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Guia de Conexão para PLCs S7-1200

O documento aborda a automação programável por Controladores Lógicos Programáveis (CLPs), detalhando o reconhecimento de hardware, montagem e conexão de dispositivos como Micrologix e S7-1200. Ele inclui diretrizes para instalação, fiação, aterramento e testes de elementos de entrada e saída. O CLP é descrito como um computador especializado em automação industrial, projetado para operar em ambientes desafiadores.

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Fernando Sávio
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Guia de Conexão para PLCs S7-1200

O documento aborda a automação programável por Controladores Lógicos Programáveis (CLPs), detalhando o reconhecimento de hardware, montagem e conexão de dispositivos como Micrologix e S7-1200. Ele inclui diretrizes para instalação, fiação, aterramento e testes de elementos de entrada e saída. O CLP é descrito como um computador especializado em automação industrial, projetado para operar em ambientes desafiadores.

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Automatismo
PLC programável

Código: 89001573

Profissional Técnico
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

FOLHA EM BRANCO

Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS


1 Reconhecer o hardware do controlador lógico do programa. Computadores
2 Desenhe um diagrama de conexão de entrada. E saia. Elementos Programas
3 de entrada e saída periféricos de teste discretos Fio para Cabos de comunicação
4 o CLP Condutores elétricos
Alicate de corte
blocos terminais

lâmpadas
interruptores

botões de pressão
contatores
CLP

DENOMINAÇÃO

Montagem de um CLP em uma placa de controle automático HT:T01

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1


ENGENHARIA ELÉTRICA 5
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

1.1. RECONHECER HARDWARE DO CONTROLADOR LÓGICO


PROGRAMÁVEL.

Um Controlador Lógico Programável (CLP) é um controlador amplamente utilizado em automação


industrial, para automatizar processos de fabricação, bem como alguns processos de controle
contínuo, uma vez que com as novas tecnologias os CLPs incluíram instruções de controle
avançadas para executar essas tarefas.

Reconhecimento de Hardware Micrologix

Identifique as peças listadas na figura do CLP Micrologix 1100.

1. Bloco de terminais de saída.


2. Conector da bateria.
3. Interface do conector de barramento para E/S de expansão.

4. Bateria.
5. Bloco de terminais de entrada.
6. LCD.

7. Teclado LCD (Esc, Ok, Cima, Baixo, Esquerda, Direita).


8. Indicadores LED de status.

9. Tampa da porta do módulo de memória ou módulo de memória.


10. Travas para trilho DIN.

11. Porta de comunicação RS 232/485 (canal 0, isolado).


12. Porta Ethernet (Canal 1).

O número máximo de módulos de Entrada e Saída adicionais depende da capacidade da fonte


de alimentação; no caso do micrologix, ele suporta apenas 4 módulos adicionais.

ENGENHARIA ELÉTRICA 6
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Reconhecimento de hardware S7-1200.

O controlador S7-1200 é o mais recente de uma gama de controladores SIMATIC da Siemens,


é o sucessor do S7-200 e está disponível desde junho de 2009. O controlador compacto
SIMATIC S7-1200 é o modelo compacto e modular para pequenos sistemas de automação que
exigem funções simples ou avançadas para lógica, IHM ou redes. Graças ao seu design
compacto, baixo custo e funções poderosas, os sistemas de automação S7-1200 são ideais
para controlar tarefas simples.

A CPU incorpora um microprocessador, uma fonte de alimentação integrada, circuitos de


entrada e saída, PROFINET integrado, E/S de controle de movimento de alta velocidade e
entradas analógicas integradas, tudo em um gabinete compacto, criando um controlador
poderoso.

Depois que o programa é baixado, a CPU contém a lógica necessária para monitorar e controlar
os dispositivos do aplicativo. A CPU monitora entradas e altera o estado das saídas com base
na lógica do programa do usuário, que pode incluir lógica booleana, instruções de contagem e
temporização, funções matemáticas complexas e comunicação com outros dispositivos
inteligentes.

Para se comunicar com um dispositivo de programação, a CPU incorpora uma porta PROFINET
integrada. A CPU pode se comunicar com painéis HMI ou uma CPU diferente na rede PROFINET.

ENGENHARIA ELÉTRICA 7
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Para se comunicar com um dispositivo de programação, a CPU possui uma porta PROFINET
integrada. A CPU pode se comunicar com painéis HMI ou uma CPU diferente na rede PROFINET.

Conecte a fonte de alimentação ao S7-1200.

Primeiramente, o S7-200 deve ser conectado a uma fonte de alimentação. A figura a seguir
mostra a fiação de uma CPU S7-1200 com fonte de alimentação CC (corrente contínua) ou CA
(corrente alternada).

Antes de montar ou desmontar qualquer aparelho elétrico, certifique-se de que a fonte de


alimentação esteja desligada. Observe sempre as medidas de segurança necessárias e
certifique-se de que a alimentação elétrica do S7-1200 tenha sido desconectada antes da
instalação.

Cuidado
Tentar montar ou conectar o S7-1200 e/ou o equipamento conectado com energia aplicada
pode resultar em choque elétrico ou falha do equipamento. Não desconectar completamente a
energia do S7-1200 e do equipamento conectado antes da montagem ou desmontagem pode
resultar em morte ou ferimentos graves ao pessoal e/ou danos materiais.

Observe sempre as precauções de segurança necessárias e certifique-se de que a fonte de


alimentação do S7-1200 e do equipamento conectado esteja desconectada antes da montagem
ou desmontagem.

ENGENHARIA ELÉTRICA 8
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

1.2. CRIAR DIAGRAMAS DE CONEXÃO DE ENTRADA E SAÍDA


DISCRETO.

Instalação e conexão do Micrologix.

Conecte o CLP conforme o diagrama para o desenvolvimento das tarefas descritas nos
laboratórios.

Dependendo do tipo de interface de entrada, elas podem ser entradas sink (comumente
chamadas de entradas com lógica direta) ou entradas source (comumente chamadas de entradas
com lógica inversa), isso afeta a programação porque o comportamento das entradas deve ser
negado, ou seja, se for um contato normalmente aberto, para atender à lógica ele deve ser
normalmente fechado e vice-versa.

Dependendo dos módulos, você notará que há um terminal comum para um grupo de entradas.
As figuras mostradas indicam como os terminais de entrada e saída são agrupados.

ENGENHARIA ELÉTRICA 9
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

A conexão das entradas analógicas dependerá do tipo de transmissor a ser conectado,


se é de 2, 3 ou 4 fios.

ENGENHARIA ELÉTRICA 10
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Instalação e conexão do S7-1200.

O hardware completo do SIMATIC S7-1200 inclui clipes para montagem rápida e fácil em um
trilho DIN de 35 mm. Além disso, esses clipes integrados são removíveis, o que significa que
podem funcionar como furos de montagem se um perfil de suporte não for usado. O hardware
SIMATIC S7-1200 pode ser instalado, com absoluta flexibilidade, tanto na posição horizontal
quanto na vertical.

As CPUs maiores suportam a conexão de até oito Módulos de Sinal, expandindo assim as
possibilidades de uso de E/S digitais ou analógicas adicionais.

Cada CPU SIMATIC S7-1200 pode ser expandida com até 3 módulos de comunicação.

ENGENHARIA ELÉTRICA 11
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Os módulos de comunicação RS485 e RS232 são adequados para conexões ponto a ponto
seriais baseadas em caracteres.

Esta comunicação é programada e configurada usando instruções simples ou usando as


funções de biblioteca para o protocolo mestre e escravo USS Drive e Modbus RTU, que estão
incluídos no sistema de engenharia SIMATIC STEP 7 Basic.

A memória permite selecionar o tamanho da memória do programa e dos dados. Até 50 KB de


memória de trabalho no controlador, com tamanho livremente configurável da memória do
programa e dos dados do usuário, até 2048 bytes podem ser definidos como retentivos. O
usuário pode designar buffers de dados ou de memória como restantes em caso de falha de
energia.

Os dados designados não precisam ser contíguos.

Com o cartão de memória SIMATIC opcional, os programas podem ser facilmente transferidos
para várias CPUs. O cartão também pode ser usado para salvar vários arquivos ou para atualizar
o firmware do controlador, módulos de sinal e módulos de comunicação. Basta inserir o cartão
de memória SIMATIC na CPU e aplicar energia, o programa do usuário não será perdido durante
o
processo.

Conecte o cabo multimestre RS-232/PPI.

A figura a seguir mostra um cabo multimestre RS-232/PPI conectando o S7-200 ao dispositivo


de programação.

Para conectar o cabo:

ENGENHARIA ELÉTRICA 12
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

1. Conecte o conector RS-232 (identificado como “PC”) do cabo multimestre RS-232/PPI à


porta de comunicação da unidade de programação. (Neste exemplo, conecte-se à COM 1.)

2. Conecte o conector RS-485 (identificado como “PPI”) do cabo multimestre RS-232/PPI à


porta 0 ou 1 do S7-200.
3. Certifique-se de que os interruptores DIP no cabo multimestre RS-232/PPI estejam configurados para
configurado conforme mostrado na figura.

1.3. TESTE ELEMENTOS DE ENTRADA E SAÍDA PERIFÉRICOS.

Para testar o status das entradas e saídas do CLP, monte o circuito mostrado na imagem. Você
pode ver que a entrada do PLC está conectada a uma fonte de alimentação por meio de um
interruptor. Se o interruptor for comutado, a entrada

receberá a tensão em seu terminal, isso fará com que o LED que representa o estado da
referida entrada acenda, e o estado da entrada também poderá ser observado no software de
edição.

Para testar o módulo de saída do CLP, você deve fazer a conexão típica e ativar as saídas uma
por uma usando o software. Ao fazer isso, os indicadores LED do PLC que mostram o status
das saídas devem acender e ativar a carga conectada a elas.

1.4. FIO PARA O CLP.

Efetuar as conexões indicadas pelo instrutor para utilização de periféricos em laboratórios


subsequentes.

ENGENHARIA ELÉTRICA 13
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Respeite os níveis de tensão utilizados nos periféricos para sua conexão, tenha muito
cuidado pois há tensões CA e CC sendo manipuladas simultaneamente.

Um circuito típico é como o mostrado, você pode usar o manual de instalação rápida do CLP
que você tem para sua conexão.

FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.

O Controlador Lógico Programável (CLP)

Um controlador lógico programável, mais conhecido pela sigla PLC, é um computador usado
em engenharia de automação ou automação industrial para automatizar processos
eletromecânicos, como o controle de máquinas de fábrica em linhas de montagem ou
atrações mecânicas.

Os CLPs são usados em muitas indústrias e máquinas. Ao contrário dos computadores de


uso geral, o CLP é projetado para múltiplos sinais de entrada e saída, faixas de temperatura
estendidas, imunidade a ruído elétrico e resistência a vibração e choque. Os programas para
controlar a operação da máquina geralmente são armazenados em baterias de reserva ou em
memória não volátil.

Dimensões de montagem dos dispositivos S7-1200.

ENGENHARIA ELÉTRICA 14
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Cada CPU, SM, CM e CP suporta montagem em trilho DIN ou painel.


Utilize os clipes de módulo fornecidos para o trilho DIN para fixar o dispositivo ao
trilho. Esses clipes também podem ser estendidos para outra posição para que a
unidade possa ser montada diretamente em um painel.

A dimensão interna do furo para os clipes de fixação no dispositivo é de 4,3 mm.


Uma área de ventilação de 25 mm deve ser fornecida acima e abaixo da unidade
para permitir que o ar circule livremente.

ENGENHARIA ELÉTRICA 15
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Diretrizes de aterramento S7-1200.


A melhor maneira de aterrar sua aplicação é garantir que todos os condutores terra e neutros do
S7-1200 e equipamentos conectados estejam aterrados em um único ponto. Este ponto deve ser
conectado diretamente ao aterramento do sistema.

Todos os cabos de aterramento devem ser tão curtos quanto possível e ter uma seção
transversal grande, por exemplo por exemplo. 2 mm2 (14 AWG).

Ao definir fisicamente os aterramentos, é necessário considerar os requisitos de aterramento de


proteção e a operação correta dos dispositivos de proteção.

Diretrizes de fiação S7-1200.

Ao projetar a fiação do S7-1200, forneça um interruptor unipolar para remover simultaneamente


a energia da CPU do S7-1200, de todos os circuitos de entrada e de todos os circuitos de saída.
Forneça dispositivos de proteção contra sobrecorrente (por exemplo, fusíveis ou disjuntores)
para limitar correntes de falha na fiação elétrica.

Para proteção adicional, um fusível ou outro limitador de sobrecorrente pode ser instalado em
todos os circuitos de saída. Utilize dispositivos de supressão de surtos adequados em fiações
sujeitas a perturbações por raios.

Evite colocar linhas de sinal de baixa tensão e cabos de comunicação no mesmo conduíte que
cabos CA e cabos CC de alta potência e comutação rápida. A fiação deve ser feita em pares;
com o fio neutro ou comum combinado com o fio fase ou sinal.

Use o cabo mais curto possível e certifique-se de que ele tenha seção transversal suficiente para
transportar a corrente necessária. O conector CPU e SM suporta cabos com seção transversal
de 2 mm2 a 0,3 mm2 (14 AWG a 22 AWG). O conector SB suporta cabos com seção transversal
de 1,3 mm2 a 0,3 mm2 (16 AWG a 22 AWG). Use cabos blindados para proteção ideal contra
interferências. Normalmente, os melhores resultados são obtidos aterrando a blindagem S7-1200.

Ao conectar circuitos de entrada alimentados por uma fonte externa, instale dispositivos de
proteção contra sobrecorrente nesses circuitos. A proteção

ENGENHARIA ELÉTRICA 16
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Não é necessária uma fonte de alimentação externa em circuitos alimentados pela


fonte de alimentação do sensor de 24 V CC do S7-1200, pois a fonte de alimentação
do sensor já está protegida contra sobrecorrente.

Todos os módulos S7-1200 incorporam conectores removíveis para fiação do


usuário. Para evitar conexões soltas, certifique-se de que o conector esteja
encaixado corretamente e que o cabo esteja firmemente inserido no conector. Não
aperte demais os parafusos para evitar danos ao conector. O torque máximo de
aperto para os parafusos do conector da CPU e SM é de 0,56 Nm (5 pol-lb). O
torque máximo de aperto para os parafusos do conector SB é de 0,33 Nm (3 pol-lb).

Para evitar fluxos de corrente indesejados no sistema, o S7-1200 fornece limites


de isolamento galvânico em determinados pontos. Considere esses limites de
isolamento ao planejar a fiação do seu sistema.

Diretrizes para cargas de lâmpadas.


Cargas de lâmpadas podem danificar os contatos do relé devido à alta sobrecorrente de comutação momentânea.
Essa corrente de surto momentânea é nominalmente 10 a 15 vezes maior que a corrente de estado estável de uma

lâmpada de tungstênio. É recomendável usar um relé substituível ou um supressor de surtos para cargas de

lâmpadas que devem ser trocadas com frequência durante a vida útil da aplicação.

Diretrizes para cargas indutivas.


Recomenda-se equipar cargas indutivas com circuitos de supressão que limitem
o aumento de tensão produzido quando as saídas são desativadas. Os circuitos
de supressão protegem as saídas de falhas prematuras devido a altas tensões,
desconectando cargas indutivas. Além disso, esses circuitos limitam a interferência
gerada ao comutar cargas indutivas. A maneira mais eficaz de reduzir a interferência
é organizar um circuito de supressão externo eletricamente paralelo à carga e
fisicamente localizado próximo a ela.
da carga.

As saídas CC do S7-1200 incluem circuitos de supressão interna adequados para


cargas indutivas na maioria das aplicações. Como os contatos de saída do relé
S7-1200 podem ser usados para comutar cargas CC e CA, eles não fornecem
proteção interna.

ENGENHARIA ELÉTRICA 17
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Circuito de supressão típico para saídas de relé ou CC comutando cargas


DC indutivo.

Na maioria das aplicações, é suficiente fornecer


adicionalmente um diodo (A) em paralelo a uma carga
indutiva CC. Entretanto, se a aplicação exigir tempos
de desligamento mais rápidos, é recomendável usar
um diodo Zener (B). Certifique-se de que o diodo
Zener tenha capacidade suficiente para a quantidade
de corrente no circuito.

saída.

Circuito de supressão típico para saídas de relé comutando cargas indutivas CA.

Ao usar uma saída de relé para alternar


Para cargas de 115 V/230 V CA, um circuito de varistor de
óxido metálico (MOV) adequado com resistores/capacitores
deve ser instalado em paralelo à carga CA.

Certifique-se de que a tensão de trabalho do varistor MOV seja


pelo menos 20% maior que a tensão nominal da linha.

Estados operacionais da CPU.


A CPU tem três estados operacionais: STOP, START e RUN. Os LEDs de status na parte frontal
da CPU indicam o status operacional atual.
• No modo STOP, a CPU não executa o programa. Um projeto pode ser baixado.

• No estado operacional STARTUP, os OBs de inicialização (se houver) são executados


uma vez.

Eventos de alarme não são processados durante o modo de inicialização.

• No modo RUN, OBs cíclicos são executados repetidamente. Eventos de interrupção podem
ocorrer e ser processados em qualquer ponto no modo RUN.
Algumas partes de um projeto podem ser baixadas no modo RUN

A CPU suporta inicialização a quente para entrar no estado operacional RUN. A inicialização a
quente não inclui inicialização de memória. Os dados de

ENGENHARIA ELÉTRICA 18
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Dados não retentivos do sistema e do usuário são inicializados em uma inicialização a quente.
Todos os dados restantes do usuário são retidos.

Uma eliminação completa apaga toda a memória de trabalho, bem como áreas de memória
remanescentes e não remanescentes. Ele também copia a memória de carga para a memória
de trabalho. Uma limpeza completa não exclui o buffer de diagnóstico nem os valores de
endereço IP armazenados permanentemente.

Cada CPU fornece conexões HMI dedicadas que suportam no máximo 3 dispositivos HMI. O
número total de IHMs depende do tipo de painéis IHM indicados na configuração. Por exemplo,
até três painéis SIMATIC Basic ou até dois painéis SIMATIC Comfort podem ser conectados à
CPU com
um Painel Básico.

Os diferentes modelos de CPU oferecem uma ampla variedade de funções e recursos que
permitem criar soluções eficazes para inúmeras aplicações.

ENGENHARIA ELÉTRICA 19
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Blocos, temporizadores e contadores suportados pelo S7-1200.

Bloquear:

OB:

Temporizadores:

Contadores:

ENGENHARIA ELÉTRICA 20
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

FOLHA EM BRANCO

Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS


1 Instalar software de programação Computadores
2 Instalar software de comunicação Programas
3 Instalar software de simulação Cabos de comunicação
4 Configurar a comunicação entre o controlador e o PC CLP

DENOMINAÇÃO

Configurar a comunicação entre o controlador e o PC HT:T02

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1

ENGENHARIA ELÉTRICA 21
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

2.1. INSTALAR SOFTWARE DE COMUNICAÇÃO.

Os equipamentos utilizados nos laboratórios são das marcas mais reconhecidas mundialmente
e amplamente utilizadas na indústria nacional, temos como referência a Rockwell Automation e
a SIEMENS.

Começaremos a instalar o software com o software Rockwell Automation. Lembre-se sempre de

que, para evitar problemas de compatibilidade entre diferentes marcas de software, você
precisará criar duas máquinas virtuais, cada uma com um pacote de software de cada marca.

Erros de compatibilidade são comumente observados ao instalar software de monitoramento


HMI; no nosso caso, não é necessário, mas é recomendável que sejam instalados em sistemas
separados para evitar qualquer confusão.

INSTALANDO RSLINX (Software de Comunicações).

Este software contém os drivers de comunicação necessários para conectar dispositivos ao PC


que manipulam os protocolos usados pela Rockwell Automation.

A Rockwell Automation usa uma chave de software para implementar proteção contra cópia para
produtos de software baseados no Windows.

Cada produto de software tem uma chave exclusiva. Embora você possa instalar o software em
um número ilimitado de computadores, você só tem licença para executar o software em um
computador por vez. Após instalar o software RSLinxClassic, o programa de instalação solicitará
que você ative o software.

Requisitos do sistema.
Para usar o RSLinxClassic com eficiência, seu computador pessoal deve atender aos requisitos
mínimos de software e hardware explicados abaixo.

Requisitos de hardware.
Para instalar o software RSLinxClassic, você precisará do seguinte hardware: •
Processador Pentium de 100 MHz com 32 Megabytes (MB) de RAM. Esta versão do RSLinxClassic
não funciona em processadores Alpha, MIPS ou Power PC.

ENGENHARIA ELÉTRICA 22
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

• Mínimo de 35 MB de espaço livre no disco rígido; Certos recursos do aplicativo podem


exigir mais espaço no disco rígido.
• Monitor SVGA de 16 cores, com resolução de 800 x 600 ou superior.
• Mouse ou outro dispositivo apontador compatível com Windows.
• Placa Ethernet e/ou dispositivo ou cabo de comunicação Allen-Bradley.

Requisitos de software.
Para executar o RSLinxClassic, você precisa do Microsoft Internet Explorer 6.0 (ou
posterior) e um dos seguintes sistemas operacionais:
ÿ Microsoft Windows XP, XP SP1 e XP SP2, SP3.
ÿ Microsoft Windows 2003 SP1 ou R2.
ÿ Microsoft Windows 2000 SP4.
ÿ Microsoft Windows Vista Business [32 bits] ou Microsoft Windows Vista Home
Básico [32 bits].

INSTALANDO O SOFTWARE RSLINX CLASSIC.


Você pode instalar um ou mais produtos Rockwell Automation em um único computador
pessoal.

Nota: Ao instalar o software RSLinxClassic, você terá a oportunidade de especificar um


diretório. O diretório padrão sugerido e recomendado é C:\Program Files\Rockwell
Software\RSLinx.

Para instalar o software RSLinxClassic, siga estas etapas:

1. Inicie o sistema operacional Windows se ele não iniciar automaticamente.

2. Insira o CD-ROM do RSLinxClassic na unidade de CD-ROM.

3. Siga as instruções na tela.

ENGENHARIA ELÉTRICA 23
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Na caixa de diálogo Bem-vindo, leia as informações introdutórias do RSLinxClassic


e clique em Avançar.

Na caixa de diálogo Contrato de Licença de Software, leia todo o contrato de licença.


Selecione Aceito os termos do contrato de licença e clique em Avançar para aceitar
e continuar a instalação, ou selecione Não aceito os termos do contrato de licença
e clique em Avançar para rejeitar o contrato e sair da instalação.

ENGENHARIA ELÉTRICA 24
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Na caixa de diálogo Informações de registro do cliente, insira seu nome de usuário, nome da
empresa e número de série do software RSLinxClassic e clique em Avançar.

Na caixa de diálogo Instalação padrão, selecione as opções do RSLinxClassic que deseja


instalar. Você pode selecionar um diretório de destino diferente do local padrão ou selecionar
arquivos EDS específicos.
Clique em Avançar.

Na caixa de diálogo que indica que a instalação está pronta para começar, clique em Instalar
para iniciar o processo de instalação do RSLinxClassic.

Na caixa de diálogo Assistente do InstallShield concluído, especifique se deseja instalar a


ativação e clique em Concluir. O RSLinx Classic reverte para a versão Lite se a ativação
adequada não tiver sido instalada

Você deve reiniciar seu computador antes de usar o RSLinxClassic. A instalação do


RSLinxClassic está concluída.

Solução de problemas de instalação.


Se o RSLinxClassic não iniciar ou não funcionar corretamente, observe o seguinte:

• Você tem memória suficiente no seu computador? Para executar o RSLinxClassic, você
Eles precisam de pelo menos 32 MB de RAM.

ENGENHARIA ELÉTRICA 25
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

• Você tem espaço em disco suficiente no seu computador? Para executar o RSLinxClassic, é
necessário um mínimo de 35 MB de espaço livre no disco rígido.

• A versão do RSLinxClassic que você instalou está correta? Se a instalação do RSLinxClassic


aparecer como RSLinxClassic Lite, RSLinxClassic Single Node ou RSLinxClassic OEM, os
arquivos de ativação corretos não foram instalados. No RSLinxClassic, selecione Ajuda >
Proteção contra cópia para visualizar informações sobre arquivos de ativação.

• Você instalou um Service Pack anterior ou removeu algum componente que


requer RSLinx Classic, como DCOM?

2.2. INSTALAÇÃO DE SOFTWARES DE EDIÇÃO E PROGRAMAÇÃO.

Insira o CD de instalação do software RSLogix 500, que permitirá programar controladores como
MicroLogix e SLC usados nos laboratórios.

Ao executar a instalação, a janela dos termos da licença será aberta, a qual você deve ler e
aceitar para usar o software.

Depois de ler e aceitar os termos e condições, o próximo passo é escolher o pacote de


instalação, selecionar a instalação completa e continuar.

Em seguida a janela mostrará os componentes a serem instalados, aceite e inicie a instalação.

ENGENHARIA ELÉTRICA 26
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Quando terminar, é recomendável reiniciar o computador para usar o software. Não se esqueça
de ativar a licença após concluir a instalação.

Agora continue com a instalação do software de simulação, começamos com o RSEmu 500, a
instalação é rápida e as opções são simplesmente aceitar o contrato de licença e o resto é por
padrão.

Não esqueça que no final você deverá reiniciar para utilizar o software.

ENGENHARIA ELÉTRICA 27
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

SOFTWARE SIEMENS TIA Portal.

Insira o CD de instalação do Totally Integrated Automation Portal V12 (TIA). O


assistente guiará você pela seleção de componentes e instalação do programa.
Se não abrir imediatamente após inserir o CD, execute a instalação a partir do
diretório do disco. Selecione o idioma de instalação do programa, mostrado no
exemplo como espanhol.

Em seguida, selecione os componentes e produtos que deseja instalar e que


serão utilizados no curso. O instrutor deve orientá-lo na seleção desses
componentes.

Em seguida, leia e aceite os termos de licença para usar o software e, por fim,
aceite sua instalação. Isso levará algum tempo.

ENGENHARIA ELÉTRICA 28
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Não se esqueça de que você precisará reiniciar o computador e transferir as licenças para usar
o software corretamente.

Insira o CD de instalação do S7-PLCSIM v12, que é o software de simulação para controladores


programados com o TIA Portal.

O assistente de instalação guiará você pela seleção de componentes de software e produtos a


serem instalados.

Leia e aceite os contratos de licença para o uso correto do software. A janela exibirá a seleção
de programas e componentes a serem instalados. Aceite se estiver correto e continue com a
instalação. Isso levará algum tempo.

ENGENHARIA ELÉTRICA 29
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Não se esqueça de reiniciar o computador após a instalação para garantir o uso correto
do software e transferir sua licença.

ENGENHARIA ELÉTRICA 30
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Instale o WinCC Professional v 11.0 agora. Este software é usado para editar telas de interface
do usuário (HMI).

Insira o CD de instalação e execute a configuração, escolhendo "Espanhol" como idioma.

Em seguida, selecione os componentes e softwares a serem instalados com o assistente.

