadista 3
8 Centro Atacadista 4
9 Centro Atacadista 5
10 Centro Varejista 3
11 Centro Varejista 4
12 Centro Varejista 5
13 Sul Atacadista 3
14 Sul Atacadista 4
15 Sul Atacadista 5
16 Sul Varejista 3
17 Sul Varejista 4
18 Sul Varejista 5
Abrindo Matriz [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Inserindo os fatores...
Checando os fatores...
Inserindo os fatores...
Checando as opções...
Desabilitando a opção Randomize runs...
A Matriz DOE
Conceitos
Fatores Fixos
• São caracterizados por uma pequena quantidade de níveis (ex.: se a empresa possui apenas 3
linhas de produção e, estas linhas entrarão no estudo, então este será um fator fixo).
Fatores Aleatórios
• São caracterizados por uma grande quantidade de níveis, mas são tomados apenas alguns deles
(amostra) para o experimento e, desejamos conhecer o efeito geral em todos os níveis (população)
(ex.: se a empresa possui 20 linhas de produção semelhantes e escolhemos apenas 3 delas para
realizar o estudo).
Estudo Balanceado
• É todo aquele que possui a mesma quantidade de observações por combinação.
A A
Dado Dado Dado Dado
Dado Dado Dado Dado
Dado Dado Dado
B B
Dado Dado Dado Dado
Dado Dado Dado Dado
Dado Dado Dado
Desenho Balanceado Desenho Desbalanceado
DOE Experimentos Fatoriais
Tipo de Fatores
Balanceados Não Balanceados Fatores Fixos
Experimento Aleatórios
DOE Balanceado Sim Não Sim Sim
DOE Linear Geral Sim Sim Sim Sim
DOE Fatorial Geral Sim Sim Sim Não
Especificação do Modelo
Source DF SS MS F P
Temperatura 2 1,02333 0,51167 10,23 0,005
Pressão 2 2,77000 1,38500 27,70 0,000
Temperatura*Pressão 4 0,17667 0,04417 0,88 0,511
Error 9 0,45000 0,05000
Total 17 4,42000
Source DF SS MS F P
Temperatura 2 1,02333 0,51167 10,61 0,002
Pressão 2 2,77000 1,38500 28,73 0,000
Error 13 0,62667 0,04821
Total 17 4,42000
Residual
Percent 50
0,0
-0,5
10
1 -1,0
-1,0 -0,5 0,0 0,5 1,0 162,4 162,6 162,8 163,0
Residual Fitted Value
Residual
0,0
2
1 -0,5
0 -1,0
-0,8 -0,4 0,0 0,4 0,8 2 4 6 8 10 12 14 16 18
Residual Observation Order
163,2
163,0
Mean
162,8
162,6
162,4
162,2
100 110 120 13 16 19
Residual
Percent 50
0,0
-0,5
10
1 -1,0
-1,0 -0,5 0,0 0,5 1,0 162,4 162,6 162,8 163,0
Residual Fitted Value
Residual
0,0
1 -0,5
0 -1,0
-0,8 -0,4 0,0 0,4 0,8 2 4 6 8 10 12 14 16
Residual Observation Order
163,2
163,0
Mean
162,8
162,6
162,4
162,2
100 110 120 13 16 19
Residual
Percent 50
0,0
-0,5
10
1 -1,0
-1,0 -0,5 0,0 0,5 1,0 162,4 162,6 162,8 163,0
Residual Fitted Value
Residual
0,0
2
1 -0,5
0 -1,0
-0,8 -0,4 0,0 0,4 0,8 2 4 6 8 10 12 14 16 18
Residual Observation Order
163,2
163,0
Mean
162,8
162,6
162,4
162,2
100 110 120 13 16 19
Source DF SS MS F P
Temperatura 2 515,64 257,82 7,46 0,003
Pressão 2 1631,86 815,93 23,59 0,000
Temperatura*Pressão 4 456,65 114,16 3,30 0,025
Error 27 933,72 34,58
Total 35 3537,87
Residual
Percent 50 0
-5
10
-10
1
-10 0 10 60 65 70 75 80
Residual Fitted Value
6 5
Residual
4 0
-5
2
-10
0
-12 -6 0 6 12 1 5 10 15 20 25 30 35
Residual Observation Order
Temperatura Pressão
80
75
Mean
70
65
60
100 110 120 13 16 19
Residual
Percent 50 0
-10
10
-20
1
-20 -10 0 10 20 80 90 100 110 120
Residual Fitted Value
Residual
0
4
-10
2
-20
0
-20 -10 0 10 20 1 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50
Residual Observation Order
Temperatura Pressão
115
110
105
100
95
Mean
30 45
Como cada fator pode ter apenas dois níveis, a notação para “k” fatores é
dada por 2k.
