0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações2 páginas

Supervisão em Unidades Sanitárias Rurais

A ADGIII analisa a supervisão das Unidades Sanitárias Periféricas, focando na melhoria da prestação de serviços de saúde através de monitoramento e avaliação. O documento detalha os tipos de supervisão, objetivos e o papel do Médico Chefe Distrital na coordenação e avaliação das atividades clínicas. Além disso, aborda o Sistema de Informação de Saúde, sua missão e a importância de indicadores demográficos e de saúde para a tomada de decisões.

Enviado por

Delmiro Lugela
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações2 páginas

Supervisão em Unidades Sanitárias Rurais

A ADGIII analisa a supervisão das Unidades Sanitárias Periféricas, focando na melhoria da prestação de serviços de saúde através de monitoramento e avaliação. O documento detalha os tipos de supervisão, objetivos e o papel do Médico Chefe Distrital na coordenação e avaliação das atividades clínicas. Além disso, aborda o Sistema de Informação de Saúde, sua missão e a importância de indicadores demográficos e de saúde para a tomada de decisões.

Enviado por

Delmiro Lugela
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

A ADGIII estuda os aspectos relacionados a supervisão as Unidades Sanitárias

Periféricas, concretamente os Centros de Saúde Rurais Tipo II, tanto aqueles ligados
a prestação de serviços curativos e preventivos, como aqueles ligados a
organização administrativa e ligação com a comunidade local. A supervisão é uma
actividade administrativa, enquadrada no processo de monitorização, controlo e
avaliação das actividades, com o objectivo de apoiar os profissionais de saúde a
melhorarem o seu desempenho e consequentemente a prestação de serviço as
comunidades. Princípios básicos sobre supervisão das unidades sanitárias
periféricas: A supervisão deve ser feita por um técnico mais capacitado, deve ser
feita de acordo as normas servindo como forma de motivar, dependendo das
necessidades, as USPs podem receber um número de supervisões superior às
planificadas, ou supervisões específicas, As visitas de supervisão podem ser
ordinárias O objectivo geral da supervisão é o de melhorar o funcionamento dos
diversos sectores da U.S e por conseguinte, a qualidade dos serviços prestados aos
utentes. Objectivos específicos: A qualidade da execução das tarefas; As
habilidades técnicas e administrativas; As atitudes e comportamentos em relação
aos utentes, colegas e subordinados; A organização dos recursos disponíveis no
local de trabalho; A utilização dos recursos: tempo, material de uso corrente,
pessoal disponível; O cumprimento e a aplicação das recomendações e
ensinamentos das supervisões anteriores. O papel do Médico Chefe
Distrital/director clínico US: coordenação com os Chefes dos Programas
Distritais, ajuda na monitorização e avaliação do funcionamento das USs, através
da informação constante nos relatórios e estatística; o papel de identificar pontos
fortes e fracos relacionados às actividades clínicas (ex: consultas externas,
farmácia, maternidade, PAV) com vista a dar apoio técnico para o melhoramento;
observa como as tarefas atribuídas a diferentes categorias profissionais são
executadas e sob que condições; Verifica se os recursos necessários para o
desempenho do pessoal clínico estão disponíveis. Tipos de Supervisão: Visita de
supervisão rápida (aquela que se realiza quando se pretende fazer uma análise
superficial de vários assuntos, dando informação provável. Realiza-se geralmente
quando não há tempo suficiente para uma análise profunda.), Visita de Supervisão
regular(é aquela que se realiza quando se pretende fazer uma análise mais
detalhada e completa sobre os vários assuntos da U.S., dando informação
definitiva.), Visita de seguimento (é a que se realiza após a primeira visita de
supervisão rápida ou regular, com objectivo de monitorar a implementação das
recomendações da visita anterior, corrigir eventuais erros, e dar soluções para
problemas identificados na primeira visita assim como novos.). 10 Cartões de
Supervisão: 1: Pontualidade, 2: Tempo de espera, 3: Exame físico, 4: Classificação,
5: Tratamento, 6: Prescrição raciona, 7: Conselhos para casa, 8: Formação contínua
e ensino, 9: Modelos e 10: Abordagem. O Sistema de Informação de Saúde (SIS)
é um conjunto de instrumentos, normas e actividades relacionados entre si e que
produz informação útil para a tomada de decisões na área de saúde. Visão do SIS:
visa ser a principal referência estatística do sector de saúde e contribuir para a
promoção da saúde e do bem-estar dos moçambicanos com informação fiável,
completa, atempada, útil para todos os intervenientes. Missão do SIS: É missão do
SIS produzir, elaborar e disseminar informação para: A tomada de decisões dos
gestores do SNS a todos os níveis, A planificação de recursos com base na
evidência; Vigiar epidemias e doenças e medir o estado de saúde da população,
Apoio à pesquisa e Prestação de contas à comunidade nacional e internacional.
Exemplo de meios de obtenção de informação: Livros de registo da
maternidade, Resumo mensal dos hospitais, Resumo trimestral da Tuberculose.
Fluxograma de informação: No SNS este fluxo é vertical (partindo da US até ao
MISAU), Deste modo, o fluxo de informação segue o seguinte trajecto: As US’s
registam, recolhem, processam e analisam os dados relativos aos seus serviços e
programas, e enviam ao SDSMAS O SDSMAS recolhe e processa os dados ao nível
da sua área de saúde e remete os relatórios
compilados ao nível provincial, A DPS agrega os dados dos SDSMAS, analisa e envia
os relatórios ao MISAU, O MISAU processa, analisa e divulga os dados provinciais
Segundo as Nações Unidas (1958), o recenseamento ou censo populacional é
um processo total de recolha, processamento, avaliação, análise e divulgação de
dados demográficos, económicos e sociais referentes a todas as pessoas dentro de
um país ou de uma parte bem definida de um país num momento específico. O
inquérito é uma operação que interroga uma parte da população – a amostra. A
diferença entre o censo e inquérito é que o censo tem cobertura nacional e o
inquérito cobre só uma parte da população. Indicador – é uma variável que mede
um processo. Assim, indicador de saúde é uma variável que nos
permite medir alterações do estado ou situação de saúde de uma população ou de
uma comunidade. Indicadores do censo e inquéritos: Taxa bruta de
mortalidade; Taxa bruta de natalidade; Taxa de mortalidade infantil Taxa de
crescimento natural da população; Taxa de mortalidade entre crianças 0-4 anos;
Taxa de mortalidade materna. Indicadores que derivam de inquéritos na
comunidade são os seguintes: Taxa de prevalência de infecção por tuberculose;
Taxa de seroprevalência do vírus HIV; Taxa de seroprevalência do vírus da hepatite
B; Taxa de prevalência de sequelas de poliomielite

Você também pode gostar