Leia e aceite os termos da licença e continue com a instalação do software.

Não se esqueça de reiniciar o computador após concluir a instalação e transferir a licença do


software com o suporte do instrutor.

ENGENHARIA ELÉTRICA 31
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

23. CONFIGURAR A COMUNICAÇÃO ENTRE O CONTROLADOR E O PC.

Ao usar controladores da marca Rockwell Software, você pode se comunicar entre o PC e o


controlador usando a interface de comunicação Ethernet ou RS232.

No caso da interface Ethernet, você deve levar em consideração que tipo de endereçamento
ela irá realizar, se é Endereçamento IP Estático ou Endereçamento IP Dinâmico.

Quando o equipamento é novo, seu endereçamento é com IP dinâmico, por isso é necessário
atribuir um endereço IP utilizando um servidor DHCP ou BOOTP, que são protocolos de
endereçamento IP.

O software do servidor BOOTP/DHCP é instalado automaticamente com o RSlinx.

Siga os passos mostrados para configurar a comunicação com o equipamento.

O servidor BOOTP/DHCP é uma ferramenta que atribui o endereço IP ao computador desde


que seu endereçamento dinâmico esteja habilitado.

Ao executar o software pela primeira vez, uma tela de alerta de firewall será exibida, exigindo a
permissão do tráfego. Aparecerá então uma janela para configurar a rede.

ENGENHARIA ELÉTRICA 32
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

O tipo de link que você fará será baseado no endereço MAC do dispositivo. O endereço MAC é
o cartão de identidade de qualquer dispositivo que possua uma placa de rede, ou seja, nunca
podem existir dois dispositivos com o mesmo endereço.

A configuração é baseada na máscara de sub-rede, o programa escaneará todos os


computadores dentro desta sub-rede.

Uma vez configurada pelo menos a Máscara de Sub-rede, todos os dispositivos que ele
encontrar mostrarão seu endereço MAC e como servidor DHCP podemos atribuir a ele o IP que
nos interessa, um exemplo é o Roteador que costumamos ter em casa, o próprio roteador tem
um servidor DHCP que atribui automaticamente o endereço IP.

Na imagem a seguir, você pode ver como um dispositivo foi encontrado. A próxima coisa que
precisamos fazer é criar uma nova entrada, onde relacionaremos o endereço MAC encontrado
com o endereço IP que atribuiremos.

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Depois que os dados são inseridos, eles são adicionados à lista de relacionamentos e o endereço
IP é automaticamente atribuído ao dispositivo cujo endereço MAC foi o selecionado.

Configurando o Driver DF1 no RSLinx, este driver é para comunicação serial, ponto a ponto, e
nos servirá tanto para estabelecer comunicação com o CLP quanto com um Panel View. A
primeira coisa é saber em qual porta COM nosso cabo está conectado, para que possamos
verificar no Gerenciador de Dispositivos.

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Executamos o RSLinx e clicamos no ícone do cabo, aqui adicionaremos o driver


que nos interessa de acordo com a interface que vamos utilizar.

Adicionamos o Driver de Dispositivos RS-232 DF1 e atribuímos a ele o nome "DF1"


ou um indicado pelo instrutor.

Ao adicionar o driver, uma janela pop-up será aberta onde você o configurará.
Depois de selecionar a porta COM, selecione o botão Configuração automática,
que procurará automaticamente os parâmetros e os colocará na tela. A confirmação
da configuração automática é exibida com a mensagem "Configuração automática
bem-sucedida".

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No modo dinâmico, o endereço IP é atribuído por um servidor BOOTP ou DHCP, conforme


mostrado acima.

Configurar a comunicação entre o software de edição e o simulador.

Existem programas de software de simulação que permitem aos participantes testar o programa
a ser executado em um CLP. No caso da Rockwell Automation, será usado o RSlogix 500.

Preparação de ambientes RSLinx e RSEmu 500 para simulação e testes dos programas a serem
executados.

No software RSLinx, adicione o driver "SLC-500 (DH 485) Emulator Driver", necessário para a
comunicação entre o software de edição RSLogix 500 e o simulador RSEmu 500. As imagens
mostradas indicam os passos a seguir para realizar esta ação.

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Ao selecionar o driver para o simulador SLC 500, clique em Adicionar novo, digite um nome
"RSEMULATE500" ou um que o instrutor indicar.

O próximo passo é dar um nome e endereço ao host do simulador. Este driver pode trabalhar
com 32 endereços de 0 a 31. Use o endereço do nó 0 como endereço do host para os
laboratórios.

Com isso poderíamos simular e testar os programas a serem executados no CLP

FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.

Protocolos de comunicação industrial.

Comunicações Industriais podem ser definidas como: "Área da tecnologia que estuda a
transmissão de informações entre circuitos e sistemas eletrônicos utilizados para realizar
tarefas de controle e gerenciamento do ciclo de vida de produtos industriais."

Os sistemas de comunicação fornecem a estrutura na qual as estratégias de automação são


baseadas. Eles são mecanismos de troca de dados distribuídos em uma organização industrial,
trocando dados on-line, e nos níveis mais baixos da pirâmide (sensores, atuadores, máquinas,
células de fabricação, etc.), a exigência de tempo real é necessária.

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Processos em tempo real exigem uma limitação determinística máxima de seus tempos de
execução.

Um protocolo de comunicação refere-se às regras necessárias para a interconexão e


transferência de dados entre dispositivos dentro de uma rede industrial.

Essas regras incluem mídia física, codificação de dados, distâncias, velocidades de transmissão,
etc.

Existem protocolos de comunicação fechados que mantêm as informações das regras do


protocolo completamente protegidas de sua marca. Isso foi aplicado no início, mas não houve
bons resultados porque se um dispositivo que manipula um protocolo fechado "A", então era
necessário encontrar um dispositivo com as mesmas características e com o mesmo protocolo
para substituir o defeituoso, forçando a empresa a ter uma dependência do fornecedor.

Outra desvantagem era que se depois fosse necessário integrar diferentes locais da empresa e
ter controle de uma estação para toda a planta, era necessário que os protocolos fossem
interligados, e como ela era fechada, isso não era possível.

Protocolos abertos resolveram muitos desses problemas, e esse conceito é agora o mais
amplamente utilizado porque eles também são altamente funcionais. Isso inclui PROFIBUS,
DEVICENET, HART, FoundationFieldbus e assim por diante.
Para melhor controle das regras aplicadas nos protocolos ISO, criei um sistema de referência
que agrupou essas regras por características, sendo recomendadas 7 camadas.

Modelo OSI desenvolvido pela ISO para conectar sistemas de computação abertos.

Interconexão de Sistemas Abertos (OSI), que é a proposta feita pela Organização Internacional
para Padronização (ISO) para padronizar a interconexão de sistemas abertos.

Este modelo é dividido em sete camadas:

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Camada física.
Ele é responsável pela topologia da rede e pelas conexões globais do computador com a
rede, tanto em termos do meio físico quanto da forma como as informações são transmitidas.

Suas principais funções podem ser resumidas como:


• Defina o meio físico ou mídia através da qual a comunicação irá trafegar: cabo de par
trançado (ou não, como em RS232/EIA232), coaxial, guias de onda, ar, fibra óptica.

• Definir as características dos materiais (componentes mecânicos e conectores) e elétricas


(níveis de tensão) que serão utilizados na transmissão de dados por meio físico.

• Definir as características funcionais da interface (estabelecimento,


manutenção e liberação do link físico).
• Transmitir o fluxo de bits através do meio.
• Manipular sinais elétricos do meio de transmissão, pólos em um plugue, etc.

• Garantir a conexão (mas não a confiabilidade da referida conexão)

Camada de enlace de dados.


Esta camada lida com endereçamento físico, acesso à mídia, detecção de erros, distribuição
ordenada de quadros e controle de fluxo. É um dos aspectos mais importantes a verificar
na hora de conectar dois computadores, pois está entre a camada 1 e 3 como parte essencial
para a criação de seus protocolos básicos (MAC, IP), para regular a forma de conexão entre
computadores determinando assim a passagem de frames (frame = unidade de medida da
informação nesta camada, que nada mais é do que a segmentação dos dados transferindo-
os por meio de pacotes), verificando sua integridade e corrigindo erros, para os quais é
importante manter uma excelente adequação ao meio físico (os mais utilizados são o cabo
UTP, par trançado ou 8 fios), com o meio de rede que redireciona as conexões através de
um roteador. Diante dessas situações, cabe ressaltar que o dispositivo que utiliza a camada
de enlace é o Switch, que é responsável por receber os dados do roteador e enviar cada um
destes para seus respectivos destinatários (servidor -> computador cliente ou algum outro
dispositivo que receba informações como celulares, tablets e diversos dispositivos com
acesso à rede, etc.), diante dessa situação, ele é determinado como o meio que é responsável
pela correção de erros, gerenciamento de quadros, protocolização de dados (as regras que
qualquer camada do modelo OSI deve seguir são chamadas de protocolos).

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Camada de rede.
Ele é responsável por identificar o roteamento existente entre uma ou mais redes.
As unidades de informação são chamadas de pacotes e podem ser classificadas
em protocolos roteáveis e protocolos de roteamento.
• Roteáveis: viajam com os pacotes (IP, IPX, AppleTalk). • Roteamento:
permite selecionar (RIP, IGRP, EIGRP, OSPF, BGP). o rotas

O objetivo da camada de rede é levar dados da origem ao destino, mesmo que os


dois não estejam conectados diretamente. Dispositivos que facilitam essa tarefa
são chamados de roteadores, embora sejam mais comumente conhecidos como
roteadores. Os roteadores operam nessa camada, embora possam atuar como
switches da Camada 2 em certos casos, dependendo da função atribuída a eles.
Os firewalls atuam principalmente nessa camada para excluir endereços de
máquinas.

Neste nível, é realizado o endereçamento lógico e a determinação da rota de


dados até seu destinatário final.

Camada de transporte.
Camada responsável por transportar os dados (contidos dentro do pacote) da
máquina de origem para a máquina de destino, independentemente do tipo de
rede física utilizada. A PDU da Camada 4 é chamada de Segmento ou Datagrama,
dependendo se corresponde ao TCP ou UDP. Seus protocolos são TCP e UDP; o
primeiro orientado à conexão e o outro sem conexão. Eles, portanto, trabalham
com portas lógicas e, juntamente com a camada de rede, formam os chamados
IP:Port Sockets ([Link]:80).

Camada de sessão.
Esta camada é responsável por manter e controlar o link estabelecido entre dois
computadores que estão transmitindo dados de qualquer tipo. Portanto, o serviço
prestado por esta camada é a capacidade de garantir que, dada uma sessão
estabelecida entre duas máquinas, seja possível executar as operações definidas
do início ao fim, retomando-as em caso de interrupção.
Em muitos casos, os serviços da camada de sessão são parcial ou completamente
dispensáveis.

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Camada de apresentação.
O objetivo é gerenciar a representação de informações de modo que, mesmo que
computadores diferentes tenham representações internas diferentes de caracteres, os
dados cheguem em um formato reconhecível.

Esta camada é a primeira a trabalhar mais no conteúdo da comunicação do que na


forma como ela é estabelecida. Ele abrange aspectos como a semântica e a sintaxe dos
dados transmitidos, já que diferentes computadores podem ter maneiras diferentes de
lidar com eles.

Essa camada também permite que os dados sejam criptografados e compactados.


Portanto, pode-se dizer que essa camada atua como um tradutor.

Camada de aplicação.
Artigo principal: Camada de aplicação
Ele fornece aos aplicativos a capacidade de acessar serviços de outras camadas e
define os protocolos que os aplicativos usam para trocar dados, como e-mail (Post
Office Protocol e SMTP), gerenciadores de banco de dados e servidores de arquivos
(FTP) e UDP (DNS e Routing Information Protocol). Existem tantos protocolos quantos
aplicativos diferentes e, como novos aplicativos estão sendo desenvolvidos
continuamente, o número de protocolos continua crescendo.

Vale ressaltar que o usuário normalmente não interage diretamente com o nível do
aplicativo. Ele geralmente interage com programas que, por sua vez, interagem com o
nível do aplicativo, mas oculta a complexidade subjacente.

MÁQUINAS VIRTUAIS.

Na computação, uma máquina virtual é um software que simula um computador e pode


executar programas como se fosse um computador real.
Este software foi originalmente definido como "uma cópia eficiente e isolada de uma
máquina física". O significado atual do termo inclui máquinas virtuais que não têm
equivalência direta com nenhum hardware real.

Uma característica essencial das máquinas virtuais é que os processos que elas
executam são limitados pelos recursos e abstrações fornecidos por elas. Esses
processos não podem escapar deste "computador virtual".

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Um dos usos domésticos mais comuns de máquinas virtuais é executar sistemas operacionais
para "testes". Dessa forma, podemos executar um sistema operacional que queremos testar
(GNU/Linux, por exemplo) a partir do nosso sistema operacional habitual (Mac OS X, por
exemplo), sem precisar instalá-lo diretamente no nosso computador e sem medo de danificar o
sistema operacional principal.

TIPOS DE MÁQUINAS VIRTUAIS.

As máquinas virtuais podem ser classificadas em duas grandes categorias com base em sua
funcionalidade e seu grau de equivalência a uma máquina real.

• Máquinas virtuais do sistema. • Processar máquinas virtuais.

MÁQUINAS DE SISTEMA VIRTUAIS.

Máquinas virtuais de sistema, também chamadas de máquinas virtuais de hardware, permitem


que a máquina física subjacente seja multiplicada em várias máquinas virtuais, cada uma
executando seu próprio sistema operacional. A camada de software que permite a virtualização
é chamada de monitor de máquina virtual ou hipervisor. Um monitor de máquina virtual pode ser
executado diretamente no hardware ou em um sistema operacional host.

APLICAÇÕES DE MÁQUINAS DE SISTEMAS VIRTUAIS. • Vários sistemas

operacionais diferentes podem coexistir no mesmo computador, completamente isolados uns


dos outros, por exemplo, para testar um novo sistema operacional sem precisar instalá-lo
diretamente.
• A máquina virtual pode fornecer uma arquitetura de conjunto de instruções (ISA) que é um
pouco diferente da máquina real. Ou seja, podemos simular hardware.

• Várias máquinas virtuais (cada uma com seu próprio sistema operacional, chamado de sistema
operacional "convidado") podem ser usadas para consolidar servidores. Isso permite que
serviços que normalmente precisam ser executados em computadores diferentes para evitar
interferências sejam executados na mesma máquina em completo isolamento, compartilhando
os recursos de um único computador. A consolidação de servidores geralmente ajuda a
reduzir o custo geral das instalações necessárias para manter os serviços, pois economiza
em hardware.

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• A virtualização é uma excelente opção hoje em dia, já que as máquinas atuais (notebooks,
desktops, servidores) estão na maioria dos casos “subutilizadas” (grande capacidade de
disco rígido, memória RAM, etc.), chegando a um uso entre 30% e 60% de sua capacidade.
Com a virtualização, a necessidade de novas máquinas em uma existente permite economias
consideráveis nos custos associados (energia, manutenção, espaço, etc.).

MÁQUINAS DE PROCESSAMENTO VIRTUAIS.

Uma máquina virtual de processo, às vezes chamada de "máquina virtual de aplicativo", é


executada como um processo normal dentro de um sistema operacional e oferece suporte a um
único processo. A máquina inicia automaticamente quando o processo que você deseja executar
é iniciado e para quando ele termina. Seu objetivo é fornecer um ambiente de execução
independente de hardware e sistema operacional que oculte os detalhes da plataforma
subjacente e permita que um programa seja executado de forma consistente em qualquer
plataforma.

O exemplo mais conhecido desse tipo de máquina virtual hoje é a máquina virtual Java. Outra
máquina virtual bem conhecida é o ambiente Microsoft .Net chamado "Common Language
Runtime".

DESVANTAGENS DAS MÁQUINAS VIRTUAIS.

Uma das desvantagens das máquinas virtuais é que elas adicionam muita complexidade ao
sistema de tempo de execução. Isso tem o efeito de deixar o sistema lento, o que significa que
o programa não será executado na mesma velocidade como se estivesse instalado diretamente
no sistema operacional host ou diretamente na plataforma de hardware. No entanto, a
flexibilidade que eles oferecem muitas vezes compensa essa perda de eficiência.

SISTEMAS DE NUMERAÇÃO.

Como um autômato é um computador, ele armazena informações na forma de condições ligadas


e desligadas (1 ou 0), referindo-se a dígitos binários (bits).

Sistema decimal.
Vários sistemas numéricos são usados em autômatos. Todos os sistemas de

os números têm as mesmas características: dígitos, base, potência. O sistema decimal,


comumente usado na vida cotidiana, tem as seguintes características: Dez dígitos 0, 1, 2, 3, 4,
5, 6, 7, 8, 9
Base 10

Potências 1, 10, 100, 1000, ...

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Sistema binário.

O sistema binário é usado em controladores programáveis. Possui as seguintes características:


Dois dígitos 0, 1 Base 2

Potências de base 2 (1, 2, 4, 8, 16,...)


No sistema binário, os 1s e 0s são organizados em colunas. Cada coluna tem um peso. A primeira
coluna tem um peso binário de 2^0

ÿ Isso é equivalente ao decimal 1. Isso é chamado de bit menos significativo. ÿ O peso


binário é duplicado em cada coluna sucessiva. A coluna seguinte, por
Por exemplo, ele tem um peso de 2^1, que é equivalente ao decimal 2.
ÿ O valor decimal é duplicado em cada coluna sucessiva.

ÿ O número mais à esquerda é chamado de bit mais significativo. No exemplo, o bit mais
significativo tem um peso binário de 2^7, que é equivalente ao decimal 128.

Converter binário.

As etapas a seguir podem ser usadas para interpretar um número decimal a partir de um valor
binário:

1. Pesquise da direita para a esquerda (do menos significativo para o mais significativo)
1s.

2. Escreva a representação decimal de cada coluna que contém 1.


3. Some os valores dessas colunas.

No exemplo a seguir, a quarta e a quinta colunas da direita contêm 1. O valor decimal da quarta
coluna da direita é 8, e o valor decimal da quinta coluna da direita é 16. O equivalente decimal
desse número binário é 24. A soma de todas as colunas ponderadas que contêm 1 é o número
decimal que o autômato armazenou.

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No exemplo a seguir, a quarta e a quinta colunas da direita contêm 1. O valor decimal da quarta
coluna da direita é 8, e o valor decimal da sexta coluna da direita é 32. O equivalente decimal
desse número binário é 40.

Bits, bytes e palavras.


Cada unidade binária de dados é um bit. Cada 8 bits formam 1 byte. 2 bytes ou 16 bits,
formam 1 palavra.

Lógica 0, Lógica 1
Os controladores programáveis só conseguem entender um sinal que esteja Ligado ou
Desligado (presente ou não presente). O sistema binário é um sistema no qual existem apenas
dois números, 1 e 0. O binário 1 indica que um sinal está presente ou que o interruptor está
ligado. O binário 0 indica que o sinal não está presente ou que o interruptor está desligado.

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BCD (Código de Barras).

Códigos BCD (Binary-Coded Decimal) são números decimais em que cada dígito
é representado por um número binário de 4 bits. Um contador de voltas é um
exemplo de dispositivo de entrada de 4 bits. O BCD é comumente usado com
dispositivos de entrada e saída. Os números binários são divididos em grupos de
4 bits, cada grupo representando um decimal equivalente. Um contador de voltas
de 4 dígitos, como o mostrado abaixo, poderia controlar 16 (4 x 4) entradas para o
CLP.

Hexadecimal.
Hexadecimal é outro sistema usado em controladores lógicos programáveis. O
sistema hexadecimal tem as seguintes características:

16 dígitos 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, A, B, C, D, E, F
Base 16
Potências de base 16 (1, 16, 256, 4096...)

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Os dez dígitos do sistema decimal são usados para os dez primeiros dígitos do sistema
hexadecimal. As seis primeiras letras do alfabeto são usadas para os seis dígitos restantes.

A = 10, B = 11, C = 12, D = 13, E = 14, F = 15.

O sistema hexadecimal é usado em controladores lógicos programáveis porque permite que o


estado de um grande número de bits binários seja representado em um espaço pequeno, como
uma tela de computador ou um display de programação. Cada dígito hexadecimal representa o
estado exato de 4 bits binários. Para converter um número decimal em um número hexadecimal,
o número decimal será dividido pela base 16. Por exemplo, para converter o decimal 28 em
hexadecimal:

O decimal 28 dividido por 16 é 1 com resto 12. Doze é equivalente a C em hexadecimal. O


equivalente hexadecimal do decimal 28 será, portanto, 1C.

O valor decimal de um número hexadecimal é obtido multiplicando os dígitos hexadecimais


individualmente pelo peso da base 16 e depois somando os resultados.

Conversão de números.

A tabela a seguir mostra alguns valores numéricos em representação decimal, binária, BCD e
hexadecimal.

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FOLHA EM BRANCO

Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS


1 Criar projeto / arquivo Computadores
2 Configurar hardware Programas
3 Desenvolver programa Cabos de comunicação
4 Baixar programa para PLC 5 CLP
Teste o programa de inicialização direta
6 Programa de reversão de rotação de teste

DENOMINAÇÃO

Programação de CLP para partida direta e reversão de um motor trifásico


HT:T03

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1

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3.1. CRIAR PROJETO/ARQUIVO PARA CONTROLAR A INICIALIZAÇÃO E

PARAR UM MOTOR TRIFÁSICO.

O software que você usará para desenvolver o programa é o TIA Portal v12. Ao
executá-lo, o assistente o guiará pelos primeiros passos. As imagens mostram
como utilizar o ambiente de trabalho.

Selecione criar projeto, digite o nome do projeto como ArranqueDirecto1, no


caminho é indicado o endereço onde o projeto criado será armazenado, digite
alguns dados adicionais como autor e comentários, que são opcionais.

Após criá-lo, uma janela "Introdução" aparecerá, selecione dispositivos e redes.

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Ao iniciar teremos as opções:


Dispositivos e redes (Configurar um dispositivo).
Programação PLC (Escrever programa PLC).
Movimento e Tecnologia (Configurar objetos de tecnologia).
Exibir (Configurar uma imagem HMI).
Visualização do projeto (Abrir visualização do projeto).

Em seguida, adicione o dispositivo: SIMATIC S7-1500 CPU 1511-1PN com código Siemens:
6ES7 511-1AK00-0AB0

O ambiente deve ter a mesma aparência mostrada aqui:

3.2. CONFIGURAR O HARDWARE DO CONTROLADOR USADO PARA A SOLUÇÃO DO PROGRAMA.

Uma vez criado o projeto a ser desenvolvido, o próximo passo é configurar o hardware. Para
fazer isso, arraste os módulos que você conectou ou aqueles necessários para resolver o
problema do catálogo de hardware para o rack.

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Uma vez adicionados os módulos, adicione o PLC a uma sub-rede e atribua-lhe um endereço
IP, necessário para a comunicação, se clicar na porta Ethernet
as propriedades serão abertas para que você possa fazer as alterações necessárias.

Com o que foi desenvolvido, o hardware foi configurado.

3.3. DESENVOLVA UM PROGRAMA PARA CONTROLAR O PROBLEMA


PROPOSTO.

Entre no bloco do programa e clique duas vezes em Main OB1, isso abrirá a janela para editar
o programa que será baixado para o CLP.

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Desenvolver o programa de solução para partida direta de um motor, que é um programa


inicial básico, mas muito útil e utilizado na maioria
avançado.

Por fim, o Segmento do Programa será conforme abaixo, o endereçamento e as tags poderão
variar de acordo com as conexões realizadas e/ou instruções do instrutor.

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3.4. BAIXAR PROGRAMA PREPARADO PARA O CLP.

Para baixar o projeto (Configuração de Hardware e Software), acesse o menu Online e clique
em Estabelecer conexão online, ou use as teclas Ctrl + K. A janela Estabelecer conexão
online será aberta, onde você escolherá o tipo de interface, selecione PN/IE.

Após configurar a conexão, prossiga com a atualização da rede. O software procurará estações
acessíveis com a interface selecionada. Por fim, selecione o CLP conectado para o qual deseja
baixar o programa e selecione Conectar.

Após conectar, vá ao menu Online e clique em Carregar para o dispositivo ou use as teclas
Ctrl + L.

3.5. TESTE O PROGRAMA DE INICIALIZAÇÃO DIRETA.

O programa desenvolvido utiliza 3 botões, 2 para dar partida no motor no sentido horário e
outro para o sentido oposto, e o terceiro botão para parar o motor independente do seu sentido
de rotação.

Para executar a verificação do programa de inicialização direta, é possível fazê-lo editando o


programa inserido e modificando-o com o seguinte:

Além de fazer a conexão adequada de periféricos como botões e contatores, não se esqueça
que para controlar o funcionamento do motor é necessário utilizar contatores, mesmo que as
saídas do CLP sejam do tipo

ENGENHARIA ELÉTRICA 54
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relé, pois a corrente de consumo dos motores faria com que os contatos do relé derretessem
ou até mesmo a placa eletrônica queimasse devido à alta corrente que circula por ela.

3.6. EXPERIMENTE O PROGRAMA DE INVESTIMENTO SPIN.

Conforme mencionado no passo anterior, o sistema de reversão deve ter um botão para controle
de uma direção e outro para reversão. Não se esqueça que será sempre necessário parar o
motor para mudar de direção. Por este motivo, por questões de segurança, um contato
normalmente fechado é conectado em cada direção ao oposto para evitar sua ativação quando
o motor estiver em funcionamento.

Você também deve ter em mente que para inverter a rotação uma vez iniciada, você deve esperar
até que o motor esteja completamente parado, caso contrário, causará vibrações, batidas e
saltos no motor, o que causará danos a ele.

3.7. CRIAR PROJETO EM AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO PLC DE


A MARCA SIEMENS.

Para executar a simulação, você precisará ativar o simulador. Para fazer isso, clique com o
botão direito do mouse no arquivo do projeto e selecione a opção iniciar simulação.

A outra maneira é ir até a aba Online na barra de ferramentas e clicar em Iniciar em Simulação.

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Aceite o aviso que surgiu.

Aparecerá então uma janela na qual você deverá digitar um nome, caminho, autor e
comentário para o projeto de simulação, colocando os mesmos dados do projeto de
edição (opcional).

O simulador pode ser apresentado em duas formas: modo compacto e visualização


de projeto. A imagem mostra as duas vistas:

Você pode alternar entre as visualizações usando o ícone mostrado.

Após o simulador iniciar, baixe o programa para o simulador especificando o


caminho de download nas opções de dispositivo disponíveis:

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Ao carregar, o software irá compilar o programa. Se houver algum erro de endereçamento ou


sintaxe, o resultado será exibido na janela de informações do software e o processo de
download será interrompido. Caso contrário, o download continuará.

Após compilar o programa, a janela de carregamento preliminar será exibida com algumas
opções para selecionar.

Na visualização de carregamento, aparece um aviso informando que os módulos configurados


e os módulos de destino são diferentes. Isso ocorre porque não configuramos o hardware
anteriormente no PLCSIM, então selecionamos APLICAR TUDO.