Exemplos:
Um experimento com 3 fatores terá 23 = 2 * 2 * 2 = 8 combinações.
Um experimento com 5 fatores terá 25 = 2 * 2 * 2 * 2 * 2 = 32
combinações.
A codificação do DOE 2k
• Dois Fatores: 22 A B
1 -1 -1
• Três Fatores: 23 2 1 -1
• Quatro Fatores: 24 3 -1 1
4 1 1
A ordem do DOE 2k
• Dois Fatores: 22 A B C
1 -1 -1 -1
• Três Fatores: 23 2 1 -1 -1
• Quatro Fatores: 24 3 -1 1 -1
4 1 1 -1
5 -1 -1 1
6 1 -1 1
7 -1 1 1
8 1 1 1
A ordem do DOE 2k
• Dois Fatores: 22 A B C D
1 -1 -1 -1 -1
• Três Fatores: 23 2 1 -1 -1 -1
4 1 1 -1 -1
5 -1 -1 1 -1
6 1 -1 1 -1
7 -1 1 1 -1
8 1 1 1 -1
9 -1 -1 -1 1
10 1 -1 -1 1
11 -1 1 -1 1
12 1 1 -1 1
13 -1 -1 1 1
14 1 -1 1 1
15 -1 1 1 1
16 1 1 1 1
Exemplo
A B C RES
-1 -1 -1 70
1 -1 -1 130
-1 1 -1 250
1 1 -1 350
-1 -1 1 50
1 -1 1 150
-1 1 1 230
1 1 1 370
Média (+)
Média (-)
Efeito
Calculando o efeito de A...
A B C RES
-1 -1 -1 70
1 -1 -1 130
-1 1 -1 250
1 1 -1 350
-1 -1 1 50
1 -1 1 150
-1 1 1 230
1 1 1 370
Média (+) 250 Média (+) = (130 + 350 + 150 + 370) / 4
A B C RES
-1 -1 -1 70
1 -1 -1 130
-1 1 -1 250
1 1 -1 350
-1 -1 1 50
1 -1 1 150
-1 1 1 230
1 1 1 370
Média (+) 250 300 Média (+) = (250 + 350 + 230 + 370) / 4
A B C RES
-1 -1 -1 70
1 -1 -1 130
-1 1 -1 250
1 1 -1 350
-1 -1 1 50
1 -1 1 150
-1 1 1 230
1 1 1 370
Média (+) 250 300 200 Média (+) = (50 + 150 + 230 + 370) / 4
Média (-) 150 100 200 Média (-) = (70 + 130 + 250 + 350) / 4
Coeficiente = Efeito / 2
Calculando a constante...
Efeitos Coeficientes
Abrindo Experimento 2k – Exercício [Link]
Buscando o diretório...
Preenchendo o quadro de diálogo...
Checando os termos...
O resultado...
90 5
Residual
Percent 50 0
10 -5
1
0,1
-10
-10 0 10 50 75 100 125 150
Residual Fitted Value
Residual
5,0 0
2,5 -5
-10
0,0
-8 -4 0 4 8 1 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60
Residual Observation Order
96
84
72
60
Mean
-1 1 -1 1
C D
108
96
84
72
60
-1 1 -1 1
O gráfico de interações...
A
120
-1
A 90
1
60
B
120
-1
B 1
90
60
C
120
-1
C 90
1
60
D
O gráfico do cubo...
Minimizar Maximizar
A=-1 B A=1
59,00 147,25 61,50 151,75
B=-1 1 B=-1
C=1 C C=1
D=-1 61,50 122,50 65,75 128,50
D=1
-1 -1
-1 1
A
-1 1
D
Exercício com a catapulta...