Você também precisa marcar a caixa de seleção para substituir a configuração. Feito isso, os
avisos serão resolvidos e a configuração será carregada.

Por fim, selecionamos iniciar tudo e iniciar como mostrado na imagem a seguir e o botão
concluir. Com isso finalizamos o carregamento do nosso projeto e iniciamos o PLCSIM.

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A planilha a seguir mostra como a janela de edição do programa e o simulador


devem ficar no final do link.

Para executar a simulação, clique em SIMTable_1 localizado nas tabelas SIM do


software PLCSIM. Isso exibirá uma tabela na qual você deve adicionar o nome
atribuído às tags do programa (por exemplo, Iniciar, Parar, Motor).

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Altere o estado clicando na caixa que aparece na opção bits ou altere o valor na opção Forçar
imediatamente alterando FALSO para VERDADEIRO (ou VERDADEIRO para FALSO)
dependendo da operação que deseja executar.

O programa ficará como mostrado, ativando o motor após ter acionado o botão START do
PLCSIM.

O programa ficará assim, após desativar o botão START, como você pode ver o MOTOR
permanece ativado pelo seu intertravamento.

O programa ficará como na figura após ativar o botão STOP do PLCSIM.

ENGENHARIA ELÉTRICA 59
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

O programa ficará como no início após desabilitar o botão STOP do PLCSIM.

Note que quando a linha é verde e é uma linha contínua, ela indica que a energia está passando
por aqueles pontos, se a linha é segmentada e azul, ela indica que a energia não está passando,
portanto o circuito está aberto naquele ponto.

Exemplo de aplicação: Desenvolver um programa para controlar a abertura e o fechamento de


portas automáticas com CLP.

Descrição do problema:
Existem dois sensores de proximidade, ambos magnéticos, colocados na parte inferior e
superior da porta a ser controlada. Existem também três botões de pressão, um deles é o
"ABRIR", que será utilizado para dar a ordem de abertura das portas, e isso será executado
até que elas estejam completamente abertas.

O botão "FECHAR" será utilizado para dar a ordem de fechamento das portas, que será
executada até que estejam completamente fechadas. Em ambos os casos, os sensores serão
utilizados para interromper o funcionamento do motor que controla o movimento da porta.

ENGENHARIA ELÉTRICA 60
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O terceiro botão serve para que, uma vez dada a ordem de abertura ou fechamento, a porta
possa ser parada, mas isso durará apenas 30 segundos e depois ela será fechada.

Lâmpadas são fornecidas para indicar o status operacional.

O motor será controlado em partida direta e utilizará 2 contatores para controle de rotação para
fechamento e abertura de portas.

Um relé térmico é fornecido para segurança do motor caso a porta fique presa.

Conecte o estágio de potência, que é uma partida direta com reversão de rotação. O gráfico
mostra sua conexão típica.

ENGENHARIA ELÉTRICA 61
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Crie um novo projeto chamado Door Control no ambiente de programação TIA Portal V12.0 de
maneira semelhante à tarefa anterior.

Em seguida, desenvolva a lógica para uma partida reversa, usando os sensores de porta aberta
e fechada para parar o motor em sua respectiva rotação.

Para realizar testes e corrigir as falhas resultantes, você pode usar um software de simulação;
neste exemplo, usaremos o TIA PortalSim.

Crie o circuito em escada para resolver o problema, conforme mostrado na figura a seguir:

Então baixe o simulador e verifique seu funcionamento. Se necessário, modifique o programa


para quaisquer funções adicionais que o instrutor possa indicar.

FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.

Programação de CLP.
O Totally Integrated Automation Portal (TIA Portal) integra vários produtos SIMATIC em um
único aplicativo de software que permitirá aumentar a produtividade e a eficiência do processo.
No Portal TIA, os produtos TIA interagem entre si, oferecendo suporte em todas as áreas
envolvidas na criação de uma solução de automação.

Uma solução de automação típica abrange o seguinte:

ENGENHARIA ELÉTRICA 62
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

• Um controlador que controla o processo com a ajuda do programa.


• Um painel de operação com o qual o processo é gerenciado e visualizado.

Com o TIA Portal, tanto o controle quanto a visualização são configurados em um


único sistema de engenharia. Todos os dados são armazenados em um projeto.
Os componentes de programação (STEP 7) e visualização (WinCC) não são
programas independentes, mas editores de um sistema que acessa um banco de
dados comum. Todos os dados são armazenados em um arquivo de projeto comum.

Uma interface de usuário comum é usada para todas as tarefas, a partir da qual
todas as funções de programação e visualização são acessíveis o tempo todo.

No SIMATIC S7-1200, os módulos de comunicação são inseridos à esquerda da


CPU e os módulos de E/S são inseridos à direita. Pode haver no máximo 3 módulos
de comunicação e 8 módulos de E/S.

A conexão entre o programador de PC e o CLP S7-1200 é feita usando um cabo


UTP categoria 5 com terminais RJ-45.

ENGENHARIA ELÉTRICA 63
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

A memória da CPU S7-1200.

A CPU tem três áreas de memória onde o programa do usuário, os dados e a configuração
são armazenados. Existem três tipos de memória: memória de carga, memória de trabalho e
memória residual.

• Memória de carga: Esta memória é diferente dependendo da CPU escolhida (1211, 1212 e
1214), ela permite que o programa do usuário, dados e configuração sejam armazenados
de forma não volátil. O programa do usuário é primeiro carregado nesta área da CPU.

Por outro lado, esta memória pode ser substituída por um Cartão de
Memória (previamente configurado para este fim) caso este esteja instalado.
Observe que, mesmo que o cartão SD inserido tenha mais memória que a
CPU, o tamanho para trabalhar com ele não pode ser maior que o da própria
CPU.

• Memória de trabalho: esta memória também é diferente dependendo da CPU escolhida


(1211, 1212 e 1214). Ele oferece armazenamento volátil, esta área é perdida se a energia
for desconectada.

Armazena as partes do programa do usuário que são relevantes para a execução do programa,
a CPU copia os elementos do projeto da memória de carga para a memória de trabalho

• Memória retentiva: pode armazenar dados de forma não volátil a partir da memória de
trabalho, o número de dados é limitado. Quando ocorre uma queda de energia ou queda
de tensão, a CPU restaurará esses valores na inicialização. Para que esta função seja
executada, ela deve ser previamente configurada para isso.

Para saber o uso de memória, o projeto atual deve estar online.

No PORTAL TIA isso pode ser feito de várias maneiras, duas das quais são explicadas abaixo:

Entre em “Árvore do projeto>[CPU ou nome]>Online e diagnósticos”:


1. Selecione “Online e Diagnóstico” clicando duas vezes.
2. Expanda a aba “Diagnóstico”.
3. Por fim, selecione “Memória”.

ENGENHARIA ELÉTRICA 64
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Ao chegar na tela a seguir, você carregou algum programa naquela CPU:

Embora isso também possa ser feito de outra maneira, as informações que você verá também
serão mais detalhadas.

Entre em “Árvore do projeto>[CPU ou nome]>informações do programa”:

1. Selecione “informações do programa” clicando duas vezes.


2. Selecione a aba “Carregamento de Memória”.

A "memória de carga" e a "memória de trabalho" da CPU limitam o tamanho do programa do


usuário, dos dados e da configuração.

Estrutura na memória.

A CPU é quem estrutura e endereça as áreas ou zonas da memória, oferecendo opções para
armazenar dados durante a execução do programa.

Quando você começar a pensar em programação, você precisará escolher que tipo de variáveis
você usará, sejam elas entradas “I” e saídas “Q”, flags “M” e dados locais. Ao mesmo tempo,
como você vai estruturá-lo, se você precisa ou não de um ou mais

ENGENHARIA ELÉTRICA 65
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

funções…No entanto, isso geralmente dependerá de como você estrutura o


programa e das funções necessárias. As instruções do programa são inseridas
em blocos lógicos, chamados de “blocos de organização OB”, “blocos de função
FB” e “funções FC”, uma maneira rápida de estruturar o programa total poderia
ser a seguinte:

A CPU organiza blocos de memória, como:

• OBs: definem a estrutura do programa principal, nomeando OB1 como


'principal'. Existem OBs com funções predefinidas, embora também possam
ser criados com funções específicas.

Ao abrir a aba “Program Blocks” na “Project Tree”, clicar duas vezes em “Add
New Block” e selecionar “Program Block”, você verá estruturas predefinidas.

• FBs e FCs: Contêm código de programa específico para executar uma função.
Eles podem ter parâmetros de entrada e saída, compartilhando dados com um
bloco que os chama. A diferença entre um FB e um FC é que um FB tem
associado ou usa um bloco de dados 'DB' (chamado de 'DB de instância') que
armazenará valores ou estados que podem ser usados por outros blocos de
programa. Os números variam de 1 a 65535.

ENGENHARIA ELÉTRICA 66
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

• BDs: sua função é armazenar dados que podem ser utilizados por outros, os
números variam de 1 a 65535. Eles podem ser definidos de forma que todos os
blocos os acessem, os quais são chamados de BDs globais, ou ao contrário,
podem ser atribuídos apenas a um FB, os quais são chamados de BDs de
instância. Os dados armazenados neste bloco de dados não são excluídos
quando o bloco lógico associado é executado.

Se você não tiver certeza de quem é o proprietário de um bloco específico ou se ele está associado
ao Facebook, será necessário consultar "Atributos". Para fazer isso, faça o seguinte:

1. Clique com o botão direito do mouse no bloco de dúvida, por exemplo DB1.
2. Selecione 'Propriedades'.
3. Visualize 'Atributos'.

Se selecionado, ele pertence a uma instância de banco de dados, associada a um


FB. Pelo contrário, se não fosse, seria um BD global.

Endereçamento digital:

• Os endereços de entrada e saída começam com o endereço 0 para o primeiro


módulo no rack. • Cada
módulo recebe 4 bytes (seja usado ou não). • Para fazer
extensões de entrada e saída em outro rack, você deve colocar
um módulo IM para comunicar ambos os racks.

ENGENHARIA ELÉTRICA 67
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Endereçamento analógico: •
Os endereços analógicos para entradas e saídas começam com o endereço
256 no rack 0, esses endereços dependem do tipo de CPU. •
Cada módulo analógico recebe 16 bytes (seja usado ou não). •
Cada entrada analógica ocupa 2 bytes.

Tipos de dados.
Os tipos de dados são usados para determinar o tamanho de um item de dados
e como os dados devem ser interpretados. Cada parâmetro de instrução suporta
pelo menos um tipo de dado. Alguns parâmetros suportam vários tipos de
dados. Coloque o cursor sobre o campo de parâmetro de uma instrução para
ver quais tipos de dados o parâmetro suporta.

Um parâmetro formal é o identificador em uma instrução que indica a localização


dos dados a serem usados (exemplo: a entrada IN1 de uma instrução ADD). Um
parâmetro atual é o local de memória (precedido pelo caractere "%") ou
constante que contém os dados a serem usados pela instrução (exemplo:
%MD400 "Número_de_widgets"). O tipo de dados do parâmetro definido pelo
usuário atual deve corresponder a um dos tipos de dados suportados pelo
parâmetro formal especificado pela instrução.

Ao definir um parâmetro atual, é necessário especificar uma variável


(endereçamento simbólico) ou um endereço absoluto (endereçamento direto). As variáveis

ENGENHARIA ELÉTRICA 68
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Eles associam um nome simbólico (nome de variável) a um tipo de dado, área de


memória, deslocamento e comentário.

Eles podem ser criados no editor de variáveis do PLC ou na interface do bloco


(OB, FC, FB e DB). Se você inserir um endereço absoluto que não tenha uma
variável associada, deverá usar um tamanho apropriado que corresponda ao tipo
de dados suportado. Ao entrar, uma variável padrão será criada.

Todos os tipos de dados, exceto String, estão disponíveis no editor de variáveis


do PLC e na interface do bloco. String só está disponível na interface de bloco.
Também é possível inserir um valor constante para vários parâmetros de entrada.

• Bit e sequências de bits: Bool (valor booleano ou bit), Byte (valor de byte de 8
bits), Word (valor de 16 bits), DWord (valor de 32 bits, palavra dupla).

• Todo:
- USInt (inteiro de 8 bits sem sinal), SInt (inteiro de 8 bits com sinal).
- UInt (inteiro sem sinal de 16 bits), Int (inteiro com sinal de 16 bits).
- UDInt (inteiro sem sinal de 32 bits), DInt (inteiro com sinal de 32 bits).

• Ponto flutuante real: Real (valor real ou de ponto flutuante de 32 bits), LReal
(valor real ou de ponto flutuante de 64 bits).

• Data e hora: Hora (valor de tempo IEC de 32 bits), Data (valor de data de 16 bits),
TOD (valor de tempo de 32 bits), DT (valor de data e hora de 64 bits).

• Caractere e String: Char (caractere único de 8 bits), String (string de


comprimento variável de até 254 caracteres).

• Matriz.
Embora não estejam disponíveis como tipos de dados, as instruções de conversão
suportam o seguinte formato numérico BCD.

Tipos de dados Bool, Byte, Word e DWord.

ENGENHARIA ELÉTRICA 69
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Tipo de Cachorro. Tipo de Exemplos de Exemplos de


Intervalo numérico
dados pedaços número constante de endereços
Booleano FALSO ou VERDADEIRO VERDADEIRO, I1.0
Binário 0 ou 1 1. 0, 2#0 Q0.1
Bool 1 Octal 8#0 ou 8#1 8#1 M50.7

DB1, DBX2.3
Hexadecimal. 16#0 ou 16#1 16#1
Nome_da_variável
Binário 2#0 a 2#11111111 2#00001111
IB2
Todo
0 a 255 15 MB10
Byte 8 s/sinal
DB1, DBB4
Octal 8#0 a 8#377 8#17
Nome_da_variável
Hexadecimal. B#16#0 a B#16#FF Si#16#Fá,16#Fá
2#0 para 2#11110000111
Binário
2#1111111111111111 10000
Todo MW10
0 a 65535 61680
Palavra 16 s/sinal DB1, DBW2
Octal 8#0 a 8#177777 8#170360 Nome_da_variável
W#16#F0F0,
Hexadecimal. W#16#0 a W#16#FFFF
16#F0F0
2#0 para

2#11110000111
Binário 2#11111111111111111
1111100001111 MD10
111111111111111
Palavra D 32 DB1, DBD8
Todo
0 a 42994967295 15793935 Nome_da_variável
s/sinal
Octal 8#0 a 8#37777777777 8#74177417

Tipos de dados inteiros.


Tipos de dados inteiros (U = sem sinal, S = simples, D = duplo)

Tipo de Tamanho Exemplo de


Intervalo numérico Endereço de exemplo
dados em pedaços constante
EUAInt 8 0 a 255 78, 2#01001110 MB0, DB1, DBB4,
Sint 8 -128 a 127 +50, 16#50 Nome_da_variável
UInt 16 0 a 65535 65285, 0 MW2, DB1, DBW2,
Inteiro 16 -32768 a 32767 30000, +30000 Nome_da_variável
UDInt 32 0 a 4294967295 4042322160
MD6,DB1,DBD8,
-2147483648 para

Força 32 -2131754992 Nome_da_variável


2147483647

Tipos de dados de ponto flutuante.

Números reais (ou de ponto flutuante) são representados como números de


precisão simples de 32 bits (Real) ou de precisão dupla de 64 bits (LReal) de
acordo com ANSI/IEEE 7541985. Números de ponto flutuante de precisão simples

ENGENHARIA ELÉTRICA 70
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Eles têm uma precisão de até 6 dígitos significativos, enquanto os de precisão


dupla têm uma precisão de até 15 dígitos significativos. Ao inserir uma
constante de ponto flutuante, um máximo de 6 (Real) ou 15 (LReal) dígitos
significativos podem ser especificados para manter a precisão.

Tipos de dados reais de ponto flutuante (L=long).

Tipo
Tamanho Exemplo de
de Intervalo numérico Exemplo de endereço
em bits de contraste
dados
-3402823e+38 um
-1175495e-38, 123456, - MD100, DB1, DBD8,
Real 32
+1175495e-38 para 3.4,1.0e-5 Nome_da_variável.
+3402823e+38
-

17976931348623158e+ Nome_BD.nome_var
308 um Regras:
-22250738585072014e- 12345, • Não suportado ele

LReal 64 308, 123456789e40, endereçamento direto.


+2250738585072014e- 1,2e+40 • Pode ser mapeado em uma
308 para
tabela de interface OB,
17976931348623158e+ FB ou FC.
308

Acesse uma "fatia" de um tipo de dado variável.

Variáveis de PLC e bloco de dados podem ser acessadas no nível de bit, byte
ou palavra, dependendo do seu tamanho. A sintaxe para acessar um segmento
de dados deste tipo é mostrada abaixo:

• "<nome da variável PLC>".xn (acesso de bits). •


"<nome da variável PLC>".bn (acesso por byte). •
"<nome da variável PLC>".wn (acesso de palavra). •
"<nome do bloco de dados>".<nome da variável>.xn (acesso de bits). •
"<nome do bloco de dados>".<nome da variável>.bn (acesso por byte). •
"<nome do bloco de dados>".<nome da variável>.wn (acesso a
palavra).
Uma variável de tamanho de palavra dupla é acessada por meio dos bits 0 - 31,
bytes 0 - 3 ou palavra 0 - 1. Uma variável de tamanho de palavra é acessada por
meio dos bits 0 - 15, bytes 0 - 2 ou palavra 0. Uma variável de tamanho de byte
é acessada por meio dos bits 0 - 8 ou byte 0. O bit, byte e

ENGENHARIA ELÉTRICA 71
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Palavras podem ser usadas sempre que bits, bytes e palavras forem pretendidos como
operandos.

Exemplos.
Na tabela de variáveis do PLC, "DW" é uma variável declarada como tipo DWORD.
Os exemplos mostram o acesso ao segmento de bits, bytes e palavras:

Partida direta de um motor trifásico.


A partida de um motor assíncrono consiste em colocá-lo em funcionamento quando ele estiver
conectado à rede.

Início direto.
É aquela que ocorre quando alimentamos o motor diretamente com sua tensão nominal.

Este tipo de partida é utilizado para motores de pequena potência, 4 ou 5 CV, quando
alimentados diretamente pela rede elétrica; Neste caso, a regulamentação da Companhia
Fornecedora estabelece, portanto, o valor limite da potência.

A partida direta também é usada em motores de alta potência (300 ou 400 HP) quando são
alimentados por um transformador específico. Motores com

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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Os motores de partida direta absorvem um grande pico de corrente, na faixa de 4,5 a 7 vezes a
intensidade nominal, e isso produz um torque de partida na faixa de 1,5 a 2 vezes o torque
nominal, o que permite que esses motores sejam iniciados em plena carga.

A partida direta será realizada em estrela ou triângulo, dependendo dos valores da tensão da
rede e das tensões nominais do motor em cada tipo de ligação, dados que estão sempre
indicados na placa de identificação do motor (a maior tensão corresponde à ligação estrela e a
menor à ligação triângulo).

O diagrama a seguir mostra o circuito de potência e controle para partida direta em um motor
trifásico.

Invertendo a rotação de um motor trifásico.


Para inverter a rotação do motor, a rotação do campo magnético criado pelo estator deve ser
invertida; Dessa forma, o rotor tenderá a segui-lo e girar na direção oposta. Para isso, basta
inverter quaisquer duas fases da linha trifásica que alimenta o motor, o que na prática é feito
com dois contatores de ligação à rede.

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O gráfico a seguir mostra como deve ser feita a conexão à rede para inverter a rotação do
motor, em uma partida direta.

Aviso de segurança: Os
contatores não devem ser fechados simultaneamente, pois isso causaria um curto-circuito
entre as fases trocadas (V e W se a conexão for feita conforme mostrado na figura acima). O
controle de automação deve antecipar esta situação "bloqueando" ambos os contatores.

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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS


1 Desenvolver um programa para o controle sequencial de Computadores
motores trifásicos Programas
2 Simular programa no PC Cabos de comunicação
3 Baixar programa para PLC CLP
4 Programa de teste

DENOMINAÇÃO

Programação de CLP para controle sequencial de motores trifásicos


HT:T04

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1

ENGENHARIA ELÉTRICA 75
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4.1. DESENVOLVER UM PROGRAMA PARA O COMANDO SEQUENCIAL DE


MOTORES TRIFÁSICOS.

Faça um circuito de partida sequencial para 3 motores que atenda às


seguintes condições:

Os motores são do tipo estrela-triângulo e são considerados de 10 seg.


Para mudar para a conexão triangular.

Pressionar o botão de partida ativa o 1º motor. O segundo motor é ativado


após 50 segundos. O terceiro motor é ativado 12 segundos após
ativar o segundo.

Pressionar o botão de parada para todos os três motores ao mesmo tempo.

Solução com controlador Allen Bradley SLC 500.

Crie um projeto em um ambiente RSLogix 500, escolhendo o 1747 L552C como


controlador, adicionando o módulo de entrada discreta 1746 IB16 e o módulo de saída
discreta 1746 OW16. As imagens mostram como fazer isso.

ENGENHARIA ELÉTRICA 76
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

ENGENHARIA ELÉTRICA 77
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

4.2. SIMULAR PROGRAMA NO PC.

Para simular o programa criado, é necessário utilizar o software de simulação RSEmu 500 e
utilizar um processador que possa ser simulado (dependendo da versão do software, apenas
alguns processadores podem ser simulados).

Clique em Arquivo e depois em Salvar como, e selecione a extensão *.ACH como o tipo de
arquivo, que é o arquivo que será aberto no RSEmu 500.

No software RSEmu 500, abra o arquivo salvo.


Este software permite que você teste e depure todos os programas de lógica ladder antes do
comissionamento e inicialização. É um software baseado no Microsoft Windows que emula
um ou mais processadores SLC 500 ou Micrologix.

ENGENHARIA ELÉTRICA 78
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Ao carregar o arquivo salvo será aberta a seguinte janela, o único campo a ser preenchido é o
correspondente ao número da estação, no exemplo é mostrada a estação 4. É possível inserir
nós que variam de 1 a 31, tenha cuidado ao colocar um nó já inserido

4.3. BAIXAR PROGRAMA PARA PLC.

Para fazer o download para o controlador de laboratório, você deve especificar o novo caminho
de download no RSLogix 500, dependendo do driver utilizado, e fazer o download na caixa
online do mesmo software.

4.4. PROGRAMA DE TESTE.

Realizar a verificação da solução do problema, simulando os dispositivos necessários para


executar o projeto com os botões, lâmpadas e contatores.

Solução com controlador S7 1200 da SIEMENS.

Para tornar a solução diferente do problema anterior, serão utilizados comparadores e você
notará que a solução é mais simples.

Crie um projeto no ambiente de programação do Portal TIA e insira um programa de solução.


Ao inserir um cronômetro, você pode editar um nome e atribuir um bloco de dados. Por padrão,
o sistema atribuirá um número gratuito.

ENGENHARIA ELÉTRICA 79
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

No desenvolvimento do programa, a primeira linha é semelhante ao programa anterior, no


segmento 2 o timer inicializa sua contagem após o sinalizador ENABLE ser ativado.

Os segmentos 3, 4 e 5 têm a lógica de acionar os motores em seus respectivos instantes de tempo,


utilizando comparadores para essa finalidade.

ENGENHARIA ELÉTRICA 80
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ENGENHARIA ELÉTRICA 81
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FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.


Classificação de instruções dependendo do tipo de dados a serem manipulados.

No ambiente de programação da Rockwell Automation, existem grupos de


instruções que variam de acordo com o tipo de dado a ser processado. Cada uma
dessas instruções tem um nome e uma finalidade, que são descritos abaixo para
melhor utilização na sua programação.

INSTRUÇÕES BIT.

Estas instruções são usadas em condições onde botões de pressão, seletores,


lâmpadas, relés, contatores, sensores de proximidade, alarmes, interruptores, etc.
estão envolvidos.

A tabela mostra os nomes das instruções e sua finalidade. Os nomes podem variar
dependendo da marca que está sendo programada, mas o propósito é
essencialmente o mesmo.

INSTRUÇÕES DO TEMPORIZADOR E CONTADOR.

Essas instruções ajudam a executar tarefas mais complexas, como cronometragem


para inícios sequenciais, contagem de garrafas, temporizadores para registrar o
tempo de uma determinada etapa do processo, etc.

A tabela abaixo mostra os nomes dessas instruções e sua finalidade na


programação.

ENGENHARIA ELÉTRICA 82
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Essas instruções, quando usadas em programas ladder, representam circuitos lógicos fixos
usados para controlar uma máquina ou equipamento.

As instruções básicas são divididas em três grupos: bit, temporizador e contador.

Arquivos de dados de entrada e saída (arquivos O:0 e I:1).

Elas representam entradas e saídas externas. Os bits no arquivo 1 são usados para representar
entradas externas. Na maioria dos casos, uma única palavra de 16 bits nesses arquivos
corresponderá a um local de slot no seu controlador, com os números de bits correspondendo
aos números dos terminais de entrada ou saída. Os pedaços não utilizados da palavra não estão
disponíveis para
seu uso.

A tabela abaixo explica o formato de endereçamento para saídas e entradas. Observe que o
formato específico é e como o número do slot e s como o número da palavra. Ao trabalhar com
instruções de arquivo, consulte o item como ele é (slot e palavra) em conjunto.

ENGENHARIA ELÉTRICA 83
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Exemplo de endereçamento de bits:

O:3/15 Saída 15, slot 3


O:5/0 Saída 0, slot 5
O:10/11 Saída 11, slot 10
Eu:7/8 Entrada 8, slot 7
Eu:2.1/3 Entrada 3, slot 2, palavra 1

Exemplo de endereçamento de palavras:

O:5 Palavra de saída 0, slot 5


O:5.1 Palavra de saída 1, slot 5
Eu:8 Palavra de entrada, slot 8

Padrões: Seu dispositivo de programação exibirá um endereço de uma maneira


mais formal. Por exemplo, quando você atribui o endereço
O:5/0, o dispositivo de programação exibirá como O:5.0/0 (arquivo de saída, slot
5, palavra 0, terminal 0).

Arquivo de status (arquivo S2).


Você não pode adicionar ou remover itens do arquivo de estado. Você pode
endereçar vários bits e palavras da seguinte maneira:

ENGENHARIA ELÉTRICA 84
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Arquivo de dados de bits (B3:).


O arquivo 3 é o arquivo de bits, usado principalmente para instruções de bits (lógica
de relé), registradores de deslocamento e sequenciadores. O tamanho máximo do
arquivo é de 256 elementos de 1 palavra, um total de 4096 bits.
Você pode endereçar bits especificando o número do elemento (0 a 255) e o número
do bit (0 a 15) dentro do elemento. Você também pode endereçar os bits numerando-
os sequencialmente, de 0 a 4095.

ENGENHARIA ELÉTRICA 85
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Verifique se está fechado (XIC).


Use a instrução XIC no seu programa ladder para determinar se um bit está ativado. Quando a
instrução é executada, se o endereço do bit for definido como (1), a instrução será avaliada
como verdadeira. Quando a instrução é

executa, se o bit endereçado estiver desligado (0), então a instrução é avaliada como falsa.