Objetivos
Define • Definir a capacidade final do processo
• Assegurar a implantação das ferramentas de
padronização
60
50
40 Valor P é
30 maior que
20 Os pontos 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
1
0,1
970 980 990 1000 1010 1020 1030
Peso Barra
Xbar-R Chart para o peso da barra de chocolate
1008
Sample M ean
_
_
1002 X=1001,39
996
990
LC L=988,92
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
U C L=45,69
40
Sample Range
30
_
20 R=21,61
10
0 LC L=0
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
Intervalos de Confiança
Median
TAREFAS RECOMENDAÇÕES
Elaboração ou ▪ Estabeleça as novas ferramentas de padronização.
alteração do padrão ▪ Incorpore, sempre que possível, ferramentas à prova de bobeira
(fool proof = poka yoke).
Comunicação ▪ As ações definidas no plano devem ser amplamente divulgadas
na unidade gerencial (reuniões, comitês, gestão a vista).
Educação e ▪ Os mecanismos de treinamento devem ser aplicados com a
treinamento máxima atenção para garantir a plena compreensão das novas
ferramentas de padronização.
Acompanhamento da ▪ É importante que as novas ferramentas de padronização sejam
utilização do padrão monitoradas inicialmente com uma frequência maior para que
haja garantia que foram efetivamente incorporadas à rotina da
unidade gerencial.
Replicação das Ações ▪ Avalie todas as ações implantadas e verifique quais podem ser
replicadas para outras áreas.
Conclusão
TAREFAS RECOMENDAÇÕES
Relação dos ▪ Analise os resultados.
problemas ▪ Elabore demonstrações gráficas para comprovar que as
remanescentes ferramentas de bloqueio foram efetivas e que os resultados são
sustentáveis.
Planejamento e ▪ Utilize a metodologia para atacar os problemas remanescentes
ataque aos problemas que efetivamente forem prioritários.
remanescentes
Reflexão ▪ Reflita cuidadosamente sobre as próprias atividades da solução
gerada pela equipe ao longo do projeto (cumprimento do
cronograma, profundidade da análise das causas, participação
dos integrantes, produtividade das reuniões, distribuição de
tarefas, aplicação plena da metodologia e das ferramentas).
Raízes fortes garantem
melhores frutos.
Introdução ao Controle
Objetivos esperados...
Alta
Baixa
Design For Six Sigma
Automação
Efetividade da Padronização
Poka Yoke Redesenho
Ação Humana
Rotinas Estruturadas
Alarmes
5S
Documentação Estruturada
Manuais de Procedimentos
Instruções Escritas
Baixa
Alta
Instruções Verbais
PROCEDIMENTOS
Características
Ferramentas
SINALIZAÇÃO
Características
Ferramentas
Dados de
Variáveis Subgrupos? Xbar-R Chart
2≤n≤8
n?
Sim
n≥5
Xbar-S Chart
Tipos de Dados
P Chart
% Defeituosos
Não
O quê?
DPU
U Chart
Atributos Tamanho
Constante?
NP Chart
% Defeituosos
O quê?
Sim
Qtd Defeitos
C Chart
Onde surgiu o 5S?
Área de Descarte
Área de Trabalho
Seiri – Utilização
Área de Descarte
Área de Trabalho
Seiton – Ordenação
Área de Descarte
Área de Trabalho
Seiso – Limpeza
Área de Descarte
Área de Trabalho
Shitsuke – Autodisciplina
Sensibilização
1º Senso
2º Senso
3º Senso
Demais Áreas
Adequação
Replicação
Rotinas
4º e 5º Sensos
Alarmes
PROTEÇÃO PASSIVA
Características
Ferramentas
Descrições de
Estrutura Orgânica Mapas de Processos
Negócios
Ferramentas de
Padronização
Estratégico
Tático
Operacional
Estratégico
Tático
Operacional
Fase Preliminar
Descrições de
Estrutura Orgânica Mapas de Processos
Negócios
Ferramentas de
Padronização
MISSÃO
0 0
EQUIPE
0 0
ESTRUTURA FÍSICA
0 0
Fase Preliminar
Descrições de
Estrutura Orgânica Mapas de Processos
Negócios
Ferramentas de
Padronização
Descrições de
Estrutura Orgânica Mapas de Processos
Negócios
Ferramentas de
Padronização
Fase de Implantação
PROTEÇÃO ATIVA
Características
Ferramentas
Famílias Exemplos
Geométricos • Gabaritos, seletores dimensionais (peso, tamanho, forma,
cor), conectores, tomadas, outros.
Mecânicos • Travas, acionadores, boias, molas para fechamento de
portas, molas para fechamento de torneiras, outros.