Exemplos de dispositivos que são ligados ou desligados incluem:

ÿ Um botão de pressão conectado a uma entrada (endereçado como I:0/4). ÿ Uma


saída conectada a uma luz piloto (endereçada como O:0/2). ÿ Um temporizador
que controla uma luz (endereçado como T4:3/DN).

Verifique se está aberto (XIO).


Use uma instrução XIO no seu programa ladder para determinar se um bit está errado. Quando
a instrução é executada, se o bit endereçado estiver limpo (0), a instrução será avaliada como
verdadeira. Quando o
a instrução é executada, se o bit endereçado for definido como (1), então a instrução é avaliada
como falsa.

Exemplos de dispositivos que são ligados ou desligados incluem:

ÿ Sobrecarga do motor normalmente fechado (NC) conectado a uma entrada


(I:O/10).
ÿ Uma saída conectada a uma luz piloto (endereçada como O:0/4). ÿ Um
temporizador que controla uma luz (endereçado como T4:3/DN).

Ative a saída (OTE).


Use uma instrução OTE no seu programa ladder para definir/limpar um bit quando as condições
da linha forem avaliadas como verdadeiras/falsas, respectivamente.

ENGENHARIA ELÉTRICA 86
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Um exemplo de um dispositivo que liga e desliga é uma saída conectada a uma luz piloto (endereçada
como O:0/4).

As instruções OTE são redefinidas quando:

ÿ Entra ou retorna ao modo REM Run ou REM Test ou quando a energia é restaurada.

ÿ O OTE é programado dentro de uma zona de restauração de controle


professor.

ÿ (MCR) inativo ou falso.

Intertravamento de saída (OTL) e desbloqueio de saída (OTU).


OTL e OTU são instruções de saída retentivas. O OTL só pode ativar um bit, enquanto o OTU só pode
desativar um bit. Essas instruções geralmente são usadas em pares, com ambas as instruções
endereçando o mesmo bit.

Seu programa pode examinar um bit do controlador por meio de instruções OTL e OTU quantas vezes
forem necessárias.

Em condições de erro irrecuperáveis, as saídas físicas são desabilitadas.

Depois que as condições de erro são corrigidas, o controlador retoma a operação usando o valor da
tabela de dados da operação.

Como usar OTL.

Quando você atribui um endereço à instrução OTL que corresponde ao endereço de uma saída física,
o dispositivo de saída conectado a este terminal de parafuso é ativado quando o bit é definido (ativado
ou habilitado).

Quando as condições da linha se tornam falsas (depois de serem verdadeiras), o bit permanece
definido e o dispositivo de saída correspondente permanece ativado.

Uma vez habilitada, a instrução latch informa ao controlador para ligar o bit endereçado. A partir
desse ponto, o bit permanece ativado, independentemente da condição do degrau, até que o bit seja
desativado (normalmente por uma instrução OTU em outro degrau).

ENGENHARIA ELÉTRICA 87
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Como usar o OTU.

Quando você atribui um endereço à instrução OTU que corresponde ao endereço de uma saída
física, o dispositivo de saída conectado a este terminal de parafuso é desabilitado quando o bit
é limpo (desligado ou desabilitado).

A instrução unlatch informa ao controlador para limpar o bit endereçado. A partir desse ponto,
o bit permanece desativado, independentemente da condição do degrau, até ser ativado
(normalmente por uma instrução OTL em outro degrau).

Um Tiro em Ascensão (OSR). A instrução OSR é uma instrução de entrada retentiva que aciona
um evento único. Use a instrução OSR quando um evento deve começar com base na mudança
do estado da linha de falso para verdadeiro.

Quando as condições de linha que precedem a instrução OSR vão de falsas para verdadeiras, a
instrução OSR será verdadeira para uma varredura.
Após a conclusão de uma varredura, a instrução OSR se torna falsa, mesmo que as condições
da linha anterior permaneçam verdadeiras. A instrução OSR somente se tornará verdadeira se
as condições da linha anterior fizerem uma transição de falso para verdadeiro.

O controlador permite que você use uma instrução OSR para cada saída em uma linha.

Como inserir parâmetros.


O endereço atribuído à instrução OSR não é o endereço ONE–SHOT mencionado pelo seu
programa, nem indica o status da instrução OSR. Este endereço permite que a instrução OSR
se lembre de seu estado de degrau anterior.

Use um endereço de bit do arquivo de dados de bits ou inteiros. O pedaço

endereçado é definido (1) para uma varredura quando as condições de linha que precedem a
instrução OSR são verdadeiras (mesmo se a instrução OSR for falsa); O bit é redefinido (0)
quando as condições de linha anteriores da instrução OSR se tornam falsas.

Observação: o endereço de bit usado para esta instrução deve ser exclusivo. Não o utilize em
nenhum outro lugar do programa.

ENGENHARIA ELÉTRICA 88
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Não use um endereço de entrada ou saída para programar o parâmetro de endereço da


instrução OSR.

Exemplos.
As linhas a seguir ilustram o uso de instruções OSR. As primeiras quatro linhas se aplicam
aos processadores SLC 500 e SLC 5/01. A quinta linha cobre o ramo de saída e se aplica aos
processadores SLC 5/02,
Controladores SLC 5/03 e SLC 5/04 e MicroLogix 1000.

Quando a instrução de entrada passa de falso para verdadeiro, a instrução OSR condiciona a
linha para que a saída se torne verdadeira para uma varredura de programa. A saída se torna
falsa e permanece falsa nas varreduras subsequentes até que a entrada faça outra transição
de falso para verdadeiro.

Neste caso, o valor acumulado de um temporizador é convertido para BCD e movido para uma
palavra de saída onde um display LED é conectado.
Quando o cronômetro está funcionando, o valor acumulado muda rapidamente. Este valor pode
ser congelado e exibido para cada transição de falso para verdadeiro da condição de entrada
da linha.

Usando uma instrução OSR em uma ramificação (processadores SLC 500 e SLC 5/01).

Na linha acima, a instrução OSR não é permitida dentro de uma ramificação.

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Neste caso, a instrução OSR não está no ramo, portanto, a linha é válida.

Os processadores SLC 500 e SLC 5/01 permitem que você use uma instrução OSR por degrau.

Os processadores SLC 5/02, SLC 5/03 e SLC 5/04 e os controladores MicroLogix 1000 permitem
que você use uma instrução OSR para cada saída em uma linha.

Arquivos de dados de temporizador e contador (T4: e C5:).

Cada endereço de temporizador consiste em um elemento de 3 palavras.


A palavra 0 é a palavra de controle, a palavra 1 armazena o valor predefinido e a palavra 2
armazena o valor acumulado.

Endereçar bits e palavras usando o formato Tf:es/b

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Abordando exemplos.

• Bit de habilitação T4:0/15 ou T4:0/EN. • Bit de

temporização do temporizador T4:0/14 ou T4:0/TT. • T4:0/13 ou T4:0/


DN Bit concluído.

• T4:0.1 ou T4:[Link] Valor predefinido do temporizador. • T4:0.2 ou


T4:[Link] Valor acumulado do temporizador. • T4:0.1/0 ou T4:[Link]/
0 Bit 0 do valor predefinido. • T4:0.2/0 ou T4:[Link]/0 Bit 0 do valor
acumulado.

Elementos do arquivo de dados do contador.

Cada endereço de contador consiste em um elemento de arquivo de dados de 3 palavras.

A palavra 0 é a palavra de controle e contém os bits de status da instrução.


A palavra 1 é o valor pré-selecionado.
A palavra 2 é o valor acumulado.

A palavra de controle para instruções de contador inclui seis bits de status, como segue:

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Estrutura de endereçamento.

Atribuir endereços de contador usando o formato Cf:es/b

Exemplos: •
C5:0/15 ou C5:0/CU Bit de habilitação de contagem crescente. • C5:0/14
ou C5:0/CD Bit de ativação de contagem regressiva. • C5:0/13 ou C5:0/
DN Bit concluído.
• Bit de estouro C5:0/12 ou C5:0/OV.
• Bit de underflow C5:0/11 ou C5:0/UN. •

C5:0/10 ou C5:0/UA Bit de atualização de valor acumulado (HSC no


somente controlador fixo). •
C5:0.1 ou C5:0PRE Valor do contador predefinido. • C5:0.2 ou
C5:[Link] Valor acumulado do contador.

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• C5:0.1/0 ou C5:[Link]/0 Bit de valor predefinido. • C5:0.2/0 ou


C5:[Link]/0 Bit 0 do valor acumulado

Como funcionam os contadores?


A figura a seguir mostra como funciona um contador. O valor do contador deve permanecer
dentro do intervalo de ±32768 a +32767. Se o valor da contagem exceder +32767 ou cair abaixo
de ±32768, um bit de estouro (OV) ou subfluxo (UN) de status do contador será definido.

Um contador pode ser zerado usando a instrução de reinicialização (RES).

Contagem regressiva progressiva da CTU.

O CTU é uma instrução que conta transições de linha de falso para verdadeiro. As transições de
linha podem ser acionadas por eventos que ocorrem no programa (de lógica interna ou
dispositivos de campo externos), como peças passando por um detector ou ativando um
interruptor de limite.

Quando as condições de degrau para uma instrução CTU mudam de falso para verdadeiro, o
valor acumulado é incrementado em um, desde que o degrau que contém a instrução CTU seja
avaliado entre essas transições.

A capacidade do contador de detectar transições de falso para verdadeiro depende da velocidade


(frequência) do sinal de entrada.

O valor acumulado é retido quando as condições da linha se tornam falsas novamente. A


contagem acumulada é mantida até ser zerada por

ENGENHARIA ELÉTRICA 93
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uma instrução de reinicialização (RES) que tem o mesmo endereço do contador.

Usando bits de status

O valor acumulado é retido depois que a instrução CTU se torna falsa ou quando a energia é
removida e restaurada ao controlador.

Além disso, o estado ligado ou desligado dos bits do contador concluído, de estouro e de
subestouro é retentivo. O valor acumulado e os bits de controle são redefinidos quando a
instrução RES correta é habilitada. Os bits CU são sempre definidos antes de entrar nos modos
REM Run ou REM Test.

Contagem regressiva para CTD.

O CTD é uma instrução que conta transições de linha de falso para verdadeiro. Transições de
linha podem ser causadas por eventos que ocorrem no programa, como peças passando por um
detector ou um interruptor de limite sendo acionado.

Quando as condições de degrau para uma instrução CTD fizeram uma transição de falso para
verdadeiro, o valor acumulado é decrementado em uma contagem, desde que o degrau que
contém a instrução CTD seja avaliado entre essas transições.

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As contagens acumuladas são retidas quando as condições da linha se tornam falsas


novamente. A contagem acumulada é mantida até ser zerada por uma instrução de
reinicialização (RES) com o mesmo endereço do contador de reinicialização.

Usando bits de status:

O valor acumulado é retido depois que a instrução CTD se torna falsa ou quando a energia do
controlador é removida e restaurada.

Além disso, o estado ligado ou desligado dos bits do contador executados,


transbordamento e subfluxo são retentivos. O valor acumulado e os bits de controle são
redefinidos quando a instrução RES correta é habilitada. Os bits de CD são sempre definidos
antes de entrar nos modos REM Run ou REM Test.

RESTAURAÇÃO (RES).

Use uma instrução RES para zerar um temporizador ou contador. Quando a instrução RES é
habilitada, ela redefine as instruções de atraso de ativação (TON), temporizador retentivo
(RTO), contagem crescente (CTU) ou contagem regressiva (CTD) com o mesmo endereço da
instrução RES.

Ao redefinir um contador, se a instrução RES estiver habilitada e a linha do contador estiver


habilitada, o bit CU ou CD será limpo.

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Se o valor predefinido do contador for negativo, a instrução RES define o valor acumulado
como zero. Isso, por sua vez, faz com que o bit concluído seja definido por uma instrução
de contagem regressiva ou crescente.

Instruções de comparação.
Instruções de comparação são usadas para testar pares de valores para estabelecer
condições para a continuidade lógica de uma linha. Por exemplo, digamos que uma
instrução LES é apresentada com dois valores. Se o primeiro valor for menor que o
segundo, a afirmação de comparação é verdadeira.

Mesma EQU.
Use a instrução EQU para testar se dois valores são
iguais. Se a fonte A e a fonte B forem iguais, a afirmação
é logicamente verdadeira. Se esses valores não forem
iguais, a instrução é logicamente falsa.

A fonte A deve ser um endereço. A fonte B pode ser uma constante de programa ou um
endereço. Os números inteiros negativos são armazenados na forma de complemento de
dois.

Não é igual ao NEQ.


Use a instrução NEQ para testar se dois valores não são
iguais. Se a fonte A e a fonte B não forem iguais, a
afirmação é logicamente verdadeira. Se os dois valores
forem iguais, a instrução é

ENGENHARIA ELÉTRICA 96
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logicamente falso.

A fonte A deve ser um endereço. A fonte B pode ser uma constante de


programa ou um endereço. Os números inteiros negativos são armazenados
na forma de complemento de dois.

Menor que (LES).


Use a instrução LES para testar se um valor (fonte
A) é menor que outro (fonte B). Se a fonte A for
menor que o valor da fonte B, a afirmação é
logicamente verdadeira. Se o valor na fonte A for
maior ou igual ao valor na fonte B, a instrução é
logicamente falsa.

A fonte A deve ser um endereço. A fonte B pode ser uma constante de


programa ou um endereço. Os inteiros negativos são armazenados no formato
complemento de dois.

Maior que (GRT).


Use a instrução GRT para testar se um valor
(fonte A) é maior que outro (fonte B). Se a
fonte A for maior que o valor na fonte B, a
instrução é logicamente verdadeira. Se o valor
na fonte A for menor ou igual ao valor na fonte
B, a instrução é logicamente falsa.

A fonte A deve ser um endereço. A fonte B pode ser uma constante de


programa ou um endereço. Os inteiros negativos são armazenados no formato
complemento de dois.

Menor ou igual a (LEQ).


Use a instrução LEQ para testar se um valor
(fonte A) é menor ou igual a outro (fonte B). Se
a fonte A for menor ou igual ao valor da fonte
B, a afirmação é logicamente verdadeira.
Se o valor na fonte A for maior que o valor na
fonte B, a instrução é logicamente falsa.
A fonte A deve ser um endereço. A fonte B pode ser uma constante de
programa ou um endereço. Os números inteiros negativos são armazenados
na forma de complemento de dois.

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Maior ou igual a (GEQ).


Use a instrução GEQ para testar se um valor (fonte A)
é maior ou igual a outro (fonte B).
Se a fonte A for maior ou igual ao valor na fonte B, a
instrução é logicamente verdadeira. Se o valor na fonte
A for menor

que o valor na fonte B, a instrução é logicamente falsa.

A fonte A deve ser um endereço. A fonte B pode ser uma constante de programa ou um
endereço. Os números inteiros negativos são armazenados na forma de complemento de dois.

Comparação com Máscara (MEQ).


Use a instrução MEQ para comparar dados em um
endereço de origem com dados em um

endereço de comparação. Usar esta instrução permite


que uma palavra separada mascare partes de dados.

Como inserir parâmetros.

• Origem é o endereço do valor que você deseja comparar.

• Máscara é o endereço da máscara pela qual a instrução se move

dados. A máscara pode ser um valor hexadecimal.

• Comparação é um valor inteiro ou o endereço da referência.

Se os 16 bits de dados no endereço de origem forem iguais aos 16 bits de dados no endereço
de comparação (menos os bits mascarados), a instrução será verdadeira. A instrução se torna
falsa quando detecta uma desigualdade. Os bits na palavra de máscara mascaram os dados
quando redefinidos; transmitir dados quando estabelecido.

Visão geral das instruções FIFO e LIFO.


As instruções FIFO carregam palavras em um arquivo e as descarregam na mesma ordem em
que foram carregadas. A primeira palavra que entra é a primeira que sai.

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As instruções LIFO carregam palavras em um arquivo e as descarregam na ordem


inversa em que foram carregadas. A última palavra a entrar é a primeira a sair.

Como inserir parâmetros.


Insira os seguintes parâmetros ao programar estas instruções:

• A fonte é uma palavra ou endereço constante (–32.768 a 32.767) que se torna o


próximo valor na pilha.
• O destino é um endereço de palavra que armazena o valor que sai do
pilha.

• FIFO/LIFO é o endereço da pilha. Deve ser um endereço de palavra indexado no


arquivo de bits, entrada, saída ou inteiro. Use o mesmo endereço
FIFO para as instruções FFL e FFU associadas; Use o mesmo endereço LIFO
para as instruções LFL e LFU associadas.
• Comprimento especifica o número máximo de palavras na pilha. Para
processadores SLC, são 128 palavras e 105 palavras para controladores
MicroLogix 1000.
• Posição é o próximo local disponível onde a instrução carrega dados na pilha.
Este valor muda após cada operação de upload ou download.
Aborde o valor da posição mnemonicamente (POS).
• Controle é um endereço de arquivo de controle. Os bits de status, o comprimento
da pilha e o valor da posição são armazenados neste elemento. Não use o
endereço do arquivo de controle para outras instruções.

Os bits de status da estrutura de controle são endereçados

mnemonicamente. Isso inclui:

- O bit vazio EM (bit 12) é definido pelo processador para indicar que a pilha
está vazio.
- O bit DN feito (bit 13) é definido pelo processador para indicar que o
a pilha está cheia. Isso inibe o carregamento na pilha.

ENGENHARIA ELÉTRICA 99
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- O bit de habilitação da UE FFU/LFU (bit 14) é definido em uma transição de falso para verdadeiro
da linha FFU/LFU e é redefinido em uma transição de verdadeiro para falso.

- O bit EN de habilitação de FFL/LFL (bit 15) é definido em uma transição de falso para verdadeiro
da linha FFL/LFL e é redefinido em uma transição de verdadeiro para falso.

Efeitos no registro de índice S:24.


O valor presente em S:24 é substituído pelo valor da posição quando ocorre uma transição de
falso para verdadeiro na linha FFL/FFU ou LFL/LFU. Para FFL/LFL, o valor da posição
determinado na entrada da instrução é colocado em S:24. Para o FFU/LFU, o valor da posição
determinado na saída da instrução é colocado em S:24.

Quando o bit DN é definido, ocorre uma transição de falso para verdadeiro do degrau
FFL/LFL não altera o valor da posição ou o valor do registrador de índice. Quando
O bit EM é definido, a transição de falso para verdadeiro da linha FFU/LFU não altera o valor da
posição ou o valor do registro de índice.

Carga FIFO (FFL) Descarga FIFO (FFU).


As instruções FFL e FFU são usadas juntas. A instrução FFL carrega palavras em um arquivo
criado pelo usuário chamado pilha FIFO. A instrução FFU descarrega palavras da pilha FIFO na
mesma ordem em que foram carregadas.

As figuras a seguir mostram a aplicação das instruções FFL e FFU:

Operação da instrução FFL: quando as condições da linha mudam de falso para verdadeiro, o
bit de habilitação FFL (EN) é definido. Isso carrega o conteúdo da fonte, N7:10, no elemento de
pilha indicado pelo número de posição 9. O valor da posição é então incrementado.

ENGENHARIA ELÉTRICA 100


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A instrução FFL carrega um elemento em cada transição de falso para verdadeiro do


linha até que a pilha esteja cheia (34 elementos). O processador então define o
bit concluído (DN), inibindo assim o carregamento posterior.

Operação da instrução FFU: quando as condições da linha mudam de falso para


verdadeiro, o bit de habilitação FFU (EU) é definido. Isso descarrega o conteúdo
do elemento na posição de pilha 0 no destino, N7:11.
Todos os dados na pilha são deslocados um elemento para a posição 0 e o
elemento com a numeração mais alta é definido como zero.

A instrução FFU descarrega um elemento em cada transição de falso para


verdadeiro da linha até que a pilha seja esvaziada. O processador então define o
bit vazio (EM).

Carga LIFO (LFL) Descarga LIFO (LFU).


As instruções LFL e LFU são usadas juntas. A instrução LFL carrega palavras
em um arquivo criado pelo usuário chamado pilha LIFO. A instrução LFU
descarrega palavras da pilha LIFO na mesma ordem em que foram carregadas.

As figuras a seguir mostram a aplicação das instruções LFL e LFU:

ENGENHARIA ELÉTRICA 101


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Operação da instrução LFL: quando as condições da linha mudam de falso para


verdadeiro, o bit de habilitação LFL (EN) é definido. Isso carrega o conteúdo da
fonte, N7:10, no elemento de pilha indicado pelo número de posição 9. O valor da
posição é então incrementado.

A instrução LFL carrega um elemento em cada transição de falso para verdadeiro


da linha até que a pilha esteja cheia (34 elementos). O processador então define
o bit concluído (DN), inibindo assim o carregamento posterior.

Operação da instrução LFU: quando as condições da linha mudam de falso para


verdadeiro, o bit de habilitação LFU (EU) é definido. Isso descarrega o conteúdo
do elemento na posição de pilha 0 no destino, N7:11. Todos os dados na pilha
são deslocados um elemento para a posição 0 e o elemento com a numeração
mais alta é definido como zero.

A instrução LFU descarrega um elemento em cada transição de falso para


verdadeiro da linha até que a pilha esteja vazia. O processador então define o bit
vazio (EM).

ENGENHARIA ELÉTRICA 102


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Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS


1 Desenvolver um programa de partida estrela-triângulo para Computadores
um motor trifásico Programas
2 Simular programa no PC Cabos de comunicação
3 Baixar programa para PLC CLP
4 Programa de teste

DENOMINAÇÃO

Programação de CLP para partida estrela-triângulo de um motor trifásico HT:T05

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1

ENGENHARIA ELÉTRICA 103


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5.1. DESENVOLVER UM PROGRAMA DE START-UP STAR-TRIANGLE


MOTOR TRIFÁSICO.

A partida estrela-triângulo é o tipo de partida mais utilizado devido ao seu baixo custo.
Dependendo do motor e da tensão da linha, o motor pode ser ligado com os enrolamentos
conectados em estrela e, uma vez que o motor esteja funcionando, eles podem ser conectados
em delta.

Para isso, são necessários contatores; são “relés” de alta potência que permitem a criação de
circuitos de manobra para máquinas elétricas.

Ao ligar o motor em estrela, a corrente de partida é reduzida a um terço daquela quando ligado
diretamente em delta.

No sistema a seguir: a correia transportadora alimenta sólidos para o silo 1 por um período de
10', após esse tempo ela para automaticamente, para evitar problemas de inércia, o motor para
por 25" e então começa a alimentar sólidos para o silo 2 automaticamente, até atingir o nível
máximo que é controlado por uma chave de nível do tipo capacitiva, parando todo o sistema
automaticamente. O motor da correia é trifásico 5HP, 380V. e 60 Hz. Este sistema pode ser
parado e iniciado a qualquer momento. Para este sistema execute:

a) O circuito de força. b) O
diagrama de escada do TIA PORTAL.
c) O diagrama de conexão real ao PLC CPU 1214C.

ENGENHARIA ELÉTRICA 104


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O software que você usará para desenvolver o programa é o TIA Portal v12. Ao executá-lo, o
assistente o guiará pelos primeiros passos.

Selecione criar projeto, digite o nome do projeto como EstrellaTriangulo1, no caminho é indicado
o endereço onde o projeto criado será armazenado, digite alguns dados adicionais como autor
e comentários, que são opcionais.

Após criá-lo, uma janela "Introdução" aparecerá, selecione dispositivos e redes.

Em seguida, adicione o dispositivo: SIMATIC S7-1200 CPU 1214C com código Siemens: 6ES7
214-1BE30-0XB0.

O ambiente deve ter a mesma aparência mostrada aqui:

Este CLP possui 14 entradas digitais e 10 saídas de relé, além de 2 entradas analógicas, 6
contadores rápidos e 2 saídas de pulso.

Depois de adicionado, atribua um endereço IP, que é necessário para comunicação. Se você
clicar na porta Ethernet, as propriedades serão abertas para que você possa fazer as alterações
necessárias.

ENGENHARIA ELÉTRICA 105


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Entre no bloco do programa e clique duas vezes em Main OB1, isso abrirá a janela para editar o programa
que será baixado para o CLP.

Desenvolver o programa de solução para a partida estrela-triângulo de um motor.

Abaixo está a solução para uma partida estrela-triângulo básica, esperando que com esta ajuda você
resolva o problema inicialmente proposto.

O primeiro segmento ativa e desativa um bit interno chamado "ENABLE" usando os botões START e
STOP, e os outros segmentos são ativados com ele.

ENGENHARIA ELÉTRICA 106


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facilitando a compreensão final do programa para melhor manutenção futura.

No segmento seguinte, quando o bit Habilitar é ativado, o contato que atua é ativado.
no contator do motor em conexão estrela, e também ativa o temporizador TON chamado
"Star_time", o tempo inserido é de 5 seg.

Quando o tempo atinge o valor predefinido, o bit interno chamado bit_star é ativado, o que
desativa a saída indicada.

No segmento 3 é adicionado um temporizador chamado tempo morto, este é utilizado como


medida de segurança já que se o contator que controla o funcionamento em triângulo for
acionado ao mesmo tempo que o que controla o funcionamento em estrela for desativando, o
tempo não será suficiente para garantir que não haja curto-circuito, é por este motivo que o
tempo morto no exemplo é regulado para 2 segundos, embora também seja possível que seja
de 1 segundo, tudo dependerá do tempo de resposta mecânica dos contatores tanto para
acionamento quanto para desativação.

ENGENHARIA ELÉTRICA 107


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Por fim, findo o tempo morto, é ativado um bit que possibilita o acionamento do contator que
controla o funcionamento do motor em ligação delta.

O programa é compilado automaticamente à medida que avança. Se você vir um "X" vermelho
no segmento editado, é porque há um erro na referida decisão que será automaticamente
excluído assim que a correção for concluída.

5.2. SIMULAR PROGRAMA NO PC.

Para executar a simulação, você precisará ativar o simulador. Para fazer isso, clique com o
botão direito do mouse no arquivo do projeto e selecione a opção iniciar simulação.

A outra maneira é ir até a aba Online na barra de ferramentas e clicar em Iniciar em Simulação.

ENGENHARIA ELÉTRICA 108


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Após o simulador iniciar, baixe o programa para o simulador especificando o caminho de


download nas opções de dispositivo disponíveis:

Na visualização de carregamento, aparece um aviso informando que os módulos configurados


e os módulos de destino são diferentes. Isso ocorre porque não configuramos o hardware
anteriormente no PLCSIM, então selecionamos APLICAR TUDO.

Você também precisa marcar a caixa de seleção para substituir a configuração. Feito isso, os
avisos serão resolvidos e a configuração será carregada.

Para finalizar, selecione iniciar tudo e iniciar como mostrado na imagem a seguir e o botão
Concluir. Com isso finalizamos o carregamento do nosso projeto e iniciamos o PLCSIM.