Eletroeletrônicos • Comandos elétricos, sensores de presença, coletores
biométricos, controladores lógicos programáveis (CLP),
interface homem máquina (IHM), malhas de controle de
processo e instrumentos, intertravamento, supervisórios,
checadoras de peso, nobreak, switches, seletores de
voltagem, outros.
Sistemas • Programas, senhas, firewall, campos obrigatórios, códigos
de barras, outros.
Automação e Redesenho
Automação
Consiste na introdução de recursos de tecnologia para o controle dos
processos em todas as atividades econômicas.
Esse conceito é aplicado em unidades operacionais relativamente novas,
visando a redução e/ou eliminação da necessidade de mão de obra.
Redesenho
Compreende a aplicação da automação em unidades operacionais mais
rodadas, na qual também são substituídos componentes importantes do
processo (retrofit / revamp).
▪ Procedimentos
▪ Sinalização
Ferramentas de Padronização ▪ Proteção Passiva
▪ Proteção Ativa
▪ Projeto
Projeto
PROJETO
Características
Ferramentas
Análise e Conclusões
Nos últimos seis meses a proporção de produtos não conformes foi de 20%, entretanto o
valor ideal para esse indicador é no máximo 5%.
Tal proporção representa 36 lotes rejeitados com peso acima do nominal no período,
correspondendo a uma perda estimada em R$ 720 mil por ano.
Gráfico Sequencial Histórico
15,0%
Problema
10,0%
5,0%
Valor Ideal
0,0%
mai/20 jun/20 jul/20 ago/20 set/20 out/20 Média Vl Ideal
Média Histórica 20,0%
Valor Ideal 5,0%
Realizado 20,0% 16,7% 20,0% 23,3% 23,3% 16,7%
Benefícios Financeiros
• Custo evitado (cost avoid) = R$ 360.000,00 por ano.
• Redução de custos (cost reduction) = R$ 0,00.
Benefícios não Financeiros
• Aumento da produtividade das linhas de produção.
• Aumento do cumprimento do plano de produção.
• Redução das divergências de inventário de matérias primas.
• Ajuste da lista técnica do produto.
Benefícios para os Clientes
• Garantia de compra do produto de acordo com peso nominal estabelecido.
• Garantia de compra do produto de acordo com a qualidade esperada.
• Garantia da entrega dos produtos solicitados no prazo.
Meta do Projeto
Meta
• Média Histórica = 20%.
• Benchmark = 10%.
• Meta = (20% + 10%) / 2 = 15%
• Objetivo Gerencial: Reduzir a proporção de produtos não conformes.
• Valor: de 20% para 15%.
• Prazo: até jan/2021.
“META: Reduzir a proporção de produtos não conformes de 20% para 15% até
jan/2021”.
Mapa de Processo
N
Cortar e
Pesar os Misturar os Resfriar o
Início Ok? embalar o Fim
ingredientes ingredientes produto S produto
OUTPUTS OUTPUTS
Sabor do Sabor do
produto produto
Textura do Textura do
produto produto
Cor do produto Cor do produto
Pesagem certa Mistura
homogênea
▪ Análise do Sistema de
Medição
▪ Variáveis de Entrada e de
Resposta
▪ Matriz de Causa e Efeito
Measure ▪ Teste de Normalidade
▪ Resumo Gráfico
▪ Capacidade Inicial de
Processo
▪ Observação no Local
▪ Ver e Agir
Análise do Sistema de Medição – Inicial
Número de Inspetores >> 4 (2 a 4)
N° de Peças Inspecionadas >> 10 (2 a 20)
Tolerância do Processo >> 90,0
Desvio Padrão do Processo >> 106,10
Número de Inspetores
Nº da Amostra Range
Inspetor 1 Inspetor 2 Inspetor 3 Inspetor 4
Amostra 1 1.104,70 1.098,00 1.127,80 1.138,90 40,90
Amostra 2 1.130,20 1.168,50 1.093,00 1.083,00 85,50
Amostra 3 1.083,30 1.129,70 1.115,80 1.101,90 46,40
Amostra 4 1.103,40 1.123,60 1.009,70 1.110,00 113,90
Amostra 5 1.104,00 1.133,70 1.109,70 1.031,10 102,60
Amostra 6 1.142,60 1.103,50 1.115,20 1.194,90 91,40
Amostra 7 1.070,90 1.155,40 1.092,80 1.079,00 84,50
Amostra 8 1.066,10 1.090,60 1.087,80 1.121,60 55,50
Amostra 9 1.079,90 1.059,70 1.089,20 1.072,70 29,50
Amostra 10 1.155,40 1.076,00 1.094,20 1.125,20 79,40
Desvio Padrão das Medições >> 35,2 Range Médio >> 72,96
Análise do Sistema de Medição
Critérios de Avaliação
Menor ou igual a 20% >> Sistema de medição satisfatório
Entre 20% e 30% >> Sistema de medição requer moderação melhoria
Maior ou igual a 30% >> Sistema de medição requer forte melhoria
Resultados da Análise
Variabilidade da Medição >> 180,65
R&R % P/T >> 200,7% Sistema de medição requer forte melhoria
R&R % P/TV >> 33,1% Sistema de medição requer forte melhoria
Resultado do Estudo
Análise do Sistema de Medição – Final
Número de Inspetores >> 4 (2 a 4)
N° de Peças Inspecionadas >> 10 (2 a 20)
Tolerância do Processo >> 90,0
Desvio Padrão do Processo >> 106,10
Número de Inspetores
Nº da Amostra Range
Inspetor 1 Inspetor 2 Inspetor 3 Inspetor 4
Amostra 1 1.001,39 1.000,89 1.001,89 1.002,39 1,50
Amostra 2 1.055,67 1.055,17 1.056,17 1.056,67 1,50
Amostra 3 1.151,20 1.150,70 1.151,70 1.152,20 1,50
Amostra 4 1.084,93 1.084,43 1.085,43 1.085,93 1,50
Amostra 5 1.056,25 1.055,75 1.056,75 1.057,25 1,50
Amostra 6 1.050,60 1.050,10 1.051,10 1.051,60 1,50
Amostra 7 1.137,24 1.136,74 1.137,74 1.138,24 1,50
Amostra 8 1.089,97 1.089,47 1.090,47 1.090,97 1,50
Amostra 9 1.132,47 1.131,97 1.132,97 1.133,47 1,50
Amostra 10 1.089,74 1.089,24 1.090,24 1.090,74 1,50
Desvio Padrão das Medições >> 44,5 Range Médio >> 1,50
Análise do Sistema de Medição
Critérios de Avaliação
Menor ou igual a 20% >> Sistema de medição satisfatório
Entre 20% e 30% >> Sistema de medição requer moderação melhoria
Maior ou igual a 30% >> Sistema de medição requer forte melhoria
Resultados da Análise
Variabilidade da Medição >> 3,71
R&R em relação à Tolerância >> 4,1% Sistema de medição satisfatório
R&R em relação ao Processo >> 0,7% Sistema de medição satisfatório
Resultado do Estudo
Variáveis de Entrada (X’s) e Variáveis de Resposta (Y’s)
N
Cortar e
Pesar os Misturar os Resfriar o
Início Ok? embalar o Fim
ingredientes ingredientes produto S produto
Textura do produto
2 - Média Baixa Importância
Sabor do produto
3 - Média Importância
Cor do produto
Peso da barra
4 - Média Alta Importância
5 - Alta Importância
Percent
60
Total 500
400
40
300
200 20
100
0 0
Variável (X) r r fr r
c
oau
nd _Pó _Pó ca Ing nt
o
tim es the
aC te u ú e a
_C ite_ ei ca _Ac r o_ tim p_B T_R O
M L a P ic Ba
P_ Le P_ P_C M _ m
P_ P_ T Te
Total 128 125 125 122 119 89 56 56 41 41
Percent 14,2 13,9 13,9 13,5 13,2 9,9 6,2 6,2 4,5 4,5
Cum % 14,2 28,0 41,9 55,4 68,6 78,5 84,7 90,9 95,5 100,0
Teste de Normalidade – Peso da Barra de Chocolate
60
50
40 Valor P é
30 maior que
20 Os pontos 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
1
0,1
1050 1075 1100 1125 1150
P_Barra_Ini
Resumo Gráfico – Peso da Barra de Chocolate
Intervalos de Confiança
Median
Ferramentas de Padronização
• Os procedimentos de pesagem dos ingredientes estavam desatualizados.
• Havia dois novos operadores que não haviam sido treinados nos procedimentos
existentes.
Rotinas
• A rotina de calibração das balanças de ingredientes não estava padronizada.
• A ordem de dosagem dos ingredientes não estava padronizada.
Anomalias
• O temporizador que controla o tempo de batimento da mistura apresentava falhas
intermitentes.