Para executar a simulação, clique em SIMTable_1 localizado nas tabelas SIM do software
PLCSIM. Isso exibirá uma tabela na qual você deve adicionar o nome atribuído às tags do
programa (por exemplo, Iniciar, Parar, Motor).

ENGENHARIA ELÉTRICA 109


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Altere o estado clicando na caixa que aparece na opção bits ou altere o valor na
opção Forçar imediatamente alterando FALSO para VERDADEIRO (ou
VERDADEIRO para FALSO) dependendo da operação que deseja executar.

5.3. BAIXAR PROGRAMA NO PC.

Modifique o programa para executar a solução do problema inicialmente proposto,


utilizando o auxílio do exemplo descrito acima e da mesma forma que foi realizado
o download para o simulador, proceda ao download para o CLP conectado, mas
não sem antes observar a disponibilidade e comunicação com o CLP mencionado
nas estações acessíveis.

Ao fazer o download, o programa é compilado. Se houver algum erro, o download


será suspenso e você só poderá continuar corrigindo o erro.

5.4. PROGRAMA DE TESTE.

Testar o funcionamento do programa gerado como solução para o problema


proposto simulando o ambiente com os periféricos conectados e instalados no
circuito do laboratório, como botões de pressão, interruptores, lâmpadas, relés,
contatores de motores, etc.

ENGENHARIA ELÉTRICA 110


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Tenha muito cuidado ao inverter a rotação; espere até que o motor pare completamente, pois
isso pode causar pulos, choques e vibrações inadequadas do motor utilizado.

FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.

Partida estrela-triângulo de um motor trifásico.

O diagrama de montagem é conforme mostrado na Figura abaixo, que também corresponde aos
elementos contidos nos módulos preparados em laboratório para esta finalidade. O circuito
principal contém três contatores, um CP principal, outro CY estrela e outro CD, incluindo o motor
com seus terminais de entrada U1, V1, W1 e saída U2, V2, W2 e também as proteções de relé
térmico e fusível. O contator principal possui um relé de tempo pneumático RT1 acoplado
mecanicamente com dois contatos, um aberto e um fechado, que mudam de posição após um
tempo predefinido. O contator estrela também possui um contato de retardo de tempo RT2
acoplado mecanicamente ao contator CY.

1. No momento da partida, o contator principal CP deve ser fechado para fornecer energia aos
terminais do motor U1, V1 e W1 e também o contator estrela CY para curto-circuitar U2, V2,
W2, para que o motor dê partida em estrela.

2. Após alguns segundos, CY deve abrir e CD (que conecta U1 com W2, V1 com U2 e W1 com
V2) deve fechar imediatamente e o motor deve agora girar sob condições nominais.

3. O circuito de controle é mostrado na Figura -->. Observa-se que ao pressionar o botão de


partida b1, a bobina do contator principal e o contator estrela são energizados. O motor liga.
Quando você solta b1, o sistema continua a operar devido à ação do contato de retenção do
CP.

4. Após alguns segundos, previamente ajustados no relé de tempo RT1, o contato aberto a fecha
e o contato fechado b abre, o que desconecta a bobina CY e excita a bobina CD, o motor é
conectado em delta e fica em condições nominais de funcionamento.

5. No circuito de controle há um intertravamento secundário entre CD e CY que é realizado com


o contato de tempo RT2 (cY) que significa um

ENGENHARIA ELÉTRICA 111


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condição redundante, mas que garante totalmente (devido ao seu atraso) que em nenhum
momento as bobinas CD e CY podem ser excitadas simultaneamente, o que causaria um
curto-circuito na linha, com suas graves consequências.

6. A parada é feita pressionando o botão bo.

Para o desenvolvimento do laboratório, o circuito de controle e os temporizadores são


substituídos por lógica programada no CLP.

A figura a seguir mostra o comportamento do torque e da corrente do motor na operação de


partida direta e na partida estrela-triângulo para identificar suas vantagens.

Inversão do sentido de rotação na partida estrela-triângulo.

É um circuito no qual existe uma proteção, o interruptor magnetotérmico [Q1], que interromperá
o fluxo de corrente quando esta for excessiva para o circuito, dois botões de pressão [S1 e S2],
um temporizador [KT1],

ENGENHARIA ELÉTRICA 112


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quatro contatores [KM1, KM2, KM3 e KM4], mais dois relés térmicos [F1 e F2] e
um motor trifásico [M1].

Se o botão de pressão [S1] for pressionado, seus contatos 13-14 fecharão, o


circuito transmitirá corrente para a bobina do contator [KM1] que fechará os
contatos auxiliares NA [13-14] do contator, realimentando-o, transmitindo corrente
para o motor [M1], girando para a direita; por sua vez com um contato NA [13-14]
será transmitida corrente para o circuito contator [KT1] ativando a temporização
do temporizador, corrente também será transmitida para o contator [KM4] dando
partida no motor [M1] em estrela. Quando a bobina do contator [KM4] for ativada,
um contato NF [11-12] correspondente ao circuito do contator [KM3] será ativado,
impossibilitando a partida e evitando um curto-circuito.

Após transcorrido um tempo, uma vez pressionado o botão de pressão [S1], a


bobina do temporizador atuará, seus contatos NF [15-16] abrirão e seus contatos
NA [17-18] fecharão, transmitindo corrente para a bobina do contator [KM3] que,
através de um contato NF [11-12], impedirá o funcionamento do contator [KM4],
evitando um curto-circuito.

Se em vez de virar à direita, precisamos virar o motor à esquerda; Uma vez parado
o circuito através do botão de parada [S0], pressionamos o botão [S2]; A ação a
ser realizada pelo temporizador [KT1] e pelos contatores [KM4 e KM3] é a mesma,
porém estaremos invertendo as fases da linha causando a rotação no sentido
oposto.

ENGENHARIA ELÉTRICA 113


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Caso o relé térmico [F1 ou F2] do motor atue, devido a uma sobrecarga do motor [M1], este
abrirá seus contatos [95 e 96] parando e
protegendo-os de uma sobrecarga ou de qualquer possível falha na linha ou no motor.

Temporizadores no software TIA Portal.


Instruções de temporizador são usadas para criar atrasos.
agendado. O número de temporizadores que podem ser usados no programa do usuário é
limitado apenas pela quantidade de memória disponível na CPU. Cada temporizador usa uma
estrutura de banco de dados do tipo de dados IEC_Timer de 16 bytes para armazenar as
informações do temporizador especificadas acima da instrução de quadro ou bobina. O PASSO
7 cria automaticamente o BD quando você insere a instrução.

ENGENHARIA ELÉTRICA 114


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

O temporizador TP: gera um pulso com duração pré-determinada.

O temporizador TON: liga a saída Q após um tempo de atraso predeterminado.

O temporizador TOF: define a saída Q como OFF após um tempo de atraso predeterminado.

O temporizador TONR: liga a saída Q após um tempo de atraso predeterminado. O tempo


decorrido acumula ao longo de vários períodos de tempo até que a entrada R inicializa o
tempo decorrido.

PT Coil (Carregar Temporizador): Carrega um novo valor de tempo PRESET no IEC_Timer


especificado.

A bobina RT (Initialize Timer): Inicializa o IEC_Timer especificado.

Tipo de
Parâmetros Descrição
dados
TP, TON e TONR:
Imagem: IN Caixa: 0 = desabilitar temporizador, 1 =
Bobina: Fluxo de Bool habilitar temporizador
corrente Bobina: Sem fluxo de corrente = desabilita o temporizador, fluxo de
corrente = habilita o temporizador
Somente quadro TONR:
R Bool 0 = Sem inicialização

1 = Inicializa o tempo decorrido e o bit Q para 0


Quadro: PT Caixa ou bobina do temporizador: Entrada de tempo predeterminado.
Bobina: Tempo

"variável_PRESET"
Quadro do temporizador: saída do quadro Q ou bit Q nos dados do
Imagem: Q banco de dados do temporizador
Bool
Bobina: DBdata.Q Bobina do temporizador: somente o bit Q nos dados do banco de
dados do temporizador pode ser endereçado
Quadro do temporizador: saída do quadro ET (tempo decorrido) ou
valor de tempo ET nos dados do banco de dados do temporizador.
Imagem: ET
Tempo
Bobina: [Link]
Bobina do temporizador: Somente o valor de tempo ET pode ser
endereçado nos dados do DB do temporizador.

Os valores PT (tempo predefinido) e ET (tempo decorrido) são armazenados nos dados do


IEC_TIMER DB como inteiros duplos assinados representando milissegundos. Os dados
TIME usam o identificador T# e podem

ENGENHARIA ELÉTRICA 115


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

ser inserido como uma unidade de tempo simples ("T#200ms ou 200) e como unidades
de tempo compostas "T#2s_200ms".

FOLHA EM BRANCO
Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS
1 Desenvolva um programa para partida de um motor trifásico Computadores
com reversão de rotação cíclica. Programas
2 Simular programa para o CLP Cabos de comunicação
3 Programa de teste CLP

DENOMINAÇÃO

Programação de CLP para partida reversa de motor trifásico


HT:T06

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 16 horas FOLHA: 1/1

ENGENHARIA ELÉTRICA 116


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

6.1. PREPARE UM PROGRAMA PARA PARTIDA COM REVOLUÇÃO CÍCLICA DE UM MOTOR


TRIFÁSICO.

Neste laboratório será resolvido o problema anterior da correia transportadora, que alimenta
sólidos para o silo 1 por um período de 10 minutos, após este tempo ela para automaticamente,
para evitar problemas de inércia, o motor para por 25" e então começa a alimentar sólidos para
o silo 2 automaticamente, até atingir o nível máximo que é controlado por uma chave de nível do
tipo capacitiva, parando todo o sistema automaticamente. O motor da correia é trifásico 5HP,
380V. e 60 Hz. Este sistema pode ser parado e ligado a qualquer momento. Para este sistema
faça:

a) O circuito de força. b) O
diagrama de escada do TIA PORTAL.
c) O diagrama de conexão real ao PLC CPU 1214C.

A solução para o circuito de força, faça no seu caderno, a solução do diagrama de escada para
o problema é mostrada abaixo.

O primeiro segmento é o mesmo mostrado no laboratório anterior:

ENGENHARIA ELÉTRICA 117


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

O segmento 2 contém a ativação do contato principal, há um contador abaixo que conta o


número de vezes que a sequência é repetida, quando o valor do contador for 0 ele girará
para a direita e se for 1 ele girará para a esquerda.
É por esse motivo que o valor da conta é adquirido para determinar a ativação do giro do
motor correspondente.

O segmento 3 é semelhante ao circuito do laboratório anterior.

O segmento 4 contém o temporizador de tempo limite para evitar curtos-circuitos ao mudar


de conexão estrela para delta. Foi adicionado um contato normalmente fechado M0.3 que
desativará o uso do motor quando os 10 minutos indicados tiverem passado.

ENGENHARIA ELÉTRICA 118


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Após decorrido o tempo morto, o motor é acionado em conexão delta.

O problema solicita que o motor fique funcionando por 10 minutos e depois pare. Neste
segmento, um temporizador é adicionado para contar os 10 minutos, sendo o tempo em
segundos 10x60x1000ms = 600000ms.

O próximo segmento corresponde ao tempo de espera de 25” para começar tudo de novo.

O último segmento contém um contador que conta o número de repetições para determinar a
direção de rotação do motor.

ENGENHARIA ELÉTRICA 119


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

O diagrama de conexão do CLP para solução de problemas deve ser resolvido em seu notebook.

6.2. SIMULAR PROGRAMA NO PC.

Para executar a simulação, você precisará ativar o simulador. Para fazer isso, clique com o botão
direito do mouse no arquivo do projeto e selecione a opção iniciar simulação.
A outra maneira é ir até a aba Online na barra de ferramentas e clicar em Iniciar em Simulação.

Após o simulador iniciar, baixe o programa para o simulador especificando o caminho de


download nas opções de dispositivo disponíveis:

Na visualização de carregamento, aparece um aviso informando que os módulos configurados


e os módulos de destino são diferentes. Isso ocorre porque não configuramos o hardware
anteriormente no PLCSIM, então selecionamos APLICAR TUDO.

Você também precisa marcar a caixa de seleção para substituir a configuração. Feito isso, os
avisos serão resolvidos e a configuração será carregada.

Para finalizar, selecione iniciar tudo e iniciar como mostrado na imagem a seguir e o botão
Concluir. Com isso finalizamos o carregamento do nosso projeto e iniciamos o PLCSIM.

ENGENHARIA ELÉTRICA 120


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Para executar a simulação, clique em SIMTable_1 localizado nas tabelas SIM do


software PLCSIM. Isso exibirá uma tabela na qual você deve adicionar o nome
atribuído às tags do programa (por exemplo, Iniciar, Parar, Motor).

Altere o estado clicando na caixa que aparece na opção bits ou altere o valor na
opção Forçar imediatamente alterando FALSO para VERDADEIRO (ou
VERDADEIRO para FALSO) dependendo da operação que deseja executar.

6.3. BAIXAR PROGRAMA NO PC.

Modifique o programa para executar a solução do problema inicialmente proposto,


utilizando o auxílio do exemplo descrito acima e da mesma forma que foi realizado
o download para o simulador, proceda ao download para o CLP conectado, mas
não sem antes observar a disponibilidade e comunicação com o CLP mencionado
nas estações acessíveis.

Ao fazer o download, o programa é compilado. Se houver algum erro, o download


será suspenso e você só poderá continuar corrigindo o erro.

6.4. PROGRAMA DE TESTE.

Verificar o funcionamento do programa gerado como solução para o problema


proposto, simulando o ambiente com os periféricos conectados e

ENGENHARIA ELÉTRICA 121


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instalados no circuito do laboratório, como botões de pressão, interruptores, lâmpadas, relés,


contatores de motores, etc.

Tenha muito cuidado ao inverter a rotação; espere até que o motor pare completamente, pois
isso pode causar pulos, choques e vibrações inadequadas do motor utilizado.

Os contatores KM1 e KM2 são aqueles que controlam o sentido de rotação do motor, KM3 é o
contator de conexão delta e KM4 é o contator de conexão estrela.

ENGENHARIA ELÉTRICA 122


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

FICHA INFORMATIVA.

Contadores no software TIA Portal.

As instruções do contador são usadas para contar eventos internos do programa e eventos
externos do processo. Cada contador usa uma estrutura armazenada em um bloco de dados
para armazenar seus dados. O bloco de dados é alocado colocando a instrução de contagem
no editor.

A CTU é um contador em ascensão.


CTD é um contador regressivo.
CTUD é um contador para cima/para baixo.

Em LAD e FBD: Selecione o tipo de dados do valor de contagem na lista suspensa abaixo do
nome da instrução.

O PASSO 7 cria o BD automaticamente quando você insere a instrução.

Nos exemplos de SCL, "IEC_Counter_0_DB" é o nome do banco de dados da instância.

ENGENHARIA ELÉTRICA 123


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

A tabela a seguir mostra os tipos de dados para entrada de parâmetros em instruções de


contagem.

Tipo de
Parâmetro Descrição
dados

Contagem crescente ou decrescente, em incrementos de um.


CU, CD Bool

R (CTU, CTUD) Booleano Redefina o valor do contador para zero.

LD (CTD, CTUD) Bool Controle de carga de valor padrão.


SInt, Int, DInt,
PV USInt, UInt, Valor de contagem padrão.
UDInt

P, O QUE Bool Verdadeiro se CV >= PV


PQ Bool É verdade se CV <= 0

SInt, Int, DInt,


cv Valor de contagem atual.
EUA, UDInt

O intervalo numérico dos valores de contagem depende do tipo de dados selecionado. Se o


valor da contagem for um inteiro sem sinal, é possível contar para trás até zero ou para frente
até o limite do intervalo. Se o valor da contagem for um inteiro assinado, é possível fazer a
contagem regressiva até o limite de inteiros negativos e a contagem progressiva até o limite de
inteiros positivos.

O número de contadores que podem ser usados no programa do usuário é limitado apenas pela
quantidade de memória disponível na CPU. Os contadores usam a seguinte quantidade de
memória:

• Nos tipos de dados SInt ou USInt, a instrução count usa 3 bytes. • Nos tipos de dados nt
ou UInt, a instrução count usa 6 bytes. • Nos tipos de dados DInt ou UDInt, a instrução
count usa 12 bytes.

Essas instruções usam contadores de software cuja frequência máxima de contagem é limitada
pela frequência de execução do OB no qual estão contidas. O OB no qual as instruções são
colocadas deve ser executado com frequência suficiente para detectar todas as transições das
entradas CU ou CD. Para operações de contagem rápida.

O contador CTU incrementa em 1 quando o valor do parâmetro CU muda de 0 para 1. O diagrama


de temporização CTU mostra o manuseio com um valor de contagem inteiro sem sinal (onde PV
= 3).

ENGENHARIA ELÉTRICA 124


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

• Se o valor do parâmetro CV (valor de contagem


atual) for maior ou igual ao do parâmetro PV (valor
de contagem padrão), o parâmetro de saída do
contador Q = 1.

• Se o valor do parâmetro de desativação R mudar de


0 para 1, o valor de contagem atual será definido
como 0.

O contador CTD é decrementado em 1 quando o valor do parâmetro CD muda de 0 para 1. O


diagrama de temporização CTD mostra o manuseio com um valor de contagem inteiro sem
sinal (onde PV = 3).

• Se o valor do parâmetro CV (valor de contagem atual)


for menor ou igual a 0, o parâmetro de saída do
contador Q = 1.

• Se o valor do parâmetro LOAD mudar de 0 para 1, o


valor do parâmetro PV (valor padrão) será carregado
no contador como o novo CV (valor de contagem
atual).

O contador CTUD aumenta ou diminui em 1 em uma transição de 0 para 1.

as entradas de contagem crescente (UC) ou de contagem decrescente (CD). O cronograma


mostra a operação de um contador CTUD com um valor de contagem inteiro sem sinal (onde
PV = 4).

• Se o valor do parâmetro CV for maior ou igual ao do parâmetro PV, o


parâmetro de saída do contador QU = 1.
• Se o valor do parâmetro CV for menor ou igual a 0, o parâmetro de saída do contador QD = 1.

• Se o valor do parâmetro LOAD mudar de 0 para 1, o valor do parâmetro PV será carregado no


contador como o novo CV.
• Se o valor do parâmetro de reinicialização R mudar de 0 para 1, o valor de contagem atual
é definido como 0.

ENGENHARIA ELÉTRICA 125


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Retentividade dos dados do contador após uma transição RUN-STOP-RUN

ou uma desconexão e reconexão da CPU

Se uma sessão RUN terminar com o modo STOP ou um ciclo de energia da CPU e uma nova
sessão RUN for iniciada, os dados do contador salvos na sessão anterior serão perdidos, a
menos que a estrutura de dados tenha sido definida como retentiva (contadores CTU, CTD e
CTUD).

Se as configurações padrão na caixa de diálogo de opções de chamada forem aceitas após


inserir a instrução do contador no editor de programa, um banco de dados de instância que
não pode ser definido como retentivo será atribuído automaticamente. Para que os dados do
contador sejam remanescentes, é necessário usar um banco de dados global ou um banco
de dados multi-instância.

Instruções de comparação: compara vários itens do mesmo tipo de dados. Se a comparação


de contato LAD for VERDADEIRA, o contato será ativado. Se a comparação do quadro FUP
for VERDADEIRA, a saída do
caixa é VERDADEIRA.

Em LAD e FBD: clique no nome da instrução (por exemplo, "==") para alterar o tipo de
comparação na lista suspensa. Clique em "???" e selecione um tipo de dados na lista
suspensa.

ENGENHARIA ELÉTRICA 126


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Os tipos de dados a serem comparados são: SInt, Int, DInt, USInt, UInt, UDInt, Real,
LReal, String, Char, Tempo, DTL, constante

ENGENHARIA ELÉTRICA 127


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FOLHA EM BRANCO

Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS


1 Desenvolver um programa para controlar bombas elétricas Computadores
alternadas Programas
2 Simular programa no PC Cabos de comunicação
3 Baixar programa para PLC CLP
4 Programa de teste

DENOMINAÇÃO

Programação PLC para controle alternado de bombas elétricas


HT:T07

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1


ENGENHARIA ELÉTRICA 128
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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

7.1. DESENVOLVER UM PROGRAMA PARA CONTROLAR BOMBAS ELÉTRICAS


ALTERNAR.

Há um sistema de bombeamento de água com duas bombas elétricas instaladas. Solicita-se o


desenvolvimento de um sistema para controlar a alternância automática de bombeamento,
acionando apenas uma bomba elétrica por vez.

O sistema deve ser implementado com um CLP como parte do circuito de controle e elétrico
para o estágio de potência.

As condições variam de acordo com as declarações subsequentes.

Bombas alternadas a cada partida.

Desenvolva um programa que controle a alternância de bombas para encher automaticamente


um tanque. O sistema possui uma placa com:

Seletor de 2 posições para escolher entre controle MANUAL e AUTOMÁTICO.


Seletor de 3 posições para escolher entre operação alternada da bomba ou operação
independente de cada bomba.
Pressione os botões para ligar as bombas, que só funcionarão no modo MANUAL.

Lâmpadas indicadoras de status para cada uma das bombas.

ENGENHARIA ELÉTRICA 129


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Descrição da operação:

MANUAL, esta opção é utilizada para ativação individual de cada bomba e é utilizada para
manutenção.
No modo manual, você deve selecionar qual bomba será acionada; para isso, há um seletor de 3
posições. Depois, você pode ativar ou desativar a bomba elétrica usando os botões START e STOP.

AUTOMÁTICO, nesta opção o acionamento das eletrobombas será através dos sensores de nível
que o tanque possui, que normalmente ficam abertos e quando a água os atingir fecharão seu
contato. Esta ativação será nos 3 modos: Bomba 1, Bomba 2 ou alternado.

As bombas serão alternadas a cada partida, ou seja, as bombas elétricas serão alternadas a cada
acionamento por meio do nível, em nenhum caso pelos botões de pressão.

Os botões de pressão são usados somente ao realizar operações manuais.

O painel do painel é como mostrado na imagem:

ENGENHARIA ELÉTRICA 130


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Solução de problemas no ambiente RSLogix 500.

Crie um projeto no ambiente RSLogix 500 e prepare o software RSLogix para se comunicar
com o controlador no qual o download será realizado.

O exemplo mostra como executar a tarefa usando o RSEmu 500 como controlador.

Execute o software RSLinx e verifique se o "driver do emulador SLC 500" está listado,
execute o software RSEMu 500.

Não feche nenhuma dessas janelas, apenas minimize-as.

Execute o software RSLogix 500 clicando no ícone na sua área de trabalho. Se não estiver lá,
clique em Iniciar -> Todos os programas -> Rockwell Software -> RSLogix 500 English.

Então para criar um novo projeto clique em Arquivo e depois em Novo, a janela pop-up será
como a mostrada na imagem abaixo.

Complete o nome do processador ALTERNA1, para ter uma referência ao que corresponde o
programa editado.

No exemplo, o Micrologix 1200 série B está selecionado, nós o usaremos para a simulação,
para você. selecione o processador indicado pelo instrutor.

Como no exemplo o programa será simulado, selecione "Emulate500" (driver já configurado


anteriormente) na opção de driver Communication Setting, não esqueça que para a simulação
você só pode endereçar do nó 1 ao nó 31 para os drivers e o nó 0 corresponde ao HOST (PC,
que já foi configurado anteriormente).

Lembre-se de que o mesmo nó não pode ser repetido para dois controladores online.

ENGENHARIA ELÉTRICA 131


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Desenvolva o programa inserindo as instruções apropriadas para resolver o problema.

A solução do programa é mostrada abaixo, cada linha vista é acompanhada de seu símbolo e
comentário para melhor identificação de sua função.

ENGENHARIA ELÉTRICA 132


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

ENGENHARIA ELÉTRICA 133


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

7.2. SIMULAR PROGRAMA NO PC.

Por fim, será realizado o download para o controlador. Assim como no exemplo,
o simulador é utilizado e já vem configurado desde a criação do projeto. Basta
clicar em download, conforme indicado na imagem. Pode ser que ele peça para
você salvar o projeto e algumas confirmações, guie-se pelas imagens.

Depois de baixado, agora mude para o modo RUN para execução do


programa.

ENGENHARIA ELÉTRICA 134


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

7.3. BAIXAR PROGRAMA PARA PLC.

Para baixar o programa para o controlador, eles devem corresponder, como no desenvolvimento
da prática onde o projeto foi criado com o controlador Emu 500, agora você deve trocá-lo pelo
controlador que você tem no laboratório, para isso clique em Propriedades do Controlador e
selecione o código correto. A imagem mostra que foi escolhido o 1747 L552C, que corresponde
a um controlador da família SLC 500.

Após concluído, você deve inserir o caminho de download usando a comunicação do sistema.
Para fazer isso, clique em Comms e depois em System Comms, localizado na barra de
ferramentas.

Por fim, você pode fazer o download usando a caixa online à esquerda.

7.4. PROGRAMA DE TESTE.

Após o download do programa, você pode testá-lo usando periféricos conectados ao sistema,
como botões, interruptores, lâmpadas, relés, etc.

ENGENHARIA ELÉTRICA 135


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.

Visão geral das instruções de movimento e lógica.

Instrução de movimento (MOV)


Esta instrução de saída move o valor de origem para o local de destino. Enquanto a linha
permanecer verdadeira, a instrução moverá os dados durante cada varredura.

Como inserir parâmetros.


Insira os seguintes parâmetros ao programar esta instrução:

• A origem é o endereço ou constante dos dados que você deseja mover.


• O destino é o endereço para o qual a instrução move os dados.

Nota de aplicação: se você quiser mover uma palavra de dados sem afetar os sinalizadores
matemáticos, use uma instrução de cópia (COP) com comprimento de 1 palavra em vez da
instrução MOV.

Atualizações de bits de status aritmético.

Mover com Máscara (MVM).


A instrução MVM é uma instrução de palavra que move dados de um local de origem para um
destino e permite que partes dos dados de destino sejam mascaradas por uma palavra
separada. Enquanto a linha permanecer verdadeira, a instrução moverá os dados durante cada
varredura.

Como inserir parâmetros.


Insira os seguintes parâmetros ao programar esta instrução:

• A origem é o endereço dos dados que você deseja mover.


• A máscara é o endereço da máscara pelo qual a instrução move o
dados; A máscara pode ser um valor hexadecimal (constante).

ENGENHARIA ELÉTRICA 136


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

• O destino é o endereço para o qual a instrução move os dados.

Atualizações de bits de status aritmético.

Operação:
Quando uma linha contendo esta instrução é verdadeira, os dados no endereço de origem são
passados através da máscara para o endereço de destino. Veja a ilustração a seguir:

Mascare os dados redefinindo os bits na máscara; transferir os dados definindo os bits na


máscara como um. Os bits da máscara podem ser fixados em um valor constante ou podem ser
variados atribuindo um endereço direto à máscara. Os bits no destino que correspondem a
zeros na máscara não são modificados.

Controle alternado de bomba elétrica.

Este sistema é altamente flexível, pois manteria dois tanques de armazenamento para este único
bairro. Em caso de falha, manutenção, etc., de qualquer bomba, este sistema não irá parar

completamente o fluido valioso, já que a outra bomba seria responsável por manter os níveis
necessários nos tanques.

ENGENHARIA ELÉTRICA 137


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

SIEMENS

Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS


1 Desenvolver um programa para controlar a velocidade do motor de um computador pessoal
trifásico Software de programação e simulação
2 Configurar e testar acionamento de velocidade variável Acionamento de velocidade variável

3 Simular programa no PC Multímetro digital


4 Baixar programa para PLC Conectores elétricos
5 Programa de teste Blocos de terminais

Chaves de fenda

DENOMINAÇÃO

Programação de CLP para controle de velocidade de um motor trifásico


HT:T08

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1

ENGENHARIA ELÉTRICA 138


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

8.1. DESENVOLVA UM PROGRAMA PARA CONTROLE DE VELOCIDADE


MOTOR TRIFÁSICO.

Os inversores de frequência (drivers) são dispositivos que permitem variar a velocidade de um


motor controlando eletronicamente a tensão e a frequência fornecidas ao motor, mantendo o
torque constante (até a velocidade nominal). Sua utilização em cargas de torque quadrático
(bombas e ventiladores) permite economias significativas de energia.

As aplicações de torque constante na indústria são inúmeras, incluindo correias


transportadoras, guindastes, elevadores, impressoras e muito mais. Neste tipo de aplicação, é
possível economizar energia variando a velocidade.

Em aplicações de torque variável ou quadrático (o torque varia quadraticamente em relação à velocidade


do motor), baixas velocidades significam torque muito baixo e consumo de energia muito baixo.
Velocidades mais altas significam maior torque e consumo de energia próximo ao da placa de
identificação do motor.

Existem aplicações de torque proporcional onde o torque aumenta diretamente


proporcionalmente à velocidade, como misturadores/agitadores, bombas de deslocamento
positivo, calandras, extrusoras (plástico e alimentos).

Em máquinas de enrolamento e desenrolamento, máquinas de corte, tornos, furadeiras, serras


elétricas e fresadoras, o torque exigido pela carga aumenta para
à medida que a velocidade diminui, a potência (torque x velocidade)
permanece constante.

O MICROMASTER 420 é o inversor de frequência universal da Siemens para redes trifásicas


ou monofásicas. Graças ao seu design modular, é possível adicionar uma grande variedade de
opções às extensas funções padrão. E não são necessárias ferramentas, pois os painéis e
módulos de comunicação são simplesmente plugados. Terminais de controle sem parafusos,
como o resto da família, simplificam as tarefas de conexão ao máximo.

É possível utilizar as entradas discretas e analógicas do drive para realizar o controle externo
de sua velocidade e partida.

ENGENHARIA ELÉTRICA 139


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Neste laboratório realizaremos um controle de velocidade comandando a partir do

Saída analógica S7 1200 para a entrada analógica do drive.

De acordo com o diagrama de conexão do acionamento, os terminais 3 e 4 são designados para


receber o sinal analógico para controle de velocidade. Não se esqueça de usar um resistor de
470 ohms.

Os terminais 5 e 6 são usados como entrada de sinal para ativar e desativar o motor de partida.

Para ligar e desligar o motor, basta enviar pulsos do


PLC, é por isso que os segmentos de inicialização são simples e diretos:

ENGENHARIA ELÉTRICA 140


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Para enviar o comando de referência de velocidade é necessário realizar uma

procedimento de escala, sendo a equação a correspondente à reta:

Para isso, podem ser utilizadas as instruções NORM_X e SCALE_X. O primeiro normaliza os
dados de entrada para um intervalo de saída de 0 a 1,0. Isso significa que se uma saída de 30
Hz for desejada, inseri-la no MD2 retornará 0,5.

E ao inserir 60 no MW0, obtém-se o valor 1,0 no MD2.

ENGENHARIA ELÉTRICA 141


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Para a saída você deve usar a instrução SCALE_X que faz o oposto da outra instrução,
inserindo 0,5 no MD2, você obtém 16000 nos dados de saída e se for 1,0 a saída será 32000.

Nota: dependendo do módulo os valores podem mudar, por exemplo 0 equivale a 0 volts e
32000 equivale a 10 volts.

Modifique os dados para modificar a velocidade.

8.2. CONFIGURAR E TESTAR O VARIADOR.

Remova as tampas para acessar os terminais da rede elétrica e do motor.

ENGENHARIA ELÉTRICA 142


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

ENGENHARIA ELÉTRICA 143


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Em seguida, faça as conexões de acordo com as instruções do instrutor, guiado


pelas instruções nas imagens mostradas.

Para comissionamento rápido (P0010 = 1) os parâmetros são necessários


seguindo:

Comissionamento rápido (P0010 = 1)


P0100 Europa / América do Norte (1)
P0300 Seleção do tipo de motor (2)
P0304 Tensão nominal do motor (1)
P0305 Corrente nominal do motor (1)
P0307 Potência nominal do motor (1)
Motor classificado como P0308 CosPhi (2)
P0309 Desempenho nominal do motor (2)
P0310 Frequência nominal do motor (1)
P0311 Velocidade nominal do motor (1)
P0320 Corrente de magnetização do motor (3)
P0335 Ventilação do motor (2)
P0640 Fator de sobrecarga do motor [%] (2)
P0700 Seleção da fonte de pedido (1)
Seleção do ponto de ajuste de frequência P1000 (1)
P1080 Mín. Velocidade (1)
P1082 Velocidade Máxima (1)
P1120 Tempo de aceleração (1)
P1121 Tempo de desaceleração (1)
Tempo de desaceleração P1135 OFF3 (2)
Modo de controle P1300 (2)
P1910 Cálculo dos parâmetros do motor (2)
P3900 Fim do comissionamento (1)

O número ao lado do parâmetro refere-se ao nível de acesso necessário para


modificá-lo.

Quando P0010 = 1 é escolhido, P0003 (nível de acesso do usuário) pode ser usado
para selecionar quais parâmetros são acessados. Este parâmetro também permite a
seleção de uma lista de parâmetros definida pelo usuário para comissionamento.

No final da sequência de comissionamento, defina P3900 = 1 para executar os


cálculos do motor e limpar todos os outros parâmetros (não incluídos em

ENGENHARIA ELÉTRICA 144


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P0010 = 1) para seus valores padrão.

Redefinir para as configurações de fábrica.


Para redefinir todos os parâmetros para as configurações de fábrica, os seguintes parâmetros
devem ser definidos da seguinte forma:

Defina P0010 = 30
Defina P0970 = 1

8.3. SIMULAR PROGRAMA NO PC.

Após o simulador iniciar, baixe o programa para o simulador especificando o caminho de


download nas opções de dispositivo disponíveis:

Na visualização de carregamento, aparece um aviso informando que os módulos configurados


e os módulos de destino são diferentes. Isso ocorre porque não configuramos o hardware
anteriormente no PLCSIM, então selecionamos APLICAR TUDO.

ENGENHARIA ELÉTRICA 145


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Você também precisa marcar a caixa de seleção para substituir a configuração.


Feito isso, os avisos serão resolvidos e a configuração será carregada.

Para finalizar, selecione iniciar tudo e iniciar como mostrado na imagem a seguir
e o botão Concluir. Com isso finalizamos o carregamento do nosso projeto e
iniciamos o PLCSIM.

Para executar a simulação, clique em SIMTable_1 localizado nas tabelas SIM do


software PLCSIM. Isso exibirá uma tabela na qual você deve adicionar o nome
atribuído às tags do programa (por exemplo, Iniciar, Parar, Motor).

Altere o estado clicando na caixa que aparece na opção bits ou altere o valor na
opção Forçar imediatamente alterando FALSO para VERDADEIRO (ou
VERDADEIRO para FALSO) dependendo da operação que deseja executar.

8.4. BAIXAR PROGRAMA NO PC.

Modifique o programa para executar a solução do problema inicialmente proposto,


utilizando o auxílio do exemplo descrito acima e da mesma forma que foi realizado
o download para o simulador, proceda ao download para o CLP conectado, mas
não sem antes observar a disponibilidade e comunicação com o CLP mencionado
nas estações acessíveis.

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Ao fazer o download, o programa é compilado. Se houver algum erro, o download será


suspenso e você só poderá continuar corrigindo o erro.

8.5. PROGRAMA DE TESTE.

Para executar a simulação, você precisará ativar o simulador. Para fazer isso, clique com o
botão direito do mouse no arquivo do projeto e selecione a opção iniciar simulação.
A outra maneira é ir até a aba Online na barra de ferramentas e clicar em Iniciar em Simulação.

Não se esqueça de manter tudo conectado e sempre verificar o estado e a polaridade das
fontes de alimentação para evitar danos e mau funcionamento do sistema.

FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.

Instruções matemáticas.

Instrução Calcular: A instrução CALCULATE permite criar uma

função matemática que trabalha com entradas (IN1, IN2,... INn) e


gera o resultado em OUT, de acordo com a equação definida.

• Primeiro, selecione um tipo de dado. Todas as entradas e saídas devem ter o mesmo tipo de
dados.
• Para adicionar outra entrada, clique no ícone da última entrada.

Os parâmetros IN e OUT devem ter o mesmo tipo de dados (com conversões implícitas de
parâmetros de entrada). Exemplo: Um valor SINT para uma entrada seria convertido em um
valor INT ou REAL se OUT fosse um INT ou REAL.

Clique no ícone da calculadora para abrir a caixa de diálogo e definir a função matemática. A
equação é inserida como entradas (por exemplo, IN1 e IN2) e operações.

Quando você clica em "OK" para salvar a função, a caixa de diálogo cria automaticamente as
entradas para a instrução CALCULATE.

Na parte inferior do editor, são mostrados um exemplo e uma lista das operações matemáticas
que podem ser incluídas.

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Observação: também é necessário criar uma entrada para quaisquer constantes que possam
estar na função. Nesse caso, o valor constante seria inserido na entrada associada da instrução
CALCULATE.

Ao inserir constantes como entradas, é possível copiar a instrução CALCULATE para outros
locais no programa do usuário sem precisar alterar a função. Os valores ou variáveis das
entradas de instrução podem então ser modificados sem modificar a função.

Instruções "Adicionar", "Subtrair", "Multiplicar" e "Dividir".

• ADD: Adicionar (IN1 + IN2 = OUT) •


SUB: Subtrair (IN1 - IN2 = OUT) • MUL:
Multiplicar (IN1 * IN2 = OUT) • DIV: Dividir
(IN1 / IN2 = OUT)

Uma operação de divisão inteira trunca a parte fracionária do quociente e produz um valor de
saída inteiro.

Os parâmetros IN1, IN2 e OUT devem ser do mesmo tipo de dados

Para adicionar uma entrada ADD ou MUL, clique no ícone "Criar" ou clique com o botão direito
do mouse no conector de entrada de parâmetro IN existente e selecione o comando "Inserir
entrada".

Para remover uma entrada, clique com o botão direito do mouse no conector de entrada de um
dos parâmetros IN existentes (se houver mais entradas além
dos dois originais) e selecione o comando "Excluir".

ENGENHARIA ELÉTRICA 148


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Se habilitado (EN = 1), a instrução matemática executa a operação indicada nos


valores de entrada (IN1 e IN2) e armazena o resultado no endereço de memória
indicado pelo parâmetro de saída (OUT). Quando a operação for concluída com
sucesso, a instrução definirá ENO como 1.

Instruções de "Incremento" e "Decremento".

A instrução INC: Incrementa um valor inteiro com ou sem sinal:


Valor IN_OUT +1 = valor IN_OUT

A instrução DEC: Decrementa um valor inteiro com ou sem sinal: valor


IN_OUT - 1 = valor IN_OUT.

Processamento de valores analógicos.


Módulos de sinais analógicos fornecem sinais de entrada ou esperam valores
de saída que representam uma faixa de tensão ou corrente. Essas faixas são
±10 V, ±5 V, ±2,5 V ou 0 - 20 mA. Os valores retornados pelos módulos são
valores inteiros onde 0 a 27648 representa a faixa de corrente nominal, e -27648
a 27648 representa a tensão. Qualquer valor fora do intervalo representa um
estouro ou subfluxo.

No programa de controle, pode ser necessário utilizar esses valores em


unidades de engenharia, por exemplo, para representar um volume, temperatura,
peso ou qualquer outro valor quantitativo. No caso de uma entrada analógica,
para fazer isso você primeiro tem que normalizar o valor analógico para um
valor real (ponto flutuante) de 0,0 a 1,0. Ele deve então ser dimensionado para
os valores mínimo e máximo das unidades de engenharia que ele representa.

Para valores de unidades de engenharia que precisam ser convertidos em


valores de saída analógica, o valor das unidades de engenharia deve primeiro
ser normalizado para um valor entre 0,0 e 1,0 e, em seguida, dimensionado
entre 0 e 27648 ou -27648 a 27648, dependendo do intervalo do módulo
analógico. Para este propósito, o STEP 7 fornece as instruções NORM_X e SCALE_X.

ENGENHARIA ELÉTRICA 149


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Instruções matemáticas de ponto flutuante.

Instruções de ponto flutuante são usadas para programar operações matemáticas usando
os tipos de dados Real ou LReal:
2
• SQR: Calcular quadrado (IN • = FORA).
SQRT: Calcular raiz quadrada (ÿIN = OUT). • LN:
Calcular logaritmo natural (LN(IN) = OUT). • EXP:
EM
Calcular valor exponencial (e • EXPT: =OUT), onde a base e = 2,71828182.
IN2
Elevar a uma potência (IN1 = OUT)

Os parâmetros EXPT IN1 e OUT são sempre do mesmo tipo de dados, que pode ser Real ou
LReal. Para o parâmetro expoente IN2, você pode escolher entre vários tipos de dados.

• FRAC: Determina decimais (parte fracionária do número de ponto flutuante)


DENTRO = FORA).

• SIN: Calcula o valor do seno (seno (IN radianos) = OUT).


ASIN: Calcular valor do arco seno (arcsine(IN) = OUT radianos), onde seno(OUT radianos)
= IN
• COS: Calcula o valor do cosseno (cosseno (IN radianos) = OUT)
ACOS: Calcular o valor do arco cosseno (arccosine(IN) = OUT radianos), onde
cosseno(OUT radianos) = IN
• TAN: Calcular valor da tangente (tangente (IN radianos) = OUT)
ATAN: Calcular o valor do arco tangente (arctan(IN) = OUT radianos), onde tangente(OUT
radianos) = IN

Instruções "Copiar valor" e "Copiar área".

As instruções de deslocamento permitem que você copie elementos de dados para outro
endereço de memória e converta um tipo de dado em outro. O processo de movimentação
não modifica os dados de origem.

• A instrução MOVE copia um único item de dados do endereço de origem indicado pelo
parâmetro IN para o endereço de destino indicado pelo parâmetro OUT.

• As instruções MOVE_BLK e UMOVE_BLK têm um parâmetro COUNT adicional. COUNT


especifica quantos itens de dados são copiados. O número de bytes por elemento copiado
depende do tipo de dados atribuído a ele.

ENGENHARIA ELÉTRICA 150


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os nomes das variáveis dos parâmetros IN e OUT na tabela de variáveis do PLC.

As instruções MOVE_BLK e UMOVE_BLK diferem na maneira como processam alarmes:

• Os eventos de alarme são enfileirados e processados durante a execução do MOVE_BLK. Use


a instrução MOVE_BLK se os dados contidos no endereço de destino do movimento não
forem usados em um OB de interrupção. Se usados, os dados de destino não precisam ser
consistentes. Se uma instrução MOVE_BLK for interrompida, o último item de dados
deslocado estará completo e consistente no endereço de destino. A instrução MOVE_BLK
é retomada após a conclusão da execução do OB de alarme.

• Os eventos de alarme são enfileirados, mas não serão processados até que UMOVE_BLK
conclua a execução. Use a instrução UMOVE_BLK se a operação de deslocamento precisar
ser concluída e os dados de destino precisarem ser consistentes antes da execução de um
OB de interrupção.

Instruções "Escala" e "Normalizar".


SCALE_X: dimensiona o parâmetro VALUE real normalizado (onde 0,0 <= VALUE <= 1,0) para
o tipo de dados e intervalo de valores especificados pelos parâmetros MIN e MAX: OUT =
VALUE (MAX - MIN) + MIN

NORM_X: Normaliza o parâmetro VALUE dentro do intervalo de valores especificado pelos


parâmetros MIN e MAX: OUT = (VALUE - MIN) / (MAX -
MIN), onde (0,0 <= OUT <= 1,0 )

Para SCALE_X: Os parâmetros MIN, MAX e OUT devem ter o mesmo tipo de dados.

Para NORM_X: Os parâmetros MIN, VALUE e MAX devem ter o mesmo tipo de dados.

Observação

O parâmetro SCALE_X VALUE deve ser restrito a ( 0.0 <= VALUE <= 1.0 )

Se o parâmetro VALUE for menor que 0,0 ou maior que 1,0:

ENGENHARIA ELÉTRICA 151


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• A operação de dimensionamento linear pode produzir valores OUT menores que o


parâmetro MIN ou maiores que o valor do parâmetro MAX para valores OUT dentro do
intervalo de valores do tipo de dados OUT. Executar SCALE_X define ENO = TRUE para
esses casos.

• É possível gerar números escalonados que não estão incluídos no intervalo do tipo de
dados OUT. Nesses casos, o parâmetro OUT é definido como um valor intermediário
igual à parte menos significativa do número real dimensionado antes da conversão
final para o tipo de dados OUT. Nesse caso, executar SCALE_X define ENO = FALSE.

O parâmetro NORM_X VALUE deve ser restrito a ( MIN <= VALUE <= MAX )

Se o parâmetro VALUE for menor que MIN ou maior que MAX, a operação de escala linear
pode produzir valores OUT normalizados menores que 0,0 ou maiores que 1,0. Executar
NORM_X define ENO = TRUE neste caso.

Exemplo: Normalização e dimensionamento de um valor de entrada analógica.

Uma entrada analógica de um módulo de sinal analógico ou placa de sinal que usa entrada
de corrente está na faixa de valores válidos entre 0 e 27648. Supondo que uma entrada
analógica representa uma temperatura onde o valor 0 da entrada analógica representa
-30,0 graus C e 27648 representa 70,0 graus C.

Para transformar o valor analógico nas unidades de engenharia correspondentes,


normalize a entrada para um valor entre 0,0 e 1,0 e, em seguida, dimensione-o entre -30,0
e 70,0.

O valor resultante é a temperatura representada pela entrada analógica em graus Celsius:

ENGENHARIA ELÉTRICA 152


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Lembre-se de que se a entrada analógica viesse de um módulo de sinal analógico ou de uma


placa de sinal com tensão, o valor MIN para a instrução NORM_X seria -27648 em vez de 0.

Exemplo: Normalização e dimensionamento de um valor de saída analógica.

Uma saída analógica de um módulo de sinal analógico ou placa de sinal que usa uma saída de
corrente deve estar no intervalo de valores válidos entre 0 e 27648. Suponha que uma saída
analógica represente uma configuração de temperatura em que o valor de entrada analógica 0
representa -30,0 graus Celsius e 27648 representa 70,0 graus Celsius.

Para converter um valor de temperatura armazenado entre -30,0 e 70,0 em um valor de saída
analógica no intervalo de 0 a 27648, você deve normalizar o valor para unidades de engenharia
para um valor entre 0,0 e 1,0 e, em seguida, escalá-lo para o intervalo de saída analógica de 0 a
27648:

Lembre-se de que se a saída analógica fosse destinada a um módulo de sinal analógico ou a


uma placa de sinal ativa, o valor MIN para a instrução SCALE_X seria -27648 em vez de 0.

Inversores de frequência: São dispositivos eletrônicos que permitem o controle completo de


motores elétricos de indução; Existem CC (variação de tensão) e CA (variação de frequência);
Os mais comumente utilizados são motores de indução trifásicos com rotor desenrolado
(inversores de gaiola) ou acionamentos de velocidade variável.

ENGENHARIA ELÉTRICA 153


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Rede de alimentação: Alimentação em corrente alternada, monofásica para aparelhos


com motores de pequena potência até 1,5 kW (aproximadamente 2 CV) e trifásica para
motores de maior potência, até valores de 630 kW ou mais.

Entradas e saídas (I/O): diferentes conexões de entradas e saídas de controle; Podem


ser do tipo tudo ou nada digitais (contatos, botões de pressão, interruptores, contatos
de relé, etc.) ou analógicos utilizando valores de tensão (0…10 V ou similar) e
intensidade (4…20 mA ou similar). Também pode incluir terminais de alarme, falha, etc.

Comunicações: Estes dispositivos podem ser integrados em redes industriais, por


isso dispõem de uma porta de comunicação, por exemplo RS-232, RS-485, rede LAN,
barramentos industriais (ProfiBus...) ou ligações do tipo RJ-45 ou USB para terminais
externos e computadores. Cada fabricante fornece o software de controle, diretamente
ou por meio de um barramento de comunicação. Isso permitirá o controle, a
programação e o monitoramento do inversor (ou inversores) no conjunto de
dispositivos de controle utilizados.

Saída: conexão ao motor, geralmente três fios (UVW) para conexão direta em triângulo
ou estrela dependendo da tensão do motor.

ENGENHARIA ELÉTRICA 154


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Descrição dos blocos que compõem um acionamento de velocidade variável.

1. Retificador: a partir da rede de alimentação CA, monofásica ou trifásica,


A corrente contínua é obtida por meio de diodos retificadores.

2. Barramento CC: capacitores de alta capacidade (e às vezes também bobinas) armazenam e


filtram a tensão CC retificada para obter um valor de tensão CC estável e reserva de energia
suficiente para fornecer a corrente necessária ao motor.

3. Estágio de saída: a partir da tensão do barramento CC, um inversor converte essa energia em
uma saída trifásica, com valores variáveis de tensão, corrente e frequência de saída. Como
elementos de comutação, são utilizados principalmente transistores bipolares (BJT), CMOS
ou similares, IGBT, tiristores (SCR), GTO… etc. Os sinais de saída são obtidos por vários
métodos, como corte, uso de conversores ciclo ou sinais de aproximação sinusoidal usando
modulação de largura de pulso PWM.

4. Controle e E/S: circuitos de controle para os diferentes blocos do acionamento, proteção,


regulação… e entradas e saídas, tanto analógicas quanto digitais.
A interface de comunicação com barramentos ou outros dispositivos de controle e usuário
também está incluída.

CONCEITOS BÁSICOS SOBRE ACIONAMENTOS DE MOTORES TRIFÁSICOS.

Velocidade (n): a velocidade no eixo de um motor assíncrono em rpm, depende do número de


polos magnéticos do motor, e da frequência f (Hz), da rede de alimentação:

onde: n = velocidade em rpm f =


frequência da rede em Hz

2p= número de pares de pólos do motor

Exemplo, para rede de 50 Hz:

2p = 1; n = 3000 rpm 2p = 2; n = 1500 rpm 2p = 3; n = 1000 rpm …etc.

ENGENHARIA ELÉTRICA 155


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A velocidade de rotação real é sempre menor que a velocidade expressa, pois são motores
assíncrono. A diferença entre nSÍNCRONO e nASÍNCRONO é chamada de deslizamento, (ÿ os)
que é expressa em porcentagem de rpm ou em valor absoluto:

nSÍNCRONO = 1500 rpm


nASÍNCRONO = 1440 rpm deslizamento: ÿ = 4% ou 60 rpm

Os motores são fabricados para uma velocidade nominal ou de trabalho específica, mas a
velocidade pode ser controlada progressivamente usando um conversor de frequência. Por
exemplo, um motor de 50 Hz, 1500 rpm (4 pólos) poderia girar, com variação de frequência entre
5 e 120 Hz em velocidades entre
entre:

n = (60·5)/2 = 150 rpm e n = (60·120)/2 = 3600 rpm

Excesso de velocidade: O inversor pode fornecer frequências de saída maiores que a frequência
operacional do motor, fazendo com que ele gire a uma velocidade maior que sua velocidade
nominal. A curva de torque, para velocidade de trabalho maior que a nominal, diminui, de modo
que com o dobro da velocidade (200%) o torque cai
para metade da velocidade nominal. O excesso de
velocidade é útil em

aplicações que não exigem muito torque, como serras


de disco, mas exigem altas velocidades. Nestes casos
é

características tem em conta o

importantes de torque e temperatura de operação do


motor.

Torque transmitido pelo eixo (torque de acionamento): a força de tração do motor através do
eixo, depende principalmente das seguintes expressões:

Onde: T = torque de acionamento (M ou Mm também são frequentemente usados)

K e 9550 = constantes
U = tensão aplicada ao indutor (estator) f =
frequência em Hz

ENGENHARIA ELÉTRICA 156


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P = potência do motor em kW n =
velocidade de rotação do motor (real) em rpm

Por outro lado, o fluxo magnético nos pólos do motor (ÿ) depende da tensão:

U = K· ÿ · f ÿ o fluxo magnético:

Ou seja, o torque depende diretamente do fluxo magnético, portanto, para obter o controle do
torque, é necessário atuar neste parâmetro; Portanto, se levarmos em conta as relações de
torque e velocidade:

Torque constante = fluxo constante, portanto: U/f = const.

O fator U/f é particularmente importante na configuração de um acionamento, pois determina o


torque desenvolvido pelo motor, independentemente da velocidade de rotação. Além disso, a
partir da primeira expressão para T, vemos que o torque é proporcional a U2
, então se U/f for constante, o torque dependerá diretamente da tensão: T
ÿ U2

Exemplo de curvas de torque-velocidade para torque constante:

Motor 380V, 50Hz, para diferentes


velocidades:
380/50 = 7,6
285/37,5 = 7,6
190/25 = 7,6
95/12,5 = 7,6

Tensão de partida inicial: Ao dar partida em um motor sob carga, um certo torque inicial mínimo
deve ser aplicado para garantir que o motor comece a girar.
Isto é conseguido iniciando a marcha com um valor de tensão determinado UINI, de acordo com
as relações (U/f) e TINI.

A variação de torque deve ser cuidadosa, para não ultrapassar as características do motor e
nem sobrecarregar o próprio acionamento, principalmente na partida, pois pode circular uma
intensidade de corrente alta, o que o acionamento não permite.

ENGENHARIA ELÉTRICA 157


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Quando o motor gira em ambas as direções, o controle de torque pode ser igualmente
importante, como uma empilhadeira se movendo para cima e para baixo com uma carga.
No primeiro caso, o controle de torque permite a partida e o início do deslocamento e, no
segundo, ele atua como um retentor de carga, evitando que o motor acelere excessivamente
durante uma queda. (Em qualquer caso, o acionamento não pode desempenhar as funções
de um freio motor; deve ser instalado um freio motor, com retenção mecânica, como
magnética, disco, sapata, etc.)

Manuseio e configuração:

- Manual do próprio acionamento: Possui uma pequena tela (display) e teclas de operação
(PU = unidade de programação), que permitem acessar diferentes menus de configuração,
definir valores ou modos de operação, etc. Muitos parâmetros só podem ser definidos
ou modificados com o motor parado.