• O termostato do túnel de resfriamento se encontrava descalibrado.
Ver e Agir
Ferramentas de Padronização
• Ação 1: Atualizar os procedimentos de pesagem dos ingredientes.
• Ação 2: Treinar todos os colaboradores nos procedimentos revisados.
Rotinas
• Ação 1: Checar confiabilidade do peso padrão, inserir a rotina de calibração no
procedimento e treinar equipe.
• Ação 2: Definir ordem de dosagem dos ingredientes, revisar o procedimento padrão e
treinar equipe.
Anomalias
• Ação 1: Trocar temporizador por um novo.
• Ação 2: Calibrar termostato do túnel de resfriamento.
▪ Limites de Especificação
▪ Limites de Controle
▪ Cartas Xbar-R
▪ Boxplot
Analyse ▪ Multivari Chart
▪ Tempestade de Ideias
▪ Diagrama de Ishikawa
▪ Estudo dos Por Quês
Limites de Especificação
Sample M ean
1110 _
_
X=1105,74
1100
1090
LC L=1087,23
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
U C L=67,83
60
Sample Range
45
_
30 R=32,08
15
0 LC L=0
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
60
50
40 Valor P é
30 maior que
20 Os pontos 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
1
0,1
175 180 185 190 195 200 205 210 215
P_Açúcar
Capacidade Inicial (Cpk) – Peso do Açúcar
60
50
40 Valor P é
30 maior que
20 Os pontos 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
1
0,1
330 340 350 360 370 380 390 400 410
P_Leite em Pó
Capacidade Inicial (Cpk) – Peso do Leite em Pó
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
Linha_1 Linha_2
Linha
Boxplot – Peso do Açúcar por Tipo de Açúcar
Não há diferenças
Boxplot of Peso_Açúcar significativas entre
240
os tipos de açúcar
230
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
Cristal Demerara
Tipo_Açúcar
Boxplot – Peso do Açúcar por Turno por Linha
Há diferenças
significativas entre
Boxplot of Peso_Açúcar
os turnos de
240 produção
230
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
220
Peso_Açúcar 210
200
190
180
170
160
150
Peso_Açúcar_1
200
190
180
170
160 Há diferenças
significativas entre
150
Linha_1 Linha_2
os turnos de
Linha produção
Panel variable: Tipo_Açúcar
Multivari Chart – por Linha por Turno por Tipo de Açúcar
200
Peso_Açúcar
190
180
170
160 Há diferenças
significativas entre
150
Linha_1 Linha_2 Linha_1 Linha_2
os turnos de
Linha produção
Panel variable: Turno
Boxplot – Peso do Leite em Pó por Turno
Há diferenças
significativas entre
Boxplot of Peso_Leite em Pó_1
os turnos de
450 produção
400
Peso_Leite em Pó_1
350
300
250
Turno_1 Turno_2 Turno_3
Turno
Boxplot – Peso do Leite em Pó por Linha
Não há diferenças
significativas entre
Boxplot of Peso_Leite em Pó_1
as linhas de
450 produção
400
Peso_Leite em Pó_1
350
300
250
Linha_1 Linha_2
Linha
Boxplot – Peso do Leite em Pó por Turno por Linha
Há diferenças
significativas entre
Boxplot of Peso_Leite em Pó_1
os turnos de
450 produção
400
Peso_Leite em Pó_1
350
300
250
Linha Linha_1 Linha_2 Linha_1 Linha_2 Linha_1 Linha_2
Turno Turno_1 Turno_2 Turno_3
Multivari Chart – por Linha por Linha por Turno
360
340
320 Há diferenças
significativas entre
300
os turnos de
Linha_1 Linha_2 produção
Linha
Tempestade de Ideias e Estudo dos Por Quês
Problemas Focados
• Dosagem excessiva de açúcar no 2º turno.
• Dosagem excessiva de leite em pó no 1º turno.
Causas Primárias
➢ Pesagem de ingredientes acima do padrão.