- Console de configuração: É um dispositivo auxiliar, equipado com tela e teclado, que


permite acesso a todas as funções do drive. O console se conecta à unidade por meio
de seu próprio soquete ou soquete de comunicação (RJ45, RS485, USB, etc.). Uma vez
concluída a programação, ela é desconectada e o inversor é configurado para operação
autônoma.
- Operação fixa externa (EXT): Certas entradas e saídas são configuradas, e botões de
pressão, interruptores, seletores ou potenciômetros são instalados no gabinete para
ativar funções fixas (partida, parada, velocidades, etc.) configuradas internamente. Dessa
forma, o operador ou técnico responsável não acessa o drive, mas sim os controles
externos.
- Painel de operação: É composto por uma tela sensível ao toque (alfanumérico ou gráfico)
que, quando acoplada ao inversor, permite seu controle conforme a programação
estabelecida. Por outro lado, em operação normal, alguns tipos de painéis gráficos
podem oferecer certas informações, velocidade, torque, intensidade ou mostrar figuras,
diagramas de sistema, etc. (depende do sistema e especialmente das comunicações e
do software).
- Via barramento industrial: O inversor pode ser conectado a um barramento industrial
(semelhante a uma rede). Remotamente, um computador pode exercer
controlar e monitorar condições normais e de falha de trabalho. Não há necessidade de
um operador para manipulá-lo, e ele é automaticamente integrado ao processo industrial.
O software de controle e programação geralmente é fornecido pelo fabricante do inversor
e geralmente será compatível com os barramentos industriais mais comumente usados
(Profibus, etc.) ou sistemas de controle automatizados, como o SCADA.

ENGENHARIA ELÉTRICA 158


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FOLHA EM BRANCO

Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS


1 Crie um programa para controlar sistemas Computador pessoal
eletropneumáticos e eletro-hidráulicos Software de programação e simulação
2 Simular programa válvulas solenóides
3 Baixar programa para PLC compressor
4 Programa de teste condutores elétricos

DENOMINAÇÃO

Desenvolver um programa para automatizar um sistema eletropneumático-


HT:T09
eletro-hidráulico

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1

ENGENHARIA ELÉTRICA 159


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9.1. CRIAR PROGRAMA PARA CONTROLE DE SISTEMAS PNEUMÁTICOS E


HIDRÁULICOS.

No campo industrial, há muitas aplicações que envolvem atuadores pneumáticos,


muitas delas com controle elétrico. Neste laboratório desenvolveremos uma
aplicação como solução para problemas eletropneumáticos.

Descrição do problema:
O objetivo é automatizar uma máquina de sopro de plástico que possui as
seguintes partes principais:
Um molde (cilindro A para abrir A- e fechar A+)
Um carro de molde (cilindro B para elevar B+ e abaixar B-)
Uma lâmina (cilindro C para cortar C+ e C-)
Agulhas para sopro de ar (cilindro D para levantar as agulhas D- e abaixar as
agulhas D+, para soprar ar E+)
Motor para extrusora
3 termopares com seu controlador para controlar a temperatura da extrusora.

A imagem a seguir mostra o funcionamento da extrusora.

A máquina deve cumprir as seguintes funções:

O sistema possui um botão de preparação, ao ser pressionado, os elementos de


aquecimento são acionados e a tampa da extrusora é aquecida até a temperatura
programada. Os controladores de três estágios enviarão um sinal de confirmação
ao CLP, que poderá então ativar o motor da extrusora.

ENGENHARIA ELÉTRICA 160


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O plástico derretido cairá do lado do bico da extrusora na forma de mangas, conforme mostrado na
imagem abaixo.

Quando o operador muda o seletor para a posição de Início de Sequência, o carro do molde sobe para a
posição do bico, após 3 segundos o molde fecha, então a lâmina sai e imediatamente ao atingir o final
do curso c1
a lâmina retorna, então o molde fechado desce até a posição das agulhas, quando b0 é acionado as
agulhas descem até a posição d1, então o sopro de ar começa, esse processo durará 12 segundos para
inflar o plástico até o formato do molde, depois disso as agulhas subirão e quando estiver em d0 o
processo começa novamente.

Para o correto funcionamento, deve ser implementada a sequência eletropneumática:

B+ / T3s / A+ / C+ / C- / B- / D+ / E+ / T12s / E- / D- / A-
As imagens ilustram as etapas do processo

As válvulas dos cilindros hidráulicos de dupla ação "A" e "B" são biestáveis 5/3.

ENGENHARIA ELÉTRICA 161


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O cilindro "C" é de simples ação e é ativado por uma válvula solenoide monoestável 3/2.

A válvula do cilindro pneumático de dupla ação "D" é biestável 5/2.

A entrada de ar é ativada por uma válvula solenoide monoestável 3/2.

Os interruptores de posição estão disponíveis: •


Carro para baixo.
• Carro para cima.
• Molde aberto.
• Molde fechado.

• Agulhas para
cima. • Agulhas
para baixo. • Lâminas para fora.

O sistema irá parar no final de uma sequência se os controladores não enviarem mais
confirmação de temperatura ou se o seletor de início de sequência estiver desativado.

Solução:

O programa criado como solução para a tarefa é o mostrado nas imagens a seguir; revisar e
verificar seu funcionamento.
O botão de pressão é simulado com o bit B3:0/0, para verificar a operação troque-o por uma
entrada digital conectada.

ENGENHARIA ELÉTRICA 162


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ENGENHARIA ELÉTRICA 163


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Execute a verificação do programa e modifique-o para uma operação em que todas as válvulas
sejam monoestáveis.

9.2. SIMULAR PROGRAMA.

Por fim, o download para o controlador será realizado. Assim como no exemplo, o simulador é
utilizado e já vem configurado desde a criação do projeto. Basta clicar em download.

Depois de baixado, agora mude para o modo RUN para execução do


programa.

9.3. BAIXAR PROGRAMA PARA PLC.

Para baixar o programa para o controlador, eles devem corresponder. Assim como no
desenvolvimento da prática, o projeto foi criado com o controlador Emu 500. Agora você deve
trocá-lo pelo controlador que você tem no laboratório. Para fazer isso, clique em Propriedades
do controlador e selecione o código correto.

Após concluído, você deve inserir o caminho de download usando a comunicação do sistema.
Para fazer isso, clique em Comms e depois em System Comms, localizado na barra de
ferramentas.

Por fim, você pode fazer o download usando a caixa online à esquerda.

9.4. PROGRAMA DE TESTE.

Teste o programa baixado usando periféricos conectados, como interruptores de posição,


botões de pressão, relés, contatores, válvulas solenoides e lâmpadas.

ENGENHARIA ELÉTRICA 164


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FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.

ELETROPNEUMATIZAÇÃO.

A eletropneumática é uma das técnicas de automação que atualmente vem ganhando vital
importância na otimização de processos industriais. Sua evolução foi baseada na pneumática,
uma disciplina bastante antiga que revolucionou a aplicação de servomecanismos para
acionamento de sistemas de produção industrial. Com o avanço das técnicas elétricas e
eletrônicas, esses métodos se fundiram, dando origem ao surgimento dos sistemas
eletropneumáticos na indústria, que eram mais compactos e otimizados que os sistemas
puramente pneumáticos.

Válvula solenóide: Consistem essencialmente numa válvula de distribuição pneumática à qual


se adiciona uma bobina, através da qual é passada uma corrente que gera um campo magnético
que provocará finalmente a comutação no cursor interno da válvula, produzindo assim a
mudança de
status de trabalho do mesmo.

O dispositivo central em um sistema eletropneumático é a válvula.


válvula eletropneumática ou solenóide.

ENGENHARIA ELÉTRICA 165


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A válvula solenoide converte energia elétrica, proveniente dos elementos elétricos de controle,
em energia pneumática, transmitida aos atuadores ou alguma outra válvula pneumática.

Características pneumáticas:
Monoestável ou biestável.
Número de faixas.

Número de cargos e sua natureza (NC, NA)


Tipo de pilotagem (O acionamento será elétrico e o retorno poderá ser por mola ou também
elétrico).
Outros (Tipo de conexão e diâmetro dos canais, método de montagem, pressão, vazão...,
válvula solenoide servocontrolada...).

Características elétricas:
Número de bobinas de ativação.

Tipo de alimentação e voltagem da(s) bobina(s).


Potência elétrica nominal.

ENGENHARIA ELÉTRICA 166


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FOLHA EM BRANCO

Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS


1 Reconhecer partes do painel HMI Computador pessoal
2 Instalar painel HMI Software de programação e simulação
3 Desenvolver um programa para partida de motores IHM
cabos de comunicação
CLP

DENOMINAÇÃO

Desenvolver um programa para partida de motores usando um painel HMI


HT:T10

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1


ENGENHARIA ELÉTRICA 167
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10.1. RECONHEÇA AS PARTES DO PAINEL HMI BÁSICO DO KTP400.

A maioria das máquinas oferece um visor como padrão, mas o custo é um fator essencial,
especialmente para máquinas menores e aplicações simples. Para aplicações básicas, painéis
de operação com funções básicas são considerados totalmente suficientes.

Esses painéis oferecem apenas a funcionalidade básica desejada a um preço ideal. Uma
relação desempenho/preço perfeita.

Oferecendo diversos recursos de software padrão, a saber: sistema de notificação,


gerenciamento de receitas, funcionalidade de curva e troca de idioma. Os usuários se
beneficiam das vantagens da visualização e também da melhoria da qualidade do processo.

1. Recortes para as garras de fixação.


2. Tela sensível ao toque.
3. Junta de montagem.
4. Guia para tiras roteáveis.
5. Teclas de função.

6. Conexão para aterramento funcional.


7. Interface PROFINET.

8. Conexão para alimentação elétrica.


9. Placa de identificação.

10. Nome da porta.

ENGENHARIA ELÉTRICA 168


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10.2. INSTALAR PAINEL HMI.

As seguintes distâncias devem ser observadas ao redor do painel do operador para garantir
ventilação suficiente:

Ferramentas e acessórios necessários.


Antes de prosseguir com a conexão do painel do operador, prepare as seguintes ferramentas
e acessórios:

Chave de fenda:

• Chave de fenda de ponta chata,


tamanho 2. • Chave de fenda Phillips, tamanho 3.
• Chave de fenda Torx, tamanho 3.

Alicate de aperto 24
V DC Alimentação de intensidade suficiente.

Para a ligação da fonte de alimentação utilize cabos com secção


mínimo de 1,5 mm2.

1. Descasque as pontas de dois fios de alimentação em um comprimento


6 mm.

2. Aplique ponteiras nas pontas desencapadas dos fios.


3. Prenda as ponteiras nas extremidades dos cabos usando um alicate de crimpagem.

Somente 24 V CC Se for usada uma fonte de alimentação dimensionada incorretamente, o


dispositivo HMI poderá ser danificado irreparavelmente.

Utilize uma fonte de alimentação de 24 V CC com intensidade suficiente.

ENGENHARIA ELÉTRICA 169


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1. Insira os dois cabos de alimentação


fonte de alimentação no terminal de conexão da

rede elétrica e fixe-os com uma chave de fenda


de cabeça chata.

2. Conecte o terminal de conexão da rede elétrica

ao painel do operador.

3. Desconecte a fonte de alimentação.

4. Insira as outras duas pontas de


os cabos nas conexões de alimentação

energia e prenda-os com uma chave de fenda de


cabeça chata.

Certifique-se de que a polaridade esteja correta.

Conectando o programador.
Conectando o programador a um Painel Básico DP.

Um programador oferece as seguintes possibilidades:

• Transferir um projeto. •
Transfira a imagem do painel do operador.

Desconecte o painel do operador. Certifique-se de que os


interruptores DIL na parte traseira do dispositivo HMI estejam
na seguinte posição:

Conecte um conector RS 485 PROFIBUS ao painel do operador.

Conecte um conector RS 485 PROFIBUS ao dispositivo de programação.

ENGENHARIA ELÉTRICA 170


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Conecte o PC de configuração.

Um PC de configuração oferece as seguintes possibilidades:


• Transferir um projeto. •
Transfira a imagem do painel do operador. • Redefina
o painel do operador para as configurações de fábrica.

Conectando o PC de configuração a um Painel Básico DP.

Desconecte o painel do operador.

Ligue o conector RS 485 do cabo PC/PPI na

painel do operador.

Conecte o conector RS 232 do cabo PC/PPI ao PC

de engenharia.

Em vez do cabo PC/PPI, você também pode


usar o cabo USB/PPI dos acessórios.

Configuração do cabo PC/PPI.


Se você conectar o dispositivo HMI ao PC de engenharia usando o cabo PC/PPI, defina a taxa de
transmissão usando os interruptores DIP no cabo PC/PPI.

Observação:

Se a comunicação for interrompida durante a atualização do sistema operacional, ajuste para


uma velocidade de transferência mais baixa. Se você usar altas taxas de bits, deverá usar um
cabo PC/PPI versão 3 ou superior.

Defina os interruptores DIL 1 a 3 com os mesmos valores do WinCC flexível.


Os interruptores DIL 4 a 8 devem estar na posição "0". A velocidade de transferência está
definida como 115,2 kbit/s na figura.

ENGENHARIA ELÉTRICA 171


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As seguintes taxas de bits podem ser definidas:

Conectando o PC de configuração a um PN do Painel Básico.


Cuidado: Segurança da rede de dados ao comunicar via Ethernet.

Na comunicação baseada em Ethernet, por exemplo por exemplo.


PROFINET, HTTP, Sm@rtAccess, Sm@rtService e OPC, o
usuário final é responsável pela segurança de sua rede de dados,
pois em caso de intrusões direcionadas que causem sobrecarga
do equipamento, não é garantido seu correto funcionamento.

Desconecte o painel do operador.

Conecte um conector RJ45 do cabo

LAN para o painel do operador.

Conecte um conector RJ45 do cabo

LAN para o PC de engenharia.

10.3. PEDIDO DE DESENHO PARA INÍCIO DA MOVIMENTAÇÃO DE


MOTORES.

Para acionamento motorizado, pode ser utilizado o programa inicial desenvolvido nos
primeiros laboratórios.

ENGENHARIA ELÉTRICA 172


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Adicione um novo dispositivo que corresponde ao painel KTP 1000 Basic Color DP,
que é uma tela de 10,4" com resolução de 640 x 480 pixels e operação por toque e
teclado.

Depois de adicionado, o Assistente de configuração da IHM é exibido, solicitando


que você configure a conexão do PLC, o formato da imagem, os prompts, as
imagens do sistema e os botões.

ENGENHARIA ELÉTRICA 173


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Por fim, o ambiente de configuração da tela é aberto:

A caixa de ferramentas contém uma biblioteca de objetos usados para criar janelas HMI.

Entre esses objetos temos figuras básicas que servem para representar os estados das
variáveis conectadas, em diferentes animações.

ENGENHARIA ELÉTRICA 174


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Além de objetos funcionais que podem ser editados, juntamente com algumas animações,
eventos que permitem alterar o valor de variáveis conectadas.

A partir daqui, arraste os botões que ativarão e desativarão o motor, bem como o formato
circular que exibirá o status do motor como uma lâmpada.

Para conectar os botões às suas respectivas variáveis, clique duas vezes em cada botão e edite
as propriedades e eventos da seguinte maneira:

Na aba de eventos, você tem diferentes opções:


Para utilizar nossa aplicação você deve utilizar Press, que associaremos à ativação do bit, e
release para desativar o bit da variável indicada (START, STOP).

Isso significa que quando você pressiona o botão, o valor START muda para o nível lógico 1 e
quando você o solta, ele retorna para o nível lógico 0, assim como um botão normalmente aberto
faria.

ENGENHARIA ELÉTRICA 175


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No caso da figura circular que representa a lâmpada, é editada a opção de animação


onde será selecionada a tag variável motor, adicionando os estados e aparências
que cada uma delas representa, como a cor vermelha se a tag motor estiver
desligada e verde se o estado estiver ligado.

Por fim, clique no botão iniciar simulação para verificar seu funcionamento. Não se
esqueça de verificar a conexão estabelecida entre o painel (se simulado, será o PC)
e o CLP.

ENGENHARIA ELÉTRICA 176


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FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.


Operação e visualização com WinCC.

Descrição do sistema.
À medida que os processos se tornam cada vez mais complexos e os requisitos funcionais de máquinas e sistemas

se tornam mais exigentes, os operadores precisam de uma ferramenta poderosa para controlar e monitorar as

plantas de produção. Um sistema IHM (Interface Homem-Máquina) atua como uma interface entre a pessoa (o

operador) e o processo (a máquina/instalação). Quem realmente controla o processo é o controlador. Portanto, uma

interface é usada entre o operador e o WinCC (no painel de controle) e outra interface entre o WinCC e o controlador.

O WinCC é o software que permite executar todas as tarefas de configuração


necessárias. WinCC Runtime é o software para visualização de processos. Em tempo
de execução, o projeto é executado no modo Processo.
O WinCC assume as seguintes tarefas:

• Representar o processo. O processo é exibido no painel do operador. Se, por


exemplo, um status mudar durante o processo, a exibição no painel do operador
será atualizada.

• Gerenciar o processo. O operador pode gerenciar o processo por meio da interface


gráfica do usuário. O operador pode, por exemplo: por exemplo, predefinir um
ponto de ajuste para o controlador ou dar partida em um motor.

• Emitir avisos. Caso ocorram estados críticos no processo, um aviso é


automaticamente disparado; por exemplo, quando um valor limite pré-determinado
é excedido.

• Arquivar valores de processo e avisos. Mensagens e valores de processo podem ser


arquivados através do sistema HMI. Isso permite documentar o histórico do
processo e, posteriormente, continuar tendo acesso aos dados de produção mais
antigos.

• Documentar valores e avisos do processo. O sistema HMI pode emitir os avisos e


valores do processo na forma de um protocolo. Isso permite que os dados de
produção sejam impressos, por exemplo, no final de cada turno.

ENGENHARIA ELÉTRICA 177


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• Gerenciar parâmetros de processo e máquina. O sistema HMI pode salvar parâmetros de


processo e máquina em receitas. Esses parâmetros podem ser transferidos em uma etapa,
por exemplo por exemplo, do painel do operador para o controlador para alterar a produção
para outra variante de produto.

Interface de usuário do WinCC.

Barra de menu e botões.


Todas as funções necessárias para configurar o painel do operador estão disponíveis nos
menus e barras de ferramentas. Se um editor estiver ativo, os comandos de menu ou barras de
ferramentas específicos desse editor ficarão visíveis.

Se você passar o ponteiro do mouse sobre um comando, uma dica de ferramenta sobre a
função em questão será exibida.

ENGENHARIA ELÉTRICA 178


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Árvore do projeto.

A janela Árvore do Projeto é o ponto central de


manobra para processar o projeto.

Todos os componentes e editores disponíveis de um


projeto são exibidos em uma estrutura de árvore no

janela do projeto, de onde também podem ser abertos.

Cada editor recebe um símbolo que permite identificar


o
os objetos correspondentes. Somente elementos
suportados pelo painel do operador selecionado são
exibidos na janela do projeto.

Na janela do projeto, você pode acessar as


configurações do dispositivo do painel do operador.

Ferramentas.

Na caixa de ferramentas há uma seleção de objetos que podem ser inseridos em imagens, por
exemplo por exemplo. Gráficos (Objetos gráficos) e Controles (Elementos de controle). Além
disso, esta janela também contém bibliotecas com objetos de biblioteca prontos e coleções de
painéis frontais.

Os objetos são arrastados para a área de trabalho usando arrastar e soltar.

Área de trabalho.
Os objetos do projeto são editados na área de trabalho. Todos os elementos do WinCC são
organizados ao redor da área de trabalho.

Os dados do projeto são editados no espaço de trabalho em forma de tabela (por


exemplo, variáveis) ou em forma gráfica (por exemplo, uma visão geral).

Na parte superior da área de trabalho há uma barra de ferramentas.

ENGENHARIA ELÉTRICA 179


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Nele você pode selecionar, por exemplo, por exemplo fonte, cor da fonte ou outros recursos
como girar, alinhar, etc.

Janela Propriedades.
Na janela de propriedades, você edita as propriedades dos objetos, por exemplo por exemplo.
a cor dos objetos da imagem.

A janela de propriedades está disponível apenas para determinados editores.


A janela de propriedades exibe as propriedades do objeto selecionado classificadas por
categoria.

Assim que você sai de um campo de entrada, as alterações feitas nos valores são aplicadas.

Se um valor inválido for inserido, ele será marcado com uma cor.

A dica de ferramenta fornece nesse caso, por exemplo por exemplo, informações sobre o
intervalo válido de valores.

ENGENHARIA ELÉTRICA 180


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Na janela de propriedades você também configura Animações e Eventos para os objetos


selecionados, como neste caso, p. por exemplo, uma mudança de imagem quando o botão é
liberado.

Visão detalhada.

A visualização Detalhes exibe dados adicionais relacionados ao objeto selecionado na árvore


do projeto.

Telas de controle e conexões.


Uma tela pode ser composta de componentes estáticos e dinâmicos.

O controlador não atualiza componentes estáticos, por exemplo por exemplo. Texto e gráficos.

Os componentes dinâmicos são vinculados ao controlador e exibem valores atuais da memória


do controlador. Eles podem ser vistos em

forma de indicadores alfanuméricos, curvas e barras.

Componentes dinâmicos também são entradas do painel do operador, que são gravadas na
memória do controlador. Conexão com o controlador
É estabelecido por variáveis.

Conexões com controladores S7.

Para operar e exibir objetos que acessam valores de processo de um controlador, uma conexão
com o controlador deve primeiro ser configurada.

ENGENHARIA ELÉTRICA 181


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Isso especifica como o painel se comunica com o controlador e por meio de


qual interface ele faz isso.

Clique duas vezes em Conexões na árvore do projeto.

Todos os parâmetros já foram ajustados pelas configurações de hardware.

Entretanto, ainda é necessário atribuir um endereço IP ao painel.

O endereço MAC do painel é lido em Dispositivos acessíveis. Clique no botão


"Mostrar".

ENGENHARIA ELÉTRICA 182


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Configurando a interface PG/PC para simulação de tempo de execução.

Para estabelecer uma conexão entre a simulação de tempo de execução do PG/PC e a CPU
S7-1200, a interface PG/PC deve primeiro ser definida como TCP/IP.

Procedimento:
1. Abra o Painel de Controle.

• Via “Iniciar > Painel de Controle” (o menu Iniciar é a forma mais comum de abrir
acesso rápido aos programas do Windows XP),
• Via “Iniciar > Configurações > Painel de Controle” (ambos no menu
Início clássico como nas versões anteriores do Windows).

2. Clique duas vezes no ícone “Definir interface PG/PC”


dentro do Painel de Controle.

3. Configure os seguintes parâmetros na aba "Caminho de acesso":


access)":
a. Como Ponto de Acesso do Aplicativo, selecione "S7ONLINE [STEP 7]" na lista suspensa.
b. Na lista Interface Parameter Assignment Used, selecione a
interface "TCP/IP(Auto)" -> com a placa de rede que está diretamente conectada ao painel e
ao controlador, por exemplo.

3Com EtherLink XL.

c. Em seguida, clique em OK e confirme a mensagem seguinte com OK.

Inicie a configuração em tempo de execução.


Na janela do projeto, selecione o painel HMI_1 [KTP600 Basic PN]

Clique no botão "Iniciar simulação".

ENGENHARIA ELÉTRICA 183


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

A visualização abre no RT Simulator.

Carregue e verifique a configuração no painel.

Na janela do projeto, selecione o painel HMI_1 [KTP600 Basic PN]


Clique no botão "Baixar para o dispositivo".

Clique no botão "Carregar".

ENGENHARIA ELÉTRICA 184


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

FOLHA EM BRANCO
Não. ORDEM DE EXECUÇÃO FERRAMENTAS / INSTRUMENTOS
1 Instalar software de monitoramento e software OPC Computador pessoal
Criar aplicativo e janelas Software de programação e simulação
2 Inserir objetos, símbolos e gráficos Software de monitoramento
3 Criar rótulos
4 Animar objetos
5 Monitore e opere a partida do motor a partir de um PC

DENOMINAÇÃO

Monitorar e operar software de partida de motor e HT:T11


controlador PLC

ELETRICISTA INDUSTRIAL Tempo: 8 horas FOLHA: 1/1

ENGENHARIA ELÉTRICA 185


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

[Link] O SOFTWARE DE MONITORAMENTO.

Insira o CD-ROM com a imagem do Intouch 10.1 SP2 e após iniciar a execução
automática será exibida a seguinte tela. Se a instalação não iniciar automaticamente,
vá para Computador --> Unidade de DVD-RW Wonderware Intouch --> [Link],
clique duas vezes e continue com a instalação.

Nesta tela, informaremos os pré-requisitos necessários para que o Intouch seja


instalado e funcione corretamente. Como podemos ver, há 4 pré-requisitos
necessários. Três deles já estão instalados (Pré-requisito atendido), você só
precisa instalar um deles "Rainbow Sentinel Protection 7.5.0 +"
(A instalação instalará isso automaticamente). Clicaremos no botão Instalar pré-
requisitos e continuaremos com a instalação.

Em seguida, ele exibe várias telas de terminal e instala automaticamente os pré-


requisitos necessários por padrão. Após concluir a instalação, será exibida a
mesma tela vista anteriormente. Neste caso, todos os requisitos estão instalados
(Pré-requisito atendido), para continuar clique em Avançar.

Inicie a instalação do Wonderware Intouch 10.1 SP2 e clique em Avançar.

ENGENHARIA ELÉTRICA 186


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Aceite a licença e clique em Avançar para continuar.

Na próxima tela, são exibidas as opções de instalação e a partição ou disco rígido


de destino. Observe como uma das opções e suas respectivas facilidades estão
marcadas com um X vermelho. Essas opções precisarão ser instaladas.
Clique na opção raiz "Componentes Suplementares Intouch", será exibido um
pequeno menu e escolha a opção "Todo o recurso será instalado no disco rígido
local". Com esta opção habilitamos todos os componentes e todas as opções
serão exibidas com o símbolo de um disco rígido, clique em Avançar.

ENGENHARIA ELÉTRICA 187


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Digite um nome de usuário com privilégios de administrador e uma senha válida para o usuário
inserido na caixa acima. No exemplo, o usuário Operator01 foi inserido com a senha senati123.
No nosso caso será o usuário Administrador (aquele da equipe) e sua senha correspondente.

Após inserir os dados correspondentes, clique em Avançar.

A instalação será iniciada e após a conclusão, aparecerá uma tela na qual desativamos a opção
"Instalar Wonderware Application Server", clique em Concluir.

ENGENHARIA ELÉTRICA 188


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Adicionar licenças Wonderware Intouch 10.1

Insira o "pendrive" do Wonderware License Kit, a chave, em uma das portas USB. Insira o
mini CD do kit de licença Wonderware, explore o CD e execute o programa aaLicView. A
seguinte tela é exibida.

Exiba a primeira licença na caixa à direita e instale a segunda licença. Para adicioná-lo à lista,
clique no botão à esquerda em formato de disquete e na pasta "Instalar arquivo de licença
neste computador" e vá em Computador --> Unidade de DVD-RW --> e selecione o segundo
arquivo (o primeiro já foi adicionado à lista).

[Link]ÇÃO DO SOFTWARE KEPSERVER (Servidor OPC).

Atualmente, existem diferentes versões do software, uma delas é a versão 5.11, que contém
o driver para as versões mais recentes do CLP, como o S7 1200.

Observação: este software, na versão demo, funciona por apenas 2 horas, após as quais
você terá que reiniciar o PC para continuar usando-o.
Passo 1.- Execute o instalador contido na pasta KepServerEx.

ENGENHARIA ELÉTRICA 189


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Será exibida a imagem abaixo, indicando a versão do software a ser instalado.

Clique em "Avançar".

Aceite os termos do contrato de licença e clique em "Avançar".

Se você tiver uma versão mais antiga instalada, escolha o que fazer:

Opção 1: Lado a lado, para executar uma instalação autônoma e continuar usando a versão
anterior.

ENGENHARIA ELÉTRICA 190


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Opção 2: Remover e redirecionar, para executar uma instalação da versão atual removendo a
versão anterior.

Clique em Avançar.
Selecione a pasta de instalação, o exemplo mostra o caminho: C:\Program
Files\Kepware\KEPServerEx 5\

Selecione a pasta para armazenar os dados do aplicativo, o exemplo mostra: C:\Documents


and Settings\All Users\Application Data\

ENGENHARIA ELÉTRICA 191


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Selecione para adicionar um atalho à área de trabalho após a instalação.

Selecione os produtos de instalação, por exemplo use Fabricação.

Revise os componentes selecionados para instalação e prossiga com a instalação.

Clique em Concluir e reinicie o seu PC.

ENGENHARIA ELÉTRICA 192


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

O KEPSERVER EX foi projetado para permitir a configuração rápida de suas comunicações.

1. Selecione um controlador para criar o canal.


2. Especifique o dispositivo ou sistema para comunicação.
3. Selecione os elementos ou tags para seu banco de dados.

11.3. CRIAR APLICATIVO E JANELAS.

Esses exercícios práticos têm como objetivo demonstrar as funções e capacidades do software
de monitoramento. Durante este laboratório, você aprenderá a criar um aplicativo Intouch e
FTView ME, configurar HMI e servidores de dados e criar janelas gráficas (sinóticos) que serão
importantes para o restante do curso.

Um bom design de aplicação requer planejamento e isso é alcançado por:

ÿ Compreendendo o processo.

ÿ Projetando o relacionamento das tags.

ENGENHARIA ELÉTRICA 193


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

ÿ Determinar o tipo de comunicação a ser utilizado e o meio.

Execute o software Intouch e selecione a opção: Novo aplicativo. Na janela abaixo


você deve especificar o caminho onde o aplicativo será salvo (geralmente
encontrado em “meus documentos”), depois o nome da pasta, conforme o
exemplo será CONTROL_01 e por fim você deve indicar o nome que o aplicativo
terá, conforme o exemplo é App_01, conforme visto nas figuras abaixo.

Depois que o aplicativo é criado, o windowmaker é executado, o qual é usado


para editar as janelas e animações dos objetos relacionados ao aplicativo.

ENGENHARIA ELÉTRICA 194


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

O software Intouch HMI é uma solução SCADA e HMI de supervisão aberta e extensível que
permite que você crie rapidamente aplicativos de visualização padronizados e reutilizáveis e
os implante em toda a sua empresa sem sair do escritório.

Entre suas vantagens temos:

ÿ Integração e conectividade de dispositivos para praticamente todos os dispositivos e


sistemas.
ÿ Integração com a Archestra System Platform, que fornece eficiência de engenharia superior
e permite padrões de controle e aquisição de dados em toda a empresa.

As telas de exibição são muito importantes, pois são a apresentação de como nosso aplicativo
ficará.

Para criar uma janela, clique com o botão direito do mouse na área da janela e selecione Nova
janela, preencha as opções na caixa de diálogo que aparece na tela.

Na opção Nome, você deve digitar o nome pelo qual aquela tela será reconhecida.

Na opção de comentário, você deve inserir um comentário que se refira ao que pode ser feito
naquela tela.

Na caixa WindowType, existem 3 opções, que devem ser selecionadas de acordo com:

ENGENHARIA ELÉTRICA 195


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

• Se você quiser usar essa tela como tela inicial ou geral que ocupe todo o
espaço do monitor, então escolheremos Substituir, pois cada vez que ela
for aberta, as outras serão fechadas.

• Se você quiser usar essa tela como uma janela de opções ou configuração,
como para painéis de botões, telas para configurar controles como PID,
variações de velocidade, etc., então você pode usar o Overlay, que pode
ser aberto sobre outras janelas abertas sem fechá-las, e também permite
que você altere as telas simplesmente clicando nelas.

• Para adicionar uma tela de alarme ou erro que apareça em cima das demais
e que nada mais possa ser executado até que esta janela seja fechada,
podemos utilizar o tipo Popup.

Na caixa Dimensões, você deve informar o tamanho em pixels da tela criada,


bem como sua posição no monitor, tendo como origem o ponto no canto
superior esquerdo (0,0), e daí para baixo representando sua posição em
relação ao eixo Y e à sua direita sua posição em relação ao eixo X.

Por fim, você pode selecionar a cor na paleta Cor da janela.

Há algumas considerações a serem levadas em conta ao representar o


processo:

ÿ As telas, ou janelas, terão uma aparência consistente.


ÿ Organização de acordo com a distribuição física das células
produção.
ÿ As informações numéricas apresentadas serão feitas nos elementos gráficos.
ÿ Uso de cores significativas.
ÿ Presença de exibições intermitentes em elementos gráficos, não em textos.

ENGENHARIA ELÉTRICA 196


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Para navegar entre as telas, você pode usar alguns objetos com as funções “Show
Window” e “HideWindow”.

11.4. INSERIR OBJETOS, SÍMBOLOS E GRÁFICOS.

Crie uma nova tela com as seguintes características:

ENGENHARIA ELÉTRICA 197


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

Insira objetos usando o botão Assistente, representado pelo chapéu roxo:

Entre os objetos que podemos selecionar encontramos: Controles ActiveX, Visualizador de


Alarmes, Botões, relógios, luzes, medidores, painéis, controles deslizantes, interruptores,
tendências, etc. Mas um objeto muito utilizado é o Symbol Factory, que são bibliotecas para
selecionar desenhos e atribuir a eles a animação desejada.

Para executar a tarefa, selecionaremos o botão Painel Redondo, conforme mostrado na imagem:

Uma vez selecionado, clicamos na janela do aplicativo, na posição onde queremos inserir o
objeto.

Dê um duplo clique no objeto inserido, então aparecerá uma janela como a mostrada, na qual
atribuímos um TagName que podemos criar antes ou enquanto a tarefa estiver sendo
desenvolvida, além de selecionar a cor de preenchimento para os valores 0 ou 1 (note que isso
só pode ser usado por uma tag discreta como tipo de dado), e por fim selecionar a ação que
será executada quando o botão for pressionado, que pode ser:

SET: se você deseja ativar e bloquear o valor Tagname como "1".


RESET: Se você quiser desativar e desbloquear o valor do Tagname para "0".
ALTERNAR: Se você quiser que o valor do Tagname alterne quando pressionado, como se
fosse um interruptor.

DIRETO: Se você quiser usar o botão como se fosse um botão de pressão normalmente aberto.

ENGENHARIA ELÉTRICA 198


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AUTOMAÇÃO PROGRAMÁVEL POR PLC

REVERSO: Se você quiser usar o botão como se fosse um botão de pressão normalmente
fechado.

Para o desenvolvimento da tarefa, escolheremos a opção Set para ser utilizada como Ativação
do MOTOR, e da mesma forma inseriremos outro objeto com a opção Reset para desativar o
MOTOR.

Insira uma lâmpada que indique o estado do motor. Para isso, o tagname do objeto também será
MOTOR.

Execute o aplicativo clicando em Runtime e teste seu funcionamento.


seu progresso.

11.5. CRIAR RÓTULOS.

O dicionário de tags é importante para sistemas de monitoramento como o InTouch. Em tempo


de execução, este dicionário contém todos os valores dos itens no banco de dados. Para criar
esse banco de dados, a InTouch precisa saber quais elementos irão compô-lo. Devemos,
portanto, criar um banco de dados com todos os dados que precisamos. No final, teremos um
dicionário com todos os nomes de tags ou dados que nós mesmos criamos.

ENGENHARIA ELÉTRICA 199


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DEFINIÇÃO DE TAGNAMES:

Existem diferentes tipos de tagnames, dependendo de sua função ou características, eles são
basicamente divididos em:

MEMÓRIA: Esses tipos de tags são armazenados nos registros internos do InTouch.

E/S: São tags cujos registros estão vinculados a outros programas.


GROUP VAR: São tags associadas a grupos de alarmes.
HISTREND: Essas são tags associadas a gráficos históricos.

• O tagID é a informação sobre as tags que estão sendo exibidas em


um gráfico histórico. Dos 3 primeiros tipos, temos:

DISCRETO: Pode ter valor 0 ou 1, representando lógica booleana.

INTEIRO: É um registrador que contém 32 bits, incluindo o bit de sinal.


Seus valores variam de -[Link] a [Link].

REAL: É um registrador com formato de armazenamento de ponto flutuante binário, os valores


que ele armazena chegam a +/- 3,4 x 10^38. Todos os cálculos são feitos em resolução de 64
bits, mas o resultado é armazenado em 32 bits.
MENSAGEM: É um registro que armazena dados em formato alfanumérico (código ASCII) de até
131 caracteres.

• A tag possui características que podem ser exibidas dependendo do


opção selecionada:
Principal: Exibe as principais características do tagname
Detalhes: Exibe as características da tag que está sendo criada (valor mínimo/máximo, etc.).

Alarmes: Exibe as condições de alarme da tag.


Detalhes e alarmes: permite que você visualize as características do tagname de detalhes e
alarmes.

Membros: exibe membros no caso de supertag.

Depois de selecionar o tipo de tagname e quais características você precisa definir, um submenu
aparecerá para você preencher os campos para esse tagname.

ENGENHARIA ELÉTRICA 200


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11.6. ANIMAÇÃO DE OBJETOS.

Insira a imagem do tanque localizada na categoria Tanques da Fábrica de Símbolos


e o objeto de corte do tanque localizado na categoria Cortes de Tanques.
A tela deve ficar como a mostrada abaixo.

ENGENHARIA ELÉTRICA 201


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Crie um novo tagname com o nome LEVEL que é do tipo INTEGER, que será
incrementado se o ENGINE for ativado. Para realizar esta simulação de
preenchimento, utilizaremos o WindowScript.

Clique com o botão direito do mouse na janela do aplicativo e selecione WindowScript.


Digite o código do programa mostrado.

Execute o aplicativo e verifique seu funcionamento.

Insira a Tendência em Tempo Real, localizada na barra de desenho, e insira os


valores conforme mostrado no gráfico:

ENGENHARIA ELÉTRICA 202


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11.7. MONITORE E OPERE O MOTOR DE PARTIDA A PARTIR DO PC.

Para comunicação entre o software Intouch e o CLP ou simulador, será necessário utilizar um
software de servidor OPC como o KepServer. No caso do TIA PORTAL e do S7 1200, é utilizada
a versão 5.3 em diante, que possui os drivers para os controladores S7 1200.

Execute o software KepServerEx, a janela inicial deve ser semelhante à imagem

Clique em Arquivo e depois em Novo para criar uma nova configuração de comunicação.

Os passos a seguir são bastante intuitivos, o primeiro passo será criar um novo canal e o
chamaremos de S7-1200

Clique em Avançar e escolha o driver a ser utilizado, que será:


Ethernet TCP/IP da Siemens.

Em seguida, selecione o adaptador Ethernet.

ENGENHARIA ELÉTRICA 203


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Em seguida, continue com o assistente clicando em Avançar e concluir.

Em seguida, adicione um novo dispositivo (S7 1200).

Selecione o modelo do dispositivo, mesmo que ele não esteja listado, o S7-1200 pode
ser usado alterando algumas opções posteriormente.

Portanto, selecione o S7-200.

Digite o endereço IP do dispositivo, um exemplo é mostrado na imagem:

ENGENHARIA ELÉTRICA 204


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Continue com as opções padrão.

Modifique apenas as opções de porta:

Por fim, próximo e finalize.

Agora adicione as tags de comunicação para a execução do projeto:

Por fim a aparência do software será:

ENGENHARIA ELÉTRICA 205


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Clique no botão do cliente rápido e selecione e observe o valor das tags inseridas

Para se comunicar com o software Wonderware Intouch, faça o seguinte

via DDE e deve respeitar a seguinte sintaxe:

Aplicação | Tópico! elemento; onde a aplicação será "kepdde", o tópico é o nome localizado
nas opções do projeto dentro do servidor OPC.

ENGENHARIA ELÉTRICA 206


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O software Wonderware InTouch possui uma ferramenta chamada AccessName,


na qual completamos sua configuração com os dados de sintaxe DDE para
vincular ao software com o qual queremos nos comunicar.

Execute a seguinte configuração para comunicação entre esses softwares:

MANTIDO

_DADOSDDEDADOS

Depois que o AccessName for criado, ele poderá se comunicar com o PLC. Para
fazer isso, crie uma nova Tag e selecione E/S como o tipo... e não Memória....

Você notará que ao selecionar E/S... a caixa de configuração muda, pois as opções
AccessName e Item são adicionadas, com Item sendo o elemento, completando
assim a sintaxe DDE para comunicação entre softwares.

ENGENHARIA ELÉTRICA 207


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Se você colocar S7_1200 como o nome do canal, depois S12014C como o nome do dispositivo
e um nome de tag como MOTOR no software KepserverEx, então o item do elemento a ser
comunicado receberá todos os nomes, mas unidos por um "ponto", conforme mostrado na
imagem a seguir:

S7_1200.[Link]

Por fim, crie sua aplicação, inserindo botões e lâmpadas para simular o acionamento e
desativação de motores, utilizando as tags criadas e vinculadas ao Kepserver através do
processo indicado.

FICHA INFORMATIVA DE TECNOLOGIA.

SCADA (Controle de Supervisão e Aquisição de Dados).

Software para capturar informações de um processo ou planta industrial, analisar ou estudar


feedback e controle de processo.

• Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. • Sistemas


de controle ambiental.
• Processos de fabricação.
• Gestão de semáforos.

• Gestão do abastecimento de água.

ENGENHARIA ELÉTRICA 208


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• Sistemas de transporte público.

• Supervisão e controle de estações remotas.

Etapas de um sistema SCADA:


As etapas de um sistema de aquisição de dados compreendem uma série de etapas que vão
desde a captura da magnitude até seu pós-processamento.

Detecção de falhas: obtenção de indícios de situações anômalas que possam levar o processo
a uma situação de falha e classificá-las como tal.

Solução de problemas: descubra as causas raiz dessa situação anormal.

Reconfiguração do sistema: ações a serem tomadas para manter o processo operacional.

Funcionalidades de um sistema SCADA.

ÿ Aquisição e armazenamento de dados. ÿ


Representação gráfica e animada de variáveis de processo e monitoramento
destes por meio de alarmes.
ÿ Controle, atuando sobre autômatos e reguladores autônomos. ÿ
Arquitetura aberta e flexível com capacidade de expansão e adaptação.

ENGENHARIA ELÉTRICA 209


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ÿ Conectividade com outras aplicações e bases de dados, locais ou distribuídas


em redes de comunicação.

Digitalização de sinais: Consiste na transcrição de sinais analógicos em sinais digitais, com a


finalidade de facilitar seu processamento.
(codificação, compressão, etc.) e tornar o sinal resultante (o digital) mais imune a ruídos e
outras interferências às quais os sinais analógicos são mais sensíveis.

Sinais analógicos: Amostragem, quantização, codificação.


Sinais discretos: dois estados (1/0).

Registro de Dados: As variáveis de processo são representadas por rótulos ou "TAGS" que
permitem a definição de cada variável em termos de sua natureza contínua (analógica) ou
discreta (binária), a associação de um nome, o intervalo de valores a serem tomados, unidades
de engenharia e outras propriedades úteis para o monitoramento, como o dispositivo de
aquisição, alarmes, seu registro, etc.
A organização de todas as variáveis (adquiridas e internas) é feita em ambientes de
monitoramento de banco de dados.

Tipos de tags:
Tags internas: são atribuições de memória dentro do programa de monitoramento que
executam a mesma funcionalidade de um dispositivo real (PLC).

Eles são criados e reatribuídos a um dispositivo real.

Tags de processo: são alocações de memória dentro do dispositivo real conectado ao nosso
processo.

Eles monitoram os dados de um processo de automação.

ENGENHARIA ELÉTRICA 210


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Representação de Processos – Criação de Sinóticos.


Para monitorar e supervisionar processos em seu negócio, você precisa usar ferramentas
gráficas, tendências, objetos funcionais, etc., que ajudarão você a gerenciar melhor as variáveis
e suas representações.

Considerações:

As telas, ou janelas, terão uma aparência consistente.


Organização de acordo com a distribuição física das células de produção.
As informações numéricas apresentadas serão feitas nos elementos gráficos.
Uso de cores significativas.
Presença de exibições intermitentes em elementos gráficos, não em textos.

TROCA DE DADOS EM TEMPO REAL.

Várias interfaces, inicialmente desenvolvidas para transações, têm sido usadas para trocar
dados entre aplicativos de software e sistemas de automação. Essas tecnologias evoluíram
para melhorar o desempenho e manipular dados em tempo real.

ENGENHARIA ELÉTRICA 211


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Em sistemas de automação, uma quantidade significativa de tempo e dinheiro é gasta para


garantir que os sistemas de medição e automação compartilhem informações com outros
sistemas e dispositivos em toda a empresa.
Integradores de sistemas e fornecedores de equipamentos de automação desenvolveram
diversas interfaces proprietárias para acessar informações em tempo real.

O DDE da Microsoft se tornou um padrão de fato para muitos dispositivos, como PLCs e
controladores de processo. DDE e outros como NetDDE têm sido usados para trocar dados
entre aplicativos, como planilhas de processamento de texto. Entretanto, o DDE tem limitações
em desempenho e confiabilidade para lidar com informações em tempo real. Apareceu

OLE posterior com melhor desempenho, uma interface baseada em tecnologia COM mais
robusta e confiável. OPC, OLE para Controle de Processos, é uma interface padrão aberta da
indústria, baseada em COM, DCOM e ActiveX, que fornece interoperabilidade entre diferentes
dispositivos de campo, automação e sistemas de negócios. Muitos fornecedores de hardware
e software colaboraram com a Microsoft para definir o padrão da indústria para uso de COM
em aplicações industriais.

DDE, Dynamic Data Exchange, é um protocolo de comunicação criado pela Microsoft, usado
no Windows, que permite enviar e receber dados entre aplicativos. O cliente DDE solicita
alguns dados do servidor DDE e o servidor os fornece.

Em servidores DDE é bastante comum criar o link para um item usando o

comando copy no servidor e o comando paste special -> paste link no cliente DDE.

O formato de um endereço DDE para preencher um dado é:


=Aplicação | Tópico! Item

Onde application é o nome do servidor DDE.

Tópico é o nome do arquivo criado no servidor DDE, de onde os dados são obtidos e o
serviço foi configurado.

Item é o nome do endereço onde os dados estão localizados.

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O DDE consome muitos serviços do sistema, há o aplicativo cliente DDE, o aplicativo servidor
DDE e o programa DDEML, que é usado para fazer o link.

O servidor DDE mantém uma lista de itens para cada tópico e os aplicativos clientes que
precisam deles. Quando um item é adicionado ou removido, o servidor deve otimizar as listas
de tópicos e links. Além disso, no Visual Basic há um limite para o número de tópicos que podem
ser abertos, então pode ser necessário abrir e fechar tópicos, o que torna o DDE lento.

FastDDE é um aprimoramento do DDE, destinado a aumentar a quantidade de dados que podem


ser comunicados por segundo.

Para pequenas quantidades de dados, o DDE pode ser usado, ou quando os dados devem ser
gerenciados através do Excel, mas quando há muitos dados, é melhor usar OPC.

NETDDE, Network DDE, é uma extensão DDE para links entre aplicativos executados em
diferentes computadores conectados por redes ou modems. O formato de um endereço DDE
para ler dados é:

= \\ Servidor \ Aplicação | Tópico! Item

OLE, Object Linking and Embedding, é um padrão para documentos compostos desenvolvido
pela Microsoft. Permite a criação de objetos em um aplicativo e vinculá-los ou incorporá-los em
um segundo aplicativo. Objetos incorporados mantêm sua formatação original e links para o
aplicativo onde foram criados.

Por exemplo, uma planilha criada no Excel pode ser incorporada ao Word usando o menu Inserir
e selecionando a opção Objeto. Você também pode copiar e colar entre dois aplicativos. Além
disso, você pode editar o objeto clicando duas vezes nele.

É durante a evolução do OLE que surge o conceito de COM, é com o OLE 2.0 que surge a
tecnologia COM.

"ACTIVE X" são as tecnologias derivadas da evolução do OLE e do COM. Este termo tem sido
usado para objetos que usam OLE e estão relacionados à Internet.
Os controles ActiveX são geralmente chamados de "Controle ActiveX", são controladores que
usam tecnologias "ActiveX", esses controladores podem

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baixar e executar automaticamente por meio de um navegador da web.


Os programadores podem desenvolver controles ActiveX em diversas linguagens como: C, C+
+, Visual BASIC e Java.

Ao contrário do DDE, ao usar o ActiveX as coisas são muito simples. ELE


usa apenas espaço de processo. O controle ActiveX é carregado automaticamente na memória,
quando o aplicativo precisa do serviço ele chama o controle diretamente, sem intermediários.
Isso economiza tempo e recursos do sistema, pois não é necessário gerenciar uma lista
complicada de tópicos e itens e otimizá-los constantemente. Um objeto ActiveX tem as
seguintes interfaces:

Propriedades: dados que podem ser lidos e gravados no objeto. Por exemplo, em um objeto
PID os parâmetros são: Kc, Ti e Td. Eles também podem ser o tamanho, as cores ou as fontes
do texto.

Métodos: Estas são as funções do objeto, estas funções geralmente operam nos dados dos
objetos. Eles são a interface que o contêiner usa para comandar o objeto. Por exemplo, em um
objeto PIC, uma função pode ser a alternância manual/automática.

Eventos: permite que você notifique o contêiner sobre um evento e também pode passar
parâmetros relevantes. No caso de um objeto PID, o evento pode ocorrer quando uma variável
está fora do intervalo, o contêiner pode informar o usuário ou reagir a essa condição.

COM, o Component Object Model, é um modelo para código binário desenvolvido pela Microsoft,
permitindo que programadores desenvolvam objetos que podem ser acessados por qualquer
aplicativo que esteja em conformidade com o padrão. Objetos podem interagir com outros
objetos no mesmo aplicativo, bem como em outro aplicativo. Fornece serviços para interfaces
de objetos, gerenciamento de tempo de vida (quando um objeto pode ser removido do sistema)
e outros serviços de eventos.

Todos os objetos COM são acessados por interfaces, os clientes só veem as interfaces, OLE e
ActiveX são baseados em COM. Considere um serviço de sistema API (Application Program
Interface), que permite que você use o serviço de um provedor de forma transparente.

Um gerente de serviços do provedor de forma transparente. O gestor de serviços permite que


o consumidor se conecte ao prestador, sem

ENGENHARIA ELÉTRICA 214


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No entanto, uma vez conectado, o gerenciador de serviços continua sendo o canal de


comunicação, o que o sobrecarrega. Os níveis de serviço são limitados pelo gerenciador de
serviços, o provedor é limitado aos níveis que a versão do gerenciador de serviços usada
pode ter.

Na programação orientada a objetos, independentemente do provedor de cada objeto, é


necessária uma estrutura para conectá-los; essa estrutura é estabelecida pela COM.
Componentes de software são pedaços de software em formato binário que são fáceis de
reutilizar. COM permite que aplicativos se comuniquem como objetos de software.

Uma diferença com uma API tradicional é que, uma vez que a comunicação é estabelecida, o
COM desaparece de cena; o cliente e o objeto se comunicam diretamente. O desenvolvimento
e a evolução de objetos são permitidos, os objetos podem adicionar novas interfaces para se
comunicar com novos clientes.

DCOM, Distributed COM, objetos de programa cliente podem acessar objetos de programa
servidor localizados em outros computadores na rede. Utiliza TCP/IP e HTTP. Ele faz parte do
Windows NT 4.0 e pode ser instalado no Windows 95.

Ele permite outro nível de funcionalidade OPC, para que os clientes possam usar objetos
localizados em outros computadores em rede. Um pacote de software SCADA ou HMI pode
trocar dados em tempo real com servidores executados em qualquer computador na rede.

A especificação OPC tem um mecanismo para navegar em servidores OPC e acessar seus
itens de conteúdo. Os fabricantes usam essa especificação para criar servidores e clientes
que trocam informações em tempo real entre sistemas como DCS, SCADA, PLCs, sistemas de
E/S distribuídos, dispositivos de campo inteligentes e redes industriais.

OPC (OLE PARA CONTROLE DE PROCESSO).


OLE para Controle de Processos (OPC) é um padrão aberto para compartilhamento de dados
entre dispositivos de campo e aplicativos de computador com base no Microsoft OLE.

Permite que aplicativos leiam e gravem valores de processo e que dados sejam facilmente
compartilhados em uma rede de computadores.

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O padrão, governado pela OPC Foundation, é de domínio público e está disponível para qualquer
pessoa que queira usá-lo. Tradicionalmente, os fabricantes de software de acesso a dados de
processo tinham que desenvolver drivers
específico para cada tipo de hardware que eles queriam acessar.

Cada software exigia um driver diferente para cada hardware, o que exigia um esforço enorme,
além da necessidade de atualizações contínuas.

Com o OPC, os fabricantes de hardware precisam apenas preparar um conjunto de componentes


de software para os clientes usarem em seus aplicativos.
Os desenvolvedores de software não precisarão reescrever drivers devido a novos lançamentos
de hardware.

Os usuários finais terão muito mais opções para integrar diferentes sistemas.

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Um aplicativo OPC, como qualquer outro aplicativo OLE (ou DDE), consistirá em
servidores e clientes OPC. Cada cliente, ou seja, cada aplicativo do usuário,
SCADA, módulo de histórico ou aplicativo de usuário em C++ ou VB consulta o
servidor que contém os dados necessários.

Os servidores são organizados em grupos e cada grupo pode conter itens


diferentes. Diferentes partes do aplicativo (telas do operador, relatórios, etc.)
podem usar grupos diferentes, que podem ter diferentes taxas de atualização e
podem ser de acesso sequencial ou baseado em exceções (baseado em eventos).
Os itens representam conexões com fontes de dados dentro do servidor (variáveis
de processo). Cada item é associado a um valor (valor da variável de processo),
um qualificador (status da variável, OK, intervalo baixo, etc.) e um registro de data
e hora.

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