Dosagem
excessiva de
açúcar no 2º
turno
P esagem de
ingredientes acima do
padrão
Dosagem
excessiva de
leite em pó
no 1º turno
P esagem de
ingredientes acima do
padrão
PRAZO
CAUSAS FUNDAMENTAIS / AÇÕES DE BLOQUEIO RESPONSÁVEL
Dt Início Dt Final P x R 24/10 31/10 07/11 14/11 21/11 28/11 05/12 12/12 19/12 26/12
1 Falta de procedimento de pesagem
4 6 4 2 2 2 2 2 2 2
Elaborar procedimento de pesagem de Arnaldo P p
1.1 17/out 24/out
ingredientes Fernandes R c
Inserir procedimento de pesagem na lista de Arnaldo P p p
1.2 24/out 31/out
treinamentos obrigatórios (matriz de treinamento) Fernandes R d c
Implementar programa de treinamento com base Arnaldo P p p p p p p p p p
1.3 31/out 26/dez
na matriz Fernandes R a d
Incluir a verificação do cumprimento do Arnaldo P p p p p p p p p p
1.4 31/out 26/dez
procedimento de pesagem no DTO (diagnóstico do Fernandes R a d
2 Falta de procedimento de calibração da balança
4 6 6 2 2 2 2 2 2 2
Arnaldo P p
2.1 Elaborar procedimento de calibração da balança 17/out 24/out
Fernandes R c
Inserir procedimento de calibração da balança na Arnaldo P p p p
2.2 24/out 31/out
lista de treinamentos obrigatórios (matriz de Fernandes R a r c
Implementar programa de treinamento com base Arnaldo P p p p p p p p p p
2.3 31/out 26/dez
na matriz Fernandes R a d
Incluir a verificação do cumprimento do Arnaldo P p p p p p p p p p
2.4 31/out 26/dez
procedimento de calibração da balança no DTO Fernandes R a d
Cronograma do Plano de Ação
PRAZO
CAUSAS FUNDAMENTAIS / AÇÕES DE BLOQUEIO RESPONSÁVEL
Dt Início Dt Final P x R 24/10 31/10 07/11 14/11 21/11 28/11 05/12 12/12 19/12 26/12
3 Falta plano de manutenção preventiva da balança
2 2 4 1 1 1 1 1 1 1
Elaborar plano de manutenção preventiva da Arnaldo P p p p
3.1 17/out 07/nov
balança Fernandes R d d c
Implementar plano de manutenção preventiva da Arnaldo P p p p p p p p p
3.2 07/nov 26/dez
balança Fernandes R a
4 Falta de procedimentos de manutenção da balança
4 6 4 2 2 2 2 2 2 2
Arnaldo P p
4.1 Elaborar procedimento de manutenção da balança 17/out 24/out
Fernandes R c
Inserir procedimento de manutenção da balança na Arnaldo P p p
4.2 24/out 31/out
lista de treinamentos obrigatórios (matriz de Fernandes R a c
Implementar programa de treinamento com base Arnaldo P p p p p p p p p p
4.3 31/out 26/dez
na matriz Fernandes R d d
Incluir a verificação do cumprimento do Arnaldo P p p p p p p p p p
4.4 31/out 26/dez
procedimento de manutenção da balança no DTO Fernandes R d d
Gráfico Sequencial do Projeto
Meta do Projeto
15,0%
Valor Atingido
10,0%
Valor Ideal
5,0%
0,0%
Média nov/20 dez/20 jan/21 fev/21 mar/21 abr/21
Média Histórica 20,0%
Meta do Projeto 20,0% 20,0% 15,0% 15,0% 15,0% 15,0%
Realizado 16,7% 16,7% 13,3% 6,7% 10,0% 6,7%
Gráfico Sequencial do Saving do Projeto
R$35.000,00
R$30.000,00
R$25.000,00
R$20.000,00
R$15.000,00
R$10.000,00
R$5.000,00
R$0,00
ago/20 set/20 out/20 nov/20 dez/20 jan/21
Saving R$10.000,00 R$10.000,00 R$20.000,00 R$40.000,00 R$30.000,00 R$40.000,00
▪ Teste de Normalidade
▪ Resumo Gráfico
▪ Capacidade Final de
Control Processo
▪ Padronização
▪ Conclusão
Teste de Normalidade – Peso da Barra de Chocolate
60
50
40 Valor P é
30 maior que
20 Os pontos 0,05
10 coincidem com
5 a linha azul
1
0,1
970 980 990 1000 1010 1020 1030
Peso Barra
Xbar-R Chart para o peso da barra de chocolate
1008
Sample M ean
_
_
1002 X=1001,39
996
990
LC L=988,92
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
U C L=45,69
40
Sample Range
30
_
20 R=21,61
10
0 LC L=0
1 4 7 10 13 16 19 22 25 28
Sample
Intervalos de Confiança
Median